Decisão de juiz da ITC pode barrar a venda de Apple Watches nos EUA

Um juiz da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (ITC, na sigla em inglês) emitiu, no começo desta semana, uma conclusão inicial que coloca a Apple como culpada pela violação de patentes relacionadas à função de eletrocardiograma (ECG) do Apple Watch. A decisão faz parte de uma ação aberta em abril de 2021 pela empresa AliveCor, que alega deter o direitos da tecnologia.

De acordo com o AppleInsider, após emitir sua decisão, o juiz Cameron Elliot recomendou que a ITC revisasse o caso — o qual cita, mais especificamente, duas patentes da AliveCor. Caso o órgão como um todo também chegue à mesma conclusão de Elliot, é possível que a importação de novos Apple Watches para os EUA seja barrada.

A ação em questão contempla todos os relógios lançados pela Maçã desde o Apple Watch Series 4, o primeiro a contar com sensores capazes de realizar um eletrocardiograma (com exceção do SE, que não tem o recurso).

Priya Abani, CEO1 da AliveCor, comemorou a decisão do magistrado em um comunicado à imprensa:

A decisão de hoje é uma forte validação de nossa propriedade intelectual e ressalta que as patentes são importantes e que mesmo uma empresa influente como a Apple não pode simplesmente violá-las para sufocar a inovação. Desde o início, nosso foco tem estado em nossos clientes e em fornecer a eles ótimas opções para ajudar a monitorar sua saúde cardíaca, incluindo a KardiaBand, o primeiro acessório de dispositivo de ECG aprovado pela FDA para o Apple Watch.

Mais recentemente, a AliveCor acusou a Apple de alterar as diretrizes da App Store para impedir o funcionamento de sua pulseira inteligente, a KardiaBand, nas versões mais recentes do watchOS. Além disso, a Maçã também teria alterado seu algoritmo para barrar que outros apps de saúde acessem informações do ECG.

A ITC marcou a divulgação de sua decisão para o dia 26 de outubro. A Apple ainda não comentou o assunto.

Ator Idris Elba negocia compra de canal britânico por quase R$ 6,5 bi, diz jornal ‘The Sunday Times’

Emissora estatal Channel 4 está em processo de privatização para competir com plataformas de streaming
Por O Globo

Idris Elba – Foto: Divulgação

O ator Idris Elba, conhecido por sua atuação na série “Luther”, está negociando a compra do canal de TV britânico Channel 4 por quase R$ 6,5 bilhões. A informação é do jornal The Sunday Times.

Atualmente estatal, a emissora está em processo para ser privatizada e as negociações com Elba estariam avançadas. Ainda segundo a publicação, a privatização da Channel 4 pelo governo britânico teria como objetivo dar ao canal competitividade diante da nova era de plataformas de streaming, como Netflix e Prime Video. Associado ao empresário Marc Boyan, fundador e CEO da empresa de marketing e comunicação The Miroma Group, Elba estaria enfrentando a concorrência de empresas como a Comcast Sky e a Paramount na corrida para comprar o Channel 4.

Idris Elba também é cotado para ser o novo James Bond da franquia de filmes “007”. Em janeiro, a produtora responsável pela franquia confirmou que o nome do ator estava sendo considerado para substituir Daniel Craig no papel do agente secreto mais famoso do mundo. No entanto, Elba já declarou em uma entrevista que não pensa em viver James Bond, em razão de comentários racistas que recebeu na época em que seu nome foi cotado em outra ocasião.

“Claro que se alguém me propusesse, ‘você quer ser James Bond?’, eu diria que sim. É fascinante, mas não é um desejo. Eu não penso em ser o James Bond negro. E se eu aceitar e não der certo? Teria sido pela cor da minha pele?”, disse o ator à revista “Vanity Fair”.

Além do arco-íris: Conheça as diferentes bandeiras LGBTQIAP+

Símbolos foram criados nos últimos anos para reivindicar representatividade e ampliar a identificação entre os pares
Por Eduardo Vanini

Bandeiras coexistem dentro do movimento LGBTQIAP+ — Foto: Getty Images

Dois anos antes de sua morte, em 2017, o designer americano Gilbert Baker concedeu uma entrevista ao Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA, após a instituição incorporar à sua coleção o trabalho mais célebre assinado por ele: a bandeira em forma de arco-íris, até hoje identificada como referência LGBTQIAP+. “Precisávamos ter algo que nos encaixasse em um símbolo, o de que somos pessoas, uma tribo”, disse, à época, sobre a inspiração. “E as bandeiras são sobre proclamar poder. Logo, são muito apropriadas.”

