CINEMA | Estreias da Semana: Sing – Quem Canta Seus Males Espanta, Capitão Fantástico, Minha Mãe é uma Peça 2, Belos Sonhos, John From…

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Confira agora os filmes que chegam às telas em 22 de dezembro

Sing – Quem Canta Seus Males Espanta

Buster Moon é um Coala que comanda um antigo grande teatro que hoje tem passado por tempos difíceis. Buster é um eterno otimista que ama seu teatro acima de tudo e fará de tudo para preservá-lo. Agora, enfrentando a falência de seu teatro, ele terá uma última chance para restaurar sua joia produzindo a maior competição de canto do mundo.

Animação – (Sing) EUA, 2015. Direção: Garth Jennings. Elenco: Scarlett Johansson, Taron Egerton, Matthew McConaughey. Duração: 148 min. Classificação: livre.

Capitão Fantástico

Pai de seis crianças, Ben decide deixar a cidade e educar os filhos nas florestas selvagens do Pacífico Norte, longe da civilização. As crianças aprendem a praticar esportes e combater inimigos até que Ben e sua família são obrigados a voltar à vida urbana. Agora é ele quem precisa aprender a se acostumar novamente à vida moderna.

Drama – (Captain Fantastic) EUA, 2016. Direção: Matt Ross. Elenco: Viggo Mortensen, Frank Langella, George Mackay. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.

Minha Mãe é uma Peça 2

A mãe mais divertida do Brasil tornou-se apresentadora de TV, ficou famosa, mudou de endereço, de status econômico… mudou quase tudo, só não mudou a si mesma. Dona Hermínia continua hilária, irreverente e muito preocupada com os problemas da família: Marcelina e Juliano resolvem conquistar a liberdade e sair de casa. Garib, chega com o neto, e para completar, a irmã Lucia Helena, que mora há anos em Nova York, resolve fazer uma longa visitinha.

Comédia – Brasil, 2015. Direção: César Rodrigues. Elenco: Paulo Gustavo, Herson Capri, Mariana Xavier. Duração: 96 min. Classificação: 12 anos.

Belos Sonhos

Massimo tem sua infiancia abalada pela misterios morte de sua mãe, que ele recusa-se a aceitar. Anos mais tarde, após ter coberto como jornalista a guerra em Sarajevo, começa a ter ataques de pânico e é obrigado a reviver seu passado traumático enquanto prepara-se para vender o apartamento dos pais. Inspirado no romance homônimo de Massimo Gramellini.

Drama – (Fai Bei Sogni) Itália, França, 2016. Direção: Marco Bellocchio. Elenco: Barbara Ronchi, Bérénice Bejo, Guido Caprino. Duração: 134 min. Classificação: a definir.

John From

Rita é uma adolescente que não tem muito o que fazer na vida e ocupa o tempo ocioso pegando sol na varanda e interagindo com sua melhor amiga Sara no prédio onde moram. Um dia ela se interessa por um novo vizinho bem mais velho que ela e tenta atrair sua atenção.

Drama – Brasil, Portugal, 2015. Direção: João Nicolau. Elenco: Júlia Palha, Filipi Vargas, Leonor Silveira. Duração: 95 min. Classificação: a definir.

O Que Está Por Vir

Nathalie ensina filosofia em uma escola secundária em Paris. Ela é apaixonada por seu trabalho e gosta particularmente de passar a seus alunos o prazer de pensar. É casada, tem dois filhos e divide o seu tempo entre a família, os antigos alunos e a sua mãe possessiva. Um dia, o seu marido anuncia que está deixando-a por outra mulher. De repente, Nathalie se percebe em completa liberdade e tem de reinventar a sua vida.

Drama – (L’avenir) França, Alemanha, 2016. Direção: Mia Hansen-Løve. Elenco: Isabelle Huppert, Roman Kolinka, André Marcon. Duração: 102 min. Classificação: 14 anos.

A Última Lição

Durante seu aniversário de 92 anos, Madeleine surpreende seus filhos e netos ao contar que já escolheu o dia de sua partida.

Drama – (La Dernière Leçon) França, 2016. Direção: Pascale Pouzadoux. Elenco: Marthe Villalonga, Sandrinne Bonnaire, Antoine Duléry. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.

O Lamento

A chegada de um misterioso estranho em uma aldeia tranquila coincide com uma onda de assassinatos cruéis, causando pânico e desconfiança entre os moradores. Quando a filha do oficial de investigação Jong-Goo cai sob a mesma magia selvagem, ele chama um xamã para ajudar a encontrar o culpado.

