‘Um Jedi não desiste’, garante Mark Hamill, astro de ‘Star Wars’

LOS ANGELES – O ator Mark Hamill, de 64 anos, fala sobre o processo de voltar a Luke Skywalker, personagem que é protagonista da primeira trilogia Star Wars.

Mariane Morisawa, ESPECIAL PARA O ESTADO

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Ator detalha a surpresa reservada com a aparição de Luke Skywalker

Você ficou desapontado com sua participação tão pequena no primeiro filme desta trilogia?
Fiquei surpreso. Mas, quando consegui racionalizar as razões, fez total sentido. Havia tantas coisas a incluir no primeiro filme, como apresentar todos esses personagens novos, uma porção de conflitos e dramas novos, era preciso concluir a saga de Han Solo… Fazia sentido me empurrar para o próximo filme. E eu tive uma das entradas mais elaboradas da história do show biz! Todo o mundo fica falando sobre mim no filme durante duas horas! Então, eu desfrutei de toda a diversão de estar num filme enorme e popular, enquanto todos os outros atores é que realmente trabalharam!

 

Você conversou bastante com o diretor Rian Johnson sobre a jornada do personagem. Sobre o que estava inseguro?
Está no trailer: “Eu só sei de uma verdade, que é hora do fim dos Jedi”. Isso vai contra tudo o que acredito sobre Luke e ser Jedi. Rian me explicou que eu me sentia péssimo por ter selecionado o candidato errado, que ia para o Lado Negro da Força e que Luke não conseguia trazê-lo de volta. Que eu sentia a culpa de talvez ter ajudado a criar o possível próximo Darth Vader. E eu respondi: “É, Rian, mas um Jedi não desiste!”. Eu continuaria insistindo e, se não conseguisse trazê-lo de volta, tentaria achar outra pessoa. Enfim, é uma diferença de filosofia. Mas essa não é minha função. No fim, eu preciso pegar o material que me é dado e fazer meu melhor para realizar a visão do diretor, independentemente de eu concordar ou não com ele.

Mas Rian Johnson estava aberto à colaboração?
Sim, Rian gosta de colaboração e é uma pessoa muito bacana, então depois de dizer o que eu pensava, tornou-se irrelevante se eu concordava ou não. Fiz parte de filmes que eram tão terríveis que não veria nem numa aposta. Fiz novela e não gosto de novela. Não quer dizer que você precisa amar todos os projetos que faz. Eu por acaso amo Star Wars, mas vi que Rian queria tentar algo que surpreenderia o público. E ele certamente me surpreendeu. Ele me tirou da minha zona de conforto, o que provavelmente é algo bom. Se eu fosse apenas outro Jedi benevolente, bondoso, sábio, acolhedor… Nós já vimos isso. E ninguém podia fazer isso melhor do que Alec Guinness, então por que deveria tentar?

Porgs ou Ewoks?
Essa é difícil. Os Ewoks foram muito criticados porque eram fofinhos demais. Mas eu amo a tecnologia medieval em contraposição com a tecnologia avançada do Império. Eu sugeri ao George Lucas de torná-los menos amáveis. Se eles tivessem aparência de ratos, todo o mundo sentiria repulsa, até perceber que eles eram bons. De novo, tenho um monte de ideias terríveis que ninguém ouve! Ele queria que eles fossem bonitinhos porque queria vender bichos de pelúcia! Os Porgs são incríveis, baseados em pássaros de verdade. E adorei que eles usaram um pouco de CGI, mas havia Porgs de verdade no set que podiam ser manipulados. Eles pareciam reais. Amo os dois, não me faça escolher! Sempre me perguntam qual meu filme favorito da trilogia original e não posso escolher, são como meus filhos! Gosto de todos por razões diferentes! Que tal essa resposta em cima do muro?

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Internautas criticam Globo de Ouro por menosprezar minorias

ww-21192rBastidores de ‘Mulher-Maravilha’, filme desprezado nas indicações do Globo de Ouro (reprodução/Reprodução)


O anúncio dos indicados ao Globo de Ouro, nesta segunda-feira, trouxe muitas surpresas, tanto entre nomes que apareceram do nada como aqueles que foram deixados de fora da festa. Entre os internautas, o que mais pesou foi a pouca representatividade de minorias. Em especial, na categoria melhor diretor.

