Dois integrantes acusam associação que entrega o Globo de Ouro de racismo e pedem para sair

Jornalistas falam ainda em “autolimitação, corrupção e abuso verbal” e aumentam a crise na entidade que já havia sofrido outras acusações

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Entrega do Globo de Ouro em março de 2021  Foto: Globo de Ouro/Reprodução

Trata-se de um ambiente tóxico. Depois de fazerem essa denúncia, dois integrantes da Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood (HFPA, na sigla em inlgês), a entidade que organiza o Globo de Ouro, pediram seus desligamentos imediatos da instituição. Numa carta à qual teve acesso o jornal Los Angeles Times, os jornalistas Wenting Xu e Diederik van Hoogstraten afirmam que “permanecer na Associação não é mais sustentável para nós”. Xu é um repórter da World Screen, uma publicação de Nova York especializada em cinema, e Van Hoogstraten é colaborador de diversos veículos holandeses e ex-membro do conselho da HFPA.

As razões mais palpáveis colocadas na carta dizem respeito à resistência da “maioria dos membros” a qualquer mudança, à atenuação das novas regras propostas por uma auditoria para aumentar a diversidade racial e de gênero na Associação e o “medo de retaliação, a autolimitação, a corrupção e o abuso verbal” que ainda seriam problemas sérios na HFPA.

Desde fevereiro, a entidade enfrenta críticas. O LA Times publicou uma matéria denunciado atitudes sexistas e racistas e solicitação de favores de celebridades e estúdios. A matéria destacava ainda que a HFPA não tem nenhuma pessoa negra entre seus membros.

A Associação havia concordado em recrutar mais membros negros e fazer outras mudanças nos próximos meses, mas as iniciativas foram consideradas discretas e as reações prosseguem. Elas já foram feitas por Tom Cruise e Scarlett Johansson.

Xu e Van Hoogstraten alegam que alguns problemas pioraram, como a transparência em relação às finanças do grupo. Segundo o LA Times, a dupla fez várias queixas à entidade, e um membro do conselho respondeu que os comentários de Xu eram uma “campanha de ódio” e que ela estaria “trabalhando contra nós”. Ao final da carta, Xu e Van Hoogstraten afirmam que, saindo da HFPA, pretendem estabelecer “uma organização transparente, profissional e inclusiva para a atual e as próximas gerações de repórteres”.

Samurai X: O Final já está disponível na Netflix

História live-action já pode ser vista na plataforma
BEATRIZ AMENDOLA

Sem alarde, a Netflix disponibilizou na última sexta (18) o filme Samurai X: O Final.

O live-action apresenta o inimigo mais terrível da saga: Enishi, que lança um ataque em grande escala a Tóquio para se vingar de Kenshin. Na produção, todos os astros dos filmes anteriores da saga se reúnem para enfrentar a batalha final por Kenshin –no que promete ser um confronto épico. 

Clássico mangá de Watsuki Nobuhiro, Samurai X se passa no Japão durante os primeiros anos da Era Meiji. A trama acompanha Kenshin Himura, um habilidoso espadachim que jurou nunca mais matar, mas que é perseguido por novos e velhos inimigos e precisa brandir sua espada novamente. Uma nova série, intitulada Rurouni Kenshin: Hokkaido Arc, foi interrompida em 2017 após seu criador ser preso por conta de pornografia infantil.

Na Netflix você também encontra Samurai X 1: O Filme, produção de 2012 que é a primeira da saga live-action. A plataforma ainda lança este ano Samurai X: A Origem, que mostra como tudo começou e revela o mistério da cicatriz no rosto de Kenshin. A data de lançamento, no entanto, ainda não foi revelada. 

Françoise Hardy diz que está “perto do fim” e defende suicídio assistido

Cantora e compositora francesa de 77 anos, ícone da música francesa, conta em entrevista que tratamento contra tumor no ouvido a deixou com dor imensa e que teme ainda mais sofrimento com morte natural

A atriz Françoise Hardy em foto de 2012 (Foto: Getty Images)

A cantora e compositora Françoise Hardy, de 77 anos, um dos nomes mais importantes da canção francesa e considerada um ícone artístico e fashion, disse em uma entrevista que se sente “perto do fim da vida” e que é a favor do suicídio assistido.

