Souvenirs de Vacances – Factice Magazine Exclusive Fevereiro 2017

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Eye: Sunset beach and Soler, RMS Beauty. Lip: Instinct all over lip with vibration in center, Axiology Beauty. Cheek: Cream Blush Lovely, Kjaer Weis.

Photographer, Tereza Janakova
Makeup and Hair, Heidi Nymark at Art Department
Florist, Chas Thompson at Wild Flower Portland
Model, Ava Lawrence at SMG Models

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Pele oleosa: 3 coisas que você precisa saber

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A pele oleosa pode ser uma questão genética ou hormonal (Foto: Imaxtree)

Vira e mexe você percebe que a sua pele está oleosa e basta alguns minutos no calor para ficar com a testa inteira brilhante – e perceber que isso não tem nada a ver com suor. Porém, não pense que você está só. Ter a pele oleosa é um dos problemas mais comuns e toda mulher, uma vez ou outra, já experienciou essa questão em algum momento.

O ponto é que existem algumas coisas que deixamos passar quando esse é o assunto, e que merecem atenção para você entender melhor a sua pele e saber como usar tudo isso a seu favor – além de, claro, conversar periodicamente com um profissional dermatologista. Só ele vai saber exatamente qual a melhor forma de lidar com a oleosidade de acordo com as necessidades da sua pele. [Marie Claire]

1.Os seus hormônios influenciam a pele
É comum algumas mulheres sentirem a pele ou o couro cabeludo mais oleosos durante o período menstrual ou na fase da TPM. Como os nossos hormônios variam muito semanalmente, é normal que essa flutuação hormonal afete a oleosidade da pele. Na maior parte dos casos, essa flutuação e os seus efeitos é normal, dentro do padrão, e não há muito o que se pode fazer a respeito, apenas cuidar da pele com os produtos certos para que a oleosidade não saia do controle. É como durante a puberdade, quando os hormônios causam acne – é inevitável, mas não incontrolável.

2.Pele oleosa também é uma questão de genética
Segundo a dermatologista Rachel Nazarian explicou para a Marie Claire norte-americana, o sistema de glândulas que produz a oleosidade da pele é complexo e depende de uma série de fatores, um deles sendo a genética. Ou seja, você pode ter mais glândulas no rosto ou produzir mais óleos por conta da sua combinação de genes. Esse sistema é sempre único e individual, você nunca vai encontrar um que é 100% igual ao outro.

3.Lavar o rosto é um ponto chave
Se você não lava o seu rosto corretamente, ele vai produzir ou acumular mais oleosidade na pele. Não lavar ou lavar a pele oleosa demais não é a solução. É preciso um equilíbrio para que a pele fique saudável e não acabe irritada. O ideal é duas vezes ao dia e nunca lavar o rosto com água quente. Mas vale sempre consultar um profissional para saber a frequência correta para o seu tipo de pele.

Cabeça fresca: efeito molhado nos cabelos já!

Fios com efeito molhado são a febre da temporada.Mas não apenas o look esticadinho, polido com gel. O visual da vez, que vai do trabalho ao bloco de carnaval, é mais despojado e democrático, com mechas desconstruídas e franja fora do lugar [Maria Clara Póvia]


Bagunça boa
A maneira mais cool de usar o wet hair é deixar os fios quase rebeldes. Para isso, utilize uma pomada com textura maleável, aplicada mecha a mecha da metade para as pontas, e espalhe com um pente de dentes largos. “Na raiz, para não pesar, use um leave-in hidratante. O resultado é um cabelo solto e com movimento”, diz o cabeleireiro Ricardo Rodrigues, do Studio W, em São Paulo. Um rabo baixo ou uma trança desestruturada com mechas finas ao redor do rosto são boas opções para variar a produção.

bagunça boa (Foto: Vincent Alvarez/ Trunk Archive)Pomada líquida Osis + Damped, Schwarzkopf, R$ 135
Leave-in hidratante Curl, Kérastase, R$ 160 (Foto: Vincent Alvarez/ Trunk Archive)


Novo sexy
Quem tem fios longos pode seguir dois caminhos diferentes. O primeiro é deixar o cabelo todo com efeito molhado, usando gel e pomada líquida – ou spray de água salgada, se quiser algo mais despojado. Outra opção é manter apenas a frente molhada, aplicando gel só na raiz e em parte do comprimento. “O segredo é passar o produto com um pincel de tintura até, mais ou menos, cinco dedos antes das pontas”, diz Ricardo Rodrigues.

novo sexy (Foto: Gilles Bensimon/ Trunk Archive)Leave-in de Efeito Praia, Redken, R$ 118
Gel Pearl Styler Eimi, Wella, R$ 110 (Foto: Gilles Bensimon/ Trunk Archive)