Em um ano no qual uma super-heroína de ação liderou as bilheterias em um filme comandado por uma mulher, muitos se decepcionaram com a ausência de Mulher-Maravilha e a diretora Patty Jekins. Além dela, Greta Gerwig estava na parada pelo elogiado Lady Bird: É Hora de Voar. Da mesma forma, esperava-se que o sucesso de crítica de produções como Corra!, de Jordan Peele, e Mudbound: Lágrimas sobre o Mississipi, de Dee Rees, dirigidos por negros, levasse o prêmio a se diversificar. Mas todos os cineastas na corrida são homens brancos: Guillermo Del Toro, Martin McDonagh, Christopher Nolan, Steven Spielberg e Ridley Scott.

Globo de Ouro 2018 não indica nenhuma mulher na categoria Melhor Diretor

Neste ano, Patty Jenkins fez história com Mulher-Maravilha e Greta Gerwig estreou na direção com Lady Bird

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Lady Bird Saoirse Ronan (à esquerda) e a diretora Greta Gerwig

Globo de Ouro 2018 divulgou sua lista de indicados nesta segunda-feira (11) e, na categoria de Melhor Diretor, não houve espaço para as mulheres, mesmo com a indicação de Lady Bird de Greta Gerwig a Melhor Comédia ou Musical e Melhor Roteiro (via Variety). Os cinco diretores selecionados foram Guillermo del Toro (A Forma da Água), Martin McDonagh (Três Anúncios Para um Crime), Christopher Nolan (Dunkirk), Ridley Scott (Todo o Dinheiro do Mundo) e Steven Spielberg (The Post).

Este ano também teve destaque Mulher-Maravilha. Dirigido por Patty Jenkins, o longa fez história ao ser o primeiro filme solo de uma heroína, além de ter arrecado US$ 821,7 milhões na bilheteria mundial. Também aclamado pela crítica, Mudbound de Dee Ree foi quase esquecido, tendo sido indicado apenas na categoria Melhor Atriz Coadjuvante para Mary J. Blige.

A cobrança pelo reconhecimento das mulheres na indústria tem crescido nos últimos anos, principalmente agora com os recentes escândalos de assédio em Hollywood. [Mariana Canhisares]

Globo de Ouro 2018 anuncia os indicados da premiação

Cerimônia de premiação será realizada no dia 7 de janeiro de 2018 em Los Angeles. Entre os filmes, ‘A forma da água’ lidera com sete indicações. Na TV, ‘Big Little Lies’ tem seis.

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‘A forma da água’ lidera indicações ao Globo de Ouro 2018 (Foto: Divulgação)

Foram anunciados nesta segunda-feira (11) os indicados ao Globo de Ouro 2018.

Entre os filmes, “Dunkirk”, “Corra”, “The Post: A Guerra Secreta” e “Lady Bird” estão entre os principais indicados. “A forma da água” lidera com sete indicações. O filme é sobre uma zeladora muda que se envolve com uma criatura aquática.

Nas categorias da TV, “Big Little Lies” é líder com seis indicações. O seriado da HBO é sobre três mães e as relações com seus maridos e filhos.

Kristen Bell, Garrett Hedlund, Sharon Stone e Alfre Woodard leram os nomes dos concorrentes em evento realizado em um hotel em Beverly Hills, nos EUA.

O comediante americano Seth Meyers será o o apresentador da 75ª edição. A cerimônia de premiação será realizada no dia 7 de janeiro de 2018 em Los Angeles.

O Globo de Ouro, que tradicionalmente dá a largada para a temporada de prêmios no cinema e na televisão, é a premiação da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood.

Confira, abaixo, a lista completa de indicados:
CINEMA
Melhor filme de drama
Me Chame Pelo Seu Nome
Dunkirk
The Post
A Forma da Água
Three Billboards Outside Ebbing, Missouri

Melhor atriz em filme de drama
Jessica Chastain, Molly’s Game
Sally Hawkins, A Forma da Água
Frances McDormand, Three Billboards Outside Ebbing, Missouri
Meryl Streep, The Post
Michelle Williams, Todo o Dinheiro do Mundo

Melhor ator em filme de drama
Timothée Chalamet, Me Chame Pelo Seu Nome
Daniel Day-Lewis, Phantom Thread
Tom Hanks, The Post
Gary Oldman, Darkest Hour
Denzel Washington, Roman J. Israel, Esq.

