Coradinho saudável: maquiadores dão a dica dos melhores blushes para quem não quer parecer maquiada

Para quem não abre mão do blush mas não quer um resultado pesado ou chamativo, 4 maquiadores dão dicas de tons e aplicações que dão o tão procurado corado saudável.
MARIANA INBAR (@MARIANA_INBAR)

Marina Ruy Barbosa para Vogue Brasil (Foto: Zee Nunes)

Entre tantos efeitos tão buscados por quem não abre mão de se maquiar – como cílios volumosos, contorno que engana os olhos ou o lápis branco que abre o olhar – o “coradinho saudável” é dos mais unânimes. Isso porque não exige muita experiência e funciona com absolutamente tudo, agradando das mais discretas às de personalidade mais extravagante (que veem no blush suave o par perfeito para um batom de tom gritante ou olhos animados).

O blush de efeito natural, que dá apenas um aspecto de saúde ou, como tantas gostam de descrever, o rubor de quem acabou de dar uma longa caminhada, pode ser pêssego, rosa, bronze ou até vermelho. Vale apostar nos em pó em cores clássicas ou, entre os favoritos dos maquiadores, versões cremosas, que aliam a cor ao efeito viçoso. Para quem quer um visual monocromático e um necessaire mais compacto, a dica de usar o próprio batom como blush também bale.

Aqui, você confere dicas de maquiadores para quem está em busca do efeito corado natural, bem alinhado à tendência da beleza wellness ou ainda para contrabalançar um make mais animado. Seja qual for a sua onda, há boas dicas para todas:

Rodrigo Costa
O maquiador aposta no clássico Orgasm, da Nars, aplicado com um pincel bem fofo chanfrado. Já para peles negras, seu favorito para um corado natural é o blush Amour, da mesma marca. Para quem prefere blushes cremosos, Rodrigo indica as paletas Beauty Signature Set, da RMS: “Uso muito!”, finaliza.

1. Blush Orgasm, da Nars, 2. Blush Amour, da Nars, 3. Paleta Beauty Signature Set, da RMS em Mod, 4. Paleta Beauty Signature Set, da RMS, em Pop (Foto: Divulgação)
1. Blush Orgasm, da Nars, 2. Blush Amour, da Nars, 3. Paleta Beauty Signature Set, da RMS em Mod, 4. Paleta Beauty Signature Set, da RMS, em Pop (Foto: Divulgação)

Laura Peres
A maquiadora dá a dica de usar batons como blushes, seguindo a linha dos produtos multiuso: “É mais fácil não errar quando você segue uma tonalidade só”, explica. Para um resultado jovem e fresh, ela sugere aplicar o blush no alto das maçãs do rosto, quase abaixo dos olhos. Suas dicas são o batom Dior Addict Lip Glow na cor Raspberry e o batom Lip Butter, da Vult, na cor Fun. “Para tonalidades de peles mais escuras, amo o Cream Color Base na M.A.C. na cor Impropper Copper”, segue Laura, que prefere aplicar os produtos com os dedos para um acabamento mais natural.

1. Cream Color Base, da M.A.C. Cosmetics, na cor Improper Copper, 2. Dior Addict Lip Glow na cor Raspberry, 3. Batom Lip Butter da Vult na cor Fun (Foto: Divulgação)
1. Cream Color Base, da M.A.C. Cosmetics, na cor Improper Copper, 2. Dior Addict Lip Glow na cor Raspberry, 3. Batom Lip Butter da Vult na cor Fun (Foto: Divulgação)

Daniel Hernandez
O maquiador elege duas cores para quem não abre mão do “coradinho que vem de dentro”: o blush cremoso da Makeup Forever na cor 215 e o blush em bastão da Vult na cor 3. Para o maquiador, as cores são bem naturais, e dão o efeito corado num tom de rosa que passa longe da fantasia. Ele indica espalhar com o próprio dedo ou um pincel duo fiber: “O lugar certo para aplicar esse tipo de blush é na maçã alta – do pomete em direção ao nariz, não é nas laterais. Seu intuito é deixar um aspecto saudável, de bochechinha rosada mesmo, nada de marcar!”, ensina.

1. Blush cremoso Makeup Forever na cor 215, 2. Blush em bastão Vult na cor 3. (Foto: Divulgação)
1. Blush cremoso Makeup Forever na cor 215, 2. Blush em bastão Vult na cor 3. (Foto: Divulgação)

Vanessa Rozan
O blush em bastão número 3 da Vult também é o favorito da maquiadora para uma beleza natural, levinha: “A cor parece que vem de dentro”, ela explica sobre o tom. Sua dica é aplicar em batidinhas. Caso você erre a dose, pode passar um pincel “sujinho de base para apagar a cor de leve”, ensina Vanessa.

