Harry diz que temia ver história da mãe, a princesa Diana, se repetindo com Meghan

‘Nem consigo imaginar o que ela sentiu’, afirma ele, em teaser de entrevista com Oprah

Harry e Meghan Markle são entrevistados por Oprah – Reprodução

Em prévias da entrevista que Oprah Winfrey fez com o casal Harry e Meghan Markle, o príncipe sinaliza que temia que a mulher tivesse destino semelhante ao da sua mãe, a princesa Diana. “Meu maior medo era que a história se repetisse”, afirma ele.

Teasers da conversa, que vai ao ar na íntegra apenas no dia 7 de março, foram divulgado neste domingo (28). Em outro trecho liberado, Harry diz estar “aliviado” por poder falar com a apresentadora estando ao lado da mulher. “Nem consigo imaginar o que a minha mãe sentiu ao ter que fazer isso sozinha”, diz.

Em outro trecho, Oprah pergunta à duquesa de Sussex, que está grávida do seu segundo filho: “Você ficou em silêncio ou foi silenciada?”. Também afirma para Meghan: “Quando você diz ‘quase impossível de sobreviver’, faz parecer que houve uma gota d’água.”

Oprah diz ainda que nenhum assunto foi proibido durante a conversa. Como divulgado nas prévias, a apresentadora entrevistou cada um individualmente, e também juntos. Veja os teasers divulgados:

Brasileiros aumentam a mobilização em torno do movimento #FreeBritney

Grupos organizados em aplicativos de mensagens chegam a reunir 300 pessoas para promover a causa, que pede o fim da tutela do pai sobre Britney Spears
Eduardo Vanini

Jovens participam de manifestação nos Estados Unidos, em defesa da liberdade de Britney Spears Foto: John Parra / Getty Images

A certa altura do documentário “Framing Britney Spears” (“Enquadrando Britney Spears”, em tradução livre), o crítico de cinema Wesley Morris, do jornal “The New York Times”, diz: “Ninguém estava discutindo saúde mental, quando Britney passou por aquelas coisas em público. Havia muito dinheiro a se ganhar com o seu sofrimento”. A fala alude a episódios como aqueles em que a cantora raspou a cabeça e atacou paparazzi com um guarda-chuva, em 2007. Imagens que, na época, foram exaustivamente exploradas em manchetes levianas e postagens debochadas nas redes sociais.

Mais de dez anos depois, um grupo cada vez maior de pessoas mostra-se finalmente disposto a uma compreensão mais humana e racional do que aconteceu ali. Aos 39 anos, a cantora que já teve o título de princesinha do pop parece aprisionada a um pesadelo, do qual seus fãs estão empenhados em libertá-la. O movimento #FreeBritney, cuja capilaridade não para de crescer, defende a tese de que ela vive permanentemente submetida aos desejos de seus empresários e de seu pai, Jamie Spears, que desde 2008 tem a custódia e a tutela legal e financeira da filha, obtida sob a alegação de que ela sofre de “problemas de saúde mental”. A própria artista acionou, no ano passado, a Suprema Corte da Califórnia, nos Estados Unidos, para que o pai fosse removido da tutela, mas não obteve sucesso.

A situação é um dos principais temas explorados pelo documentário, lançado no começo do mês e exibido pelo canal FX, com produção do próprio “The New York Times”. Mas o filme vai além. Mostra como a cantora enfrentou, desde cedo, a voracidade de paparazzi e as abordagens sexistas de jornalistas com perguntas constrangedoras sobre os seus seios, além de acusações de ser um mal exemplo. Nessa trajetória, a jovem sorridente foi sucumbindo a uma melancolia perturbadora.

