‘Mickey 17’ de Robert Pattinson e Bong Joon Ho ganha primeiro teaser, data de lançamento de 2024

Por Rebecca Rubin

Captura de tela cortesia da Warner Bros.

O próximo filme do diretor vencedor do Oscar Bong Joon Ho, “ Mickey 17 ”, estrelado por Robert Pattinson, chegará aos cinemas em 2024.

O filme da Warner Bros. está atualmente em produção e estreará na tela grande em 29 de março de 2024.

A história de ficção científica é adaptada do romance de Edward Ashton, descrito pela  editora  St. Martin Press como um thriller cerebral de alto conceito no estilo de “The Martian” e “Dark Matter”. Pattinson interpretará um “dispensável” – um funcionário descartável em uma expedição humana enviada para colonizar o mundo gelado de Nifheim – que se recusa a deixar seu clone substituto tomar seu lugar.

Junto com Pattinson, o elenco inclui Steven Yeun, Naomi Ackie, Toni Collette e Mark Ruffalo.

Os detalhes da trama do filme não foram confirmados e não está claro o quão próximo Bong planeja se ater ao material de origem. O livro de Ashton foi publicado em fevereiro de 2022.

Além de escrever e dirigir, Bong também produzirá o próximo filme por meio de sua empresa Offscreen. Os produtores adicionais incluem Dede Gardner e Jeremy Kleiner da Plan B e Dooho Choi da Kate Street Pictures. Peter Dodd supervisionará em nome da Warner Bros.

“Mickey 7” é o primeiro filme de Bong desde “Parasite”, que se tornou o filme sul-coreano de maior bilheteria da história, bem como o primeiro filme em língua não inglesa a ganhar o Oscar de melhor filme. Das seis indicações ao Oscar, a comédia de humor negro levou para casa os prêmios de roteiro original, diretor e filme internacional. Antes de “Parasite” se tornar um sucesso, Bong era conhecido por filmes aclamados como “Snowpiercer”, “The Host”, “Okja” e “Barking Dogs Never Bite”.

A Warner Bros. tem vários lançamentos de destaque agendados para 2024, incluindo “O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim” (12 de abril), o spin-off de “Mad Max” “Furiosa” com Anya Taylor-Joy (maio 24) e “Joker: Folie à Deux” (4 de outubro).

Assista a um teaser de “Mickey 17” abaixo:

Harry & Meghan | Trailer oficial | Netflix

Netflix divulgou hoje (5) uma nova prévia de Harry & Meghan, documentário sobre o relacionamento de Príncipe Harry e Meghan Markle

Harry & Meghan: série documental sobre o casal real ganha trailer e data de estreia; confira – Divulgação/Netflix

Volume I: 8 de dezembro
Volume II: 15 de dezembro

Nesta série documental exclusiva, o duque e a duquesa de Sussex contam o outro lado de sua história de amor. Em seis episódios, a série explora o relacionamento do casal, do início secreto do namoro aos desafios que os forçaram a se afastar de suas funções reais. Com depoimentos inéditos de amigos e familiares, além de análises de historiadores sobre o estado atual da Commonwealth e o relacionamento da família real britânica com a imprensa, a série não só mostra o amor de um casal, mas retrata a nossa sociedade e o modo como tratamos o próximo. Da diretora duas vezes indicada ao Oscar® e ganhadora do Emmy® Liz Garbus, “Harry & Meghan” traz um novo panorama de um dos casais mais comentados da história.

Confirmado: Stewart Butterfield, CEO do Slack, deixará o cargo em janeiro

Ron Miller @ ron_miller 

Créditos da imagem: Drew Angerer / Getty Images

Poucos dias depois que o co-CEO da Salesforce, Bret Taylor, anunciou sua renúncia , o CEO da Slack, Stewart Butterfield, anunciou que deixará o cargo em janeiro. Business Insider primeiro relatou a notícia . O TechCrunch confirmou a notícia com a Salesforce por e-mail.

