Heathers | Remake para TV é oficializado

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O remake para a TV de Atração Mortal (Heathers, 1988) foi oficializado pelo canal TV Land. A adaptação é do roteirista Jason Micallef (Butter: Deslizando na Trapaça), que escreveu o roteiro do piloto e será o produtor principal do programa. Leslye Headland (Dormindo Com as Outras Pessoas) assina a direção e a produção-executiva do piloto.

O original era uma comédia sombria com direção de Michael Lehmann, protagonizada por Winona Ryder e Christian Slater. A história mostrava Veronica (Ryder) e uma panelinha de meninas malvadas e populares do colegial – todas de nome Heather. Depois de conhecer J.D. (Slater), garoto novo no colégio, Veronica começa a se rebelar e as Heathers passam a morrer “acidentalmente”, assassinadas por Veronica e J.D., que disfarçam as mortes de suicídio. Como era de se esperar, as coisas logo começam a fugir do controle.

A nova versão é estrelada por Grace Victoria Cox, que precisa lidar com um novo grupo de Heathers. O elenco também conta com James ScullyMelanie FieldBrendan Scannell e Jasmine Mathews. Shannen Doherty, que integrava o elenco do filme original, fará uma participação na série.
Ainda não há uma data definida para a estreia.  [Natália Bridi]

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Bilheteria EUA: Estrelas Além do Tempo, La La Land, Sing, Rogue One – Uma História Star Wars, The Bye Bye Man

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Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures) manteve a primeira posição conquistada na semana passada, quando desbancou Rogue One – Uma História Star Wars. Foram mais US$ 20,4 milhões arrecadados no fim de semana prolongado pelo feriado em honra de Martin Luther King Jr., chegando a um total de US$ 54,83 milhões somados em quatro semanas em cartaz.

O longa adapta o livro Hidden Figures: The Story of the African-American Women Who Helped Win the Space Race e conta a história de Katherine Johnson (Taraji P. Henson), uma matemática que, junto com suas amigas, foram o cérebro por trás de uma das maiores operações dos EUA – o lançamento do astronauta John Glenn em órbita e seu retorno em segurança. Octavia Spencer e Janelle Monáe completam o elenco principal, que tem ainda Kirsten DunstKevin Costner e Jim Parsons.

O lançamento no Brasil é previsto para 02 de fevereiro de 2017.

Impulsionado pela temporada de prêmios, La La Land – Cantando Estações subiu para a segunda posição arrecadando US$ 14,5 milhões e chegando a um total de US$ 74 milhões nas bilheterias.

O longa explora uma versão contemporânea do sonho de fazer sucesso em Los Angeles. Focando no romance entre uma aspirante à atriz (Emma Stone) e um pianista (Ryan Gosling), a ideia é passar uma noção mais real de quem são as pessoas que vão à cidade para tentar dar certo no showbusiness. J.K. Simmons, Jessica Rothe, Sonoya Mizuno e Callie Hernandez completam o elenco. Damien Chazelle,de Whiplash: Em Busca da Perfeição, é o diretor. O lançamento está previsto no Brasil para 19 de janeiro.

Na terceira posição ficou Sing – Quem Canta Seus Males Espanta, que arrecadou mais US$ 13,81 milhões e já passa de US$ 233 milhões na bilheteria dos EUA. Sing já está em cartaz no Brasil.

Rogue One – Uma História Star Wars também ficou na quarta posição com US$ 13,75 milhões arrecadados. O longa já soma US$ 498 milhões na bilheteria doméstica, sendo a maior arrecadação nos EUA em 2016. Mundialmente, o longa deve bater a marca do 1 bilhão nesse fim de semana.

O filme se passa pouco antes do Episódio IV – Uma Nova Esperança e conta a história de um grupo de Rebeldes que parte em missão para roubar os planos da Estrela da Morte. Felicity Jones (Jyn Erso), Diego Luna (Capitão Cassian Andor), Donnie Yen (Chirrut Imwe), Jiang Wen (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bohdi Rook), Alan Tudyk (K 2SO), Ben Mendelsohn (Diretor Orson Krennic) e Forest Whitaker (Saw Gerrera) também estão no elenco, entre outros. Gareth Edwards (Godzilla) é o diretor. Rogue One já está em cartaz no Brasil.

