‘Casa Gucci’: assista ao 1º trailer do filme com Lady Gaga e Adam Driver

Casa Gucci, filme protagonizado por Lady Gaga e Adam Driver inspirado no crime real do assassinato de Maurizio Gucci, um dos herdeiros da grife italiana, ganhou seu primeiro trailer na sexta-feira, 30. 

Lady Gaga
Lady Gaga e Adam Driver nas gravações de ‘Gucci’ Foto: Reprodução do Instagram @theguccimovie

Maurizio, neto do fundador da marca, foi presidente da empresa entre 1983 e 1993, quando vendeu sua parte das ações por uma quantia milionária. O valor teria despertado o interesse de sua ex-mulher, Patrizia, que contratou um atirador para assassiná-lo com três tiros em frente ao seu escritório em 27 de março de 1995. Posteriormente, ela foi condenada pelo crime junto a seus cúmplices. Clique aqui para ler mais detalhes sobre o caso.

Dirigido por Ridley Scott, Casa Gucci é baseado no livro The House of Gucci, de Sara Gray Forden, e também traz nomes como Jared Leto, Jeremy Irons, Salma Hayek e Al Pacino no elenco.

Em recentes declarações à imprensa italiana, a mandante do crime Patrizia fez críticas ao filme: “Estou bastante aborrecida pelo fato de Lady Gaga estar me interpretando no novo filme de Ridley Scott sem sequer ter tido a perspicácia e a sensibilidade de vir ao meu encontro. Não é por uma questão econômica, não vou tirar um centavo do filme, mas de bom senso e respeito.”

“Todo bom ator deve primeiro conhecer a personagem que vai representar ao vivo”. “Não acho certo não ser contatada quando vejo as fotos de Lady Gaga entrando no camarim escrito ‘Patrizia'”, afirmou à agência Ansa, ressaltando que tem “simpatia e apreço” pela cantora.

Trata-se do segundo grande papel de Lady Gaga no cinema. Em 2018, ela chamou atenção ao estrelar o remake de Nasce Uma Estrela ao lado de Bradley Cooper, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz. Na cerimônia, ela também cantou a música Shallow, que lhe rendeu o Oscar de melhor canção original.

Assista ao trailer de Casa Gucci abaixo:

HOUSE OF GUCCI | Official Trailer

A legacy worth killing for. Watch the official #HouseOfGucci trailer now – only in theaters November 24.

Anne Hathaway celebra 20 anos de ‘O Diário da Princesa’

‘Conhecido como o filme que lançou centenas de noites do pijama’, legendou a atriz ao compartilhar uma série de fotos nostálgicas no Instagram

Anne Hathaway Foto: Reprodução/Instagram

Anne Hathaway usou seu Instagram, nesta quinta-feira (29), para celebrar os 20 anos do filme “O Diário da Princesa”,  o qual foi protagonista ao interpretar “Mia”.

“Milagres acontecem… Feliz 20 anos para O Diário da Princesa, também conhecido como o filme que lançou centenas de noites do pijama”, legendou a atriz.

Anne, que ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante com “Os Miseráveis (2012), comparrtilhou uma série de fotos dos bastidores das cenas e produção do longa de 2001.

Nas imagens ela aparece ao lado de companheiros e companheiras de set, como Julie Andrews, que interpreta a avó e rainha de Genóvia, Heather Matarazzo, a melhor amiga de Mia; Mandy Moore, colega de escola, Sandra Oh, vice-diretora do colégio, e Garry Marshall, diretor do filme.

O Esquadrão Suicida reinicia franquia sob o olhar caótico de James Gunn

Sem economizar no sangue, longa traz ação típica de “filmes brucutu” para o DCEU e diverte com tripas e coração
NICO GARÓFALO

Ao longo da campanha de divulgação de O Esquadrão SuicidaJames Gunn definiu o filme como uma mistura de sequência e reboot do longa quase homônimo de 2016 que, apesar de lançar Margot Robbie como Arlequina, nunca caiu nas graças do público ou da crítica. Encarregado de revitalizar a franquia, o diretor de Guardiões da Galáxia conquistou controle criativo praticamente absoluto sobre o roteiro, incluindo quais personagens usar, o tamanho que teriam na trama e quantos morreriam – e quão ridículas seriam essas mortes.