Britney Spears acompanhada pelo pai, em Beverly Hills, em 2008 Foto: Hector Vasquez / Getty Images
Britney Spears acompanhada pelo pai, em Beverly Hills, em 2008 Foto: Hector Vasquez / Getty Images

O professor de comunicação Alan Mangabeira, que estudou o comportamento de fãs de Britney em sua tese de doutorado pela Universidade Federal de Pernambuco, está entre os criadores de um dos maiores sites brasileiros dedicados à pop star, o britneyonline.com.br. Ele começou a desconfiar de que havia algo de errado antes mesmo de o movimento #FreeBritney ganhar corpo. Quando a cantora veio ao Brasil, em 2011, para uma turnê, Mangabeira trabalhou na produção de um documentário sobre a passagem dela pelo país. Durante a apuração, descobriu que fotógrafos recebiam, da equipe da artista, horários e locais onde poderiam produzir “flagras”. “Chamou atenção porque ela já estava sob tutela e vivia uma vida mais reservada. Essa era, certamente, uma agenda que não podia controlar”, afirma. “Como que, numa passagem rápida pelo Brasil, em que ela fez questão de trazer os filhos, os fotógrafos recebiam detalhes do horário em que ela estaria na piscina do Fasano tomando sol, para que pudessem produzir cliques do prédio vizinho?”

O fato é que, de lá para cá, as turnês internacionais minguaram e a artista passou fazer shows em temporadas fixas em Las Vegas, nas quais o playback era usado do começo ao fim. Em alguns casos, até a interação com público era pré-gravada, segundo Mangabeira. “Acho muito simbólico o fato de a Britney ser uma artista sem voz no palco”, avalia. “Certa vez, houve uma apresentação em que ela pegou um microfone de mão, conversou com a plateia e cantou uma canção ao vivo. Nesse dia, disse que se sentia como se estivesse cometendo um crime.”

Grupo faz protesto diante de Tribunal em Los Angeles, em setembro de 2020 Foto: Frazer Harrison / Getty Images
Grupo faz protesto diante de Tribunal em Los Angeles, em setembro de 2020 Foto: Frazer Harrison / Getty Images

Acostumado a entrevistar celebridades internacionais, o jornalista e apresentador Zeca Camargo presenciou uma situação, cujo relato também contribuiu para que Mangabeira ficasse em alerta sobre a cantora. O apresentador havia voado para Nova York, no início dos anos 2000, onde faria uma entrevista com Britney e, enquanto aguardava a sua vez de encontrá-la, a viu cruzar os corredores aos prantos, dizendo que havia sido ofendida e não daria mais entrevistas. “Parece que o jornalista a tinha questionado sobre o fato de não ser uma pessoa autêntica”, recorda-se Zeca. “Mais tarde, recebi um comunicado de que todas as demais entrevistas haviam sido canceladas.”

Com visão privilegiada do showbiz, o apresentador acredita numa espécie de pacto entre celebridades e a cobertura midiática. Mas isso, na visão dele, vira um problema quando a pessoa não consegue sustentá-lo. “Não digo que a Britney é culpada”, ressalta. “Mas essa relação é supersimbiótica. No caso dela, como acontece com tantas outras, perdeu-se esse controle. E, quando isso acontece, a pessoa deixa de ter a sua própria narrativa.”

A perda de controle, na opinião de Mangabeira, tem a ver, inevitavelmente, com a ação opressiva do pai. Mas ele discorda da teoria de que Britney esteja pedindo ajuda em suas redes sociais, por meio de mensagens cifradas, como teorizam muitos fãs. Uma pessoa que vive nessas condições, acredita, certamente não tem livre acesso às próprias contas. De todo modo, o professor é entusiasta do movimento #FreeBritney e ajuda difundi-lo no Brasil, promovendo mutirões e acionando influenciadores para que subam a hashtag. Grupos no Telegram chegam a reunir até 300 pessoas em torno do tema e, graças a essa organização, a cantora está frequentemente entre os assuntos mais comentados no Twitter.

O desfecho desse enredo ainda é incerto, mas um fato é incontestável: o exército aliado de Britney não vai recuar tão cedo. O barulho tem sido tanto, que outros documentários produzidos por gigantes do audiovisual estão a caminho. Uma história sem precedentes no mundo pop.

Lady Gaga oferece R$ 2,7 milhões pela devolução dos cães; FBI investiga motivação

Polícia quer saber se motivação de roubo foi política

Lady Gaga com seus cachorros – Instagram/lallieburns

A cantora Lady Gaga, 34, está muito chateada com o roubo de seus dois cães da raça buldogue francês. De acordo com o Daily Mail, ela oferece uma recompensa de R$ 2,7 milhões pela devolução dos animais.