O blush em bastão Vult na cor 3. (Foto: Divulgação)
O blush em bastão Vult na cor 3. (Foto: Divulgação)
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Água da beleza? Conheça a primeira bebida à base de retinol

A californiana Dirty Lemon trouxe pela primeira vez o ingrediente em formato de infusão
SOFIA FERREIRA (@SOFIACSF)

Dirty Lemon lança pela primeira vez uma bebida à base de skincare (Foto: Reprodução Instagram )

Se você ama skincare, com certeza já ouviu falar sobre Retinol. Superpotente e funcional, ele foi um dos principais ingredientes usados nos primeiros lançamentos de produtos de cuidados com a pele – no início dos anos 40 – com funções de minimizar a aparência de linhas de expressão e uniformizar tons, diminuindo manchas de melasma, por exemplo. Desde então, o ingrediente invadiu as prateleiras de beleza mundo afora e apareceu em incontáveis versões, de séruns superconcentrados a óleos hidratantes.

Porém, para quem pensava que o Retinol já havia sido explorado em todas as fórmulas e concentrações possíveis, a californiana Dirty Lemon, marca especializada em criar águas com ingredientes inusitados de beleza (leia-se ginseng, colágeno, carvão mineral, valeriana e outros), surpreendeu: ela acaba de lançar a primeira versão do ingrediente em bebida. A ideia realmente faz sentido, já que o retinol, ativo derivado da vitamina A, estimula os fibroblastos, que são células encontradas nos tecidos conjuntivos do corpo e que produzem colágeno e outras células saudáveis, e quando ingerido, é muito mais absorvido pelo corpo.

A promessa é que a bebida ajudará a reduzir linhas finas, trará mais elasticidade à pele e reduzirá vermelhidões e inflamações. As garrafas serão vendidas em embalagens com seis unidades pelo e-commerce da marca, a US$ 65 dólares. 

As embalagens serão vendidas a US$ 65 dólares, com seis garrafas, pelo e-commerce da marca (Foto: Reprodução )
As embalagens serão vendidas a US$ 65 dólares, com seis garrafas, pelo e-commerce da marca (Foto: Reprodução )

Clínicas vendem protocolo ‘Kardashian’ de transfusão que rejuvenesce sem eficácia

Tratamento com plasma rico em plaquetas envolve riscos de infecções, dizem entidades
Cláudia Collucci

Kim Kardashian deu fama ao microagulhamento. Clínicas de estética estão oferecendo procedimentos que envolvem a aplicação de plasma (parte líquida do sangue) com a promessa de rejuvenescimento

Clínicas de estética brasileiras estão oferecendo procedimentos de transfusão de plasma (parte líquida do sangue) com a promessa de rejuvenescimento. A prática não tem evidência científica de eficácia, envolve riscos de infecções e não é aprovada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).

Nesta semana, a ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular) encaminhou denúncia sobre assunto ao Ministério Público Federal, à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e ao CFM.

Segundo a representação, mais de cem profissionais e estabelecimentos estão aplicando o PRP (Plasma Rico em Plaquetas) em procedimentos estéticos anunciados em redes sociais como “protocolo Kim Kardashian ou “Facelift de Vampiro”.

Usado por celebridades como Kim Kardashian, o procedimento consiste em retirar o sangue da pessoa, centrifugá-lo, extrair o plasma e injetar este plasma de volta na pessoa, no caso, no rosto.

“Virou moda nos EUA e agora está crescendo no Brasil. Estão fazendo lifting, coisas estéticas e chamando isso de PRP. Além de charlatanismo, trazem riscos às pessoas”, diz José Francisco Marques Júnior, vice-presidente da ABHH.

Recentemente, a FDA (agência responsável pela liberação de alimentos e medicamentos nos EUA) alertou sobre os riscos apresentados pelas terapias de rejuvenescimento com plasma, que, além de não ter evidência de eficácia, podem levar a infecções, alergias, problemas respiratórios e complicações cardiovasculares.

Segundo a FDA, o PRP só é permitido a pacientes com condições específicas, tratados em centros que cumprem as regulamentações e supervisionados por médicos.

Há poucos estudos de qualidade sobre como o PRP funciona na área da estética. Um deles, publicado na revista Journal of Plastic and Reconstructive Surgery, diz que o plasma do sangue extraído por centrifugação leva à liberação de níveis significativos de fatores ligados ao crescimento, que podem promover o aumento do colágeno e ajudar na cicatrização de tecidos.

No Brasil, o imbróglio envolvendo o PRP se arrasta desde 2015. Naquele ano, o CFM decidiu que o uso deveria ser experimental e no tratamento de algumas doenças, como as musculoesqueléticas —portanto, sem fins comerciais.

“Apesar dos resultados promissores em trabalhos científicos, falta ainda comprovação dos possíveis efeitos terapêuticos nas diversas doenças anunciadas”, diz um trecho da resolução do CFM.

