Mantra é a cor do ano de 2020 da Suvinil

Verde azulado emana estado meditativo e convida as pessoas a olharem para dentro de si
POR PAULA JACOB | FOTOS RENATO NAVARRO/DIVULGAÇÃO

Quais são seus desejos e anseios para o próximo ano? Com essa pergunta, a Suvinil norteia toda a sua pesquisa de tendências para 2020 e lança o Mantra como a cor do ano. A proposta desse verde azulado é o reencontro de nós com nosso eu interior. O estado meditativo, o autoconhecimento e o mergulho interior profundo são algumas das definições possíveis da tonalidade. “O Mantra é uma cor que traz a gente para onde precisamos estar”, resume Ana Kreutzer, consultora da Suvinil à frente do Suvinil Revela, hub de pesquisa de tendências da empresa.

Todas as transformações sociais – o avanço da tecnologia e o resgate do contato físico e com a natureza – estão levando a humanidade a repensar os modos de consumo, convivência e descompressão. Ao lado do Mantra, outras duas cores exclusivas são lançadas, como subtons e carregam a mesma proposta: Horizonte e Contemplação.

“Estamos entrando em 2020 repensando nossos valores, buscando novas formas de nos relacionar com o mundo e de equilibrar nosso bem-estar à tecnologia que nos cerca. Estamos em constante estado de mudança e, ao ressignificar nossas vidas, procuramos nos expressar por meio dos simbolismos que contemplam o nosso estilo e os nossos desejos. O estudo Suvinil Revela 2020 faz um mergulho profundo nesse movimento, trazendo a inspiração dos tons para a década que está por vir”, afirma Juliana Hosken, diretora de Marketing da Suvinil.

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Tok&Stok inaugura espaço de coworking gratuito nas lojas

Com uso livre e sem necessidade de reserva, espaço oferece rede Wi-Fi de graça e ambientes de trabalho com mobiliário da marca

Cada vez mais populares, os coworkings estão mudando o conceito de trabalho nas grandes cidades. De projetos que estimulam a troca de conhecimento entre mulheres a opções que se diferenciam pelo design descolado, várias são as iniciativas que buscam revolucinar a forma de pensar o ambiente de trabalho.

No Brasil, a mais nova iniciativa vem da Tok&Stok. A marca de decoração acaba de inaugurar o projeto Kwork, um coworking completo dentro das principais lojas de 34 cidades. A partir de agora, a rede de móveis coloca à disposição seus ambientes de trabalho para quem precisa de um local estruturado para trabalhar. 

Sem necessidade de reserva, espaço oferece rede Wi-Fi de graça e ambientes de trabalho com mobiliário da marca. O uso é livre em todas as lojas da marca, exceto as compactas, dentro do horário de funcionamento de cada estabelecimento. 

“Queremos cada vez mais estabelecer uma relação de proximidade e troca. Por isso, seguimos com a ideia de inovar e colocar as nossas lojas a serviço dos clientes de diferentes maneiras”, celebra Ivan Murias, CEO da Tok&Stok.

Kanye West pede R$ 19,2 milhões por apartamento em Nova York

Cantor quer vender propriedade minimalista no bairro Soho
FOTOS DIVULGAÇÃO E GETTY IMAGES

Kanye West resolveu se desfazer de uma de suas várias propriedades. O cantor está pedindo US$ 4,7 milhões (R$ 19,2 milhões) por um apartamento no bairro Soho, em Nova York. O local, que uniu duas unidades do quarto andar do condomínio, tem 225 metros quadrados, um quarto, um banheiro e um lavabo.

O rapper comprou a primeira unidade, de 147 metros quadrados, em 2004, quando pagou US$ 1,89 milhão (R$7,7 mihões em valores atuais). No início de 2006, gastou mais US$ 1,25 milhão (R$ 5,1 hoje em dia) no estúdio de 78 metros quadrados ao lado e contratou o renomado arquiteto minimalista italiano Claudio Silvestrin para que fizesse um ultra-minimalismo monocromático, com vista para uma das ruas mais movimentadas do centro da cidade.

O apartamento conta com um corredor sinuoso alinhado com armários disfarçados escondidos atrás de painéis e leva a uma sala de estar e jantar com janelas e forros com tetos de três metros. Pisos de pedra calcária francesa refletem a luz solar que vem de uma dúzia de janelas grandes, oferecendo uma vista cinematográfica da cidade.

