Atriz Lisa Banes de ‘Garota Exemplar’, Lisa Banes morre após ser atropelada

Artista sofreu acidente no início de junho e teve lesão cerebral

Lisa Banes morreu nesta segunda-feira, 14, em Nova York, nos Estados Unidos. A atriz de Garota Exemplar sofreu um acidente em 4 de junho e teve de ser internada.

Ela foi atropelada em Upper West Side por uma moto e sofreu uma lesão no cérebro, mas não conseguiu se recuperar. O motorista fugiu e não prestou socorro. 

Lisa fazia a primeira visita dela na cidade desde o começo da pandemia do novo coronavírus. Segundo informações do jornal New York Post, a atriz se encontraria com a mulher dela, Kathryn Kranhold, com quem era casada há quatro anos. 

Além de Garota Exemplar, Lisa se destacou em filmes como Cocktail e programas de TV como NashvilleOne Life to Live e Once Upon a Time.

Por que a Netflix triunfou com Sweet Tooth, mas fracassou com Legado de Júpiter

Plataforma soube manter essência de obra de Jeff Lemire, mas se perdeu na mensagem do gibi de Mark Millar
NICO GARÓFALO

Sweet Tooth

Dois dos principais lançamentos da Netflix nos meses de maio e junho, O Legado de Júpiter e Sweet Tooth tinham algumas coisas em comum, apesar das tramas e temas completamente opostas. Ambas as produções foram baseadas em trabalhos de quadrinistas renomados, publicadas por selos conhecidos por tratar de temas mais maduros e cujas histórias, no final das contas, traziam mensagens de esperança. Outra coincidência foi o quanto a plataforma de streaming alterou o material original, incluindo tramas e personagens inéditos, além de mudar a ordem de alguns acontecimentos. Os resultados, no entanto, não poderiam ter sido mais diferentes.

Enquanto grande parte da crítica elogiou Sweet Tooth por sua carga emocional e ótimas atuações, O Legado de Júpiter foi massacrada por seu ritmo, efeitos especiais e história mal desenvolvida e, apesar de ter sido relativamente bem recebida pelo público, foi cancelada pela Netflix no começo de junho. Mas, se as coincidências eram tantas, das origens às alterações na trama, por que os resultados foram tão diferentes?

Essencialmente, essa pergunta pode ser respondida com uma frase simples: respeito. Sim, Sweet Tooth mudou alguns elementos-chave do que foi criado por Jeff Lemire e, apesar de muitos fãs terem ficado apreensivos quando Robert Downey Jr. afirmou que deixaria a série mais acessível para todos os públicos, a essência do que o quadrinista criou estava lá. A relação de pai e filho que Jepperd e Gus têm foi capturada à perfeição por Nonso Anozie e Christian Convery, e o oportunismo de forças fascistas de usar momentos de crise para ascender ao poder e eliminar aqueles que julgam inferiores está presente como uma sombra tenebrosa em todos os episódios, assim como nas páginas. A série comandada por Jim Mickle e Beth Schwartz não traduz de forma literal o que Lemire fez na DC/Vertigo, mas é sem dúvida uma carta de amor à obra e a seus personagens.

O Legado de Júpiter, por outro lado, pareceu completamente perdida e sem saber o que fazer para surpreender fãs da HQ de Mark Millar ao mesmo tempo em que atrai novos leitores – o selo do quadrinista é, afinal, propriedade da Netflix. A alternativa foi deixar quase completamente de lado o debate sobre anti-heróis de métodos ultraviolentos e heróis clássicos de códigos morais inquebráveis para circular de forma repetitiva em volta de um drama familiar que nunca chega às vias de fato. Os produtores decidiram também resolver todos os mistérios propositalmente deixados pelo quadrinho. Mas o principal crime da adaptação, com certeza, é a completa distorção da mensagem de Millar. Inspirado em Reino do Amanhã, o roteirista questionou se os heróis não se tornam os próprios vilões quando decidem usar força letal para combater o crime. Já a versão da Netflix, que viveu ainda com problemas constantes de bastidores e de orçamento, parece tentar justificar, episódio por episódio, que sim, combatentes do crime devem ter liberdade plena para tirar uma vida.

A diferença básica, desde o primeiro episódio de cada uma das produções, é a compreensão que seus respectivos criadores tinham do material que lhes foi dado. Se Mickle e Schwartz já eram fãs de Sweet Tooth há anosSteven S. DeKnight aparentemente não entendeu sequer uma linha do diálogo dos gibis que recebeu. O problema de uma adaptação nunca será, necessariamente, mudar o material criado. O MCU vem fazendo isso há anos. Zack Snyder, cujo trabalho no DCEU é divisivo, criou com Jason Momoa uma versão cool do Aquaman que se tornou tão icônica que fez justamente o caminho contrário e transformou o herói nos quadrinhos. O pecado está em mudar tanto que um quadrinho conhecido por ter acontecimentos chocantes a cada duas páginas se torna uma história entediante e cuja única reviravolta está nos últimos cinco segundos.