Suspense – (Goksung) Coreia do Sul, 2016. Direção: Na Hong-jin. Elenco: Kwak Do-Won, Hwang Jeong-min, Chun Woo-hee. Duração: 156 min. Classificação: 16 anos.

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‘Capitão Fantástico’ ironiza a sociedade de consumo

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Viggo e família. Ator já conhecia os filósofos indicados pelo diretor
Nas sucessivas entrevistas que deu no Festival de Cannes, em maio – na TV Festival e na apresentação de seu filme na seção Un Certain Regard/Um Certo Olhar –, Matt Ross explicou sempre a gênese de Capitão Fantástico. “Esse filme começou a nascer quando me tornei pai. Todo pai quer sempre o melhor para seus filhos. Eu também queria para os meus. Mas aí comecei a pensar – e se o melhor que acho não for o melhor para eles?” Capitão Fantástico terminou ganhando o prêmio de direção de Um Certo Olhar, atribuído pelo júri presidido por Isabella Rossellini. Na hora da premiação, Isabella lembrou-se do pai, o grande Roberto Rossellini. “Ele teve tantos filhos. Preocupava-se sempre em nos dar a melhor formação, o melhor exemplo. Creio que teria gostado desse filme.”

Capitão Fantástico estreia nesta quinta, 22. Além do prêmio de direção de Um Certo Olhar, chega credenciado pela indicação que Viggo Mortensen obteve para melhor ator de drama, no Globo de Ouro. Mortensen, o Aragorn da trilogia O Senhor dos Anéis, havia sido indicado anteriormente para melhor coadjuvante de drama, por Um Método Perigoso, de David Cronenberg. Seu nome aparece em todas as listas possíveis para o Oscar. O curioso é que também já foi indicado antes para o prêmio da Academia, e por outro filme de Cronenberg, Senhores do Crime. Em Capitão Fantástico, Mortensen é Ben Cash, que abre mão de uma carreira para se consagrar à criação dos numerosos filhos. Antiestablishment, Ben cria os filhos em contato com a natureza. Todos desenvolvem suas aptidões, e não é apenas uma coisa física. Também aprendem a argumentar, falam numerosas línguas. A grande diferença é que, vivendo em condições tão primitivas, no mato, não se integraram à sociedade do consumo.

Suas necessidades são outras, nascidas do embate diário com o “mundo real”. Quando as circunstâncias fazem com que a família precise voltar à civilização, o choque é inevitável. Para o jovem que vive conectado 24 horas nas redes sociais, os personagens de Capitão Fantástico são verdadeiros aliens. O diretor, aliás, contou coisas divertidas sobre a escolha de seu elenco jovem. “Eu me dei conta de que procurava mesmo por aliens. Queria garotos e garotas com boa preparação física, com facilidade para aprender línguas e também para argumentar, e ainda queria que fossem não profissionais, mas desinibidos perante a câmera.”

Quem é Matt Ross? Embora tenha estreado na direção, em 2012, com 28 Hotel Rooms, ele é mais conhecido como ator, tendo aparecido em A Outra Face, de John Woo, e O Aviador, de Martin Scorsese. Não se pode negar que tem ambição – Capitão Fantástico possui alguma possibilidade de aproximação com um livro clássico que virou filme, O Senhor das Moscas. Ross segue o caminho aparentemente mais difícil – diz que o desafio do cinemas é apresentar ideias por meio de ação, e é o que tenta fazer. O tipo de humor que ele apresenta no filme é representado pelo fato de os Cash não celebrarem Natal nem ano novo. Sua principal comemoração é um dia dedicado a Noam Chomsky, o linguista, filósofo, cientista cognitivo e ativista político reverenciado no meio acadêmico como pai da linguística moderna. No palco da Sala Debussy, durante a cerimônia de premiação, Ross agradeceu a Viggo Mortensen, dizendo que, sem ele, o filme não teria sido possível.1482390239266

No mato. Quando a família tem que voltar à civilização os problemas são inevitáveis
Não falava apenas no aspecto econômico, mas no que significava ter um ator como ele, que trafega com desenvoltura entre o cinemão e a produção independente. Matt Ross disse que, ao fechar com Mortensen, ficou de lhe mandar alguns livros-cabeça, de filosofia e sociologia, que gostaria que lesse, como preparação. Mortensen brincou que só mandasse a lista, porque muito provavelmente teria os livros, e os teria lido, como efetivamente ocorreu. Filho de um administrador de fazendas dinamarquês e de uma norte-americana inquieta, Viggo teve uma infância e adolescência itinerantes, rodando o mundo. Viveu dez anos na Argentina, onde aprendeu espanhol e adquiriu o hábito do mate. Esse pai meio hippie de Capitão Fantástico lhe serve como uma luva. “Adoro diretores que me propõem o que ainda não fiz”, gosta de dizer Viggo Mortensen. “Ficar repetindo papéis e personagens é muito chato.” [Luiz Carlos Merten , Impresso]

