Espuma de styling é o único produto que você precisa para ter cabelos incríveis

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Conheça as vantagens de usar uma espuma de styling (Foto: Imaxtree)


Existem muito produtos que prometem um cabelo incrível, sempre, mas existe um único que garante funcionar – de verdade – para qualquer tipo de fio, seja curto ou longo, liso ou cacheado. Esse produto é a espuma de styling, ou styling foam, como é chamado lá fora, e tem uma função parecida com a do mousse: dar volume e brilho sem pesar.

Se você duvida que esse é um produto que merece espaço na sua penteadeira, então vale a pena prestar atenção nos pontos a seguir. Eles vão, no mínimo, fazer você pensar duas vezes sobre continuar o uso do shampoo a seco e investir em algo diferente para deixar o seu cabelo exatamente do jeito que você quer.

1.Funciona em todos os tipos de cabelo
“A espuma é tão versátil, mas o mais importante é que ela deixa o cabelo cheio e volumoso”, contou a hairstylist das celebridades Tippi Shorter para a Marie Claire norte-americana. “A forma como a espuma expande de um líquido para uma espuma muito farta ajuda a ampliar o volume dos fios de cabelo”. Ou seja, não importa o seu tipo de cabelo, o efeito vai ser o mesmo.

2.É fácil de usar
Como essa espuma começa na forma líquida – e depois muda de textura – ela é fácil de aplicar e espalha com facilidade. Além disso, ela pode ser usada tanto para dar mais volume para cabelos finos, quanto para segurar cachos.

3.Você pode usar em cabelos molhados ou secos
O mais comum é usar esse tipo de cabelo nos fios molhados, para trabalhar um styling diferente ou já dar mais forma para os fios. Porém, se você estiver com os cabelos secos, também pode usá-lo para finalizar um look ou para dar um up na produção, acabando com o frizz, dando mais brilho e maciez.

Quem gostou da ideia pode recorrer à uma das opções de produtos abaixo:

Produtos para você adotar já (Foto: Divulgação)Produtos para você adotar já (Foto: Divulgação)


1. Aveda, US$ 21
2. DevaCurl, US$ 26
3. PK, US$ 36
4. Senscience, R$ 191
5. John Frieda, R$ 79,90

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“O problema do sobrepeso não está na boca nem no estômago, mas na mente”, diz psicoterapeuta Rachel Handley

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A fome emocional surge a partir de sentimentos, como estresse, cansaço, tristeza etc (Foto: Thinkstock)


O excesso de peso costuma ser relacionado principalmente à má alimentação, à ingestão exagerada de comida e ao sedentarismo. A psicoterapeuta Rachel Handley, brasileira que mora em Las Vegas e é uma das fundadoras do programa “Minha Mente no Controle da Comida” (Mind Over Eating), defende a tese de que esse problema começa na mente.

“Trabalhando na área há tantos anos, posso afirmar que o problema do sobrepeso não está na boca nem no estômago, mas sim na mente. Aprendemos desde pequenos a alimentarmos nossas emoções com a comida, então virou um hábito automático e inconsciente. Para muitos a comida virou o melhor amigo, pois sempre está disponível, nunca nos rejeita e faz nos sentirmos bem – ao menos momentaneamente”, disse em entrevista à Marie Claire durante passagem pelo Brasil para a Semana da Compulsão Alimentar do Rituaali, centro de saúde e bem-estar inaugurado no ano passado na cidade de Penedo.

FOME FÍSICA X EMOCIONAL
Ela acredita que existe a fome física, que é quando realmente sentimos necessidade de comer, e a fome emocional. “A fome física geralmente acontece 3 vezes por dia, pois nossa digestão leva de 4-5 horas para se completar. Então se você comeu o seu almoço até se saciar e depois de 2 horas está com fome de novo, certamente não é a fome física que você está sentindo.”

A fome emocional surge a partir de sentimentos. “Estudos apontam que as pessoas comem por vários motivos ligados às emoções – comem porque estão entediadas, estressadas, tristes, irritadas ou até alegres.” O ideal é suprir essas emoções sem ser com alimentos. “Se estamos cansados, vamos tirar uma soneca ou pelo menos levantar as pernas e descansar. Se estamos estressados, vamos usar técnicas de respiração profunda, tomar um chá calmante, tomar um banho relaxante etc. Quando comemos para lidar com nossas emoções, estamos ignorando o problema, mascarando-o temporariamente.”