Melhor filme de comédia ou musical
The Disaster Artist
Corra!
The Greatest Showman
Eu, Tonya
Lady Bird

Melhor atriz em filme de comédia ou musical
Judi Dench, Victoria & Abdul
Margot Robbie, Eu, Tonya
Saoirse Ronan, Lady Bird
Emma Stone, Batalha dos Sexos
Helen Mirren, The Leisure Seeker

Melhor ator em filme de comédia ou musical
Steve Carell, Battle of the Sexes
Ansel Elgort, Baby Driver
James Franco, The Disaster Artist
Hugh Jackman, The Greatest Showman
Daniel Kaluuya, Get Out

Melhor atriz coadjuvante
Mary J. Blige, Mudbound
Hong Chau, Downsizing
Allison Janney, I, Tonya
Laurie Metcalf, Lady Bird
Octavia Spencer, The Shape of Water

Melhor ator coadjuvante
Willem Dafoe, The Florida Project
Armie Hammer, Me Chame Pelo Seu Nome
Richard Jenkins, A Forma da Água
Christopher Plummer, Todo o Dinheiro do Mundo
Sam Rockwell, Three Billboards Outside Ebbing, Missouri

Melhor diretor
Guillermo Del Toro, A Forma da Água
Martin McDonagh, Three Billboards Outside Ebbing, Missouri
Ridley Scott, Todo o Dinheiro do Mundo
Steven Spielberg, The Post
Christopher Nolan, Dunkirk

Melhor roteiro
Guillermo Del Toro and Vanessa Taylor, A Forma da Água
Greta Gerwig, Lady Bird
Liz Hannah and Josh Singer, The Post
Martin McDonagh, Three Billboards outside Ebbing, Missouri
Aaron Sorkin, Molly’s Game

Melhor canção original
Home, de Nick Jonas, Justin Tranter e Nick Monson para O Touro Ferdinando
Mighty River, de Raphael Saadiq (melodia) e letra de Mary J. Blige, Raphael Saadiq e Taura Stinson para Mudbound
Remember Me, de Kristen Anderson-Lopez and Robert Lopez para Coco
The Star, de Mariah Carey e Marc Shaiman para The Star
This Is Me, de Benj Pasek e Justin Paul para The Greatest Showman

Melhor trilha sonora
Carter Burwell, 3 Billboards
Alexandre Desplat, A Forma da Água
Johnny Greenwood, Phantom Thread
John Williams, The Post
Hans Zimmer, Dunkirk

Melhor filme em língua estrangeira
Uma Mulher Fantástica (Chile)
First They Killed My Father (Camboja)
In the Fade (Alemanha/França)
Loveless (Rússia)
The Square (Suécia/Alemanha/França)

Melhor animação
Coco
The Breadwinner
Com Amor, Van Gogh
O Touro Ferdinando
O Poderoso Chefinho

TV
Melhor série de drama
The Crown
Game of Thrones
Stranger Things
The Handmaid’s Tale
This Is Us

Melhor atriz em série de drama
Caitriona Balfe, Outlander
Claire Foy, The Crown
Maggie Gyllenhaal, The Deuce
Katherine Langford, 13 Reasons Why
Elisabeth Moss, The Handmaid’s Tale

Melhor ator em série de drama
Sterling K. Brown, This is Us
Freddie Highmore, The Good Doctor
Bob Odenkirk, Better Call Saul
Liev Schreiber, Ray Donovan
Jason Bateman, Ozark

Melhor série de comédia ou musical
Black-ish
The Marvelous Mrs. Maible
SMILF
Master of None
Will & Grace

Melhor atriz em série de comédia ou musical
Frankie Shaw, SMILF
Rachel Brosnahan, The Marvelous Mrs. Maisel
Alison Brie, GLOW
Issa Rae, Insecure
Pamela Adlon, Better Things

