Apenas um dia normal em Hollywood

3ec9000281995634c92eHarvey Weinstein, um dos maiores produtores de Hollywood, é acusado por “décadas” de assédio sexual


Harvey Weinstein é um monstro. Mas o que dizer de toda a indústria que protegeu seu comportamento criminoso por décadas? Como ouvir agora um sermão dos sinalizadores de virtudes progressistas de Hollywood, estes semideuses que apontam o dedo para nós com superioridade e desdém, sem sentir náuseas?

Os discursos da geração mais afetada e autoindulgente da história do cinema só enganava trouxas ou desavisados, mas não há mais qualquer desculpa para quem quiser levar essa gente a sério. Depois de tantos anos agindo sem ser denunciado, constrangido ou combatido, é claro que Harvey Weinstein contava com a cumplicidade hipócrita de grande parte dos atores e atrizes da cidade.

Se as revelações sobre a conduta de um dos maiores produtores de Hollywood dos últimos anos são revoltantes, muito mais absurda é a sugestão, repetida por alguns papagaios de pirata da imprensa, de que as atrizes eram alvos frágeis e desprotegidas. Alguém sinceramente acredita que as mais poderosas, influentes, populares e abastadas atrizes do mundo não têm meios de sobra para resistir a um assédio sexual no trabalho e denunciar o criminoso? Ah, façam-me o favor.

Uma das ativistas mais radicais (e insuportáveis) desta esquerda hollywoodiana é Ashley Judd, mais uma da lista das assediadas por Harvey Weinstein. Segundo ela própria, Weinstein assediou a atriz pela primeira vez há 20 anos e em tempos tão recentes quanto 2015. Como ela ousa falar em nome do feminismo e das mulheres desfilando na “Marcha da Mulheres”, uma passeata extremista patrocinada em parte por seu próprio assediador? Que tipo de mente doentia vai para as ruas gritar contra a “cultura do estupro” sem denunciar seu próprio predador, deixando que fique livre para assediar outras mulheres com muito menos fama e fortuna que ela?

O que dizer das declarações de Woody Allen, ele mesmo envolvido com a denúncia de assédio da própria enteada Dylan Farrow quando a menina tinha 7 anos? É o tipo de história que faz a perda da virgindade de Paula Lavigne aos 13 anos na festa de 40 de Caetano Veloso parecer normal. Allen, que é casado com uma filha adotiva, disse que estava com medo de que o caso Weinstein gerasse “uma atmosfera de caça às bruxas em Hollywood” e que “daqui a pouco, todos os caras que piscarem para uma mulher terão que contratar um advogado”. Quando Allen sofreu as denúncias de pedofilia foi Weinstein quem mais apoiou e ajudou o amigo. Almas gêmeas?

Um dos jornalistas mais atuantes no caso Weinstein é ninguém menos que Ronan Farrow, filho biológico de Woody Allen com a atriz Mia Farrow. Muitos acreditam que a obsessão de Ronan com o caso seria um “acerto de contas” já que ele é meio-irmão de Dylan Farrow. Tudo fica ainda mais curioso quando se sabe que Ronan é a cara de Frank Sinatra, como quem Mia Farrow teve um caso, e muitos acreditam que na verdade o jornalista seja filho do cantor e não de Allen. Pedofilia, assédio, traição e crimes sexuais encobertos? Apenas um dia normal em Hollywood.

Angelina Jolie, outra das alegadas vítimas de Weinstein, acumulou uma fortuna estimada em meio bilhão de dólares com o ex-marido Brad Pitt e é um dos rostos mais conhecidos do mundo, embaixadora da boa vontade da ONU e reverenciada por seu trabalho humanitário exatamente contra violência sexual. Como alguém como ela tem a pachorra de receber prêmios como o título de Dama da Rainha da Inglaterra sabendo que um predador sexual está naquele mesmo momento assediando jovens atrizes em Hollywood e é incapaz de abrir a boca? Nada, absolutamente nada, justifica.

