Morbius é adiado para janeiro de 2022

Longa com Jared Leto estava previsto para outubro

Morbius, filme do vilão do Homem-Aranha estrelado por Jared Leto, foi adiado mais uma vez. Anteriormente marcado para 8 de outubro, agora o filme tem previsão de estreia para 21 de janeiro de 2022. 

Esta não é a primeira vez que a Sony Pictures empurra o derivado para frente. Inicialmente, Morbius tinha lançamento esperado para julho de 2020, antes de ser empurrado para março deste ano, e depois para outubro. 

Criado por Roy Thomas e Gil Kane na edição 101 de The Amazing Spider-Man, em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel que tentava descobrir a cura para uma doença sanguínea. Durante um dos seus experimentos, ele se transformou em um vampiro.

O filme estrelado por Leto deve fazer parte do universo iniciado por Venom e será dirigido por Daniel Espinosa (Protegendo o Inimigo). Burk Sharpless e Matt Sazama assinam o roteiro.

Fate: A Saga Winx | Adaptação da Netflix tem tom mais sombrio que desenho

Com personagens cativantes, nova série é completamente diferente do desenho e traz mais maturidade e personagens reais
MILENA ENEVOADA

Fate: A Saga Winx acabou de chegar à Netflix, depois de muita expectativa dos fãs do desenho animado Clube das Winx, exibido no Brasil nos anos 2000 pelo SBT. E, mesmo antes da estreia, a série teve muitas polêmicas por conta da ambientação mais sombria e do embranquecimento das personagens Musa e Terra. 

Aqui, assim como no desenho, as personagens também frequentam uma escola de fadas, mas em um contexto diferente. A série começa com Bloom (Abigail Cowen) chegando a Alfea com o objetivo de controlar a magia do fogo depois de um evento quase catastrófico. Seus pais não sabem que ela foi para uma escola, eles acreditam que ela está em um internato para tirar um tempo depois de tudo o que aconteceu. Diferente da personagem do desenho, Bloom não tem um relacionamento bom com os pais, o que é interessante para o desenvolvimento da personagem, e também como motivação para seu bloqueio em invocar magia e controlá-la. 

O que é bem perceptível também é que cada personagem carrega uma carga emocional e tem seus problemas internos, que vão ser explorados no decorrer dos episódios. Por mais que Stella (Hannah van der Westhuysen) seja aquela personagem que o público ama e odeia ao mesmo tempo, dá para perceber que ela carrega alguns segredos. Musa (Elisha Applebaum) é a fada das emoções e, por mais que ela tente ser reclusa, acaba se entregando demais para as pessoas (quem nunca?). Terra (Eliot Salt) é uma das personagens mais incríveis e importantes da série. Ela é prima da Flora do desenho – o que é bem interessante – e é uma personagem gorda que foge de estereótipos. Por mais que seja amiga e tenha uma personalidade doce, não é a personagem que vai servir para ser o alívio cômico ou ficar calada quando ouve comentários gordofóbicos – já deu para perceber o incômodo e o posicionamento da personagem quanto a esse tipo de situação. 

No primeiro episódio, Aisha (Precious Mustapha) é a personagem menos explorada, mas já dá para perceber que ela vai ser uma das mais próximas a Bloom. No decorrer da série, é de se esperar que Aisha tenha a devida atenção e desenvolvimento, e não sirva apenas para ser a amiga preta que tapa buraco, sustentando estereótipos racistas, como se ela não merecesse a sua própria história.

Mesmo as personagens sendo cativantes, o embranquecimento de Musa (originalmente asiática) é imperdoável e é questionável se seria mesmo necessário substituir Flora (uma personagem latina) por Terra e dar a ela uma importância secundária. Lembrando que isso não é culpa das atrizes, e sim da produção da série. 

Por mais que a série seja completamente diferente do desenho, ela tem um tom nostálgico ao apresentar os especialistas, citar o outro mundo, mostrar o dormitório das personagens principais e como elas se relacionam, e até mesmo os primeiros momentos em que a magia aparece. 

