Angelina Jolie retira sobrenome de Brad Pitt após oficialização do divórcio

O casal, que se conheceu nos bastidores do filme “Sr & Sra Smith” em 2004, chocou o mundo com o anúncio do fim do casamento em 2016

Angelina Jolie Voight e Brad Pitt

Angelina Jolie parece estar determinada a seguir em frente. Após o divórcio com Brad Pitt, a atriz tomou uma atitude importante nesta semana: além de oficializar o divórcio, também retirou o sobrenome do ex-marido.  

Segundo informações do portal The Blast, divulgados nesta segunda-feira (15), Angelina oficializou a retirada do sobrenome Pitt e voltou a usar seu nome de solteira. Agora, a atriz volta a usar o nome Angelina Jolie Voight.

A decisão veio uma semana após a justiça dissolver o status do relacionamento e declarar que os astros eram solteiros novamente.

Ademais, o casal, que se conheceu nos bastidores do filme Sr & Sra Smith em 2004, chocou o mundo com o anúncio do fim do casamento em 2016.

Desde então, Pitt e Jolie ainda tratam na Justiça dos EUA sobre a guarda dos seis filhos – Maddox (17 anos), Pax (15 anos), Zahara (14 anos), Shiloh (12 anos) e os gêmeos Knox e Vivienne (10 anos).

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Gisele Bündchen arrasa com look casual nas ruas de Nova York

Sozinha, top foi fotografada em momento de folga nos Estados Unidos

Gisele Bündchen (Foto: Grosby Group)

Gisele Bündchen foi fotografada passeando sozinha pelas ruas da cidade de Nova York, nos Estados Unidos, usando um look casual, calça jeans, tênis branco, blusa e jaqueta pretas.

Aos 38 anos, Gisele vive com a família nos Estados Unidos e, apesar de estar afastada das passarelas, continua realizando trabalhos fotográficos. Considerada uma das principais modelos do mundo, ela foi escolhida para ser a capa comemorativa da edição alemã da revista Vogue, que completa 40 anos em abril.

Nova York é uma das bases da família Bündchen-Brady.

Tanto a modelo, como o jogador e as crianças vestiam muitos casacos para enfrentar as baixas temperaturas da cidade norte americana. Apesar de estarem em momento íntimo em família, eles não se importaram com os flashes dos paparazzi.

Gisele Bündchen (Foto: Grosby Group)
Gisele Bündchen (Foto: Grosby Group)

Mordomo sobre Meghan Markle: “Fala o que pensa e expressa suas opiniões como uma mulher americana”

Meghan Markle se torna vice-presidente da Queen&Commonwealth Trust (Foto: Getty Images)

Meghan Markle levou sua personalidade e costumes para a família real. Segundo Paul Burrell, britânico que trabalhava como mordomo da princesa Diana, a duquesa de Sussex tem sido fundamental para transformar os pensamentos conservadores que ainda existem entre os membros mais velhos da realeza.

Em entrevista à Us Weekly, Paul disse: “Não tenho dúvidas de que Meghan Markle não é uma pessoa que diz ‘sim’ para tudo. Ela fala o que pensa e expressa suas opiniões como uma mulher americana atualmente faz e deveria fazer”.

O mordomo afirma ainda que os rumores sobre uma possível briga entre Meghan e Kate são completamente infundados, visto que ambas sabem quais são os seus papeis na família real e lidam com isso de forma madura. “Eles são mulheres diferentes com papéis diferentes de culturas diferentes. Kate sabe que Meghan não é uma ameaça para ela, e Meghan é madura o suficiente para perceber que seu papel é muito diferente do de Kate”, concluiu.

3 lições do acordo entre Beyoncé e Adidas

Forbes Brasil
Janice Gassam
Getty Images
© Fornecido por BPP Publicações e Participações Eireli Getty Images

Recentemente, a cantora Beyoncé anunciou um grande acordo com a marca esportiva Adidas. Por meio da parceria, a artista norte-americana criará vestuário e calçados para a empresa, além de relançar sua marca Ivy Park, anteriormente vendida nas lojas da rede Top Shop.

Logo depois das notícias sobre o contrato, um vídeo começou a circular na internet com o jornalista Nick DePaula, da ESPN, alegando que a cantora havia recusado uma parceria com a marca concorrente Reebok em função da falta de diversidade entre os membros da equipe. No vídeo, DePaula conta que a artista negou tal acordo dizendo: “Ninguém desta marca reflete meu passado, minha cor de pele, minhas origens e meus planos”.

