David Roemer for Marie Claire Australia with Jennifer Connelly

Photographer: David Roemer at Atelier Management. Fashion Stylist: Alison Edmond. Hair Stylist: Renato Campora. Makeup Artist: Genevieve Herr. Manicure: Mo Qin. Set Design: Todd Wiggins. Model: Jennifer Connelly.

Lena Dunham volta à direção com o filme Sharp Stick

Produção é estrelada por Kristine Froseth e Jon Bernthal
MARIANA CANHISARES

Utopia revelou o trailer para maiores de Sharp Stick, novo filme de Lena Dunham como diretora. A produção acomapanha uma jovem de 26 anos que começa a ter um caso com um homem casado e com ele não apenas dá início à sua vida sexual, como entende o que significa perder e ter poder; veja acima.

Sharp Stick é estrelado por Kristine FrosethJon BernthalJennifer Jason Leigh e Taylour Paige.

Ainda sem previsão de estreia no Brasil, o filme será lançado digitalmente nos EUA em 16 de agosto.

CINEMA I Estreias: Um Dia Qualquer, Dissonantes, A Jangada de Welles, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ e filme sobre Orson Welles no Brasil estreiam
HENRIQUE ARTUNI

Michelle Yeoh em cena do filme ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ – Divulgação

SÃO PAULO – A moda do multiverso, que já explodiu nos cinemas neste ano em “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, agora surge em outro filme frenético: “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”.

Dirigido pela dupla Daniel Scheinert e Daniel Kwan, de “Um Cadáver para Sobreviver”, o filme estreia nesta quinta-feira (23) nos cinemas brasileiros após aplausos quase unânimes da crítica americana e também sob a grife do estúdio A24, de “Midsommar”“Lamb” e outros. Desta vez, o multiverso é jogado no colo de uma imigrante chinesa nos Estados Unidos, que precisa transitar entre diferentes versões de si mesma para salvar o mundo.

Outro filme com uma proposta inusitada é “Veja por Mim”, suspense protagonizado por uma mulher com deficiência visual que tem sua casa invadida por três ladrões e vai depender de uma assistente, em contato pelo celular, que vai guiá-la para escapar dessa situação. Mais surreal é a ideia de “O Truque da Galinha”, em que um truque de mágica desencadeia uma crise numa família, quando o pai se vê transformado no galináceo.

Há ainda três estreias nacionais. O documentário “A Jangada de Welles” deve agradar aos cinéfilos que querem conhecer mais sobre a visita de Orson Welles ao Brasil, em 1942, quando filmou os jangadeiros no Ceará e o Carnaval no Rio de Janeiro —o fruto desse trabalho não foi concluído pelo cineasta de “Cidadão Kane”, mas há farta documentação e fragmentos disponíveis.

Na frente da ação, “Um Dia Qualquer” apresenta o dia a dia da milícia e do crime organizado no subúrbio carioca. No lado da comédia, há “Dissonantes”, em que o roqueiro vivido por Marcelo Serrado terá de se juntar a uma aspirante a astro pop, na pele de Thati Lopes, para poder superar uma crise pessoal e criativa.

Veja os lançamentos abaixo.

Um Dia Qualquer
Este filme condensa a série exibida em 2020 e é mais um exemplar do cinema de ação nacional, apontando sua lupa para o subúrbio carioca e as milícias. O filme observa o cotidiano de um bairro que é dominado pelo medo, com a população sob as regras do crime.
Brasil, 2020. Direção: Pedro von Krüger. Com: Augusto Madeira, Pablo Barros e Mariana Nunes. 16 anos


Dissonantes
Marcelo Serrado encarna um roqueiro caricatural, já quarentão, que foi largado pela mulher. Com o fim do casamento e as imposições para produzir um hit, ele sonha com seu primeiro sucesso, mas é confrontado com um elemento estranho —uma jovem que sonha em ser um estrela pop, vivida por Thati Lopes.
Brasil, 2022. Direção: Pedro Amorim. Com: Marcelo Serrado, Maria Manoella, Thati Lopes. 16 anos


A Jangada de Welles
Além de ser um dos maiores diretores de todos os tempos, Orson Welles inspira um carinho especial nos cinéfilos brasileiros graças à sua relação especial com o Brasil. Em 1942, ele filmou o Carnaval carioca e os jangadeiros cearenses para o documentário “É Tudo Verdade”, que não foi finalizado, mas cujos fragmentos foram recuperados e remontados nos anos 1990. A história, que era uma das obsessões de Rogério Sganzerla, é revisitada nesse filme de Firmino Holanda e Petrus Cariry.
Brasil, 2019. Direção: Firmino Holanda e Petrus Cariry. 12 anos