Ela foi diagnosticada com câncer linfático em meados dos anos 2000 e descobriu um tumor no ouvido em 2018 – Françoise já tinha sido colocada em coma induzido em 2015. À revista Femme Actuelle, ela disse que os anos radiação e imunoterapia causaram uma dor imensa – é difícil para a cantora engolir e ela deu a entrevista por e-mail, pois tem muita dificuldade em falar.

“Não cabe aos médicos atender a cada solicitação, mas abreviar o sofrimento desnecessário de uma doença incurável a partir do momento em que ela se torna insuportável, defendeu a compositora, que foi extremamente popular nas décadas de 1960 e 70 e uma das maiores representantes do Yé-Yé francês.

Ela lembrou que sua mãe, que sofria da doença de Charcot-Marie-Tooth, um distúrbio neurológico, morreu por eutanásia “quando ela não podia ir mais longe nesta horrível doença incurável”. “No que me diz respeito, gostaria de ter essa oportunidade, mas dada a minha alguma notoriedade, ninguém vai querer correr ainda mais o risco de ser afastado da comunidade médica”, disse.

“Todos nós temos o sonho impossível de morrer em paz. Sei que a morte é só a do corpo que, com a entrega da alma, a liberta e lhe permite voltar à dimensão misteriosa da qual veio, enriquecida com tudo o que a sua última encarnação lhe ensinou. Meu sofrimento físico já foi tão terrível que tenho medo de que a morte me obrigue a passar por ainda mais sofrimento físico”, desabafou.

Françoise explicou que, em seu caso, a morfina para aliviar as dores não é mais uma opção. “Ela só pode ser administrada em doses massivas para que eu morra, e não em doses menores para que sofra menos. Também tenho medo da imensa tristeza da forma de separação dos seres que mais amamos no mundo, que é a morte”, afirmou Françoise.

Beyoncé é eleita melhor artista de turnês da década

O prêmio foi entregue pela Pollstar, revista norte-americana de entretenimento, durante o 32º Poll Awards nesta quarta-feira

Beyoncé durante show no festival Coachella em 2018 Foto: Kevin Winter / Getty Images for Coachella

Beyoncé foi eleita pela Polltstar, revista norte-americana de entretenimento, como a melhor artista de turnês da década durante o 32º Poll Awards, nesta quarta-feira (16). A premiação, focada na indústria musical e em elementos que giram em torno de shows ao vivo, apresentou uma retrospectiva do ano passado e homenageou a trajetória de diversos artistas.

Rob Light, líder do departamento da Agência de Artistas Criativos (CAA), recebeu o prêmio em nome da cantora e leu uma declaração escrita por ela: “2020 ensinou a todos nós que a comunidade de turnês precisa ser valorizada e é a espinha dorsal de nossa indústria”, disse. Em seguida, Beyoncé ressaltou a importância dos fãs: “Vocês cantam todos os versos, se dedicam nas coreografias, e eu vejo vocês todas as noites.”

Em 2016, a turnê “Formation” de Beyoncé arrecadou aproximadamente US $ 256 milhões com audiência de 2,2 milhões de pessoas, segundo o gráfico Boxscore da Billboard. Todos os 49 shows foram esgotados.

Confira a lista dos artistas vencedores:

Beyoncé – Melhor Artista de Turnês da Década

Bon Jovi –   Melhor Artista de Turnês de Rock da Década

Bruno Mars – Melhor Artista de Turnês de Hip-Hop / R & B da Década

Lady Gaga – Melhor Artista de Turnê Pop da Década

Garth Brooks – Melhor Artista de Turnês Country da Década

Jennifer Lopez – Melhor Artista de Turnê Latina da Década

Kevin Hart – Melhor Artista de Turnê de Comédia da Década

Cirque du Soleil – Melhor Turnê Não Musical da Década

Coachella – Festival de Música da Década

Troubadour – Nightclub da Década

Radio City Music Hall – Teatro da Década

The Forum – Arena da Década

Hollywood Bowl –  Anfiteatro da Década

Royal Albert Hall –  Local Internacional da Década

CINEMA I Estreias: Em um Bairro de Nova York, A Boa Esposa, Veneza, Helen, Algum Lugar Especial, Espiral – O Legado dos Jogos Mortais

‘Em um Bairro de Nova York’ musical que mostra um apagão, estreia nos cinemas de SP

Dascha Polanco, Daphne Rubin-Vega e Stephanie Beatriz em cena de ‘Em um Bairro de Nova York’, musical de Lin-Manuel Miranda dirigido por Jon M. Chu Divulgação

SÃO PAULO – Depois de “Hamilton”, musical disponível no streaming no Disney+, Lin-Manuel Miranda tem uma nova aposta —o filme “Em um Bairro de Nova York”, adaptação de uma peça de teatro da Broadway.