Jane Fonda, decana das militantes de causas antiamericanas e da esquerda mais radical, disse que está “envergonhada” de não ter denunciado Weinstein antes. Um pouco tarde, não? Vão dizer que Jane Fonda se sentiu intimidada? Além de ser quem é, Fonda é ex-mulher de Ted Turner, o magnata sócio de um império de comunicação que controla canais como CNN, TCM, TNT, Cartoon Network, além de ser o maior proprietário de terras dos EUA. Será que ela pode mesmo dizer que se sentiu intimidada? Ou Mira Sorvino, Rosanna Arquette e Gwyneth Paltrow?

O que dizer então de Roman Polanski que em 1977 foi preso e condenado por estuprar uma menina de 13 anos e ainda fugiu para a França para não ir para a cadeia? Pior, o que dizer também da turma engajada e protetora dos direitos das mulheres que aplaudiu de pé uma imagem de Polanski num telão quando ganhou a estatueta de melhor diretor em 2003?

É comum aqui em Los Angeles ouvir de amigos da indústria do cinema sobre o lado sombrio de muitas destas estrelas. Seus estilos de vida raramente batem com o que pregam com a voz embargada ao receberem uma estatueta. Nos discursos, muitos deles recheados de agradecimentos a Weinstein, pérolas hipócritas sobre como fazer o planeta um lugar melhor para as mulheres.

Bill e Hillary Clinton também eram amigos próximos do estuprador de Hollywood. Além do Partido Democrata, a fundação da família recebeu gordas doações do produtor (ou predador, como queiram). Hillary evidentemente disse que “não sabia de nada” (cada país com a sua alma honesta) e, não satisfeita, afirmou que não devolverá o dinheiro doado por ele. Como sempre, são na vida real o que acusam seus adversários sem provas. Os progressistas só mudam de endereço.

Espero que estes mimados hipócritas, de uma vez por todas, entendam o ridículo de dar lições de moral para nós, pobres mortais. Não é possivel que ainda tentem construir a narrativa de que algumas das mulheres mais bem sucedidas de todos os tempos são vítimas do patriarcado ou qualquer cafonice deste marxismo de botequim.

Pagamos os salários pornográficos da indústria do entretenimento para que nos divirtam nas telas, não para fornecimento de modelos cenográficos de conduta, aqui nos Estados Unidos ou Brasil. Temos mais de 342 razões para isso. [Ana Paula Henkel]

Palavrão é dito em ‘Star Trek’ pela primeira vez na história da franquia

Fato chamou atenção porque a série de televisão tem faixa etária para maiores de treze anos

Star Trek: Discovery é a sétima série de televisão da franquia Star Trek. O episódio do último domingo, 15, chamou a atenção por ser a primeira vez na história da franquia que um palavrão foi dito por um personagem. As informações são do portal Syfy Wire.

No episódio intitulado Choose Your Pain (Escolha Sua Dor, em tradução livre para o português), os personagens Michael Burnham, Paul Stamets e Sylvia Tilly tentam salvar uma criatura que dá energia à espaçonave que pilotam. Paul sugere transferir o DNA do animal para si mesmo, de modo que ele mesmo possa fazer a função.

Sylvia, animada com a ideia, diz: “Isso é incrível para caral*o!”. Ao perceber que soltou o palavrão durante serviço, rapidamente pede desculpas. No entanto, a resposta de Paul não poderia ser mais surpreendente: “Não, cadete. Isso realmente é legal para caral*o”.

A série é veiculada através do serviço de streaming da CBS e também pela Netflix, e contém classificação etária para maiores de 13 anos, por isso a cena chamou atenção.