O Truque da Galinha
Este filme do egípcio Omar El Zohairy traz uma proposta surreal: no aniversário de uma criança, um truque de mágica dá errado e o pai é transformado numa galinha. Daí que diversas coincidências começam a se desenrolar, e um clima de suspeita vai crescendo entre os parentes. A mãe, então, terá de tomar as rédeas e segurar a família enquanto seu marido não volta ao normal.
França/Egito/Holanda/Grécia, 2021. Direção: Omar El Zohairy. Com: Ben Attal, Suzanne Jouannet, Charlotte Gainsbourg


Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
A dupla de “Um Cadáver para Sobreviver” volta neste filme elogiado pela crítica americana, surfando na moda do multiverso. A protagonista da aventura inusitada é uma imigrante chinesa idosa nos Estados Unidos que terá de controlar diferentes versões de si mesma em vários planos para poder salvar o mundo.
EUA, 2022. Direção: Daniel Scheinert e Daniel Kwan. Elenco: Jamie Lee Curtis, Michelle Yeoh, Ke Huy Quan. 14 anos


Veja Por Mim
Na mesma linha do suspense “Hush: A Morte Ouve”, em que uma mulher surda é perseguida em sua casa por um assassino, este filme mostra uma ex-esquiadora com deficiência visual que tem seu casarão invadido por três ladrões. Para ajudá-la, uma assistente remota será seus olhos pela câmera do celular.
Canadá, 2021. Direção: Randall Okita. Com: Natalie Brown, Laura Vandervoort e Jessica Parker Kennedy. 14 anos

Bianca Saunders SS23 Backstage!

by Anna Barr

Dê uma olhada nos bastidores da Bianca Saunders Spring/Summer 2023, clicado pelas lentes de Renaud Labelle durante a Paris Fashion Week, com exclusividade para Fucking Young!

NEW Akai MPC Key 61 – The Future of Standalone Production!

The NEW Akai MPC Key 61 is the pinnacle of standalone production! The revered MPC workflow has been reimagined as a professional workstation! No more clunky old-fashioned interfaces, the MPC Key 61 is the future

The Akai MPC Key 61 is the most complete standalone production workstation around! It brings the amazing MPC sampling workflow along with studio-quality plugins and effects to a workstation keyboard format with 61 semi-weighted keys, velocity and aftertouch! MPC users often connect external keyboards to enhance their creativity but now it’s all-in-one so there’s no need to mess around with extra gear. Unless you want to that is, as the MPC Key 61 features extensive connectivity to ensure it works seamlessly as the hub of your studio!

The MPC Key 61 includes 25 world-class plugin instruments bring with it a few new additions like Fabric XL, their flagship power synth and OPx4, which is a powerful 4-operator FM synth! Akai MPC Key 61 also offers some meticulously crafted acoustic and electromechanical instruments plugins such as the Stage Piano, Session Strings and Organ plugins!

A NOVA Akai MPC Key 61 é o auge da produção independente! O reverenciado fluxo de trabalho MPC foi reimaginado como uma estação de trabalho profissional! Chega de interfaces antiquadas e desajeitadas, o MPC Key 61 é o futuro,

A Akai MPC Key 61 é a estação de trabalho autônoma mais completa do mercado! Ele traz o incrível fluxo de trabalho de amostragem MPC junto com plugins e efeitos com qualidade de estúdio para um formato de teclado de estação de trabalho com 61 teclas semi-pesadas, velocidade e aftertouch! Os usuários de MPC geralmente conectam teclados externos para aumentar sua criatividade, mas agora é tudo-em-um, então não há necessidade de mexer com equipamentos extras. A menos que você queira, pois o MPC Key 61 possui ampla conectividade para garantir que funcione perfeitamente como o hub do seu estúdio!

O MPC Key 61 inclui 25 instrumentos de plug-in de classe mundial, trazendo consigo algumas novas adições, como o Fabric XL, seu principal sintetizador de potência e o OPx4, que é um poderoso sintetizador FM de 4 operadores! Akai MPC Key 61 também oferece alguns plugins de instrumentos acústicos e eletromecânicos meticulosamente criados, como os plugins Stage Piano, Session Strings e Organ!

Ryan Gosling e Margot Robbie são fotografados pela primeira vez em gravações de ‘Barbie’

Filme, com direção de Greta Gerwig, estreia em julho de 2023

Ryan Gosling e Margot Robbie em gravações de Barbie (Foto: The Grosby Group)

Ryan Gosling Margot Robbie foram clicados pela primeira vez durante as gravações do filme Barbie, que estreia em julho de 2023. Os atores estavam caminhando lado a lado nos bastidores quando foram fotografados por um paparazzo em Los Angeles, nos Estados Unidos.

