Goodption | Spring Summer 2022 | Full Show

Goodption | Spring Summer 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Mercedes-Benz Fashion Week Madrid/IFEMA) #Goodption #MBFWMadrid #SS22

Kelly Mac – The Future Is Tribal/Home Truth

Prepare-se para o verão com Ray-Ban e sua coleção Colorblock

Agora que se aproxima a época dos festivais de música, a marca de óculos de sol mais famosa e icónica de todos os tempos, Ray-Ban, lançou a coleção ideal que vai enlouquecer qualquer amante da cor e deste tipo de acessórios. Portanto, se você é especialmente fã do modelo Wayfarer (símbolo da cultura jovem) recomendamos que continue lendo, pois este é o protagonista da coleção “Colorblock”. É o par perfeito para arrasar no Festival Sónar em junho!

Disponível em várias cores, inspiradas nas formas fluidas e tons brilhantes da arte digital e com o objetivo de dar um toque divertido, colorido e livre à temporada de verão, este acessório torna-se a peça perfeita para acompanhá-lo nos dias de verão mais divertidos e desfrute com estilo enquanto o protege dos raios solares.

A Ray-Ban já está preparada para tudo isso e esperamos que você também esteja, por que que melhor companhia para sair e se divertir do que os novos modelos transparentes de cores suaves com lentes de cores diferentes? Nenhum mesmo. E já que estamos no assunto de lentes, para aqueles que querem dar um passo adiante, a edição especial inclui duas opções de lentes premium: a última geração de lentes cromadas de aprimoramento de contraste com filtros polarizadores para clareza e aprimoramento de cor; e as lentes de cristal com tecnologia Transitions que se adaptam perfeitamente a todas as condições de luz, de interiores claros a exteriores escuros.

Arrisque e vença com qualquer uma das 4 combinações de edição especial oferecidas pela marca e vista com orgulho a tendência do verão – e nunca se esqueça dos seus óculos graças aos cordões que o acompanham.

A coleção está disponível em Ray-Ban.com e nas lojas Ray-Ban, bem como em lojas selecionadas da EssilorLuxottica.

Ray-Ban. com

Omega My Choice ft. Zoë Kravitz & Nicole Kidman

Omega My Choice ft. Zoë Kravitz & Nicole Kidman
Source: omegawatches.com
Published: May 2022

Credits for this picture: Craig McDean (Director), Theo Stanley (Director of Photography)

All people in this campaign:

Craig McDean – Director Alex White – Fashion Editor/Stylist Orlando Pita – Hair Stylist Francelle Daly – Makeup Artist Theo Stanley – Director of Photography Nicole Kidman – Actor Zoë Kravitz – Actor

Credits for this picture: Craig McDean (Director), Alex White (Fashion Editor/Stylist), Orlando Pita (Hair Stylist), Francelle Daly (Makeup Artist), Theo Stanley (Director of Photography)

Quem é Kate Bush? Conheça a cantora que voltou às paradas com ‘Stranger Things 4’

Britânica foi descoberta aos 16 anos por David Gilmour e fez sucesso nos anos 1980 com músicas marcadas por experimentação e certa melancolia; ouça algumas
SABRINA LEGRAMANDI – O ESTADO DE S.PAULO

Kate Bush fez sucesso nos anos 1980 e voltou às paradas musicais por fazer parte da trilha sonora de ‘Stranger Things 4’. 

Os anos 1980 estão de volta? Graças à nova temporada da série Stranger Things e de uma trama que se passa em 1986, as músicas que bombaram na época voltaram agora às paradas musicais.

Foi o caso de Running Up That Hill, da cantora britânica Kate Bush, que, neste domingo, 29, apareceu entre as 200 músicas mais tocadas no mundo no Spotify. Foram quase 1,1 milhão de reproduções em apenas 24 horas.

Lançada em 1985, a canção faz sucesso não apenas por fazer parte da trilha sonora da série, mas por assumir um papel essencial na história.

Com um ritmo e uma voz melancólica, Kate Bush e o hit parecem se relacionar perfeitamente com Max após a morte do irmão, Billy, que aconteceu na terceira temporada da série.

