‘Matrix 4’: trilogia ganhará sequência com Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss

Ator viverá Neo mais de 15 anos depois; Carrie-Anne Moss deve voltar no papel de Trinity e Lana Wachowski será diretora

Carrie-Anne Moss (Trinity) e  Keanu Reeves  (Neo)

O filme Matrix, que teve uma trilogia formada pelos filmes Matrix (1999), Matrix: Reloaded (2003) e Matrix: Revolutions (2003), deve ganhar um 4º filme como sequência, segundo informou a revista norte-americanaVariety nesta terça-feira, 20.

O ator Keanu Reeves voltará a viver o personagem Neo, enquanto Carrie-Anne Moss será Trinity. A produção e distribuição ficará a cargo da Warner Bros. Pictures e da Village Roadshow Pictures. Lana Wachovski, 

O anúncio foi feito por Toby Emmerich, presidente do Warner Bros. Picture Group, nesta terça-feira, 20: “Não poderíamos estar mais animados em entrar novamente na Matrix com Lana [Wachowski].”

“Lana é uma verdadeira visionária – uma singular, original e criativa diretora de filmes – e estamos felizes de que ela esteja escrevendo, dirigindo e produzindo este novo capítulo no universo Matrix“, complementou.

“Muitas das ideias as quais Lily e eu exploramos 20 anos atrás sobre nossa realidade estão ainda mais relevantes agora. Estou muito feliz de ter esses personagens de volta em minha vida e grata por mais uma chance de trabalhar com meus brilhantes amigos”, afirmou Lana Wachowski.

Anúncios

Andie MacDowell, aos 61 anos, ousa em decote e concentra holofotes em red carpet

Artista é uma das estrelas de terror bem-humorado sobre noiva assombrada pela família excêntrica do futuro marido

A atriz Andie MacDowell (Foto: Getty Images)

A atriz Andie MacDowell roubou a cena e concentrou os holofotes durante a passagem dela pelo red carpet do lançamento do terror bem-humorado ‘Ready or Not’ (2019). Hoje aos 61 anos, a estrela de clássicos como ‘Quatro Casamentos e um Funeral’ (1994) e ‘Feitiço do Tempo’ (1993) chamou atenção por conta do decote ousado utilizado por ela.

MacDowell posou para os fotógrafos presentes no evento de lançamento do filme, realizado em Los Angeles, vestindo um elegante vestido preto com estampas florais.

Os três filhos de MacDowell são fruto do relacionamento dela com o modelo Paul Qualley: Justin (33 anos), Rainey (29 anos) e Sarah (25). O casamento dela com Qualley chegou ao fim em 1999. Depois ela esteve casada entre 2001 e 2004 com o empresário Rhett Hartzog.

Dirigido por Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, ‘Ready or Not’ (2019) mostra uma jovem noiva sendo assombrada pela família de seu futuro marido. Assista ao trailer da produção:

Bilheteria EUA: Bons Meninos, Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw, O Rei Leão, Angry Birds 2 – O Filme, Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro

Bons Meninos se torna 2º filme original no topo da bilheteria em 2019

Comédia Bons Meninos com crianças, para adultos, surpreendeu na estreia

A comédia para maiores Bons Meninos, protagonizada por três crianças, surpreendeu no final de semana de estreia com uma arrecadação total de US$ 21 milhões, se tornando o 2º filme original a encabeçar a bilheteria americana em 2019, depois de Nós

A estreia deslocou Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw ao segundo lugar em sua terceira semana em cartaz. Com mais US$ 14,1 milhões, o derivado agora soma um total de US$ 133,7 milhões até hoje.

O remake de O Rei Leão, que arrecadou mais US$ 11,9 milhões, desbancou Pantera Negra se tornou a 10ª maior bilheteria de todos os tempos, com um total de US$ 496 milhões

Seguindo o ranking, a estreia de Angry Birds 2 – O Filme, ficou em quarto lugar, com US$ 10,5 milhões, e Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro ficou em quinto, com mais US$ 10 milhões e um total de US$ 40,2 milhões

Segredos Oficiais | Keira Knightley desmascara o governo em 1º trailer

Longa estreia em outubro
JULIA SABBAGA

Segredos Oficiais, longa em que Keira Knightley interpreta a mulher que se tornou mundialmente conhecida por expor segredos do governo britânico, ganhou o seu primeiro trailer legendado.

A história se passa em 2003, quando políticos da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos preparavam a invasão do Iraque. No filme, Knightley é Katharine Gun, uma das tradutoras da sede de comunicação do governo britânico, que vaza um e-mail confidencial pedindo a espionagem de membros do Conselho de Segurança da ONU a fim de forçá-los a apoiar a guerra. Acusada de violar a Lei dos Segredos Oficiais e correndo o risco de ser presa, Katharine e seus advogados lutam para justificar suas atitudes. 