A dinâmica da série é ótima e é de se esperar que tenha um bom desenvolvimento por conta dos problemas joviais, mistérios e muita ação.

Fate: A Saga Winx já está disponível na Netflix, com seis episódios compondo a primeira temporada.

Morre a atriz Nathalie Delon, ex-mulher de Alain Delon

A atriz atuou ao lado de seu marido em ‘O Samurai’ de Jean-Pierre Melville, e também em 30 filmes, em papéis secundários, até o início dos anos 1980, depois passou para atrás das câmeras como cineasta
Agências, AFP

A atriz francesa Nathalie Delon, em foto de  4 de agosto de 1969. Ela morreu nesta quinta-feira, aos 79 anos, em Paris. Foto: AFP

PARIS, FRANÇA – A atriz, francesa Nathalie Delon, que foi mulher da estrela francesa Alain Delon, morreu nesta quinta-feira, 21, em Paris, aos 79 anos, disse seu filho, Anthony Delon à AFP.

“Minha mãe morreu nesta manhã às 11h, em Paris, cercada de seus familiares. Morreu de um câncer muito rápido”, declarou.

“Estou muito triste. Me faz muito mal quando se vão aqueles que amamos”, disse Alain Delon à AFP. “Nathalie foi minha primeira e única senhora Delon”, afirmou.

A atriz atuou ao lado de seu marido em O Samurai de Jean-Pierre Melville. Atuou também em 30 filmes, em papéis secundários, até o início dos anos 1980 e depois passou para atrás das câmeras como cineasta.

Dirigiu Chama Isso Um Acidente (1982) e Sweet LiesDoces Mentiras em português (1986), com Treat Williams, entre outros. Publicou suas memórias em 2006.

De origem espanhola, nasceu como Francine Canovas em 1º de agosto de 1941 em Oujda, no Marrocos, na época, um território ultramarino francês. Chegou a Paris em 1962 após separar-se de seu primeiro marido, Guy Barthélémy, com quem teve uma filha.

A jovem de olhos verdes tinha 21 anos quando conheceu Alain Delon em uma discoteca parisiense, seu futuro marido era noivo de Romy Schneider. Então, se deu início a uma paixão proibida até que Delon deixou Romu para se casar com ela em agosto de 1964, em segredo.

Nathalie e Alain Delon
O ator francês Alain Delon beija sua esposa Nathalie em Paris, em 25 de agosto de 1967. Nathalie Delon morreu aos 79 anos em 21 de janeiro de 2021. Foto: AFP

O casal viajou no barco France em lua de mel e construiu a vida em Los Angeles, onde um mês depois nasceria seu filho, Anthony.

O fantasma de Romy Schneider cercava sua relação. “Alain não me falava dela, mas eu a via em algumas ocasiões com um semblante de tristeza no olhar”, afirmou muito tempo depois. 

Depois, sua relação se deteriorou na mansão em que viviam, em Hollywood, depois que Nathalie não conseguia conviver com as rápidas conquistas de seu marido. Se divorciaram em fevereiro de 1969. Posteriormente, Alain Delon iniciou um relacionamento com a atriz Mireille Darc. 

Mas “nos víamos com frequência. Fazia parte da sua vida e ela da minha. Estivemos juntos no Natal. Tiramos fotos, as últimas”, disse Alain Delon nesta quinta-feira à AFP.

Bridgerton terá segunda temporada em breve, anuncia Netflix

Produção será retomada ainda no primeiro semestre

Regé-Jean Page e Phoebe Dynevor como Simon e Daphne, protagonistas de ‘Bridgerton’
Imagem: LIAM DANIEL/NETFLIX

Netflix anunciou hoje (21) que Bridgerton ganhará uma 2ª temporada em breve. A novidade foi divulgada com um vídeo, que pode ser conferido acima, e a plataforma já revelou que a produção do novo ano começará ainda no primeiro semestre de 2021. 

“O elenco incomparável de Bridgerton irá retomar a produção no primeiro semestre de 2021. Esta autora foi informada por fonte confiável que Lorde Anthony Bridgerton pretende dominar a temporada social”, escreveu a plataforma em um comunicado oficial. 