A personagem enfrenta a culpa após o trauma e os versos, que ela escuta constantemente, falam sobre o sentimento: “Se eu apenas pudesse, eu faria um acordo com Deus. Faria com que Ele nos trocasse de lugar”.

Mais madura, Max assume um protagonismo na nova temporada, que também se relaciona diretamente com a cantora britânica. Kate é um ícone feminino dos anos 1980 e sua voz marcante influenciou artistas que vieram depois dela, como a islandesa Björk.

Cantora foi descoberta aos 16 anos e deixou de se apresentar aos 20, no auge da carreira

Encyclopedia Britannica define Kate Bush como “uma cantora e compositora britânica cujo art rock imaginativo e inventivo – marcado pela sensualidade teatral e experimentação – fez dela uma das cantoras mais bem sucedidas e influentes da Grã-Bretanha no final do século 20″.

De fato, Kate chamou a atenção na época por uma voz soprano e por ritmos e performances melancólicas e teatrais. Ela foi descoberta aos 16 anos pelo guitarrista da banda Pink FloydDavid Gilmour, e, para se preparar para as primeiras gravações, chegou a estudar dança e mímica em Londres.

O primeiro sucesso da artista, Wuthering Heights, fez dela a primeira mulher a alcançar o topo das paradas do Reino Unido com uma canção própria, segundo o jornal britânico The Guardian.

Wuthering Heights é o nome da versão inglesa do livro O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë, e foi composta com base na trama da obra.

Apesar de diferir do punk rock que fazia sucesso no país na época, Kate abriu espaço para uma música mais experimental e fez do álbum de estreia, The Kick Inside, um grande sucesso em 1978.

No ano seguinte, porém, quando estava com 20 anos e no auge da carreira, a cantora parou de fazer apresentações ao vivo. O motivo foi a morte de um engenheiro de luz, Bill Duffield, que havia caído de uma altura de 20 metros durante a última turnê da britânica.

Kate demorou 35 anos para retornar aos palcos e, em 2014, fez 15 concertos em Londres. Mas o fato de ela não ter feito shows durante os anos 1980 não impediu que se tornasse um dos maiores nomes da música do período.

Aos 63 anos, a artista pode dizer que empilhou sucessos que influenciam e tocam nas rádios – e nos smartphones – até hoje.

Ouça cinco dos maiores sucessos de Kate Bush:

Wuthering Heights

Babooshka

Cloudbusting

This Woman’s Work

Running Up That Hill

Milton Gonçalves, ícone da TV brasileira, morre aos 88 anos

Segundo a família, ator e diretor morreu em casa, por consequências de problemas de saúde decorrentes de um AVC sofrido em 2020. Conhecido por trabalhos em ‘O bem-amado’, ‘Pecado capital’ e ‘Sinhá Moça’, artista venceu preconceitos e lutou pelo reconhecimento dos negros.
Por Luiz Antônio Costa, g1 Rio e TV Globo

Milton Gonçalves interpretou o Eliseu de 'O tempo não para', de 2018 — Foto: João Miguel Júnior/Globo
Milton Gonçalves interpretou o Eliseu de ‘O tempo não para’, de 2018 — Foto: João Miguel Júnior/Globo

O ator e diretor Milton Gonçalves, ícone da TV brasileira, morreu no Rio nesta segunda-feira (30), aos 88 anos.

Conhecido por trabalhos marcantes em novelas como “O bem-amado” (1973) e as primeiras versões de “Pecado capital” (1975) e “Sinhá Moça” (1986), ele morreu em casa por volta de 12h30, segundo a família, por consequências de problemas de saúde decorrentes de um AVC sofrido em 2020. Na ocasião, o ator ficou três meses internado e precisou de aparelhos para respirar.

Milton Gonçalves também venceu preconceitos e lutou pelo reconhecimento do trabalho dos negros, como lembrou o filho e também ator Mauricio Gonçalves (leia mais abaixo).

O velório acontecerá nesta terça-feira (31) no Theatro Municipal, no Centro da cidade. O horário não havia sido divulgado até a última atualização desta reportagem.

