Brasileira Camila Coelho assina linha de batons para a Lancôme

YouTuber de sucesso, ela é a primeira influenciadora a lançar produtos de maquiagem cocriados com a marca francesa

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A brasileira Camila Coelho, primeira influencer a assinar uma linha de produtos de maquiagem com a Lancôme Foto: Lancôme/Divulgação

Com 7.3 milhões de seguidores no Instagram e YouTuber de sucesso, a brasileira Camila Coelho é a primeira influencer do mundo a assinar uma linha de produtos de maquiagem para a Lancôme. Intitulada L’Absolu Rouge (“o vermelho absoluto”), conta com dez variedade de batons. Com o topo do bastão em forma de boca, a cartela de cores da linha abrange nudes, pinks e vermelhos em versões matte e cremosas. Eles custarão em torno de 32 dólares (aproximadamente R$ 128) e serão lançados em setembro nas lojas físicas e online da rede Sephora dos Estados Unidos e no lancome-usa.com. Não há previsão para chegada dos produtos em outros países, incluindo o Brasil.

A ideia do projeto surgiu quase aleatoriamente durante uma viagem, quando uma pessoa da equipe da Lancôme perguntou a Camila que tipo de produto ela lançaria com uma marca. “Eu disse que faria batons porque são meus produtos favoritos”, conta ao WWD. Ela ficou especialmente empolgada com o desenvolvimento da sua linha. “Ver os laboratórios e tudo que acontece ali, não que eu não imaginasse a grandeza e todos os detalhes, mas fiquei mais apaixonada pelo processo quando eu pude vivê-lo”, declara.

Os nomes dos produtos refletem as experiências globais de Camila, que se mudou para os EUA aos 14 anos, trabalhou num corner de maquiagem da Dior numa loja da Macy’s e mantém dois canais diferentes no YouTube, um em português e outro em inglês, e hoije viaja o mundo a trabalho. Entre os produtos há o batom Copacabana, o Ipanema e o Carioca. “Também usei Parisian Nude porque amo Paris e acho nude muito chique e muito Paris, mas a maior parte deles foi inspirada no Brasil”, afirma.

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O que é ‘essence’ e por que ela é mais importante do que hidratante?

Produto que integra rotina de beleza das mulheres orientais ganha impulso no mercado norte-americano
Andrea Cheng – The New York Times

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A partir da esquerda, as ‘essences’ da Estée Lauder, La Prairie, Fresh, Tatcha, SK-II e Missha Foto: Eric Helgas/The New York Times

Ela tem sido chamada de “água milagrosa”, mas uma essence – o produto de beleza que é considerado um passo vital nas rotinas de cuidados com a pele por coreanas e japonesas – não é água.

Também não é um tonificante, sérum ou hidratante. Um amálgama de todos os itens acima, esta combinação provocou elogios e ceticismo desde que entrou no mercado de beleza dos EUA a partir da Ásia, cerca de sete anos atrás.

Victoria Tsai, a fundadora taiwanesa-americana da Tatcha, uma marca japonesa de produtos para a pele, era uma dessas pessoas céticas, recusando-se a acrescentar uma essence quando a marca foi introduzida em 2009.

“Nossos cientistas queriam fazer uma essence, mas eu não conseguia entender como isso melhoraria os benefícios de nossos cuidados com a pele”, disse Tsai. “Sou uma mãe, tenho um orçamento. Qualquer coisa que dê um passo extra ou que custe dinheiro a mais não me parece atraente”, diz.

Mas ao longo de sete anos, os cientistas da Tatcha formularam uma essenceem segredo, testando mais de 200 cepas de leveduras e aperfeiçoando o processo de fermentação dos componentes Hadasei-3, uma mistura de algas de Okinawa, arroz Akita e chá verde Uji, para produzir um potente preparado de aminoácidos.

“Parecia água, mas era transformadora”, disse Tsai. “Minha pele ficou super macia e tenra, e quando vimos nossos resultados clínicos – como ela instantaneamente aumentou a hidratação da pele – isso confirmou minha experiência”.

