Angelina Jolie e Brad Pitt brigam por castelo onde se casaram

Construção de R$ 280 mi no Sul da França tem 35 quartos e faz parte de vinícola poderosa; atores se separaram em 2016

Angelina Jolie e Brad Pitt

saga do divórcio entre Brad Pitt e Angelina Jolie ganhou mais um capítulo: depois de chegarem a um acordo quanto à guarda dos seis filhos, os atores estão brigando pelo Château Miraval, uma charmosa vinícola na província de Correns, no sudeste da França, que eles compraram em 2012 por US$ 67 milhões de dólares (R$ 280 milhões) e onde se casaram em 2014.  Ano passado, o ex-casal tinha concordado em dividir a propriedade de mil hectares e alternar seu uso, mas Angelina mandou seus advogados avisarem Brad que vai brigar na Justiça pela posse da construção de 35 quartos.

Disposto a não abrir mão do lugar, que ele e a ex tinham alugado para temporadas com os filhos várias vezes antes de adquirir o imóvel em 2008, o astro ofereceu US$ 10 milhões (R$ 41 milhões) pelo local, valor bem longe do real. A proposta, claro, foi recusada por Angelina e, de acordo com a imprensa americana, a briga promete ser feia, já que durante todo o processo do divórcio tanto ela quanto ele não quiseram abrir de nada ou ceder para o outro de alguma forma.

A Miraval é comandada por um connoisseur famoso, Marc Perrin, e tem vinhos super bem cotados entre os aficionados pela bebida.

Angelina e Brad têm seis filhos – Maddox, de 18; Pax, de 15; Zahara, de 14; Shiloh, de 13; e Knox Vivienne, de 11. Eles conseguiram após muita briga chegar a um acordo sobre a custódia dos cinco mais novos, já que Maddox por ser maior de idade poderia decidir o que fazer. Mas, em entrevista recente, Angelina reclamou que não podia viver fora dos Estados Unidos, como gostaria, porque a Justiça americana determinou que até os 18 anos os filhos menores do casal vivam no mesmo país que Brad.

Grace Kelly, os 90 anos de um mito do cinema

Ícone da moda e dos filmes é lembrada por seu nascimento em 1929; veja galeria com fotos
Luiz Carlos Merten, O Estado de S. Paulo

Furacão. Grace Kelly teve carreira curta em Hollywood, mas foi indicada para os maiores prêmios. Foto: FOTO ERWIN BLUMENFELD

No começo dos anos 1960, Alfred Hitchcock até tentou trazê-la de volta para o cinema. A burocracia palaciana vetou a ideia veementemente. Era fora de questão que sua alteza real, a princesa de Mônaco, pudesse estrelar um filme. O cinema era passado na vida de Grace Kelly. E ainda havia a questão do próprio filme, porque o papel que o mestre do suspense lhe propunha era o de Marnie, a ladra que compensava sua frigidez sexual – e de um trauma passado – roubando. Impossível. Grace nunca mais voltou ao cinema, mas interpretou, na vida, seu maior papel. Foi a tese de Olivier Dayan na cinebiografia que lhe dedicou. Grace, interpretada por Nicole Kidman, tem de interpretar o próprio papel como princesa sereníssima para evitar uma crise com a França, sob o general De Gaulle.

Grace Kelly! Ela nasceu em 12 de novembro de 1929 na Filadélfia – há 90 anos. Morreu em 14 de setembro de 1982, há 37 anos. Grace Patricia nasceu numa família rica e influente da Pensilvânia. O pai – esportista – recebera três medalhas de ouro na Olimpíada. Fez fortunas como construtor. A filha estudou nos melhores colégios e venceu o obstáculo familiar, quando resolveu tornar-se atriz. O irmão do pai era ator de vaudeville e chegou a fazer alguns filmes na Metro e na Paramount, onde ela reinaria. Interpretar não chegava a ser estranho naquele meio, mas não era o que John, seu pai, queria para a filha. Estudou arte dramática em Nova York e estreou na Broadway com uma peça de Strindberg, Father/Pai. Foi parar na TV, interpretando teleplays. O prestigiado diretor Henry Hathaway a notou e lhe ofereceu um papel em Horas Intermináveis, seu thriller de 1951. Uma coisa levando à outra, foi contratada para ser a esposa mórmon do xerife Will Kane/Gary Cooper num western que se tornou clássico, Matar ou Morrer, de Fred Zinnemann, de 1952. Na época, a personagem provocou controvérsia – pacifista, pega em armas em defesa do marido, e mata.