Melhor ator em série de comédia ou musical
Anthony Anderson, Blackish
Aziz Ansari, Master of None
Kevin Bacon, I Love Dick
William H. Macy, Shameless
Eric McCormack, Will and Grace

Melhor minissérie ou telefilme
Big Little Lies
Fargo
Feud: Bette and Joan
The Sinner
Top of the Lake: China Girl

Melhor atriz em minissérie ou telefilme
Nicole Kidman, Big Little Lies
Jessica Lange, Feud: Bette and Joan
Reese Witherspoon, Big Little Lies
Susan Sarandon, Feud: Bette and Joan
Jessica Biel, The Sinner

Melhor ator em minissérie ou telefilme
Robert Deniro, The Wizard of Lies
Jude Law, Young Pope
Kyle MacLachlan, Twin Peaks
Ewan McGregor, Fargo
Geoffrey Rush, Genius

Melhor ator coadjuvante em série limitada ou telefilme
Alfred Molina, Feud
Alexander Skarsgard, Big Little Lies
David Thewlis, Fargo
David Harbour, Stranger Things
Christian Slater, Mr. Robot

Melhor atriz coadjuvante em série limitada ou telefilme
Laura Dern, Big Little Lies
Ann Dowd, The Handmaid’s Tale
Chrissy Metz, This is Us
Michelle Pfeiffer, The Wizard of Lies
Shailene Woodley, Big Little Lies

‘The Post’, de Spielberg, reacende debate sobre liberdade de imprensa

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Spielberg com Meryl Streep e Tom Hanks no set de “The Post”

O novo filme de Steven Spielberg, “The Post – A Guerra Secreta” (2017), pode se passar em 1971, mas seu tema, a liberdade de imprensa, é totalmente atual.

Spielberg se apressou para filmar e lançar no prazo de um ano a produção, que trata da batalha de jornais para publicar o vazamento dos Papéis do Pentágono (os “Pentagon Papers”), que detalharam o retrato enganador da Guerra do Vietnã pintado pelo governo dos Estados Unidos.

“Senti que existia uma urgência de refletir 1971 e 2017 porque eles foram terrivelmente semelhantes”, afirma o diretor duas vezes vencedor do Oscar (em 1994, por “A Lista de Schindler”, e em 1999, por “O Resgate do Soldado Ryan”) a uma plateia de Hollywood após uma exibição do filme no final de novembro.

“Nosso público pretendido são as pessoas que passaram os últimos 13, 14 meses sedentas e famintas pela verdade”, disse Spielberg. “Elas estão por aí, e precisam de boas notícias”, completa.

Estrelado por Meryl Streep, no papel de Katharine Graham (1917-2001), “publisher” do jornal “The Washington Post”, e Tom Hanks, como o editor Ben Bradlee (1921-2014), “The Post” foi eleito como melhor filme de 2017 pela tradicional National Board of Review, um grupo centenário de acadêmicos, cineastas e profissionais sediado em Nova York.

Meryl Streep também foi apontada como melhor atriz e Hanks como melhor ator, tornando o filme um forte candidato ao Oscar, que anuncia seus indicados no dia 23 de janeiro –os do Globo de Ouro saem já nesta segunda-feira (11).

Spielberg, um democrata renomado de Hollywood, não mencionou o presidente dos EUA, Donald Trump, em seus comentários –mas “The Post”, que estreia no Brasil em 1º de fevereiro, chega aos cinemas em um momento no qual a mídia vem sofrendo ataques frequentes de Trump.

Ele rotulou a imprensa como “a inimiga do povo americano” e usa a expressão “notícias falsas” para lançar dúvidas sobre reportagens que são críticas a seu governo, muitas vezes sem oferecer provas que sustentem suas alegações.

O secretário de Justiça dos EUA, Jeff Sessions, disse em agosto que a administração Trump estava considerando exigir que os jornalistas revelassem suas fontes em meio ao empenho do presidente para impedir vazamentos à imprensa.

