Taís Araújo diz que chegou a procurar imóvel para morar sem Lázaro Ramos

Atriz também disse que pensou em como seria a guarda compartilhada dos filhos

Após Lázaro Ramos, 41, contar que pensou em se separar de Taís Araújo, 41, durante a quarentena, desta vez foi a atriz que revelou ter refletido sobre o assunto. Não só isso, mas ela chegou a procurar um imóvel para morar e a imaginar como seria a divisão do tempo dos filhos, João Vicente e Maria Antônia, entre o casal.

“Já estava até vendo casa para morar, imaginando eu e meus filhos, guarda compartilhada (risos)”, disse ela à revista Época. “Pensei nisso? Pensei mesmo! Em como seria nossa vida. E também em ‘será que vou bancar essa?’. Casal com filho na quarentena real, sem nenhum funcionário… Estava difícil mesmo. Não era um desejo real de querer separar, era o de ter um tempo para mim.”

A atriz disse que a pandemia acabou fazendo com que o relacionamento esfriasse porque o casal tinha poucos momentos a dois. “A gente era um casal que namorava, saía para jantar, tomar um vinho, ir ao cinema. Minha mãe ficava com as crianças duas vezes na semana. Isso acabou”, contou. “Estamos tentando recuperar.”

Até o sexo ficou em segundo plano. “Rolou uma vez ou outra, naquele ‘fecha a porta, rapidinho’. Amor, se algum casal trepou loucamente nesta quarentena, me diz. Quero saber qual foi a medicação”, brincou. “A quarentena não é o momento mais fértil, e tudo bem. A gente ganha outras coisas. Enquanto família, ganhamos muito.”

Ela também disse que, apesar dos desafios, teve momentos bons com os filhos, que ela teve a oportunidade de acompanhar mais de perto. Porém, eles entenderam bem a volta de Taís às gravações de “Amor de Mãe” (Globo). “Quando falei ‘vou trabalhar’, minha filha veio e me abraçou. Pensei: ‘Agora ferrou, ela vai chorar’. Mas ela disse: ‘Eu te desejo boa sorte’. Acho que eles não me aguentavam mais, é muito tempo junto”, riu.

Yoko Ono processa ex-assistente de John Lennon em R$ 846 mil

A artista de 87 anos entrou na justiça porque Frederic Seaman falava sobre o ex-Beatle em entrevistas

John Lennon e Yoko Ono (Foto: Getty Images)

Segundo Yoko, Seaman desobedeceu uma ordem judicial de não vai citar Lennon em suas entrevistas e que, por isso, estaria lucrando com declarações sobre Lennon, com quem ele conviveu pouco antes de ele ser assassinato, com apenas 40 anos, em 1980.

Yoko já havia acusado Seaman de roubar fotos da família e outros itens pessoais de Lennon. Nos tribunais, em 2002, Seaman ofereceu um pedido formal de desculpas. “Eu errei e realmente sou culpado por quebrar sua confiança. Depois de mais de 20 anos, é o momento de pedir perdão pelos meus atos. É impossível desfazer o que já foi feito, mas isso para aqui e agora”, disse ele, na época. Mas, no mês passado, Seaman voltou a falar de Lennon em uma entrevista.

A artista diz que Seaman concedeu uma entrevista de 23 minutos e falou bastante sobre a vida, tanto pessoal como profissional, de John Lennon. Assim, Yoko entrou na justiça com um processo exigindo a quantia de 150 mil dólares (846 mil reais). [Léo Gregório]

Paris Hilton faz campanha para fechamento de escola onde foi abusada

Socialite lançou vídeo no YouTube com a iniciativa

Depois que revelou ter sido abusada mentalmente numa escola de alto padrão que frequentou em Utah, Paris Hilton resolveu lançar uma campanha para fechar o estabelecimento.

“Fui abusada na Provo Canyon School”, diz ela, num vídeo postado em seu canal no YouTube, acrescentando que planeja “colocar todos os meus esforços na reforma do setor”.