Usar Beyoncé como o rosto de uma marca pode ser uma atitude nada autêntica se os criadores e designers dos produtos não forem, eles mesmos, retratos da diversidade. Enquanto a veracidade das afirmações ainda não é comprovada, e a Reebok não se pronuncia, o caso levanta uma discussão sobre pontos importantes que muitas empresas enfrentam atualmente: diversidade e inclusão. Elas devem garantir que seus funcionários sejam de diversas origens, pois isso se tornou importante para os consumidores.

A capacidade de atrair e promover profissionais diversos se tornou uma parte essencial da estratégia competitiva de uma organização. A falta de foco pode fazer com que a companhia perca sua vantagem competitiva, diminuindo a lucratividade. Seus funcionários refletem a demografia de seus clientes? Existe diversidade entre os membros do conselho administrativo? Se a resposta for “não”, talvez seja hora de reavaliar e reformular sua estratégia corporativa.

Veja, nas fotos abaixo, lições que aprendemos com o caso de Beyoncé e maneiras pelas quais as corporações podem se diversificar para estimular a lucratividade e a produtividade:

1. Diversidade começa no topo

Slide 1 de 3: 1. Diversidade começa no topo

Para melhorar a representatividade em sua organização, deve haver diversidade entre os líderes da empresa. Mulheres, por exemplo, são mais propensas a contratar outras executivas, o que aumentará a representatividade feminina. Quando os funcionários não se identificam com ninguém da liderança, isso afeta seu moral e engajamento. Com as redes sociais, desigualdades no local de trabalho se tornaram evidentes, podendo afetar a percepção dos clientes. 

O site e as campanhas de marketing, no entanto, não devem apresentar diversidade se essa não for a realidade da empresa. Para ampliar essa característica entre a liderança, uma boa ideia é começar por dentro. Em vez de realizar uma contratação externa, a corporação pode optar pela promoção de um funcionário com bom desempenho, por exemplo.

Para melhorar a representatividade em sua organização, deve haver diversidade entre os líderes da empresa. Mulheres, por exemplo, são mais propensas a contratar outras executivas, o que aumentará a representatividade feminina. Quando os funcionários não se identificam com ninguém da liderança, isso afeta seu moral e engajamento. Com as redes sociais, desigualdades no local de trabalho se tornaram evidentes, podendo afetar a percepção dos clientes.

O site e as campanhas de marketing, no entanto, não devem apresentar diversidade se essa não for a realidade da empresa. Para ampliar essa característica entre a liderança, uma boa ideia é começar por dentro. Em vez de realizar uma contratação externa, a corporação pode optar pela promoção de um funcionário com bom desempenho, por exemplo.

2. É preciso priorizar a diversidade na estratégia organizacional

Slide 2 de 3: 2. É preciso priorizar a diversidade na estratégia organizacional

Pesquisas da McKinsey & Company mostram que existe uma relação significativa entre a diversidade corporativa e os resultados financeiros de uma empresa. A diversidade de gênero, assim como a de cultura e etnia, foi correlacionada com maior lucratividade. 

A consultoria sugere que uma forma de expandir a diversidade da organização é priorizá-la na estratégia organizacional. Não existe uma abordagem única para a diversidade e a inclusão, e as políticas devem ser feitas sob medida com base nas questões em foco. Além de aumentar a lucratividade, uma maior diversidade permite que a organização seja mais criativa. Pesquisas indicam que companhias com funcionários diversos são mais capazes de alavancar mercados insuficientemente atendidos. A diversidade satisfaz a necessidade dos funcionários de serem ouvidos, o que lhes permite expressar opiniões e ideias. No final das contas, criatividade e inovação também afetam os resultados da empresa.

Pesquisas da McKinsey & Company mostram que existe uma relação significativa entre a diversidade corporativa e os resultados financeiros de uma empresa. A diversidade de gênero, assim como a de cultura e etnia, foi correlacionada com maior lucratividade.

A consultoria sugere que uma forma de expandir a diversidade da organização é priorizá-la na estratégia organizacional. Não existe uma abordagem única para a diversidade e a inclusão, e as políticas devem ser feitas sob medida com base nas questões em foco. Além de aumentar a lucratividade, uma maior diversidade permite que a organização seja mais criativa. Pesquisas indicam que companhias com funcionários diversos são mais capazes de alavancar mercados insuficientemente atendidos. A diversidade satisfaz a necessidade dos funcionários de serem ouvidos, o que lhes permite expressar opiniões e ideias. No final das contas, criatividade e inovação também afetam os resultados da empresa.