Carrie Fisher mandou uma língua de boi para produtor que assediou uma de suas amigas

Se você encostar […] em qualquer outra mulher novamente, a próxima entrega vai ter algo muito menor de você dentro’, escreveu a atriz

Geffen+Playhouse+Annual+Backstage+Geffen+Gala+v6j_54h6HZXlA atriz Carrie Fisher, que morreu em dezembro de 2016 em decorrência de uma parada cardíaca, já mandou uma língua de boi para um produtor de Hollywood que assediou uma amiga. A história foi contada por Heather Ross, que trabalha nos bastidores da produção dos filmes e foi amiga de Fisher por vários anos.

Em um programa de rádio do Arizona, Ross explicou que marcou um encontro com um produtor que ela havia conhecido na internet. “Eu nunca pensei que aconteceria comigo, sou acima do peso e nunca quis ser atriz. Quando eu entrei no carro dele, ele se jogou em cima de mim. Aconteceu tão rápido que eu fiquei com vergonha de mim mesma”, disse. “Pensei que tinha feito algo errado, que só por ter ido me encontrar com ele havia sinalizado que era pra isso acontecer”, continuou.

Ela então contou o ocorrido para Fisher, que ficou furiosa. “Ela mandou uma língua de boi em uma daquelas embalagens verdes com laço branco da Tiffany para o estúdio em que o produtor trabalhava”, falou. “Além da língua ela mandou um bilhete escrito: ‘Se você encostar na minha querida Heather ou em qualquer outra mulher novamente, a próxima entrega vai ter algo muito menor de você dentro’”, riu.

“A Carrie era desse jeito. Sinto muito falta dela, ela sempre defendia os oprimidos e não tinha medo de falar verdades na cara dos outros”, finalizou.

Após denúncias contra Harvey Weinstein, atrizes de Hollywood relatam assédios e abusos sexuais

Reese Witherspoon disse que foi assediada aos 16 anos por um diretor, e que esse não foi um incidente isolado em sua carreira

Reese Witherspoon e Jennifer Lawrence contaram, durante evento da revista ‘Elle’, sobre assédios que sofreram no início da carreira. 2017 Elle Women in Hollywood Awards


Após dezenas de mulheres terem acusado o produtor de cinema Harvey Weinsten de assédios e abusos sexuais, atrizes resolveram abrir o jogo sobre como esses casos são recorrentes no início da carreira de centenas de jovens.

Na última segunda-feira, 16, Reese Witherspoon usou seu tempo de discurso no evento Elle Women para contar que foi assediada quando tinha 16 anos. “Foi uma semana muito difícil para as mulheres em Hollywood, para mulheres de todo o mundo, e fomos forçadas a lembrar de verdades incovenientes sobre muitas situações”, disse a atriz, antes de contar sobre a primeira vez que foi assediada, segundo a People

“Eu sinto muito nojo do diretor que me assediou quando eu tinha 16 anos e raiva dos agentes e produtores que me fizeram acreditar que o silêncio era a condição para conseguir um trabalho. E eu queria dizer que esse foi um incidente isolado na minha carreira, mas, infelizmente, não foi. Eu tive muitas experiências de assédio e abuso sexual e não falo sobre isso com muita frequência. Porém, ouvir tantas histórias nos últimos dias, e ouvir essas mulheres corajosas falarem sobre coisas que somos ensinadas a varrer para debaixo do tapete, me fez querer falar e falar muito alto porque eu realmente me sinto menos sozinha nesta semana do que eu me senti em toda a minha carreira”, continuou.

Reese finalizou seu discurso dizendo que as coisas serão diferentes para a nova geração de atrizes porque agora as mulheres estão denunciando seus assediadores. “Para as jovens mulheres nessa sala, a vida vai ser diferente porque nós estamos com vocês, nós estamos aqui e isso faz com que eu me sinta melhor. Eu fico muito triste ao falar sobre esses problemas, mas eu me arrependeria se não falasse”, concluiu.