Única estreia da semana no TOP 5, o terror The Bye Bye Man ficou com a quinta posição. O filme somou US$ 13,37 milhões para um orçamento de US$ 7,4 milhões. O longa ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Disney nega intenção de digitalizar imagem de Carrie Fisher para Star Wars

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A Walt Disney Company negou a intenção de comprar os direitos de imagem digital da atriz Carrie Fisher, que morreu em dezembro, de modo a utilizar novamente a personagem Princesa Leia nos próximos filmes da saga “Star Wars”, informou nesta sexta-feira (13) o jornal britânico The Guardian.

A atriz, que chegou a finalizar as gravações como Leia para o próximo filme da franquia, “Star Wars: Episódio 8”, com estreia prevista para dezembro, também deveria ter uma presença de destaque no “Episódio 9”, agendado para 2019.

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Na Irlanda do Norte, Homem passa por mural em homenagem a Princessa Leia de Star Wars, interpretada por Carrie Fisher


Segundo o Guardian, que cita fontes da indústria cinematográfica, a Disney nega que esteja negociando com os donos dos direitos de imagem de Fisher para continuar a incluí-la na saga.

O programa “Newsnight”, da emissora “BBC”, havia divulgado nesta semana que, “com uma aparente pressa inoportuna”, os estúdios Disney teriam aberto negociações com os “gestores da herança” da atriz para estudar sua “contínua aparição na saga”.

A imagem digitalizada de Carrie Fisher com a aparência da Princesa Leia do filme original de 1977 já foi utilizada na cena final de “Rogue One”, o primeiro spin-off baseado em “Star Wars”, que estreou em dezembro de 2016.ctv-yw1-debbie-reynolds-carrie

Foto: Vince Bucci/Invision/AP
A atriz Carrie Fisher com a atriz e mãe Debbie Reynolds, que faleceu um dia após a morte da filha


Carrie Fisher morreu no dia 27 de dezembro, aos 60 anos, em Los Angeles, após sofrer um ataque cardíaco.

Apesar de tudo, o Guardian assegura que “informações indicam que existem negociações entre os produtores dos episódios 8 e 9, já que era previsto que Leia tivesse papéis significativos em ambos os filmes”.

Além dos desafios técnicos, “surgiram também questões de consideração ética” por causa da aparição digital do ator Peter Cushing em “Rogue One”, 22 anos após sua morte, para a qual a Disney teve que conseguir a permissão da família.

“O fato de a ‘BBC’ ter usado a frase ‘contínua aparição’ sugere que os cineastas estavam considerando usar a imagem digital de Fisher em futuros filmes, mas também há outros usos auxiliares, como nos videogames”, acrescentou o Guardian.


EFE ,
O Estado de S. Paulo

Há 40 anos, David Bowie mudava o pop de vez com o impressionante Low

homepage_large.2a09604e.jpgÀ beira de um colapso mental, David Bowie fugiu de Los Angeles para Berlim, no final de 1976, para escapar de uma possível tragédia. O inglês vivia seus dias mais intensos e pesados, atraindo para perto de si todo tipo de má referência e carga negativa enquanto encarnava mais um personagem inventado artisticamente: o Thin White Duke era uma espécie de versão má do próprio David Bowie e ao mesmo tempo em que se entupia de cocaína e estudava o satanista Aleister Crowley, aplaudia o fascismo, chamava Hitler de “o primeiro rockstar” e aprofundava-se nas ciências ocultas. O resultado daquele período, o disco Station to Station, é uma das obras-primas do artista, que ele não alegava não ter nenhuma recordação do período de sua gravação ao mesmo tempo em que declarava ser sua obra com mais referências ao ocultismo, conexão que ele lamentava ter sido solenemente ignorada pela crítica.

