Categoria: Advertising

Nova campanha da Natura revela a verdadeira mulher da sua vida

A nova campanha de Maquiagem Natura, criada pela SalveTribal Worldwide, é uma celebração à diversidade.

Com o conceito “toda beleza pode ser”, a marca convida seus consumidores a se libertarem de paradigmas com o filme “Primeira Vez”, narrado por um homem que conta a sua experiência na busca pela mulher de sua vida.

Mas, diferentemente do que se poderia imaginar, a tal mulher estava dentro dele mesmo. No caso, da drag queen Penelopy Jean, famosa artista da cena paulistana.

Andrea Alvares, vice-presidente de marketing da Natura aborda o movimento:

“Esse posicionamento de marca é um convite ao diálogo sobre diversidade e representatividade. Isso está em sintonia com questões relevantes do nosso tempo, que se tornam ainda mais evidentes nesta época do ano”.

James Scavone, chief creative officer da SalveTribal Worldwide, agência responsável pela campanha, reforça que, mais do que celebrar a diversidade e contar uma boa história, o filme é sensível e surpreendente ao provocar uma reflexão sobre identidade, gênero e diversidade.

“Fala de maquiagem, mas também de algo muito maior”, pontua.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da AdNews.

Apple revela o arquivista de fotos e vídeos que mora dentro do seu iPhone

Com um toque de fábula e emoção – longe do olhar frio e utilitário da tecnologia que muitas vezes domina suas campanhas – a Apple revela como a função Memórias funciona tão bem no iOS 10.

No mundo real, é um algoritmo que seleciona as melhores imagens de determinado período de tempo, criando um vídeo especialmente pra você. Porém, no mundo de fantasia do comercial, a tecnologia é materializada através de um arquivista em um antigo depósito.

Com a humanidade de um trabalho artesanal, o senhor busca as fotos e monta as memórias cada vez que o usuário solicita. O filme assina com “Practically Magic”, conceito que tem sido usado para promover o iPhone 7.

A criação é da TBWA\Media Arts Lab. []

Cannes Lions 2017: Boost Your Voice, Grand Prix Promo & Activation

Sem título.pngA campanha Boost Your Voice da 180LA para a Boost Mobile para impulsionar o voto em áreas de população de baixa renda nos EUA faturou o Grand Prix de Promo & Activation.

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Ciente de que milhões de eleitores de baixa renda e minorias esperam em longas filas para votar, a Boost Mobile converteu suas lojas nas comunidades em locais de votação, o que resultou num aumento de 23% dos eleitores nestas regiões em 2016. O vídeo abaixo conta mais sobre o projeto que, além do Grand Prix, ganhou um leão de prata. []

Anúncio assusta e fotografa pedestres atravessando a rua na hora errada

O órgão francês de segurança, DRIEA, decidiu fazer uma ação de conscientização muito peculiar no país. Para mostrar aos pedestres que atravessar na rua com o sinal fechado é um problema, eles desenharam uma ação que conscientiza pelo susto. O órgão instalou em alguns cruzamentos um painel especial, que toda vez que alguém começasse a atravessar no farol vermelho, emite um som de carro derrapando e tirava uma foto da reação do pedestre. Veja no vídeo acima o resultado.

A partir disso, a foto era mostrada no painel seguida da frase: “Não corra o risco de ficar cara a cara com a morte. Respeite os semáforos quando atravessar a rua”. Essas fotos também estão sendo usadas em cartazes pelo país e no Facebook para promover a segurança nas ruas.

A ação foi baseada numa pesquisa da Universidade de Estrasburgo, que descobriu que em 40% dos casos, os pedestres atravessavam a rua mesmo com seu sinal vermelho. Somente na região de Paris, mais de 4 mil pedestres são atingidos por carros a cada ano, e mesmo assim, as punições são quase inexistentes.

A criação foi da agência Serviceplan. []

‘New York Times’ elimina ombudsman e incentiva demissões voluntárias

new york times HQ.jpgFachada da sede do ‘New York Times’; jornal eliminou ombudsman e incentivar demissões


Daniel Victor
Do “New York Times”

O jornal “New York Times” ofereceu pacotes de incentivo a demissões voluntárias para os profissionais da sua redação com o objetivo de reduzir o número de editores e exigir mais dos que permanecerem, divulgou a empresa nesta quarta-feira (31).

