#LikeAGirl: nova campanha de Always estimula adolescentes a conquistar autoconfiança

“Fracasso não é derrota. Fracasso é um impulso para continuar crescendo”. A frase faz parte da nova campanha da Always, que deseja encorajar as adolescentes a aumentarem sua autoconfiança e não terem medo de falhar em qualquer situação da vida.

Essa já é a quarta versão da campanha intitulada “LikeAGirl” (#TipoMenina), lançada em 2014. Esse ano,  ela segue os resultados da Pesquisa de Confiança e Puberdade de Always.

O estudo revela que metade das garotas tem medo do fracasso durante a fase da adolescência. Esse medo é tão intenso que muitas jovens deixam de aproveitar oportunidades de crescimento e realmente paralisam frente a uma decisão. Em média, 7 entre 10 meninas evitam tentar coisas novas durante por medo de falhar.

Por isso, a marca se vê na obrigação de incentivar que as meninas abracem o fracasso e o utilizem como um impulso para construir a autoconfiança, empoderando essas jovens a continuarem crescendo e seguindo em frente.

No vídeo lançado hoje, vemos meninas em situações da vida real que capturam o quão intenso pode ser o medo de falhar e como isso se reflete no dia a dia delas.

De acordo com a Fase II do Estudo Confiança e Puberdade de Always, após assistirem ao vídeo “#LikeAGirl”, a maioria das pessoas (76% das mulheres na faixa dos 16 a 24 anos e 59% dos homens) disse que o vídeo mudou sua visão sobre a expressão “tipo menina”. []

Campanha da Knorr aborda estereótipos e marca novo posicionamento

Comunicação traz um novo olhar para Knorr e explora a utilização de ingredientes naturais em todos os seus produtos

A Knorr está com novo reposicionamento de marca. A campanha, um projeto da MullenLowe Brasil, começa a ser veiculada ontem, 14, nas principais emissoras de TV aberta e na internet.

A comunicação traz um novo olhar para Knorr e explora a utilização de ingredientes naturais em todos os seus produtos.

Ao som de um rap, o “Manifesto” da marca revela diferentes situações em que pessoas são julgadas por seus estereótipos, fazendo um paralelo com Knorr, um produto processado e tradicional na mesa das famílias brasileiras, cuja procedência de seus ingredientes não é conhecida pelo público.

Dessa maneira, a campanha revela um benefício de Knorr até então despercebido pelos consumidores e provoca as pessoas a reverem os seus conceitos e as convida a conhecerem melhor a marca Knorr.

José Henrique Borghi, co-CEO/CCO da MullenLowe Brasil falou sobre o movimento: “Criativamente, buscamos trabalhar uma proposta moderna para Knorr, não apenas para falar de sabor, como sempre fizemos, mas sim sobre uma preocupação cada vez maior na vida das pessoas, que é a ‘saudabilidade’ dos alimentos. Desde o rap, até a execução final de todas as ideias, a comunicação revela algo muito maior sobre a marca”.

Além dos filmes, produzidos pela Paranoid, com direção do Cisma e trilha da Saxsofunny, a campanha de reposicionamento contará com OOH, PDV, social e ações diferenciadas em digital, como um endless vídeo, um jogo em mobile com quiz seguindo o mote de não julgamento, de quem são ou o que fazem as pessoas que aparecem na tela.

Já na fase de divulgação dos produtos e temperos, a comunicação contará com vídeos com pratos preparados com Knorr e receitas em mobile. AdNews.

Johnnie Walker faz primeiro comercial com uma protagonista mulher

JohnnieWalkerBrazil_Railroad17Johnnie Walker: marca apresentou pela primeira vez uma mulher como principal estrela do anúncio (Foto/Reprodução)

A Johnnie Walker construiu seu branding com o rosto de homens como Jude Law que ousam sair da normalidade e se aventurar em novos caminhos.

Desde o logo da marca até o seu penúltimo filme, o protagonismo sempre foi masculino. Isso até está última campanha da CP+B que rompe com antigos posicionamentos e apresenta pela primeira vez uma mulher como principal estrela do anúncio.