Era um artista no auge. Depois de anos tentando entrar no panteão do rock clássico vestindo diferentes personas, ele finalmente tornou-se um ícone pop ao inventar a história do alienígena Ziggy Stardust, que vem para o planeta Terra e torna-se um popstar. O personagem criado em 1972 dera ao artista inglês as possibilidades de explorar os limites da música, como a geração da qual era caçula, compondo, tocando, cantando e produzindo as próprias músicas. Mas, além disso, lhe conseguira permissão para reinventar-se quando queria, elevando as transformações de personalidade que a geração do rock dos anos 60 atravessou em declarações estéticas. Cada disco era uma nova chance de começar tudo de novo e reunir novas referências, novas inspirações, novos padrões artísticos. Seus inúmeros interesses pessoais eram a desculpa perfeita para criar uma múltipla personalidade em público, encarnando, como um ator pós-moderno, as tendências que pairavam sobre o inconsciente coletivo.

E foi o instinto artístico de Bowie que o salvou de se tornar Elvis de si mesmo nos proverbiais cinco anos da faixa que abria o disco Ziggy Stardust. Em vez disso, mudou-se de Los Angeles para Berlim com Iggy Pop a tiracolo, querendo mudar radicalmente a paisagem. E apesar dos inúmeros excessos que a dupla inevitavelmente causaria na cidade alemã, à época ainda dividida pelo muro construído após a Segunda Guerra Mundial, ninguém ligava. O que causava ultraje e gerava manchetes na capital do showbusiness norte-americano era visto de forma trivial pelos habitantes da cidade alemã. Era só um roqueiro inglês e seu amigo americano fazendo besteiras. Tanto faz.

Iggy Pop e David BowieIggy Pop e David Bowie


Essa reação quase esnobe foi um choque para David Bowie. Em Berlim ninguém se interessava por ele, sua fama era artificial, um sucesso de plástico criado e alimentado pela indústria de entretenimento visto como um teatro vazio que não impressionava uma cidade escorraçada por duas guerras mundiais. Aquilo fez que Bowie começasse a repensar quem ele realmente era, por baixo de tantas máscaras. O fato de Berlim ser uma cidade intocada pela cocaína obrigou o artista a parar de cheirar e a droga preferencial da cidade, heroína, não batia com a cabeça do inglês. Foi o início de um processo de introspecção e amadurecimento que ficou conhecido anos depois como “a trilogia Berlim”, formada pelo conjunto de três discos inspirados pela cidade e o primeiro deles foi lançado há exatos 40 anos. Low, que chegou às lojas menos de uma semana após o aniversário de 30 anos de seu autor, mudou o pop definitivamente, embora esta mudança não tenha sido assimilada de uma vez só.

Gravado em sua maioria no Castelo de Hérouville, na França (onde Bowie havia gravado, em julho de 1973, o disco de versões Pin Ups e produzido o primeiro disco solo de Iggy Pop, The Idiot), e parte no Hansa Studio em Berlim, Low é um disco cujas raízes já podem ser encontradas em Station to Station. O disco do ano anterior funciona como um preâmbulo à trilogia Berlim e a paixão de Bowie pela sonoridade alemã daquele período – de grupos de rock progressivo tortos como Neu!, Can, Tangerine Dream e o essencialmente eletrônico Kraftwerk – já podia ser ouvida nas composições da fase Thin White Duke. É aquele tipo de som – sintético, metronômico, intenso e absorto que os alemães chamavam de Kosmiche Musik e os ingleses de krautrock – que faz Bowie escolher Berlim como sua visão de futuro – ou pelo menos de seu próprio futuro.

Brian Eno e David BowieBrian Eno e David Bowie


Mas Bowie foi pego de surpresa ao descobrir uma cidade e um elemento estético que não queriam ser emulados. Para isso, chamou dois velhos amigos para encarar esta nova jornada: Brian Eno, ex-tecladista do Roxy Music que estava começando a compor seus primeiros discos solo criando um gênero chamado ambient music (compondo obras para funcionarem como trilhas sonoras para aeroportos e supermercados), e Tony Visconti, produtor com quem Bowie já vinha trabalhando desde o final dos anos 60 (e que produziria seu derradeiro disco, ★).

