‘Star Wars IX: The Rise of Skywalker’ ganha 1º teaser

Filme encerra a saga Skywalker em ‘Guerra nas Estrelas’

Cena de ‘Star Wars IX: The Rise of Skywalker’ Foto: YouTube / @Star Wars

O primeiro teaser do nono episódio da saga Star Wars,The Rise of Skywalker, que também teve seu nome revelado, foi divulgado nesta sexta-feira, 12.

“Toda geração tem uma lenda. A saga chega ao fim”, anuncia o teaser, que também revela que a previsão de lançamento é para a época próxima ao Natal, em dezembro 2019.

O trecho escolhido foca na personagem Rey (Daisy Ridley), mas outros nomes conhecidos como Chewbacca, C3PO e até mesmo a princesa Lea, vivida por Carrie Fischer, morta em 2017, também aparecem em algumas cenas.

Assista abaixo ao primeiro teaser de Star Wars: The Rise of Skywalker:

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CINEMA I Estreias: After, Ayka, Suspíria – A Dança do Medo, Border, Meditation Park, De Pernas pro Ar 3

Suspíria – A Dança do Medo
Suspiria. EUA/Itália, 2018. Direção: Luca Guadagnino. Com: Dakota Johnson, Chloë Grace Moretz e Tilda Swinton

After
Idem. EUA, 2019. Direção: Jenny Gage. Com: Hero Fiennes Tiffin, Selma Blair e Josephine Langford. 105 min. 14 anos.
O romance acompanha uma jovem no começo da vida universitária, quando inicia uma relação intensa e conturbada com um rapaz misterioso. Adaptação do best-seller da escritora americana Anna Todd.

Ayka
Idem. Rússia/Alemanha/Polônia/Cazaquistão/China/França, 2018. Direção: Sergei Dvortsevoy. Com: Samal Yeslyamova, Zhipara Abdilaeva e Sergey Mazur. 100 min. 14 anos.
Uma jovem que vive ilegalmente em Moscou dá à luz em um hospital. Com medo de ser descoberta e deportada, abandona a criança e volta para sua rotina marginalizada e de subemprego. Certo dia, mafiosos para os quais deve dinheiro a encontram e cobram a dívida. Melhor atriz no Festival de Cannes.

Border
Gräns. Suécia/Dinamarca, 2018. Direção: Ali Abbasi. Com: Eva Melander, Eero Milonoff e Jörgen Thorsson. 108 min. 16 anos.
Uma policial tem a habilidade de sentir o perigo e descobrir segredos de pessoas somente pelo olhar. Certo dia, encontra um suspeito com o qual se envolve enquanto busca justificativas para sua intuição negativa em relação a ele. Prêmio Un Certain Regard no Festival de Cannes.

De Pernas pro Ar 3
Brasil, 2019. Direção: Julia Rezende. Com: Ingrid Guimarães, Bruno Garcia e Samya Pascotto. 109 min. 12 anos.
Terceiro longa da saga de comédia que fez sua estreia em 2010, acompanha a dona de uma franquia de sex shops. Cansada da rotina, ela decide se aposentar e entregar a empresa aos cuidados da mãe, até que uma jovem concorrente surge no mercado.

Em Trânsito
Transit. Alemanha/França, 2018. Direção: Christian Petzold. Com: Franz Rogowski, Paula Beer e Godehard Giese. 101 min. 12 anos.
Quando os nazistas invadem a França, um homem tenta fugir do país. Para isso, assume a identidade de um escritor que morreu. No meio da jornada, fica preso em Marselha, onde conhece uma moça que procura pelo marido.

Horácio
Brasil, 2019. Direção: Mathias Mangin. Com: Zé Celso, Eucir de Souza e Maria Luísa Mendonça. 86 min. 16 anos.
Diversos tipos marginalizados se cruzam ao longo de um dia. Entre eles está um contrabandista de 80 anos apaixonado por seu capanga, que não o ama.

Los Silencios
Brasil/França/Colômbia, 2018. Direção: Beatriz Seigner. Com: Marleyda Soto, Enrique Diaz e María Paula Tabares Peña. 89 min. 12 anos.
Após o marido desaparecer, uma mulher foge com os filhos para uma pequena ilha no meio da Amazônia, na fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. Um dia, o homem ressurge misteriosamente. Melhor direção e prêmio da crítica no Festival de Brasília. Exibido na 42ª Mostra.

Meditation Park
Idem. Canadá, 2017. Direção: Mina Shum. Com: Pei-Pei Cheng, Tzi Ma e Sandra Oh. 94 min. 10 anos.
Uma mulher da terceira idade começa a repensar sua vida depois que descobre que o marido está tendo um caso.

Superação – O Milagre da Fé
Breakthrough. EUA, 2019. Direção: Roxann Dawson. Com: Chrissy Metz, Topher Grace e Josh Lucas. 116 min. 12 anos.
Quando um adolescente de 14 anos se afoga em um lago congelado, ele fica à beira da morte. Sua mãe e a comunidade onde moram então recorrem às orações para pedir que o garoto seja salvo.