Os primeiros 15 minutos de O Esquadrão Suicida não deixam dúvidas de que o longa é uma continuação da desventurada empreitada comandada por David Ayer (e picotada pelo estúdio) de cinco anos atrás. De maneira ágil, Amanda Waller (Viola Davis), Rick Flag (Joel Kinnaman), Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e Arlequina são reintroduzidos ao público, mas partindo do princípio que o espectador já está ciente do que esses personagens passaram juntos. Ainda assim, quem pulou o longa de 2016 é rapidamente contextualizado à medida que Flag, líder do Esquadrão, explica a missão para Sábio, personagem de Michael Rooker, que se junta a um numeroso grupo de vilões para invadir Corto Maltese e destruir um experimento científico misterioso no país sulamericano.

Assim como fez no MCU, Gunn explorou o cânone da DC de maneira divertida para trazer o que a quinta categoria da editora tinha de pior. Blackguard (Pete Davidson), Doninha (Sean Gunn), Bolinha (David Dastmalchian), Sanguinário (Idris Elba), O.C.D. (Nathan Fillion) e mais chegam ao DCEU de forma hilária e sanguinolenta, tratados de forma descartável tanto por Waller quanto pelo diretor, que elimina quase todo seu elenco logo no primeiro ato. Sem cerimônia, o cineasta impala, incendeia, afoga, fatia e alveja alguns dos atores mais requisitados de Hollywood, que sofrem mortes criativas e exageradas, dignas dos filmes de ação “brucutu” que dominaram a indústria nos anos 1980.

Embora a história de O Esquadrão Suicida não possa ser considerada o ápice da criatividade em termos narrativos – até a franquia Mercenários já usou a trama “heróis improváveis derrubando regimes ditatoriais” -, Gunn compensa o lugar-comum com o coração típico de suas produções. Como tem sido padrão no DCEU desde 2018, o filme tem sua própria personalidade, reforçada pelas atuações de Elba, Robbie, Kinnaman, John Cena, Dastmalchian e Daniela Melchior. A portuguesa, aliás, rouba a cena quando está em tela e serve, curiosamente, tanto como bússola moral quanto emocional da nova formação do Esquadrão. Ao lado de seu rato, Sebastian, e do Tubarão Rei (Sylvester Stallone), a Caça-Ratos 2 ajuda a unir o grupo de forma natural, fugindo do clichê “amigos-que-viram-família” do primeiro filme.

Isso não quer dizer, porém, que os outros personagens sejam desperdiçados. Arlequina mantém aqui a evolução que mostrou em Aves de Rapina e Sanguinário e Pacificador (Cena) têm algumas das trocas mais hilárias – e violentas – da história do cinema de super-herói. Mesmo Flag, que nada mais era do que um soldado obedecendo ordens em 2016, desenvolve sua própria personalidade e mostra força o bastante para contrariar Waller sempre que acha necessário.

Com menos tempo de tela, os vilões variam um pouco mais na qualidade do desenvolvimento. Os ditadores genéricos de Corto Maltese caem um a um tão rápido que mal é possível decorar seus nomes ou patentes. Por outro lado, o Pensador de Peter Capaldi já mostra com poucos segundos de cena seu poder de manipulação e genialidade. Relembrando seus tempos de The Thick of It, o escocês provoca, xinga e desafia todos de maneira ameaçadora, apesar da caracterização bizarra. É por meio do Pensador que o gigantesco Starro é desenvolvido. Sem entrar em detalhes, é graças à falta de escrúpulos do cientista que o ódio do alienígena e suas ações no terceiro ato parecem críveis e até compreensíveis.

Existe obviamente a chance de O Esquadrão Suicida não agradar a todos, principalmente àqueles que preferem longas de herói mais reflexivos e questionadores. A Força Tarefa X de James Gunn, no entanto, cumpriu de maneira espetacular a missão que lhe foi dada: além de tirar o gosto amargo na boca deixado por seu predecessor, o novo filme pavimentou o caminho para o futuro da franquia, que tem tudo para ser uma das mais divertidas e rentáveis do DCEU. Sem grandes ambições, o longa faz rir e chorar na mesma medida, com o tom emocional certeiro que permeia os trabalhos de Gunn. Entre apresentações e despedidas, O Esquadrão Suicida é um recomeço otimista não só para a série, mas também para seus fãs.