Grace Kelly
Tensão. Grace Kelly em ação em ‘Disque M Para Matar’ Foto: WARNER BROTHERS ENTERTAINMENT

Conta a lenda que Alfred Hitchcock assistiu a Matar ou Morrer e, mesmo considerando a atuação de Grace “mousy” (tímida), percebeu que havia nela alguma coisa. Contratou-a, a tomou sob sua proteção e a primeira coisa que fez foi remodelá-la. Como? Nos anos 1940, Hitchcock já elegera a sueca Ingrid Bergman, que fazia carreira em Hollywood. Em Grace, ele descobriu a mesma qualidade que vislumbrara em Bergman – ambas eram loiras frias, mulheres que, sob uma aparência glacial, podiam encarnar torrentes de emoção e sensualidade. Ao longo de dois anos e três filmes, entre 1954 e 55, o que o mestre fez foi oferecer a Grace papéis cada vez melhores – Disque M para MatarJanela Indiscreta e Ladrão de Casaca. A essa altura, já filmara Mogambo na África, com direção de John Ford. Ainda em 1954, após o dois primeiros filmes com Hitchcock, estrelou Amar É Sofrer, como a filha de um alcoólatra. Ganhou o Oscar, mas até hoje tem gente que reclama de sua interpretação um tanto apática. E chegou Ladrão de Casaca, em que Hitchcock resolveu filmar a história do ladrão aposentado que volta à ativa para descobrir quem está usando seus antigos métodos para roubar em locações na Côte d’Azur.

Grace Kelly
Coragem. Em ‘Janela Indiscreta’, Grace enfrenta assassino Foto: UNIVERSAL PICTURES

Ganha ajuda de uma socialite, Grace. Ambos se envolvem, e na cena-chave trocam um longuíssimo beijo, enquanto espocam no céu fogos de artifício. Mesmo em 1955, com toda censura, todo mundo entendeu que se tratava de um orgasmo. Durante a filmagem, ao visitar o Festival de Cannes, Grace conheceu o príncipe Rainier III. Casaram-se, no que na época foi considerado o conto de fadas perfeito. A princesa de Hollywood virou princesa de verdade. A partir daí, acabou o cinema. Dedicou-se à família, aos três filhos e ao trabalho humanitário com crianças carentes e jovens aspirantes à carreira artística. Em sua curta trajetória, havia sido nomeada para (e até vencido) alguns dos mais importantes prêmios da indústria cinematográfica mundial. Duas nomeações para o Oscar; três para o Globo de Ouro; duas para o Bafta Awards; uma para o NBR Award; uma para o YFCC Award e ainda uma para o Bambi Awards.

Grace Kelly
Sonho. Estrela vira princesa no casamento com Rainier II Foto: ARCHIVES DU PALAIS PRINCIER-MONACO – 15/4/1956

Virou ícone de elegância. Além de Hitchcock, outro diretor, Herbert Ross, tentou cooptá-la para fazer Momento de Decisão, que Anne Bancroft e Shirley MacLaine terminaram interpretando em 1997. Morreu num acidente de carro, aos 52 anos.

Essa vida tão perfeita, e a morte precoce, sempre alimentaram a fantasia do público. Surgiram especulações de que Hitchcock não tirara do nada sua ideia de uma Grace capaz de se transformar em vulcão erótico. Ela teria feito furor nos bastidores de Hollywood.