Para falar com os millennials, o enredo da campanha global produzida no Brasil apresenta um trem que corta uma estrada com humanos aparentemente mutantes.

Tudo ocorre normalmente, na medida do possível, até que uma sinestésica muda completamente o destino da trama.

O comercial produzido pela Iconoclast que mostra de um novo jeito que “O próximo passo está dentro de você”:

Este conteúdo foi originalmente publicado no site da AdNews.

Carreiras estão surgindo por conta dos influenciadores digitais

Por Eliane Quinalia

Em um mundo cada vez mais digital, nenhuma marca pode desprezar o poder dos influenciadores da internet. Ter um produto promovido por blogueiros, youtubers e instagrammers influentes pode fazer a diferença nos resultados de um negócio. Mas identificar a celebridade virtual certa para fisgar cada tipo de público não é uma tarefa simples.

Segundo números recentes da Rede Snack, multiplataforma de canais validada pelo YouTube, há hoje 6 milhões de influenciadores digitais no mundo. Só no Brasil, são 313 000. E é por isso que uma nova área, o marketing de influência, vem crescendo e gerando oportunidades de trabalho para profissionais capazes de mapear, avaliar e desenvolver as pessoas mais influentes da internet.

Trata-se de um mercado muito novo, mas um levantamento realizado por Edney Souza, professor de marketing digital na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo, aponta pelo menos 84 empresas, entre agências, redes e plataformas, atuando como intermediárias no relacionamento entre marcas e influenciadores.

E novas carreiras e posições surgem na esteira desse fenômeno. “As empresas ainda estão criando e nomeando os cargos que atendem a esse novo segmento”, diz Genis Fidelis, consultor sênior da Michael Page, empresa de recrutamento, de São Paulo.

Há, por exemplo, o gestor de comunidade e relacionamento, que faz o meio de campo entre marcas e influenciadores digitais; o produtor de conteúdo digital, especializado em textos para a web; e até o apreciador de vídeos. “Uma agência já me procurou para recrutar um candidato júnior que gostasse muito de redes sociais, especialmente o YouTube, para assistir aos vídeos da plataforma e identificar canais e youtubers com potencial”, diz Isis Borge Sangiovani, gerente de recrutamento da Robert Half, de São Paulo.

E a oferta de vagas não se limita às áreas de comunicação, marketing e propaganda. A tecnologia também entrou na dança. Já há, hoje, empresas especializadas no desenvolvimento de plataformas capazes de selecionar influenciadores de acordo com métricas de audiência e engajamento e dados sobre temática e público-alvo. Squid, Spark, Incast, Digital Stars e Celebryts são algumas das novatas que crescem e contratam na onda do marketing de influência.

Desde que foi criada, em 2014, com o objetivo de melhorar a comunicação de marcas com microinfluenciadores e “brand­lovers” (pessoas tão apaixonadas por uma marca que advogam a seu favor), a Squid contratou 20 pessoas para sua equipe, 15 somente neste ano. E ainda há vagas abertas. “Estamos admitindo para as seguintes áreas: operacional, que cuida do relacionamento entre influenciadores e marcas; de produto, formada por programadores que desenvolvem algoritmos para analisar o desempenho das celebridades digitais nas redes; e comercial”, diz Carlos Tristan, sócio-fundador da Squid, de São Paulo.

A Spark, empresa de mídia especializada na ativação de marcas por meio de influenciadores e personalidades, também está com o quadro de pessoal em expansão. Foram nove vagas preenchidas em 2016 e oito em 2017. “Buscamos profissionais que conheçam e entendam os objetivos de cada rede social, os formatos comercializáveis em cada uma delas e os dados que elas geram. Valorizamos quem saiba cruzar essas informações, com métricas para mensurar a eficiência das ações propostas por nossa equipe”, diz Raphael Pinho, sócio-diretor da Spark, de São Paulo.