A empresa também anunciou que Lidiane Jones, que foi vice-presidente executiva e gerente geral de nuvens de experiências digitais na Salesforce, assumiria o lugar de Butterfield, deixando um plano de sucessão que aparentemente estava faltando quando Taylor surpreendeu a todos ao deixar o cargo na semana passada.

“Stewart é um líder incrível que criou uma empresa incrível e amada no Slack. Ele ajudou a liderar a integração bem-sucedida do Slack ao Salesforce e hoje o Slack está integrado à plataforma Salesforce Customer 360”, disse a empresa em comunicado.

A declaração continuou a discutir o plano de sucessão: “Stewart também foi fundamental na escolha de Lidiane Jones como a próxima CEO do Slack para liderá-lo em seu próximo capítulo. Lidiane tem uma sólida experiência em tecnologia corporativa e de clientes e está entre os líderes da Salesforce há mais de três anos. Somos gratos por Stewart e empolgados por Lidiane enquanto ela assume as rédeas do Slack.”

Ela tinha isso a dizer sobre seu novo emprego em um tweet hoje:

Butterfield veio para a Salesforce quando a empresa comprou o Slack por US $ 27 bilhões no final de 2020. Isso vem além das notícias na quinta-feira, de que o CEO da Tableau, Mark Nelson , também seguiria em frente . Isso faz você se perguntar o que está acontecendo no C-suite da Salesforce.

Brent Leary, fundador e analista principal da CRM Essentials, que acompanha o Salesforce desde seus primeiros dias, diz que isso pode explicar por que Benioff parecia tão chateado com a teleconferência de resultados da semana passada, mesmo além do choque inicial do anúncio de Taylor. “Meu primeiro pensamento foi que coisas como essa geralmente acontecem em grupos de três — primeiro foi Bret, no dia seguinte o CEO da Tableau, Mark Nelson, e agora isso. Mas com o Bret sendo o arquiteto da aquisição de $ 27 bilhões do Slack e agora o fundador / CEO anunciando sua saída com poucos dias de diferença, você meio que sente que esse foi o outro sapato a cair. E essa notícia deve ter sido outra razão pela qual Marc ficou tão visivelmente abalado na semana passada quando anunciou que Bret estava deixando o cargo”, disse Leary ao TechCrunch.

Butterfield começou sua jornada empreendedora quando ajudou a fundar o site de compartilhamento de fotos Flickr em 2004. Ele vendeu a empresa para o Yahoo um ano depois (a versão atual do Yahoo é proprietária desta publicação). Mais tarde, ele encontraria um jogo chamado Glitch. O jogo não foi a lugar nenhum , mas a plataforma de comunicação interna da empresa mais tarde se tornaria Slack, a empresa que ele nomeou por volta de 2013. Ela rapidamente cresceu em popularidade e acabou se tornando pública em 2019, antes que a Salesforce a comprasse no final de 2020.

Ele disse ao TechCrunch no momento da venda que originalmente havia abordado Taylor sobre a compra do Quip da Salesforce. Em vez disso, essa discussão levou a Salesforce a comprar sua empresa.

“Na verdade, conversei com Bret nos primeiros dias da pandemia para ver se eles queriam nos vender o Quip porque achei que seria bom para nós e realmente não sabia quais eram os planos deles [para isso]. Ele disse que voltaria para mim, e então voltou para mim seis meses depois, mais ou menos”, disse Butterfield.

Nesse ponto, a conversa mudou e as empresas iniciaram uma série de discussões que acabaram levando a Salesforce a adquirir o Slack.

Agora Butterfield está se afastando. Talvez o momento de todos esses anúncios seja uma grande coincidência, mas com certeza parece que está se acumulando no momento. A Salesforce sempre teve um grande banco de executivos , mas esse conjunto de talentos está mais do que reduzido após esses três anúncios em rápida sucessão.