Milton Gonçalves integrou, junto com Célia Biar e Milton Carneiro, o primeiro elenco de atores da TV Globo, onde fez mais de 40 novelas. Estrelou ainda em programas humorísticos e minisséries de sucesso, como as primeiras versões de “Irmãos Coragem” (1970), “A grande família” (1972) e “Escrava Isaura” (1976). Também se destacou nas séries “Carga Pesada” (1979) e “Caso verdade” (1982-1986).

Sua atuação como Pai José na segunda versão da novela “Sinhá Moça” (2006) valeu a indicação para o prêmio de melhor ator no Emmy Internacional. Na cerimônia, apresentou o prêmio de melhor programa Infanto-juvenil ao lado da atriz americana Susan Sarandon. Foi o primeiro brasileiro a apresentar o evento.

Sua última novela foi “O tempo não para” (2018), quando interpretou o catador de materiais recicláveis Eliseu.

Viúvo, Milton Gonçalves deixa três filhos e dois netos.

'O Bem-Amado': Ruth de Souza e Milton Gonçalves — Foto: Divulgação/Globo
‘O Bem-Amado’: Ruth de Souza e Milton Gonçalves — Foto: Divulgação/Globo

Chegou à Globo em 1965

Nascido na pequena cidade de Monte Santo, em Minas Gerais, Milton Gonçalves mudou-se ainda criança com a família para São Paulo, onde foi aprendiz de sapateiro, de alfaiate e de gráfico. Ele fez teatro infantil e amador. Sua estreia profissional acorreu em 1957, no Arena, na peça “Ratos e Homens”, de John Steinbeck.

Ele chegou à Globo a convite do ator e diretor Otávio Graça Mello, de quem fora companheiro de set no filme “Grande Sertão” (1965), dos irmãos Geraldo e Renato Santos Pereira.

“Não tinha inaugurado nada ainda. Os três estúdios, aquele auditório, pareciam para mim os estúdios da Universal. O primeiro salário foi 500 cruzeiros. E eu fiquei feliz”, recordou Milton em um depoimento à TV Globo.

Milton Gonçalves durante gravação da vinheta de fim de ano da Globo, em 1997 — Foto: Acervo TV Globo
Milton Gonçalves durante gravação da vinheta de fim de ano da Globo, em 1997 — Foto: Acervo TV Globo

Ator lutou por bons papéis para negros

Milton Gonçalves na mensagem de fim de ano da Globo, em 1991 — Foto: Acervo TV Globo
Milton Gonçalves na mensagem de fim de ano da Globo, em 1991 — Foto: Acervo TV Globo

O filho de Milton Gonçalves, o também ator Maurício Gonçalves, lembrou que o pai venceu preconceitos e lutou pelo reconhecimento do trabalho dos negros.

“Esse Milton que as pessoas não conhecem, batalhador. Nunca deixou cair a peteca no que tange aos filhos. O maior ensinamento meu pai me passou: ser guerreiro, nunca abaixar a cabeça a não ser para os sábios, mas lutar o tempo todo”.

Maurício disse que sempre teve o pai como herói. Quando criança, quando viu a personagem Zelão das Asas voando na novela e ficou ainda mais impressionado.

“Ele sempre voou e gerou esses frutos. A gente tenta fazer o melhor possível, a gente tenta honrar essa memória do meu pai. A gente tenta fazer o melhor, mas é lutar para tentar chegar perto”, disse Maurício.

Outras personagens como Rainha Diaba também foram muito marcantes. Era a época da ditadura, e Maurício diz que não deve ter sido fácil fazer um fora da lei, negro e homossexual, num tempo difícil, cheio de preconceitos.

Política

Milton Gonçalves em 'O Tempo Não Para', de 2018  — Foto: Paulo Belote/Globo
Milton Gonçalves em ‘O Tempo Não Para’, de 2018 — Foto: Paulo Belote/Globo

O ator também teve importante militância política. Simpatizante do Partido Comunista Brasileiro na juventude, chegou a se candidatar ao governo do Rio de Janeiro em 1994, pelo PMDB.