Leonardo Andrade, de 31 anos, é um dos profissionais que viram nessa tendência a oportunidade de crescer.

Formado em design de produto e com um MBA em marketing em andamento, ele trocou, há dois meses, o emprego numa agência onde realizava campanhas nos moldes tradicionais para marcas como Heineken e Nestlé por uma vaga na Spark.

Seu novo trabalho consiste em traçar estratégias de marketing de influência que cumpram os objetivos de marcas que buscam celebridades digitais para suas ações. “O potencial da área e a possibilidade de trabalhar em um ambiente mais leve me motivaram a fazer a transição”, diz Leonardo. Segundo ele, além de ter um clima descontraído e maior liberdade de criação, a nova área oferece salários melhores. “Há mais ferramentas disponíveis para elaborar uma estratégia que resolva os desafios do cliente. É um mundo novo de possibilidades”, diz o designer, que recebeu um aumento de 30% na nova função.

Contratação flexível
Os headhunters de talentos digitais costumam ter formação em administração, comunicação ou tecnologia, mas também podem vir de outras áreas. O que vai diferenciá-los é a visão holística, a capacidade de aprender rápido e o conhecimento sobre o mundo virtual, com domínio de redes como Facebook, Instagram, Pinterest, Twitter e YouTube. “A oferta de cursos específicos para a área hoje é pequena e o mercado ainda está se definindo. Isso faz com que os recrutadores sejam mais flexíveis”, afirma Isis, da Robert Half. Por isso, não há pré-requisitos muito rígidos.

O mais importante é que o candidato comprove ter contribuído com resultados positivos nas empresas onde trabalhou e demonstre habilidades técnicas e comportamentais que o qualifiquem de alguma forma para a nova função. “A preferência tem sido por perfis analíticos, capazes de mensurar e quantificar resultados e que tenham um viés da área de humanas para avaliar se o conteúdo publicado pelo influenciador é adequado ao propósito da campanha”, diz Genis Fidelis, da Michael Page.

Mas essas não são as únicas características exigidas. Criatividade, curiosidade e proa­tividade também são importantes para ingressar nesse nicho. Apesar de a maré estar alta, só vencerá quem souber nadar pelas agitadas águas da tecnologia e das redes sociais.

Competências essenciais para um profissional se destacar no campo do marketing de influência

Perfil analítico e técnico: Para analisar a audiência do influenciador e a qualidade do conteúdo divulgado por ele nas redes.

Capacidade de aprendizado: Como o universo digital vive em constante transformação e novas ferramentas surgem a todo momento, é preciso adquirir conhecimento com agilidade

Familiaridade com redes sociais: Conhecer profundamente os recursos e as ferramentas de redes como Facebook, Instagram, Pinterest, Twitter e YouTube é fundamental

Experiência em análise de dados: É bastante valorizado o domínio de ferramentas, como Google Analytics (que mede o desempenho de sites), Google Attribution e Adobe Analytics (para medir o impacto e o resultado de uma campanha), e de recursos de social media listening, como Social Mention, TweetDeck, Reachli e HowSociable.

Nos bastidores das redes sociais*
Entenda o trabalho das diferentes carreiras relacionadas ao marleting de influência

Influencer planner: Define a estratégia que vai aproximar uma marca de seu público-alvo e avalia quais influenciadores têm o melhor perfil para representar campanha.

Quanto ganha: de 4 000 a 12 000 reais

Analista e gerente de mídia digital
Na agência tradicional, é quem negocia a contratação de espaços na mídia, como anúncios em jornais, revistas e televisão. No marketing de influência, esse profissional fecha acordos comerciais com blogueiros e youtubers para divulgar marcas em seus canais na internet. Também acompanha os resultados das ações.

Quanto ganha: de 3 000 a 7 000 reais

Gestor de comunidade e relacionamento
O antigo analista de mídia social, que monitorava canais e também produzia conteúdo, agora tem como principal atividade conhecer bem os influenciadores e fazer contato direto com eles. É esse profissional que mantém ativo o relacionamento da marca com blogueiros, youtubers e instagrammers.