A cozinha compacta conta com aparelhos de última geração, armários sob medida em madeira e uma enorme ilha de pedra com balcão de lanches integrado. A espaçosa suíte master incorpora um vestiário forrado com roupeiros de altura total, além de um banheiro com piso aquecido e uma enorme ilha de pedra que integra uma pia e banheira. Persianas automatizadas e um programa de iluminação e áudio personalizado completam o ambiente, que ainda conta com lavanderia.

Tendências de decoração para escritórios: 6 produtos inovadores

Veja uma seleção de móveis e objetos mais incríveis apresentados na Maison & Objet 2019
POR AMANDA SEQUIN, DE PARIS* | FOTOS DIVULGAÇÃO

“Espaços de Trabalho” foi o tema da edição de setembro da Maison & Objet, uma das maiores feiras de móveis e objetos de decoração, realizada neste ano entre os dias 6 e 10 de setembro em Paris. Por lá, diversas marcas apresentaram produtos consagrados e lançamentos que serviram de termômetro para analisar como devemos projetar escritórios, coworkings e home offices nos próximos anos.

conectividade esteve presente – as mesas, bancos e cadeiras de trabalho prometem conexão wireless e acesso para carregar notebooks e celulares. Um mobiliário que preze pela presença de plantas por perto e cores (muitas cores!) estão entre as necessidades para um ambiente de trabalho saudável e convidativo. A seguir, confira alguns dos produtos que a Casa Vogueencontrou na feira e que prometem tornar o ambiente de escritório mais agradável. 

FRAMERY

Ok, coletividade é importante para os resultados. Mas também é preciso se desconectar do mundo exterior de vez em quando. Então as estações de trabalho individuais são perfeitas para realizar videoconferências, chamadas telefônicas e até trabalhar por alguns minutos sem ouvir qualquer interferência sonora externa. Essa é a proposta da Framery, uma cabine com isolamento acústico e toda conectada.

BENE

Criatividade e apostar no coletivo são fatores fundamentais para o sucesso no trabalho. Por isso a marca austríaca Bene criou um produto multifuncional que permite criar um escritório flexível. Os “Pixel” são blocos de madeira compensada de pinho que viram bancos, mesas, nichos e estantes, conforme a necessidade atual do trabalhador.

LIBRA SOFA

Design do polonês Szymon Hanczar, este assento é indicado para co-livings e co-workings. Além de colorir o espaço com seus tons vibrantes, ele já vem todo adaptado para carregar seu celular enquanto aproveita um momento de ócio.

KINNARPS

Um dos destaques do portfólio da marca sueca Kinnarps é a “Vagabond” – que a própria define ser um “camaleão sobre rodas”. Trata-se de uma mesa de trabalho com rodinhas que pode ser transformada em mesa de refeições ou reuniões e acompanha lousa e nichos que podem acomodar plantas ou objetos diversos. Uma haste no meio permite pendurar também luminárias e acessórios.

MOLO

O estúdio do Canadá formado pelos designers Stephanie Forsythe e Todd MacAllen propõe um jeito surpreendente e inovador de setorizar ambientes e criar móveis e luminárias. A dupla inventou um material têxtil à base de alumínio com textura suave que lembra um papel. Esse material vem como uma dobradura numa caixa, e se estica todo até formar um ambiente no formato que o cliente desejar. Ele também se transforma em bancos e luminárias e ainda é acústico, barrando bastante o som ao redor mesmo com um teto vazado.

EVAVAARA

Outro item que promete ser mais popular nos grandes escritórios mundo afora são as cadeiras acústicas. Perfeitas para quem precisa se concentrar, sua tecnologia barra o som que vem de fora sem precisar de vidros. Basta sentar para não ouvir mais quem está a poucos metros de distância de você ou ouvir uma música alta sem que ninguém, do lado de fora, escute! Este modelo da Evavaara, por exemplo, está disponível em diversas cores e também possui uma mini estação de trabalho.

*A jornalista viajou a convite da Maison & Objet

Encontrando o lugar certo para um escritório doméstico

Quando se trabalha de casa, o lugar específico muitas vezes surge como uma reflexão tardia. Mas não deveria ser
Ronda Kaysen, do The New York Times

Crédito: Trisha Krauss

No início deste ano, enfrentei um enigma que muitos de nós que trabalhamos em casa conhecem bem: em qual lugar posso realmente trabalhar? A menos que você seja abençoado com um imóvel grande o suficiente para ter um escritório dedicado – ou que seja um trabalhador verdadeiramente nômade, capaz de se instalar em um sofá com nada mais do que uma xícara de chá e seu laptop –, inevitavelmente terá que moldar o espaço da sala, que não é naturalmente destinado ao trabalho.