A atriz de 31 anos, também conhecida por Eu, Tonya (2017) e Aves de Rapina (2020), usava o icônico look pink da boneca ao sair do camarim. O ator, de 41 anos, que interpreta Ken, estava com um look de caubói preto e branco e um chapéu.

O longa tem direção de Greta Gerwig e roteiro escrito por ela e Noah Baumbach, e elenco recheado de estrelas como Simu LiuKate McKinnonAmerica FerreraIssa RaeMichael Cera e Rhea Perlman, entre outros.

Will Ferrell será o CEO de uma companhia de brinquedos e apesar da trama ainda não ter sido revelada sabe-se que vários personagens do universo Barbie estarão no filme. Rumores dão conta de que o filme terá uma pegada mais feminista, como é caracterísitca do trabalho de Greta, com Barbie, que já foi considerada um símbolo de opressão por representar padrões irreais de beleza, sendo expulsa do mundo mágico de Barbieland justamente por não ser ser perfeita.

Ryan Gosling e Margot Robbie em gravações de Barbie (Foto: The Grosby Group)
Ryan Gosling e Margot Robbie em gravações de Barbie (Foto: The Grosby Group)

Danuza Leão: 20 preciosas dicas para a vida

Uma seleção de conselhos e observações publicados em seu primeiro livro
CLEO GUIMARÃES

Danuza Leão em 1977 – Acervo UH/Folhapress

RIO DE JANEIRO – Ex-modelo, escritora e jornalista, Danuza Leão morreu nesta quarta-feira (22), no Rio, exatos 30 anos depois de lançar um manual de etiqueta diferente e totalmente autoral, que ficou meses na lista dos mais vendidos do país. “Este livro quer facilitar a vida de uma tribo que trabalha, tem dinheiro mas não muito, deseja saber das coisas mas não tem tempo nem paciência para decorar regras”, explicou a autora no prefácio de “Na Sala com Danuza”. O best-seller trazia sua visão de mundo, às vezes polêmica, em pequenas crônicas da vida em sociedade e dicas, muitas dicas. Selecionamos 20 delas:

Nunca tente roubar a empregada de sua amiga, essas coisas não se perdoam.

Tratar uma pessoa mais velha por você é uma coisa que, contrariando todas as regras, costuma alegrar muito o coração de um idoso.

É bom sempre tratar as pessoas da mesma maneira. Tratar melhor quando está precisando de alguma coisa e mudar o tratamento quando não está mais é uma vergonha. Quando acontece comigo (e acontece), fico péssima, me sinto usada, não tem sensação pior.

A graça e o humor devem acontecer na hora, espontaneamente. Daí o pavor que é, numa mesa, um contador de anedotas. Evite, evite. Mesmo que a piada seja ótima.

Não obrigue a pessoa a ter que pedir de volta o que te emprestou. Nada mais constrangedor. E mais: a displicente costuma fazer comentários tipo “mas que coisa, por causa de um simples livro”. Pois é.

Palitar os dentes. Não devia nem falar, mas vou. Nem pensar, mas nem pensar mesmo. Só escondida, trancada no banheiro, luz apagada.

Aceite o amigo como ele é. Se a maneira dele ser te incomoda, afaste-se. Conviver e ficar falando mal, qual é a sua?

Pintou baixaria e começaram a falar da vida dos outros. Mal, naturalmente. Procure não contribuir para que o assunto floresça. Mas como ninguém é Madre Teresa de Calcutá, pode ser que você tenha uma novidade daquelas irresistíveis. Mesmo assim, lembre-se: um fato comentado entre duas pessoas é uma coisa, mas numa roda tem peso maior, é bem mais grave. Assuntos ferinos incendeiam, não se pode negar. Mas não chegue ao ponto de preferir perder o amigo à piada.

Não seja radical em suas opiniões. Tenha flexibilidade para mudar, se ouvir uma melhor que a sua.
Também discorde. Se todo mundo estiver de acordo, morre o assunto.

Não economize elogios. Se você acha uma pessoa bonita, um prato saboroso, uma casa aconchegante, diga, diga, diga. Dê prazer aos outros.

Exibir erudição é pedante e antipático. Se você for mesmo muito culto, finja ser apenas médio. Seja modesto.

