Símbolo da aristocracia de NY, Gloria Vanderbilt foi ‘gossip girl’ da vida real

Uma das pioneiras do jeans e herdeira de magnata, ela fez dívidas e teve de ir viver na casa do filho

Atriz Gloria Vanderbilt Stokowski em traje para a peça de Molnar, The Swan

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Não é aleatória a cena em que Serena van der Woodsen, a pobre menina rica de “Gossip Girl”, desce na Grand Central de Nova York no primeiro episódio do seriado. Seu sobrenome, assim como a construção centenária, estava ligado à sua musa inspiradora, Gloria Vanderbilt, que até esta segunda-feira (17) era último bastião do glamour aristocrático da Nova York do século 19.

Morta aos 95 anos, em decorrência de um câncer no estômago, foi casada quatro vezes e herdou montanhas de dinheiro do tataravô magnata das ferrovias, Cornelius Vanderbilt. Assim como a persona real, Lilly van der Woodsen, mãe de Serena na série, mantinha vastas coleções de maridos, filhos e obras de arte.

Seria injusto, porém, minguar a importância de Gloria Vanderbilt às fofocas da alta sociedade pré-blogs. Em se tratando de elegância, ela era uma espécie de Costanza Pascolato dos Estados Unidos.

O segredo que ninguém conta, para citar o jargão da série pop, é que ela ajudou, nos anos 1970, a libertar garotas comuns dos vestidos e roupas herdados dos armários do pós-Guerra.

Tingidas por um índigo profundo, as calças jeans de Vanderbilt tinham cintura alta, eram levemente ajustadas para se diferenciar dos cortes masculinos e levavam seu nome na etiqueta. Isso muito antes da logomarca que tomou a costura nas décadas seguintes.

Era uma fórmula perfeita, tocada em parceira com o presidente da gigante têxtil Mohan Murjani, Warren Hirsch, para fazer a marca faturar mais de US$ 100 milhões por ano em valores da época.

Gloria, assim, passaria a ser vista não só pela forma elegante de combinar roupas, mas por criar as tendências e diferentes formas de usá-las.

Da mesma forma que a estilista Mary Quant teve o nome e a criação ofuscados por André Courrèges (1923-2016), reconhecido como “pai da minissaia” apesar de a inglesa ter lançado anos antes a peça, só que um pouco mais longa do que a do francês, Vanderbilt foi eclipsada pela agressiva campanha de grifes italianas e conterrâneas pela coroa do jeans.

A montanha-russa de uma vida marcada por gastos exorbitantes e escândalos familiares subjulgou a imagem de self-made woman. Calvin Klein, Diesel, Levi’s, Lee, grifes geridas por homens e que lançavam mão de publicidade lasciva, tomaram o espaço da face mais interessante da herdeira de casos midiáticos.

A diva, socialite e milionária Gloria Vanderbilt Foto: Mario Anzuoni/Reuters

Os anos 1990 foram impiedosos com a estilista, mais vista como socialite e ex-mulher de figurões do que como a garota que desafiou o destino de seus pares da região nobre do Upper East Side e criou a própria fortuna –ainda que tenha perdido boa parte dela por dívidas com o fisco e passado a viver em um apartamento do filho famoso e âncora da CNN Anderson Cooper.

Chegou a escrever poemas, dicas de decoração e livros de memórias nos quais esmiuçou suas tragédias particulares. Diferenciou-se da nobreza decrépita, mas por toda vida carregou o fardo de ter o sobrenome mais pesado que o nome.

O tempo colocou em evidência o ícone de estilo, a caricatura do glamour fora de moda e um tanto francês demais, rechaçado pelo nascente estilo yuppie propagado pelos engomadinhos de Wall Street. Vale lembrar, ela passou parte da infância no país europeu e herdou costumes bem diferentes da etiqueta americana, mais objetiva e sem firulas. No fim das contas, o desajuste parecia acompanhá-la desde cedo.

Toda a noção de igualdade de gênero gestada no século 20, que lhe permitiu furar a própria bolha social e hoje baseia o pensamento ocidental sobre o papel da mulher, não foi perene na vida de Gloria Vanderbilt. 

É como se quaisquer contribuições que tenha desenvolvido na literatura, nas artes e na moda não tivessem sido suficientes para que recebesse reconhecimento como alguém maior do que a pobre menina rica e, principalmente, melhor do que o “gossip” em torno de sua intimidade.

Gloria deixa os filhos Anderson Cooper, Christopher Stokowski e Leopold Stanislaus Stokowski.

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Kim Kardashian consegue entrevistas de emprego para 5.000 detentos americanos

Socialite fechou parceria com empresa de transporte

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Kim Kadarshian fez uma visita à Casa Branca na última quinta-feira (13) para dar mais um passo em seu projeto de contribuir para a reforma do sistema prisional americano.