Butterfield não foi o único a aproveitar a oportunidade para sair. Além disso, o diretor de marketing Tamar Yehoshua e o vice-presidente sênior encarregado de marketing, marca e comunicações, Jonathan Prince, também deixarão a empresa no próximo mês.

As ações da Salesforce caíram quase 5% esta manhã.

Ladytron – Faces (Official Audio)

“Faces” from Ladytron’s new album ‘Time’s Arrow” released January 20, 2023 via Cooking Vinyl.
“Faces” do novo álbum de Ladytron, ‘Time’s Arrow’, lançado em 20 de janeiro de 2023 via Cooking Vinyl.

Sportmax | Spring Summer 2022 | Full Show

Sportmax | Spring Summer 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/Multi Camera/1080p – MFW/Milan Fashion Week) #Sportmax #MFW #SS22 #FFLikedalot

Keanu Reeves: ‘John Wick e eu somos feitos do mesmo barro’

Em entrevista exclusiva, ator de ‘Matrix’, que gerou uma ‘Keanumania’ na CCXP22, com fãs indo ao delírio em São Paulo, fala das vidas que poderia ter tido se atuar não desse certo e de “John Wick 4: Baba Yaga”, que chega aos cinemas em março
Por Eduardo Graça

Keanu Reeves na CCXP22

O som da risada de Keanu Reeves tem assinatura: um ririri que chega em três sílabas exatas. Bem agudo, quase desafinado, destoa da imagem ultra cool do Neo de “Matrix” ou do personagem que dá título à outra franquia de ação em que o ator de 58 anos apostou parte de suas muitas fichas (“e John Wick mudou minha vida, de novo”).

Pouco mais de US$ 306 milhões de bilheteria depois, “John Wick 4: Baba Yaga” chega aos cinemas em março. O filme é, nas palavras do galã tímido, que conversa quase sempre com a cabeça baixa mas olha nos olhos do entrevistador quando lhe concede a distinção, “o maior da série”. Mas sem perder “aquela sensação de que algo ali está fora do lugar”. “Ele não é certinho”, diz, antes de mais um ririri, em conversa exclusiva com O GLOBO.

Reeves está em São Paulo desta vez para a CCXP, a festa pop e geek, na qual foi recebido aos gritos, em uma Keanumania que também se revelou nos muitos meninos, meninas e, vá lá, senhores com cabelos e barbas grisalhas, travestidos de alguns de seus personagens mais icônicos nos lotados corredores do evento. O canadense nascido no Líbano participou, com simpatia a toda prova, de três painéis. Dois, no sábado, focados em John Wick, que seguirá com um quinto tomo e pelo menos um spin off, “Ballerina”, com Ana de Armas vivendo “uma espécie de Wick feminina” e estréia prevista para o ano que vem. E o derradeiro, no domingo, ao lado de Rafael Grampá, sobre “BRZRKR”, série em quadrinhos bolada pelo astro de Hollywood com design da capa assinada pelo brasileiro, e que deve virar filme e série pra o streaming.

Um dos momentos definidores da CCXP 22 é o ator, de joelhos, no palco, agradecendo ao público que não parava de repetir “Keanu! Keanu! Keanu!”. Uma consagração que, ele confessou depois a poucos, o emocionou profundamente. Imagem que casa com a cunhada por ele no bate-papo abaixo. Um “mendigo que também pode ser chef”, mas certinho jamais.

Em 2014, no set do primeiro “John Wick”, a curiosidade dos jornalistas era justa: que personagem, afinal, era aquele? E quem era o diretor (Chad Stahelski, amigo e dublê de Keanu em “Matrix”) que você trazia pelos braços? (risos). Quando você percebeu que o universo de Wick seduziria tanta gente?
No exato momento em que li o primeiro tratamento de roteiro do Jerry Kolstad. Ele criou, ali, um mundo muito cool. Um protagonista de ação mais velho (aponta pra si mesmo), que perde sua mulher, que até o cão que ela deixara para fazer companhia a ele foi morto. Aí quando você começa a se identificar com ele vem a informação de que é um assassino às voltas com moedas de ouro que o levarão a um certo hotel, ele as busca em um baú no seu porão, outros assassinos estão chegando e não parei um segundo enquanto te falava isso. Percebe a velocidade? E o Chad tinha uma visão muito específica do que ele queria fazer, e brigou por ela. Com o sucesso do filme, pudemos continuar até chegar, agora, a “John Wick 4: Baba Yaga”, o mais ambicioso da franquia. Que, aliás, mudou minha vida. De novo.