O design jamais foi registrado por ele, numa atitude que parecia prever como aquelas linhas coloridas tinham vida própria. Criado em 1978 para o Dia de Liberdade Gay de São Francisco, na Califórnia, o desenho sofreu alterações já nos anos seguintes, quando passou de oito cores para seis. Mais recentemente, outros grupos começaram a sugerir uma nova versão, que proporcionasse ainda mais representatividade. Isso seria feito a partir da inclusão de listras, cores e símbolos que fizessem menções diretas a populações como pessoas transexuais, intersexo e negras. O modelo circula por aí, mas não pegou como o primeiro. Enquanto isso, conforme avançam os debates de gênero e identidade, diferentes grupos minoritários passaram a criar suas próprias bandeiras (listamos algumas ao longo das páginas), num esforço para aumentar a identificação e a representatividade.

Nada disso, porém, tem a ver com um movimento de ruptura dentro do grupo LGBTQIAP+. “As bandeiras, assim como as letras que foram incorporadas à sigla nos últimos anos, criam um senso de comunidade. As pessoas conseguem se conectar, refletir e fazer reivindicações sobre suas próprias necessidades”, afirma o publicitário e produtor de conteúdo Cup, de 25 anos. Dono do perfil @apenascup no Instagram, no qual é seguido por 17 mil pessoas, ele (ou ela, já que se identifica como agênero, além de assexual e pansexual) se especializou em destrinchar essa temática com vídeos curtos e didáticos.

Cup começou a se aprofundar no assunto ainda na adolescência, quando buscava uma compreensão mais assertiva de sua própria identidade sexual e de gênero. “Não encontrava discussões que fossem além da binaridade (homem e mulher) no Brasil. Como estudei inglês, acabei encontrando isso em fóruns criados em outros países”, conta, citando o youtuber americano Ash Hardell como uma de suas inspirações.

Justamente desses grupos estrangeiros partem algumas das novas bandeiras agitadas por aí, afirma Cup. Em muitos casos, as comunidades mais proeminentes abrem um debate sobre a criação de um símbolo e, em seguida, iniciam uma votação. “A bandeira assexual, por exemplo, surgiu a partir de um dos fóruns mais consolidados sobre esse grupo, o Aven, que se uniu a outros para defini-la”, menciona.

Também há criações com autorias atribuídas a uma única pessoa, como o caso da bandeira intersexo, assinada pelo ativista australiano Morgan Carpenter. Em seu site, ele conta ter materializado a ideia em 2013, diante do incômodo que sentia com os símbolos usados até então para representar seus semelhantes. O círculo roxo sobre o fundo amarelo não tem interferências para passar a ideia de totalidade. Isso não apenas evita fazer alusão a “estereótipos de gênero, como rosa e azul, mas procura eliminar completamente o uso de símbolos que tenham algo a ver com gênero”.

A ideia correu o mundo e já foi assimilada por pessoas iniciadas no debate identitário. Uma das vozes mais conhecidas sobre as pautas intersexo no Brasil, o sociólogo Amiel Vieira aderiu não só à bandeira, como utiliza suas cores na comunicação visual de seu perfil no Instagram @ointersexo. Além de adotá-la, ele também é entusiasta das mudanças no modelo mais famoso usado para simbolizar a população LGBTQIAP+. “A bandeira não é um instrumento estático, como foi por muito tempo dentro do movimento”, argumenta. “Trata-se de uma forma de agregar questões importantes, principalmente quando falamos não só de identidade de gênero e de orientação sexual, mas também sobre pensarmos num mundo que inclui as diferenças e compreende o quanto elas precisam ser destacadas. Então, o modelo com seis cores não é suficiente.”

Embora toda essa multiplicidade parta de um movimento espontâneo, do ponto de vista do design, é possível notar a presença de um padrão entre boa parte das novas criações. A observação é feita pelo designer e professor da PUC-Rio Joaquim Redig, que estuda a simbologia de bandeiras há mais de 20 anos. “A predileção pelas linhas horizontais se revela estratégica, a partir do momento em que passa a ideia de uma caminhada conjunta. É como se uma reforçasse a outra”, analisa.

A lógica faz sentido dentro de uma premissa destacada pelo secretário da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Diego Oliveira. Segundo ele, as novas bandeiras não devem ser lidas como oposição ao tradicional arco-íris, mas sim dentro de uma máxima de coexistência. “A versão com as seis cores representa a diversidade de uma maneira eficiente”, afirma. “Do mesmo jeito, utilizamos as demais na hora de nos referir a grupos específicos, como nos dias da visibilidade trans ou da visibilidade lésbica, em nossa comunicação. Representatividade é importante e faz bem para a autoestima.”