Toque retrô
Inspirada em looks desfilados por marcas como Prada e Givenchy, com a franja colada na testa, esta versão traz um ar mais moderno. “Use o pincel de coloração para aplicar o gel na raiz, borrife spray de brilho e prenda os fios em um coque”, diz Rodrigues.

toque retrô (Foto: Tony Kim/ Trunk Archive)Spray Zero Gravity, Sebastian, R$ 148
Modelador em gel líquido Super Sculpt, Paul Mitchell, R$ 95 (Foto: Tony Kim/ Trunk Archive)

Conheça a CRWN, a revista que celebra a beleza negra

crwn-firstwave-04.jpgFoi na década de 1960 que o movimento Black Is Beautiful surgiu nos EUA, incentivando os negros norte-americanos a assumirem seus traços naturais e deixarem de alisar os cabelos ou tentar clarear a pele. Passados alguns anos, o movimento se espalhou pelo mundo e, hoje, quase 60 anos depois, continua efervescente, numa luta diária que questiona e conscientiza a falácia de que os padrões africanos são menos atraentes do que os europeus. Mais do que nunca, hoje temos vozes poderosas que reverberam essa aceitação, vide Beyoncé, Solange, Rihanna e Willow Smith lá fora, e por aqui Karol Conká, Tássia Reis, Iza, Magá Moura e tantas outras.

O que não significa, claro, que os padrões foram redefinidos. Ao contrário. É algo que precisa ser disseminado incessante e diariamente. É aí que entra a revista CRWN, que surgiu como um zine em agosto de 2015, lançado durante o Afropunk, evento que celebra a cultura e os artistas negros. Hoje é uma revista trimestral, cada edição possui cerca de 130 páginas que celebram a beleza da mulher negra, mas a mulher que vemos na rua, no dia a dia, não de nenhuma Queen B ou RiRi – a revista busca modelos de streetcasting, com perfis diversos e pequenas exceções de modelos profissionais.

2c271a519c31bf955e681609a084c9ceCapa da primeira edição©Reprodução

“Nós criamos a CRWN porque vimos o movimento das conversas online e também no nosso network pessoal e profissional, sobre o estilo de vida do cabelo natural. Então vimos um nicho no mercado editorial, de revistas que imortalizaram a história do nosso cabelo numa publicação”, explica Lindsey Day, editora chefe do título, ao site Blavity. “Além de transmitir uma estética bonita e autenticamente representar a diversidade da mulher negra, queremos que a CRWN sirva como um modelo de criação sustentável, negócios com fins lucrativos que sirvam ao nosso povo”.

A revista conta com conteúdo diverso, com seções de beleza, moda, economia, relacionamentos, saúde, viagem e entretenimento, além dos perfis de nomes interessantes, sempre focando em estabelecer novos padrões de beleza em torno do cabelo natural, promovendo o amor próprio às leitoras através da autenticidade. “Estamos cansadas de ver dois ou três ‘tipos’ de mulher negra representada na mídia. Estamos cansadas de ouvir sobre ‘cabelo bom’ versus ‘cabelo ruim’ e pele clara versus pele escura”, desabafa Lindsey. “Criamos a CRWN pelo amor ao nosso povo, para elevar e celebrar nossas irmãs e seus lindos cabelos naturais”.crwn-firstwave-07.jpgDe olho nos novos talentos ao redor do mundo, a cada nova edição do título é aberta uma chamada para submissão de portfólios de design gráfico e texto, mesmo àqueles que não residem em NY, onde a revista é baseada.

Para o futuro, Lindsey Day e Nkrumah Farrar, diretor criativo e co-criador do título, pretendem criar a CRWN como uma plataforma que ajudará a promover negócios, empresas e relacionamentos.

A revista custa US$20 e pode ser adquirida através do site oficial, que entrega no Brasil. Também vale segui-los no Instagram (@CRWNmag). [FFW]

Água micelar é o produto que vai salvar a sua rotina de beleza

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A água micelar é um aliado das rotinas corridas (Foto: Thinkstock)

Você já deve ter ouvido falar sobre água micelar, o novo produto queridinho do mundo da beleza. O produto parece uma novidade, mas existem estudos sobre ele há mais de 100 anos, quando surgiu primeiro na França.

A ideia é simples: é um produto que hidrata a pele e retira todas as impurezas (inclusive a maquiagem), sem precisar de enxague depois. Parece perfeito, principalmente se você é do tipo que esquece de lavar o rosto de tempos em tempos ou tem preguiça de tirar a maquiagem do rosto antes de dormir depois da noitada no fim de semana.