Segredos Oficiais traz Matt SmithMatthew Goode e Ralph Fiennes no elenco, e tem previsão de estreia para no Brasil em outubro de 2019.

CINEMA I Estreias: Era uma Vez em… Hollywood, Nada a Perder 2, Fourteen, Espero Tua (Re)volta, Noite Mágica, A Serpente

Do sagrado ao profano: ‘Nada a Perder – Parte 2’ e novo Tarantino estão entre as estreias da semana

Brad Pitt e Leonardo DiCaprio em cena de ‘Era uma vez…em Hollywood’, de Quentin Tarantino Foto: Andrew Cooper/SONY PICTURES ENTERTAINMENT/Columbia Pictures

Era uma Vez em… Hollywood
Once Upon a Time… in Hollywood. EUA/Reino Unido/China, 2019. Direção: Quentin Tarantino. Com: Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie. 161 min. 16 anos.
Ambientado na Los Angeles de 1969, o filme tem como pano de fundo o crescimento da seita comandada por Charles Manson. Enquanto isso, mostra a relação de um antigo astro do faroeste e seu dublê, que tentam sobreviver às mudanças na indústria cinematográfica. Do mesmo diretor de “Pulp Fiction: Tempo de Violência” (1994) e “Bastardos Inglórios” (2009). Exibido no Festival de Cannes.

Espero Tua (Re)volta
Brasil, 2019. Direção: Eliza Capai. 93 min. 14 anos.
O documentário mostra as lutas recentes do movimento estudantil no Brasil desde as jornadas de junho em 2013 até a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência. Narrado pelos próprios estudantes, aborda pautas como feminismo, direitos LGBT e conservadorismo. Premiado no Festival de Berlim.

Eu Sou Brasileiro
Brasil, 2019. Direção: Alessandro Barros. Com: Daniel Rocha, Fernanda Vasconcellos e Letícia Spiller. 84 min. 10 anos.
De origem humilde, um jogador de futebol sonha em ser contratado por um grande time para dar melhores condições de vida à mãe. Mas quando um olheiro finalmente vai a uma partida do jovem, ele sofre um acidente em campo e é forçado a desistir de seus planos.

Fourteen
Idem. EUA, 2019. Direção: Dan Sallitt. Com: Tallie Medel, Norma Kuhling e Lorelei Romani. 94 min. 16 anos.
O filme acompanha uma mulher com uma doença mental não diagnosticada ao longo de uma década. Enquanto isso, seus amigos e familiares buscam maneiras de ajudá-la.

Nada a Perder 2
Brasil, 2018. Direção: Alexandre Avancini. Com: Petrônio Gontijo, Day Mesquita e Beth Goulart. 110 min. 10 anos.
Inspirado na trilogia autobiográfica “Nada a Perder”, o filme dá sequência ao longa de 2018 e narra a história do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da emissora Record TV.

Noite Mágica
Notti Magiche. Itália, 2018. Direção: Paolo Virzì. Com: Mauro Lamantia, Giovanni Toscano e Irene Vetere. 125 min. 16 anos.
Três jovens roteiristas tentam se firmar na indústria cinematográfica em Roma. Até que, certa noite, o corpo de um produtor é encontrado no rio Tibre, fazendo deles os principais suspeitos da polícia.

A Serpente
Brasil, 2019. Direção: Jura Capela. Com: Lucélia Santos, Matheus Nachtergaele e Sílvio Restiffe. 61 min. 16 anos.
Duas irmãs moram juntas. Quando uma delas se casa e logo é trocada por outra mulher, tenta se matar. Recuperada, ela é seduzida pelo cunhado, gerando uma crise familiar.

‘Era Uma Vez em… Hollywood’, de Quentin Tarantino, critica egos e a indústria do cinema

Novo longa do diretor, que estreia nesta quinta-feira, 15, faz retrato de duas épocas distintas
Lindsey Bahr, AP

Brad Pitt e Leonardo DiCaprio em cena de ‘Era uma vez…em Hollywood’, de Quentin Tarantino Foto: Andrew Cooper/SONY PICTURES ENTERTAINMENT/Columbia Pictures

LOS ANGELES – Era uma vez, não muito longe de Hollywood, duas das maiores estrelas do cinema, conversavam sobre como é cometer um erro no momento da gravação de uma cena. “Errar os diálogos diante de todo o elenco e da equipe de produção é como um pesadelo de ir à escola com roupas de baixo”, disse Leonardo DiCaprio.

“É horrível quando a gravação de uma cena não sai bem”, acrescentou Brad Pitt. “Quando você não vai bem numa cena e não consegue dizer sua parte dos diálogos. Há 100 pessoas ali prontas para encerrar o dia e ir para casa descansar.”

Os dois atores, que alcançaram a fama quase ao mesmo tempo há mais de um quarto de século unem suas forças pela primeira vez em um filme de grande orçamento que faz uma crítica ao seu setor, sua cidade e também aos seus egos em uma época de grandes mudanças: Hollywood em 1969.

