Kourtney Kardashian compartilha looks, mas o que chama atenção é o tamanho de sua cama

Fazendo pose, ela escreveu que estava em uma sessão de ‘provas’

Kourtney Kardashian (Foto: Reprodução/Instagram)

Nesta terça-feira, 5 de fevereiro, Kourtney Kardashian compartilhou com os seus seguidores os bastidores de uma sessão de fittings, que nada mais é que uma prova de roupas. Em meio a várias peças de luxo, o tamanho da sua cama foi uma das coisas que mais chamou atenção dos seguidores; além da bagunça.

Com a filha, Penelope, posando junto, algumas pessoas escreveram: “Eu só queria saber qual é o tamanho desta cama”, “Essa cama é realmente grande”, “O quão gigantesca é essa cama”, foram alguns dos comentários.

Kourtney Kardashian (Foto: Reprodução/Instagram)
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Angelina Jolie faz visita de três dias a campos de refugiados rohingyas em Bangladesh

Assentamento é o maior do mundo e abriga 1 milhão de muçulmanos

Angelina Jolie vista campos de refugiados – AFP

A atriz Angelina Jolie visitou nesta segunda-feira (4) o maior assentamento de refugiados do mundo, que abriga cerca de 1 milhão de muçulmanos rohingya, em uma tentativa de colocar a luta deles de volta nas manchetes antes da Organização das Nações Unidas (ONU) fazer um apelo por US$ 920 milhões de financiamento.

Mais de 730 mil rohingyas fugiram de Mianmar, país majoritariamente budista, 18 meses atrás, após uma onda de repressão militar descrita como um tipo de “limpeza étnica” por investigadores da ONU, e estão morando em campos de refugiados em Bangladesh sem sinal de que irão se mudar.

Um porta-voz do alto comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) disse que Angelina Jolie, uma enviada especial da agência, passará três dias visitando os campos para “avaliar” as necessidades dos rohingyas e os desafios que Bangladesh enfrenta para recebê-los.1 88

Angelina, 43, também irá se encontrar com a primeira-ministra de Bangladesh, Sheikh Hasina, que tem sido elogiada internacionalmente por se comprometer a não repatriar nenhum rohingya involuntariamente, e com o ministro de Relações Exteriores do país, AK Abdul Momen.

O porta-voz do Acnur disse que as falas de Angelina irão se centrar “na necessidade de soluções seguras e sustentáveis para a luta de uma das minorias mais perseguidas, os rohingyas”.

Segundo o porta-voz, a visita acontece antes do lançamento de um novo apelo que busca arrecadar US$ 920 milhões para continuar a atender às necessidades básicas dos rohingyas. No ano passado, as agências da ONU solicitaram US$ 950,8 milhões para a situação dos rohingyas. REUTERS

Palácio montou time para apagar comentários ofensivos nas redes contra Meghan Markle e Kate Middleton

Fontes dizem que o Palácio de Kensington sempre monitorou comentários, mas agora está tendo que gastar muito mais tempo fazendo a moderação

Meghan Markle e Kate Middleton

A equipe do Palácio de Kensington está preocupada com os comentários ofensivos contra Meghan Markle e Kate Middleton. Por isso, montou um time de moderadores para apagar postagens racistas e sexistas contra as Duquesas nas redes sociais.

De acordo com informações publicadas pela revista Hello!, Markle e Middleton estavam sendo ameaçadas e recebendo muitos comentários ofensivos nas redes sociais, apesar de nenhuma delas ter um perfil oficial em qualquer rede. Meghan encerrou suas contas no Instagram, Twitter e Facebook há um ano, antes de seu casamento com o Príncipe Harry.

Uma fonte da publicação disse que a equipe do Palácio sempre monitorou comentários, mas agora está tendo que gastar muito mais tempo fazendo a moderação. “Eles podem bloquear determinadas palavras. Algumas são realmente graves. No último ano, em meio a centenas e milhares de comentários, havia dois ou três que eram violentas ameaças”.

