Bill Cosby é considerado culpado em mais um caso de abuso sexual, na década de 1970

Ex-comediante, que foi acusado de abuso por mais de 60 mulheres, foi libertado ano passado, após cumprir dois anos em regime fechado

Bill Cosby no tribunal de Norristown, Pennsylvania, em 2018, onde foi condenado por abuso sexual — Foto: Brendan Smialowski / AFP

Libertado no ano passado, aos 83 anos, após cumprir dois anos de sentença por abuso sexual, foi considerado culpado nesta terça-feira (21) em um caso de abuso de uma menor de idade, na década de 1970.

Judy Huth acusou Cosby de tê-la levado para a Mansão Playboy e a obrigar a realizar um ato sexual em 1975, quando ela tinha 16 anos. Judy, que processou o ex-comediante em 2014, deve receber ainda US$ 500 mil, por danos morais. O júri considerou que Cosby teve contato sexualmente ofensivo com a vítima e que tinha ciência de que ela era menor de idade.

No julgamento, Cosby usufruiu de seu direito de permanecer em silêncio para não se incriminar, e sua equipe jurídica exibiu um vídeo gravado por ele em 2015.

Em 2018, o ex-comediante foi acusado por 60 mulheres de ter cometido diferentes formas de abuso sexual, sendo condenado por ter abusado de Andrea Constand, ex-funcionária da Universidade de Temple, nos EUA.

American Horror Stories | Segunda temporada ganha pôster sinistro

Hulu/Divulgação

A segunda temporada de American Horror Stories, derivado da série de antologia American Horror Story, teve seu primeiro pôster revelado pelo Hulu, que exibe a produção nos Estados Unidos. Marcada para fazer sua estreia na plataforma dentro de um mês, a série ganhou uma prévia focada em sinistrar mulheres-bonecas, que você confere acima.

O novo ano da série também ganhou um banner, que mostra ainda mais das bizarras personagens que têm só um vislumbre no pôster. Confira:

Pôster da segunda temporada de American Horror Stories
Hulu/Divulgação

A primeira temporada de American Horror Stories contou com 16 episódios de uma hora que exploravam mitos e lendas de terror. “Muitos destes episódios terão as estrelas de AHS que vocês conhecem e amam”, disse o criador Ryan Murphy.

A atriz Sarah Paulson, conhecida por ter participado de diversas temporadas de American Horror Story, revelou que dirigirá um dos episódios do derivado.

American Horror Stories estreia dia 15 de julho na FX e no Hulu. A série ainda não tem previsão de chegar ao Brasil.

Top Gun: Maverick cruza a marca dos US$900 milhões na bilheteria global

Filme já é o maior sucesso financeiro da carreira de Tom Cruise
EDUARDO PEREIRA

Paramount/Divulgação

Top Gun: Maverick segue desbravando novas alturas quando o assunto é sucesso nas bilheterias. Além de ter se tornado o maior sucesso financeiro da carreira do astro Tom Cruise, o longa atravessou a marca dos US$900 milhões ao redor do mundo, caminhando firme para cruzar a barreira do bilhão mesmo sem ter sido exibido em grandes mercados como a China e a Rússia (via Variety).

Recentemente, Top Gun: Maverick se tornou também o filme mais rentável nos Estados Unidos em 2022, atravessando a marca de US$400 milhões ganhos nos Estados Unidos, batendo Doutor Estranho no Multiverso da Locura e assumindo a ponta do ranking, até o momento.

O novo Top Gun mostra o Maverick de Tom Cruise como mentor de uma nova geração de pilotos, que luta para se manter necessária em um mundo recheado de drones. Joseph Kosinski, que dirigiu Cruise em Oblivion (2013), assina o filme.

Stranger Things 4 | Final ganha trailer eletrizante em clima de derrota

Novos episódios serão lançados em 1º de julho
JULIA SABBAGA

Os últimos dois episódios da quarta temporada de Stranger Things ganharam o seu primeiro trailer completo, revelando um tom de batalha e dificuldades. Entre os destaques da prévia estão Max enfrentando Vecna novamente, Nancy no laboratório de Hawkins, um abraço forte entre Will e Mike, e mais. Confira acima.