Como funciona
Uma essence é aplicada no rosto limpo, preparando a pele para absorver efetivamente produtos subsequentes, como sérum e hidratante. Ni’Kita Wilson, química de cosméticos que é vice-presidente de vendas e inovação da Aware Products, compara o papel da essence à preparação do solo do jardim, antes de regá-lo.

“Se você regar o solo afofado, ela pode fluir para o fundo, mas se ele estiver firme e compacto, o que você colocar por cima vai ficar lá mesmo”, disse ela. “Não conseguimos perceber que, para que os ingredientes fluam facilmente através das camadas da pele, você precisa de hidratação e de que a sua pele esteja preparada.”

Tsai recomenda aplicar o correspondente ao que cabe na palma da mão e pressionar levemente direto na pele. “Minha pele aos 40 anos parece melhor do que quando eu tinha 20 anos”, diz ela. “Se pudesse tomar banho na essence, eu o faria.”

Como as essences foram concebidas
É difícil identificar seu primeiro uso ou sua origem, mas a documentação no Japão pode vir do Miyakofuzoku Kewaiden, um guia centenário, de 1813, sobre rituais de beleza de gueixas. “Há referências a águas de beleza, que eram feitas de extratos de plantas obtidos por alquimia ou a partir de um sistema de cocção de chá”, fala Tsai.

Em 1897, a Shiseido se tornou a primeira marca japonesa a trazer uma essencepara o mercado com a Eudermine, ou Shiseido’s Red Water, e levou à onipresença de essences de marca em toda a Ásia. “Minha mãe a usou quando eu era pequena, e minha avó a usou quando minha mãe era pequena”, conta Nicole Takahashi, fundadora do blog de beleza japonês Beau Tea Time, em Tóquio. “Faz parte do nosso ritual de cuidados com a pele há muito tempo. Não existe uma marca japonesa de produtos para a pele que não tenha uma essence.”

As essences no Japão, ao que parece, são chamadas de loções, enquanto os séruns são referidos como essences – terminologia que contribuiu para a confusão sobre o que é exatamente uma essence nos Estados Unidos.

Por que elas são novas nos Estados Unidos
Embora elas sejam tão profundamente enraizadas em regimes de beleza asiáticos, as essences têm sido lentamente adotadas nos EUA, o que tem muito a ver com a rotina típica de limpeza americana: direto a água e sabonete, em vez de um limpador oleoso para dissolver maquiagem.

“Tonificantes com bastante álcool foram inventados para remover os últimos vestígios de maquiagem que seu sabonete deixou para trás”, disse Tsai. “Por causa do álcool, você sente o efeito refrescante, a sensação de enrijecimento e então aplica um rico hidratante com muito óleo e cera. Como isso funciona como o passo final, se você não hidratar a pele primeiro, não há muito para se selar”.

Some-se a isso um certo grau de masoquismo na beleza americana – se não estiver queimando ou ardendo, não está funcionando. Não é difícil ver por que um fluido aquoso, por mais benéfico que seja, possa parecer supérfluo. “Na Ásia, você jamais remove a pele”, disse Tsai. “Você a nutre com micronutrientes e a sela com um hidratante leve – o que é muito mais próximo de seu equilíbrio natural.”

“Nos Estados Unidos”, ela acrescenta, “as mulheres gostam de ver sua pele ligeiramente ferida porque parece que elas agiram. É uma abordagem bastante agressiva”.

Mas o boom da beleza K (coreana), e o aumento do interesse pela beleza J (japonesa) vem mudando esse pensamento, estimulando uma demanda das marcas globais por essences.

A Estée Lauder lançou sua Loção de Tratamento Ativador de Pele Micro Essence em 2014, La Prairie lançou sua Skin Caviar Essence-in-Lotion em 2016, e a marca coreana Missha reformulou seu best-seller First Treatment Essence Intensive para incluir ingredientes hidratantes, como a cevada roxa do Himalaia, em 2017.