Apesar disso, assessores da realeza dizem que a maioria dos comentários deixados por parte dos 7,1 milhões de seguidores no Instagram do Palácio de Kensington e 1,6 milhão de seguidores no Twitter são positivos.

Mesmo assim, muitas horas estão sendo gastas para revisar postagens antigas e moderar comentários nessas redes. Representantes do Palácio chegaram a procurar o Instagram para aprender todas as ferramentas que podem usar para lidar com esse problema, que pode ter se agravado após boatos de que Meghan e Kate não se dão bem terem sido divulgados. 

Kardashians: lições sobre acúmulo de capital

Imagem: Arte/Hysteria

Linda Marxs
Da Hysteria

Quando me dei conta de que dediquei quase um terço da minha vida à maior de todas as séries sobre privilégio branco da história da humanidade precisei tirar algo de útil. Então fiz uma análise econômica do fenômeno.

O ano passado foi difícil. Depois que me dei conta de que só assisto a série de branco, cheguei a uma conclusão ainda mais dura de aceitar: eu havia dedicado quase um terço da minha vida à maior de todas as séries sobre privilégio branco da história da humanidade, Keeping Up with the Kardashians.

Eu não só havia gasto mais de dez anos keeping up com a vida da dinastia Kardashian-Jenner, como havia consumido todos os spin-offs da série, lido todas as fofocas, comprado produtos e dedicadas horas intermináveis a debates com outros fãs.

Desolada em saber que com este mesmo número de horas eu poderia ter construído casas, feito trabalho voluntário ou outro curso universitário, percebi que precisava fazer algo com este conteúdo sistematizado. Por isso realizei uma análise econômica profunda sobre acumulação de capitais partindo da vida de minas brancas e ricas de Calabazas.

A origem das grandes fortunas

Em 2016 o Peterson Institute, centro americano de pesquisas econômicas, publicou uma pesquisa sobre a origem da riqueza dos super-ricos e demonstrou que a maioria das grandes fortunas americanas atualmente é formada por empresários e fundadores de empresas. Na Europa e na América Latina é diferente: a herança é a maior fonte de riquezas dos milionários.

Os Kardashians, todavia, acumulam ambas as fontes. Sendo a herança de Robert Kardashian, o pai já falecido e advogado famoso que atuou no caso OJ Simpson. Ou seja, antes de ficar famosa, a família já possuía capital social para circular entre os ricos e famosos e produzir riquezas.

Outro ponto de acúmulo de riqueza detectado na pesquisa é o casamento. Como pudemos acompanhar na última década, as Kardashians (no feminino por se tratar de um matriarcado) se casam invariavelmente com parceiros milionários ou em vias de ser, tornando seus herdeiros ainda mais ricos do que a geração pioneira.

O papel da sorte nos negócios

Kris Jenner, a momager da família, começa a potencializar seus negócios ao se casar com Bruce Jenner (atualmente Caitlyn Jenner), na época um milionário atleta olímpico que passou, sob os cuidados de Kris, a ganhar dinheiro fazendo palestras motivacionais. Ou seja, o ambiente já era próspero até que um crime muda a trajetória desta família e projeta ao infinito o seu  poder de acumulação de capital: uma sex tape de Kim Kardashian e seu ex-namorado é lançada ao público. Daí veio a suposta transação financeira entre a Kris Jenner e a empresa Vivid Entertainment, produtora de filmes adultos, que assumiria o vídeo. Logo depois, vem a
criação de um reality show, seus destinos são selados e a família passa a fazer parte do mercado de varejo, aumentando seu alcance para milhares de pessoas.

Negócio familiar

A ideia de criar um reality show contando a história da família veio da matriarca e na época foi aceita pelos filhos como uma forma de divulgar seus outros negócios e rentabilizar com publicidade. As irmãs tinham uma marca de roupa e achavam que isso traria visibilidade para a marca. O que elas não esperavam é que suas vidas se tornariam suas grandes commodities e que o laço familiar seria uma fonte de dinheiro. Criar um negócio familiar baseado em ser uma família é uma forma genial e infinita de produzir e acumular capital, e neste negócio as Kardashians se tornaram grandes mestres da geração de capital.

