Look de beleza pós-festa de Winnie Harlow – bem a tempo da semana de moda | Segredos de beleza | Vogue

A modelo Winnie Harlow compartilha sua rotina de preparação para a New York Fashion Week – junto com sua receita para uma máscara caseira.

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Érika Januza posa poderosa de lingerie

Atriz surgiu só de sutiã em clique no Instagram

Érika Januza (Foto: Reprodução/Instagram)

Érika Januza encantou a web com clique de sutiã. A atriz surgiu exibindo seu novo visual só de lingerie nesta segunda-feira (9) em seu perfil no Instagram.

“Seu estilo é você quem faz! Qual o seu?”, escreveu na legenda da imagem.

Recentemente, a atriz se despediu dos cabelos longos e adotou um novo visual para sua próxima personagem na televisão. Ela participará de Amor de Mãe, próxima novela das 9.

“Cabelo curto é lindo. Você pode e deve ser bonita do seu jeito. Se o seu cabelo é curto, assuma a sua beleza. Não é o tamanho do fio que define quem você é.  Às vezes, você pode estar a fim de fazer transição capilar, cortar curto o fio e achar que vai ficar feio. Não mesmo!”, disse ela em papo com a QUEM.

Aos 50 anos, Jennifer Aniston admite: “Eu não quero ter o cabelo branco”

Pode passar o tempo que for, mas Rachel Green, de Friends, sempre vai ser uma referência para muitas mulheres no quesito estilo e, sobretudo, cabelo.

Imagem: Reprodução/Instagram/@instyle

Em entrevista à revista “InStyle”, Jennifer Aniston, que completou 50 anos, falou sobre ter-se tornado um “ícone” com seus fios e admitiu o apego a eles.

“Eu não vou mentir, não quero ter o cabelo branco. Pretendo frequentar meu colorista até o último dia da minha vida”, confessou.

Na conversa, a atriz relembrou ainda como foi lidar com as preocupações com a beleza enquanto virava adulta.

“Quando eu era mais jovem, era um inferno. Tentei todos os produtos conhecidos pelos seres humanos para cuidar do meu cabelo”, disse ela, que fazia ainda “bicos” como cabeleireira quando criança. “Eu cobrava 10 dólares por cabeça no ensino médio”. [Universa]

Pele negra: saiba como deixá-la saudável e sem manchas

Esfoliar e hidratar a pele são passos importantes nos cuidados diários e semanais com a pele
Por Adriana Vilarinho

Como qualquer tipo de pele, os cuidados com a pele negra devem começar com o uso de sabonete mais indicado à sua necessidade. (IStock/Getty Images)

É comum que pessoas de pele negra produzam maior quantidade de sebo e oleosidade no rosto, conferindo um aspecto esbranquiçado, principalmente em épocas mais frias do ano. Por isso, é preciso utilizar produtos adequados a cada região do corpo para evitar desconfortos. Esfoliar e hidratar a pele são passos importantes nos cuidados diários e/ou semanais com a pele e, nesse caso, a indicação de dermocosméticos como séruns com ativos antioxidantes e tônicos faciais, por um dermatologista, é o ideal.

Cuidados

Como qualquer tipo de pele, os cuidados com a pele negra devem começar com o uso de sabonete mais indicado à sua necessidade (mista, seca ou oleosa), além do protetor solar diário com fator de proteção 15, no mínimo. A grande quantidade de melanina ajuda na proteção solar, porém, também deixa a cútis mais propensa ao aparecimento de manchas como hiperpigmentações e melasma. 

O alto nível de colágeno permite que seja mais elástica e resistente aos efeitos do tempo, como rugas e linhas de expressão, mas também aumenta a possibilidade de produção de queloides.

Para uma pele mais iluminada, uniforme e viçosa, a vitamina C, assim como o ácido Kójico, são recomendados para prevenir o envelhecimento precoce e estimular a produção de colágeno. Em consultório, podem ser realizados peelings químicos (a base de ácidos indicados por dermatologistas) ou físicos (como cristal e diamante) e lasers, como o Nd:Yag e lasers fracionados.