Quando você “desconta” seus sentimentos na comida o resultado, depedendo do seu metabolismo, pode ser o ganho de peso. Mas também existem casos em que a pessoa deixa de comer. “A minha experiência profissional está muito mais ligada a pacientes obesos, mas sempre há as exceções às regras. Existem pessoas que quando estão estressadas ou tristes não conseguem comer e, consequentemente, acabam perdendo peso – isso existe, mas é uma minoria. Tanta a obesidade quanto a anorexia não são apenas problemas físicos, mas emocionais também, e ambos precisam ser tratados por especialistas.”

FALSO MAGRO
Muitas vezes a pessoa se excede na comida e não engorda, mas isso não significa que ela não tenha um problema. “Há pessoas, como é o meu caso, que são TOFIs (sigla em inglês para Thin Outside, Fat Inside) ou, em português, os chamados falsos magros. Eu fui viciada em chocolate por muitos anos, comia muito doce, mas até então achava que não tinha nenhum problema porque não tinha sobrepeso. Antes de trabalhar com isso, acreditava que magreza era sinônimo de saúde, mas tem muita gente que é gorda por dentro”, explicou. “Todas as enfermidades que acompanham os obesos também podem ser percebidas nos TOFIs – diabetes, pressão alta, colesterol etc.”

Sendo assim, ela defende que todos tenham uma alimentação saudável. “Não deve ser uma preocupação apenas para os mais gordinhos. É importante que as pessoas entendam que magreza não é sinônimo de saúde. Sinônimo de saúde é ter controle sobre o que a gente come e o que a gente bebe, é não ser sedentário, é ter uma boa qualidade de sono e conseguir gerenciar o estresse do dia a dia. Vários fatores devem ser levados em conta, não só o peso corporal.”

PRINCÍPIO DO 80/20
A psicoteraeuta, que não acredita em programas dietéticos, desenvolveu o princípio do 80/20 no seu programa para que as pessoas se alimentem com equilíbrio, e  emagreçam como resultado de um estilo de vida saudável. “80% do tempo a pessoa come o que o corpo precisa para ter saúde e 20% do tempo come o que deseja. Não acho que devemos ter uma lista de alimentos ou bebidas que podemos ou não comer”, explicou. “Busco, simplesmente, ajudar as pessoas a comerem o que é saudável, sem abrir mão do seu prato preferido, e como lidar com as emoções sem usar a comida como apoio. Temos um exercício especifico que ensinamos como comer as guloseimas de vez em quando, de uma forma que não vá causar dano a sua saúde – esse é o 20% desse princípio.”

Em suas palestras, ela costuma dar uma dicas para as pessoas serem mais saudáveis: “Pense no seu corpo como um carro possante, uma Ferrari, por exemplo. Depois, reflita sobre a qualidade do combustível que você deve abastecê-lo para que possa desfrutar desta incrível máquina o máximo de tempo possível.”

A COMPULSÃO ALIMENTAR  E O SEXO FEMININO
A especialista afirma que muita gente não sabe, mas tem compulsão alimentar. O problema atinge principalmente o sexo feminino. Nos EUA, por exemplo, 3,5% das mulheres têm compulsão enquanto 2% dos homens desevolvem o transtorno. “Nós somos muito mais pressionadas pela sociedade a seguirmos um padrão de beleza e termos um corpo magro, por isso, muitas vezes acabamos entrando em dietas muito rigorosas – e às vezes malucas. Depois delas, a predisposição a perder o controle com os alimentos aumenta muito e considero isso alarmante.”

Por isso, Rachel enfatiza a importãncia de “exercitar” nossa mente, o que ela ajuda seus pacientes a fazerem no seu programa. “Temos que entender os pensamentos que criaram comportamentos automáticos desfavoráveis e, assim, trabalhar para conseguir alterá-los. Se não, não há dieta, exercício físico ou até cirurgia que melhore a autoestima.” [Paula Mello]

O olho vermelho domina a maquiagem de Nova York

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A maquiagem vermelha foi um destaque nas passarelas (Foto: Imaxtree)


O vermelho sempre foi um queridinho da maquiagem, mas apenas quando se fala em batons. Tanto que o batom vermelho é um clássico e praticamente indispensável em qualquer nécessaire feminina. No entanto, a semana de moda de Nova York mostrou o uso da cor em um outro lugar do rosto: os olhos.

A maquiagem vermelha apareceu em diferentes desfiles, de maneiras variadas. O principal, porém, é que o tom serviu como um ponto de cor no make e chamou a atenção para os olhos, sendo combinada, principalmente, com uma boca mais simples e um visual mais natural.