Bilheteria EUA: Rogue One: Uma História Star Wars, Moana, A Última Ressaca do Ano, Beleza Oculta, Animais Fantásticos e Onde Habitam

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Grande estreia do fim de semana em todo o mundo, Rogue One: Uma História Star Wars provou a força da saga criada por George Lucas nos cinemas americanos. O filme estreou em primeiro lugar nos Estados Unidos com arrasadores US$ 155,7 milhões, tornando-se a segunda melhor estreia do mês de dezembro (atrás apenas de outro Star Wars, O Despertar da Força) e a 12ª melhor estreia na história do país.

Com desempenho acima das expectativas da DisneyRogue One já se encaminhava para os US$ 150 milhões na pré-estreia, quando desbancou Batman vs Superman e arrecadou US$ 29 milhões. Na sexta, o filme fez mais US$ 71 milhões e, no sábado, mais US$ 46,25 milhões.

O longa se passa pouco antes do Episódio IV – Uma Nova Esperança e conta a história de um grupo de Rebeldes que parte em missão para roubar os planos da Estrela da Morte. Felicity Jones (Jyn Erso), Diego Luna (Capitão Cassian Andor), Donnie Yen (Chirrut Imwe), Jiang Wen (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bohdi Rook), Alan Tudyk (K 2SO), Ben Mendelsohn (Diretor Orson Krennic) e Forest Whitaker (Saw Gerrera) também estão no elenco, entre outros. Gareth Edwards (Godzilla) é o diretor.

Rogue One finalmente conseguiu tirar o primeiro lugar de Moana – Um Mar de Aventuras, que caiu para o segundo lugar após três finais de semana no topo da bilheteria, com um resultado nos seus 19 primeiros dias em cartaz que supera o desempenho de outro sucesso da casa, Frozen. Foram estimados US$ 12,5 milhões para Moana de sexta a domingo, e o longa já tem US$ 162,7 milhões ao todo no país.

A trama de Moana é situada em um antigo mundo no Pacífico Sul. Em sua jornada em busca de uma lendária ilha, a adolescente Moana (Auli’i Cravalho) une forças ao seu herói, o semideus Maui (Dwayne Johnson). No caminho, eles encontram criaturas marinhas, mundos submersos e uma antiga cultura.

A animação é dirigida por Ron Clements e John Musker (dupla de A Pequena SereiaAladdin e A Princesa e o Sapo) e chega aos cinemas nacionais em 5 de janeiro.

A Última Ressaca do Ano ficou em terceiro lugar. A comédia com censura R (17 anos nos EUA) fez mais US$ 8,45 milhões. Na trama, a filial de Chicago de uma companhia de tecnologia planeja a maior festa de fim de ano já feita, como parte de um plano para impedir um corte de funcionários. Will Speck e Josh Gordon dirigem o filme, que já está em cartaz no Brasil.

O quarto lugar é do também estreante Beleza Oculta (Collateral Beauty), novo filme do diretor David Frankel (Marley e Eu, O Diabo Veste Prada) com Will Smith e Keira Knightley. O filme arrecadou apenas US$ 7 milhões e é a pior bilheteria de estreia de um filme estrelado por Smith.

Escrita por Allan Loeb (Esposa de Mentirinha, Quebrando a Banca), a trama gira em torno de um executivo de anúncios de Nova York que cai em depressão após uma tragédia e embarca em um método não convencional para sair da situação. Helen Mirren, Michael Pena, Edward Norton Kate Winslet estão no elenco.
A estreia no Brasil é prevista para 26 de janeiro de 2017.

O quinto lugar ficou com Animais Fantásticos e Onde Habitam, que arrecadou mais US$ 5 milhões e agora acumula US$ 207,7 milhões. Animais Fantásticos e Onde Habitam adapta o livro do mundo de Harry Potter que cataloga 75 espécies de criaturas mágicas pelos cinco continentes, escrito pelo excêntrico magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne).