Sua experiência no universo da política o ajudou a compor o personagem Romildo Rossi, um político corrupto, em “A Favorita” (2008), de João Emanuel Carneiro.

A$AP Rocky fala pela primeira vez sobre o filho com Rihanna: “Espero criar com mente aberta”

Rapper ainda comentou sobre o relacionamento no dia a dia com a cantora

Rihanna está na reta final da primeira gravidez com ASAP Rocky (Foto: Getty Images )
Rihanna está na reta final da primeira gravidez com ASAP Rocky (Foto: Getty Images )

A$AP Rocky fez raros comentários sobre seu relacionamento com Rihanna e falou pela primeira vez sobre o filho que acabaram de ter juntos. O rapper é capa da nova edição da Dazed, e no bate-papo expôs brevemente a vida particular.

Sobre o nascimento do filho e como ele se vê como pai, A$AP Rocky disse, de maneira geral, como pretende vê-lo crescer e indicou que quer ter outros. “Eu sempre lembrarei meus filhos de nunca perderem a imaginação, mesmo quando adultos, não importa o que aconteça. Eu realmente amo assistir a desenhos animados, vejo Teletubbies, Blue’s Clues, Yo Gabba Gabba, Peppa Pig e Baby Shark. Espero criar meus filhos com a mente aberta. Para que eles não sejam pessoas que discriminam. E eu não estou tentando descrever um santo, mas realisticamente, eu só quero uma criança legal com pais legais”, contou ele.

O rapper ainda exaltou seu namoro com Rihanna e falou inclusive sobre os looks icônicos que eles costumam usar no dia a dia. “Acho que é natural. Ficamos tão bem juntos naturalmente. Você sabe, daria muito trabalho para nos combinarmos coisas de maneira forçada antes de sairmos de casa. Às vezes combinamos as peças, ou apenas usamos as mesmas roupas. Se eu comprar uma camisa que ela gosta, eu já espero que ela vá pegar… mas depois tenho que roubá-la de volta”, contou.

Com a sua família de origem em Barbados assim como Rihanna, A$AP também falou sobre como foi passar um tempo lá e conhecer o lugar onde seu pai nasceu: “Foi honestamente tão inacreditável. Eu tinha família lá que só vinha [para Nova York] uma vez a cada cinco anos, gente com quem eu só falei por telefone durante toda a minha vida. Você se lembra daqueles cartões telefônicos de um dólar, cinco dólares? Fui criado sabendo da minha origem, mas estava perdendo a experiência real. Foi uma das experiências mais surreais que tive na minha vida”, disse.

Nascimento do bebê de Rihanna e A$AP
A cantora de 34 anos de idade e o namorado, ASAP Rocky, de 33 anos, celebraram a chegada do primeiro bebê no dia 13 de maio. Segundo o jornal The Mirror, a artista deve ficar em Los Angeles, nos Estados Unidos, pelos próximos três meses e depois voltar de maneira definitiva para Barbados.

“Ela ama muito lá e amou crescer lá. Ela quer que o bebê tenha a mesma experiência que ela, longe do showbusiness”, disse a fonte.

Rihanna foi vista pela primeira vez após dar à luz na última semana, na região de West Hollywood usando roupas largas e confortáveis e um sapato de salto. Na ocasião, estava acompanhada dos seguranças.

Segundo a Revista People, a cantora, de 34 anos de idade, e o bebê estão saudáveis e felizes. “Rihanna está indo bem. Eles estão muito animados para serem pais. Ela já é uma mãe maravilhosa”, disse uma fonte ao veículo.

Review the Dior Spring 2023 show with Sehun

House ambassador Sehun caught the online unveiling of the Dior Spring 2023 show by Kim Jones remotely while wearing an exclusive look from the new capsule collection. Join him as he watches the show and shares his observations and opinions!

O embaixador da Maison Sehun assistiu à apresentação online do desfile Dior Spring 2023 de Kim Jones remotamente enquanto usava um visual exclusivo da nova coleção cápsula. Junte-se a ele enquanto assiste ao programa e compartilha suas observações e opiniões!