Apesar dos dois terem créditos de produção, o papel de ambos foi bem diferente durante as gravações. Eno trabalhou mais como um diretor artístico do disco, conduzindo David Bowie para uma sonoridade que transcendia as amarras do rock – e até mesmo da canção. Personificada principalmente no lado B do disco, a presença de Brian Eno aludia justamente às condições frias e sem rodeios da personalidade alemã, mas sem ritmo, sem letra, sem refrão. O experimento que os Beatles fizeram no final de seu álbum branco, quando John Lennon, George Harrison e Yoko Ono superpuseram vários pedaços de fita emulando uma colagem de vanguarda musical chamada “Revolution 9″, atingia um novo patamar no segundo lado de Low. As faixas “Warszawa” (a faixa mais embleática do disco, composta por Eno e com vocais sem letra improvisados por Bowie), “Art Decade”, “Weeping Wall” e “Subterraneans” pareciam vir de um outro planeta, uma outra dimensão, desenhando um horizonte improvável para o futuro da música pop.

David Bowie, em 1977David Bowie, em 1977


O lado A voltava-se para o soul plástico do Thin White Duke do ano anterior, mas a presença pesada da erma paisagem criada por Bowie e Eno no lado B pairava sobre os momentos mais tradicionais do disco, como as faixas “Breaking Glass”, “What in the World” – com vocais de Iggy Pop -, “Always Crashing in the Same Car” e “Be My Wife”, além de, claro, o hit “Sound and Vision”. O lado era cercado por duas instrumentais que não deixavam dúvida sobre o rumo do disco: as deliciosamente repetitivas “Speed of Life” e “A New Career in a New Town”, que respectivamente abrem e fecham o primeiro lado de Low são as tentativas mais próximas da banda de Bowie – formada à época pelos guitarristas Carlos Alomar e Rick Gardiner, o baixista George Murray, o tecladista Roy Young e o baterista Dennis Davis, além do próprio Bowie (que tocava de saxofone e xilofone a “violoncelos de fita”) e de Brian Eno (tocando diferentes tipos de sintetizadores) – de soar como as bandas alemãs. Acrescente isso a produção de fato de Tony Visconti, que, auxiliado por um aparelho chamado Eventide Harmonizer (que repetia partes recém-gravadas, como um pré-sampler, criando um eco alienígena por todo o disco), criava naquele e nos dois discos seguintes da trilogia (“Heroes” lançado ainda em 1977 e Lodger, de 1979) toda uma sonoridade que ficaria reconhecida na década seguinte como pós-punk. Os timbres de bateria cheios de eco e peso às guitarras cruas e reluzentes ao baixo quase sempre pronunciado depois encontrariam discípulos em bandas tão diferentes e contemporâneas como Cure, R.E.M., Joy Division, Sonic Youth, Echo & the Bunnymen, Talking Heads e Smiths.

À capa, Bowie, de perfil, aparecia em uma imagem tirada do filme de Nicolas Roeg  ‘O Homem que Caiu na Terra‘, estrelado por ele no ano anterior, repetindo a mesma fórmula de Station to Station. Mas ao chamar o disco de Low e colocar-se de perfil logo abaixo do título, Bowie criava um trocadilho visual para explicar que naquele disco ele preferia a estética minimalista, em busca de sua essência como cantor e compositor ao mesmo tempo em que ampliava os próprios limites estéticos – e, simultaneamente, os da cultura pop. Seu lado B revela-se a cada ano mais eterno e profético, mostrando que até a sonoridade de vanguarda pode ser pop – e não necessariamente agressiva. Um disco que não só salvou David Bowie de uma possível tragédia pessoal como reinventou sua carreira – e, mais uma vez, ampliou os horizontes do pop. [Alexandre Matias]

‘Os Defensores’: divulgadas primeiras imagens de série da Marvel

Foram divulgadas nesta quinta-feira pelo site da revista Entertainment Weekly as primeiras imagens e os primeiros detalhes sobre Os Defensores, série da Marvel e da Netflix que vai reunir os personagens Jessica Jones, Luke Cage, Demolidor e Punho de Ferro. Cada herói tem sua própria série no site de streaming – a última a estrear, do Punho de Ferro, chega à Netflix em 17 de março – mas os quatro se unirão na nova produção.