Em memorando à redação, Dean Baquet, editor-executivo, e Joseph Kahn, editor-administrativo, informaram que o sistema atual de editores de conteúdo e editores de estilo –dois grupos separados que têm tarefas diferentes antes que um texto seja publicado– seriam substituídos por um grupo único de editores que teriam responsabilidade por todos os aspectos de uma história. Outro editor “revisará o texto final antes da publicação”.

“Nosso objetivo é alterar significativamente o balanço entre editores e repórteres no jornal, nos dando mais jornalistas em campo do que jamais tivemos, para o desenvolvimento de trabalhos originais”, afirmaram eles no memorando.

Em comunicado separado, Arthur Sulzberger Jr., o publisher do jornal, disse que o “New York Times” eliminaria a posição de editor público (ombudsman). Liz Spayd, a ocupante atual do posto, deixará o jornal na sexta-feira (2).

Os incentivos a demissões voluntárias são dirigidos primordialmente a editores, mas repórteres e outros funcionários da redação têm direito a eles se assim desejarem, segundo o memorando. Baquet e Kahn afirmaram que a economia de custo obtida com a medida permitirá contratar até cem jornalistas adicionais.

A oferta chega em um momento no qual o “New York Times” está tentando transformar suas operações históricas de mídia impressa em uma redação noticiosa mais digital. Reduzir as camadas editoriais foi uma das recomendações primárias de um estudo interno divulgado em janeiro, o “Relatório 2020”, que serve de plano básico para a transformação.

O “New York Times” pode apelar para demissões se não houver voluntários em número suficiente, afirmaram Baquet e Kahn.

Em maio, a New York Times Co. reportou forte crescimento em sua área digital, o que inclui avanço de 19% na receita com publicidade digital.

Mas esses avanços não bastaram para compensar o declínio continuado na publicidade em papel, que afeta todo o setor. A publicidade em mídia impressa historicamente vem sendo a principal fonte de receita para as editoras de jornais. No trimestre mais recente, o faturamento da New York Times Co. com publicidade em papel caiu em 18%, o que resultou em queda de 7% nas receitas publicitárias gerais da empresa.

A companhia depende cada vez mais da receita de assinaturas, que disparou durante a campanha para a eleição presidencial de novembro passado e no início da gestão do presidente Donald Trump. O “New York Times” obteve crescimento líquido de 308 mil assinaturas digitais em seu mais recente trimestre, o melhor resultado em sua história, o que conduziu a 11% de alta na receita com circulação.

Foi o segundo trimestre consecutivo de crescimento recorde nas assinaturas. O quarto trimestre de 2016 resultou em crescimento líquido de 276 mil assinaturas digitais, o que é mais que os avanços de 2013 e 2014 combinados. O “New York Times” conta hoje com 2,2 milhões de assinaturas exclusivamente digitais.

Ao anunciar a eliminação do posto de ombudsman, Sulzberger escreveu que “nossos seguidores na mídia social e nossos leitores na Internet servem, juntos, como uma forma moderna de fiscalização, mais vigilante e mais poderosa do que uma pessoa trabalhando sozinha jamais poderia ser. Nossa responsabilidade é aumentar o poder de todos esses fiscalizadores, e ouvi-los, em lugar de canalizar suas vozes por meio de um único posto”.

Na terça-feira, o “New York Times” anunciou a criação da Central do Leitor, cujas funções aparentemente se sobrepõem em parte às de um ombudsman.
Tradução de Paulo Migliacci  

Cantor Seal é engolido por tubarão em comercial do Discovery Channel

Quem acompanha o Discovery Channel sabe que o canal todos os anos realiza a “Semana do Tubarão“. Durante a semana, eles exibem programas e especiais voltados especificamente para esse nada assustador exemplo de vida marinha.