A Fresh, uma marca de beleza natural, apresentou este ano a sua essence de tratamento facial Black Tea Kombucha.

Eles valem o que custam?
Leves em peso e de rápida absorção, as essences variam de textura (de consistência aquosa a viscosa) e objetivos, com algumas criadas para visar uma preocupação específica, como vitamina C para uniformizar o tom da pele, niacinamida e peptídeos para combater os sinais de envelhecimento ou os alfa-hidroxi ou beta-hidroxi-ácido (AHAs e BHAs) para remover células mortas da pele.

Os preços podem ser altos, por isso é melhor evitar o teor alcoólico e, para maior valor, procurar uma alta concentração de ingredientes ativos. Wilson acredita que vale a pena: “Você ganhará mais dinheiro se preparar a pele primeiro. Você verá mais benefícios com seus produtos se estiver usando uma essence.”

Joshua Zeichner, diretor de pesquisa clínica e cosmética do Hospital Mount Sinai, concorda que “a espinha dorsal de qualquer regime de cuidados com a pele é garantir que a barreira da pele esteja funcionando de forma ideal”.

“Usar a essence apropriada para o seu tipo de pele é uma maneira de hidratar a pele e prepará-la para o resto da sua rotina de cuidados com a pele”, afirma.

Os convertidos de beleza acreditam nisso. Tsai diz que a essence Tatcha se esgotou constantemente desde a sua introdução em 2017. Kazumi Toyama, gerente sênior global de comunicações científicas da SK-II, disse que mais de 20 milhões de garrafas da Essence Facial Treatment foram vendidas desde seu lançamento em 1980.

“Para mim”, fala Tsai, “é a melhor coisa a se fazer para mudar o jogo e o mais gentil que você pode fazer pela sua pele”. // Tradução de Claudia Bozzo

Chanel lança sua primeira linha de maquiagem para homens

Batizada de Boy de Chanel, coleção chega ao Brasil em 2019

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Nome da linha é uma homenagem a Boy Capel, namorado de Coco Chanel Foto: Chanel/Divulgação

Para Coco Chanel, beleza nunca foi uma questão de gênero, mas sim de estilo. E a marca acaba de reafirmar o legado de sua criadora, lançando uma linha de maquiagem masculina. Batizada de Boy de Chanel, uma homenagem a Boy Capel, namorado de Coco, a coleção será lançada em setembro na Coréia do Sul e chega ao Brasil em 2019, quando será vendida exclusivamente no e-commerce da grife.

“Preto e branco. Luz e sombra. Assim como Gabrielle Chanel pegava emprestado elementos do guarda-roupa masculino para vestir as mulheres, a Chanel se inspira no mundo feminino para escrever um novo capítulo da estética dos homens”, explica a marca. “Linhas, cores, atitudes, gestos … Não há nada absolutamente feminino ou masculino: o estilo sozinho define a pessoa que desejamos ser.”

A coleção é composta de três itens: uma base de cobertura leve, com FPS 25 e ácido hialurônico, disponível em quatro tons, um lip balm que promete oito horas de hidratação e um lápis de sobrancelha a prova d’água, em quatro cores diferentes. “Textura com uso instintivo, fórmulas imperceptíveis e de longa duração, que proporcionam um acabamento natural. Três itens de maquiagem que irão aumentar sua autoestima que de maneira perfeita e invisível irão minimizar imperfeições”, diz a Chanel em release.

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Linha de maquiagem masculina da Chanel chega ao Brasil em 2019 Foto: DIvulgação/Chanel

Chinesa e barata, maquiagem muda 25 de Março

Com ajuda de blogueiros, cosméticos passam a representar 40% das vendas da rua
Heloísa Negrão

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A micro-influenciadora Gabi Leal, 24, tem 151 mil seguidores no Instagram e 103 mil no YouTube. Ela fala sobre compras na 25 de Março, Brás e Paraguai. Bruno Santos/Folhapress

SÃO PAULO – Uma marca de cosméticos fundada na Rússia ainda no período soviético e à venda em mais de 13 países viu o Brasil se transformar em seu principal mercado consumidor nos últimos dois anos graças à vaidade da classe C.