A bandeira do arco-íris é uma referência internacional — Foto: Getty Images
A bandeira do arco-íris é uma referência internacional — Foto: Getty Images

Nesse sentido, Alexandre Cadilhe, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora, lembra que, ao falar das bandeiras, é importante manter em vista as narrativas implícitas presentes em cada uma. “Quando algo do tipo é instituído, significa que os indivíduos ali representados se organizaram coletivamente, e isso construiu uma unidade”, afirma o acadêmico, que coordena o grupo de pesquisa Linguística Aplicada, Educação e Direitos Humanos. “Guardada numa gaveta, uma bandeira não faz nada. Mas, quando hasteada ou exibida em punhos num ato, faz muito sentido. Torna-se um dos dispositivos mais adequados para indicar as reivindicações políticas em questão.”

Gi Morales, que reúne 24 mil seguidores no seu perfil @generofluidobr no Instagram, afirma que isso pode ser observado no próprio andamento de algumas pautas nos últimos anos. A diversidade de bandeiras, na opinião dele, dialoga com as alterações na própria sigla LGBTQIAP+. “Muitas conversas que temos hoje não teriam acontecido se algumas letras não estivessem ali”, afirma, citando como exemplo a retificação de nomes e todo o debate em torno do uso de pronomes. Ele mesmo se vê representado por quatro dessas bandeiras: transexual, não-binário, gênero-fluido e pansexual. “Cada uma tem um peso social e abriga lutas específicas. Então, essa segmentação é importante para nos organizarmos e lutarmos pelos nossos direitos.”

Entenda o significado de algumas bandeiras LGBTQIAP+

Que a bandeira do arco-íris representa o universo das bandeiras LGBTQIAP+ e a diversidade isso você já sabe, não é? Mas você sabia que ela não é a única bandeira que representa a diversidade dentro desse universo? Como nós da AmericaNews  apoiamos todas as formas de amor, preparamos essa matéria com a origem da bandeira do arco-íris e também com as novas bandeiras mais utilizadas pelo público LGBTQAIP+.

BANDEIRA ARCO-ÍRIS

BANDEIRA ARCO-ÍRIS

A bandeira do arco-íris está em uso desde 1970, quando o movimento homossexual surgia em São Francisco, Califórnia, Estados Unidos. Os militantes da época queriam para a comunidade um símbolo que fosse entusiasta. Assim, o artista Gilbert Baker providenciou um novo modelo baseado nos hippies. Baker era amigo de Harvey Milk, primeiro político gay eleito nos Estados Unidos. Seu uso generalizado começou oficialmente nos anos 1980.

LGBT é o acrônimo utilizado para se referir às pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis. Posteriormente, a sigla passa por alterações para incluir outras orientações afetivos-sexuais, identidades e expressões de gênero.

CORES E SIGNIFICADOS

Vermelho: representa a vida;
Laranja: representa revigoração e cura;
Amarelo: representa a luz solar;
Verde: representa a natureza;
Turquesa: representa a magia e a arte;
Índigo: representa a serenidade;
Violeta: representa o espírito.

BANDEIRA DO ORGULHO LGBTQIAP+ ATUALIZADA

Quando se falar em orgulho LGBTQIAP+ essa é a bandeira que deve ser utilizada, porque ela representa todos os aspectos dessa comunidade. Ela surgiu para dar ênfase aos grupos de pessoas que precisam da nossa atenção e apoio nos dias de hoje como os negros, trans, bisessuais, queer, não binarias, intersexo, assexuais e pansexuais.

BANDEIRA LGBTQIAP+ RACIAL

BANDEIRA LGBTQIAP+ RACIAL

Essa bandeira surgiu em 2017 na Filadélfia pare representar membros negros e pardos da comunidade.

BANDEIRA TRANS

BANDEIRA TRANS

A bandeira com tons claros de rosa, azul foi criada em 1999 por Monica Helms, uma mulher trans, para representar a comunidade transgênero.

BANDEIRA LÉSBICA

BANDEIRA LÉSBICA

A bandeira com tons de rosa, branco e vermelho é usada como bandeira oficial da comunidade lésbica.