No mesmo evento, Jennifer Lawrence também discursou e disse que foi obrigada a perder peso para fazer alguns trabalhos no início da carreira. “Quando eu estava começando, eu ouvi dos produtores de um filme que deveria perder seis quilos em duas semanas. Nessa época, uma produtora me mandou fazer um teste nu com outras cinco mulheres que eram muito, muito mais magras que eu. Nós ficamos lado a lado, apenas com uma fita cobrindo nossas partes íntimas. Depois desse teste degradante e humilhante, a produtora disse que eu deveria usar as fotos nua como inspiração para minha dieta”, contou.

Após o ocorrido, Jennifer disse a um produtor que ela não achava que deveria perder peso, e a resposta dele foi um assédio explícito. “Ele disse que não sabia porque todo mundo me achava tão gorda, ele disse que eu era ‘perfeita para f***r’. Eu me deixei ser tratada dessa maneira porque eu achei que tinha que fazer isso para minha carreira. Eu ainda estou aprendendo que eu não tenho que sorrir quando um homem me deixa desconfortável. Todos os seres humanos deveriam ser tratados com respeito porque eles são humanos”, finalizou.

Ainda na noite da última segunda-feira, a atriz America Ferrera também revelou que sofreu assédio. Em seu Instagram, ela usou a hashtag #Metoo, criada pela atriz Alyssa Milano, e contou que foi assediada sexualmente pela primeira vez aos nove anos de idade. “Eu não contei para ninguém e vivi com vergonha e culpa achando que eu, uma criança de nove anos, era, de alguma forma, responsável pelas ações de um homem crescido”, escreveu America.

“Eu tive de ver esse homem diariamente por anos. Ele sorria para mim, e eu corria assustada, meu sangue ficava frio, e eu carregava o fardo de algo que apenas ele e eu sabíamos – e ele esperava que eu ficasse de boca fechada e sorrisse de volta. Meninas, vamos quebrar o silêncio para que as meninas das próximas gerações não tenham que viver com isso”, concluiu a atriz.

Cultura Artística fará temporada 2018 sem Lei Rouanet

Segundo entidade, novas regras exigiram mudança; entre as atrações anunciadas estão a pianista Yuja Wang e a meio-soprano Magdalena Kozena

yuja-wang-review-20160503-snapA Cultura Artística terá dez atrações em 2018 – entre elas, a pianista Yuja Wang (foto) e a meio-soprano Magdalena Kozena. Mas as novidades não estão apenas sobre o palco: a partir do ano que vem, a entidade não utilizará mais a Lei Rouanet em sua temporada de assinaturas, que foi remodelada – as atrações, com exceção das orquestras, farão apenas um concerto.

Segundo Frederico Lohmann, superintendente da entidade, a decisão está relacionada às recentes mudanças na lei. “Dois aspectos se mostraram bastante desafiadores. O primeiro deles diz respeito à distribuição dentro da sala. Segundo as novas regras, 50% do público deve ter acesso gratuito ou promocional a preço não superior ao valor do Vale Cultura. Considerando que 65% do público da Cultura Artística é composto de assinantes, esta distribuição não seria possível”, explica. “O segundo ponto diz respeito ao preço médio dos ingressos da outra metade do público, que passou a ser limitado a R$ 150, o que infelizmente não é compatível com a estrutura de custos das nossas atrações”, completa, ressaltando que a Lei Rouanet continuará a ser um “importante apoio” para os projetos educativos e para atrações extra-assinaturas.

Com as mudanças, as duas séries de assinaturas passam a ser compostas por seis concertos entre as dez atrações do ano – as exceções são as orquestras, que atuam em ambas as séries. Quem quiser assinar toda a temporada terá condições especiais. A primeira atração do ano será, em março, o jovem e celebrado pianista polonês Jan Lisiecki, o primeiro de uma lista de grandes representantes do instrumento na agenda da entidade: Nelson Goerner será o solista, em maio, da Orquestra de la Suisse Romande; e, em outubro, Yuja Wang, estrela internacional do piano, faz recital solo.