Lá se vão sete anos com Wick…
Oito, se contarmos desde a leitura do roteiro.

Certo. E você aprendeu algo com ele?
A perseverança, ele não desiste nunca. E o desejo que ele tem de não fazer concessões. Não é exatamente algo que eu aprendi com Wick, mas sinto que somos feitos do mesmo barro.

O que os fãs podem esperar de “Baba Yaga”?
Além dos suspeitos de sempre (Laurence Fishburne, Halle Berry, Anjelica Houston, Ian McShane, entre outros) há mais personagens misteriosos. Tem o Tracker (“Rastreador”, em livre tradução, papel de Shmaier Anderson), o Marquis (vivido por Bill Skasrgard). Tem também um novo vilão, que o Scott Adkins (“Killa”) faz. O (ator japonês) Hiroyuki Sanada está sensacional como Shimazu. E prestem atenção no “Harbinger” (“prenúncio”). Filmamos em Osaka, Tóquio, Nova York, Paris, Berlim, a sequência de abertura é na Jordânia. A escala é outra, cara. É pra ser visto no cinema. O universo de Wick se expandiu muito, mas sem perder a intensidade dele.

…A Keanumania foi palpável na CCXP. Todos querem te ver. Alguns dizem que você virou um brasileiro honorário
Ah, para! (risos) Jura? Os fãs brasileiros são tão carinhosos, cara…

Sim, e ajuda você vir a São Paulo com alguma frequência. Este ano esteve aqui para filmar “Conquest” (série da Netflix, que produz e estrela com Bruna Marquezine) e po conta de seu projeto documental sobre a Fórmula 1, certo? O que tem achado da cidade?
Há algo muito especial sobre este lugar. As pessoas com quem me encontrei são generosas, prestam atenção de fato no que você diz. E, poxa, eu tive a chance de conhecer Rubens Barrichello e Felipe Massa, né? Na tevê, via Fórmula-1 e era fã do Ayrton Senna, não perdia suas corridas, tenho memórias bem claras daqueles momentos. Eles são tão cool! E na CCXP a chuva de amor é impressionante. Mas também penso em gente que encontrei aqui nas ruas, quando fui jantar, por exemplo, há um mix de seriedade e paixão, não sei como expressar com exatidão em palavras. Agora, estou falando especificamente de São Paulo. Ainda preciso ir ao Rio, às praias todas, mergulhar mais no universo do jiu-jitsu e do MMA, que me interessam tanto. Ter tempo pra ver mais coisas do Brasil.

Pensando mesmo em tempo, espero que não seja uma questão muito abstrata, mas levando em conta sua longa carreira, você diria que seu trabalho é o que define com mais exatidão quem, de fato, Keanu Reeves é?
Adoro perguntas abstratas, pode mandar ver! (risos). Mas essa, huum… não sei. Se eu trabalhasse com cimento, com tijolos, se fosse um pedreiro, eu teria mãos diferentes destas (estende as mãos na direção do repórter). O que são estas mãos que tenho, de ator? Elas me definem? Elas contam a história de quem eu sou? Adoro uma abstração, como você pode ver (risos, mostrando novamente as mãos).

