Entenda por que o anel de Megan Markle não terá réplicas

O designer da joia disse que não tem interesse em reproduzir a peça.

271117-meghan-harry-12-590x581A aliança é um dos maiores protagonistas do pedido de casamento, principalmente quando estamos falando de uma proposta da realeza. Por isso, quando o príncipe Harry anunciou seu noivado com a atriz norte-americana Meghan Markle, todos ficaram ansiosos para conferir a joia de perto.

Diferentemente do modelo azul de Kate Middleton, que já era uma peça icônica por ter pertencido à princesa Diana, o anel de Meghan é novo e foi desenhado especificamente para ela. A joia de diamante tem pedras exclusivas da coleção pessoal de Lady Di e já conseguiu cativar o público por sua beleza. Infelizmente ninguém conseguirá um igual.

Stephen Connelly, diretor da Cleave and Company (responsável por desenvolver a peça), disse a Associated Press que não fará réplicas do produto. “Se você quer um anel, então desenharemos um diferente para você”, concluiu. Além disso, seria impossível reproduzir uma cópia fiel porque o original tem diamantes de Diana. [ELLE]

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Jane Fonda faz festa e arrecada R$ 4,2 milhões para ONG que promove educação sexual

Atriz, que completará 80 anos no dia 21 de dezembro, fez comemoração de aniversário adiantada em Atlanta, nos EUA

212558_bigJane Fonda comemora 80 anos no dia 21 de dezembro. Porém, no último sábado, 9, ela realizou uma festa adiantada por uma boa causa: arrecadar fundos para a Georgia Campaign for Adolescent Power and Potential, ONG criada pela atriz em 1995 para promover educação sexual e prevenir a gravidez na adolescência.

O evento, intitulado Oito Décadas de Jane, foi realizado no Hotel The Whitley, em Atlanta, nos Estados Unidos, conseguiu arrecadar US$ 1,3 milhão (cerca de R$ 4,2 milhões) para a instituição.

Em entrevista à revista People durante a festa, Jane falou sobre as vantagens e desvantagens de envelhecer. “Eu não consigo carregar mais tanto peso quanto eu conseguia antes, mas as pessoas não assediam você”, ironizou ela, em referência às recentes denúncias de assédio e abuso sexual em Hollywood.

A atriz ainda falou que a Georgia Campaign for Adolescent Power and Potential está enfrentando desafios porque o governo Trump cortou as verbas para o programa de prevenção a gravidez na adolescência. “Apesar do que está acontecendo, nós vamos conseguir fazer mudanças. Será um desafio, mas temos de nos manter fortes”, disse Jane.

Sarah Paulson diz que foi aconselhada a esconder namoro homossexual para não manchar carreira

Atriz de ‘American Horror Story’ é namorada de Holland Taylor, 32 anos mais velha

Sem título.jpg7Em entrevista à revista The Edit, a atriz Sarah Paulson, da série ‘American Horror Story’, afirmou que foi aconselhada a esconder o seu relacionamento com a atriz Holland Taylor por medo de consequências negativas que pudesse ter a sua carreira.

“No começo, quando as pessoas descobriram que eu estava com Holland, algumas disseram: ‘Acho que você tem que ser cuidadosa, temo que vá afetar negativamente sua carreira’. Eu fiquei tipo o quê? Isso nunca tinha ocorrido a mim”, revelou Paulson.

Paulson, de 42 anos, disse também que, embora sua vida amorosa seja provavelmente a coisa mais sem graça sobre ela, as pessoas consideram que seu namoro com Taylor, 32 anos mais velha, é “fascinante e estranho”. E, na contramão dos conselhos, em discurso após vencer o Emmy de melhor atriz numa série ou filme limitado, ela proferiu um “Eu te amo” à namorada.