Suspíria – A Dança do Medo
Suspiria. EUA/Itália, 2018. Direção: Luca Guadagnino. Com: Dakota Johnson, Chloë Grace Moretz e Tilda Swinton. 152 min. 16 anos.
Refilmagem de “Suspiria”, dirigido por Dario Argento em 1977, o filme acompanha uma companhia de dança aclamada internacionalmente. Certo dia, dançarinos e outras figuras ligadas ao grupo começam a sucumbir a uma força maligna. Do mesmo diretor de “Me Chame pelo Seu Nome” (2017).

“Border”: um filme de terror que vai além da cena de sexo entre trolls

Cena de “Border” Imagem: Reprodução

Border” não é um filme fácil de digerir: é grotesco, toca em assuntos delicados, trata o sexo como uma relação animalesca e fala sobre o amor. Ao mesmo tempo, a produção sueca de terror consegue se destacar com uma trama criativa e que dá medo sem recorrer a clichês do gênero — um dos pontos mais difíceis no cinema atual. Dirigido por Ali Abbasi, a produção que chega aos cinemas brasileiros amanhã conta a história de uma policial que tem um faro apurado (literalmente) para descobrir possíveis ameaças que entram no país europeu.

Tina (Eva Melander) é uma mulher na casa dos 30 anos que sofre preconceito pela sua aparência exótica, culpa de um cromossomo adicional. Pessoas viram se escondem dela no supermercado e seu lugar de tranquilidade é na floresta que envolve sua casa. O seu dom — que ela não sabe como conseguiu — é muito útil para as autoridades e seus colegas de trabalho, apesar de sentirem repugnância dela, confiam quando ela sente que algo está errado. O único erro de Tina é quando ela conhece o misterioso Vore (Eero Milonoff), a primeira pessoa pela qual a protagonista se identifica fisicamente.

Tina sabe que algo está errado com ele, mas mesmo com a revista não consegue encontrar nada para incriminá-lo. Ao mesmo tempo, ela o observa como um igual, alguém que pode explicar por que eles nasceram daquele jeito, praticamente dois trolls no meio de humanos.

Maquiagem

Os atores Eero e Eva aparecem em todo momento com uma forte maquiagem, que levou o filme a ser indicado na categoria do Oscar 2019. Para dar um tom mais animalesco, Göran Lundström e Pamela Goldammer, responsáveis pela maquiagem, moldaram uma espécie de máscara que deixa a testa sobressalente e o queixo largo.

O que também chama a atenção é nariz largo, os olhos fundos e os dentes mais curtos do que os dos humanos, dando mais espaço para a gengiva. Os traços grosseiros de imediato lembram uma figura bestial do folclores europeu, como os trolls.

Por conta do cromossomo a mais, Tina considerado seu corpo “deformado” e ela se incomoda com uma cicatriz na região do cóccix que, como explica seu pai, foi resultado de um tombo que ela levou quando pequena. A construção do visual da protagonista é o destaque do filme, porque, além de deixar a dúvida na cabeça do público a todo momento, é ao mesmo tempo assustador e um motivo para ter compaixão pela personagem.

Relacionamentos

O trailer entrega que Tina e Vore passam a ter um relacionamento. O diretor Ali Abbasi usa o roteiro de John Ajvide Lindqvist (“Deixe Ela Entrar”) com maestria por mostrar de forma bela como duas aberrações naturais podem (e devem) se amar.

As cenas de sexo entre eles são calcadas por urros guturais, violência física e surpresas. Tina nunca teve contato físico com ninguém, apesar de morar com Roland, que está com ela apenas pelo dinheiro. Ela encontra em Vore um parceiro que a elogia e não acaba julgado suas “imperfeições”.


A ideia de que ambos são animais é provada quando eles transam na floresta. Não há qualquer relação humana, apenas dois seres no cio que usam o sexo como uma natureza de suas raças. O belo e o profano se misturam na história, que releva a presença de um Deus para mostrar que a essência carnal não é para ser divisível.

Temas delicados

Pelo seu trabalho em detectar possíveis ameaças, Tina é convidada por investigadores a resolver um caso truncado, em que um casal é suspeito de cometer crimes contra crianças. O filme poupa o espectador da violência física, mas o clima pesado que envolve o enredo só é mais leve quando a protagonista está com seu amado.

“Border” é uma crítica aos costumes da sociedade, ao preconceito presente em qualquer esquina. Ao mesmo tempo, há uma lufada de esperança em uma raça que não aceita o diferente. O diálogo entre o que é considerado belo e feio faz com que o projeto ganhe relevância como um filme de terror psicológico que não quer se encaixar em nenhuma categoria.

Mesmo se passando em um país tão distante, com um clima completamente diferente do nosso e uma cultura que em nada lembra o Brasil, o filme foi feito para chocar não pela natureza animal, mas pela indiferença do ser humano.