Vou seguir então: você já fantasiou sobre o que faria, ou quem seria, se atuar não tivesse dado certo?
Sim, por muito tempo pensei nisso. Que vidas diferentes eu poderia ter tido? Especialmente nos momentos em que eu hoje paro e me deixo confrontar pelo passado, pelo que estamos vivendo aqui e agora, e pelo que enxergo do meu futuro. Quando me permito esta contemplação, há momentos sim do meu passado que talvez pudessem ter me levado a versões alternativas desta pessoa que está aqui à sua frente. Poderia ter sido diferente. Mas sempre quis ser ator, desde a adolescência. Isso eu sabia. Hoje, olhando pra trás, sei que tive muita sorte. Cara, podia ter sido outra coisa, muitas outras coisas (rindo muito)…

Você teve dúvidas de que não faria sucesso?
Sempre. No meu caso atuar foi, e ainda é, sempre, batalhar por minha carreira. Nunca parou. Nós, atores, somos mendigos.

Como assim?
Digo isso da maneira mais respeitosa possível. Mas é isso. Estamos aqui pedindo por sua atenção, pela ajuda dos outros, pelo olhar dos outros, pela compaixão deles. Eu não poderia fazer meu ofício sem os diretores, os roteiristas, os técnicos. Você pode me dizer, mas Keanu, vai lá e faz um solo no palco. Tudo bem, mas aí não será “John Wick 4: Baba Yaga” tal qual filmamos, o tamanho disso. E, claro, com o risco de não dar certo, e lá vou eu de novo mendigar: qual será meu próximo trabalho? Onde? Com quem?

Você fala do risco e retorno ao set do primeiro “John Wick”, que parecia, àquela altura, uma aposta ousada sua, com cara, para as dimensões de Hollywood e de sua própria carreira, mais independente…
Foi e, mesmo com a tela tendo se ampliado tanto pra nós, ainda é. “John Wick” segue com um espírito independente, cara! Somos, e os fãs sabem disso, fora do lugar, zero certinhos (rindo muito). É parte do sabor de “John Wick”.

Já que você usou a palavra, tem um projeto dos sonhos pelo qual você mendigaria como ninguém no futuro, algo que você ainda não fez no cinema?
— Olha, nesta vida sou mendigo, mas também chef (risos). Nós atores também contamos histórias como poucos. E espero, tenho sido também um criador de sonhos, um professor de alguma maneira. E sim, tem algo que ainda não fiz e que sonho em fazer: um faroeste. Tenho certeza de que seria divertido pacas. Ah, e um musical! Queria dançar e cantar. Por que não?

VAIN x McDonald’s

A VAIN , marca finlandesa criada por Jimi Vain e Roope Reinola, apresentou uma coleção de moda exclusiva para o McDonald’s , feita quase inteiramente com os uniformes usados ​​dos funcionários da rede de restaurantes.Os designs exploram novas formas de utilizar roupas de trabalho desgastadas, ao mesmo tempo em que colocam os familiares uniformes dos funcionários do McDonald’s no contexto da moda contemporânea.

As roupas foram desenhadas em busca de novas formas de usar roupas de trabalho desgastadas e criar novos designs a partir de materiais já existentes. O McDonald’s tem uma identidade visual forte e icônica. Esta identidade está incorporada em cada um dos 13 looks.

“ Quando me apresentaram pela primeira vez a ideia de um projeto de moda para roupas de trabalho do McDonald’s, fiquei imediatamente intrigado. Crescendo em uma parte muito rural da Finlândia, não havia realmente nenhum espaço dedicado para nós como adolescentes. O McDonald’s local meio que cumpriu essa função para nós. Era acessível a qualquer um e tinha uma vibração familiar. Além disso, foi o mais próximo que pudemos chegar da cultura pop global lá no norte. Passamos muitas noites e criamos muitas lembranças passeando pelo McDonald’s local na adolescência ”, diz Jimi Vain, diretor criativo e designer da VAIN.

Embora VAIN e McDonald’s possam parecer uma combinação pouco convencional, o projeto acabou parecendo muito natural do ponto de vista criativo. A coleção vive de referências sutis ao status de ícone do McDonald’s na cultura popular, respeitando as identidades visuais de ambas as marcas.