Por que as novas tecnologias não estão nos tornando mais produtivos?

Crescimento da produtividade desde o início da pandemia nos EUA permanece em cerca de 1% ao ano, muito abaixo do período de 1996 a 2004, quando foi de mais de 3% ao ano
Steve Lohr, The New York Times

CarMax
CarMax, a maior varejista de carros usados dos EUA, começou a testar o software da Cresta em dezembro Foto: Matt Eich/ The New York Times

Durante anos, tem sido uma crença no ambiente corporativo americano que a computação em nuvem e a inteligência artificial irão fomentar um aumento na produtividade que gera riqueza. Essa convicção inspirou uma enxurrada de financiamentos de risco e despesas de empresas. E a recompensa, insistem seus defensores, não se limitará a um pequeno grupo de gigantes da tecnologia, mas se espalhará por toda a economia.

A produtividade, que é definida como o valor das mercadorias produzidas e serviços realizados por hora de trabalho, caiu consideravelmente no primeiro trimestre deste ano, informou o governo americano este mês. Os números do trimestre costumam ser voláteis, mas o relatório parecia acabar com as esperanças anteriores de que um renascimento da produtividade finalmente estava acontecendo, ajudado pelo investimento acelerado em tecnologias digitais durante a pandemia.

O crescimento da produtividade desde o início da pandemia atualmente permanece em cerca de 1% ao ano, em sintonia com a taxa precária desde 2010 – e muito abaixo do último período de melhoria robusta, de 1996 a 2004, quando a produtividade cresceu mais de 3% ao ano.

As economias crescem não apenas por meio da adição de mais capital e trabalho. Outro ingrediente vital é a capacidade de uma nação criar e comercializar inovação, o que torna o investimento e os trabalhadores mais produtivos.

Aparentemente, ganhos percentuais pequenos na produtividade podem fazer uma grande diferença na riqueza e nos padrões de vida de um país ao longo do tempo. Até mesmo um aumento anual adicional de 1% na produtividade ao longo de alguns anos, até 2024, geraria US$ 3.500 a mais em renda per capita para os americanos, calculou um relatório do ano passado da McKinsey & Co. O ganho médio anual de 3,8% de 1948 a 1972 foi o motor da prosperidade pós-guerra dos Estados Unidos.

A produtividade não é uma cura para todos os males econômicos. “Mesmo que o otimismo em relação a essa onda de tecnologia digital se revele justificável, isso não significa que haverá um compartilhamento real dos benefícios”, disse Laura Tyson, professora da Escola de Negócios Haas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e presidente do Conselho de Consultores Econômicos do governo Clinton.

Mas uma economia menos produtiva é uma economia menor e com menos recursos para lidar com desafios sociais como a desigualdade.

O atual quebra-cabeça da produtividade é objeto de acalorado debate entre os economistas. Robert Gordon, economista da Universidade Northwestern, é o líder dos céticos. Segundo ele, a inteligência artificial de hoje é essencialmente uma tecnologia de reconhecimento de padrões, lendo de forma atenta vastos tesouros de palavras, imagens e números. Suas façanhas, de acordo com Gordon, são “impressionantes, mas não transformadoras” do modo como foram a eletricidade e o motor de combustão interna.

Erik Brynjolfsson, diretor do Laboratório de Economia Digital da Universidade Stanford, é o líder do lado dos otimistas. Ele confessa estar um pouco decepcionado com o fato de a melhoria da produtividade ainda não ser evidente, porém está convencido de que é apenas uma questão de tempo.

“Mudanças reais estão acontecendo. Um maremoto de transformação está em curso”, disse Brynjolfsson. “Estamos vendo cada vez mais constatações disso.”

Provavelmente levará anos até haver uma resposta definitiva para o debate sobre produtividade. Brynjolfsson e Gordon fizeram uma “aposta de longo prazo” no ano passado, com o resultado a ser declarado no final de 2029. Entretanto, estudos da indústria e das empresas, utilizando dados que vão desde pesquisas do Departamento do Censo dos EUA até listas de vagas de emprego online, mostram o padrão de difusão da tecnologia e seus obstáculos.

