Visita guiada: casa em Franca tem interiores que se conectam ao jardim

01-casa-em-franca-tem-interiores-que-se-conectam-ao-jardim.jpeg

Os moradores – um casal com duas filhas – queriam uma casa grande, com luz e ventilação naturais em abundância. O escritório MF+ Arquitetosprojetou, então, uma residência em Franca, interior de São Paulo, que se integra à área externa.

Reprodução | Renato Moura | Dezeen
02-casa-em-franca-tem-interiores-que-se-conectam-ao-jardimQuando abertos, painéis que vão do chão ao teto conectam a área social ao jardim. O espaço do lounge e de jantar usado para receber amigos e família pode se abrir em três lados, por exemplo.

Reprodução | Renato Moura | Dezeen
03-casa-em-franca-tem-interiores-que-se-conectam-ao-jardimConstruída com concreto, madeira, pedra e aço corten, a casa tem influência da arquitetura modernista brasileira.

Reprodução | Renato Moura | Dezeen
04-casa-em-franca-tem-interiores-que-se-conectam-ao-jardimA planta tem formato de “L”, cercando o gramado e a piscina, conta também com um jardim murado cheio de plantas tropicais, que ladeia um corredor com paredes de vidro.

Reprodução | Renato Moura | Dezeen
05-casa-em-franca-tem-interiores-que-se-conectam-ao-jardimNo desenho, os arquitetos elevaram algumas partes da casa, para potencializar as vistas para o vale.

Reprodução | Renato Moura | Dezeen
06-casa-em-franca-tem-interiores-que-se-conectam-ao-jardimFonte: Dezeen

Anúncios

Espaços pequenos: edifício em Detroit aposta em micro lofts de 24 m²

edificio-em-detroit-tera-micro-lofts-de-24-m2-e-espacos-compartilhados

Com 218 micro apartamentos mobiliados, o projeto aposta em áreas comuns para promover a interação entre os moradores
O distrito de negócios no cento de Detroit, nos Estados Unidos, vai ganhar seu primeiro edifício residencial desde a década de 1980 e o primeiro da cidade de micro lofts.

02-edificio-em-detroit-tera-micro-lofts-de-24-m2-e-espacos-compartilhadosChamado de 28Grand, o projeto vai construir 218 micro apartamentos mobiliados no edifício, que terá também espaço para lojas no térreo. O empreendimento aposta em um estilo de vida simples com espaços compartilhados para promover a interação entre os moradores.
03-edificio-em-detroit-tera-micro-lofts-de-24-m2-e-espacos-compartilhadosOs apartamentos têm pouco mais de 24 metros quadrados, com cama, uma pequena cozinha, área para refeições e banheiro. Cada centímetro, inclusive o espaço vertical, foi aproveitado para oferecer bastante espaço de armazenamento. Ali, grandes janelas trazem uma sensação mais arejada.
04-edificio-em-detroit-tera-micro-lofts-de-24-m2-e-espacos-compartilhadosJá os espaços comuns são amplos e criam ambientes para relaxar, interagir com os vizinhos e receber. Como o arquiteto Jamie Witherspoon explicou ao Architectural Digest, que publicou o projeto, foi importante que as áreas compartilhadas incentivassem um senso de comunidade entre os moradores do prédio.
05-edificio-em-detroit-tera-micro-lofts-de-24-m2-e-espacos-compartilhados06-edificio-em-detroit-tera-micro-lofts-de-24-m2-e-espacos-compartilhados

Visita guiada: casa de férias grega investe no azul claro praiano

azul

Quando compraram o terreno para construir sua casa de férias, o casal de gregos que vivia em Atenas tinha uma intenção: criar um espaço em que pudessem passar todos os feriados com os filhos crescidos, mas mantendo a privacidade de cada um. Por isso a habitação de 790 metros quadrados parece, por fora, uma casa só. A partir do pátio, porém, é possível perceber que são duas – cada uma com a própria cozinha, sala, quartos e banheiros.

O exterior, de arquitetura de Nikos Moustroufis, segue a estética geral da ilha de Septses: paredes brancas de pedra tipo conglomerado, telhado com argila vermelha e muito azul.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
2-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoNa maioria dos ambientes, as tábuas do piso e o teto são dominados por esse mesmo azul claro e sutil. Ele dá a deixa para uma paleta de cores suave e praiana escolhida pela designer de interiores Isabel Lopez-Quesada.