A socialiate que já conseguiu perdão a detentos e os ajudou a encontrar casas onde morar, agora quer dar oportunidades de trabalho a eles. 

Kadarshian trabalha em parceria com a organização #Cut50, que tem como missão reduzir a população prisional americana. Nessa nova fase, ela envolveu uma empresa especializada em transporte para conseguir levar detentos a entrevistas de trabalho.

A ideia é empregar cerca de 5.000 presos que estão prestes a sair em liberdade. A primeira leva de entrevistas já deve ocorrer nesta quarta-feira (19).

Por seus projetos em apoio à reforma prisional aprovada pelo governo americana Kim Kardashian já foi nomeada a madrinha dos detentos, nos Estados Unidos.

A socialite passou a receber milhares de cartas de detentos depois que  conseguir o perdão para Cyntoia Brown, que estava há 15 anos na prisão. Ela matou o homem que abusou dela aos 16 anos para se defender. Enquanto Cyntoia estava presa, outras celebridades, como a cantora Rihanna, fizeram campanha por sua libertação.

A fama de Kim é tão grande, que ela tem até um apelido: Princesa da Reforma Prisional. A chuva de cartas de detentos começou após a empresária 

A empresária ainda teve uma boa participação na solução do caso de Alice Marie Johnson, bisavó de 63 anos que estava presa há mais de duas décadas por um delito de drogas como ré primária. 

Kim chegou a se encontrar com o presidente Donald Trump para pedir uma revisão do sistema prisional. Em dezembro do ano passado, a Câmara dos Representantes (deputados) dos EUA deu aprovação final nesta ao projeto de reforma da justiça criminal, apoiado pelo presidente Donald Trump.

Irina Shayk aparece pela primeira vez após separação de Bradley Cooper

Modelo esteve na passarela com Alessandra Ambrósio e Carol Trentini

O desfile LuisaViaRoma, organizado por Carine Roitfeld, levou Irina Shayk para as passarelas pela primeira vez após a separação de Bradley Cooper Foto: Vittorio Zunino Celotto / Getty Images for LuisaViaRoma

Vida que segue – e segue brilhando. Irina Shayk apareceu em público pela primeira vez após o anúncio da separação de Bradley Cooper . A modelo russa esteve num desfile em Florença, na Itália, cercada de outras tops, como as brasileiras Alessandra Ambrósio e Carol Trentini.

A mãe da pequena Lea de Seine foi selecionada pela editora de moda Carine Roitfeld para participar do evento da marca LuisaViaRoma. Irina fez duas entradas, uma com um vestido preto de couro e outra com um conjunto de saia e blazer.

A russa, de 33 anos, e o americano, de 44, ficaram juntos por 4 anos e tem uma filha de 2.

A russa fez duas entradas Foto: MIGUEL MEDINA / AFP

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Irina Shayk, Carol Trentini, Alessandra Ambrosio, Gigi Hadid – Getty Images for LuisaViaRoma

Carol Trentini desfilou com um look revelador Foto: MIGUEL MEDINA / AFP
Close na beleza de Carol Foto: Vittorio Zunino Celotto / Getty Images for LuisaViaRoma
Alessandra Ambrosio vestiu um blazer comportado Foto: Vittorio Zunino Celotto / Getty Images for LuisaViaRoma
Gigi Hadid também no casting Foto: MIGUEL MEDINA / AFP

‘Não sou contra as vacinas’, diz Jessica Biel após críticas nas redes sociais

Atriz explicou que defende o direito dos familiares tomarem decisões sobre a saúde dos próprios filhos

A atriz Jessica Biel e o ativista Robert F. Kennedy Jr. Foto: Instagram/@robertfkennedyjr

A atriz Jessica Biel se envolveu em uma polêmica na última terça-feira, 11, quando esteve em uma reunião com o ativista Robert F. Kennedy Jr., que é publicamente contra a vacinação. Após o americano compartilhar o encontro nas redes sociais, seguidores da atriz presumiram que ela também seja contra a vacinação e fizeram duras críticas.

Com uma declaração publicada no Instagram, a atriz disse que defende o direito dos familiares de tomarem suas próprias decisões quanto à saúde dos filhos. Ela cita o caso de um casal de amigos cujo filho não pode se vacinar por questões médicas, por isso rejeita o projeto de lei SB276, que limitaria as isenções médicas de vacinas sem a aprovação de um oficial de saúde pública do estado da Califórnia.