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis ganha teaser cheio de ação

Estreia está marcada para setembro
NICO GARÓFALO

Próximo longa do MCUShang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis ganhou um novo teaser que mostra o herói-título vivido por Simu Liu entrando em ação e desafiando seu legado – veja acima.

O filme do mestre do kung fu da Marvel tem roteiro escrito por Dave Callaham, de Mulher-Maravilha 1984 e Godzilla (2014), e é dirigido por Destin Cretton, de O Castelo de Vidro e Temporário 12.

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis conta com AwkwafinaTony Leung Michelle Yeoh no elenco. A estreia está marcada para 3 de setembro de 2021.

CINEMA I Estreias: Tempo, Jungle Cruise, Ana. Sem Título, Blackpink The Movie, Dupla Explosiva 2, Caros Camaradas

‘Tempo’, de Shyamalan, e ‘Jungle Cruise’, cheio de erros sobre a Amazônia, são destaques

Cena do filme, 'Tempo', de M. Night Shyamalan
Cena do filme, ‘Tempo’, de M. Night Shyamalan – Reprodução

Pessoas isoladas em um lugar onde os aniversários passam constantemente e as pessoas ficam cada vez mais velhas sem poder sair de lá —o que poderia ser roteiro de mais um dia de pandemia é, na verdade, o enredo do filme “Tempo”, de M. Night Shyamalan, que estreia nesta quinta, dia 29.

No filme, Guy Cappa, representado pelo ator mexicano Gael García Bernal, leva sua mulher e seus dois filhos a uma praia onde as horas andam mais rápidas do que o comum, e as rugas no galã Gael surgem mais profundas a cada close da câmera.

O thriller é lançado em uma semana mais recheada de estreias nos cinemas de São Paulo. O longa “Ana. Sem Título”, produção brasileira e argentina sobre uma artista plástica brasileira sumida nos anos 1970, faz parte desta lista. Já o documentário que leva o nome da banda de k-pop “Blackpink” promete levar adolescentes às salas ao reunir cenas dos bastidores dos cinco anos do grupo sul-coreano.

“Dupla Explosiva 2” faz jus ao nome —estrelado por Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson, Salma Hayek, Antonio Banderas e Morgan Freeman, chega fazendo barulho, apesar das críticas negativas fora do Brasil. Outro filme estrelado que estreia nesta semana é “Jungle Cruise”, produção da Disney que se passa na floresta amazônica e que coleciona erros ao falar sobre a região brasileira —como o fato de os personagens usarem reais em 1910 e de a equipe não ter brasileiros.

Não custa lembrar que ainda estamos em plena pandemia de Covid-19. Mas, caso resolva ir ao cinema, é imprescindível respeitar os protocolos de segurança. Mantenha a máscara no rosto, as mãos higienizadas e respeite o distanciamento.

A seguir, confira as estreias da semana em São Paulo.

Estreias

Ana. Sem Título
Uma atriz começa a coletar as cartas trocadas entre artistas plásticas latino-americanas nos anos 1970. Em meio à investigação, ela descobre uma jovem brasileira que desapareceu nesse período. Obcecada pela personagem, a atriz resolve encontrá-la e descobrir o que aconteceu.
Argentina e Brasil, 2020. Direção: Lucia Murat. Com: Felipe Rocha, Roberta Estrela D‘Alva e Stella Rabelo. 14 anos


Blackpink The Movie
Documentário de comemoração do quinto aniversário do grupo de k-pop Blackpink. O filme conta com depoimentos, curiosidades e performances das cantoras da banda, Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa, que movimentam milhões de fãs pelo mundo.
Coreia do Sul, 2021. Direção: Oh Yoon-dong e Jung Su-yee. Livre


Caros Camaradas: Trabalhadores em Luta
Na antiga União Soviética, uma executiva do partido comunista, ex-soldado de Stálin, está empenhada em criar uma sociedade inteiramente socialista com o seu trabalho. Porém, durante uma greve, ela vê trabalhadores baleados a mando da URSS. Em meio às mortes que presencia, sua filha também desaparece.
Rússia, 2020. Direção: Andrei Konchalovsky. Com: Yuliya Vysotskaya, Vladislav Komarov e Andrey Gusev. 14 anos


Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime
Um guarda-costas terá de proteger um casal de assassinos, Darius e Sonia. Levado ao limite de suas habilidades nessa defesa, ele foge de um criminoso conhecido internacionalmente e que está disposto a matá-los. O filme tem elenco recheado de estrelas, como Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson e Antonio Banderas.
Estados Unidos, 2021. Direção: Patrick Hughes. Com: Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson e Salma Hayek. 16 anos


Jungle Cruise
Frank Wolff, um irreverente capitão de navio, é contratado pela doutora Lily Houghton e por seu irmão McGregor para levá-los até a Amazônia com a missão de achar uma árvore com poderes de cura. Durante a viagem, eles passam por perigos de animais e até entidades na selva —mas a história empilha erros, como o fato de os personagens usarem reais em 1910, partirem de uma vila tipicamente mexicana no meio da selva brasileira e não terem brasileiros na equipe, apesar de a trama se passar no Brasil.
Estados Unidos, 2018. Direção: Jaume Collet-Serra. Com: Dwayne Johnson, Emily Blunt e Jack Whitehall. 10 anos


O Buscador
No filme brasileiro, Isabela é filha de um poderoso político e cresceu cercada de muito mimo e luxo. Após conhecer uma líder de uma comunidade que prega o amor e a liberdade, ela deixa todas as riquezas para se juntar a esse grupo. Quatro anos depois, quando volta para casa, descobre que seu pai está envolvido em um grande escândalo de corrupção.
Brasil, 2019. Direção: Bernardo Barreto. Com: Mariana Molina, Pierre Santos. 14 anos


Rodantes
Três pessoas com histórias de vida bem atípicas se encontram: Tatiane, uma jovem que fugiu de casa para esquecer os traumas do passado, Odair, um rapaz que está se descobrindo sexualmente, e Henry, um imigrante haitiano que está passando por dificuldades financeiras com sua mulher e filho.
Brasil, 2021. Direção: Leandro HBL. Com: Caroline Abras, Jonathan Well e Félix Smith. 16 anos


Tempo
No novo filme de M. Night Shyamalan, diretor de filmes como “O Sexto Sentido” e “Vidro”, uma família vai a um resort para tentar continuar unida. Lá, eles são convidados a conhecer uma praia que fica em uma reserva natural. O que eles não imaginavam é que nessa praia o tempo passa muito mais rápido que o normal —e 24 horas pode representar uma vida inteira. A história é baseada numa HQ.
Estados Unidos, 2021. Direção: M. Night Shyamalan. Com: Gael García Bernal, Vicky Krieps e Rufus Sewell. 14 anos

Ghostbusters: Mais Além | Nova geração entra em ação no novo trailer

Filme chega ao Brasil em 11 de novembro
NICO GARÓFALO

Sequência dos dois Caça-Fantasmas originais, Ghostbusters: Mais Além ganhou um novo trailer nesta terça-feira (27). A prévia mostra os irmãos Trevor (Finn Wolfhard) e Phoebe (McKenna Grace) assumindo a responsabilidade de capturar assombrações quando sua cidade é invadida – assista dublado acima e legendado abaixo. O filme também teve sua data de estreia no Brasil oficializada para 11 de novembro.

Diferente do filme de 2016, Ghostbusters: Mais Além será uma continuação direta dos filmes originais e tem ainda o retorno de Sigourney Weaver como Dana Barrett. A trama focará em uma nova família: Carrie Coon será mãe solteira dos personagens de Finn Wolfhard e McKenna Grace. Já Paul Rudd interpreta um professor em uma cidade pequena. Entre os novos nomes do elenco estão ainda Celeste O’Connor (Perfeita para Você) e o estreante Logan Kim.

Jason Reitman, filho de Ivan Reitman, dirige o novo filme, que estreia em 11 de novembro no Brasil.

O Exorcista | Gordon Green fará trilogia com Ellen Burstyn e Leslie Odom Jr.

Reboot, em pré-produção pela Blumhouse Pictures, será primeiro de três filmes conectados
EDUARDO PEREIRA

Ellen Burstyn retomará papel de “O Exorcista”

reboot de O Exorcista, que já estava em pré-produção pela Blumhouse Pictures sob a direção de David Gordon Green (Halloween), será na verdade o início de uma nova trilogia de filmes da saga. Na produção, a ganhadora do Oscar Ellen Burstyn (Réquiem para um Sonho) vai reprisar o mesmo papel que interpretou no filme original de 1973, dirigido por William Friedkin. Ela terá a companhia do indicado ao Oscar por Uma Noite em Miami Leslie Odom Jr. (Hamilton). As informações são do Collider.