O filme dramatiza as decisões do “New York Times” e do “Washington Post” para publicar os altamente secretos Papéis do Pentágono, sobre a Guerra do Vietnã diante das ações judiciais da administração Nixon em uma batalha que foi parar na Suprema Corte dos Estados Unidos. [Jill Serjeant – Reuters]

Lindsay Lohan quer muito uma sequência de Meninas Malvadas

Atriz elogiou sua antiga equipe e disse que adoraria participar de um segundo filme.

Lindsay+Lohan+amfAR+Gala+Cannes+2017+U9s3IX8NH7IlLindsay Lohan deu a declaração que todos estavam esperando! Durante o evento de final de ano promovido pelo jornal Daily Mail, a atriz norte-americana contou que adoraria participar de uma sequência do filme Meninas MalvadasO longa foi lançado em 2004, mas continua sendo uma febre devido seus personagens carismáticos e sua história leve de comédia adolescente.

Ela ainda disse que gostaria de ver Rachel McAdams interpretando a icônica Regina George novamente. “Nós precisamos dela e de todo elenco original reunido!”, declarou ao E! News.

A atriz também foi só elogios para a equipe do filme. “Nós nos divertimos muito gravando o primeiro. Mark Waters é um ótimo diretor, Tina Fey é uma excelente escritora e foi incrível trabalhar com a Paramount. Todos tivemos um grande momento.”, continuou. Infelizmente, por ainda, tudo não passa de especulação. Mesmo assim, impossível não ficar empolgada com o ânimo de Lohan que tem tanto carinho por este papel. ❤

Bilheteria EUA: Viva – A Vida é uma Festa, Liga da Justiça, Extraordinário, The Disaster Artist, Thor: Ragnarok

e6e4c0164055093c6218a842dfbb9d5fPela terceira semana consecutiva Viva – A Vida é uma Festa, nova animação da Pixar, continua na liderança da bilheteria americana. O filme arrecadou US$ 18,3 milhões de sexta até domingo e, no total, já soma US$ 135,5 milhões no país. A expectativa, de acordo com o The Wrap, é que até a estreia de Star Wars – Os Últimos Jedi nenhum lançamento desbamcará a animação.

O longa é protagonizado por Miguel Rivera (Anthony Gonzalez), um menino de 12 anos que quer ser músico. Entretanto, ele vem de uma família de sapateiros que odeia música pois, segundo a tradição da família, o bisavô de Miguel abandonou sua esposa Imelda (Renée Victor) para seguir seus sonhos no mundo musical e isso amaldiçoou a família.

Novamente, Liga da Justiça se manteve em segundo lugar, arrecadando US$ 9,5 milhões neste final de semana. Com esse resultado, o longa soma US$ 212 milhões nos mercado norte-americano.

Na trama, inspirado pelo ato generoso de Superman, Bruce Wayne e sua aliada Diana Prince procuram novos heróis para ajudá-los a enfrentar um inimigo ainda pior.

Na sua quarta semana em cartazExtraordinário ficou com o terceiro lugar, tendo arrecadado US$ 8,4 milhões de sexta a domingo. Assim, a produção com Julia Roberts e Owen Wilson já soma US$ 100,3 milhões.

O longa conta a história de um menino de dez anos chamado Auggie Pullman (Jacob Tremblay), impedido de frequentar a escola por conta de uma deformidade facial. Começando a quinta série em uma nova escola, ele luta para mostrar aos seus colegas de classe que, apesar das aparências, ele é apenas um garoto comum.

Na sua segunda semana em cartaz, The Disaster Artist. O longa protagonizado por James Franco fez US$ 6,4 milhões na bilheteria americana e já soma US$ 8 milhões desde sua estreia.

O longa adapta The Disaster Artist: My Life Inside The Room, livro sobre os bastidores do filme The Room (2003) – “o Cidadão Kane dos filmes ruins”, como já foi definido.

Thor: Ragnarok perdeu uma colocação nesta semana, arrecadando US$ 6,2 milhões. O filme já soma US$ 301,1 milhões na bilheteria americana.

No filme, aprisionado, Thor se vê em uma disputa letal contra o Hulk, antes seu aliado. Agora, ele precisa lutar para sobreviver e correr contra o tempo para impedir a poderosa Hela de destruir sua casa e a civilização de Asgard.