Os líderes são sobretudo grandes estabelecimentos que investem em tecnologia digital há anos e empresas mais jovens de alto crescimento, com frequência apoiadas por capital de risco. A computação em nuvem é bastante adotada, mas não é a tecnologia mais avançada, como os aplicativos de inteligência artificial.

A adoção limitada, dizem alguns especialistas, não é tão surpreendente neste estágio, já que 75% das empresas dos EUA são pequenas, com menos de dez funcionários.

Na Anthem, seguradora de saúde cujos planos são usados por mais de 45 milhões de pessoas, cerca de 75% das dúvidas dos clientes agora são resolvidas por meio de seus canais digitais, entre eles um portal da web, um aplicativo para dispositivos móveis e um software de reconhecimento de fala. Três anos antes, esse número era de aproximadamente 30%. A tecnologia de resposta a perguntas para ajudar as pessoas com tarefas básicas, como verificar o status de uma reclamação, pagar uma conta ou encontrar um médico, é movida em parte pela inteligência artificial.

A automação digital eliminou 10 milhões de chamadas telefônicas que os call centers da Anthem teriam atendido, estimou Rajeev Ronanki, presidente de plataformas digitais.

A Anthem, que no próximo mês passará a se chamar Elevance Health, não está reduzindo sua equipe de atendimento ao cliente. No entanto, a atuação desses profissionais e como o desempenho deles é avaliado mudou. A métrica tradicional de desempenho em call centers é a “duração do atendimento”, e quanto menos tempo por chamada, melhor. A Anthem agora quer que sua equipe de atendimento ao cliente resolva os problemas daqueles que ligam com apenas um profissional, sempre que possível, em vez de transferir a ligação para outro departamento.

Muitos de seus atendentes de call center receberam treinamento extra para se tornar o que a Anthem chama de “navegadores de atendimento”. As avaliações de seu desempenho agora incluem problemas resolvidos e pesquisas de satisfação do consumidor. Com esse conjunto mais amplo de medidas, disse Ronanki, os atendentes da empresa estão de 30% a 40% mais produtivos. Acrescentar habilidades e reformular o trabalho, disse ele, são tão importantes quanto melhorar a tecnologia.

“Desenvolver só a capacidade técnica é apenas o começo”, disse Ronanki.

Leva tempo para novas tecnologias se espalharem e para as pessoas entenderem como usá-las da melhor maneira. Por exemplo, o motor elétrico, lançado na década de 1880, não produziu ganhos de produtividade perceptíveis até a década de 1920, quando a linha de montagem de produção em massa reorganizou o trabalho em torno da tecnologia.

A revolução do computador pessoal surgiu na década de 1980. Mas foi só na segunda metade da década de 1990 que a produtividade econômica aumentou de verdade, à medida que essas máquinas se tornaram mais baratas, mais potentes e foram conectadas à internet.

O despertar da década de 1990 foi ajudado por um salto no investimento em tecnologia pelas empresas e capitalistas de risco, principalmente em startups da web e internet. Da mesma forma, na última década, os gastos com software nos EUA mais que dobraram para US$ 385 bilhões conforme as empresas investem para digitalizar suas operações, informou a empresa de pesquisa IDC.

O investimento de risco em startups de inteligência artificial em todo o mundo aumentou mais de 80% no ano passado, para US$ 115 bilhões, de acordo com o PitchBook, que acompanha o mercado de capital privado.

A Cresta é uma startup de inteligência artificial que tenta resolver o problema moderno da produtividade. Em 2020, ela apresentou seu produto inicial: um software de aconselhamento e treinamento em tempo real para atendentes de call center. Sua tecnologia absorve grandes volumes de conversas de texto e voz para identificar padrões de comportamento e respostas a perguntas que resolvem os problemas dos clientes ou geram vendas.

O objetivo não é substituir os trabalhadores, mas melhorar seu desempenho, disse Zayd Enam, cofundador e CEO da empresa. Segundo ele, o que a Cresta oferece é possibilitado pelos recentes avanços na potência e na velocidade do software de inteligência artificial, que ele descreveu como um “divisor de águas”.