Qualquer ponto escolhido tem o potencial de diminuir o que você tinha antes. Se resolver acampar no quarto, terá de encarar sua mesa enquanto tenta dormir, com todos aqueles e-mails não respondidos chamando por você, que segue acordado às 4h da manhã. Ir para a cozinha ou para a sala tomar um lanchinho se torna um vai e vem infinito – por que trabalhar quando você pode provar a salsa fresca da feira? Roube um canto da sala de estar e, de repente, sua principal área social parece uma estranha sala de descanso do lado de fora de um cubículo de escritório.

Essas eram as minhas opções quando abandonei meu escritório arejado e cedi o espaço para meu filho, quando ele saiu do quarto que compartilhava com a irmã. Eu sabia que esse dia chegaria, mas quando aconteceu eu ainda não tinha uma boa solução sobre onde me instalar. Então fui para o lugar onde todos os objetos sem localização óbvia vão: o porão.

Eu me convenci de que poderia funcionar e arrumei a sala com tantos detalhes convidativos quanto pude reunir. Instalei novos pisos e tirei o teto para expor as vigas de madeira, acrescentando altura e dimensão ao espaço. Pintei a sala de cor clara e instalei iluminação embutida, transformando parte do espaço em uma aconchegante sala de TV para a família. O resto seria meu. Comprei um difusor de aromaterapia, enchendo o ar com o cheiro de citros e alecrim. Ocupei as prateleiras embutidas com livros e fotografias. Eu até tinha uma janela! Quão ruim poderia ser?

No final, foi a janela que me pegou. Com metade do tamanho de uma janela comum e posicionada acima da minha cabeça quando eu estava sentada, a abertura fornecia uma visão desobstruída das costas de um arbusto. Se esticasse meu pescoço, poderia até ver o céu e vislumbrar brevemente a luz do dia, não muito diferente de um prisioneiro em uma masmorra medieval.

Home office para bem e para mal

Cada vez mais os americanos estão trabalhando remotamente, seja teletrabalho, seja freelancer. Quase um quarto dos empregados de tempo integral trabalhava de casa pelo menos parte do tempo em 2018, de acordo com o Bureau of Labor Statistics. No entanto, nossos espaços domésticos geralmente não refletem nossa ânsia de sair do escritório, deixando-nos insatisfeitos com o que poderia ser uma ótima configuração.

Claro, é bom não ter que se vestir e pegar o trem todas as manhãs. Mas o arranjo pode rapidamente perder seu brilho. Um estudo de 2015 publicado no periódico “Ciência Psicológica de Interesse Público” descobriu que o teletrabalho pode confundir os limites entre a vida profissional e a vida familiar, levando a conflitos familiares ao mesmo tempo em que deixa os trabalhadores se sentindo social e profissionalmente isolados. Você sabe o que é isolamento? É sentar sozinho o dia todo em um porão, acompanhado apenas pelo ronco baixo da caldeira.

Em “Meu espaço criativo: como projetar sua casa para estimular ideias e incentivar a inovação”, um livro a ser publicado em outubro de 2019, o arquiteto Donald M. Rattner argumenta que não damos aos espaços de trabalho toda a atenção que merecem, enquanto deveríamos pensar na nossa casa inteira como um veículo criativo, projetando-o com cores, luz, música e arte que visam inspirar. “As pessoas fazem muitas coisas contraditórias sem perceber que não contribuem para um bom espaço de escritório”, disse Rattner.

Muitas vezes encontramos soluções meia-boca para nossas necessidades de trabalho, como converter um armário – sim, um closet – em um escritório. Esvazie-o, empurre uma mesa pra dentro dele e voilà: você tem um escritório em casa. “Seu espaço mental se contrai em proporção direta ao seu espaço físico”, disse Rattner sobre essa configuração. “Sua mente vai estreitar.”

Mas às vezes são suas opções que são estreitas. Quando Savannah Ashour, de 41 anos, escritora e redatora, mudou-se para um apartamento em Los Angeles há cinco anos, não tinha certeza de quanto tempo estaria trabalhando como freelancer, então não queria investir muito tempo e dinheiro criando um escritório em casa. Sua cozinha ensolarada tinha uma janela de frente para uma árvore de jacarandá e era grande o suficiente para espremer uma escrivaninha, uma cadeira giratória e uma mesa. De costas para o resto do apartamento, ela podia esquecer que estava em casa e se concentrar.