Destaque entre as estreias de cinema da semana, a produção é também um musical e se passa em Washington Heights, bairro de imigrantes latino-americanos de Nova York.

No longa, jovens aparecem fazendo coreografias em diferentes partes da cidade, que sofre de um calor escaldante agravado pelo racionamento de ar-condicionado e de um apagão.

Além do musical, também estreia nos cinemas o filme francês “A Boa Esposa”, sobre uma escola que treina meninas para serem boas donas de casa. Entram no circuito ainda os longas nacionais “Veneza”, com Dira Paes e Eduardo Moscovis, e “Helen”.

Embora as salas da capital estejam funcionando, não custa lembrar que a pandemia não acabou. Exemplo disso é a taxa de ocupação de UTIs pelo Brasil, que segue alta, mesmo que a vacinação esteja avançando.

Na capital paulista, por exemplo, a ocupação de UTIs está em 76%. Por isso, a recomendação é ainda ficar em casa. E, se sair, é preciso usar a máscara, lavar as mãos, manter o distanciamento e respeitar todos os protocolos de segurança.

Confira a seguir os filmes que estreiam nesta semana.



Estreias

Algum Lugar Especial
Baseado em eventos reais, o filme retrata a vida de John, um pai solteiro de 33 anos que descobre ter pouco tempo de vida e inicia uma procura por um lar adotivo para seu filho de três anos.
Reino Unido, 2020. Direção: Uberto Pasolini. Com: James Norton, Valene Kane e Rhoda Ofori-Attah. 14 anos


A Boa Esposa
Paulette comanda uma escola que visa formar boas donas de casa, isso até que seu marido morre e ela descobre estar afundada em dívidas. A protagonista então busca participar de um programa de TV que pode render um prêmio milionário à escola. Ao mesmo tempo, Paulette e as alunas passam a questionar suas crenças.
França, 2020. Direção: Martin Provost. Com: Juliette Binoche, Yolande Moreau e Noémie Lvovsky. 14 anos


Em um Bairro de Nova York
Criador do sucesso da Broadway “Hamilton”, Lin Manuel Miranda escreveu o musical que, após ser montadoo nos palcos, agora ganha os cinemas. Na história, Usnavi, simpático dono de uma bodega em Nova York, economiza cada centavo e canta sobre ter uma vida melhor.
EUA, 2021. Direção: Jon M. Chu. Com: Anthony Ramos, Melissa Barrera e Leslie Grace. 12 anosDaphne Rubin-Vega, Stephanie Beatriz e Dascha Polanco em cena de ‘Em um Bairro de Nova York’, musical de Lin-Manuel Miranda dirigido por Jon M. Chu – Divulgaçãohttps://www.youtube.com/embed/ifUrOinKiJk?enablejsapi=1


Espiral – O Legado dos Jogos Mortais
Dois detetives investigam os ataques a policiais que passaram a acontecer na madrugada de uma cidade e que têm pontos em comum com os métodos usados por Jigsaw, o vilão da franquia de terror “Jogos Mortais”.
EUA, 2021. Direção: Darren Lynn Bousman. Com: Samuel L. Jackson, Chris Rock e Max Minghella. 14 anos


Helen
Aos nove anos e morando com a avó em um cortiço em São Paulo, Helen observa o cotidiano da cidade ao andar diariamente pelas ruas de onde mora. De família desestruturada e pobre, sua preocupação é juntar dinheiro para comprar um presente para a sua avó.
Brasil, 2020. Direção: André Meirelles Collazzo. Com: Luiza Braga, Marcelia Cartaxo, Tony Tornado. 14 anos


Veneza
Gringa é a dona de um bordel no interior do Brasil e sempre teve o sonho de conhecer Veneza. Rita, herdeira do lugar, decide realizar esse sonho com a ajuda de suas colegas e de Tonho, um homem que recebe sexo como remuneração por seus serviços.
Brasil, 2018. Direção: Miguel Falabella. Com: Dira Paes, Danielle Winits e Eduardo Moscovis. 16 anos

Cenas de sexo de ‘Verdades secretas’ 2 são gravadas em duas versões. Entenda

As cenas de sexo mais ardentes de “Verdades secretas” 2 vêm sendo gravadas em duas versões. Uma delas mais explícita, para o Globoplay, e a outra apenas sugestiva, para a TV aberta.