A Cresta tem 200 funcionários, levantou mais de US$ 150 milhões em fundos de risco e tem várias dezenas de clientes corporativos, entre eles Verizon, Cox Communications e Porsche.

Jim Lyski
Jim Lyski, vice-presidente da CarMax, empresa que está usando inteligência artificial Foto: Matt Eich/The New York Times

A CarMax, a maior varejista de carros usados dos EUA, começou a testar o software da Cresta em dezembro. A experiência com inteligência artificial veio após anos de investimento para fazer as operações por computador da empresa rodarem em sistemas mais flexíveis e baseados na nuvem, disse Jim Lyski, vice-presidente executivo de estratégia, marketing e produtos.

As consultas dos clientes da CarMax via call center tendem a ser demoradas. Os carros usados abrangem diferentes anos, modelos, características e históricos de uso, e os planos de financiamento para o que é uma grande compra variam. A variedade de perguntas é quase ilimitada, disse Lyski, portanto, a comunicação completamente automatizada não era uma opção.

Mas um assistente computacional que pudesse ajudar a classificar toda a complexidade automotiva, oferecendo sugestões e informações em tempo real, parecia interessante. A Cresta primeiro estudou os dados do call center da CarMax, e o experimento começou com seus atendentes de bate-papo, que conversam por mensagens de texto com os clientes.

A experiência tem se mostrado promissora, disse Lyski. Houve uma melhoria de cerca de 10% no tempo de resposta, conversão em vendas e redução do tempo de atendimento.  E o sistema continua aprendendo e melhorando. A empresa iniciou um projeto piloto com profissionais que atendem chamadas de voz, aumentando o número total de atendentes usando a tecnologia de inteligência artificial para 200.

Lyski disse que havia a preocupação de como os funcionários reagiriam ao ter a inteligência artificial de olho neles. Seria uma experiência boa o suficiente para ser vista com uma ajuda bem-vinda ou uma distração irritante? A resposta tem sido positiva, afirmou.

A Cresta focou primeiro nos call centers como um mercado grande e inicial porque é um campo de trabalho intenso, onde a inteligência artificial pode ser aplicada de forma relativamente rápida e produtiva. Mas Enam acredita que seu “serviço de inteligência artificial em tempo real” possa ser possivelmente útil em uma ampla gama de trabalhos não braçais, atuando como um assistente inteligente em tudo, desde a contratação até o desenvolvimento de produtos.

“Essa tecnologia tem um propósito mais amplo do que vemos agora”, disse ele.

Brynjolfsson, de Stanford, aposta que isso seja verdade; já Gordon, da Northwestern, tem suas dúvidas. / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

David Banda, filho de Madonna, rouba a cena ao circular de vestido com a mãe

Cantora e o adolescente marcaram presença no Campeonato Mundial de Pesos Leves, no Barclays Center

David Banda e Madonna (Foto: Getty Images)

O filho de MadonnaDavid Banda, de 16 anos de idade, chamou atenção no fim de semana ao adentrar o Campeonato Mundial de Pesos Leves, no Barclays Center, em Nova York, usando um vestido grifado. O adolescente estava trajando uma peça da coleção Adidas x Gucci, inspirado em um look criado em colaboração com a designer Laura Whitcomb em meados de 1993.

Madonna, que também usava um look confortável da primeira grife, acompanhou o filho usando óculos escuros e correntes. David também usava acessórios brilhantes, tênis e uma bolsa à tiracolo.

O vestido vermelho que o jovem usava faz parte da nova coleção com assinatura das duas grifes, que propõe mistura dos logotipos de ambas. A Gucci tem mantido a data de lançamento em segredo, mas finalmente anunciou que a coleção ‘old school’ estará disponível em 7 de junho.

Além de David, Madonna tem outros cinco filhos: Lourdes Leon, de 25 anos de idade, de seu relacionamento com Carlos LeonRocco, de 21 anos, do casamento com Guy RitchieMercy, de 16 anos, e as gêmeas Stella Estere, de 9.