Quando se trata de levar para as telas um material que já é conhecido e amado por fãs há anos, é necessário mostrar um mínimo de conhecimento e interpretação de texto do que se está adaptando. Qualquer estúdio com um orçamento decente pode recriar uniformes e visuais maneiros, mas apenas aqueles que realmente conseguiram se envolver com o que leram e com o que estavam criando são capazes de desenvolver algo realmente especial.

Em dia de vacinação, Ed Motta raspa a barba pela primeira vez em 30 anos: ‘Para melhor vedação da máscara’

Cantor foi imunizado neste sábado

Ed Motta sem barba Foto: Instagram

O sábado foi de vacinação para o músico Ed Motta, que aproveitou o ensejo para fazer algo inédito em 30 anos: raspar a barba. Em postagem no Instagram, ele explicou o motivo que o levou a tirar os pelos do rosto e também a cortar o cabelo: prudência.

“Doeu? Doeu não rapaz, é mais o medo. Tive a benção da 1a dose da vacina hoje, fui vestido para um vôo à Saturno. Raspei barba e cabelo para melhor vedação da máscara que, exagerado como sempre fui, usei 3 N95 da 3M, e uma azul imitando a N95 para fechar o sanduíche de 4 máscaras. E também um face shield a la Perdidos No Espaço e um óculos de moto. Não raspo minha barba há 30 anos, tá esquisito, mas foi por prudência. Longa vida ao SUS (soa um acorde Sus-4 na minha cabeça) Longa vida à saúde pública Brasileira!”, escreveu  ele.

“Now and Then”: série bilíngue do Apple TV+ ganha novidades no elenco

Jorge Lopez, Alicia Jaziz and Dario Yazbek Bernal

Já falamos aqui sobre “Now and Then”, vindoura série de mistério em inglês e espanhol do Apple TV+ que terá Rosie Perez (“Aves de Rapina”), Marina de Tavira (“Roma”), Maribel Verdú (“E Sua Mãe Também”) e grande elenco. Pois hoje, mais atores foram adicionados à lista de estrelas da produção.

De acordo com o Deadline, a série adicionou à sua ficha os talentos de Jorge Lopez (“Elite”), Alicia Jaziz (“Abandonado no Altar”), Dario Yazbek Bernal (“A Casa das Flores”), Alicia Sanz (“El Cid”), Jack Duarte (“Rebelde”) e Miranda de la Serna (“Amor Urgente”).

O elenco gigantesco é explicado pela história da série, que se passa em dois períodos: no primeiro, um grupo de amigos de faculdade têm suas vidas mudadas para sempre quando um deles morre após um fim de semana de festa. No segundo, o grupo é reunido 20 anos depois devido a uma ameaça que pode colocar as trajetórias de todos em risco.

Lopez fará Alejandro, um jovem dedicado e atlético com futuro brilhante que representa a “cola” do grupo. Jaziz será a versão jovem de Ana (Tavira), enquanto Yazbek Bernal fará a versão jovem de Pedro (José Maria Yazpik). Sanz será a jovem Sofia (Verdú), enquanto Duarte interpretará o jovem Marcos (Manolo Cardona). De la Serna, por sua vez, será a jovem Daniela (Soledad Villamil).

“Now and Then”, como já destacamos, será dos criadores Ramón CamposTeresa Fernández Valdez e Gema R. Neira, grupo por trás de séries de sucesso como “As Telefonistas”. Gideon Raff (“Homeland”) será produtor executivo e dirigirá os dois primeiros episódios.

Ainda não há informações sobre filmagens ou data de estreia, mas ficaremos de olho, como de costume. Parece interessante! [MacMagazine]

Pulitzer 2021 premia romance de Louise Erdrich e biografia de Malcolm X

Veja quem são os vencedores do Pulitzer nas categorias artísticas
Maria Fernanda Rodrigues, O Estado de S. Paulo

Pulitzer
Série de fotos da AP sobre a reação dos americanos ao assassinato de George Floyd, como esta na Times Square, rendeu o Pulitzer à Associated Press Foto: John Minchillo/AP

Prêmio Pulitzer anunciou, no começo da tarde desta sexta-feira, 11, os vencedores de suas 22 categorias – 15 delas em jornalismo e as outras em literaturamúsica e teatro. Darnella Frazier, que filmou o assassinato de George Floyd por um policial americano, ganhou uma menção honrosa ao final do anúncio. “Um vídeo que gerou protestos contra a brutalidade policial em todo o mundo, destacando o papel crucial dos cidadãos na busca dos jornalistas pela verdade e justiça”, foi dito durante a apresentação.