Quanto ganha: de 2 500 a 6 000 reais

Analista e gerente de conteúdo digital
Os redatores publicitários ganharam um novo nicho e passaram a produzir conteúdo para campanhas com influenciadores digitais. São eles que fazem os textos para marcas que desejam ter seus produtos e serviços divulgados na web.

Quanto ganha: de 2 500 a 7 000 reais

*Fonte: Edney Souza, professor de marketing digital na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.

Facebook agora sabe quando você clica em um anúncio sem querer

Ao evitar cliques acidentais, Audience Network se torna mais atrativa para anunciantes

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O Facebook anunciou esta semana uma mudança dentro de sua plataforma de anúncios externos, conhecida como Facebook Audience Network (FAN). A rede social não vai mais contabilizar os clicks acidentais provenientes de smartphones.

O FAN é um concorrente direto do Google AdMob. Com ele, os anúncios podem ser exibidos fora da rede social, em aplicativos ou jogos para celular. Em troca, os desenvolvedores ganham um valor por clique.

A principal mudança está na forma como será feita a contagem. Agora só será contabilizado quando o usuário permanecer mais de dois segundos na página onde o anúncio levar. Em paralelo, o Facebook também vai ser mais criterioso quanto a forma que os anúncios estão sendo utilizados dentro dos apps.

Com isso, a rede social quer evitar que os desenvolvedores utilizem práticas condenadas, como pop-ups que saltam na tela em momentos chave dentro de games, por exemplo.

Quando o Facebook detectar este tipo de prática para inflar os clicks, ele irá pausar de forma automática o anúncio e informará aos desenvolvedores que algo está errado.

Desta forma, Mark Zuckerberg quer tornar o FAN mais atrativo. Um novo painel de métricas, com informações mais detalhadas sobre os clicks, também está disponível aos anunciantes. []

Agência Mediakix mostra como é fácil ser um influenciador digital falso e lucrar com isso

mobile-phone-426559_640-450x318O mercado de marketing para influenciadores digitais movimenta bilhões Foto: Pixabay/ @geralt


Uma agência de marketing digital realizou uma experiência para comprovar que é possível fechar contratos de patrocínio para contas falsas nas redes sociais. O mercado de marketing para influenciadores digitais cresceu muito nos últimos anos e já movimenta bilhões de dólares. Todo esse volume de mercado possibilitou o surgimento de um novo tipo de fraude.

A agência Mediakix criou duas contas falsas se passando por dois influenciadores (um de moda e outro de viagem) e, comprando seguidores e interação falsos nas redes, conseguiu fechar contrato de patrocínio com quatro empresas (duas para cada conta).

Em seu site, a agência contou como foi a experiência. Para a conta de uma suposta influenciadora de moda, contrataram uma modelo local e tiraram uma quantidade muito grande de fotos no período de um dia, variando os modelos de roupas e cenários.

Com relação à segunda conta, pensada para ser a de uma influenciadora de viagens, coletaram fotos de paisagens em sites de domínio público. Para passar a ideia de que a influenciadora esteve nos locais das fotos, a agência procurou também incluir imagens de mulheres loiras de costas.

Após obter o conteúdo, foi a vez de comprar seguidores falsos. O site da agência não diz onde é possível adquirir esse tipo serviço, apenas conta que um grupo de mil seguidores pode sair ao custo de três a oito dólares. Ao final de dois meses, a conta de moda acumulou, mais ou menos, 50 mil seguidores, enquanto a de viagem chegou aos 30 mil.

A agência deixa claro que havia o temor de o Instagram identificar a fraude e bloquear a conta, mas o esquema não foi descoberto. “Nós chegamos a descobrir que era possível comprar até 15 mil seguidores falsos de uma vez só sem problemas”, diz o site.

Após adquirir seguidores, era a vez de comprar a interação. Enquanto cada comentário falso custou 12 centavos de dólar, um grupo de mil curtidas saiu entre quatro e nove dólares.