Desigual (Foto: Imaxtree)Desigual (Foto: Imaxtree)


Algumas marcas, como a Desigual, investiram apenas em uma pincelada de vermelho entre a pálpebra e a sobrancelha, criando um olho mais gráfico e abstrato, bastante marcante e chamativo. A boca nude e o blush discreto deixaram o visual ainda mais em evidência.

Prabal Gurung também optou por um olho mais gráfico e com um desenho que foge do comum, com um delineado vermelho que contornava e marcava o côncavo do olho.

Prabal Gurung (Foto: Imaxtree)Prabal Gurung (Foto: Imaxtree)


Já Tadashi Shoji foi para o lado contrário. Ao invés de pintar as pálpebras, ele usou glitter vermelho para criar um delineado rente aos cílios inferiores, que em algumas modelos também foram pintados de azul para criar um contraste.

Tadashi Shoji (Foto: Imaxtree)Tadashi Shoji (Foto: Imaxtree)


Dion Lee já preferiu uma produção mais bagunçada, com um tom de vermelho escuro nas pálpebras não seguindo uma ordem aparente, mas funcionando como uma pincelada horizontal no olho. Assim como nos demais desfiles, o olho foi usado com uma maquiagem bastante simples e minimalista.

Dion Lee (Foto: Imaxtree)Dion Lee (Foto: Imaxtree)

Os prós e contras de usar uma escova de limpeza facial

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Usar escovas de rosto com muita frequência pode causar irritações (Foto: Reprodução/Instagram)


Há algum tempo, as escovas de limpeza faciais, a lá Clarasonic, tiveram um boom tão grande que parecia não haver modelos o suficiente no mercado para suprir a demanda. Hoje em dia, essas escovas se tornaram parte da rotina de muitas mulheres, mas até hoje existem dúvidas se vale mesmo a pena usá-las para cuidar do rosto.

Pensando nisso, a Marie Claire norte-americana separou os prós e contras de usar esse tipo de produto no rosto, porque, apesar de ser incrível para tirar as células mortas e esfoliar, usá-lo demais também tem malefícios.

Pró: trauma faz bem para a pele (às vezes)
Quando você ocasiona um trauma na pele (tipo usar uma escova de limpeza, com buchas que são mais duras e um pouco mais agressivas), a pele entra em modo reparo e isso estimula a regeneração celular. Se ocorrer ocasionalmente, isso pode ser benéfico e deixar a sua pele mais bonita e saudável.

Contra: causa ressecamento
Esfoliar a pele com muita frequência pode causar irritações e afetar a camada protetora. Com isso, a pele fica mais desidratada e propensa a irritações.

Pró: faz uma limpeza profunda
Limpar bem o rosto é importante para desobstruir os poros e evitar o aparecimento de cravos e espinhas – além de evitar o cúmulo de poluição e poeira, que é tão comum nas grandes cidades. Manter uma rotina em que a pele é limpa profundamente é bom porque evita problemas futuros e controla a oleosidade.

Contra: pode estimular inflamações
A pele do rosto é muito sensível e usar uma escova que seja mais agressiva repetidas vezes pode causar inflamações, mesmo aquelas que não são visíveis e são subcutâneas.

Contra: pode estimular a melanina a agir
E isso não necessariamente é algo positivo. Quando você estimula muito as células, pode acontecer um descoloramento com o passar do tempo. “Você precisa de cuidado ao usar qualquer tipo de esfoliante físico, escovas de limpeza e toalhas. Para peles que são muito reativas, você precisa ao máximo evitar a hiper-pigmentação [quando a pele fica muito vermelha] pós-inflamação”, explicou a esteticista das celebridades Renée Rouleau.

A conclusão é: limpar a pele é bom, mas existe um limite. Assim como com o couro cabelo, há uma quantidade saudável de oleosidade que ajuda a controlar a hidratação e mantém a cútis protegida, e limpar demais e com muita força pode causar um desequilíbrio nessa barreira. O uso dessas escovas, então, deve ser limitado de duas a três vezes na semana, no máximo, para evitar maiores problemas.

Souvenirs de Vacances – Factice Magazine Exclusive Fevereiro 2017

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Eye: Sunset beach and Soler, RMS Beauty. Lip: Instinct all over lip with vibration in center, Axiology Beauty. Cheek: Cream Blush Lovely, Kjaer Weis.

Photographer, Tereza Janakova
Makeup and Hair, Heidi Nymark at Art Department
Florist, Chas Thompson at Wild Flower Portland
Model, Ava Lawrence at SMG Models

Pele oleosa: 3 coisas que você precisa saber

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A pele oleosa pode ser uma questão genética ou hormonal (Foto: Imaxtree)

Vira e mexe você percebe que a sua pele está oleosa e basta alguns minutos no calor para ficar com a testa inteira brilhante – e perceber que isso não tem nada a ver com suor. Porém, não pense que você está só. Ter a pele oleosa é um dos problemas mais comuns e toda mulher, uma vez ou outra, já experienciou essa questão em algum momento.