Agora, o FBI entrou no caso para investigar se a motivação do crime teria sido por cunho político ou resgate. Gaga cantou o hino americano na posse de Joe Biden e se mostrou favorável ao governo dele nas eleições.

Segundo o The Sun, o FBI tem trabalhado diretamente com o Departamento de Polícia de Los Angeles para resolver o caso. O veículo diz que vizinhos da cantora acreditam que o ataque tenha sido premeditado.

Um vizinho de nome Buck Angel, que acompanhou o crime e ligou para a polícia, disse ao veículo que o crime não pode ser apenas por acaso naquele local. Ele também diz que a área em que o roubo aconteceu está vazia há cinco anos e que não tem testemunhas que vivam lá.

“Eles tinham que ter escolhido aquele local para realizar o ataque, e aqueles cães eram alvos de resgate. Eles devem querer chantagear Lady Gaga por dinheiro”, disse o vizinho ao The Sun.

ENTENDA O CASO
Gaga teve dois de seus buldogues franceses roubados após pelo menos uma pessoa armada atirar no homem que passeava com os animais. O crime aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos. Gaga estava em viagem à Itália.

Segundo o site TMZ, o passeador de cachorros de 30 anos foi alvejado na noite de quarta-feira (24). Ele estava com três cachorros da artista: Koji, Miss Asia e Gustavo. Embora dois tenham sido roubados, o terceiro, Miss Asia, correu, mas depois foi recuperado.

Não há informações com relação ao estado de saúde do funcionário de Gaga nem sobre o paradeiro e o estado de saúde dos dois bichos. O Daily Mail, porém, afirma que o estado do profissional é grave, já que teriam sido quatro tiros na região do peito. A polícia foi acionada para investigar o caso e conta que quando chegou viu o homem consciente, porém com muitas dificuldades para respirar. Ele foi levado para o hospital.

Os buldogues franceses são cães caros nos Estados Unidos. Segundo o Daily Mail, os valores para venda podem chegar ao equivalente a R$ 16 mil.

Gwyneth Paltrow passa a vender vibradores e responde se testou o produto

Fundadora da Goop fala também sobre ‘wellness sexual’ e sobre ter tido Covid-19
VALERIYA SAFRONOVA

Alex Welsh for The New York Times

THE NEW YORK TIMES – Se comparado a um ovo de jade vaginal e a uma vela cujo nome pode ser traduzido “tem o cheiro da minha vagina”, um vibrador parece quase, digamos, antiquado.

Mas isso não impediu que os fãs da Goop, a companhia de “wellness” de Gwyneth Paltrow, alvo de frequentes zombarias, arrematassem o vibrador de ponta dupla da empresa, que lembra um cone de sorvete, em cor clara.

Em entrevista na terça-feira (16), Paltrow expressou decepção por subestimar a demanda (o estoque do vibrador está esgotado). Afinal, a pandemia quer dizer que as pessoas passam muito tempo dentro de casa e sozinhas, e gerou um boom de brinquedos sexuais.

E o vibrador da Goop é uma proposta interessante para combater o tédio. Com uma bola massageadora em uma ponta e uma varinha na outra –e oito padrões de pulsação em cada—, isso significa 64 combinações possíveis (para propiciar uma sensação diferente a cada dia durante dois meses de quarentena). Ao preço de US$ 95, o produto parece até acessível, pelo menos em comparação com o consolo de ouro de US$ 15 mil que Paltrow recomendou em um dos boletins informativos da Goop.

“Sempre tivemos interesse por ‘wellness’ sexual, como um pilar realmente importante do ‘welness’ mais amplo”, disse Paltrow.

Por que um vibrador, agora?
Para muita gente –não para você e não para mim—, um vibrador ainda é considerado uma coisa muito ousada. Isso obviamente mudou muito nos últimos 10 anos. Mas há muita gente que ainda se incomoda com conteúdo sexual, ou com a própria sexualidade. As mulheres não são ensinadas sobre um determinado vernáculo, e sobre como expressar o que desejamos. Não somos boas quando o assunto é sermos vulneráveis com relação à nossa sexualidade.
Acho que, em lugar de “por que um vibrador agora”, a questão seria mais “como podemos fazer um vibrador que ajude a reduzir o estigma que ainda cerca o assunto”.