Porém, mesmo vetada na prática clínica, a terapia é largamente adotada na ortopedista no tratamento de fraturas, lesões de tendões, de músculo e de cartilagem.

Em países como a Espanha, o PRP é liberado. No mês passado, o atacante Neymar, do Paris Saint-Germain, foi submetido ao procedimento, em Barcelona, para tratar de uma lesão no pé direito.

Segundo um ortopedista paulistano que pediu para não se identificar por temer represálias do CFM, no futebol brasileiro há vários jogadores tratados com PRP.

Ele conta que pelo menos 20 pacientes já passaram pelo procedimento e relatam melhoria do sintomas. Entre eles, um empresário com lesão de ligamento de tornozelo e uma aposentada com problemas de artrose. O tratamento não é coberto pelos planos de saúde nem pelo SUS.

Ao mesmo tempo, o CFO (Conselho Federal de Odontologia) permite o uso do PRP pelos dentistas. Resolução também de 2015 liberou a utilização de “agregados plaquetários autólogos” (na prática, PRP e fibrina, um subproduto do primeiro).

Entre outras finalidades, o procedimento é usado para acelerar a cicatrização e a regeneração óssea resultantes de procedimentos cirúrgicos.

Na representação encaminhada ao MPF, a associação de hematologia e hemoterapia diz que há dentistas que, amparados na resolução do CFO, têm realizado procedimentos estéticos ilegais.

Na internet, a Folha encontrou ao menos dez clínicas no Brasil em que o tratamento é oferecido por centros de reabilitaçāo oral e estética por preços que chegam a R$ 9.000.

“O CFO também é contra essa má prática, esse abuso. Nesse ponto, estamos juntos. Há um risco sanitário enorme”, diz Marques Júnior.

Segundo ele, em agosto passado, quatro pessoas contraíram hepatite C em Brasília em um tratamento também não reconhecido pela CFM chamado de auto-hemoterapia fracionada, que consiste na aplicação intramuscular do plasma do próprio paciente.

“Devem ter trocado o sangue de um paciente pelo o de outro. Tanto nesse procedimento como no PRP não há uma certificação de que o produto seja de boa qualidade e que os locais tenham boas práticas de produção e de como evitar contaminação.”

Em nota, a Anvisa diz que indicação terapêutica para uso de determinados produtos ou procedimentos por parte dos profissionais da área da saúde não compete à Anvisa, mas, sim, aos conselhos de classe.

Afirma ainda que no ano passado, em evento com a sociedade científica, pesquisadores, conselhos profissionais e reguladores internacionais, definiu a necessidade de regulação da produção do PRP em normativa especifica, que deve ser discutida neste ano.

“Todos esses passos serão divulgados à sociedade tão logo estejam concluídos, bem como os resultados dos estudos técnicos que foram contratados pela Anvisa”, diz.

Pat McGrath Labs aterrissa em Londres

Coleção de maquiagem de Pat McGrath começará a ser vendida

Pat McGrath Labs desembarca em Londres no próximo mês

A marca de maquiagem de Pat McGrath dá seu primeiro passo rumo à dominação mundial: quatro anos após seu primeiro lançamento e dois anos após firmar-se como marca permanente com distribuição apenas nos Estados Unidos, a Pat McGrath Labs desembarca em Londres no próximo mês.

A estreia está marcada para 04.04 na Selfridges, famosa loja de departamentos londrina, que vai dedicar todas as suas 24 vitrines para o début, que vem marcado pelo evento A Technicolour Odyssey – segundo McGrath, “uma extravagança experimental” que vai incluir ainda uma pop-up shop store da Mothership (como ela chama seus pontos de venda), o site da multimarcas e collabs com marcas como Prada, Comme des Garçons, Versace, Valentino e Manolo Blahnik. A curadoria das peças de cada label é assinada pela própria maquiadora, que define o evento como a “reimaginação do que o comércio de maquiagens pode ser”.

Após o fim do evento, a pop-up será transformada em um ponto fixo no hall principal de beleza da Selfridges, que já conta com marcas como Charlotte Tilbury, Tom Ford e tantas outras, firmando a loja como passagem obrigatória para os apaixonados por beauté.

A Technicolor Odyssey, evento que vai marcar a chegada da Pat McGrath Labs na Selfridges, em Londres (Foto: Divulgação)

Conheça Maia Boitrago, a trancista carioca preferida das celebridades

A carioca Maia Boitrago tem entre suas clientes mais fiéis Taís Araújo, Jennifer Nascimento, Iza e Lellê – e é destaque nas páginas da Vogue de abril!