Seu apelo para fechar a escola vem depois do documentário “This is Paris”. O filme detalhou a vida da americana, desde sua personalidade exagerada e estilo de vida chamativo até o tempo que ela passou em “escolas de crescimento emocional”, levando-a a se juntar a ex-colegas por meio do #BreakingCodeSilence, um movimento dedicado a expor esse tipo de indústria educacional.

No vídeo, Paris publicou uma petição Change.org que ja tem quase 40 mil assinaturas. Ela também tem feito campanha no Twitter, e um usuário chegou a dizer que os programas podem usar aos pais, desesperados por corrigir o temperamento dos filhos, US$100 mil por ano (quase US$ 600 mil).

Paris, neta do milionário do ramo hoteleiro Conrad Hilton, diz que os 11 meses que passou na escola, até seu aniversário de 18 anos, causaram-lhe “problemas de confiança”, “medo” e “ansiedade” e que ela foi forçada a tomar remédios prescritos, colocada na solitária, confinamento e espancamento. A escola negou responsabilidade pela socialite e outros relataram, citando uma mudança de gestão em 2000. Eles disseram em um comunicado que a escola não “tolera ou promove qualquer forma de abuso”.

Em uma entrevista com Andy Cohen, no SiriusXM, Hilton descreveu seus 11 meses na Provo Canyon School como “um inferno” e acrescentou: “Isso definitivamente afetou tudo em minha vida, eu acho, desde a personagem que criei quase como uma máscara para esconder e entrar em relacionamentos abusivos. ”

Meghan e Harry pedem que Reino Unido atue contra o racismo estrutural

Em entrevista, príncipe afirmou que país seria melhor se pessoas brancas entendessem aquelas que têm uma cor da pele diferente
Reuters

Príncipe Harry e Meghan Markle

Meghan Markle e o príncipe Harry pediram que o Reino Unido agarre uma oportunidadde para mudar o racismo estrutural que, segundo eles, coloca os jovens negros em desvantagem no país.

Harry disse em entrevista ao jornal britânico Evening Standard que o Reino Unido poderia ser um país melhor se as pessoas brancas entendessem melhor “aqueles com uma cor de pele diferente.

Ele e Meghan têm falado sobre racismo depois que deixaram seu papel oficial na família real britânica e se mudaram para a Califórnia. Em junho, Meghan disse lamentar que as crianças tivessem que crescer em um mundo onde o racismo existe. Ela também acrescentou que os acontecimentos que se seguiram à morte de George Floyd eram “devastadores”.

próprio racismo pode ter feito o casal se afastar oficialmente da família real britânica, no início deste ano. Mesmo antes do casamento, Meghan já era alvo de ataques frequentes dos tabloides britânicos, levando Harry a divulgar um comunicado condenando o “tom racial” dos artigos de opinião e das matérias veiculadas. A duquesa foi colocada como personagem de histórias racistas e sexistas com referências ao seu “DNA exótico” e descrições da história de sua família com frases como “de escravos das fazendas de algodão à realeza via a liberdade conquistada com a Guerra Civil americana”.

Com o casamento, Meghan entrou oficialmente para a família real, e os tabloides a apresentaram como a megera que grita com sua equipe e que fez Kate Middleton, a duquesa de Cambridge, chorar. Alguns títulos se referiam a Meghan como “o furacão Meghan” e a “a duquesa difícil”.

Bebê de Chrissy Teigen e John Legend morre após parto prematuro

“Tipo de dor que nunca sentimos antes”, postou a modelo com texto e fotos emocionantes

Chrissy Teigen e John Legend posam com terceiro filho, que morreu após o parto (Foto: Reprodução/Instagram)

Chrissy Teigen, de 34 anos de idade, emocionou a web ao revelar que o bebê que esperava com John Legend, de 41, morreu. No Instagram, na madrugada de quinta-feira (1), ela postou diversas fotos, inclusive chorando e ao lado do marido, com o bebê natimorto no colo.

“Ele sempre será Jack para nós. Jack lutou tanto para fazer parte de nossa pequena família, e ele será, para sempre. Para o nosso Jack: lamento que os primeiros momentos de sua vida tenham sido recebidos com tantas complicações, que não pudemos dar a você a casa de que precisava para sobreviver. Nós sempre te amaremos”, postou ela. Não foi informado de quantos meses Chrissy estava, mas a gestação foi divulgada pelo casal em agosto e especulava-se que o bebê nasceria em março de 2021.