Fale do design.
Muitos vibradores parecem sexualizados demais. São ou realmente fálicos ou se parecem com algo que você compraria em uma sex shop. Fiquei realmente intrigada pela ideia de que o produto poderia ter uma aparência bonita e cool, e que ele poderia ficar na mesa de cabeceira sem causar embaraços à dona ou a qualquer outra pessoa. Há um sentimento de controle nisso.

Explique, por favor.
Acho que estávamos só tentando fazer alguma coisa…. talvez mais intelectual?

O prazer sexual feminino vem sendo menos estigmatizado. O mercado está crescendo?
Isso é visível agora, com a ascensão de novas empresas de produtos femininos como a Honey Pot, ou outras empresas de bens de consumo que desenvolvem produtos para a vagina e a vulva. Há celebridades que assinaram com companhias de vibradores para ajudar a promovê-los. É maravilhoso que mulheres visíveis, fortes e populares estejam dizendo que “isso é OK. Isso não é causa de vergonha e você não precisa se envergonhar”.
A Goop com certeza vem sendo uma parceira em abrir esse caminho e criar uma cultura em torno da saúde feminina, saúde sexual e sexualidade. Por isso fazemos uma vela vaginal. Vamos acabar com o preconceito. Não quero que as projeções alheias me afetem. Quero poder experimentar a mim mesma, o meu corpo e o meu prazer, da minha maneira.

Você testou o vibrador pessoalmente?
Ninguém me fez essa pergunta até agora. Você me fez enrubescer. Acho que podemos deixar o assunto aí.

Algo menos pessoal, então. Algum hobby novo durante a pandemia?
Não diria que desenvolvi novos hobbies, mas voltei a me dedicar a alguns deles, ou a dedicar mais tempo a alguns deles, como a meditação. É algo que faço toda manhã. Antes, era talvez uma vez a cada duas semanas, ou nunca. Agora também cozinho o tempo todo, como todas as outras pessoas do planeta. P. Você interpretou a Paciente Zero no filme “Contágio”. Isso a preparou para a pandemia?R. Lembro-me de estar no set e de pessoas dizerem que aquilo poderia realmente acontecer, e acontecer durante nossa vida.

Em fevereiro, antes de cobrir o rosto se tornar a norma, você postou um selfie no Instagram que a mostrava de máscara.
É um padrão comum em minha vida. Faço alguma coisa realmente antes de todos, e as pessoas não entendem o que estou fazendo e me acham louca. E aí a cultura adota o que fiz.Tive de fazer uma viagem à França quando a pandemia estava começando. Usei a máscara no avião, mas não a usei no evento a que fui, e acabei pegando a Covid e voltando para casa, e fui uma das primeiras pessoas conhecidas a apanhar a doença.

Você está planejando se vacinar?
Ainda tenho anticorpos. Outras pessoas, que não estão protegidas, devem ser vacinadas primeiro.

A Goop foi criticada por fazer afirmações dúbias sobre “wellness” e, em 2018, teve de pagar US$ 145 mil por fazer afirmações de saúde não confirmadas sobre seus ovos vaginais. Por que os consumidores deveriam confiar na empresa?
Foram coisas que aconteceram alguns anos atrás porque nós ainda éramos uma pequena empresa que revendia marcas de terceiros, fazendo como que uma curadoria, e essas marcas afirmavam certas coisas sobre seus produtos. Nós avançamos bastante e não somos mais uma pequena startup. Mesmo no caso dos ovos Yoni. O que estava em questão eram coisas que o fabricante afirmava, e não envolviam o produto. O ovo não era perigoso. Nós ainda o vendemos.

Tradução de Paulo Migliacci.