Como indica o retorno de Burstyn, a nova trilogia será uma sequência direta do aclamado filme original. Odom dará vida ao pai de uma criança possuída pelo demônio. Desesperado por ajuda, ele busca a personagem da ganhadora do Oscar, cuja filha, Regan (Linda Blair), foi vítima do mesmo mal na produção de 1973. Ao menos inicialmente, o reboot não deve tocar nos filmes seguintes de O Exorcista, já que Burstyn não participou deles.

Jason Blum produzirá a nova trilogia ao lado de David Robinson, da Morgan Creek, detentoda dos direitos sobre a franquia O Exorcista. Segundo o The New York Times, a Universal e o serviço de streaming Peacock compraram a trilogida em um mega-negócio avaliado em mais de US$400 milhões. A expectativa é que o primeiro filme da nova série seja lançado na segunda metade de 2023, um ano após o encerramento da trilogia Halloween também dirigida por Gordon Green.

Ainda segundo os termos do acordo, o segundo e o terceiro filme do novo O Exorcista poderia ser lançado diretamente no Peacock. O Times ainda afirma que o anúncio será feito formalmente no final desta semana, com o alto preço sendo justificado por conta do crescentemente competitivo mercado de streamers. Um bom exemplo foi a aquisição feita pela Netflix dos dois próximos filmes da série iniciada em Entre Facas e Segredos (2019), avaliada em US$465 milhões.

Embora ainda não existam maiores informações sobre a nova trilogia de O Exorcista, a colaboração entre Blum e Green logo retornará às telas com Halloween Kills: O Terror Continua, sequência para Halloween de 2018 que estreia em 15 de outubro. O mergulho na franquia do psicopata Michael Myers acaba na mesma data de 2022, com Halloween Ends.

Novo filme de M. Night Shyamalan, ‘Tempo’ surpreende e lidera bilheteria nos EUA

Exibido apenas nas salas de cinema, sem versão para streaming, longa do diretor de ‘Corpo fechado’ arrecada US$ 16,5 milhões

Gael García Bernal está no elenco do filme de M. Night Shyamalan Foto: Divulgação

Em uma reviravolta digna de uma obra do diretor M. Night Shyamalan, o filme “Tempo” chegou ao topo da bilheteria da América do Norte no último fim de semana, com US$ 16,5 milhões arrecadados. Esperava-se que o campeão anterior de venda de ingressos, “Space Jam: Um novo legado”, e o estreante “G.I. Joe origens: Snake Eyes” liderassem a arrecadação americana. Em vez disso, “Space Jam 2” teve uma queda enorme em vendas de ingressos desde o fim de semana de estreia e “Snake Eyes” ficou um pouco aquém das expectativas, deixando “Tempo”, de Shyamalan, ocupar o surpreendente primeiro lugar.

A surpresa demonstra o quão imprevisível a corrida das bilheterias pode se tornar no momento em que a indústria tenta recuperar seu fôlego durante a pandemia e lança mão de novas estratégias como, por exemplo, os lançamentos híbridos — físico e via streaming.

Para os executivos, ajudou o fato de os dois lançamentos deste fim de semana — “Tempo”, trama de terror sobre uma família em férias em uma praia que os faz envelhecer rapidamente, e “Snake Eyes” — estarem em cartaz apenas fisicamente. Esta não tem sido a estratégia mais comum neste verão do Hemisfério Norte, a exemplo de “Viúva Negra”, da Disney (disponível também no Disney Plus por um valor extra) e “Space Jam” (também no HBO Max).

 Na bilheteria internacional, “Tempo” arrecadou US$ 6,5 milhões. A quantia total representa o pior fim de semana de estreia de Shyamalan na história, mas o diretor de “Corpo fechado” financia seus filmes com orçamentos modestos para os padrões de Hollywood, o que significa que eles não precisam quebrar recordes para se tornarem lucrativos — o orçamento de “Tempo” foi de de US$ 18 milhões. (Variety/Agências)