Quando entra uma pessoa famosa numa festa, por ser rica, poderosa, ou uma estrela, fique frio. Nada mais constrangedor que o puxa-saquismo explícito. Não dê vexame. Quando estiver ao lado dessas pessoas, não fique dizendo que conhece ou é amigo de A, B ou C, para mostrar que você também é importante. Aliás, se você e mesmo, nunca vai fazer isso.

Vai contar uma história e sentiu que, exagerando, fica melhor? Vá em frente, sem o menor pudor.

Quando te perguntarem “Oi, tudo bem?” não engrene com um “Ah, minha filha, com uma gripe!” e aí, os detalhes. Sobretudo, não diga o nome dos remédios que está tomando.

Cuidado com o excesso de sinceridade. Defenda a monarquia com veemência, às vezes, só para provocar.

Nos dias de hoje é perfeitamente natural que se telefone para um amigo, amiga, dizendo: “Vamos jantar, eu, Simão, Antônio, cada um paga o seu, quer vir?” Depois dessa primeira vez, já fica estabelecido que as contas com esse grupo serão divididas, e não se fala mais nisso. Mas quando telefona um amigo tipo rico, e te convida, não se mexa. É distribuição de renda.

Num casal, um dos dois é famoso e o outro nem tanto. Não cometa a indelicadeza de só dar atenção ao famoso.

Não conte o último assalto de que você foi vítima – ninguém aguenta mais.

Cuidado com o dedinho ao segurar qualquer xícara. Ou um copo. Se ele insistir em levantar, use um esparadrapo ou Superbonder.

Seja boa colega de trabalho. Se ofereça para quebrar um galho, seja leal com os companheiros. Nunca faça comentários desagradáveis sobre a firma em que trabalha, sobre seu chefe. Corredores e bebedouros têm ouvidos. Cuidado, emprego está difícil. E não venha com a história de “meu chefe implica comigo”. Nunca houve chefe que implicasse com um bom funcionário, que trabalha bem e não cria caso.
Faça uma autocrítica e pense se isso não passa de desculpa para você mesma.

NEVER TOO SMALL: Paris Architect’s 14th Century Apartment Makeover- 50sqm/538sqft

Located on the second floor of a 14th century historic mansion, first converted into apartments in 1722, Appartement Haut Marais is home to architect Thomas Fournier of Concina, who completely redesigned the apartment, restoring it to it’s former heritage glory. One of the major reconstructions to the apartment involved removing a straight concrete staircase leading to the mezzanine and replacing it with a spiral shaped wooden staircase from the 1900s. Other restoration work included reinstalling ceiling cornices and replacing the old laminate flooring with solid oak parquet. In the living room, Fournier built two custom bookshelves into the wall and creatively hid the radiator behind a painted wooden cover that also serves as a display shelf; a large frameless mirror screen against the wall reflects the surrounding space. The bedroom, located on the mezzanine behind a system of sliding shutters, has no direct natural light, something that was combated by covering the wardrobes with mirrors, making the space feel larger than it is. For the bathroom, Fournier drew on his Italian heritage with tuscan glazed terracotta flooring, red marble and the hand-painted Tuscan tiles.

Localizado no segundo andar de uma mansão histórica do século XIV, convertida em apartamentos em 1722, o Appartement Haut Marais abriga o arquiteto Thomas Fournier de Concina, que redesenhou completamente o apartamento, restaurando-o à sua antiga glória patrimonial. Uma das principais reconstruções do apartamento envolveu a remoção de uma escada reta de concreto que levava ao mezanino e a substituição por uma escada de madeira em forma de espiral dos anos 1900. Outros trabalhos de restauração incluíram a reinstalação das cornijas do teto e a substituição do antigo piso laminado por parquet de carvalho maciço. Na sala, Fournier construiu duas estantes personalizadas na parede e escondeu criativamente o radiador atrás de uma tampa de madeira pintada que também serve como prateleira de exposição; uma grande tela de espelho sem moldura contra a parede reflete o espaço circundante. O quarto, localizado no mezanino atrás de um sistema de persianas de correr, não tem luz natural direta, algo que foi combatido ao cobrir os guarda-roupas com espelhos, fazendo com que o espaço pareça maior do que é. Para o banheiro, Fournier inspirou-se em sua herança italiana com piso de terracota vitrificada toscana, mármore vermelho e azulejos toscanos pintados à mão.

Music: Grow Slow Grow Deep By We Dream of Eden

Produced by New Mac Video Agency
Creator: Colin Chee
Director: Nam Tran
Cinematographer: Matthieu Torres
Producer: Lindsay Barnard
Editor: Yasmin Bright