Contam-se histórias de romances tórridos com colegas de elenco. Teria sido uma devoradora. Não importa. O que permanece é o mito. Grace Kelly é considerada uma das grandes lendas do cinema de Hollywood – na verdade, segundo votação do American Film Institute, a 13.ª. O notório Andy Warhol dedicou-lhe um retrato em serigrafia, edição limitada, e outro luminar da pop art, James Gill, também fez seu retrato – Grace Kelly in Sun. Mas o que a imortaliza é o cinema, e são os filmes de Hitchcock. A tesoura de Disque M, os fogos de artifício de Ladrão de Casaca e, acima de tudo, a cena em que James Stewart, imobilizado, a envia para enfrentar o assassino de Janela Indiscreta. Grace faz parte das emoções de todo cinéfilo que se preze. Só para constar, o Telecine Cult apresenta nesta terça Matar ou Morrer, às 20h25, e Ladrão de Casaca, às 22h.

Lady Gaga renega álbum ‘ARTPOP’ e revolta fãs

Lady Gaga Artpop Cd Jeff Koons Photoshoot With Lady Gaga

Ela é brincalhona assim mesmo, a Stefani! No dia em que “ARTPOP”, um dos trabalhos mais icônicos da carreira de Lady Gaga, completa 6 anos de existência, a mother monster fez questão de ir ao Twitter e fazer um comentário a respeito do projeto.

Em apenas uma frase, Gaga disse que não se lembrava do disco, que traz entre outras faixas “Aura”, “Venus”, “Donatella” e “Applause”.

“Não me lembro de Artpop”

Muita gente se indignou com a postagem e foi questionar, sem obter resposta. O fato é que “ARTPOP”, apesar de ser um dos projetos mais ambiciosos da artista, foi bastante criticado à época de seu lançamento por jornais e revistas, especialmente por trazer uma proposta sonora bem diferente de seus trabalhos anteriores.

A época em que as canções foram lançadas não foi muito boa também, já que se trata de uma fase sombria na carreira de Gaga, muito em virtude de problemas de saúde física, mental e o uso de drogas.

Só anos depois e em um momento ótimo na carreira ela conseguiria falar a respeito, revelando o quanto pessoas como Elton John e Tony Bennett foram fundamentais em seu recomeço. Ainda bem, né? Mais recentemente o disco foi alvo de uma outra polêmica, desta vez indireta, com a retirada da faixa “Do What U Want”.

Uma parceria com o rapper R. Kelly, a canção foi deletada tanto das plataformas digitais, quanto de lançamentos físicos a partir de novas tiragens após o cantor ter sido alvo de uma série de acusações de assédio e abuso sexual.

Entre tantos altos e baixos, fala sério, “ARTPOP” é um vitorioso! [PapelPop]

Atores reagem à reconstrução digital de James Dean para filme

Chris Evans e Zelda Williams criticaram atitude de diretores de Finding Jack
NICOLAOS GARÓFALO

CGI James Dean estrelará novo filme 64 anos após a morte do ator

A escolha polêmica dos diretores Tati Golykh e Anton Ernst de recriar digitalmente o ator James Dean para o filme Finding Jack, adaptação do livro homônimo de Gareth Crocker que aborda o abandono de 10 mil cães militares ao fim da Guerra do Vietnã, causou revolta entre alguns profissionais de Hollywood.

Chris Evans, o ex-Capitão América do MCU, comentou a notícia ironicamente no Twitter, dizendo que Dean adoraria ser recriado em CGI e comparou a medida a usar um robô para compor uma música e creditá-la a John Lennon – leia abaixo:

Tenho certeza que ele iria adorar. Isso é horrível! Quem sabe a gente não consiga que um computador pinte um novo quadro Picasso ou componha algumas músicas novas do John Lennon. A falta de compreensão é vergonhosa

Elijah Wood, eterno Frodo Bolseiro, concordou com o colega, sendo seguido da atriz Zelda Williams, filha do lendário comediante Robin Williams, que também não escondeu o descontentamento com a tecnologia:

NÃO. Isso não deveria existir!