“Estamos chocados e com um tipo de dor profunda de que você só ouve falar por aí. Aquele tipo de dor que nunca sentimos antes. Nunca fomos capazes de estancar a hemorragia e dar ao nosso bebê os nutrientes que ele precisava, apesar das bolsas e bolsas de transfusões de sangue. Simplesmente não foi o suficiente”, completou Chrissy, que estava internada com sérias crises hemorrágicas.

Mãe de Luna, de 4 anos, e Miles, de 2, ela emocionou ao falar que chegou a escolher o nome do caçula. “Nunca decidimos sobre os nomes de nossos bebês até o último momento possível após o nascimento, pouco antes da alta hospitalar. Mas, por algum motivo, começamos a chamar esse carinha na minha barriga de Jack.”

A modelo ainda agradeceu o carinho de amigos, familiares e fãs, e ainda pediu respeito neste momento tão delicado. “Obrigada a todos que têm nos enviado energia positiva, pensamentos e orações. Sentimos todo o seu amor e realmente o apreciamos. Somos muito gratos pela vida que temos, por nossos bebês maravilhosos, Luna e Miles, por todas as coisas incríveis que pudemos experimentar. Mas todos os dias não podem estar cheios de sol. Neste mais escuro dos dias vamos chorar, vamos chorar muito. Mas vamos nos abraçar e amar com mais força e superar isso”, finalizou. [Léo Gregório]

Meghan Markle e príncipe Harry negam que terão reality show

Casal desmente jornal britânico que apontava contrato com a Netflix

Duque e duquesa de Sussex desmentem jornal

Meghan Markle e o príncipe Harry desmentiram matéria do jornal The Sun, publicada ontem, especulando que o casal teria um programa de reality show na Netflix. No inícido do mês, o casal assinou um contrato com a gigante de streaming, que envolvia a produção de documentários, séries e programas infantis.

Segundo o jornal britânico, o acordo também incluiria um reality show, com câmeras seguindo os duques de Sussex durante três meses para mostrar sua rotina na Califórnia. A matéria ainda dizia que a ideia era mostrar quem o casal realmente era. Um porta-voz de Harry e Meghan, no entanto, veio a público para negar a reportagem. “O duque e a duquesa de Sussex não vão participar de nenhum reality show”, disse em um comunicado oficial.

Quem é, de verdade, Paris Hilton?

Documentário segue a herdeira e influenciadora, que diz que está pronta para ser ela mesma e deixar de lado a personagem que criou e a tornou famosa
Ilana Kaplan, The New York Times – Life/Style

Paris Hilton quer mostrar quem ela realmente é no documentário dirigido por Alexandra Dean. Foto: Daniel Jack Lyons/The New York Times

Relaxando de pernas cruzadas na cama em sua casa em Beverly HillsCalifórnia, e vestindo um moletom azul turquesa, Paris Hilton parecia estar à vontade. Não havia nada da afetação que definiu sua imagem pública durante duas décadas: a voz de bebê, as roupas minúsculas e reluzentes, a falsa superficialidade, a obsessão com tudo que está na moda.

“Com essa personagem, construí ao meu redor uma espécie de escudo, quase para me esconder atrás dela, pois passei por tanta coisa que nem queria mais pensar em nada daquilo”, disse Paris, de 39 anos, em conversa pelo Zoom. Atrás dela havia um grande espelho iluminado por um oceano de LEDs que reluziam como diamantes no cabelo platinado dela.

Antes da era dos influenciadores, Paris Hiltonjá existia: uma linda tela em branco na qual poderia se projetar todo o tipo de ideia e patrocínio de marca. Ela foi a celebridade que ganhou destaque com um vídeo erótico, se é que não foi criada por ele. Foi o rosto do celular Sidekick (e a vítima de uma invasão do sistema do Sidekick que revelou ao público mais a respeito de sua vida particular). Foi estrela de reality show, tentando a sorte como uma ricase dedicando ao trabalho manual.