O filme, que estreia nesta quinta, 15, também os uniu a Quentin Tarantino. Antes a película era conhecida como “o filme de Tarantino sobre Manson”, mas é algo diferente. Manson é um personagem, como a maioria dos seus seguidores mais famosos. Não poderia faltar Sharon Tate, interpretada por Margot Robbie. “É o que há de melhor de 1969 a oferecer como experiência por meio de Sharon”, afirmou Robbie. “Depois de 1969 e da sua morte as coisas mudaram em Hollywood.”

A luz e a escuridão do iminente fim da década de 1960 são um pano de fundo que, de outra maneira, seria um filme com dois protagonistas brilhantes, Era Uma Vez… em Hollywood está repleto de nostalgia, de clichês do mundo do espetáculo, melancolia e o talento de Tarantino que permite que DiCaprio no papel de um caubói que já teve seu melhor momento na TV, enfrente dúvidas existenciais, e Brad Pitt, seu dublê nas acrobacias, consigam fazer aquilo em que são mestres: encantar o público.

As mudanças observadas em Hollywood por volta de 1969 levaram a muitas discussões sobre o que ocorreu nessa época com um novo grupo de cineastas que mudou a ordem estabelecida para abrir espaço para pessoas como Coppola e Scorsese.

Tarantino fez os atores refletir sobre o seu próprio setor, agora que o streaming vem perturbando a velha ordem e também abrindo espaço a novas vozes. Como produtores, isso é algo emocionante para Pitt, DiCaprio e Robbie. “É incrível essa abundância de talentos, que vêm tendo oportunidades hoje”, afirmou Pitt. 

DiCaprio também tem um certo ciúme ao ver alguns filmes “saírem do convencional e com uma narrativa muito atrevida” que ele tentou produzir há uma década e não conseguiu e hoje esses filmes não só recebem financiamento como são feitos com qualidade. “Estou muito agradecida por interpretar papéis hoje e com essa idade mais do que à época em que Sharon vivia”, lembrou Robbie. Mas eles não esquecem que estão promovendo “um filme de autor de grande orçamento como este”, como disse DiCaprio, que provém de um dos maiores estúdios e cujo futuro dependerá de as pessoas assistirem a filmes como Era Uma Vez… em Hollywood num cinema. 

Era Uma Vez… em Hollywood é o nono filme de Tarantino e, segundo afirmou, seria seu penúltimo filme. DiCaprio e Pitt acreditam. “Sempre imaginei que ele teria uma pequena coleção”, lembrou DiCaprio. “Tarantino 10”, concluiu Pitt.

Como muitos projetos controvertidos de Tarantino, Era Uma Vez está no centro de discussões sobre se é moral realizar um filme sobre Tate e Manson que tem no elenco Emile Hirsch, que em 2015 assumiu a culpa por atacar uma executiva de um estúdio.

Também houve um momento tenso numa coletiva de imprensa no Festival de Cannes quando uma repórter perguntou por que o personagem de Robbie tem tão poucos diálogos e Tarantino respondeu bruscamente que rejeitava essa hipótese.

É claro que os atores o admiram e a sua arte. É o tipo de admiração que pode fazer com que verdadeiros astros do cinema falem dele como seus fãs. “Sabe que esse filme tem uma versão de quatro horas?”, disse Pitt, emocionado. “Sim!”, respondeu DiCaprio. “Ainda estou esperando para ver a edição de quatro horas do filme Django.”/TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO.

Produtor Dan Lin de ‘Aladdin’ sugere possível sequência do filme

Dan Lin disse que estão ouvindo os desejos dos fãs e sentem que tem mais história para contar

Os atores Mena Massoud e Will Smith em ‘Aladdin’. Foto: Daniel Smith/Walt Disney Pictures

O filme live-action Aladdin, da Disney, estreou com arrecadação de US$ 105 milhões só na América do Norte, faturou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais e já se fala de uma possível sequência.

O indício veio de um dos produtores do longa-metragem, Dan Lin.

“Ainda não posso falar muito sobre a continuação, mas saiba que estamos ouvindo os desejos dos fãs de ver outro filme de Aladdin e sentimos que há mais história para contar”, disse ele, nesta segunda-feira, 12, ao Insider.

Nos anos 1990, a Disney fez duas sequências do filme original: Aladdin – O retorno de Jafar e Aladdin e os 40 Ladrões. “Eu posso dizer que, diferente do primeiro filme de Aladdin, não vamos fazer apenas um remake direto”, completou Lin. “Estamos vendo qual é a história certa para contar.”

O produtor disse que está analisando todas as diferentes ideias que foram lançadas no passado para contar a história certa para os fãs e para que eles possam seguir em frente. “Eu não posso dizer muito”, reafirmou Lin. “Eu quero que seja uma surpresa o que queremos fazer a seguir.”