3. Diversidade é responsabilidade de todos

Slide 3 de 3: 3. Diversidade é responsabilidade de todos

Diante desse cenário, várias empresas introduziram funções executivas especializadas em diversidade, muitas vezes rotuladas como “diretor de diversidade”. Na verdade, criar esse papel pode ser problemático, pois torna a diversidade um problema exclusivo do executivo encarregado, em vez de uma questão organizacional pela qual todos são responsáveis. Para ampliar a diversidade dentro da empresa, todos os funcionários devem se sentir responsáveis ​​por promover uma cultura de inclusão. Ela deve estar no DNA da corporação. 

Considere adotar recompensas para iniciativas inclusivas. Esse incentivo foi uma estratégia eficaz para a Intel e pode ser uma maneira de expandir a diversidade corporativa. Assim, por meio dessas ações, há um foco mais intenso na inclusão, o que pode levar a um maior sucesso.

Diante desse cenário, várias empresas introduziram funções executivas especializadas em diversidade, muitas vezes rotuladas como “diretor de diversidade”. Na verdade, criar esse papel pode ser problemático, pois torna a diversidade um problema exclusivo do executivo encarregado, em vez de uma questão organizacional pela qual todos são responsáveis. Para ampliar a diversidade dentro da empresa, todos os funcionários devem se sentir responsáveis ​​por promover uma cultura de inclusão. Ela deve estar no DNA da corporação.

Considere adotar recompensas para iniciativas inclusivas. Esse incentivo foi uma estratégia eficaz para a Intel e pode ser uma maneira de expandir a diversidade corporativa. Assim, por meio dessas ações, há um foco mais intenso na inclusão, o que pode levar a um maior sucesso.

Brad Pitt e Angelina Jolie estão oficialmente solteiros

Mais de dois anos após pedido de divórcio, juiz decide separação

Angelina Jolie e Brad Pitt

Após mais de dois anos desde que Angelina Jolie, 43, pediu o divórcio de Brad Pitt, 55, pela primeira vez, o antigo casal finalmente conseguiu ganhar o status de “solteiros”.

Um juiz determinou que os atores podem voltar a ser legalmente solteiros antes de finalizar o acordo de divórcio, de acordo com documentos judiciais arquivados na sexta-feira (12).

“Ambos os pais estão focados no que é melhor para as crianças“, disse uma fonte ao site americano People depois da decisão judicial. Os atores tiveram seis filhos juntos, e Jolie pediu a custódia das crianças após o divórcio.1

Jolie e Pitt se conheceram ao fazerem o filme “Mr. & Mrs. Smith” em 2005, começando a namorar logo após as gravações dele. Em 2014, eles se casaram em uma pequena cerimônia em um castelo no sul da França, mas dois anos depois, em setembro de 2016, Jolie pediu o divórcio alegando diferenças entre os dois.

Desde então, Jolie e Pitt estão em negociações sobre a custódia dos filhos e dividindo suas finanças. Em novembro de 2018, eles chegaram a um acordo temporário de custódia das crianças.

Enquanto isso, Pitt se prepara para o lançamento em julho de seu próximo filme, “Era Uma Vez em Hollywood”, e Jolie está na continuação de “Malévola”, além de permanecer com seu trabalho de defesa internacional.

Kris Jenner revela quanto as Kardashians recebem por publicidade nas redes sociais

Empresária disse que publicações patrocinadas das filhas ficam na casa de seis dígitos

Kris Jenner revela preço de posts pagos de Kim e filhas: “seis dígitos”
FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

As milionárias integrantes da família Kardashian-Jenner reconhecem sua influência na mídia e sabem como se valorizar quando o assunto é publicidade nas redes sociais. De acordo com o site Just Jared, a matriarca Kris Jennerrevelou o quanto as filhas ganham por publicações em seus perfis na internet durante uma entrevista ao CBS Sunday Morning, que vai ao ar no próximo domingo, 14.

“Minhas filhas estão constantemente recebendo ofertas para postar algo para alguma empresa, ou marca, nas redes sociais. Elas têm uma taxa por post, por story [do Instagram], para o Facebook, elas têm uma tabela de taxas. Com certeza é na casa dos seis dígitos“, revelou.

Dessa forma, a publicidade feita pelas irmãs fica entre 100 mil dólares e quase um milhão de dólares, aproximadamente de R$ 380 mil a R$ 3,8 milhões. O preço pode subir em casos de produtos farmacêuticos, como alimentos, bebidas, suplementos, ou qualquer outro produto que seja para o corpo.

Recentemente, Khloé Kardashian apagou uma publicação de seu Instagram após críticas da atriz Jameela Jamil. A empresária promovia uma bebida de emagrecimento e foi acusada de irresponsabilidade por não informar os efeitos colaterais do produto, que não foi aprovado pelas autoridades e pode desencadear distúrbios alimentares.