Disney divulga trailer legendado de ‘O Rei Leão’

Obra chega aos cinemas em 18 de julho deste ano e terá a participação de Beyoncé

Live-action de ‘O Rei Leão’ estreia em julho de 2019. Foto: Twitter/Disney

A Disney divulgou o novo trailer de O Rei Leão nesta quarta-feira, 10. O filme é uma versão live-action da obra original, de 1994, e surpreendeu os fãs com o trabalho de computação gráfica envolvido.

“Chegamos em um nível que ficou impossível distinguir o animado do real. Inacreditável”, escreveu um internauta no YouTube.

O vídeo tem pouco menos de dois minutos e conta com a voz de Donald Glover (Simba), Billy Eichner (Timão), Seth Rogen (Pumba) e Beyoncé (Nala). O dublador norte-americano James Earl Jones, que interpretou Mufasa nos anos 1990, continua dando vida ao mesmo personagem.

Rodrigo Santoro volta a se mostrar versátil em ‘O Tradutor’

Ator faz professor cubano encarregado de ser intérprete de vítimas de Tchernobil
Guilherme Genestreti

(Courtesy of Sundance Institute | photo by Gabriel Guerra Bianchini) Rodrigo Santoro appears in

A versatilidade de Rodrigo Santoro é bem contemplada no cinema brasileiro –da travesti de “Carandiru” ao adolescente de “Bicho de Sete Cabeças”. Mas sua participação em blockbusters internacionais pouco deu a chance para um espectro mais amplo de personagens. Aos 43 anos, ele vai reconquistando alguma versatilidade, como mostra “O Tradutor”, em cartaz, que o tem no papel de um intelectual atormentado, introspectivo. 2 8

“Queríamos alguém que exalasse vulnerabilidade emocional e física”, diz um dos diretores Rodrigo Barriuso, parecendo desconhecer o vilão gigante que o ator viveu em “300”. “Quando se pensa num professor de literatura russa, a imagem é muito clara, né? Não dá para ser um Jason Momoa.”

No filme, Santoro imprime mesmo alguma fragilidade. Ele interpreta Malin, acadêmico cubano recrutado pelo governo para servir de tradutor a crianças afetadas pelo acidente nuclear de Tchernobil que eram tratadas em Havana –na época da cortina de ferro, Fidel e a URSS mantinham uma relação próxima.

Relutante no começo, o professor vai se sensibilizando diante das tragédias daqueles jovens. A história é inspirada na vida do pai dos diretores, Rodrigo e Sebastián Barriuso, que ajudou os pacientes soviéticos enquanto testemunhava o declínio econômico de Cuba diante da queda do Muro de Berlim.

“Achei a história genial e comovente”, diz o ator, que também relutou em aceitar o papel. “Tinha emendado muitos trabalhos, perdido um amigo. Planejava uma viagem para surfar. Mas algo me sabotava. Era meu corpo reagindo e querendo esse papel.”

O fato de interpretar o pai dos diretores, entretanto, não foi nenhum fardo. “Não havia compromisso com a imagem dele. O personagem é inspirado, teve a mesma vida que ele.”

Mas os idiomas foram uma dificuldade. Santoro tinha não só que falar o espanhol com sotaque cubano, como tinha que mostrar desenvoltura no russo. Durante quatro semanas, estudou o idioma de Tolstói pelas manhãs, e o de Leonardo Padura pelas tardes. No set, dois instrutores ficavam na sua cola, ouvindo cada linha pronunciada.

As filmagens levaram o ator de volta a Havana. Na primeira vez tinha sido para viver Raúl Castro em “Che” (2008), de Steven Soderbergh.

“Tinha mudado para caramba”, conta. “Agora tinha internet e aquilo estava transformando a cultura das pessoas na minha frente.”

Um pouco dessas nuances ele crê estarem impressas no filme, ainda que ambientado em outra época. “É um lugar de muitas contradições, e no nosso retrato fugimos daquele estereótipo do sol, da rumba e tal.”

Angelina Jolie assina contrato para atuar em ‘Os Eternos’

Novidade foi confirmada pelo ‘Hollywood Reporter’; atriz viverá Sersi

Angelina Jolie finalmente assinou contrato com a Marvel e estará em Os Eternos. A informação foi divulgada pelo Hollywood Reporter.

A atriz será Sersi, uma personagem que tem mais de cinco mil anos de vida que, nos dias atuais, se disfarça no perfil de uma socialite de Nova York.

“Queremos introduzir personagens que a maioria dos fãs nunca ouviu falar, como fizemos com Guardiões da Galáxia e até mesmo os Vingadores, antes de eles se tornarem tão conhecidos. Os Eternos são desses grupos. Temos a ideia de introduzí-los como parte de algo maior”, declarou Kevin Feige, presidente dos estúdios Marvel.

Os Vingadores: Ultimado tem estreia prevista para acontecer em duas semanas.