Camila Queiroz (Foto: Henrique Gendre)

A trama original teve muitas sequências sensuais de grande repercussão. Camila Queiroz, a Angel, protagonizou várias delas. Agora, na continuação da história, a personagem terá um romance quente com Cristiano (Romulo Estrela), investigador contratado por Giovanna (Agatha Moreira) para apurar as circunstâncias da morte de Alex (Rodrigo Lombardi).

Outros personagens que estarão em cenas picantes são Benji (Rodrigo Pandolfo) e Bruno (João Vitor Silva). O primeiro será um traficante de drogas que seduzirá o segundoDeborah Evelyn também aparecerá em momentos ousados com o estreante João Gana.

Além disso, haverá as modelos do famoso book rosa. Serão lançadas várias atrizes nesse núcleo, como Rhay PolsterMalu Ogata e Júlia Byrro. A portuguesa Maria de Medeiros viverá a toda poderosa da agência na trama.

As gravações estão avançando no Rio. Estarão no elenco ainda Guilhermina GuinleRainer CadeteSergio GuizéErika JanuzaMaria Luisa MendonçaJonathan AzevedoÍcaro SilvaZezé Polessa, Celso Frateschi e Dida Camero, entre outros. [PATRÍCIA KOGUT]

Cena quente de Batman com Mulher-Gato é cortada de desenho animado

Executivos da DC Comics alegaram que cena atrapalharia nas vendas de bonequinhos

Batman e Mulher-Gato em cena do seriado animado da personagem Arlequina (Foto: Reprodução)

Uma cena quente envolvendo o Batman e a Mulher-Gato foi cortada do desenho animado adulto ‘Harley Quinn’ por ordens de executivos do grupo Warner Bros e da editora DC Comics. A remoção da sequência por determinações superiores foi revelada pelos cocriadores e produtores executivos da animação, Justin Halpern e Patrick Schumacker, em entrevista ao site da revista Variety.

Em seu depoimento, Halpern celebrou a liberdade criativa dada a ele e seu sócio pelos executivos dos estúdios donos dos personagens. No entanto, ele lembrou da restrição imposta à cena com a sugestão de sexo oral envolvendo Batman e Mulher-Gato.

O Batman em cena da série do desenho animado da personagem Arlequina (Foto: Reprodução)

“É incrivelmente gratificante e libertador poder usar personagens considerados vilões, porque as possibilidades são muito maiores”, afirmou o animador, ao ser perguntado sobre o protagonismo da Arlequina em seu desenho.

Depois ele expôs a limitação de trabalhar com super-heróis: “Na terceira temporada tínhamos um momento com o Batman indo lá embaixo na Mulher-Gato. E a DC falou, ‘vocês não podem fazer isso, definitivamente não podem’. Eles explicaram, ‘heróis não fazem isso’. Então perguntamos, ‘vocês estão dizendo que heróis são amantes egoístas?’. E eles disseram, ‘não, é porque nós vendemos brinquedos. É difícil vender um brinquedo se o Batman estiver indo lá embaixo em alguém’”.

A Mulher-Gato em cena do seriado animado da personagem Arlequina (Foto: Reprodução)

A revelação resultou em várias piadas nas redes sociais. “Bem, depende do tipo de brinquedo que eles querem vender…”, afirmou uma pessoa. “Por favor, pessoal, vamos começar a desenhar essa cena”, sugeriu outra. “Quem precisa ver o Batman fazendo sexo?”, questionou uma terceira. “Heróis não podem fazer sexo? É por isso que o Batman está sempre bravo…”, escreveu mais alguém.

No ar desde 2019, ‘Harley Quinn’ conta com a atriz Kaley Cuoco dublando a personagem principal. O Batman é dublado pelo ator Diedrich Bader, a Mulher-Gato por Sanaa Lathan, o Comissário Gordon por Christopher Meloni e Lex Luthor por Giancarlo Esposito.