No centro, Maia Boitrago. Em sentido horário, suas clientes famosas Taís Araujo, Jeniffer Nascimento, Iza e Lellê (Foto: Chico Cerchiaro; Styling: Bruno Pimentel; Beleza: Everson Rocha)

Com apenas 3 anos de experiência, a carioca Maia Boitrago é, hoje em dia, um dos nomes mais procurados de celebridades brasileiras para trançar seus cabelos. 

Taís Araujo é uma de suas maiores entusiastas e incentivadoras, foi ela quem levou Maia foi ao Projac, na Rede Globo, pela primeira vez. Durante um período, Maia ficou responsável por todos os penteados da atriz e apresentadora no programa Popstar. “Coloco minha personalidade no que faço, cada trança leva a minha assinatura”, diz a trancista.

Dona de tranças volumosas, que ostenta no tom de rosa, especialmente escolhido para a o shooting da revista, Maia conta que nem sempre exibiu seus cabelos com orgulho, “Me achava horrível, não aceitava meus fios crespos e só convivia com gente de cabelo liso”, lembra. “Decidi usar as tranças pela primeira vez para encobrir uma coisa que eu não gostava, mas hoje as enxergo de uma forma completamente diferente. Não é só um fator estético, elas carregam cultura, aceitação e identidade”, conta.

Uma das primeiras clientes de Maia, a cantora Iza, estava no mesmo processo de aceitação capilar quando começou a trançar seus cabelos. “Vinha redescobrindo o valor dos meus fios como eles são – e Maia teve tudo a ver com esse processo”, diz Iza. Todas essas transformações tiveram como palco o salão improvisado de Maia, que fica em seu apartamento, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Maia conta para a Vogue que agora deseja abrir um salão especializado em crespos, além de ministrar cursos de cabelos afros e tranças. “Sempre penso que, se eu tivesse nascido com os fios lisos, nunca teria encontrado a minha vocação na vida”, finaliza.

Todos os detalhes você confere na matéria “A dona das tranças”, de Bárbara Öberg, na edição de abril da Vogue Brasil, que chega às bancas no dia 28 de março.

Empresa brasileira de cosméticos cria dispositivo de celular que avalia danos no cabelo

O diagnóstico em tempo real desenvolvido pela Natura também indica os melhores produtos para deixar os fios mais saudáveis e bonitos
POR GABRIELA MARÇAL

Análise capilar será usada pelas revendedoras da Natura Foto: Divulgação/ Natura

O mercado de beleza oferece produtos cada vez mais segmentados para tratar os cabelos: para fios lisos, cacheados, crespos, alisados, com química, ressecados, oleosos, tingidos, sem volume etc. Apesar de tantas opções, a escolha nem sempre é fácil, pois o cabelo pode ter mais de uma necessidade. Qual cosmético escolher quando se tem oleosidade no couro cabeludo e pontas ressecadas? Uma tecnologia desenvolvida pela Natura promete responder perguntas como essa ao fazer com o celular um diagnóstico dos fios em tempo real.

A empresa brasileira de cosméticos está testando um dispositivo que acoplado à câmera do celular tira uma foto dos fios e avalia os danos capilares. A inovação também inclui um aplicativo com a análise de 18 mil fios de cabelo e um questionário sobre os cuidados de cada cliente.

“O aplicativo armazena as imagens e as respostas das consumidoras, envia os dados para análise em nuvem e ao final recomenda produtos”, conta Daniel Gonzaga, diretor de Inovação em Produtos da Natura.

A tecnologia está em fase final de testes, após cinco anos em desenvolvimento, mas ainda não há uma data prevista para o lançamento.

Prepare-se para ter Hermès também no nécessaire: grife planeja skincare e make para 2020

A grife francesa dará seu primeiro grande passo no mercado de beleza desde que lançou sua coleção de perfumes em 1949 com linha de make e skincare

Loja Hermès no Iguatemi São Paulo (Foto: Divulgação)

Além de bolsas B irkin, lenços e braceteles, a grife francesa Hermès está prestes a ser reconhecida no mercado por outras criações: as de beleza. Hoje só com uma linha de perfumes, a marca anunciou que em 2020 deve aumentar seu portfólio ao incluir produtos de skincare e maquiagem.

Segundo informações do Business of Fashion, as coleções estão sendo desenvolvidas internamente, mas serão fabricadas por fornecedores terceirizados, principalmente na França e na Itália.

Como a Gucci, a Hermès já compete no segmento de fragrâncias, em que cresceu 9% no ano passado, graças ao sucesso de Terre d’Hermès, um aroma amadeirado, e ao floral Twilly d’Hermès. 

Para se tornar uma grande marca global de beleza, a Hermès precisa de três eixos, disse Axel Dumas, CEO da marca: skincare, maquiagem e fragrância. Para seus produtos de cosméticos e cuidados com a pele, a Hermès planeja usar ainda embalagens sem plástico, demonstrando estar em sintonia com o atual zeitgeist sustentável. Promete!