Em 2016, a base Ruby Rose foi descoberta por blogueiros e youtubers “especializados” em produtos acessíveis. Os vídeos viralizaram na internet, levando muitas consumidoras à rua 25 de Março em busca da tal base de R$ 6 e que “cobria tudo”.
“Há dois anos, vinha um contêiner por mês. Hoje são dez ou mais”, diz Cleide Lopes, gerente de marketing.
A reportagem apurou que, dependendo do tamanho do contêiner, é possível trazer de 160 mil a 320 mil peças. Ou seja, mensalmente, chegam ao Brasil vindos da China mais de 3 milhões de produtos Ruby Rose, que são espalhados pelas perfumarias do país.

Parte está na 25 de Março, onde a Ruby Rose chegou em 2012 com kits de sombra e batom. Hoje são 500 produtos e lançamentos semanais.

“No começo, a marca se vendia sozinha, pelo preço”, afirma Cleide, contratada há um ano e meio para criar a área de marketing da empresa, que está presente em 13 países.

Hoje, a principal ação de marketing da Ruby Rose é com a influencer  Mari Maria, contratada pela marca —o valor não é revelado. A maquiadora diz que conheceu a marca em uma feira e começou a usar. “Gosto de mostrar que makes mais acessíveis podem proporcionar os mesmos resultados que makes mais caras”, diz.

Cleide conta que após os primeiros vídeos da Mari Maria, os estoques da base esgotaram. “Só depois a gente foi atrás dela, para fechar uma parceria”, diz.

O crescimento vivido pela Ruby Rose reflete a revolução que o Instagram e o YouTube causaram no setor de cosméticos —e na 25 de Março.

Enquanto modelos e atrizes desfilam com maquiagens leves, as celebridades das redes sociais transformaram os looks carregados das suas selfies e vídeos em tendência. E essa moda  vende: para alcançar esse visual, as milhares de seguidores compram sem parar pincéis, bases e iluminadores. Em 2017, segundo dados da Euromonitor, o segmento de maquiagem vendeu R$ 8,3 bilhões no Brasil.

A redução da burocracia da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para o cadastro de produtos também facilitou a importação.

Em 2006, o órgão instituiu o cadastro via internet para cosméticos isentos de registro (no qual as maquiagens se enquadram). Segundo a Anvisa, “a isenção de registro para várias categorias de produtos cosméticos vem sendo ampliada gradativamente conforme o baixo risco sanitário dos produtos”. O órgão ressalta que as marcas ainda devem seguir as normas sanitárias.

No último ano, cinco lojas grandes de cosméticos abriram na 25 de Março. Já os antigos estabelecimentos de bijuteria, bolsas, lingerie e até de acessórios para celular arrumaram espaço para blushes e batons.

Segundo a Univinco  (União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências), hoje as maquiagens representam cerca de 40% do que é vendido na região.

“Esse movimento chamou a minha atenção quando vi um balanço de novos displays da Kiss NY e cinco desses estabelecimentos estavam registrados como lojas de acessórios para celulares”, afirma Celso Hideki Nakahara, gerente de vendas da Kiss NY no Brasil.

No Brasil, a americana Kiss NY é líder em cílios postiços e em 2017 registrou crescimento de 136% nas vendas. “O aumento na venda dos cílios postiços é representativo. Significa que a mulher está fazendo todos os passos da maquiagem.”

Tendo em vista o crescimento do segmento, há dois anos a marca trouxe sua linha de maquiagem. Hoje são 600 itens disponíveis no Brasil. Na região da 25 de Março, a Kiss NY está entre as maquiagens mais caras, competindo em preço com a brasileira Vult.

O sucesso das makes fez empresários da região investirem em marcas próprias.