Outra questão comum a esse fototipo é a foliculite secundária a pelos encravados. Esfoliar a pele antes da depilação com cera ou lâmina e hidratar bem após, ajuda a proteger a pele contra agressões ambientais e inflamações. Em casos mais graves, a depilação à laser poder ser uma boa opção, mas é preciso se consultar com um dermatologista para avaliação e indicação do melhor tratamento para sua pele.

Água de Cheiro lança franquia de loja móvel em contêiner por R$ 119 mil

Claudia Varella
Colaboração para o UOL, em São Paulo

Simulação de uma loja contêiner, novo modelo de negócio da Água de CheiroImagem: Divulgação

A Água de Cheiro, rede de franquias de beleza e perfumaria, lançou em agosto mais um modelo de negócio: a loja contêiner, com investimento inicial de R$ 119 mil (inclui taxa de franquia, contêiner montado e estoque inicial). O franqueado irá desembolsar mais R$ 20 mil de capital de giro.

Segundo a empresa, uma das vantagens da loja contêiner (com 15 m²) é a possibilidade de flexibilização do ponto —o franqueado pode testar diferentes pontos de venda, de acordo com o público-alvo da marca.

A Água de Cheiro tem hoje 140 unidades em todo o país. Com o novo modelo de negócio, a meta da empresa é abrir 70 unidades até o final do ano, sendo dez no modelo de contêiner.

A empresa tem dois outros modelos de negócio: quiosque e loja completa, com investimentos de R$ 109 mil (taxa de instalação e capital de giro) e R$ 230 mil (taxa de instalação e capital de giro), respectivamente.

Antes de comprar franquia, veja algumas recomendações de especialistas, como não investir todo o seu dinheiro no negócio e ler atentamente a Circular de Oferta de Franquia (COF), uma espécie de raio-x da empresa.

Onde encontrar: Água de Cheiro – https://sejafranqueado.aguadecheiro.com.br/

Chanel contrata pela primeira vez uma modelo trans para campanha de beleza!

A modelo americana Teddy Quinlivan em vários desfiles internacionais

A modelo Teddy Quinlivan acaba de anunciar em seu Instagram que ela é o rosto da campanha de beleza da Chanel. Fazer uma campanha pra Chanel já é bacana, mas o que torna o caso mais interessante é que Teddy é trans – e a primeira trans a ser garota propaganda da Chanel.

Acima, post de Teddy no Instagram da Chanel

Aos 25 anos, Teddy teve a carreira impulsionada por Nicolas Ghesquière, que a descobriu em 2015. Desde então ela já fez vários desfiles e campanhas (inclusive se assumindo uma ativista trans para a marca Esprit), além de ter participado de um TED contando a história do “segredo”que ela guardou por tanto tempo (ela se assumiu trans há apenas dois anos, inclusive pra sua agência de modelo).

Aqui a tradução de post acima publicado por ela: “Eu não choro mais quando estou triste, mas não é interessante  chorar por um momento de vitória? Esse é um dos choros mais triunfais que eu já tive. Minha vida toda foi uma luta. Sofri bullying na escola, as crianças ameaçavam me matar a ponto de desenhar como seria, meu próprio pai me batia e me chamava de bicha, até receber um golpe da indústria ao denunciar que fui agredida sexualmente no trabalho…

Essa vitória fez tudo isso valer a pena. Eu já havia desfilado duas vezes pra Chanel sem declarar minha identidade trans publicamente. E quando assumi, sabia que não trabalharia mais pra algumas marcas. Pensei que jamais voltaria a trabalhar para uma marca icônica como a Chanel.

Mas aqui estou na campanha publicitária da Chanel. Sou a primeira trans assumida a trabalhar pra Chanel e estou profundamente honrada e orgulhosa por representar minha comunidade. O mundo vai te por pra baixo, cuspir em você e dizer que você não vale nada. Cabe a você ter a força para ficar de pé, seguir em frente e lutar. Porque se você desistir você nunca vai chorar lágrimas de vitória!

Obrigada a todos que fizeram esse sonho virar realidade!”