Príncipe William está furioso e triste com o comportamento de Harry e Meghan Markle, diz ‘Sunday Times’

Duque de Cambridge considerou comentário do casal, que afirmou que o ‘serviço é universal’, ‘desrespeitoso’ em relação à rainha Elizabeth II

Príncipes Harry e William, Meghan e Kate

príncipe William está furioso e triste com o comportamento do príncipe Harry e de Meghan Markle em relação à rainha Elizabeth II. De acordo com o “Sunday Times”, ele achou um comentário feito pelo casal “desrespeitoso e petulante“. A rainha Elizabeth afirmou que uma “vida de serviço público” não é compatível com a nova carreira do casal nos EUA. No que o príncipe Harry e Meghan rebateram, respondendo: “O serviço é universal”.

Na sexta-feira,  o palácio de Buckingham confirmou que o príncipe Harry e sua mulher, a americana Meghan Markle, não retornarão às funções reais. Harry também abrirá mão de seus títulos militares e o casal deixará suas atividades como patronos de instituições culturais e filantrópicas. Essas medidas marcam a separação definitiva da família real britânica.

Ontem, o príncipe Charles viajou ao encontro do príncipe Philip, que está internado com uma doença não relacionada à Covid-19.

Há rumores de que a apresentadora Oprah Winfrey passou dois dias da semana passada com o príncipe Harry e Meghan Markle gravando a entrevista que irá ao ar dia 7 de março.

Kim Kardashian e Kanye West se separam após seis anos de união

Casal que esteve em crise conjugal por meses tem quatro filhos juntos

O casal Kim Kardashian e Kanye West posa para fotos antes da cerimônia do Oscar 2020 em 9 de fevereiro 

Os rumores que apontavam o fim do casamento de Kim Kardashian, 40, e Kanye West, 43, se concretizaram. A empresária entrou com um pedido de divórcio do rapper nesta sexta-feira (19), nos Estados Unidos. No processo ela pede a custódia legal e física conjunta dos quatro filhos do casal. De acordo com fontes ouvidas pelo TMZ, há um acordo pré-nupcial que não está sendo contestado por nenhuma das partes.

A informação chega cerca de um mês após ser noticiado que Kim havia contratado, Laura Wesser, advogada especializada em cuidar de divórcios de celebridades, para resolver seu caso. “Eles estão mantendo tudo discreto, mas estão prontos. Eles estão em negociações”, disse à época uma fonte ao portal Page Six.

Segundo a publicação, o maior obstáculo para a concretização do divórcio pode ser a casa que eles possuem em Calabasas, na Califórnia. O casal teria desembolsado US$ 40 milhões (R$ 213 milhões) pelo imóvel e outros US$ 20 milhões (R$ 106 milhões) em reformas. “Kim está tentando fazer com que Kanye entregue a casa de Calabasas para ela, porque é onde as crianças vivem e estão crescendo. Essa é a casa deles”, afirmou a fonte ao tabloide.

A crise no casamento das celebridades se tornou pública há alguns meses. Em julho, West chorou ao revelar que conversou com Kim Kardashian sobre a possibilidade dela fazer um aborto quando os dois ainda eram namorados. O plano não foi adiante e a primogênita do casal, North West, nasceu em junho de 2013.

Segundo relato da revista Us Weekly, West contou aos presentes que Kim ligou para ele quando os dois namoravam e estava nervosa depois de uma consulta médica. Ele diz que pensou que havia passado o vírus da Aids para ela, pois na época estava tendo uma vida desregrada.

Contudo, a socialite afirmou que estava grávida e os dois chegaram a pensar na hipótese de interromper a gravidez. “Quase matei minha filha”, afirmou com lágrimas nos olhos. Ele também disse que o pai dele quis que a mãe, Donda, abortasse quando ela esperava o nascimento do rapper.

Na mesma época, o rapper tuitou que tentava se divorciar da esposa há dois anos. Na ocasião, ele contou também que a sogra, Kris Jenner, e Kim estavam querendo interná-lo a força em uma clínica psiquiatra. “Elas tentaram voar com médicos para me internar. Kris e Kim fizeram isso sem a minha aprovação … não é isso que uma esposa deve fazer. Supremacia branca”, escreveu o rapper, que logo excluiu os tuítes. Após o ocorrido, Kim pediu compaixão e empatia para que sua família possa enfrentar a doença de Kanye, que sofre de transtorno bipolar.

Kim e West começaram a namorar no início de 2012 e se casaram em 2014 numa cerimônia privada no Forte di Belvedere em Florença, na Itália. Além de North, os dois tiveram outros três filhos: Saint, 5, Chicago, 3, e Psalm, 1.