O primeiro volume da 4ª temporada de Stranger Things, composto por sete episódios, foi lançado em maio pela Netflix. A temporada completa contará com nove episódios de durações estendidas que somarão um total de quase 13 horas de conteúdo inédito da franquia.

A segunda parte – com dois capítulos, somando entre si quatro horas de duração – chega em 1º de julho.

Azzedine Alaïa Summer/Fall 2022 Campaign

Azzedine Alaïa Summer/Fall 2022 Campaign
Published: June 2022

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Willy Vanderperre – Photographer Pieter Mulier – Creative Director Olivier Rizzo – Fashion Editor/Stylist Duffy – Hair Stylist Karin Westerlund – Makeup Artist Ashley Brokaw – Casting Director Mirthe Dijk – Model Mona Tougaard – Model Victoria Fawole – Model

Beyoncé: quem é quem em ‘Break my soul’, hino house que a cantora lançou na madrugada

Faixa repleta de autores, que remete a sucessos de pista do começo dos anos 1990, é a primeira do aguardado novo álbum da diva

A cantora americana Beyoncé – Foto: Divulgação

 O mundo da música parou na madrugada de terça-feira para ouvir “Break my soul”, o primeiro single do novo álbum de Beyoncé, “(Act 1) Renaissance”, que sai em 29 de julho.

A primeira surpresa foi: assim como o canadense rapper Drake na semana passada, a cantora americana investiu pesado num revival da house music, vertente da música eletrônica dançante que se popularizou nas boates gays e acabou por conquistar o mainstream no começo dos anos 1990, a bordo de faixas de cantoras como Crystal Waters, Robin S e CeCe Peniston.

Como tem sido comum nos dias de hoje no pop, “Break my soul” é uma produção com uma infinidade de autores em seus créditos. O GLOBO desmonta a faixa e apresenta as principais referências que a compõem.

Robin S.

A cantora americana Robin Stone chegou ao topo das paradas de dance music (e às pistas do mundo inteiro) em 1993, com “Show me love”, clássico da house music que Beyoncé sampleou em “Break my soul”. A canção tinha sido lançada em 1990, mas só estourou depois que o DJ e produtor sueco StoneBridge a remixou e a relançou com a cantora rebatizada de Robin S..

Big Freedia

Freddie Ross Jr., rapper de New Orleans, gay, que assumiu a persona feminina em seu trabalho artístico é autora de “Explode”, faixa sampelada no começo de “Break my soul”. Ela já trabalhou com Beyoncé em “Formation“, faixa de “Lemonade” (2016), último álbum solo da artista. No Twitter, Big Freedia comemorou o lançamento de “Break my soul”: “é surreal estar na pista com a rainha Beyoncé mais uma vez, estou muita honrado por fazer parte desse momento especial, sou eternamente grata.”

The-Dream

Coautor e coprodutor de “Break my soul”, o cantor de r&b Terius Youngdell Nash é um velho conhecido do mundo Beyoncé: ele compôs o hit “Single ladies (Put a ring on it)”, além de outros para Rihanna (”Umbrella”) e Mariah Carey (“Touch my body”).

Christopher “Tricky” Stewart

Outro dos coautores/coprodutores da faixa, o compositor (e executivo de renome na indústria fonográfica americana) está nos créditos de hits como “Single ladies”, “Umbrella”, “Touch my body” e “Baby”, de Justin Bieber)

Madonna

Em um trecho de “Break my soul”, Beyoncé canta: “Vou justificar o amor”. E é impossível não lembrar de “Justify my love”, sucesso da cantora de 1990, com uma certa pegada de house music.

Jason White and the Samples

Nos vocais da nova canção de Beyoncé marca presença o coral gospel regido por Jason White, que ficou conhecido mundialmente ao participar do Sunday Service, a missa/show do rapper Kanye West, que resultou no álbum “Jesus is King” (2019).