Baseado na série de livros da autora Julia QuinnBridgerton conta a história de uma família aristocrata inglesa que se vê envolvida em uma rede de luxúria e traições. No elenco estão nomes como Jullie AndrewsAdjoa AndohRuby BarkerJonathan BaileyJason Barnett Sabrina Bartlett

A primeira temporada já está disponível na Netflix.

Em ‘Lupin’, Omar Sy interpreta um ladrão moderno, inspirado no charmoso personagem criado em 1905

Na série da Netflix, ator interpreta o afável Assane Diop, que idolatra o ladrão literário Arsène Lupin
Elisabeth Vincentelli, The New York Times

Omar Sy não interpreta Lupin, mas um afável parisiense chamado Assane Diop, filho de um imigrante senegalês que idolatra o ladrão fictício

Em 2011, uma participação estrelada no sucesso francês Intocáveis levou Omar Sy a um prêmio César de melhor ator e uma carreira em Hollywood, com papéis em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e Jurassic World.

Esse sucesso fez de Sy – que nasceu nos arredores de Paris de pais imigrantes da África Ocidental – o tipo de estrela a quem uma produtora poderosa como a Gaumont pergunta quais são os papéis de seus sonhos.

“Se eu fosse britânico, teria dito James Bond, mas, como sou francês, disse Lupin”, disse Sy em uma chamada de vídeo recente, em francês, de sua casa em Los Angeles. “Ele é brincalhão, ele é esperto, ele rouba, ele está sempre rodeado de mulheres. Além disso, é um personagem que interpreta personagens. Para um ator, é o melhor”.

Alguns anos depois dessa conversa com a Gaumont, estreou na Netflix uma temporada com cinco episódios da nova série francesa de Sy, Lupin. Menos de uma semana depois, a série, uma correria estilosa ambientada no coração de Paris, virou o segundo título mais popular do serviço de streaming nos EUA, a primeira vez que uma série francesa estreou no Top 10, de acordo com a Netflix. Uma segunda temporada já foi filmada e está prevista para chegar ainda este ano.

Mas há uma reviravolta na história: Arsène Lupin não é um personagem da série que leva seu nome – pelo menos não um personagem de carne e osso. Mas agora muitos leitores devem estar se perguntando: “Espera aí, Lup-quem?”.

Criada pelo escritor francês Maurice Leblanc em 1905, Arsène Lupin é um nobre integrante da gangue de bandidos encantadores conhecidos como ladrões cavalheiros. Assim como Thomas Crown, Danny Ocean, Simon Templar e (para incluir uma dama) Selina Kyle, Lupin é elegante e eficiente. Ele prefere disfarce e persuasão à violência e é tão arrojado que suas vítimas quase lhe agradecem a honra de serem roubadas.

Herói de muitos contos e romances, Lupin foi visto pela primeira vez como a resposta francesa a um certo detetive britânico; Leblanc chegou a atrevidamente escrever histórias crossover não autorizadas estrelando um tal de Herlock Sholmès. Só a França produziu vários filmes e adaptações para a TV sobre o ladrão. Uma geração inteira ainda canta a música tema da série que foi veiculada em 1971-74. Em 2004, surgiu um filme estrelado por Romain Duris.

Sy, 42 anos, não interpreta Lupin, mas um afável parisiense chamado Assane Diop, filho de um imigrante senegalês que idolatra o ladrão fictício. Sy, que também é creditado como produtor artístico, admitiu que, na primeira vez em que propôs um projeto baseado em Lupin, ele estava mais familiarizado com a reputação do personagem.

“Honestamente, era só uma coisa que você conhece, era parte da cultura”, disse ele. “Depois liguei os pontos entre os livros, os programas de TV que via quando era criança e alguns mangás. Fiquei totalmente viciado em Lupin”.

George Kay (Criminal), criador e showrunner britânico da série, disse num vídeo chat que, quando foi chamado, estava mais familiarizado com outras criações da cultura pop da virada do século 20, como Sherlock Holmes, Scarlet Pimpernel ou A.J. Raffles.