Jennifer Lawrence: “Prefiro ser Mística em Guardiões da Galáxia do que no próximo filme dos X-Men”

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Jennifer Lawrence já demonstrou indisposição para retornar como Mística nos próximos filmes de X-Men e, agora, fez até brincadeira com a situação dizendo que prefere interpretar a personagem em um filme dos Guardiões da Galáxia.

Durante entrevista à MTV para a divulgação de seu próximo filme, Passageiros, Lawrence foi perguntada se gostaria de ter uma participação em Guardiões da Galáxia 2 e respondeu: “Adoraria. Escolheria isso em vez de outro filme dos X-Men, talvez.”

Par de Lawrence em passageiros e astro de Guardiões da GaláxiaChris Pratt estava ao lado da atriz e também brincou com a situação: “Isso acabou de acontecer. È um contrato”, disse, firmando um aperto de mãos com Lawrence.

As chances de isso acontecer, claro, são próximas a zero devido à relação entre a Fox (detentora dos direitos dos filmes dos X-Men) e o Marvel Studios, mas você poderá ver Lawrence e Pratt juntos em Passageiros, que estreia em 5 de janeiro no Brasil. [Bruno Silva]

Oscar 2017: Academia tem nova chance de trazer diversidade entre indicados

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Denzel Washington e Viola Davis no filme “Fences”, dirigido pelo próprio ator
Hollywood se despede de um ano marcado pela polêmica sobre a falta de diversidade na premiação do Oscar, que em algumas semanas tem a chance de virar o jogo e se tornar o melhor antídoto para as críticas sobre a pouca presença de minorias entre os filmes prestigiados pelos membros da Academia.

À espera da confirmação oficial, que virá com o anúncio das indicações ao Oscar no dia 24 de janeiro, as previsões apontam para vários atores e atrizes negros na disputa pelas estatuetas douradas na próxima edição da cerimônia.

Dois nomes que não faltam em nenhuma das apostas são os de Denzel Washington e Viola Davis pelo drama “Fences”, baseado no livro de August Wilson ganhador do Pulitzer, cuja adaptação teatral ma Broadway já foi feita por ambos em 2010.

Denzel Washington pode entrar na disputa do prêmio de melhor filme (como produtor), melhor diretor e melhor ator, enquanto Viola Davis parte como favorita em melhor atriz coadjuvante, categoria que também poderia contar com outra atriz negra, Ruth Negga (“Loving”).

Na categoria de melhor ator coadjuvante, Mahershala Ali (“Moonlight”) é visto pelos especialistas como um dos atores com mais chances de levar a estatueta.

Viola Davis pode ser acompanhada por Naomie Harris (“Moonlight”) e Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) na disputa de melhor atriz coadjuvante, uma quantidade de nomes que ajudará a atenuar uma situação que afetou consideravelmente a Academia de Hollywood.

A bomba explodiu em 14 de janeiro, quando a instituição não incluiu nenhum ator ou atriz de pele negra pelo segundo ano consecutivo nas indicações ao Oscar, apesar de haver 20 artistas em disputa entre as categorias de melhor ator, melhor atriz, melhor ator coadjuvante e melhor atriz coadjuvante.

Essa situação levou à criação da hashtag #Oscarssowhite (Oscar tão branco) nas redes sociais em 2015, e, um ano depois, se ampliou como #OscarsStillSoWhite (Oscar ainda tão branco).

Spike Lee e Jada Pinkett-Smith, esposa de Will Smith, foram os primeiros a se manifestar e disseram que não compareceriam à cerimônia do Oscar em sinal de protesto.
O mesmo foi feito pelo sempre crítico Michael Moore e Will Smith, que argumentou que “a diversidade é o ‘superpoder’ da América”. Inclusive Tyrese Gibson e o rapper 50 Cent pediram a Chris Rock, o apresentador da cerimônia, que desistisse da função.

Reese Witherspoon (“eu gostaria ver um grupo mais diverso entre os membros eleitores da Academia”), Lupita Nyong’o (“decepcionada pela falta de inclusão nas indicações”) e David Oyelowo (“a Academia não reflete o que é esta nação”) também se juntaram à polêmica.

Viola Davis, indicada ao Oscar por “Dúvida” (2008) e “Histórias Cruzadas” (2011), retratou com clareza a situação e disse que “os prêmios Oscar são um sintoma de um problema muito maior, que é o sistema de produção de filmes em Hollywood”.
“As oportunidades não se equiparam ao talento existente. Há de haver muitas mais oportunidades. É preciso investir nisso”, criticou durante o programa “Entertainment Tonight”.