“E aí eu pensei, por que eu não falaria [‘Eu te amo’]? O fato de eu estar pensando assim é errado. Sou a capitã do meu próprio navio, e nunca procurei que alguém verificasse para validá-lo, ou me dissesse que está tudo bem”, disse ela.

A carreira de Paulson, depois de tudo isso, continua muito bem. Em seu próximo trabalho no cinema, ela interpretará Tony Bradlee, esposa do lendário editor do Washington Post Ben Bradlee. Em produção de Steven Spielberg sobre a publicação dos Pentagon Papers, o elenco ainda conta com Meryl Streep e Tom Hanks. O longa estreia em 22 de dezembro.

Injeções no pênis e mentiras sobre Gwyneth Paltrow: ‘NYT’ faz mais revelações sobre Weinstein

d09f6fc2-1ad0-4209-88c5-4dd32c14039f-medium.jpgHarvey Weinstein em festa ao lado de Gwyneth Paltrow e Liv Tyler. (Foto: Divulgação)


Para levar atrizes e modelos com mais facilidade para a cama, o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein recorreu a uma antiga artimanha: mentir sobre o fato de ter transado com uma mulher mais famosa que elas. Foi usando o nome de Gwyneth Paltrow nessa perversa tramóia, mas muito bem alicerçada pelo fato de que o filme “Shakespeare Apaixonado”, que ele produziu em 1999, ter vencido diversos Oscars, incluindo o de melhor atriz, que Weinstein seduziu várias mulheres. Uma delas, vítima de assédio sexual em 2004, viu uma foto de Paltrow no apartamento do produtor. Para outra, Weinstein disse que aceitar as fantasias dele  seria “a melhor coisa que você pode fazer para sua carreira”.

Em outubro, ao tomar conhecimento da mentira que circulava pelas suas costas, Paltrow, que nunca foi para cama o ex-patrão (o ex-namorado dela, o ator Brad Pitt, confrontou o produtor depois que este tentou avançar nela durante um encontro à sós), passou a contactar várias das vítimas de Weinstein que caíram nesse conto. Ela queria manifestar apoio a elas. “Ele não é a primeira pessoa a mentir a respeito de que dormiu com alguém, mas ele usou a mentira como uma arma de agressão”, disse Paltrow ao jornal The New York Times em nova e extensa reportagem disponibilizada no site do jornal na noite de terça (5).

O artigo assinado por quatro repórteres, que conduziram 200 entrevistas, é mais um minucioso trabalho investigativo do jornal que, no começo de outubro, revelou a dimensão do comportamento predatório de Weinstein. Desde então, quase uma centena de mulheres famosas e aspirantes ao estrelato, comentaram publicamente sobre as táticas de assédio do produtor, incluindo a mais forte das alegações: estupro.

A reportagem da Times, em outubro, não só fez a polícia de três cidades – Los Angeles, Nova York e Londres – a abrir inquérito contra o produtor, como promoveu uma avalanche de delações públicas de mulheres e homens vitimados pelo assédio e que derruba ou mancha a reputação de homens famosos das artes, política e mídia. A leva da última semana inclui o ator australiano Geoffrey Rush, do fotógrafo de moda Bruce Webber. Também, numa inesperada crise para o complexo das artes do Lincoln Center, em Nova York, o afastamento de lendárias figuras da ópera e da dança na cidade e que trabalhavam em prédios vizinhos: o maestro e condutor da Filarmônica de Nova York, James Levine, e o chefão do balé local, Peter Martins.

Dessa vez, o jornal centrou-se na tarefa de descobrir e confirmar, via várias fontes, a extensão do conhecimento, por parte de alguns agentes e representantes das atrizes de Hollywood, das táticas do poderoso chefão da indústria de entretenimento. Um grupo era conivente, ignorando os relatos das clientes ou pedindo a elas que não o delatassem. Outro manifestava repúdio, alguns até confrontando Weinstein à portas fechadas, ou pedindo para que suas atrizes não mais trabalhassem com ele. Mesmo assim, com a poeira assentada, eles decidiram não tornar nada público, a fim de não queimar a chance de qualquer oportunidade profissional futura com Weinstein.