“Mas quando me disseram que a Netflix queria fazer a série com o Omar Sy, que ele estava no projeto, a combinação dessas duas coisas deixou tudo muito interessante para mim”, disse Kay. “Porque eu amo muitas coisas do Lupin: os truques, as trapaças”.

O cineasta francês Louis Leterrier (Carga ExplosivaO Cristal Encantado: A Era da Resistência), que dirigiu os três primeiros episódios de Lupin, foi um dos primeiros membros da equipe criativa, antes de a ideia ser levada à Netflix. (A série foi produzida pela Gaumont para a Netflix). Ele disse que demorou um pouco para definir um conceito.

“Nosso primeiro passo era descobrir para onde queríamos ir”, disse Leterrier numa chamada de vídeo. “Omar vai de fato interpretar Lupin? É contemporâneo ou clássico?”.

Em suas trapaças, o personagem Assane Diop (Omar Sy) se utiliza de inúmeros disfarces, como no roubo de colar no Museu do Louvre.  Foto: Emmanuel Guimier/Netflix

No final das contas, “George Kay veio com uma ideia que todos adoramos”, acrescentou. “Queríamos ver Omar em toda a sua humanidade e experiência com o mito, em vez de simplesmente chamá-lo de Arsène Lupin e fazer uma coisa que já tinha sido feita”.

Quando encontramos o Assane de Sy, ele está obcecado em vingar seu pai viúvo (Fargass Assandé), que morreu 25 anos antes. O velho Diop, que trabalhara duro para dar ao filho as ferramentas de que ele precisava para ter sucesso na sociedade francesa (começando pela importância de conhecer bem a gramática), suicidou-se na prisão após ser acusado de roubo, deixando órfão o jovem Assane. O bem mais precioso de Assane se tornou um livro de Lupin que seu pai lhe dera de presente – um presente que moldaria sua vida inteira. (A série tem o subtítulo À sombra de Arsène).

Assim como o larápio de Leblanc, o Assane adulto rouba e se livra de confusões graças a seu bico doce e seu talento para mudar de figura. Mas não espere nenhuma máscara hiper-realista de látex à la Missão: Impossível – Assane é decididamente avesso à tecnologia, algo condizente com a tendência da série, deliberadamente antiquada.

“Lupin era um observador atento da sociedade e queríamos que Assane fosse igual”, disse Sy. “Ele não precisa de muito para se disfarçar: ele se mistura ao tipo de pessoa que não chama atenção e desaparece”.

Quando Assane sai para roubar um colar fortemente guardado no Louvre, por exemplo, ele alterna entre se disfarçar de zelador e se passar por um rico amante da arte que vai a um leilão. No primeiro caso, ele se torna invisível, um homem negro entre tantos outros; no segundo, ele explora o fato de se destacar num mar de rostos brancos, ressaltando seus traços.

“Gostei muito do aspecto ‘ladrão cavalheiro’, mas queria subvertê-lo e lhe dar um ângulo social”, disse Leterrier. “Achei interessante a ideia de um homem negro de um metro e noventa de altura se esgueirando tanto na alta sociedade quanto no submundo”.

Kay aproveitou a oportunidade para soltar algumas declarações de passagem. “É muito importante ter um protagonista franco-africano”, disse ele. “Os alvos do personagem são o establishment francês, e estamos encenando esses dramas nos cenários parisienses mais clássicos”.

Na verdade, Assane está muito ciente de como a sociedade francesa tradicional o enxerga e costuma usar esses preconceitos para enganar suas vítimas. A série também tenta passar uma mensagem astuta para ter os fãs mais dedicados dos livros Lupin de ascendência africana e norte-africana, ou birracial.

Para Sy, “a ideia é dar uma nova cara ao que significa ser francês hoje”, disse ele. “O arquétipo mudou”.

TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

Fate: A Saga Winx | Novo trailer aquece para a chegada de uma guerra

Série será lançada na próxima sexta-feira, dia 22, na Netflix
JULIA SABBAGA

Fate: A Saga Winx, série live-action inspirada na animação O Clube das Winx, teve o seu trailer final divulgado hoje (19) pela Netflix. Na prévia, que pode ser conferida acima, uma guerra está se aproximando no horizonte. 

A produção acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em lugar chamado nada mais nada menos que Outro Mundo. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam a existência delas mesmas. 

O elenco é formado por Abigail Cowen como Bloom (O Mundo Sombrio de Sabrina, Os Fosters),  Hannah van der Westhuysen como Stella (Grantchester), Precious Mustapha como Aisha (Endeavour), Eliot Salt como Terra (Normal People), Elisha Applebaum como Musa (Undercover Hooligan), Sadie Soverall como Beatrix (Rose Interpreta Julie), Freddie Thorp como Riven (A Descoberta das Bruxas, Safe), Danny Griffin como Sky (So Awkward), Theo Graham como Dane (Hollyoaks) e Jacob Dudman como Sam (Não Fale com Estranhos). 

Do criador Brian Young (The Vampires Diaries), Fate: A Saga Winx é inspirada no desenho animado italiano O Clube das Winx, criado por Iginio Straffi.

O seriado terá 6 episódios e estreia em 22 de janeiro de 2021.

‘Sky Rojo’: Nova série dos criadores de ‘La Casa de Papel’ ganha teaser e data de estreia

Por Nefferson Taveira

Netflix divulgou o primeiro teaser da série ‘Sky Rojo‘, nova série de Álex Pina e Esther Martínez Lobato, criadores do sucesso ‘La Casa de Papel‘.

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de março.

A trama seguirá três prostitutas – uma canadense, uma argentina e espanhola – tentando fugir do seu cafetão enquanto cometem uma série de crimes. Logo, elas embarcam em uma frenética jornada e só poderão contar umas com as outras e terão que fortalecer suas amizades para enfrentar diversos perigos.

‘Expresso do Amanhã’ é renovada para a 3ª temporada

TNT renovou oficialmente a série ‘Expresso do Amanhã‘ (Snowpiercer) para 3ª temporada. Por Nefferson Taveira

Vale lembrar que a segunda temporada irá estrear no catálogo brasileiro da Netflix no dia 26 de janeiro, um dia após a estreia nos EUA.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer ConnellyDaveed DiggsMickey SumnerSusan ParkKatie McGuinnessAnnalise BassoSheila Vand e Sam Otto.

Bilheteria EUA: O Atirador, Mulher-Maravilha 1984, Os Croods 2: Uma Nova Era, News Of The World, Monster Hunter

O Atirador, novo filme de ação protagonizado por Liam Neeson, desbancou a liderança de Mulher-Maravilha 1984 nas bilheterias dos EUA. Em sua semana de estreia, o longa arrecadou US$ 3,2 milhões de acordo com a Comscore. 

O Atirador: Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias nos EUA

A sequência de Mulher-Maravilha, por sua vez, arrecadou mais US$ 2,6 milhões durante o fim de semana, totalizando uma arrecadação de US$ 35,8 milhões desde sua estreia nos EUA, há quatro semanas. No país, assim como em outros territórios que tem HBO Max, o filme estreou simultaneamente com a disponibilização em streaming. 

Sua posição na lista de bilheterias do país está acima de Os Croods 2: Uma Nova Eraque arrecadou mais US$ 2 milhões e tem um total de US$ 39,2 milhões. Croods está em cartaz há oito semanas. Completando o top 5 da bilheteria americana estão News Of The World, com Tom Hanks, e Monster Hunter, baseado no fenômeno homônimo dos games.

A Comscore informa ainda que 37% dos cinemas dos EUA estão abertos. 

Dirigido por Robert Lorenz, frequente colaborador de Clint EastwoodO Atirador traz Neeson como Jim, um guarda da fronteira do Arizona que ajuda um garoto mexicano em sua fuga de assassinos de um cartel. 

A estreia de O Atirador no Brasil está marcada para 18 de fevereiro.