Viola Davis se tornou no ano passado a primeira mulher negra a ganhar um Emmy como melhor atriz em uma série dramática, por “How to Get Away With Murder”.
Em seu discurso de agradecimento afirmou que “A única coisa que separa as mulheres negras de qualquer outra pessoa é oportunidade”, e que “não dá para ganhar um Emmy por papéis que, simplesmente, não existem”.

Em junho, a Academia de Hollywood convidou 683 pessoas como novos membros da organização, número que duplica o do ano passado. Desses novos integrantes, 46% são mulheres e 41% são pessoas de negros, informou a entidade.

Ghost In The Shell | Novo trailer do anime divulga lançamento da versão deluxe em março

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A Anchor Bay divulgou um novo trailer de Ghost In The Shell, que antecipa o lançamento de uma versão deluxe do anime em 14 de março (via The Film Stage):

A nova versão terá o filme restaurado em HD, além da versão de colecionador em Blu-ray e uma caixa especial com novas artes conceituais. A produção também será exibida em circuito limitado nos cinemas do Reino Unido.

Já a versão em live-action, chamada no Brasil de Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, chega aos cinemas em 31 de março de 2017. [Camila Sousa]

Bilheteria EUA: Moana, A Última Ressaca do Ano, Animais Fantásticos e Onde Habitam, A Chegada, Doutor Estranho

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Enquanto La La Land estreou nos EUA em circuito restrito, com ambições de Oscar, fazendo uma média recorde em 2016 de US$ 171 mil por sala, o principal lançamento por lá neste fim de semana de 9 a 11 de dezembro, A Última Ressaca do Ano, não conseguiu tirar o primeiro lugar de Moana – Um Mar de Aventuras.

A animação da Disney vai agora para o seu terceiro fim de semana no topo da bilheteria, com um resultado nos seus 19 primeiros dias em cartaz que supera o desempenho de outro sucesso da casa, Frozen. Foram estimados US$ 18,8 milhões para Moana de sexta a domingo, e o longa já tem US$ 144 milhões ao todo no país.

A trama de Moana é situada em um antigo mundo no Pacífico Sul. Em sua jornada em busca de uma lendária ilha, a adolescente Moana (Auli’i Cravalho) une forças ao seu herói, o semideus Maui (Dwayne Johnson). No caminho, eles encontram criaturas marinhas, mundos submersos e uma antiga cultura.

A animação é dirigida por Ron Clements e John Musker (dupla de A Pequena SereiaAladdin e A Princesa e o Sapo) e chega aos cinemas nacionais em 5 de janeiro.

A Última Ressaca do Ano esboçou na sexta-feira que poderia bater Moana, mas as matinês de sábado provaram que a animação teve mais gás. Ainda assim, a comédia com censura R (17 anos nos EUA) teve desempenho acima do esperado e fez US$ 17,5 milhões. Na trama, a filial de Chicago de uma companhia de tecnologia planeja a maior festa de fim de ano já feita, como parte de um plano para impedir um corte de funcionários. Will Speck e Josh Gordon dirigem o filme, que estreou no Brasil na última quinta-feira.

O terceiro lugar ficou com Animais Fantásticos e Onde Habitam, que arrecadou US$ 10,78 milhões e acaba de ultrapassar seu custo de produção de US$ 180 milhões. Animais Fantásticos e Onde Habitam adapta o livro do mundo de Harry Potter que cataloga 75 espécies de criaturas mágicas pelos cinco continentes, escrito pelo excêntrico magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne).

A quarta colocação ficou com a ficção científica A Chegada (Arrival), que caiu apenas 22% em relação ao fim de semana anterior e subiu um posto no top 10. Já em cartaz no Brasil, o filme é baseado no livro The Story of Your Life, de Ted Chiang e conta a história da Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista que é recrutada por militares para desvendar as verdadeiras intenções de um grupo de invasores alienígenas. Conforme aprende a se comunicar com os aliens, ela começa a experienciar flashbacks que se tornam a chave para desvendar o propósito da visita.

Doutor Estranho manteve-se na quinta colocação, com bilheteria de US$ 4,63 milhões no seu sexto fim de semana em cartaz. No total, o longa tem US$ 222 milhões nos EUA e é o nono colocado no ranking dos filmes da Marvel, atrás de Soldado Invernal (que fez US$ 259 milhões nos EUA). O filme, que tem Benedict CumberbatchMads MikkelsenTilda SwintonChiwetel EjioforBenedict Wong Rachel McAdams, já está em cartaz no Brasil.