Veja Angelina Jolie transformando-se em Malévola em menos de um minuto

O vídeo comprime em menos de um minuto um processo de três horas

Angelina Jolie se transforma em Malévola (Foto: Twitter Walt Disney Studios/ Reprodução)

A contagem regressiva para a estreia de Malévola 2: Dona do Mal já começou: o filme entra em cartaz no Brasil em 18.10, mas enquanto isso não acontece, a Walt Disney Studios acaba de divulgar mais um precioso material de bastidores que promete levar os fãs de Angelina Jolie e sua personagem saída das páginas de contos de fadas ao delírio.

Em um vídeo de efeito timelapse (acelerado), é possível acompanhar toda a transformação de Angelina em Malévola em menos de um minuto – quando, na verdade, o processo levava cerca de três horas diárias. Sentada na cadeira de maquiagem, ela é cercada por maquiadores e hairstylists que fazem seu trabalho, enquanto fotos de bastidores detalham o processo de aplicação de próteses no rosto e a colocação dos famosos chifres da personagem.

Angelina Jolie se transforma em Malévola (Foto: Twitter Walt Disney Studios/ Reprodução)
Angelina Jolie se transforma em Malévola (Foto: Twitter Walt Disney Studios/ Reprodução)
Angelina Jolie se transforma em Malévola (Foto: Twitter Walt Disney Studios/ Reprodução)
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Sequência do livro ‘The Handmaid’s Tale’ começará a ser vendida nesta terça-feira, 10

The Testaments’, de Margaret Atwood, retoma universo criado em 1985
Reuters

Cena da série ‘The Handmaid’s Tale’, baseada no livro de Margaret AtwoodFoto: Hulu

LONDRES – Centenas de fãs britânicos e norte-americanos de Margaret Atwood devem fazer fila a partir da meia-noite para serem os primeiros a comprar a sequência de seu romance best-seller distópico The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia) —um dos eventos culturais mais ansiosamente aguardados do ano.

The Testaments já entrou na lista final de um dos prêmios literários mais prestigiosos do mundo mesmo antes de seu lançamento, na terça-feira, em Londres, que deve ser transmitido em 100 cinemas de todo o mundo.

Nele, Margaret retoma a história de 1985 sobre um futuro totalitário no qual mulheres férteis são sujeitadas à servidão sexual para repovoar um mundo às voltas com um desastre ambiental, e que se tornou uma série de televisão popular.

“Publicações deste nível são poucas e espaçadas”, disse Bea Carvalho, compradora de títulos de ficção da rede de livrarias britânica Waterstones, que dará uma festa de lançamento à meia-noite na capital inglesa durante a qual a autora lerá trechos de sua nova obra.

“Este é, de longe, o maior lançamento do ano e um de seus maiores momentos culturais”, disse ela à agência Thomson Reuters Foundation.

Várias outras livrarias do Reino Unido e dos Estados Unidos também abrirão tarde para aqueles que esperam ter um primeiro vislumbre do romance.

A escritora canadense provocou empolgação e especulação ao anunciar, em novembro do ano passado, que estava trabalhando em The Testaments, que se passa 15 anos após o final ambíguo de O Conto da Aia no Estado totalitário fictício de Gilead.

“Tudo que vocês sempre me perguntaram sobre Gilead e seus mecanismos internos é a inspiração deste livro”, explicou.

“A outra inspiração é o mundo em que estamos vivendo.”

A editora montou um esquema de segurança rígido —críticos receberam cópias do livro com título e capa falsos—, mas o sigilo a respeito da trama do livro foi violado quando a Amazon despachou algumas cópias em pré-venda por acidente.

Na semana passada, foi anunciado que ele já é um dos finalistas do Booker Prize. O presidente do júri, Peter Florence, o elogiou por ser “uma novela selvagem e linda que nos fala hoje com convicção e poder.”

‘Estilo é resposta à discriminação’, diz Mahershala Ali

Vencedor de dois Oscars, ator fala sobre cinema, fé, racismo e de ter virado embaixador da marca italiana Zegna
Maria Rita Alonso / NOVA YORK, O Estado de S.Paulo

Estilo. O ator, vestido pela grife Zegna Foto: Ermenegildo Zegna

O hotel Greenwich, idealizado pelo ator Robert De Niro, em Nova York, é de uma elegância distinta, com sofás de couro, tapetes iranianos e prateleiras repletas de clássicos da contracultura. Foi ali que o ator Mahershala Ali recebeu o Estado, na semana passada, vestindo blazer de alfaiataria verde garrafa com uma camiseta da mesma cor em um tom mais claro, totalmente em harmonia com a sofisticação cool do ambiente.

Vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante por Moonlight, em 2017, e Green Book, 2019, Ali vive o auge da carreira aos 45 anos, aclamado pela crítica e com grandes oportunidades ao seu dispor. Virou também um ícone de estilo, sempre nas listas dos mais bem-vestidos representando a Ermenegildo Zegna, a marca masculina mais chique da Itália. 

Com porte majestoso e o semblante doce, Ali encarna o cavalheiro de uma nova era, na qual a masculinidade tem a ver com sensibilidade, equilíbrio e fé. Criado pela mãe cabeleireira, em Oakland, na Califórnia, o ator era um dos poucos afro-americanos no colégio. Ótimo jogador de basquete, adorava as disciplinas de Humanas, escrevia poesia e acabou tomando gosto pelo teatro. Antes de estourar em Moonlight, precisou abrir mão do papel de sucesso em House of Cards para seguir seu coração. “Busco me sentir completo holisticamente.”

Mahershala Ali é um homem grande, musculoso, naturalmente elegante, que aprendeu a se vestir bem desde pequeno. “Isso faz parte da cultura negra”, diz ele, em entrevista ao Estado. “Sempre fui consciente de como ser negro é algo que fala por mim antes mesmo de eu abrir a boca.”

Como define os novos códigos de masculinidade? Que tipo de homem é você?
Estou preocupado com movimento, crescimento e expansão. Permanecer em um só lugar, nos torna estagnados, não nos ajuda a evoluir. Quero evoluir. Tenho orgulho de ser aberto, consciente e disposto a ouvir e aprender.

Depois de vencer o segundo Oscar, esse é um momento muito excitante para você. De que forma Moonlight e Green Book mudaram a sua vida?
Todos procuramos nos sentir mais completos. Estou buscando me sentir completo holisticamente, em todos os aspectos da minha vida, e a atuação é um deles. Esses trabalhos me abriram novas oportunidades e acessos, e não digo isso só em termos financeiros. Com eles, atingi um nível profundo de satisfação com relação ao que gostaria de dizer como artista.

Acredita que o cinema e a moda podem ajudar a formar sociedades menos desiguais?
Não há muito espaço na moda para pessoas como eu. Então, ver um homem afro-americano como embaixador de uma marca de moda italiana, por exemplo, gera um impacto positivo. Não acho que alguém racista vai mudar sua mentalidade do dia para noite por me ver numa campanha, mas o fato disso não ocorrer antigamente e agora virar uma realidade gera um momento de pausa para que as pessoas reflitam sobre questões raciais. No cinema, diferentes contribuições também devem aparecer e outras histórias precisam surgir. É necessário esforço cultural para possibilitar a comunicação em diferentes comunidades, nas quais a opressão atinge certas pessoas. Narrativas sobre gays, mulheres negras, transgêneros, ajudam a gerar um impacto saudável em nossas relações.

O que mudou nos últimos anos nos Estados Unidos em relação ao preconceito racial?
Não acho que as mudanças ocorreram exclusividade nos EUA. Esse movimento é global, estamos criando novas narrativas que podem ajudar a conscientizar as pessoas. Quando nos tornamos conscientes de algo não saudável, de um comportamento tóxico, podemos fazer mudanças e agir mais corretamente. Acho que as facilidades de conexão entre as pessoas hoje estão abrindo caminhos para o convívio entre diferentes raças e culturas. Mas é preciso continuar passando a mensagem. Estamos apenas no começo.

O que o seu estilo diz sobre você? Em quem se inspira?
Meu pai me impactou nesse sentido, o estilo dele era extraordinariamente cool e ele estava sempre me fazendo ter noção do que escolher para usar em Nova York ou na Califórnia. Minha mãe era cabeleireira e eu, que sempre fui introvertido, sentia que meu estilo podia falar por mim. Uma das primeiras coisas que aprendi foi combinar roupas, cores, texturas. Isso fez parte da minha educação e acho que faz parte da cultura negra também, já que a gente não tem chance de conseguir um trabalho ou algo assim se não estiver bem vestido. Não digo que isso é algo positivo. Mas ter estilo é uma reação, uma resposta à discriminação que vivemos como negros. Sempre fui consciente de como ser negro é algo que fala por mim antes mesmo de eu abrir a boca.

Como você se sente sempre na lista dos mais bem-vestidos e como embaixador da Zegna?
Eu me sinto humildemente inspirado. No fim do dia, todos nós vestimos uma expressão, um reflexo direto da nossa personalidade. E me sinto grato pelos relacionamentos que criei também com pessoas incríveis da moda, como as que trabalham na Zegna.