O ponto é que existem algumas coisas que deixamos passar quando esse é o assunto, e que merecem atenção para você entender melhor a sua pele e saber como usar tudo isso a seu favor – além de, claro, conversar periodicamente com um profissional dermatologista. Só ele vai saber exatamente qual a melhor forma de lidar com a oleosidade de acordo com as necessidades da sua pele. [Marie Claire]

1.Os seus hormônios influenciam a pele
É comum algumas mulheres sentirem a pele ou o couro cabeludo mais oleosos durante o período menstrual ou na fase da TPM. Como os nossos hormônios variam muito semanalmente, é normal que essa flutuação hormonal afete a oleosidade da pele. Na maior parte dos casos, essa flutuação e os seus efeitos é normal, dentro do padrão, e não há muito o que se pode fazer a respeito, apenas cuidar da pele com os produtos certos para que a oleosidade não saia do controle. É como durante a puberdade, quando os hormônios causam acne – é inevitável, mas não incontrolável.

2.Pele oleosa também é uma questão de genética
Segundo a dermatologista Rachel Nazarian explicou para a Marie Claire norte-americana, o sistema de glândulas que produz a oleosidade da pele é complexo e depende de uma série de fatores, um deles sendo a genética. Ou seja, você pode ter mais glândulas no rosto ou produzir mais óleos por conta da sua combinação de genes. Esse sistema é sempre único e individual, você nunca vai encontrar um que é 100% igual ao outro.

3.Lavar o rosto é um ponto chave
Se você não lava o seu rosto corretamente, ele vai produzir ou acumular mais oleosidade na pele. Não lavar ou lavar a pele oleosa demais não é a solução. É preciso um equilíbrio para que a pele fique saudável e não acabe irritada. O ideal é duas vezes ao dia e nunca lavar o rosto com água quente. Mas vale sempre consultar um profissional para saber a frequência correta para o seu tipo de pele.

Cabeça fresca: efeito molhado nos cabelos já!

Fios com efeito molhado são a febre da temporada.Mas não apenas o look esticadinho, polido com gel. O visual da vez, que vai do trabalho ao bloco de carnaval, é mais despojado e democrático, com mechas desconstruídas e franja fora do lugar [Maria Clara Póvia]


Bagunça boa
A maneira mais cool de usar o wet hair é deixar os fios quase rebeldes. Para isso, utilize uma pomada com textura maleável, aplicada mecha a mecha da metade para as pontas, e espalhe com um pente de dentes largos. “Na raiz, para não pesar, use um leave-in hidratante. O resultado é um cabelo solto e com movimento”, diz o cabeleireiro Ricardo Rodrigues, do Studio W, em São Paulo. Um rabo baixo ou uma trança desestruturada com mechas finas ao redor do rosto são boas opções para variar a produção.

bagunça boa (Foto: Vincent Alvarez/ Trunk Archive)Pomada líquida Osis + Damped, Schwarzkopf, R$ 135
Leave-in hidratante Curl, Kérastase, R$ 160 (Foto: Vincent Alvarez/ Trunk Archive)


Novo sexy
Quem tem fios longos pode seguir dois caminhos diferentes. O primeiro é deixar o cabelo todo com efeito molhado, usando gel e pomada líquida – ou spray de água salgada, se quiser algo mais despojado. Outra opção é manter apenas a frente molhada, aplicando gel só na raiz e em parte do comprimento. “O segredo é passar o produto com um pincel de tintura até, mais ou menos, cinco dedos antes das pontas”, diz Ricardo Rodrigues.

novo sexy (Foto: Gilles Bensimon/ Trunk Archive)Leave-in de Efeito Praia, Redken, R$ 118
Gel Pearl Styler Eimi, Wella, R$ 110 (Foto: Gilles Bensimon/ Trunk Archive)


Toque retrô
Inspirada em looks desfilados por marcas como Prada e Givenchy, com a franja colada na testa, esta versão traz um ar mais moderno. “Use o pincel de coloração para aplicar o gel na raiz, borrife spray de brilho e prenda os fios em um coque”, diz Rodrigues.

toque retrô (Foto: Tony Kim/ Trunk Archive)Spray Zero Gravity, Sebastian, R$ 148
Modelador em gel líquido Super Sculpt, Paul Mitchell, R$ 95 (Foto: Tony Kim/ Trunk Archive)