Para divulgar a edição 2017 e mostrar que o mar não está para peixe e nem para as focas, o canal produziu um comercial que não termina muito bem com o cantor Seal. V

Só para explicar para quem ficou boiando, “seal” significa “foca” em inglês, o que garante o mote do comercial dizendo que “não é uma semana muito boa para ser uma foca”.

Divertido e inesperado, o filme foi produzido pela AV Squad. []

Em campanha sobre Alzheimer, Shazam tem dificuldade em reconhecer a música que ouviu

O aplicativo de reconhecimento de músicas Shazam foi plataforma de uma campanha no começo deste mês no Reino Unido. Para alertar sobre a doença de Alzheimer, que nem sempre é diagnosticada cedo o bastante, o aplicativo foi modificado para parecer que estava com dificuldade em descobrir a música tocada. Veja como ele funcionou no vídeo acima.

Um dos sintomas mais comuns da doença de Alzheimer é a perda de memória, por isso passar a mensagem dessa forma fez sentido – e os usuários viram mensagens variadas, para simular ainda mais a memória fraca.

Ao final da tentativa de descoberta, quem escolheu a opção de tentar novamente reconhecer a música recebia uma mensagem para fazer uma doação para o Research Alzheimers UK, o instituto britânico de pesquisa da doença.

A criação foi da agência Innocean Worldwide UK. []

Canon mostra que para viver a vida de verdade é preciso explorar o desconhecido

A vida é uma eterna aventura pelo desconhecido. É mais ou menos isso o que a Canon mostra em seu novo comercial “Boundaries”, colocando um personagem desde o seu nascimento até os tempos mais jovens ampliando o seu campo de visão através de novas experiências. Confira o anúncio acima.

“Nós queremos que as pessoas reavaliem a Canon que eles conhecem”, disse Steve Marsh, gerente da Canon responsável pela campanha. “Isso inspira as pessoas a irem lá fora e contar suas histórias e que os limites que você cria são os que te definem.”

E vale destacar aqui a beleza do comercial como um todo e maneira como as descobertas foram retratadas com as luzes acendendo. Meio Age of Empires, mas ainda assim sensacional.

O comercial, que vai ser veiculado pela Europa e África foi criado pela VCCP London. []

Axe reflete sobre as principais dúvidas que os homens procuram no Google

Ha pouco mais de um ano, a Axe/Lynx apertou o botão reset da sua proposta de marca, após décadas apoiando uma visão tóxica e estereotipada da masculinidade.

A mudança foi iniciada pela agência 72andSunny, de Amsterdã, que apresentou a nova assinatura “Find Your Magic” para mostrar que existem muitas formas de ser homem.

Agora, em 2017, Axe continua explorando esse território, com um novo filme que exibe dúvidas comuns que os homens procuram no Google. “É OK ser virgem?”, “É OK usar roupas rosas?”, “É OK não gostar de esportes?”, “É OK ter medo?”, são algumas das questões apresentadas, coletadas através da função de auto-complete do buscador.

A marca conclui com outra pergunta: “É OK pra um cara ser ele mesmo?”. []

Escolha para onde viajar baseado nos cheiros das cidades

Ao planejar uma viagem, normalmente você pesquisa com antecedência o local, onde é legal de passear, onde comer e outros detalhes importantes antes de escolher a cidade de destino. Esse é o método antigo. O novo meio, pelo menos para a marca francesa de turismo ferroviário Thalys, é escolher um destino baseado no cheiro da cidade. Veja acima.

A marca criou uma instalação de arte na cidade de Bruxelas, na Bélgica, para a campanha “Scents of the City“. A instalação conta com 752 tubos, cada um deles contendo uma “fragrância” diferente de quatro cidades para onde a marca vende passagens: Paris, Amsterdã, Copenhague e Bruxelas.

Os cheiros variavam desde “Café da manhã francês” a “Látex”, que remete ao museu do sexo na capital dos Países Baixos. Quem visitou a instalação também podia comprar, na hora, uma passagem para a cidade que achou mais cheirosa.

A nova campanha é uma sequência de “Sounds of the City”, criada pela marca há dois anos e que inspirou turistas a escolherem destinos baseado no som das cidades.

A criação é da agência Rosapark. []