Gravou música, foi modelo, frequentou festas, fez aparições especiais na TV , escreveu um livro de conselhos. E foi criticada sem dó, descartada como alguém “famosa por ser famosa”. Independentemente do quanto essa caracterização tenha sido justa ou injusta na época, parece difícil defendê-la hoje.

Ela passa mais de 250 dias por ano viajando pelo mundo como DJ, recebendo supostos US$ 1 milhão por apresentação. Supervisiona mais de 19 linhas de produtos, incluindo fragrâncias, peças de roupa e acessórios. E, hoje, há tantas pessoas famosas por serem famosas que ela parece mais uma pioneira venerável do que uma oportunista pouco digna de confiança. E, além disso, agora ela está disposta a falar a respeito do passado.

No documentário This Is Paris, lançado no YouTube, seu objetivo é revelar o outro lado da personagem que ela criou na primeira década do século 21, concentrando-se na década que antecedeu sua fama. Paris disse ter dado total controle criativo do filme à diretora, Alexandra Dean.

“Foi muito difícil para mim, pois estou acostumada a controlar tudo”, disse ela. “Nesse caso, tive que abrir mão desse controle e deixar que usassem tudo.” Há momentos de opulência no filme — viagens de jatinho pelo mundo, armários cheios de vestidos chiques e sapatos de salto alto e gavetas cheias de joias que ela nunca usou — e ela logo nos lembra que nunca foi “fotografada usando a mesma roupa duas vezes”.

Mas o coração do documentário é o trauma que emana dos anos que Paris passou em internatos para adolescentes problemáticos. A última instituição do tipo que ela frequentou foi a Escola Provo Canyon, centro de tratamento psiquiátrico residencial em Utah, onde passaria 11 meses.

“Eles simplesmente acreditaram que era como um internato normal, pois é assim que eles se apresentam aos pais e aos adultos que colocam seus filhos nesses lugares”, disse Paris a respeito dos pais, Kathy e Rick Hilton. Antes da produção do filme, Paris nunca tinha contado à família o que aconteceu com ela. No documentário, Paris revela que, na noite em que chegou à Provo, foi arrancada da cama como se estivesse sendo sequestrada.

Disse que ela e os colegas recebiam habitualmente pílulas misteriosas e, quando Paris se recusava a tomá-las, era levada ao confinamento solitário por até 20 horas por vez, sem roupas. Ela também alega ter sido alvo de abusos emocionais, verbais e físicos por parte de professores e administradores.

“Era como viver no inferno”, disse Paris. Em sua página da internet, a escola destaca que foi adquirida por novos proprietários em 2000, depois da época em que Paris foi aluna. Um representante da Provo disse que a escola “não aceita nem promove nenhum tipo de abuso”. Acrescentaram que “todas as eventuais acusações e suspeitas de abuso são imediatamente denunciadas às autoridades estaduais, ao policiamento e aos serviços de proteção à criança e ao adolescente, como exigido”.

Nos anos passados desde então, Paris sofreu com pesadelos e evitou a terapia, que desempenhou um grande papel nos seus programas de tratamento residenciais. “A partir da minha experiência na Provo e outras escolas do tipo, tinha a sensação que aqueles terapeutas eram más pessoas”, disse ela.

“Jamais confiei neles.” Essa vivência destruiu também outras formas de confiança, disse ela. No documentário, vemos ela instalando software de vigilância em casa antes de receber o namorado, que passaria alguns dias lá enquanto ela estaria fora da cidade. “Sem dúvida, foi algo que afetou meus relacionamentos, pois eu simplesmente não sabia o que era o amor de verdade e, depois de tantos abusos, temos a sensação de que esse comportamento é quase normal”, disse ela.

Acontecimentos posteriores confirmaram essa desconfiança. Quando um vídeo de sexo envolvendo ela e o ex-namorado Rick Salomon foi divulgado na internet sem o consentimento dela em 2003, as imagens atraíram muita atenção, e ela foi ridicularizada. “Foi traumatizante ter um momento tão íntimo como aquele vazado para todo o mundo, com todos rindo como se fosse algum tipo de entretenimento”, disse ela.