O nome é um resultado da tecnologia por trás desse produto: ele é composto por ‘micelles’, pequenas moléculas de óleo que ficam suspensas na água e, ao contrário do que se imagina, não deixa a pele oleosa ou melecada depois da aplicação. Pelo contrário, você pode usar a água micelar no rosto todo sem preocupações. O objetivo dessas pequenas moléculas é, justamente, tirar as partículas de sujeira do rosto, ao mesmo tempo que a solução com sabão limpa a cútis.

Como não precisa de enxague, você também não precisa passar a toalha no rosto depois ou investir em um tônico – a água micelar faz esse trabalho por você. É ótimo também para quem ama viajar e não consegue levar todos os produtos na mala de mão. Fora isso, os maquiadores profissionais são há anos adeptos desses produtos nos backstages das semanas de moda – ou seja, é um sucesso garantido.

Ficou interessada? A Marie Claire fez uma seleção com algumas das melhores águas micelares do mercado atualmente.

Água micelar (Foto: Divulgação)Água micelar (Foto: Divulgação)

1. L’Oréal, R$ 30
2. Sephora, R$ 53
3. Caudalíe, R$ 56
4. Marina Smith, R$ 39
5. Nuxe, R$ 63,92
6. La Roche-Posay, R$ 56,90
7. Bioderma, R$ 29,90
8. Bourjois, R$ 39
9. Givenchy, R$ 199

Alicia Keys: “Ame ou odeie, essa sou eu, e eu não me importo”

Quase um ano depois de escrever que ia abrir mão da maquiagem – e de aparecer em tapetes vermelhos e na capa do seu single de rosto limpo – Alicia entendeu que não é escrava da maquiagem, mas que pode usá-la para se expressar, se essa for a sua vontade.

“Eu acho que entendi que a vida é um eterno retirar de camadas, um processo constante de desaprender tudo aquilo que nos foi ensinado e que acreditamos ser verdade. Eu acho que finalmente entendi que isso vai acontecer durante toda a minha vida. Eu me sinto muito bem em olhar para mim mesma e dizer “Quem é você agora?”. E que isso pode mudar”, explicou para uma revista norte-americana.

Alicia diz ainda não se sentir 100% confortável na própria pele, e que esse é um processo longo, mas percebeu que não precisa dar ouvidos às milhões de opiniões sobre a sua aparência que recebe diariamente.

“Eu percebo agora que a sua aparência é uma declaração. Ela é uma reivindicação de você mesma. Você está dizendo: “Olhe só, mundo. Essa sou eu. Ame ou odeie, eu não me importo”. Eu acho que essa é a revolução”.

Para a cantora, o que acontece é que acabamos incorporando o que vemos e esquecemos de quem somos de verdade, nos tornando apenas clones um dos outros, reproduzindo looks e comportamentos de outras pessoas. E sair dessa programação é um ato de coragem.

“Se trata de desprendimento e de dizer “Espere, eu estou tentando ser eu mesma. E isso não se parece com nada do que as outras pessoas estão fazendo”. Há algo muito poderoso em ser a minha própria versão linda, individual e única.”. [ELLE]

Inspire-se nas famosas para fazer um cabelo com balayage

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A técnica do balayage tem ficado cada vez mais popular na moda. Uma irmã mais discreta do cabelo ombré, esse visual fica mais natural e é muito usado para realçar o tom da pele. As famosas, claro, já viraram fãs do look e não perderam a chance de adotá-lo de diversas maneiras.

A principal diferença entre o ombré e o balayage é que o primeiro consiste em um dégradé da cor do cabelo – com a raiz mais escura e as pontas mais claras. A segunda técnica, no entanto, faz mechas alguns tons mais abaixo por todo o cabelo, independentemente de pegar a raiz dos fios ou não, e trabalhar nuances de um mesmo tom. [Marie Claire]

Gina Rodriguez (Foto: Getty Images)Gina Rodriguez (Foto: Getty Images)


Gina Rodriguez, por exemplo, deixou o cabelo mais escuro e natural focado na raiz, e complementou a cor com mechas em um tom de castanho mais claro.

Halle Berry (Foto: Getty Images)Halle Berry (Foto: Getty Images)


Halle Berry foi ainda um tom mais a baixo, misturando o castanho com o loiro e criando um visual à la anos 80, com um corte shag mais bagunçado.

Jourdan Dunn (Foto: Getty Images)Jourdan Dunn (Foto: Getty Images)


Jourdan Dunn apostou em uma versão mais marcante do visual, com as mechas mais claras bem marcadas no comprimento bob.

Rose Byrne (Foto: Getty Images)Rose Byrne (Foto: Getty Images)


Rose Byrne segue a versão clássica de balayage, com um cabelo que mistura o castanho com o loiro, e mechas mais claras por toda a extensão do cabelo.