“Esta semana eu fui a Sacramento para conversar com legisladores na Califórnia sobre um projeto de lei proposto. Eu não sou contra as vacinas – eu apoio as crianças que recebem vacinas e também apoio o direito das famílias de tomarem decisões médicas sobre seus filhos junto com seus médicos. Minha preocupação com o [projeto de lei] SB276 é exclusivamente sobre isenções médicas. Meus amigos mais queridos têm um filho com uma condição médica que justifica uma isenção de vacinas e, se esse projeto for aprovado, isso afetaria muito a capacidade da família de cuidar de seu filho nesse estado. Por isso falei com legisladores e argumentei contra essa lei. Não porque eu não acredito em vacinas, mas porque acredito em dar aos médicos e às famílias que eles tratam a capacidade de decidir o que é melhor para seus pacientes e a capacidade de fornecer esse tratamento”, diz a nota publicada pela atriz no Instagram.

Jessica é mãe de Silas, de quatro anos, fruto de seu relacionamento com o cantor Justin Timberlake.

Jessica Biel faz campanha contra vacinas

A atriz deu seu apoio ao ativista Robert F. Kennedy Jr, que tem opiniões contrárias à vacina
MARIE CLAIRE

Jessica Biel (Foto: Reprodução/Instagram)

Jessica Biel deu seu apoio à campanha contra vacinas nos Estados Unidos, na terça (11), nos Estados Unidos.

A atriz apareceu na Assembleia Estadual da Califórnia para dar apoio ao ativista ambiental Robert F. Kennedy Jr., que alega que as vacinas são inseguras. De acordo com a publicação Daily Beast, que deu a história com exclusividade, Jessica acredita que as vacinas podem causar complicações às crianças. 

Ela, que é casada com o cantor Justin Timberlake e mãe de Silas, de quatro anos, não pretende vacinar o filho. 

Jessica Biel e Robert F. Kennedy Jr. (Foto: Reprodução/Instagram)

Kylie Jenner curte domingo na piscina com amiga

E elas ainda usaram biquínis com cores combinando

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)
Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Kylie Jenner aproveitou de uma bela piscina neste domingo (9). A digital influencer e empresária compartilhou um clique em seu Instagram em que aparece ao lado da amiga Anastasia Karanikolaou sentada em um sofá na áre a esterna de sua casa.

Na legenda, Kylie colocou apenas corações e uma reação de festa pois, por acaso, elas estavam comemorando o aniversário de Anastasia. As duas ainda deciridam combinar a cor dos biquínis!

Os seguidores não economizaram nos elogios: “ICÔNICAS”, “Lindas de rosa” e “Quem mais está morrendo com essas fotos hoje?”. 

Veja mais fotos do dia na piscina abaixo:

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Kylie (Foto: Reprodução / Instagram)

Angelina Jolie pede apoio internacional às crianças venezuelanas

Segundo a atriz, 20 mil crianças refugiadas podem ficar apátridas Julia Symmes Cobb

Angelina Jolie conversa com crianças em visita a Colômbia – Andrew McConnell/ Handout/ Reuters

A atriz Angelina Jolie pediu neste sábado que a comunidade internacional forneça mais apoio a três países sul-americanos com mais imigrantes da crise da Venezuela, dizendo que 20 mil crianças venezuelanas estão em risco de ficar sem direitos básicos de cidadania. 

Jolie falou na Colômbia como enviada especial do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Ela está em uma viagem de dois dias para se encontrar com imigrantes venezuelanos no país e se reuniu com o presidente colombiano, Iván Duque, em Cartagena. 

Quatro milhões de refugiados e imigrantes venezuelanos fugiram da crise humanitária e econômica em seu país natal. 

Mais de um milhão deles estão vivendo na Colômbia, onde o governo e agências de auxílio têm se esforçado para fornecer moradia, comida e cuidados de saúde a um fluxo de imigrantes que não para de crescer vindo de regiões já pobres e violentas na fronteira. 

Pais de crianças venezuelanas nascidas em outros países geralmente têm problemas para registrar o nascimento do bebê, porque não têm acesso a um número cada vez menor de consulados venezuelanos, ou porque não têm os papéis de imigração. 

“O presidente e eu conversamos sobre o risco de deixar mais de 20 mil crianças apátridas, sobre seu compromisso em sempre ajudar crianças”, afirmou Jolie, 44 anos, vencedora do Oscar, em uma entrevista coletiva. 

“Concordamos sobre a necessidade urgente de a comunidade internacional dar mais apoio à Colômbia, ao Peru e ao Equador, que estão carregando o fardo da crise.” 

Duque disse que esperava que a visita alertasse o mundo para a seriedade da crise imigratória. 

Ele, Jolie e autoridades da Acnur tiveram uma reunião produtiva na manhã de sábado, disse Duque, incluindo uma discussão sobre como nacionalizar crianças sem pátria. 

Jolie visitou imigrantes venezuelanos no Peru, em outubro do ano passado. Ela concluirá sua visita na cidade de Maicao, na fronteira, ainda neste sábado. 

A crise econômica da Venezuela levou à ampla escassez de comidas e remédios básicos, enquanto as hostilidades políticas motivaram onda de violência fatal.

Reuters