Em uma das salas, uma chaise longue azul marinho convida os moradores a se aconchegarem. O espaço também possui duas antiguidades: uma poltrona caramelo e um baú de tom similar, com desenhos predominantemente vermelhos.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
3-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoO outro living, com uma daybed com dossel desenhada por Lopez-Quesada, reforça o gosto da família por espelhos. Dois deles alinham as paredes, emoldurados por conjuntos de conchas.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
4-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoEsta sala de jantar possui um espelho inglês de 1950. Um banco antigo, com estofados de estampas variadas, está em um dos lados da mesa de jantar.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
5-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoDescontração e sofisticação se misturam na cozinha, com blackspash de azulejos vintage e bancadas de mármore branquíssimo. No extremo ambiente, uma porta dá direto para o pátio principal.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
14-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoCadeiras leves que parecem vindas de um parque cercam uma mesa de madeira pesada. Dali é possível ter vista para o mar e para a grande piscina da casa.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
11-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoSão dois pátios: um principal, com um pergolado e muitos lugares para descansar e aproveitar as tardes das férias; e outro, na parte superior da casa, que não possui cobertura.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
10-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoAcostumados com as luzes da capital grega, a duas horas da ilha, os moradores usam o pátio descampado para ver e aproveitar o céu estrelado.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
8-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoO banheiro da piscina não possui um boxe tradicional! Ele é curvo e feito de tadelakt, um gesso marroquino à prova d’água.

Reprodução | Architectural Digest | Richard Powers
7-visita-guiada-casa-de-ferias-grega-investe-no-azul-claro-praianoÀ primeira vista é difícil explicar porque, fora a paleta de cores e mix de estampas, a casa é tão leve e descontraída. O truque foi, na verdade, evitar os tapetes e concentrar o tecido nos estofados! [Casa Claudia]

Visita Guiada: o verde da paisagem invade os ambientes nesta casa

1x.jpeg

A casa é grandiosa, com volumes de concreto que despontam em meio à paisagem verde do condomínio em Bragança Paulista, SP. Mesmo assim, por dentro, a construção guarda espaços acolhedores. Este foi o maior desafio dos arquitetos Henrique Reinach e Mauricio Mendonça no projeto: dividir a planta em blocos de forma a criar ambientes menores, que funcionam como ilhas de conforto. “A iluminação natural e o jogo de luz e sombra nas áreas de circulação também fazem com que o resultado seja uma casa gostosa”, conta Reinach. Assinada pelo arquiteto Dado Castello Branco, a decoração, com tons neutros e texturas naturais, segue o mesmo caminho. Painéis de madeira se encarregam de quebrar a rigidez do concreto e trazer calor. No mobiliário, o material aparece em preciosidades do design brasileiro, como a poltrona Jangada, de Jean Gillon.

O maior desejo do casal de proprietários era ter um espaço com muitas opções de diversão para que seus dois filhos pequenos pudessem aproveitá-lo até a adolescência. Também queriam passar o máximo de tempo possível ao ar livre nos fins de semana, já que em São Paulo eles moram num apartamento. Dessa forma, a varanda ganhou importância no projeto e se integrou aos ambientes internos graças às grandes esquadrias de vidro, que emolduram quase toda a casa. A unidade visual entre living e área externa foi garantida com a aplicação de um único revestimento no piso, o travertino, que aguenta ficar exposto ao tempo. Além do concreto, outro elemento marcante da arquitetura é a madeira, que aparece principalmente nos pergolados. “Ao escolher o material, tivemos a ideia de oferecer aos moradores a sensação de estar num chalé na montanha”, diz Reinach.

Nelson Kon
casa-grandiosa-interiorO décor, com móveis de linhas retas e tons neutros, acompanha a linguagem arquitetônica moderna. A poltrona de couro Jangada (Loja Teo) é um clássico de Jean Gillon. Mesa de centro da Etel, banco de Arnaldo Danemberg e esquadrias de alumínio da Arteal.

Nelson Kon
casa-grandiosa-interiorO paisagismo foi elaborado pelo escritório Raul Pereira Arquitetos Associados.

Nelson Kon
casa-grandiosa-interiorNo home theater, mesa de centro da Atrium e tapete da Clatt.

Nelson Kon
casa-grandiosa-interiorOs moradores também podem assistir TV nesta sala, no andar de cima. No piso de baixo, na sala de jantar, mesa e cadeiras da Etel e pendente da Scandinavia Designs.

Nelson Kon
casa-grandiosa-interiorSobre o espelho d’água, escultura da artista plástica Lygia Reinach.

Nelson Kon
casa-grandiosa-interiorConfira a entrevista com o arquiteto:

Inspiração do dia: cozinha clara e moderna integrada aos ambientes

1-inspiracao-do-dia-cozinha-clara-e-moderna-integrada-aos-ambientesO morador deste apartamento enxuto em São Paulo é um jovem solteiro. Ele queria um projeto despojado e com personalidade. A arquiteta Barbara Dundes conseguiu tirar bom proveito do espaço da cozinha, com 6,34 metros quadrados. Os tons neutros predominam com a madeira clara e a cor cinza. O amarelo, cor vibrante, foi usado nas banquetas para trazer mais alegria e descontração ao ambiente. Uma das paredes foi pintada com tinta lousa com o mesmo objetivo. Sala, cozinha e lavanderia são integradas para um melhor aproveitamento do espaço. Os móveis em linhas simples e retas também ajudam a dar uma sensação de amplitude.Julia Ribeiro

 