Príncipe Harry e Meghan se separam oficialmente da família real britânica

Casal perde títulos concedidos pela Coroa e deixa de ser membro ativo da monarquia

Harry e Meghan, ainda como noivos, durante evento na Abadia de Westminster, em Londres – Daniel Leal-Olivas – 12.mar.18/AFP

LONDRES | AFP e REUTERS – O Palácio de Buckingham anunciou, nesta sexta-feira (19), a separação oficial entre a família real britânica e o príncipe Harry e sua mulher, a atriz Meghan Markle. Com a decisão, os dois deixam de ser membros ativos da monarquia.

O processo de rompimento chega ao fim mais de um ano depois de Harry e Meghan anunciarem repentinamente, em janeiro de 2020, que estavam se afastando da família real para trabalhar na América do Norte e conquistar a própria independência financeira —eles deixaram oficialmente suas funções reais no dia 31 de março do ano passado.

“O duque e a duquesa de Sussex [títulos do casal] confirmaram à Sua Majestade, a Rainha, que não retornarão como membros ativos da família real”, diz o comunicado do Palácio de Buckingham. “Enquanto todos estão tristes por sua decisão, o duque e a duquesa continuam sendo membros muito queridos da família.”

Ainda segundo o palácio, as “nomeações militares honorárias e os patronatos reais” de Harry e Meghan serão distribuídos entre outros membros da família real.

Os patronatos são uma série de cargos simbólicos em instituições de caridade, associações militares e organizações de serviço públicos, representando o apoio formal da realeza britânica a determinadas causas ou entidades.

Quando anunciaram sua intenção de conquistar um “novo papel progressivo” na sua relação com a família real, Harry e Meghan disseram que pretendiam honrar seus deveres com a rainha e com seus patronatos, mas agora eles perderam esses títulos, em um movimento que foi visto como uma linha firme adotada pela rainha Elizabeth 2ª.

“A Rainha escreveu confirmando que ao se afastar do trabalho da família real não é possível continuar com as responsabilidades e deveres inerentes a uma vida de serviço público”, informou o palácio.

Entre outras posições simbólicas, o príncipe Harry deixará de ser capitão-general dos Royal Marines, divisão de infantaria da Marinha Real Britânica, e perderá sua função de patrono da federação nacional de rúgbi.

Meghan, por sua vez, deixará suas associações com o Royal National Theatre, a principal companhia de teatro do Reino Unido, e com a Associação de Universidades da Commonwealth, conjunto formado por mais de 500 instituições acadêmicas.

O casal deve manter, porém, seus títulos de nobreza —o principal deles é exatamente o de duque e duquesa de Sussex. Harry também continua a ser considerado um príncipe britânico, mas não pode mais ser chamado de “alteza real”.

Por meio de um porta-voz, o casal disse que permanecerá comprometido a servir, ainda que sem os patronatos reais. “Todos nós podemos viver uma vida de serviço. O serviço é universal”, disse o representante.

“O duque e a duquesa de Sussex continuam comprometidos com seus deveres e serviços ao Reino Unido e ao redor do mundo, e têm oferecido seu apoio contínuo às organizações que representam, independentemente de seu papel oficial”, acrescentou o porta-voz.

O casal deve quebrar o silêncio sobre o processo de rompimento real —apelidado de “Megxit” pelos jornais britânicos— em uma entrevista à apresentadora americana Oprah Winfrey que deve ser exibida em 7 de março.

Harry, 36 e Meghan, 39, casaram-se em maio de 2018 numa cerimônia no castelo de Windsor, em Londres, e tiveram um filho em 2019 —Archie Harrison Mountbatten-Windsor não tem título de realeza.

Antes do rompimento com a família real, os dois vinham demonstrando desconforto com a intensa atenção que recebiam principalmente dos tabloides britânicos e chegaram a tirar seis semanas de férias de seus compromissos oficiais.

No ano passado, o casal, que viveu no Canadá depois de deixar o Reino Unidomudou-se para Santa Bárbara, no sul da Califórnia, a cerca de 160 km de Los Angeles, cidade natal da atriz.