A atriz canadense Mia Kirshner revelou ao Times ter experimentando ambos os lados  – de repúdio e o do “vamos deixar isso para lá” – dos seus três representantes. Isso aconteceu em 1994, quando Kirshner se tornou nome quente em Hollywood com o lançamento do filme “Exótica”, do diretor canadense Atom Egoyan, no mercado americano. Kirshner, que escapou dos avanços do produtor num quarto de hotel de Nova York, sem maiores incidentes, é uma das mais novas vítimas de Weinstein a se manifestar publicamente. O Times ouviu várias outras mulheres, mas muitas delas pediram aos repórteres que seus nomes não fossem revelados.

O jornal também pinta um retrato de como Weinstein manipulava repórteres de grandes publicações em troca de favores ou para saber que fatos eles tinham apurado recentemente sobre possíveis vítimas ou desafetos do produtor na indústria cinematográfica. Boa parte da investigação dos quatro repórteres centra-se nas atitudes desesperadas de Weinstein quando, em setembro, algumas semanas antes do artigo do Times ser finalmente publicado, este começou a ouvir rumores de que artigos estavam sendo preparados também pela rede de TV NBC e a revista The New Yorker.

Desperado, Weinstein recorreu à táticas antigas de sucesso, como fez com repórteres do jornal New York Post, da rede de TV Fox, e das revistas Variety, Vanity Fair e da extinta versão americana da revista francesa de cinema Premiere. Ele tentou, via um amigo, da agência de talentos CAA, que este oferecesse um projeto literário ao jornalista Ronan Farrow, com adiantamento financeiro polpudo.

O filho da atriz Mia Farrow com o cineasta Woody Allen preparava uma reportagem para a rede NBC, da qual era colaborador. Como a empresa desistiu de veiculá-la, por razões ainda contraditórias e nebulosas, Farrow a ofereceu para a revista The New Yorker. Publicada, a reportagem causou impacto ainda maior que a do Times, uma vez que três vítimas declararam a Farrow que foram estupradas pelo produtor. Farrow não aceitou o suborno. Muito menos a atriz Rose McGowan, uma das vítimas de Weinstein mais engajadas em revelar detalhes de sua experiência com o produtor. Mesmo sabendo que não teria sucesso, um apatetado Weinstein entrou em contato com a agente da atriz, oferecendo um projeto de livro para a cliente. A agente mostrou toda a troca de emails dela com Weinstein aos repórteres do Times.

O jornal também revela que o furo de reportagem dado pela publicação poderia ter acontecido há muito tempo. Mais especificamente a partir da contratação, em 2002, do famoso jornalista David Carr, especialista na cobertura de mídia. Carr tomou conhecimento da história um ano antes, quando, como repórter da revista New York, entrevistou Rose McGowan, que lhe confidenciou o fato de ter sido estuprada pelo produtor. Outro jornalista famoso por sua cobertura de mídia, Ken Auletta, da The New Yorker, já sabia das acusações contra Weinstein desde 2000.

Carr, que morreu em 2015, acabou escrevendo um artigo mais crítico sobre Weinstein no New York Times, mas não pode incluir nenhuma das alegações de abuso sexual contra o produtor. Nenhum vítimas quis dar depoimento, quando procuradas pelo repórter. Semanas antes de a matéria ser publicada, Weinstein ligou para Carr e leu uma frase do texto do jornalista para o próprio, revelando que uma companhia de investigação havia conseguido obter uma cópia do texto ainda em fase de apuração. Já Auletta, da The New Yorker, não foi adiante com a reportagem na revista, pois sua fonte, uma assistente do produtor, vítima de agressão sexual, havia assinado um acordo financeiro com o patrão em troca de silêncio.