No fundo de uma galeria em frente ao metrô, a loja Mauro Bijuterias ostenta sua marca de maquiagem (importada da China), a Belle Angel.

O proprietário, Mauro Souza, há 15 anos na 25 de Março, começou importando menos de dez itens há cinco anos. Hoje são mais de 40 —um contêiner a cada 40 dias.

“Comecei com maquiagem, quando vi que bijuteria já não rendia tanto”, afirma.

A Belle Angel tem um dos preços mais competitivos da região: o lápis de olho custa R$ 1,70. Souza afirma que os produtos passaram pela Anvisa e que conta com o aval de um engenheiro químico.

“E eu também peço para a minha filha e para as meninas da loja testarem [os produtos antes de aprovar na fábrica]”, afirma. O método para conseguir vender tão barato, ele diz ser o seu segredo. Na loja, só se paga com dinheiro, nada de cartão de crédito ou débito.

Além da Belle Angel, a Mauro Bijuterias vende outras marcas, como Luisance, Playboy, Fenzza e Jasmyne, todas “made in China”. Ao lado delas, estão velhas conhecidas das perfumarias brasileiras, como MaxLove, Dailus e Vult.

A Vult foi comprada em 2017 pelo Grupo Boticário, que vê na marca uma maneira de ampliar a presença na classe C.

A Dailus é uma das poucas com produção nacional e que conseguem manter os preços acessíveis. “A tecnologia vem de fora, mas os produtos são feitos no Brasil”, diz Carlos Antoneli, diretor de operações.

Segundo o executivo, o segredo é ter uma operação bastante enxuta e eficiente para conseguir manter os preços atraentes e boa qualidade. “A consumidora de baixa renda também pode ter acesso a substâncias premiuns.”

A Ruby Rose vai pelo mesmo caminho. Recentemente lançou uma linha de cuidados para a pele. Foi a primeira experiência da marca com as fábricas brasileiras –que não se mostrou simples.

“Além do custo, foi muito difícil encontrar fábricas que entregassem quantidade e preço. Isso a gente consegue mais fácil na China”, afirma Cleide.

A Ruby Rose quer transferir toda a produção para o Brasil, para agilizar a logística. Hoje, cada produto demora até três meses para chegar aos portos brasileiros vindos da China.

Mauro Souza, da Belle Angel, diz já ter sete produtos sendo feitos em fábricas nacionais. A ideia é aumentar o giro de venda entre as importações. “Com a fábrica aqui, em 22 dias o produto está na loja.

Passei 24h com @rubyrose_oficial ❤️ tem vídeo completo no canal 😵

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‘Oi, meninas’

Venda de maquiagem no Brasil é impulsionada por tutoriais da internet, diz Euromonitor

R$ 8,3 bilhões 
foi o valor da venda de maquiagem no Brasil em 2017

R$ 8.000
é o custo de um post no Instagram da influencer Niina Secrets  (3,2 milhões de seguidores)

R$ 6.000
é o custo de um post no Instagram da maquiadora e blogueira Alice Salazar  (1,5 milhão de seguidores)

R$ 300
é o custo de um post no Instagram da microinfluenciadora Gabi Leal (150 mil de seguidores)

Fonte: Euromonitor e mídia  kit das influenciadoras

Pesquisa aponta Brasil como segundo maior país em buscas sobre beleza

Análise do Google mostra que 70% das pessoas se informam sobre cosméticos na internet antes de consumir os produtos

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Entre os entrevistados, 20% acreditam que a internet é fundamental para se manterem atualizados sobre os lançamentos de beleza Foto: kaboompics/pixabay

Os brasileiros são grandes amantes do universo da beleza. Uma prova disso é a nova pesquisa do Google, que constatou que o Brasil é o segundo colocado no ranking dos que mais buscam se informar sobre beleza no Google e no YouTube, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (a China não foi considerada na pesquisa, já que muitos dos serviços do Google não funcionam ali).