No ano passado, muito depois que ficou claro que isso não era um arranjo temporário, ela se comprometeu com o espaço. Fez um upgrade para uma escrivaninha branca e comprou um tapete alegre vermelho e laranja para definir o espaço. Em vez de comprar uma cadeira de escritório tradicional, que ela achava que seria uma monstruosidade em um apartamento minúsculo, ela optou por um banquinho onde pudesse sentar, inclinar-se ou afastar-se para ficar em pé.

“Existe algo sobre estar trancado em um apartamento sozinho para trabalhar que meio que te faz criar benefícios extras”, tornando o espaço esteticamente agradável e roubando os melhores ativos da casa, como a janela de frente para uma árvore gloriosa. “Pelo menos você sente que há um bom compromisso para todos os desafios que surgem ao trabalhar em casa.”

Testando seu cantinho

Depois de três meses enclausurada na minha masmorra do porão, meu quarto começou a parecer uma opção muito mais atraente, apesar de todos os avisos de que isso arruinaria a serenidade do meu espaço para dormir. Em uma tarde particularmente triste, arrastei minha escrivaninha para cima, acomodando-a na parede oposta. De costas para a cama e de frente para uma janela, quase podia esquecer onde estava.

Compartilhar seu escritório com o quarto traz novos desafios. De manhã, sou frequentemente cumprimentada por uma camisa descartada, jogada na minha cadeira pela minha cara metade, ou por um copo vazio de água na minha mesa. Quando entro no quarto, é difícil não notar o enorme monitor de computador olhando para mim – dificilmente uma estética reconfortante. Esses inconvenientes servem como lembretes diários de que essa ainda é uma medida temporária – uma melhoria do submundo escuro, mas não igual ao espaço encantador que eu tinha antes. O jogo de reavaliação parece distante de terminar enquanto olho outras partes da casa procurando por um cantinho mais perfeito.

Ou quem sabe, com algumas modificações, o escritório do meu quarto possa ficar bom o suficiente. Anjie Cho, arquiteta de interiores e designer de feng shui, mantém seu escritório em casa, dizendo que o arranjo, embora não seja o ideal, é comum. Ela sugeriu que eu cobrisse o monitor com uma echarpe à noite, que pendurasse uma cortina ou adicionasse uma tela para separar a área de dormir do espaço de trabalho. Eu duvido que uma tela funcione, já que isso significaria perder a luz para o resto do quarto, mas um lenço sobre o monitor parece bastante simples.

A chave, disse Cho, é dar ao ambiente a atenção que ele merece. “Se você tem um escritório em casa e leva a sério sua carreira, então precisa encontrar uma maneira de conseguir algum espaço.”/ TRADUÇÃO DE ELENA MENDONÇA

Sofá branco: 4 dicas e cuidados que você precisa saber antes de comprá-lo

Com os cuidados certos e algumas dicas de limpeza, o móvel terá tudo para ser o protagonista da sala por muito tempo. Veja como!
POR RAFAEL BELÉM | FOTOS DIVULGAÇÃO

Amado por muitos, temido por tantos, o sofá branco é um móvel que sempre atrai olhares na decoração. Curinga, a peça ganha ainda mais força na cor branca e se encaixa perfeitamente em diversos estilos de ambientes. Mas, apesar de poderoso, o tom claro espanta quem tem crianças e animais em casa – ou quem simplesmente teme que o estofado perca sua beleza e vitalidade com o passar do tempo. 

Manter o estofado branco com o aspecto de novo pode não ser uma tarefa tão simples, mas com os cuidados certos e algumas dicas de limpeza, o móvel terá tudo para ser o protagonista da sala de estar por muito tempo. Expert em rotina doméstica e técnicas de limpeza, Lucy Mizael compartilhou com Casa Vogue os segredos para deixar a peça sempre impecável. 

Confira 4 dicas e cuidados que você precisa saber antes de comprar um sofá branco:

1. Impermeabilizar é obrigatório!

Sofás foram feitos para se jogar, conversar, deitar – então que assim seja! Para usar o móvel à vontade no dia a dia, sua impermeabilização é um dos cuidados obrigatórios. “O ideal é que a peça seja impermeabilizada assim que comprada. Essa é a melhor forma de deixar um sofá branco, ou de cores claras, sem manchas”, aconselha Lucy. “Assim, a sujeira não penetra na espuma”. 

Dica: tenha sempre em mãos uma espuma de limpeza a seco para higienizar o móvel quando necessário. 