Eu falei sobre isso com meus amigos por ANOS e ninguém acreditou em mim quando disso que a indústria jogaria tão baixo quando a tecnologia permitisse. Golpe publicitário ou não, estão usando um morto como marionete por sua ‘influência’ e estão abrindo um terrível precedente para o futuro da atuação

Ator que fez teste para o papel que ficou com “Dean”, Devon Sawa (Premonição) também questionou a escolha. Já Julie Ann Emery (Preacher) quis se aprofundar nas diversas questões legais envolvendo a “atuação”:

É, esse não é o James Dean. É a cara dele refeita com captação de movimentos com um ator ‘anônimo’ lhe dando voz e escolhas. Quero saber como isso será creditado. Como os atores serão pagos. E o quão pouco essa equipe entende de atuação.

Em resposta à reação dos atores, Ernst se disse confuso e chateado com as declarações daqueles que afirmavam que Dean estava sendo usado apenas como uma ferramenta de marketing, afirmando que a produção trará uma nova geração de fãs para o ator, morto em um acidente automobilístico em 1955 (via The Hollywood Reporter).

A pré-produção de Finding Jack começa no próximo dia 17, com data de lançamento prevista para 11 de novembro de 2020.

Perfil: Quem é Jane Fonda, atriz que adotou as sextas-feiras como ‘dia para ser presa’

Dona de uma carreira impecável, ela conquistou dois prêmios Oscars enquanto protestava contra a Guerra do Vietnã; veja mais na biografia feita pelo ‘Estado’
Luiz Carlos Merten, O Estado de S. Paulo

Atriz faz graça aos fotográfos após ser presa pela polícia na sexta-feira de 18 de outubro. Jane tem longo histórico de ativismo. Foto: Sarah Silbiger/ Reuters

Como hoje é sexta-feira, pode-se imaginar o que, desde cedo, está se passando na capital dos Estados Unidos. Uma senhora prepara-se para ser presa em algum momento do dia, alguém da guarnição prepara-se para prendê-la. A dama é uma famosa estrela de cinema e TV, Jane Fonda, que resolveu seguir o exemplo de uma garota sueca – Greta Thunberg – e instituiu as sextas-feiras como dia para tentar salvar o planeta.

Vestida com um casaco vermelho cintilante, ela tem protestado em frente ao Capitólio. Tem ido com amigos – Catherine KeenerRosanna ArquetteTed Danson -, ocupando as escadarias com chamamentos sobre a urgência da crise ambiental, que o presidente Donald Trump e seus epígonos ao redor do mundo insistem em minimizar.

Confiscam-lhe o celular, ela vai presa, batem a identidade. Terminam por libertá-la. Na semana que vem tem mais. Já foram quatro sextas-feiras, essa será a quinta e Jane, de 81 anos – nasceu em 1937 -, pretende continuar sendo presa até meados de janeiro, quando recomeça a produção da que está sendo anunciada como última temporada de Grace & Frankie, sua série (com Lily Tomlin) da Netflix. Para ela, a militância ecológica talvez seja uma novidade, mas não propriamente a militância. Nos anos 1960/70, Jane participou de manifestações nos campi das universidades norte-americanas. Com o então companheiro, Tom Hayden, foi ativista contra a Guerra do Vietnã. Chegou a ir a Hanói, via Paris, onde viveu com outro marido – o cineasta Roger Vadim -, para se solidarizar com os norte-vietnamitas, que sofriam ataques de napalm. Era chamada, pelo establishment militar, de Hanói Jane.