Batman e Mulher-Gato contracenaram no cinema em ‘Batman: O Retorno’ (1992), de Tim Burton, com Michael Keaton e Michele Pfeiffer como seus intérpretes, e depois em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012), com a dupla sendo interpretada por Christian Bale e Anne Hathaway.

Apple TV+: confira o trailer da 2ª temporada de “Central Park”

Novos episódios serão liberados a partir do dia 25 de junho

Atenção, fãs de “Central Park”! A Apple já tinha confirmado há algum tempo que a série animada retornaria para a sua segunda temporada no dia 25 de junho, e agora a empresa liberou o trailer dos novos episódios. Corre aqui para ver!

Na segunda temporada, “Central Park” continuará centrada nas histórias da família Tillerman-Hunter, que gerencia e mora em uma residência no icônico parque novaiorquino. Nos novos episódios, Molly enfrentará os problemas da adolescência, enquanto Cole passará por um momento de extrema vergonha na escola; Paige seguirá sua investigação de um caso de corrupção do prefeito, enquanto Owen tenta equilibrar a administração do parque, seus funcionários e sua família.

Também teremos, claro, os novos planos de Bitsy para tomar o parque para suas próprias mãos, enquanto Helen continua com a expectativa de ser incluída no testamento da sua chefe. Também teremos as intervenções do narrador Birdie, obviamente.

Quase todo o elenco da primeira temporada está de volta, como Josh Gad (“Frozen”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Daveed Diggs (“Hamilton”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Kathryn Hahn (“WandaVision”) e Stanley Tucci (“Um Olhar do Paraíso”). Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”) junta-se ao elenco principal assumindo a voz de Molly no lugar de Kristen Bell — que deixou o papel após uma polêmica de cunho racial e voltará à série com uma nova personagem na terceira temporada.

Loren BouchardJosh Gad e Nora Smith retornam como produtores executivos, roteiristas e criadores da série, que terá seus três primeiros episódios liberados no dia 25/6; os cinco episódios seguintes serão liberados semanalmente a cada sexta-feira, e a segunda metade da segunda temporada estreará no fim do ano com episódios adicionais.

Eric Clapton reclama de ostracismo por discurso negacionista: ‘Meu telefone não toca mais’

Vacinado a contragosto no começo do ano, guitarrista chegou a lançar, em parceria com Van Morrison, música criticando medidas restritivas para conter a pandemia de Covid

Eric Clapton foi vacinado em janeiro com o imunizante da AstraZeneca/Oxford Foto: Divulgação

Adepto a um discurso negacionista e antivacina, Eric Clapton revelou em entrevista a um canal do YouTube que suas opiniões durante a pandemia prejudicaram bastante seus relacionamentos pessoais. Em novembro de 2020, o guitarrista britânico chegou a lançar um single em parceria com Van Morrison com duras críticas às medidas restritivas do governo do Reino Unido, como o lockdown para conter a Covid-19.

“Tentei entrar em contato com outros músicos, mas simplesmente não tenho mais notícias deles. Meu telefone não toca, não recebo mais e-mails, é bastante perceptível”, disse Clapton ao Oracle Films.

O músico revelou também que chegou a cogitar a possibilidade de sair da Inglaterra com sua família e recomeçar a vida em outro país. Vacinado no começo do ano com o imunizante da AstraZeneca/Oxford, ele diz ter um “medo terrível de agulhas”.

Segundo o relato de Clapton, como efeitos colaterais: febre, dificuldade para dormir, e dores nas mãos e nos pés. “A vacina pegou meu sistema imunológico e o sacudiu, me assustou muito”, disse ele na entrevista.

Parte de uma minoria negacionista da classe artística, o guitarrista reclama de ter sido legado ao “ostracismo” e rejeitado até pela própria família. No entanto, mesmo com o avanço da vacinação em solo britânico, a diminuição das medidas restritivas e a queda da curva de casos e óbitos por Covid, Clapton mantém suas convicções controversas.

“Acima de tudo, acredito na liberdade de expressão e movimento. E na vida, no amor, e na gentileza. Eu vi desprezo dos dois lados e fui pego por este fogo cruzado”, argumenta ele.