2. Crie uma rotina de higienização

Para garantir que seu estofado fique sempre vívido na sala, criar uma rotina de limpeza para ele é fundamental. De acordo com a personal, o ideal é aspirá-lo pelo menos uma vez por semana e higienizá-lo com bicarbonato de sódio. “Se for um sofá menos utilizado, como o de uma sala de visitas, a limpeza pode ser feita a cada 15 dias”, recomenda a personal. 

Dica: espalhe uma solução de bicarbonato de sódio puro com as mãos por todo o sofá, deixando agir por 30 minutos. Aspire o móvel para finalizar.

3. Considere utilizar capas de proteção

Em casas com crianças e animais de estimação, as capas serão as melhores amigas do seu estofado. Filhos pequenos e pets são uma combinação perigosa, principalmente para os modelos brancos. “Nesses casos, para evitar uma tragédia, o jeito é providenciar capas. Hoje já é possível encomendar modelos que não prejudicam a estética do modelo e nem a decoração”, diz. “Só a impermeabilização pode ser insuficiente quando se tem muitas crianças ou animais em casa”.

4. Soluções caseiras são permitidas, mas com cautela

Para limpezas mais profundas e completas, é sempre indicado que se contrate empresas especializadas na manutenção e higienização de estofados. Algumas soluções caseiras, no entanto, podem ser utilizadas como segunda opção, desde que aplicadas cuidadosamente. “A espuma de limpeza a seco é a melhor opção. Mas tenha atenção: ao menor sinal de água, a sujeira sai da espuma e impregna no tecido, o que pode formar manchas indesejadas”, explica. “Para limpeza caseira, misture sabão neutro ou de coco com bicarbonato até formar uma pasta. Aplique-a na mancha e deixe agir por 10 minutos”. 

Aprenda a escolher o sofá ideal para sua sala

Modelo deve ser definido a partir da função que o móvel vai ter no ambiente
CAIQUE ALENCAR – O ESTADO DE S.PAULO

A escolha do estofamento é um detalhe importante que deve ser escolhido com cuidado. Entre as opções estão sofás com molas ou com espumas mais densas, sendo que o melhor é sempre o que traz bem-estar. Foto: Juliano Colodett

São vários tamanhos, cores, tecidos, formatos e, por isso, escolher uma sofá pode ser difícil se ele não tem uma função bem definida pelo dono para exercer dentro de um ambiente. Para não errar na escolha desse grande protagonista das salas de estar, o especialista em sofás da Etna Victor Hugo Guedes, dá algumas dicas para bater o martelo na melhor opção para sua casa. Confira a seguir:

Para quem quer fazer algo mais planejado, existe a alternativa de comprar o sofá em módulos e montá-lo de forma personalizada. Lembrando que devemos prestar atenção se a disposição não vai prejudicar a circulação do ambiente. Foto: Zeca Wittner
O sofá tem que ter a cara do dono e a cor é o principal quesito que vai dar essa identidade à composição do ambiente. Pense em um tom que trabalhe em conjunto com os demais móveis e, ao mesmo tempo, não destoe de todo o resto. Foto: Zeca Wittner
Como complemento, as almofadas são tão importantes quanto o estofamento e elas ganham ainda mais destaque se sofá não tiver encosto ou for mais firme. Nesses casos, elas é que vão dar mais conforto e vale apostar nas mais fofinhas. Foto: Julia Herman
A escolha do estofamento é um detalhe importante que deve ser escolhido com cuidado. Entre as opções estão sofás com molas ou com espumas mais densas, sendo que o melhor é sempre o que traz bem-estar. Foto: Juliano Colodett
Dependendo da função que o sofá vai ter, ainda é possível pensar na opção de um modelo extensível em casos como salas para assistir filmes e séries, por exemplo. Afinal, nada melhor do que poder esticar as pernas enquanto fazemos maratonas. Foto: Julia RIbeiro
O tecido é uma coisa que fica a gosto do freguês. Para escolher o que for mais agradável para quem for usar o sofá, o ideal é que sejam feitos testes. Nessa hora a escolha certa é que for mais confortável. Mas quem tem crianças e animais de estimação deve ficar atento e optar por tecidos mais resistentes. Foto: Feriado Willadino
Como os espaços das casas e apartamentos estão ficando cada vez menores, a primeira coisa a se considerar antes é o tamanho do sofá. Nesse caso, a dica é pensar em qual objetivo ele vai ter e tomar as decisões a partir dele. Foto: Etna