Acima, a campanha para a Sprit apoiando a causa LGBTQ+

Maquiagem perde espaço para produtos de cuidado com a pele

Busca por tratamentos para a face cresce; especialistas dizem que recomendação de procedimentos médicos na internet gera risco
Heloísa Negrão

Jana Rosa e Julia Petit enquanto gravam vídeo sobre produtos para cuidados com a pele – Reprodução/@janarosa/Instagram

SÃO PAULO – “A gente envelheceu”, diz Jana Rosa, 34, quando questionada por que cremes e cuidados faciais começaram a fazer sucesso nas redes sociais, ganhando um espacinho no mundo dos vídeos curtos de automaquiagem.

Para Jana, tanto as influenciadoras como as suas seguidoras —que passaram os últimos dez anos aprendendo a se maquiar assistindo vídeos no YouTube— estão com mais de 30 anos e, com as primeiras rugas, veio o interesse nos cremes.

O mercado de cuidados faciais está aquecido no Brasil e no mundo —fortemente marcado pelas tendências e marcas coreanas. No Brasil, as buscas por “skincare” (cuidados com a pele, em português) —que vem se tornando um jargão na área— cresceram 22% entre 2017 e 2018, segundo pesquisa do Google. O crescimento foi ainda maior no YouTube, de 71% no mesmo período. 

Jana é dona da conta do Instagram Bonita de Pele e do canal do YouTube de mesmo nome. Juntando as duas plataformas ela tem mais de 300 mil seguidores. Ao lado de Julia Petit e Victoria “Vic” Ceridono, ela faz parte do time das influenciadoras digitais que começaram a falar de moda, beleza e maquiagem há pouco mais de dez anos no Brasil.

Júlia, pioneira nos tutoriais de maquiagem, lançou em maio a marca Sallve. Para ela, a decisão de começar uma marca com um hidratante facial era a nitidamente a melhor escolha. “Quando as pessoas prestam mais atenção em si fazendo maquiagem, elas vão inevitavelmente querer cuidar da pele”, diz.

Nos Estados Unidos, Kylie Jenner (do reality show “Keeping Up With The Kardashians”) lançou em maio uma linha completa de cuidado para a pele. Eleita pela revista Forbes como a pessoa mais jovem a atingir um patrimônio bilionário com sua marca de batons, a aposta de Jenner em skincare é um dos sintomas do novo boom dos creminhos. 

“Eu sempre falei sobre creme. Mas era assim: vídeo sobre cuidados com a pele, silêncio [das seguidoras]. Vídeo sobre batom, milhares de curtidas e comentários”, afirma Vic Ceridono, do blog Dia de Beauté. Ela diz que o interesse das seguidoras em assuntos dermatológicos também cresceu nos últimos dois anos. 

O assunto também tem atraído maquiadores. “Antes, quando abríamos aula sobre estudo aprofundado de pele, vinham seis alunos. Na minha última turma tinha 20!”, afirma Simone Barcelos, dona da Escola Madre, especializada em maquiagem.

Luana Serodio, cofundadora da loja virtual Beleza Na Web, também contabiliza o crescimento na procura por tratamentos faciais. Ela afirma que as vendas de cosméticos para o rosto cresceram 500% nos últimos dois anos.

“Com o boom da maquiagem, a mulherada começou a usar mais produtos e sentiu a necessidade de cuidar mais da pele. Uma coisa está muito ‘linkada’ à outra”, afirma. Assim como Jana, Luana também conclui que as jovens “loucas por maquiagem da internet no início dos anos 2000 viraram mulheres de 30 anos loucas por skincare”.

Além da maquiagem, a onda de cuidados e autoaceitação também impulsiona a busca por cremes. “É um cenário no mundo inteiro, que nada tem a ver com beleza, mas que faz com que as pessoas tenham mais vontade de se cuidar”, afirma Júlia, da Sallve.

Se as redes sociais ajudam no crescimento do skincare, foi delas também que surgiu a moda anterior, que pregava peles perfeitas, sem poro ou linhas de expressão.  

Fabiana Gomes, maquiadora da M.A.C., sempre preferiu maquiagem natural, que não mascara a mulher. “Eu tenho vontade de limpar as pessoas”, afirma sobre a moda da “maquiagem reboco”.