A pesquisa também revela que o principal interesse dos internautas brasileiros é por cuidados com cabelo, que representa 48,2% do total. Nos últimos três anos, a procura pelo assunto aumentou nada menos que 22%. A maquiagem é o segundo foco de dúvidas, com 26,4% do volume total das buscas, seguida por cuidados com a pele, perfumes e unhas.

O Google considerou dados internos dos sites além de realizar três enquetes com 2.500 brasileiros com mais de 18 anos. Os resultados também chamaram atenção para a relação entre consumo e as buscas. Entre os perfis avaliados, 70% se informa sobre cosméticos na internet antes de usar um produto e 20% afirmaram acreditar que a rede é fundamental para ficar por dentro dos lançamentos. Quatro de cada 10 consumidores que compram produtos online utilizam Google e o YouTube para se informar sobre as novidades.

Beauty Week oferece serviços em salões renomados a partir de R$60

Evento ocorre entre os dias 20 de agosto e 2 de setembro em seis cidades do Brasil

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O Laces and Hair é um dos salões participantes do evento Foto: Beauty Week/Divulgação

Já teve a curiosidade de como deve ser frequentar os salões de beleza mais badalados da sua cidade? Então essa é a hora. Entre os dias 20 de agosto e 2 de setembro ocorre a 9ª edição da Beauty Week, evento que oferece pacotes com preço fixo entre R$60 e R$390.

Neste ano, são seis cidades participantes (São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Curitiba, Belo Horizonte e Salvador) e mais de 150 estabelecimentos, entre eles salões como MG Hair, C.Kamura, Laces and Hair e Jacques Janine.

Um serviço de manicure, pedicure e sobrancelhas no Mega Beuaty Center, em Curitiba, sai por R$60. Nas cidades do estado de São Paulo, os pacotes mais baratos custam R$80. Um tratamento a base de proteínas e óleo de coco orgânico no Laces and Hair pode ser adquirido por R$160 e o combo de penteado, maquiagem com cílios positiços e manicure no C. Kamura Express custa R$390.

Todos os preços dos pacotes e salões participantes estão disponíveis no sitedo evento.

Drew Barrymore posa sem maquiagem e ganha elogios dos fãs: “Feliz e seguindo conselhos dos mais sábios”

Atriz de 43 anos disse estar em momento da vida no qual “paz é prioridade e negatividade não pode existir”

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A atriz Drew Barrymore em uma foto sem maquiagem (Foto: Instagram)

A atriz Drew Barrymore surpreendeu seus seguidores nas redes sociais ao compartilhar no Instagram uma selfie na qual aparece sem maquiagem. Por conta do registro, a celebridade de 43 anos foi bastante elogiada por seus fãs. Na legenda da imagem, a estrela hollywoodiana escreveu: “Feliz e seguindo conselhos dos mais sábios. De alguma forma as coisas estão sendo colocadas em prática”.

“Beleza natural!”, elogiou uma pessoa no espaço de comentários da imagem. “É impossível esconder felicidade”, afirmou outra. “Você fica ainda mais especial sem maquiagem”, disse uma terceira. “Eu amo essa beleza natural”, escreveu mais alguém.

Algumas horas antes de compartilhar a foto sem maquiagem, a atriz havia publicado também no Instagram uma frase tirada de uma matéria sobre ela presente na mais recente edição da versão americana da revista Vogue: “Ela está em um momento em sua vida no qual paz é sua prioridade e negatividade não pode existir”.

Hoje também uma das produtoras mais bem sucedidas de Hollywood e mãe de duas garotinhas, Berry deu início à sua carreira na indústria do entretenimento ainda criança. Durante a adolescência e o início da vida adulta, ela teve vários problemas já superados com vícios em drogas e álcool. As duas filhas da atriz são fruto de seu casamento de quatro anos com o designer e empresário Will Kopelman, com quem ela esteve entre 2012 e 2016. Apesar do término, os dois dizem criar as garotinhas de forma amigável e saudável.