A Mais Pura Verdade | Trailer oficial | Netflix

Até onde você iria para proteger quem ama? Em “A Mais Pura Verdade”, Kevin Hart e Wesley Snipes interpretam dois irmãos que vivem em um mundo de celebridades, crimes e mentiras. Assista a “A Mais Pura Verdade” em 24 de novembro, só na Netflix.

Imperdoável | Sandra Bullock | Trailer oficial | Netflix

Em cinemas selecionados dia 24 de novembro e na Netflix em 10 de dezembro.

Após cumprir pena de prisão por um crime violento, Ruth Slater (Sandra Bullock) volta ao convívio na sociedade, que se recusa a perdoar seu passado. Discriminada no lugar que já chamou de lar, sua única esperança agora é encontrar a irmã, que ela havia sido forçada a deixar para trás.

Com Sandra Bullock, Vincent D’Onofrio, Jon Bernthal, Richard Thomas, Linda Emond, Aisling Franciosi, Rob Morgan e Viola Davis.

Divulgação/Netflix

Cowboy Bebop | John Cho e companhia caçam criminosos em novo trailer

Série chega à Netflix em novembro
NICO GARÓFALO

Cowboy Bebop | Site Oficial Netflix

Netflix divulgou nesta terça-feira (26) o primeiro trailer completo de Cowboy Bebop, adaptação em live-action do clássico anime dos anos 1990. Estrelada por John ChoDaniella Pineda e Mustafa Shakir, a prévia traz a tripulação da nave Bebop viajando pela galáxia caçando criminosos fugitivos – confira abaixo.

Mistura de faroeste, filmes clássicos de kung fuspace operacinema noir e mais um monte de referências equilibradas perfeitamente ao som de jazz, Cowboy Bebop (1998-1999) é historicamente um dos animes essenciais de todos os tempos. Um dos principais responsáveis por acender o interesse de Hollywood sobre as brilhantes animações japonesas, a história versa sobre um grupo disfuncional de caçadores de recompensa cruzando a galáxia em uma jornada de autoconhecimento.

Protagonizada por John Cho (Star Trek), a versão live-action de Cowboy Bebop trará muitos dos elementos que fizeram do original um clássico, incluindo a participação de mentes criativas da série original, como a compositora Yoko Kanno.

A série tem estreia marcada para 19 de novembro na Netflix.

Profecia Do Inferno | Trailer Oficial | Netflix

Uma série Netflix | Profecia do Inferno
O mundo virou um inferno.
Será um caso de assassinato em série ou castigo divino?

Profecia do Inferno estreia em 19 de novembro, só na Netflix

Hamaguchi cria uma das maiores cenas eróticas da história do cinema em ‘Roda do Destino’

‘Roda do Destino’, que o diretor-sensação exibe na Mostra de SP, mostra como a tensão é próxima do tesão
Bruno Ghetti

Cena de 'Roda do Destino', de Ryusuke Hamaguchi
Cena de ‘Roda do Destino’, de Ryusuke Hamaguchi – Divulgação

RODA DO DESTINO ****

  • Quando Próximas sessões presenciais: Cinesesc, dia 26, às 17h10; Reserva Cultural, dia 28, às 15h40; Espaço Itaú Frei Caneca, dia 31, às 13h30
  • Elenco Kotone Furukawa, Kiyohiko Shibukawa, Katsuki Mori, Fusako Urabe, Aoba Kawai, Ayumu Nakajima
  • Produção Japão, 2021
  • Direção Ryusuke Hamaguchi
  • Link: https://45.mostra.org/filmes/a-roda-do-destino

O cineasta Ryusuke Hamaguchi é a grande sensação do cinema japonês atual. Só neste ano, teve dois filmes exibidos e premiados nos festivais de Berlim e de Cannes.

“Roda do Destino” abocanhou o Grande Prêmio do Júri na mostra alemã, e seus três episódios são mais do que suficientes para o público entender que a badalação é merecida.

O filme parte de três premissas envolvendo noções de sina e coincidência, na vida de diferentes mulheres em Tóquio. E todas são excelentes achados, pois fica nítido que vêm de uma grande mente imaginativa —hoje, talvez só Hong Sang-soo tenha o mesmo impulso criador. Mas o resultado seria outro nas mãos do sul-coreano, que provavelmente faria um longa distinto a partir de cada premissa —e todos, ainda que imperfeitos, seriam fascinantes.

Já Hamaguchi é um diretor menos intuitivo e com um senso de controle mais marcado, então limita suas histórias ao tamanho exato que elas deveriam ter —não parece sobrar ou faltar um segundo a nenhum dos episódios.