Hoje, a televisão e as plataformas de streaming dominam a cena. Os meios e plataformas importam para você?
Para mim, não importa qual seja a plataforma, desde que nós possamos aprender com histórias, estilos de vida e nos conectar com a condição humana. Se a história é produtiva, nós podemos tirar algo daquilo na tela, em qualquer que seja o formato. Busco apenas ter certeza de que minha contribuição importa e causa um impacto positivo nas pessoas.

O que leva em conta ao escolher seus papéis?
Costumo olhar para atores que admiro, como Daniel Day Lewis, e entender como conseguem se transformar a cada interpretação. Se você tem a ousadia de estar nesse meio, precisa aprender a se ver no lugar de outra pessoa e esquecer quem você é. Tenho isso em vista, quando escolho um papel.

Está animado em protagonizar Blade, o caçador de vampiros?
É meu primeiro trabalho com a Marvel, nunca havia tido a oportunidade de fazer um filme de ação. Na verdade, fiz alguns trabalhos do tipo, mas meus personagens sempre morriam antes da verdadeira ação começar (risos), então não quero morrer dessa vez!

Outros projetos em andamento?
Quero partir para a produção. Na verdade, já estou produzindo um trabalho para a HBO, e estou bem animado.

A que você diz não?
Ao que é improdutivo. Seja um trabalho ou uma conversa. Se não é produtivo, não faz sentido. / COLABOROU LAYS TAVARES

Atores de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ pedem animação do seriado após desenho de brasileiro

Terry Crews e Tequan Richmond compartilharam o trabalho de Rafael Gandine em suas redes sociais

Rafael Gandine elaborou projeto em que os personagens de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ são parte de uma animação. Foto: Instagram/@rafaelgandine

Todo Mundo Odeia o Chris foi — e talvez continue sendo — um seriado de sucesso no Brasil, principalmente devido ao período em que era exibido pela Record TV. Agora, dez anos após o fim da produção, alguns atores da trama estão pedindo uma série animada depois de descobrirem um trabalho feito por um ilustrador brasileiro.

No ano passado, Rafael Gandine publicou em seu perfil no Instagram o resultado de um projeto no qual usou os personagens de Todo Mundo Odeia o Chris para elaborar uma versão animada.

Embora as imagens tenham sido publicadas em 11 de outubro de 2018, foi só neste fim de semana que o trabalho repercutiu após o ator Terry Crews, que interpretou Julius no seriado, compartilhar a obra de Gandine na rede social.

“Que grande ideia! Por favor, façam o desenho animado de Todo Mundo Odeia o Chris“, escreveu Crews na legenda, na qual marcou o próprio Gandine, outros atores do núcleo principal do seriado e Chris Rock, criador da produção televisiva.

O ator Tequan Richmond, que fez o papel de Drew, também se empolgou com o desenho criado por Gandine. Na foto compartilhada por Crews, ele perguntou: “Podemos fazer isso acontecer?”. O intérprete de Julius respondeu: “Tenho certeza de que podemos fazer isso!”

Richmond também publicou a foto no seu perfil no Instagram e disse: “Sim, pessoal, vamos fazer isso! A série animada de Todo Mundo Odeia o Chris“. A atriz Imani Hakim, que atuava no papel de Tonya, replicou a publicação de Richmond em seus stories da rede social.

Ao saber que o elenco estava compartilhando sua arte e pedindo uma animação, Rafael Gandine ficou empolgado também. “Mano do céu! O negócio está ficando sério. Torçam aí. Imagina isso virando uma animação”, escreveu ele em sua rede social.

Madonna proíbe fãs de filmar e fotografar em sua nova turnê

‘Madame X’ começa em setembro e quem for visto com celular durante os shows será expulso do local

Madonna em cenas do clipe God Control (Foto: Reprodução)

Madonna surpreendeu os fãs ao disparar um e-mail proibindo o uso de celulares nos shows da turnê de seu décimo quarto álbum de estúdio, Madame X.

A turnê começa dia 17 deste mês, em Nova York, e a rainha do pop decidiu avisar aqueles que vão comparecer a seus shows sobre algumas restrições.

“Esse evento será uma experiência livre de celulares. O uso de celulares, smartwatches, acessórios smart, câmeras ou dispositivos de filmagem não serão permitidos na área de performance”, diz o e-mail.

Como todos os ingressos serão enviados como mobile tickets, o e-mail informa que você deve memorizar seu assento, pois depois que o ingresso for verificado todos os celulares e dispositivos serão guardados em sacos especiais.