Em outubro, horas depois do New York Times finalmente ter publicado o artigo que esperou por vários anos, Weinstein ligou ameaçando os três repórteres que fizeram a investigação.

O Times revela que Weinstein, até setembro, trabalhava em parceria com Hillary Clinton para produzir um documentário de TV sobre a ex-senadora e candidata derrotada à presidência dos EUA, mas que o projeto não deu certo. Ao saber dos planos de Weinstein, tanto a editora Tina Brown, que teve Weinstein como chefe, entre 1999 a 2002, quando ele criou a revista “Talk”, quanto a atriz Lena Dunham, a criadora do seriado de TV “Girls”, ligaram para os assessores diretos da campanha de Hillary Clinton, a fim de alertá-la para a má fama do produtor com as mulheres.

Brown e Dunham não foram vítimas de assédio por parte de Weinstein, mas sabiam, há vários anos, dos abusos dele. Em seu contato com o principal assessor de Clinton, Dunham acusou o produtor, chamando-o de estuprador. O assessor, que nunca tomou providência em alertar Clinton (também pega de surpresa com o artigo do Times de outubro), negou, em entrevista ao jornal, que Dunham tenha usado a palavra “estuprador”, o que tornaria a denúncia mais grave.

Entre as novas revelações pessoais de Weinstein apuradas pelo Times estão as de que assessores diretos do executivo de cinema redigiam documentos dando dicas a ele, de como facilitar seus encontros arranjados com as mulheres. Assessores também tinham que cuidar da compra de injeções aplicadas diretamente no pênis para tratar das crises de impotência do patrão. Weinstein também abusava dos clichês de quem tem poder e conhece gente importante. Em momentos de confronto com inimigos, usava frases do tipo: “eu conheço o presidente dos Estados Unidos. E você, quem é que conhece?” [Marcelo Bernardes]

Socialite Carmen Mayrink Veiga morre aos 88 anos no Rio

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Carmen Mayrink Veiga (Foto: Reprodução)

Morreu na noite deste domingo (3) a socialite Carmen Mayrink Veiga, 88. Ela sofria há anos de uma doença infecciosa que atinge o cérebro e compromete os movimentos.

Mayrink Veiga esteve recentemente internada no Hospital Samaritano, no Rio, e morreu em casa.

A filha Antônia Frering lamentou a morte em uma rede social. Uma foto de Carmen com vestido de gola alta e grandes brincos foi publicada com uma legenda com a imagem de um coração partido.

Antônia estava em Nova York e embarcou de volta para o Brasil. A reportagem ainda não confirmou local e data do sepultamento.

Mayrink Veiga era tida como uma das mulheres mais bem vestidas do país a partir de meados dos ano 1950. Natural de Pirajuí, interior de São Paulo, ela era de uma família tradicional. Seu pai era um financista em São Paulo e foi cônsul da Itália.

Mayrink já frequentava desfiles de alta costura quando se casou com o empresário Tony Mayrink Veiga. O casal permaneceu junto até 2016, quando Tony morreu.

O casal ficou conhecido pelas recepções que dava em seu apartamento com vista para o Pão de Açúcar, no Flamengo, zona sul do Rio, e em Paris, onde Mayrink e Tony frequentavam festas chiques e tapetes vermelhos de desfiles de estrelas da moda.

A revista ”Vanity Fair” classificou Mayrink Veiga como uma das mulheres mais bem vestidas do mundo, em 1981. A ”Vogue” já considerou o casal Carmen e Tony como o mais chique da América do Sul.

Entre pessoas que conviveram com o casal estava o escritor Truman Capote. O artista plástico Andy Warhol chegou a retratar Carmen em um quadro, assim como o brasileiro Di Cavalcanti.

A família Mayrink Veiga também teve uma rádio, fechada durante a ditadura militar brasileira.