Ainda assim, sob certos aspectos, essa exposição turbinou a carreira dela, que deixou de ser apenas uma herdeira, passando a participar de programas de reality show e outros acordos; sua amiga e ex-assistente, Kim Kardashian West, seguiu a mesma trilha rumo à fama. “Sinto muito orgulho por tudo que ela conquistou”, disse Paris.

Marcado originalmente para uma estreia em abril durante o Tribeca Film Festival, This Is Paris faz parte de um punhado de documentários e seriados de celebridades lançados pelas gigantes do streaming nos anos mais recentes. Taylor SwiftDemi LovatoJustin Bieber e os irmãos Jonas também fizeram como Paris e mostraram “o outro lado” de suas vidas. É claro que, dependendo do grau de envolvimento das celebridades com seus documentários, uma narrativa envolvente pode ser uma forma de reforçar ou defender sua imagem pública.

A diretora global de conteúdo original do YouTube, Susanne Daniels, disse não enxergar esses documentários como uma “defesa”. “Eles sabem que sua imagem é complexa e, em algum momento, sentem-se prontos para compartilhar as complexidades por trás das escolhas que fizeram”, disse ela a respeito das celebridades. “Até certo ponto, é como uma demonstração de coragem.” Agora, Paris espera usar sua marca para o bem.

Ela quer denunciar instituições que aplicam tratamento psiquiátrico cruel em menores, trabalhando com ex-alunos que dizem ter vivido experiências semelhantes às dela. “Vou dedicar boa parte da vida ao fechamento desses lugares”, disse ela. Paris disse não ter mais interesse em interpretar uma personagem: “Fico feliz que as pessoas saibam que não sou uma loira burra. Apenas sei fazer bem esse papel”. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

Demi Lovato termina noivado após dois meses

Cantora havia confirmado relacionamento em março e ficado noiva em julho

Demi e Max durante o pedido de casamento em Malibu Foto: Instagram

Segundo informações do site Page Six, Demi Lovato terminou seu noivado com o ator Max Ehrich. Fontes ligadas à cantora já estavam sinalizando uma crise no relacionamento nas últimas semanas e confirmaram o rompimento há pouco. Os fãs já especulavam que algo estava acontecendo quando a irmã de Demi deixou de seguir Max nas redes sociais.

O casal veio a público em março, três meses após o rompimento de Demi com o modelo Austin Wilson. Em julho, Max Ehrich fez um pedido de casamento apaixonado em uma praia da Califórnia e as fotos de Demi emocionada com um belo anel de compromisso correram as redes sociais dos dois com declarações de amor.

Nasce filha de Gigi Hadid e Zayn Malik

Fãs já especulavam nascimento há alguns dias

Gigi Hadid e Zayn Malik receberam primeira filha Foto: Robert Kamau / GC Images

O cantor Zayn Malik confirmou, na noite de quarta-feira, o nascimento de sua primeira filha com a modelo Gigi Hadid. Ele postou uma imagem em preto e branco em que a pequena mão do bebê segura a sua com firmeza em seu Twitter e escreveu: “Nossa bebêzinha está aqui. Saudável e Linda!”.

O novo pai também disse que não conseguiria expressar seu sentimento naquele momento: “O amor que sinto por esse ser humaninho vai além do meu entendimento”. A notícia chega cinco meses depois da mãe de Gigi, Yolanda Hadid, ter confirmado oficialmente a gravidez. Gigi também comunicou o nascimento em sua Instagram e disse que a filha nasceu no final de semana. “Ela já mudou nosso mundo. Estou apaixonada”, escreveu a modelo.

Os fãs já especulavam o nascimento do bebê desde o dia 15, quando a irmã de Gigi, Bella Hadid postou uma imagem das duas e escreveu que não conseguia parar de chorar. O pai de Gigi também já tinha dado a entender que o bebê havia chegado quando postou um poema para sua neta na tarde de ontem.

Gigi e Zayn, ex-integrante do One Direction, começaram a se relacionar em 2015. Eles se separaram três anos depois e se reconciliaram no final de 2019. Desde o início da pandemia, o casal tem se abrigado em uma fazenda que Zayn comprou na Pennsylvania.