O primeiro encontro dos quatro personagens em Os Defensores vai acontecer de maneira inusitada, mostrando cada um deles tentando desvendar um mistério diferente em Nova York. Os quatro, porém, acabam indo para o mesmo lugar e se deparam um com o outro. “Queríamos que eles fossem pegos de surpresa. Quando eles estiverem todos juntos, eles vão se perguntar algo como: ‘Que m*. Quem é você?’”, disse à revista o responsável pela série, Marco Ramirez.

“Ganhei 3x menos”, diz Natalie Portman sobre salário de Kutcher

natalie-2A atriz se referiu ao filme “Sexo Sem Compromisso”, do qual os dois foram protagonistas

Em entrevista a uma revista britânica, a atriz Natalie Portman revelou que ganhou três vezes menos que seu parceiro de filmagem Ashton Kutcher no filme “Sexo sem compromisso”, lançado em 2011.

“A cota dele era três vezes maior que a minha. Então, eles disseram que ele deveria ganhar três vezes mais. Eu não fiquei brava como eu deveria ter ficado. Digo, a gente ganha muito dinheiro, então é difícil reclamar”, desabafou.

Ela afirmou ainda que, em Hollywood, a disparidade salarial entre atores e atrizes ainda é gritante – às vezes, até maior do que em outras profissões. “Em comparação a um homem, na maioria das profissões, mulheres ganham 80 centavos de dólar. Em Hollywood, nós ganhamos 30 centavos de dólar”, explicou.

Para ela, a questão de desigualdade de gênero tem a ver com preconceito e falta de oportunidades. “Eu não acredito que mulheres e homens são mais ou menos capazes. Nós mulheres temos apenas um grande problema de oportunidades. Nós precisamos fazer parte da solução, e não perpetuando este problema”, defende Portman.

Formada em Harvard, a estrela norte-americana tem 35 anos e ganhou Oscar de melhor atriz por sua atuação em Cisne Negro, em 2011. A declaração segue o movimento de Jennifer Lawrence, que publicou o artigo “Por que eu ganho menos que colegas homens?” para a newsletter Lenny, em que conta que ganhou um cachê bem menor que os colegas masculinos para o filme “Trapaça”.

Ao saber das palavras da colega, Ashton Kutcher se manifestou publicamente, dizendo que sente orgulho da parceira de cena e que o gap salarial deve ser combatido.

Os Defensores | Vilã vivida por Sigourney Weaver é apresentada em foto oficial

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Os Defensores, seriado que reunirá o universo televisivo da Marvel na Netflix, ganhou uma nova imagem via EW que mostra Alexandra, vilã vivida por Sigourney Weaver (Alien).

Apesar de termos descoberto seu nome apenas agora, os detalhes sobre a personagem continuam escassos. Em entrevista, o showrunner Marco Ramirez afirma que Alexandra, nunca vista antes nos quadrinhos, trará “sofisticação intelectual” ao nível de Wilson Fisk (Vicent D’Onofrio), de Demolidor.

A série vai unir os quatro heróis: Punho de Ferro (Finn Jones), Demolidor (Charlie Cox), Luke Cage (Mike Colter) e Jessica Jones (Krysten Ritter).

Punho de Ferro estreia em 17 de março, enquanto Os Defensores deve estrear somente no segundo semestre de 2017. Justiceiro, que acaba de começar a ser rodado, também chega à Netflix ainda esse ano. [Arthur Eloi]