Carmen, que sofria de paraparesia espástica tropical, deixa dois filhos e cinco netos. [Lucas Vettorazzo]

Kanye West é alvo de processo por dívida de US$ 228 mil com empresária da Turquia

Kanye-West-@kanyewest-2017-10-10_LzVxVFRVRW5vZ21USGNLRDJNOThIMFlId09WRT0vNzZ4MDo2ODZ4OTE1LzQwMHg2MTAvYjM3OWJiMzctODU2My00OTJjLWI3OTItZTE2MzAxMTQ1NjFmDos cerca de US$ 53 milhões (R$ 172,8 milhões) que Kanye West está devendo na praça, o valor de US$ 228 mil (R$ 743,5 mil) é referente a comissões de uma empresa da Turquia cujos serviços ele contratou em julho de 2015 mas aparentemente esqueceu de pagar a conta. O caso chegou à justiça dos Estados Unidos nesta semana, já que a dona da empresa em questão – Derya Gulseven – decidiu processar a West Brands Fashion LLC, controlada pelo rapper, para tentar receber o que afirma ter direito.

Nos papéis da ação, datados do último dia 22, ela afirma que Kanye a procurou pessoalmente para lhe pedir que encontrasse fábricas têxteis em Istambul dispostas a produzirem as peças da linha de roupas dele, a Yeezy, em um acordo que acabou saindo e totalizou mais de US$ 1,2 milhão (R$ 3,9 milhões). Como tudo deu certo nessa primeira vez, eles repetiram a parceria meses depois para a produção de mais uma leva de roupas, desta vez ao custo de mais de US$ 2,4 milhões (R$ 7,8 milhões).

O problema, segundo Derya, é que a parte dela em ambos os contratos não foi honrada, e agora ela está atrás de uma indenização por ressarcimentos financeiros e mais uma bolada, ainda a ser definida, por danos morais. Kanye, que nunca fez cerimônia sobre as dívidas que tem, já chegou a apelar até para Mark Zuckerberg a fim de resolver suas pendengas: no começo do ano passado, em um post no Twitter, o autointitulado “maior artista vivo de todos os tempos” pediu US$ 1 bilhão (R$ 3,26 bilhões) ao cofundador do Facebook. [Anderson Antunes]

‘Não acho justo que pessoas trans sejam usadas como ferramenta de marketing’, diz Rihanna

Cantora respondeu a comentário de um seguidor pedindo para ela incluir mulheres trans em suas campanhas

Sem título

Com o lançamento da Fenty Beauty, em setembro deste ano, Rihanna começou uma revolução em termos de representatividade na indústria da beleza. Além da marca ter 40 tons de base, pensadas para atender desde pessoas albinas até negros retintos, ela tem veiculado campanhas incluindo mulheres de diferentes tons de pele, além de fazer produtos pensados exclusivamente para peles negras, como o iluminador dourado Trophy Wife – uma raridade no mundo dos cosméticos.

Percebendo esse passo para a inclusão de mulheres negras, um seguidor comentou no Instagram da cantora elogiando a última campanha da marca, e sugerindo que ela inclusse mulheres trans em suas publicidades.

Em sua resposta, Rihanna escreveu que trabalha com mulheres trans, mas não as coloca em uma categoria diferente das outras mulheres. “Eu tive o prazer de trabalhar com muitas mulheres trans nos últimos anos, mas eu não saio fazendo castings exclusivos para elas, assim como não faço para as não trans”, escreveu Rihanna. “Respeito todas as mulheres, e se elas são trans ou não, não é da minha conta. É uma coisa pessoal, e algumas estão mais abertas a falar sobre isso do que outras, então tenho que respeitá-las como mulheres como eu! Não acho justo que uma mulher trans, ou um homem, sejam usados como uma ferramente de marketing, como eu tenho visto frequentemente as marcas fazerem com mulheres trans e negras também. Sempre tem um lugar nas campanhas para a garota ou cara que vira o token da diversidade. É triste!”