Companhia aérea da Nova Zelândia bane AirTags em bagagens

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Air New Zealand se tornou a mais recente companhia aérea a causar confusão sobre o uso de AirTags em bagagens despachadas, aconselhando seus passageiros que evitem o uso desses (e outros) dispositivos de rastreamento em funcionamento por “motivos de segurança”.

O caso veio à tona depois que a alemã Lufthansa enfrentou uma enxurrada de críticas por proibir os AirTags em bagagens. A empresa, então, pediu esclarecimentos à autoridade nacional de aviação civil da Alemanha, a qual confirmou que os dispositivos não representam risco de incêndio. Como resultado, a Lufthansa disse que não haveria restrição ao uso de AirTags como rastreadores de bagagem.

No caso da empresa neozelandesa, foram citadas regras internacionais de aviação sobre dispositivos movidos a bateria de lítio em bagagens despachada — a menos que ele seja desligado. Obviamente, o ponto principal do AirTag é que ele permaneça ligado o tempo todo — e remover a bateria do dispositivo o tornaria inútil.

Como produtos como AirTag e Tile são dispositivos eletrônicos portáteis que não podem ser desligados, os regulamentos de mercadorias perigosas atualmente proíbem que sejam transportados na bagagem despachada.

Tecnicamente, as regras de segurança elaboradas pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) estipulam que todos os dispositivos movidos a baterias com teor de lítio não superior a 2 gramas só são permitidos na bagagem despachada quando desligados. Os AirTags, porém, usam baterias de lítio do tipo CR2032, com apenas 0,109g — e acredita-se que o risco de combustão seja quase inexistente.

Embora a Air New Zealand diga que não começará a procurar AirTags nas bagagens de seus passageiros, ela pediu a seus clientes que se abstenham de usá-los como rastreadores para bagagem de porão até obter uma determinação do órgão regulador de segurança da aviação local.

Como parte do sistema de gerenciamento de segurança da Air New Zealand, é provável que uma revisão desses produtos ocorra no início de 2023. Depois disso, podem ser realizadas discussões com a autoridade reguladora.

A companhia aérea, no entanto, também alertou que os reguladores podem adotar uma abordagem mais dura e solicitar uma triagem específica para detectar AirTags antes de permitir que as bagagens com seus dispositivos sejam despachadas.

VIA STUFF

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