GLOSSÁRIO SKINCARE

O que é o quê no mundo dos cuidados com a pele

  1. MaquiagemUsada tanto para cobrir manchas e afinar o nariz e o rosto, como de forma mais lúdica, colorir lábios e pálpebras
  2. Rotina de skincareConjunto de produtos usados todo dia para cuidar da pele
  3. Máscara facialTécnica antiga de passar 20 minutos com camada de creme no rosto se revitalizou com produtos embebidos em panos, com glitter ou que viram espuma em contato com o ar
  4. TônicoUsado entre o sabonete e o hidratante, ajuda a remover os últimos resíduos e restabelece o equilíbrio do pH da pele. Pode ser hidratante ou adstringente
  5. HidratanteCreme que aumenta a absorção de água ou reduz a evaporação dela pela pele
  6. SérumCom textura de gel, possui concentração alta de substâncias que hidratam, clareiam manchas ou reduzem rugas

“Essa estética é muito prejudicial para a mulher. É aquele ideal do feminino, caricatura da mulher. Não se deve transformar alguém em outra pessoa para ela se sentir bonita.”

O blog da jornalista e empresária Bruna Tavares acabou de completar uma década. As imagens dos seus olhos e lábios maquiados fazem sucesso há anos. A fama se estende à linha de maquiagem assinada por ela, uma das mais vendidas da Sephora. 

Bruna é uma das mães dos tutoriais de maquiagens fortes que têm marcado as redes sociais nos últimos anos. Quando os 30 anos chegaram, ela passou a se preocupar mais com a pele. 

Ainda neste ano, deve lançar uma base. “Hoje a tendência é uma pele mais leve. Você faz uma pele bem construída, mas sem o rebocão. Continua sendo uma maquiagem de pele forte, mas que não seja aparente, que não marca”. 

Bruna conta que as leitoras e consumidoras mais jovens também têm desejado skincare. “Aquelas muito jovens têm pele oleosa e se preocupam com espinhas; as de 25 e 30 já começam a se preocupar com as primeiras linhas finas, porque veem que acumula produto [base ou corretivo]”.

Um dos produtos mais vendidos da Bruna Tavares é o sérum BT Mermaid (R$56), que possui ácido hialurônico e promete deixar a pele hidratada para receber a maquiagem.

O consumo de produtos de skincare é diferente da maquiagem, já que seu uso deve ser diário para ter efeito e os preços mais são elevados. Mas assim como um batom pode custar entre R$ 5 e R$ 150, um creme à base de vitamina C vai de R$ 75 (30 ml, Payot) a R$ 300 (30 ml, Biossance). O hidratante antioxidante da Sallve custa R$ 89,90 (35 g).

A maquiadora Daniela da Mata criou a hashtag #skincaredaspretas para falar sobre o assunto com as suas seguidoras. Ela é dona de uma escola de maquiagem especializada em peles negras. 

Daniela diz que ainda tem muito a ser explicado e explorado nesse mercado. Enquanto algumas seguidoras questionam o que é skincare, outras acham que não precisam usar protetor solar, diz.

Por conta desse vácuo de conhecimento, há preocupação com a propagação de informações incorretas. Embaladas pela lógica das maquiagens, as influenciadoras passaram a indicar de cremes hidratantes a procedimentos estéticos —em muitos casos, patrocinadas pelas marcas.

Jana Rosa e Vic Ceridono  afirmam terem noção da responsabilidade e que sempre alertam as seguidoras de que é preciso falar com um dermatologista antes de comprarem os produtos que recomendam. “Com esse boom, as meninas receitam ácido e procedimentos estéticos sem medo”, afirma Jana Rosa.

Lu Ferreira, do blog Chata de Galocha, diz que fica impressionada com o retorno das seguidoras. “Quando eu falo que fiz um laser na pele, ou qualquer outro procedimento, elas enlouquecem. Querem saber exatamente o nome, tipo etc. Eu respondo que elas devem procurar um dermatologista”, afirma.

A dermatologista Sylvia Ypiranga, do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, diz não haver problema na divulgação, pelas influenciadoras, de produtos que não precisam de prescrição médica. 

“Quando se fala sobre a importância de limpar, tonificar, hidratar e proteger, por exemplo, é OK do ponto de vista educativo”, afirma.

Para a dermatologista, o problema está nos tratamentos para doenças de pele, como casos graves de acne e melasma. “São casos clínicos e o tratamento que é indicado para uma pessoa pode não ser bom para outra”, afirma.