Com todo o esquema pronto, a agência entrou nas plataformas de marketing para influenciadores. O site informa que foi possível se candidatar a campanhas de patrocínio diariamente. Em alguns casos era necessário escrever mensagens às empresas que ofereciam o patrocínio, enquanto em outras bastava clicar em um botão para se inscrever.

Resultado: cada conta obteve dois patrocínios. A de moda foi patrocinada por uma companhia de trajes de banho e por uma empresa de alimentação, enquanto a de viagens foi patrocinada pela mesma empresa de alimentos e por outra de bebidas alcoólicas.

O site não divulgou quanto foi gasto. Os dois acordos juntos lhes renderam 530 dólares. A experiência da agência mostrou que, apesar de haver mecanismos para detectar contas falsas nas redes sociais, é possível driblar tais controles para realizar este novo tipo de fraude sem dificuldades.

Pães e bolos cantam Paul McCartney em comercial stop-motion

Para promover a estreia do reality “The Great British Bake Off”, o Channel 4 colocou apetitosos pães e bolos para cantar enquanto são assados.

São 335 personagens panificados, que cantam “We All Stand Together” do Paul McCartney. O processo todo – dos ingredientes crus ao quitute final – foi filmado em stop-motion.

A campanha foi criada pela 4Creative, agência in-house do canal, responsável pela vencedora em Cannes “Meet the Superhumans”. []

Millie Bobby Brown de Stranger Things estrela campanha da Converse com GIFs

São Paulo – Em julho, a super atriz Millie Bobby Brown (do famoso seriado da Netflix “Stranger Things”) estrelou uma campanha da Calvin Klein que foi parar dentro de um clipe da banda britânica The XX.

Agora, a jovem de 13 anos está na nova campanha digital da marca Converse, para quem já trabalhou anteriormente.

Em campanha de volta às aulas, a atriz aparece em 32 GIFs hilários, daqueles que serão usados à exaustão para descrever momentos e sentimentos nos chats de Facebook, WhatsApp ou Telegram.

O potencial dos simpáticos GIFs virarem memes também é bem grande.

Em um primeiro momento, as imagens vão circular por BuzzFeed e Teen Vogue na América do Norte, Reino Unido e França, além das redes sociais e site da Converse.

A criação foi da Big Spaceship.

Confira alguns dos GIFs que serão usados na campanha digital:

Hulk salva São Paulo em nova campanha da Renault

Para o lançamento de seu novo SUV compacto no Brasil, Kwid, a Renault convocou um herói da Marvel como protagonista.

Hulk salva São Paulo de ser destruída por um satélite em queda. Um homem, dirigindo seu Renault Kwid, acompanha toda a ação pelo centro da cidade. O edifício Altino Arantes, mais conhecido como Prédio do Banespa, aparece quase sempre no horizonte, marcando o local

A criação é da Neogama, com produção da PBA Cinema e efeitos digitais da Framestore, de Londres. []

Mais de 15 milhões de empresas estão usando o Instagram Stories para criar conteúdo

Sem título.png79O Instagram Stories está fazendo seu primeiro aniversário, e para celebrar, a empresa revelou um balanço com seus dados nesse ano 1.

São mais de 250 milhões de usuários diários, sendo que mais de 15 milhões deles são contas de empresas produzindo conteúdo para os seus negócios.

As contas comerciais utilizam o Stories para divulgar concursos e promoções, mostrar bastidores de eventos,  publicar teasers e outros conteúdos que levem para o seu site ou outras redes sociais, e apresentar tutoriais ou outros tipos de conteúdos explicativos e tira dúvidas.

O Instagram também revelou que só no último mês, 50% das contas de empresas na rede social produziram pelo menos um Stories.

Sobre o público consumidor, os jovens com média de 25 anos gasta cerca de meia hora por dia conferindo os conteúdos do Stories. Já os adolescentes ficam até 4 vezes mais tempo.

Usuários com mais de 25 anos passam, em média, 25 minutos vendo os Stories de seu feed. []