Infelizmente, todos os 13 looks e 27 peças estarão disponíveis apenas para os funcionários do McDonald’s Finlândia por meio de um sorteio interno. A marca, no entanto, lançou um moletom de nossa próxima coleção Outono/Inverno 2023. O moletom “restaurante favorito” foi inspirado nesse projeto.

A VAIN lançará sua própria coleção de estreia em Pitti Uomo, Florença, Itália, em 11 de janeiro de 2023.

Bilheteria EUA: Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, Noite Infeliz, Mundo Estranho, O Menu, Irmãos de Honra

Estreia da semana, Noite Infeliz ficou logo atrás do blockbuster da Marvel

Black Panther: Wakanda Forever

Pela quarta semana seguida, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre liderou a bilheteria norte-americana. Entre sexta (2) e domingo, o filme mais recente do Marvel Studios arrecadou US$17,59 milhões. O longa de Ryan Coogler foi seguido de perto por Noite Infeliz, estreia da semana, que fechou o final de semana com U$13,3 milhões.

Nova animação da DisneyMundo Estranho fechou o pódio norte-americano com uma arrecadação de U$4,9 milhões.

O Menu (U$3,55 milhões) e Irmãos de Honra (U$2,8 milhões) fecharam as cinco maiores arrecadações do período

Death Hunt, HQ inédita de Stan Lee, é lançada pela Eleven Dragons na CCXP22

Restante da equipe criativa é formada pelos brasileiros Rick Troula, Keoma Calandrini, Tai Silva e Ademar Vieira
NICO GARÓFALO

Eleven Dragons/POW! Entertainment/Divulgação

HQ com história inédita escrita por Stan LeeDeath Hunt teve seu lançamento oficial promovido pela Eleven Dragons na CCXP22. Em painel apresentado no Palco Thunder by Cinemark Club, a editora revelou as primeiras prévias do quadrinho, que está disponível exclusivamente pela Social Comics. Além do argumento do lendário quadrinista, o título, cuja história se passa na amazônia, conta com uma equipe criativa formada pelos brasileiros Rick Troula (arte), Keoma Calandrini (artista convidado), Tai Silva (colorista), Greg Tocchini (capista), JP Sette (roteiro) e Ademar Vieira (roteiro), além da leitura sensível de Jamille Anahata e edição de Sâmela Hidalgo.

Nós tínhamos a oportunidade de contar uma história criada por Stan Lee e ambientada no Brasil, como fãs de quadrinhos e brasileiros era importante cuidar de todos os aspectos para que essa obra fosse única“, comentou Troula que, além de ilustrar a revista, é chefe criativo da Eleven Dragons.

A HQ será publicada exclusivamente de forma digital pela Social Comics e terá seis edições. O primeiro número já está disponível na plataforma.

Confira a sinopse: “Death Hunt se passa na Amazônia dos dias atuais em que John Cord, um policial de Nova York, em busca seu irmão, o ambientalista Brent, que despareceu em circunstâncias misteriosasenquanto investigava um garimpo ilegal que estaria ocorrendo nas terras de um povo indígena isolado do mundo exterior. Cord chega a Manaus encontra Niara, uma jornalista de origem indígena, que também está investigando o caso por conta própria e a partir daí temos uma com reviravoltas, suspense ficção científica e ação que se desenrola em um thriller intenso e revelador.”

Nos primeiros dias de CCXP22, a Paramount revelou o primeiro trailer de Transformers: O Despertar das Feras, enquanto a Disney trouxe a data da 3ª temporada de The Mandaloriane os primeiros trailers de Indiana Jones e o Chamado do Destino Guardiões da Galáxia Vol. 3. A Maurício de Sousa Produções também anunciou uma série de novidades, e o ator Tenoch Huerta, o Namor de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, deu um show de simpatia.

A CCXP22 acontece de 1 a 4 de dezembro e os ingressos podem ser adquiridos no site Mundo Ticket.