Além da Orquestra de la Suisse Romande, integra a programação um dos mais tradicionais conjuntos europeus, a Filarmônica de Dresden, sob regência de seu diretor Michael Sanderling. A música de câmara também tem destaque, com a Camerata Salzburg (em concertos com a meio-soprano Bernarda Fink); o grupo Les Violons du Roy(com Magdalena Kozena); a Geneva Camerata (com o violoncelista Pieter Wispelwey); o Quarteto Modigliani (com o pianista Jean-Frédéric Neuburger); a Orquestra de Câmara de Viena; e o duo formado pela violinista Carolin Widman e o pianista Denis Kozhukhin.

A venda de assinaturas segue um calendário específico. De 23/10 a 10/11, acontecem as renovações; no dia 22/11, serão feitas trocas para Amigos da Cultura Artística e, nos dias 23 e 24/11, para os demais assinantes. Novas assinaturas para os Amigos poderão se feitas nos dias 30/11 e 1º/12 e, para o público em geral, a partir do dia 4/12. Mais informações pelo site da Cultura Artística. [João Luiz Sampaio]

Sai o primeiro trailer de “Pantera Negra” — e o visual é sensacional!

Nesta segunda (16), o primeiro trailer de Pantera Negra foi publicado pela Marvel e, para delírio geral, o vídeo instigante revela o traje para lá de tecnológico do vilão Erik Killmonger.

Com “BagBak” do rapper Vince Staples como trilha sonora, o primeiro trailer da produção exibe o visual sensacional da cidade de Wakanda, região comandada pelo príncipe T’Challa, que acaba de perder seu pai. No filme, o herói viaja para os Estados Unidos, onde se encontrará com os Vingadores.

É em Wakanda que fica a reserva de vibranium da Terra, aquele metal poderosíssimo que foi usado para construir o escudo do Capitão América. Como a cidade é evoluída e rica, o trailer revela veículos voadores, prédios imponentes e os uniformes dos Panteras Negras, mas mantém um quê de tribal em seu visual, o que é uma marca registrada da cidade nos quadrinhos.

O elenco do filme conta com Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Forest Whitaker, Danai Gurira, Daniel Kaluuya, Angela Bassett, Andy Serkis, Martin Freeman, Letitia Wright e Winston Duke. Sob a direção de Ryan Coogler, Pantera Negra tem sua estreia nas telonas prevista para o dia 15 de fevereiro do ano que vem, mas, por enquanto, seguimos aguardando novos trailers e teasers para alimentar ainda mais a nossa ansiedade! Fonte: Polygon

Em entrevista de 2005, Courtney Love alertava novatas sobre Weinstein

Courtney+Love+Marchesa+Spring+Summer+2017+6eyxD2_dYspl.jpgHá 12 anos, a vocalista do Hole e viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, foi perguntada durante o tapete vermelho de um evento se ela teria algum conselho para jovens que desejavam tentar a carreira em Hollywood. Apesar de hesitante, ela mandou um aviso sobre o produtor Harvey Weinstein, envolvido no escândalo sexual que arruinou sua reputação e carreira.

No vídeo, publicado pelo “TMZ” neste sábado, uma repórter pergunta a Courtney: “Você daria algum conselho à moças que estão se mudando para Hollywood?”. A cantora responde: “Me sentirei livre se disser isso”. E continuou: “Se Harvey Weinstein te convidar para uma festa privada no hotel Four Seasons, não vá.”

Bilheteria EUA: A Morte te Dá Parabéns, Blade Runner 2049, O Estrangeiro, It: A Coisa, Depois Daquela Montanha 

9-3969719-ssh280917death1_fct911x683x29_ct460x345O terror repetitivo A Morte te Dá Parabéns, que segue na linha de Feitiço do Tempo e acompanha o mesmo dia da morte da protagonista, liderou a Bilheteria USA em seu final de semana de estreia e já tirou Blade Runner 2049 do topo. Arrecadando US$ 26,5 milhões, o longa saiu em primeiro lugar e tirou a continuação do filme estrelado por Ryan Reynolds e Harrison Ford do topo, derrubando o longa 54% em comparação à semana anterior.