Jane Fonda
Da esquerda para a direita: Jane Fonda e Lily Tomlin durante a estreia de ‘Grace and Frankie’, série produzida pela Netflix Foto: Mario Anzuoni/ Reuters

Filha de Henry Fonda, um astro que pertencia à aristocracia de Hollywood, a mãe era uma socialite de Nova York. Não admira que tenha sido batizada como Lady Jayne. A mãe suicidou-se, e ela e o irmão, Peter Fonda – que morreu este ano -, foram enviados para internatos. O pai seguiu a rotina de casamentos e divórcios – só muitos anos mais tarde, quando Henry já estava no fim, Jane acertou os ponteiros com ele. Decidida a ser atriz, iniciou a carreira em casa – Hollywood -, mas foi para a França e se ligou a Vadim. Ele, que já iniciara o mito de Brigitte Bardot em E Deus Criou a Mulher, fez dela um mito sexual em Barbarella. Alternando Europa e EUA, Jane ganhou o primeiro Oscar – em 1972, por Klute, o Passado Condena, de Alan J. Pakula – e filmou com Jean-Luc Godard (e Yves Montand), Tout Va Bien, que foi seguido por Letter to Jane. Foi às ruas com os estudantes, apanhou da polícia protestando contra a guerra, foi chamada de antipatriótica por veteranos.

Jane Fonda
Jane Fonda virou um símbolo sexual ao interpretar uma viajante do espaço em ‘Barbarella’, filme de Roger Vadim lançado em 1968 Foto: IMDB/ Divulgação

Tudo isso faz parte de sua biografia. Ganhou outro Oscar de melhor atriz – em 1979, por Amargo Regresso, de Hal Ashby, justamente sobre a dificuldade de adaptação de veteranos da guerra. Casou-se com Ted Turner, virou garota propaganda dos benefícios das academias na busca da eterna juventude. Essa fase passou, mas agora uma outra Jane – outra? A mesma! – está de volta às ruas, e aos protestos. A causa ambiental, o aquecimento global. A série vai bem, obrigado. Grace & Frankie aborda com humor temas importantes de gênero. Como hoje é sexta, vale repetir, é dia de Jane Fonda ser presa. O tempo passa e ela não desiste do engajamento. Jane, em Hollywood, foi sempre assim. Não uma diva, uma esfinge inatingível. Uma mulher do seu tempo.

Demi Moore compara ex-marido Ashton Kutcher com seu vício em drogas

Atriz, que alcançou sucesso com os filmes ‘Ghost’ e ‘Proposta Indecente’, diz que relação com o ator a ‘sugou emocionalmente’

Demi Moore deu entrevista ao talk show Red Table Talk na última segunda-feira, 4, e comparou seu passado de dependência química com a relação de “codependência” que viveu com o ex-marido Ashton Kutcher.

“Meu vício no Ashton foi provavelmente o mais devastador. Isso realmente me sugou emocionalmente”, disse. A artista conta também que teve uma recaída com álcool drogas durante uma viagem com o ator, depois de quase 20 anos longe das substâncias. 

“Criei a ideia de que ele queria alguém com quem pudesse tomar vinho e curtir, mas ele não foi o motivo de eu ter aberto essa porta na minha vida. Eu queria ser algo que eu não era, abandonei meu controle”, revela.

Os dois ficaram casados por cerca de oito anos e se divorciaram em 2013, após Demi descobrir que havia sido traída pelo ator. O término da relação a fez ter mais uma recaída, na qual voltou a abusar de álcool e de Vicodin, remédio usado para tratar dores fortes. Em sua autobiografia intitulada Inside Out – lançada em setembro deste ano -, ela revela que quase morreu por overdose e sexo a três em sua mansão meses depois de se separar.

A dependência química fez Demi perder, na época, o vínculo com as três filhas, frutos do relacionamento com o ator Bruce Willis. “Eu nutri comigo uma narrativa de que ela não me amava. Eu acreditava nisso de verdade”, disse a caçula Tallulah Willis, de 25 anos, que acompanhou a mãe no Red Table Talk ao lado da irmã Rumer Willis, de 31.

A jovem tinha nove anos quando viu Demi tendo problemas com drogas pela primeira vez, mas hoje tem uma relação estável com a mãe. “Tenho total certeza de que ela me ama, mas naquele momento eu estava machucada”, desabafou.