Diversidade de ativos

O francês Thomas Piketty, economista e autor do Capital no Século XXI, best-seller onde faz uma crítica ao marxismo perante o cenário do capitalismo moderno, afirma que a tese de acúmulo infinito de capital de Karl Marx não haveria se concretizado neste estágio do capitalismo dada a hiper-concentração de riquezas. Provavelmente Thomas não assiste ao reality show, pois saberia que é uma antítese à sua crítica.

Além de acumularem e monopolizarem o mercado dos reality shows e da cultura pop, elas ainda multiplicaram de forma quase infinita as possibilidades de ganhos com suas imagens. Potencialmente as Kardashians podem ganhar dinheiro com absolutamente qualquer coisa e possuem uma imensa cartela de ativos. Cada membro da família é um produto em si que pode ser vendido no varejo em diferentes aspectos e produtos licenciados. Meias, emojis, calças jeans, imóveis, programas de TV, jogos de celular, ações de hamburguerias, maquiagem, palestras, o fato é que qualquer um dos liderados por Kim Kardashian, grande totem da capitalização, tem o potencial de ser um grande sucesso no varejo.

Apropriação cultural e diversidade real

No caso das Kardashians é bastante complicado estabelecer os limites da apropriação cultural. Mas o fato é que muitas das grandes fortunas vêm justamente da utilização de tecnologias, saberes e identidades de outras culturas para criar produtos e ganhar dinheiro. É inegável que as Kardashians, até mesmo por uma aproximação, se apropriaram de símbolos e imaginários da cultura negra num clássico blackfishing para consolidar sua marca e ganhar mais dinheiro.

Diversidade importa

Porém, Keeping Up with the Kardashians é um dos produtos de entretenimento em massa atuais que têm maior diversidade real. Vai além de brancas fazendo blackface e saindo com jogadores de basquete. Negros, jovens adultos, transsexuais, crianças,  gordos, mães, vários tipos humanos aparecem no show com algo em comum: são todos milionários.

Enquanto empresas falham miseravelmente em reproduzir a diversidade em seus produtos e campanhas, a família Kardashian-Jenner já está projetada para o futuro com uma nova geração de novos personagens: crianças negras milionárias demonstrando o poder do young money da terceira geração.

Keeping Up with the Kardashians não é apenas um dos melhores e mais consistentes produtos de entretenimento, mas também um grande símbolo do capitalismo, seu desenvolvimento e o poder de acumulação do capital. Só espero que no futuro seja reconhecido e laureado como o fenômeno sócio-midiático-econômico que é.

Gisele Bündchen revela que mudanças de hábitos motivaram término com Leonardo DiCaprio

Modelo deixou cigarro, bebidas e excesso de trabalho

Gisele Bündchen

A modelo Gisele Bündchen, 38, revelou que mudanças em seus hábitos de vida e uma vontade de se tornar mais saudável e consciente resultaram, também, no término do seu relacionamento com o ator Leonardo DiCaprio, 44. Eles namoraram por cinco anos, de 2000 a 2005.

Em entrevista à revista Porter, Gisele Bündchen comentou uma passagem de seu livro, “Aprendizados: Minha Caminhada para uma Vida com Mais Significado”, em que afirma que parar de beber, de fumar e de trabalhar em excesso passou a deixá-la consciente de coisas que antes havia “escolhido não enxergar”.

“Será que eu estava sozinha ao querer procurar um significado maior para a minha vida enquanto ele [Leonardo DiCaprio, seu namorado na época da mudança] permanecia o mesmo? No final, infelizmente, a resposta foi sim”, disse a brasileira à publicação. 

No livro, Gisele Bündchen afirma que crises de pânico e pensamentos suicidas motivaram a mudança para uma vida mais saudável e tranquila —o que, na época, não foi acompanhado por Leonardo DiCaprio. 