A Morte te Dá Parabéns já está em cartaz no Brasil.

Blade Runner 2049 ficou na segunda posição, somando somente mais US$ 15,1 milhões à sua bilheteria.

Na trama de Blade Runner 2049, trinta anos após os eventos do primeiro filme, um novo blade runner, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling), descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta de K o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-caçador de androides que está desaparecido há três décadas. O filme já está em cartaz no Brasil.

Na terceira posição, O Estrangeiro, filme estrelado por Jackie Chan, arrecadou US$ 12,84 milhões em seu final de semana de estreia. O longa acompanha o humilde proprietário (Chan) de um restaurante na Chinatow de Londres quando ele começa a rastrear os radicais responsáveis pela morte de sua filha. Porém, para conseguir seus objetivos, ele terá que ultrapassar seus limites físicos e morais.

O filme chega ao Brasil em 30 de novembro.

Já a quarta posição ficou com It: A Coisa, que mesmo em sua sexta semana em cartaz ainda surpreende com uma arrecadação de US$ 6,05 milhões – somando mais de US$ 315 milhões.

Na trama do primeiro longa, sete crianças conhecidas como “The Losers Club (o clube dos perdedores)” se deparam com os problemas da vida, bullying e um monstro que toma a forma de um palhaço chamado Pennywise (Bill Skarsgård). O filme está em cartaz nos cinemas.

Depois Daquela Montanha (The Mountain Between Us), com Kate Winslet Idris Elba, fecha o top 5 com uma arrecadação de US$ 5,65 milhões. Baseado no livro homônimo de Charles Martin, o filme acompanha dois estranhos que sobrevivem a um acidente de avião numa floresta do Estado do Colorado, nos EUA, e dependem um do outro para permanecer vivos. A estreia no Brasil acontece em novembro.

Lana Del Rey nega que letra da música ‘Cola’ seja sobre megaprodutor Harvey Weinstein

Letra da canção faz referência a homem mais velho por quem a artista seria apaixonada e fãs acreditavam ser Harvey Weinstein

Lana-del-rey-2017-complex-cover-1A cantora Lana Del Rey não é apaixonada pelo megaprodutor Harvey Weinstein, acusado de assédio por várias mulheres da indústria do entretenimento. A artista negou que a letra da canção ‘Cola’ faça referência à sua suposta paixão pelo empresário por meio do depoimento de uma fonte próxima a ela em entrevista ao site TMZ.

Lançada em 2012 a canção ‘Cola’ afirma: “Eu tenho gosto por homens mais velhos / Sempre foi assim, não é surpresa”. Depois, a principal causa de confusão por parte dos fãs. Enquanto Lana diz que a letra diz “Ah he’s…” (“Ah, ele está…), muitos fãs ouvem ela cantar “Harvey’s” (“O Harvey está…”), com ela letra dizendo: “O Harvey está no ceu de diamantes e me faz maluca”.

Apesar da negativa da fonte próxima à cantora, os fãs de Lana insistem na presença da letra “v” e na menção ao nome “Harvey”. O produtor e a cantora já foram vistos juntos em eventos de gala em Hollywood, mas em meio a outras pessoas. Ouça ‘Cola’ de Del Rey e tire sua dúvida quanto à letra:

Inumanos | Caçada a Raio Negro continua no trailer do quinto episódio

Inumanos ganhou um vídeo que mostra cenas inéditas do quinto episódio. Uma reunião de família está prestes a acontecer – veja:

A trama da série se passa nos dias atuais e terá cenas na Terra e na Lua, seguindo a Família Real dos Inumanos. No Brasil, o canal pago Sony revelou que passará a exibir o seriado a partir de 14 de novembro, às 21h, com três episódios indo ao ar em sequência.