Casa no Marrocos carrega mais de 400 anos de história

cj738_lifebylufe_11_e71dxsb

Vicent e Vanessa Bonnin (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)
Ao andar pelas ruelas estreitas da antiga medina de Fez, no Marrocos, a gente mal pode imaginar as belezas que se escondem por trás daquelas portinhas em meio a lojas multicoloridas. Fui visitar a jornalista e fotógrafa australiana Vanessa Bonnin e o francês Vincent Bonnin, renomado chef do riad Dar Roumana, um dos mais charmosos de lá. Eles nos convidaram para conhecer seu cantinho pessoal e nos mostraram como vivem no dia a dia. A casa deles é também um pequeno riad com cerca de 400 anos que ainda mostra belíssimos detalhes de sua arquitetura original. [Lufe Gomes/Life by Lufe]

Os riads são tradicionais na arquitetura árabe do antigo Marrocos. Eles têm sempre um pátio central cercado pelos cômodos. Geralmente ocupam dois ou três andares. (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)Os riads são tradicionais na arquitetura árabe do antigo Marrocos. Eles têm sempre um pátio central cercado pelos cômodos. Geralmente ocupam dois ou três andares. (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)

As belíssimas portas verdes são dos quartos do primeiro piso (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)As belíssimas portas verdes são dos quartos do primeiro piso (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)
O quarto do casal fica no segundo piso. Veja a delicadeza da pintura original de flores na porta (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)O quarto do casal fica no segundo piso. Veja a delicadeza da pintura original de flores na porta. Fiquei encantado com esses detalhes (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)
O pendente central é uma obra de arte composta de antigos bules de chá (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)O pendente central é uma obra de arte composta de antigos bules de chá (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)
Na foto, Vanessa brinca com Jack, um dos gatinhos da casa (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)Na foto, Vanessa brinca com Jack, um dos gatinhos da casa (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)
Os mosaicos e os chinelinhos de uso interno são “a cara” do mundo árabe (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)Os mosaicos e os chinelinhos de uso interno são “a cara” do mundo árabe (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)
A fonte d’água, toda em mosaico, fica em destaque, relembrando a cultura marroquina (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)A fonte d’água, toda em mosaico, fica em destaque, relembrando a cultura marroquina (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)
Vanessa e Vincent recolhem os tapetes durante o escaldante verão e os transformam em pufe. No gélido inverno, voltam a espalhá-los pela casa. (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)Vanessa e Vincent recolhem os tapetes durante o escaldante verão e os transformam em pufe. No gélido inverno, voltam a espalhá-los pela casa. (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)
Detalhes da cadeira e do ramo de verbena que Vincent adquiriu na feira, no meio da medina, quando nos convidou para acompanhá-lo às compras para o jantar. A verbena é usada no tradicional chá marroquino. Quem me acompanhou nessa visita e me apresentou ao casal foi o fotógrafo Alexandre Disaro, do @viveraviagem (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)Detalhes da cadeira e do ramo de verbena que Vincent adquiriu na feira, no meio da medina, quando nos convidou para acompanhá-lo às compras para o jantar. A verbena é usada no tradicional chá marroquino. Quem me acompanhou nessa visita e me apresentou ao casal foi o fotógrafo Alexandre Disaro, do @viveraviagem (Foto: Lufe Gomes/Life by Lufe)

Visita guiada: mix de elementos originais e contemporâneos em apê dos anos 70

01-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70

Foram os ambientes amplos e a localização no bairro dos Jardins, em São Paulo, que encantou um casal de brasileiros que vive nos Estados Unidos e sonhava em ter uma casa na cidade para as visitas ao Brasil.

Maíra Acayaba
02-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70

O desafio para o escritório Tria Arquitetura foi atualizar o apartamento dos anos 70 adaptando-o ao estilo de vida dos novos moradores sem esconder a sua identidade original.

Maíra Acayaba
03-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70

As arquitetas Sarah Bonanno e Marina Cardoso de Almeida fizeram pequenas modificações na planta de 165 metros quadrados: criaram um lavabo ao diminuir a despensa e aumentaram o banheiro do casal reduzindo a área de serviço.

Maíra Acayaba
04-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70

Os revestimentos cerâmicos foram trocados por novos, trazendo um ar contemporâneo ao projeto – o piso de tacos de madeira foi preservado.

Maíra Acayaba
05-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70

Os moradores queriam que a cozinha permanecesse fechada e, se possível, com o acesso disfarçado. Assim, as profissionais criaram um grande painel como hall interno do apartamento.

Maíra Acayaba
06-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70

Revestida de madeira ripada, a área conta com quatro portas “invisíveis”: uma para a entrada, uma para a cozinha, uma para o lavabo e a última para o corredor íntimo. Como formavam um pórtico para o hall, as vigas e pilares descobertos durante a obra foram mantidos em seu estado natural.

Maíra Acayaba
07-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70

As paredes brancas funcionam como pano de fundo para várias obras de arte, colecionadas durante viagens do casal.

Maíra Acayaba
08-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70

O buffet da sala de jantar, de linhas retas, foi desenhado pelas arquitetas e ganhou revestimento com azulejos que remetem ao modernismo brasileiro.

Maíra Acayaba
09-elementos-originais-e-contemporaneos-se-misturam-em-ape-dos-anos-70