L’Officiel Hommes Liechtenstein June 2022 Cover

L’Officiel Hommes Liechtenstein June 2022 Cover
Source: lofficiel.li
Published: June 2022
All people in this magazine cover:

Dani Rull – Creative Director
Pedro Perez – Fashion Editor/Stylist
Dani Rull – Groomer
Nicolas Beltramino – Retoucher
Omar Metwally – Model


All brands in this magazine cover:

Swarovski
Versace

Karaokê no Spotify: plataforma testa recurso para cantar junto

Usuário do Reddit encontrou indicações da chegada da ferramenta

Spotify pode estar testando “modo karaokê” 

Para quem gosta de soltar a voz no karaokê, chegou a hora de abalar as estruturas do Spotify. A plataforma pode estar testando um “modo karaokê”, recurso que altera o volume das vozes nas músicas, exibe as letras e atribui uma nota ao final.

O rumor sobre o modo karaokê surgiu com um usuário do Reddit, que postou supostas imagens do serviço no fórum. Nos prints, é possível ver uma ferramenta chamada Sing Along (ou Cante junto), que oferece três opções para o volume das vozes em uma canção: desativado, menos voz e mais voz. Segundo o usuário do Reddit, ele encontrou o recurso pelo app de Mac na aba de recursos experimentais. 

Spotify não confirmou a chegada do recurso, mas evidências apontam que a companhia tem tecnologia para isso. A empresa pesquisa algoritmos de desmixagem, sistemas de inteligência artificial (IA) que separam os instrumentos de uma música e permite a manipulação independente de volumes – é tecnologia parecida com a usada no documentário ‘Get Back’, sobre os Beatles. Especialistas apontam que a grande questão do recurso é ter acordos por direitos autorais. 

Outro componente essencial de um karaokê é a exibição das letras das canções. Nesse quesito, o Spotify está mais avançado já que desde novembro do ano passado todos os usuários têm acesso a um recurso do tipo. 

ESTILO DE RUA | Semana de Moda de Paris SS23

by Sami Lakouait

O fotógrafo Renaud Labelle nos traz uma seleção dos melhores looks capturados nas ruas de Paris durante a Paris Fashion Week , com exclusividade para Fucking Young!

Vogue Taiwan June 2022 Cover

Vogue Taiwan June 2022 Cover
Source: vogue.com.tw
Published: June 2022

All people in this magazine cover:

Zhong Lin – Photographer Leslie Sun – Editor Moe Mukai – Hair Stylist Lynski – Makeup Artist Andrew Lim Clarkson – Set Designer Rosie Vogel – Casting Director Bingbing Liu – Model Kayako Higuchi – Model

Maddie Ziegler’s Wavy Hair Transformation | Vogue

Hairstylist Clayton Hawkins and Maddie Ziegler create a dreamy summer look in Vogue’s latest Hairdos video.

O cabeleireiro Clayton Hawkins e Maddie Ziegler criam um visual de verão sonhador no mais recente vídeo de penteados da Vogue.

Director: Billie JD Porter
Director Of Photography: Allie Schultz
Editor: Alana McNair
Producer: Naomi Nishi
Director, Creative Development, Vogue: Anna Page Nadin
Makeup: Tonya Brewer
Set Designer: Gina Canavan
Set Designer Assistant: Charlotte Woolsoncroft
Camera Operator: Hannah Getz
1st AC: Tessa Kier
Gaffer: Peter Nile
Audio: Gloria Marie
CCO: Tassia Vieira
Associate Producer: Qieara Lesesne
Production Assistant: Phillip Arliss
Production Assistant: Devin Beckwith
Senior Director, Production Management: Tina Magnuson
Production Manager: Kit Fogarty
Production Manager: Emma Gil
Associate Talent Manager: Phoebe Feinberg
Post-Production Coordinator: Andrea Farr
Post-Production Supervisor: Marco Glinbizzi
VP, Digital Video Programming and Development,Vogue (English Language): Joe Pickard
Director of Content, Vogue: Rahel Gebreyes

Naomi Campbell – Vogue Germany July/August 2022 Cover

Vogue Germany July/August 2022 Cover
Source: vogue.de
Published: June 2022

In this picture: Naomi Campbell
Credits for this picture: Dan Martensen (Photographer), Kate Phelan (Fashion Editor/Stylist), Rio Sreedharan (Hair Stylist), Angloma (Makeup Artist), Josh Stovell (Set Designer), Michelle Class (Manicurist)

All people in this work:

Dan Martensen – Photographer Kate Phelan – Fashion Editor/StylistRio Sreedharan – Hair StylistAngloma – Makeup ArtistJosh Stovell – Set DesignerMichelle Class – ManicuristNaomi Campbell – Model

In this picture: Naomi Campbell
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