Cena de 'Roda do Destino', de Ryusuke Hamaguchi
Cena de ‘Roda do Destino’, de Ryusuke Hamaguchi – Divulgação

O primeiro mostra um triângulo amoroso numa trama repleta de acasos. A melhor cena se dá em um táxi, quando uma jovem detalha à amiga o flerte que teve com um rapaz. As falas têm uma sensualidade delicada, romântica, mas a forma como Hamaguchi encena essa conversa eleva a sequência a um outro nível de carga sexual.

Pelo vidro do fundo, vemos que o carro adentra túneis e penetra entradas de viadutos, e embora esse tipo de metáfora visual possa parecer óbvia ou até vulgar em outros filmes, aqui ela de fato amplia o potencial erótico da cena. Ainda que de soslaio, Tóquio nunca foi tão sexy.

No episódio seguinte, sobre dois estudantes que armam uma cilada para um professor, o talento de Hamaguchi é ainda mais espantoso. A aluna tenta seduzir o mestre, lendo em voz alta o trecho mais lascivo de um romance escrito por ele. As frases são ostensivamente pornográficas, mas o real erotismo da cena vem justamente da maneira contida em que os dois personagens interagem.

Afinal, há vários níveis de apreensão em jogo —as inerentes a um flerte atrevido, a de um golpe que pode ser desmascarado, a de uma porta que precisa ficar aberta. Hamaguchi mostra o quanto tensão se assemelha a tesão. É, desde já, uma das grandes cenas eróticas sem nudez da história do cinema.

O conteúdo da conversa e a técnica de encenação revelam uma infinidade de questões subjacentes envolvendo relações hierárquicas, sentimento de inadequação no mundo, descoberta de novas fontes de prazer sexual.

De repente, em pouco mais de 20 minutos, o professor e a aluna já se tornaram personagens de uma inacreditável solidez. O espectador começa a achar que talvez tenha sido um erro deixar esse capítulo para o meio, porque vai ser difícil conseguir manter o mesmo nível de brilhantismo no resto do filme.

Mas eis que chega o terceiro episódio, e o que parecia impossível acontece. Em alguns aspectos, ele consegue a proeza de ser ainda melhor do que o segundo. Narra o encontro entre duas mulheres que se reconhecem numa escada rolante e travam uma longa conversa, sobre a qual é melhor não revelar muito, para evitar spoilers.

É marcante a franqueza das personagens de Hamaguchi. Elas são de uma invejável honestidade consigo próprias e com seus interlocutores, mesmo quando pretendem inicialmente ludibriar os outros. Não escondem, inclusive, que são pessoas cheia de dúvidas e de áreas cinzentas. Deixam as verdades brotar para fora de si, e existe nessa atitude um elemento de autoterapia, talvez catarse.

Hamaguchi também é franco com o público —desta vez, corrige seu erro do longa anterior, “Asako I e II”, e não prolonga situações desnecessariamente. É como se o cineasta tivesse tomado ciência de suas próprias limitações e, em seu jogo limpo com o espectador, só leva o filme até onde ele deve ir.

Há algo de indecoroso em atacar um diretor pela excelência do próprio trabalho, mas aqui é inevitável. O maior problema de “Roda do Destino” está na quase perfeição de seus episódios.

Entre cada capítulo, há, sim, espelhamentos e mesmo fricções possíveis, mas a verdade é que qualquer tentativa de diálogo entre eles sempre resulta no empobrecimento do que cada um deles trazia de melhor, de mais específico, quando tomado isoladamente. Sozinhos, expandem a mente do espectador, enquanto, acareados, estreitam e direcionam nossos pensamentos.

Num livro de contos, é sempre possível parar quando se termina de ler um deles, mas num longa de episódios existe necessariamente um fluxo a ser percorrido —e, assim, relações a serem estabelecidas entre as partes.

Em “Roda do Destino”, várias questões levantadas em cada um dos trechos terminam jogadas ao vento, sacrificadas pelo que traz o episódio a seguir —ou pelo conceito geral de “destino”, que de repente se torna embaraçosamente pequeno diante de outras questões que os capítulos sugerem. O longa se autossabota.

É a maldição do formato. Filmes em episódios ou nunca constituem uma obra verdadeiramente homogênea ou fracassam em articular os capítulos em sua completude. Grandes mestres do passado, como Rossellini, Ophüls e Kurosawa, já toparam com essa dificuldade.

Hamaguchi, um mestre do presente, apenas cumpre o que lhe reservava a sina. Ironicamente, num filme sobre o destino.