Atualmente, a modelo, que se aposentou das passarelas em 2017, segue fazendo ensaios fotográficos e dedicando seu tempo a causas ambientais.

Mãe de dois filhos (Benjamin, 9, e Vivian, 7), Gisele Bündchen é casada com Tom Brady, 41, quarterback do Patriots —time de futebol americano que disputa neste domingo (3) o título da NFL na 53ª edição do Super Bowl.  

Meghan Markle e o Príncipe Harry ganham presente especial da Rainha Elizabeth II

A monarca permitiu que o casal escolhesse algumas de suas valiosas obras de arte para decorar a nova casa deles

Rainha Elizabeth II, Meghan Markle e Príncipe Harry

Elizabeth II deu a Meghan Markle e ao Príncipe Harry um presente para eles decorarem sua nova casa: várias das obras de arte de sua coleção real.

A rainha do Reino Unido forneceu ao mais recente casal da realeza britânica uma lista com diversas pinturas que eles poderiam escolher para colocar nas paredes de Frogmore Cottage, segundo uma fonte próxima à família real britânica entrevistada pela Vanity Fair. “Eles estão decidindo o que vão pendurar no seu novo lar”, apontou. Os dois são ávidos colecionadores de arte.

A coleção de arte da Coroa Britânica conta com mais de um milhão de itens. Dentre eles, há quadros de Rembrandt e de Andy Warhol, desenhos de Leonardo da Vinci e Michelangelo e outras relíquias. O Príncipe William e a Kate Middleton também tiveram o privilégio de escolher algumas obras da monarca inglesa após se casarem em 2011.

Nesta sexta-feira (1), a Duquesa de Sussex fez outras manchetes por causa de uma foto antiga sua que foi compartilhada por Katharina McPhee no Instagram, e também por uma ação generosa que fez em uma instituição de caridade. Ela e Harry devem dar boas-vindas ao seu bebê em abril.

Criador de ‘Suits’ diz que probabilidade de retorno de Meghan Markle é “próxima de zero”

“Atualmente nós não estamos considerando pedir que ela deixe sua posição com a família real para se juntar a nós”, disse Aaron Korsh
Marie-Louise Gumuchian, Reuters

A duquesa de Sussex, Meghan Markle, em visita ao Teatro Nacional de Londres

LONDRES (Reuters) – A duquesa de Sussex, Meghan Markle, visitou o Teatro Nacional de Londres na quarta-feira, 30, como nova patrona real da instituição, assistindo ao ensaio de uma peça de Shakespeare e conhecendo aspirantes a artistas. Mas, à medida que Meghan se reconectava brevemente com seu passado como atriz, um retorno à sua antiga série Suits foi praticamente descartado pelo criador do programa.

Usando um vestido rosa claro, Meghan se reuniu com funcionários de organizações que trabalham com arte e comunidade, antes de assistir a um ensaio da nova versão musical de Péricles.

A duquesa de 37 anos, que está grávida, estudou teatro mas ganhou proeminência com seus trabalhos televisivos. Antes de seu romance com o príncipe britânico Harry ser anunciado, Meghan era mais conhecida por interpretar Rachel Zane na série sobre advocacia Suits, papel que abandonou antes de se casar em maio.

Fãs se perguntavam se Meghan poderia um dia voltar à série —mesmo apenas para uma participação especial na nona e última temporada, que estreia este ano—, mas na terça-feira, 29, o criador e produtor-executivo de Suits, Aaron Korsh, disse a jornalistas na Califórnia que isso é altamente improvável.

“Atualmente nós não estamos considerando pedir que Meghan Markle deixe sua posição com a família real para se juntar a nós”, disse Korsh, segundo o site Entertainment Tonight. “Eu adoraria, mas acho que (a probabilidade) é bem próxima de zero.”

Enquanto Meghan estava no teatro, seu marido, Harry, participou de uma discussão da Commonwealth.