Todas as pessoas ficarão com seus celulares, no entanto eles ficarão selados até o fim do show. Terão áreas específicas onde será permitido o uso do aparelho, mas dentro do teatro não existe a possibilidade de acessar o dispositivo.

Comunicado oficial de Madonna sobre a turnê de ‘Madame X’ (Foto: Reprodução)

“Qualquer pessoa vista usando um celular durante a performance será acompanhada para fora do local. Nós apreciamos sua cooperação para criar uma experiência sem celulares”, finaliza o e-mail.

A turnê tinha início previsto para dia 12 de setembro, mas foi adiada para dia 17 devido a “elementos de uma produção altamente especializada terem atrasado”, conforme consta em um comunicado emitido no site oficial da artista.

O site também publicou um comunicado oficial de Madonna, com as próprias palavras, dizendo que a personagem criada por ela para a turnê é “perfeccionista”.

Madame X é perfeccionista e quer oferecer a experiência mais única, mágica e musical. Ela subestimou a quantidade de tempo que levaria para trazer esse tipo de experiência teatral intimista e quer que ela seja perfeita! Obrigado pela compreensão de vocês”, explicou.

Novo trailer de Doutor Sono revisita o Hotel Overlook, de O Iluminado

Filme de Mike Flannagan continuará a obra de Stanley Kubrick
ARTHUR ELOI

Doutor Sono, adaptação da obra de Stephen King que continua O Iluminado, teve um novo trailer divulgado que mostra Danny Torrance – agora vivido por Ewan McGregor, de Star Wars – retornando ao Hotel Overlook, cenário do clássico de 1968 dirigido por Stanley Kubrick. Veja acima.

Anteriormente, o diretor Mike Flanagan, de A Maldição da Residência Hillafirmou que a produção será uma continuação tanto do livro de King, quanto do filme de 1980, que tem uma história um pouco diferente.

Doutor Sono acompanha Danny Torrance já adulto, que continua traumatizado pelos acontecimentos no Overlook Hotel. Ewan McGregor vive a versão adulta do protagonista, filho do assassino Jack Torrance (Jack Nicholson) que no clássico de Stanley Kubrick foi interpretado pelo garoto Danny LloydRebecca Ferguson é Rose, a Cartola; Carl Lumbly, das séries Alias Supergirl, é Dick Halloran e Alex Essoe é Wendy Torrance.

O lançamento de Doutor Sono no Brasil está marcado para 7 de novembro.

Kristen Stewart fala que faria super-herói gay e elogia Pattinson por papel de Batman

Atriz disse estar muito feliz por ex-namorado: ‘Único cara que poderia fazer papel’

Kristen Stewart comparece à exibição especial de “Seberg” durante o Festival Internacional de Cinema de Toronto 2019 – Valerie Macon/AFP

Kristen Stewart, 29, disse, durante o Festival Internacional de Cinema de Toronto, que se tivesse que escolher um super-herói para interpretar seria um herói gay. 

A história começou quando a artista contou à Harper’s Bazaar que sempre foi incentivada a não andar de mãos dadas com sua namorada: “Disseram-me: ‘Se você quiser fazer um favor a si mesma, não saia segurando a mão de sua namorada em público, você pode conseguir um [papel num] filme da Marvel’. Essa conversa sempre existiu. Eu sempre a rejeitei radicalmente”.

Então, quando questionada sobre qual papel no universo dos super-heróis gostaria de interpretar, Stewart já sabia a resposta. A atriz, que namora a modelo Stella Maxwell, 29, completou: “Tenho certeza que eles [A Marvel] adorariam contratar os jovens gays para serem super-heróis”. 

Ainda no Festival, em entrevista para a Variety, Stewart comentou sobre o Batman, interpretado pelo ex-namorado e parceiro de interpretação na saga “Crepúsculo”, Robert Pattinson. 

“Acho que ele é o único cara que poderia fazer o papel. Estou muito feliz por ele. É uma loucura!”, disse a atriz, animada. 

Stewert compareceu ao Festival para promover “Seberg”, último filme que gravou, em que ela interpreta Jean Seberg. Famosa por atuar no aclamado “Acossado”, de Jean-Luc Godard, a personagem principal sofre com a perseguição dos paparazzi, o que é retratado no longa.

“Não precisei me esforçar para fingir. Eu sei muito bem como é esse sentimento”, declarou a atriz, que está nos holofotes desde que viveu Bella Swan no primeiro filme da saga “Crepúsculo”.