Melhor amigo da diretora de fotografia Halyna Hutchins morta por Alec Baldwin relembra instantes de desespero: ‘Segurei ela nos meus braços’

Eletricista-chefe do set aponta ‘negligência e falta de profissionalismo’ como verdadeiras causas da tragédia: ‘Nenhum centavo economizado vale a vida de uma pessoa’, ele se manifesta

O eletricista Serge Svetnoy e a diretora de fotografia Halyna Hutchins: melhores amigos Foto: Reprodução / Facebook

Técnico de iluminação e eletricista-chefe do set de “Rust”, filme produzido pelo ator Alec Baldwin, Serge Svetnoy contou, por meio de um relato contundente publicado nas redes sociais, como foram os últimos instantes da diretora de fotografia Halyna Hutchins, morta por um disparo acidental realizado por Baldwin.

Um dos melhores amigos da diretora, Svetnoy era a pessoa mais próxima de Halyna no momento em que aconteceu o acidente. “Sim, eu estava ombro a ombro com Halyna durante esse tiro fatal que tirou sua vida e feriu o diretor Joel Souza. Segurei ela nos meus braços enquanto ela estava morrendo. O sangue dela estava em minhas mãos”, recordou o profissional.

Na mesma publicação, o eletricista ressalta que a negligência e a falta de profissionalismo são os verdadeiros motivos para que a tragédia tenha acontecido. “A pessoa que deveria verificar a arma no local não fez isso; a pessoa que deveria ter anunciado que havia uma arma carregada no local também não fez isso; a pessoa que deveria ter verificado essa arma antes de trazê-la para o set não o fez”, listou o técnico.

No post que foi publicado no Instagram e no Facebook, e que vem sendo compartilhado por astros de Hollywood, como a atriz Lena Headey, de “Game of Thrones”, o técnico de iluminação diz que mantinha uma amizade longeva com Halyna e que havia trabalhado em todos os filmes que a amiga atuou como diretora de fotografia.

“Para economizar às vezes um centavo, você contrata pessoas que não são totalmente qualificadas para um trabalho complicado e perigoso e arrisca a vida de outras pessoas que estão por perto e a sua também”, lamentou, ao comentar os erros cometidos pela produção do filme, que, segundo ele e outros colegas, mantinha condições inadequadas de trabalho no set.

“Eu entendo que você sempre luta pelo orçamento, mas não pode permitir que isso aconteça. É verdade que os profissionais podem custar um pouco mais e às vezes podem ser um pouco mais exigentes, mas vale a pena. Nenhum centavo economizado vale a vida de uma pessoa”, manifestou-se.

Bilheteria EUA: Duna, Halloween Kills, 007: Sem Tempo Para Morrer, Venom: Tempo de Carnificina, Ron Bugado

Com US$ 40 milhões, Com US$ 40 milhões, Duna tem melhor estreia da Warner na pandemiatem melhor estreia da Warner na pandemia

Duna se saiu bem em sua estreia nas bilheterias norte-americanas. O filme de Dennis Villeneuve arecadou US$ 40,1 milhões, ocupando o primeiro lugar do ranking. 

Foi a melhor estreia da Warner Bros. no país desde o início da pandemia — e do modelo de lançamento híbrido, com estreia simultâneas no cinema e na HBO Max. O recorde anterior era de Godzilla vs. Kong, que havia feito US$ 31,7 milhões em sua estreia. 

Duna ainda bateu outra marca importante neste fim de semana, passando dos US$ 200 mi arrecadados no mundo todo. 

O ranking

Nos cinemas americanos, logo abaixo de Duna ficou Halloween Kills, US$ 14,5 milhões arrecadados em sua segunda semana em cartaz. O terceiro lugar ficou com 007: Sem Tempo Para Morrer, com US$ 11,8 milhões. 

Completam o top 5 Venom: Tempo de Carnificina, com US$ 9,10 milhões, e a nova animação Ron Bugado, com US$ 7,3 milhões. 

Duran Duran: The Rolling Stone Interview

Last summer Duran Duran sat down with Rolling Stone’s Rob Sheffield for a career-spanning interview, in anticipation of the band’s new album ‘Future Past.’

No verão passado, Duran Duran sentou-se com Rob Sheffield da Rolling Stone para uma entrevista sobre a carreira, em antecipação ao novo álbum da banda, ‘Future Past’.

The Legend of Vox Machina | Série da Amazon ganha trailer

Produção estreia em fevereiro
BEATRIZ AMENDOLA

Amazon Prime Video divulgou neste sábado (23) o primeiro trailer completo da série animada The Legend of Vox Machina. Assista acima. 

A trama segue Vox Machina, um grupo de desajustados que gostam de beber e brigar. Em uma tentativa desesperada de pagar suas dívidas, esses heróis improváveis ​​acabam em uma missão para salvar o reino de Exandria das forças de uma magia obscura. A animação tem como base os personagens da primeira campanha de RPG de mesa transmitida ao vivo pela empresa Critical Role

The Legend of Vox Machina é uma produção do Amazon Studios, Critical Role e Titmouse para o Prime Video. A série chegará à plataforma em 4 de fevereiro de 2022.