Em novembro do ano passado, Meghan publicou um artigo no jornal The New York Times contando que sofreu um aborto espontâneo quatro meses antes. No último domingo (14), o casal anunciou uma nova gravidez.

“Podemos confirmar que Archie será um irmão mais velho. O duque e a duquesa de Sussex estão muito felizes com a espera de seu segundo filho”, disse um porta-voz à revista People.

Gwyneth Paltrow revela luta contra ‘COVID longa’, com fadiga e confusão mental

A atriz de 48 anos disse que mudou sua dieta e intensificou exercícios após se recuperar da doença

Gwyneth Paltrow com os filhos Apple e Moses (Foto: Instagram)
Gwyneth Paltrow com os filhos Apple e Moses (Foto: Instagram)

A atriz Gwyneth Paltrow revelou ter enfrentado uma longa batalha contra COVID-19 logo no início da pandemia. A celebridade de 48 anos publicou um texto em seu site pessoal falando como precisou ser paciente em sua luta contra a chamada ‘COVID-19 longa’, com várias semanas de fadiga e confusão mental.

No caso, a “COVID longa” citada pela atriz também é conhecida como “COVID persistente” ou “COVID prolongada”. Estudos relacinados à doença dizem que 80% das pessoas que pegaram COVID-19 ainda exibiram sintomas duas semanas após estarem  livres do vírus. Entre os sintomas constam perda de memória, ansiedade e depressão, entre outros.

“Eu peguei COVID-19 muito cedo e tive alguns efeitos a longo prazo como fadiga e confusão mental”, contou a atriz.

A atriz Gwyneth Paltrow com o marido, o produtor Brad Falachuk (Foto: Instagram)
A atriz Gwyneth Paltrow com o marido, o produtor Brad Falachuk (Foto: Instagram)

Depois ela explicou como continua encarando o impacto da doença em seu corpo: “Em janeiro fiz alguns testes que mostraram níveis muito altos de inflamação no meu corpo. Então fui atrás de um dos maiores especialistas que conheço, o Dr. Will Cole. Ele viu meus exames e me explicou que a estrada até a recuperação seria mais longa que o habitual”

A artista contou que passou a cuidar ainda mais do próprio corpo para tê-lo de volta à sua forma e saúde o quanto antes. Ela intensificou sua rotina de exercícios e ampliou seus cuidados alimentares, cortando açúcar e álcool.

A atriz Gwyneth Paltrow meditando de pijama e sem maquiagem (Foto: Instagram)
A atriz Gwyneth Paltrow meditando de pijama e sem maquiagem (Foto: Instagram)

“Eu tenho cozinhado muito, algumas coisas realmente deliciosas (…) Também estou tomando suplementos, visando um intestino melhor. Tudo o que faço é para me sentir melhor, como um presente para o meu corpo. Eu tenho energia, estou malhando de manhã e fazendo muita sauna, tudo à serviço da minha recuperação”.

A atriz está em isolamento social na companhia do marido, o produtor de cinema e TV Brad Falchuck, e os dois filhos, Apple (16 anos) ou Moses (14 anos), de seu casamento com o músico Chris Martin, vocalista do Coldplay.

Netflix planeja o próprio documentário sobre Britney Spears

New York Times e Hulu lançaram Framing Britney Spears em fevereiro

Britney Spears (Foto: Reprodução/Instagram)

Na onda da grande repercussão de Framing Britney Spears, foi revelado que a Netflix está produzindo o próprio documentário sobre a estrela do pop. Segundo a Bloomberg, o novo filme será dirigido por Erin Lee Carr, de I Love You, Now Die.

Dirigido por Samantha StarkFraming Britney Spears foi produzido pela Hulu e pelo New York Times e dominou discussões online desde seu lançamento. Entre os assuntos mais comentados após o lançamento foi o comportamento de Justin Timberlake após o término de seu namoro com a cantora. As críticas dos espectadores sobre o comportamento considerado abusivo do cantor o levou a pedir desculpas publicamente a Spears – saiba mais.

O projeto da Netflix já estava em andamento antes da estreia de Framing Britney Spears, mas ainda não tem data para chegar à plataforma.