A cobertura feita pela imprensa americana da morte de Floyd e dos protestos que se seguiram a ela e também a cobertura da pandemia do coronavírus foram destaques da premiação deste ano nas categorias jornalísticas. Entre os veículos premiados estavam The New York Times, Star Tribune, The Boston Globe, The Atlantic, Reuters, Associated Press e Buzzfeed. A Associated Press, aliás, ganhou o prêmio também nas duas categorias fotográficas – com uma série feita na Espanha, retratando idosos com coronavírus, e outra com imagens de diversas cidades americanas durante os protestos pela morte de Floyd.

Pulitzer
Francisco, 60, um dos espanhóis retratados por Emilio Morenatti em série sobre a pandemia que ganhou o Pulitzer Foto: Emilio Morenatti/AP

Nas categorias artísticas, o debate sobre a questão racial e indígena estava em quase todos os livros e trabalhos premiados.

Em biografia, The Dead Are Arising: The Life of Malcolm X, de Les Payne e Tamara Payne, foi o vencedor. O jornalista iniciou esta pesquisa nos anos 1990 e entrevistou todas as pessoas que encontrou pelo caminho que poderiam ter tido contato com Malcolm X. Les Payne morreu no fim do processo, em 2018, e sua filha terminou o livro

Wilmington’s Lie: The Murderous Coup of 1898 and the Rise of White Supremacy, de David Zucchino, vencedor da categoria não ficção, conta uma história pouco conhecida da maioria dos americanos, passada numa cidade em que, no final dos anos 1880, negros e brancos tinham oportunidades quase iguais graças à luta de ex-escravizados, algo inaceitável para supremacistas brancos.  

Em História, o livro premiado foi Franchise: The Golden Arches in Black America. Nele, Marcia Chatelain investiga a relação entre as comunidades negras e a mais popular rede de fast food: o McDonald’s. E mostra como o fast food é uma fonte de poder, econômico e político, e de desespero para os afro-americanos. 

Prêmio Pulitzer
Alguns dos livros vencedores do Pulitzer 2021 Foto: Harper/Atlantic Monthly/Liveright-Norton/Liveright-Norton via AP

Louise Erdrich, uma das mais festejadas escritoras americanas, presente nas livrarias brasileiras com A Casa Redonda (Alfaguara), venceu a categoria ficção com o romance com The Night Watchman: A Novel. O livro é baseado na vida de seu avô. Ele trabalhava como vigia noturno e teve um papel importante na resistência a uma tentativa do Congresso de retirar o reconhecimento federal da reserva indígena de onde sua família vinha. Já Natalie Díaz, de origem Mojave, ganhou em poesia com a coletânea Postcolonial Love Poem – um livro nascido do sofrimento causado aos povos indígenas e da necessidade de se lutar contra o esquecimento e de dar voz a todos os corpos.

Em música, a premiada foi Tania Léon, com Stride, que, segundo o júri, é “uma jornada musical cheia de surpresas, com metais poderosos e motivos rítmicos que incorporam as tradições da música negra dos Estados Unidos e do Caribe em um tecido orquestral ocidental.”

Christian Convery, o Gus de Sweet Tooth, come brigadeiros pela primeira vez | Netflix Brasil

Nosso Bico Doce de Sweet Tooth, o ator Christian Convery, conseguiu se superar na fofura e experimentou o melhor doce brasileiro de todos: brigadeiro. Gente, eu não me aguento!

Apple TV+: animação “Luck” terá voz de Whoopi Goldberg

A atriz Whoopi Goldberg (“Mudança de Hábito”) é a mais nova adição ao elenco de “Luck”, uma animação original que chegará em breve ao Apple TV+.

“Luck” (dirigido por Peggy Holmes e roteirizado por Kiel Murray) será uma aventura sobre a garota mais azarada do mundo, que acaba adentrando um mundo inédito de sorte e azar.

De acordo com informações do The Hollywood Reporter, Goldberg fará a voz da Capitã, a chefe de segurança da Land of Good Luck (Terra da Boa Sorte), onde os eventos da animação se passam.

A personagem é descrita como tendo olhos de falcão vigilantes e aguçado senso de intuição, ainda mais do que seu conhecimento dos códigos de segurança da Luck, bem como um compromisso com seu trabalho de manter a má sorte de fora e proteger os centavos da Luck a todo custo.

Goldberg se juntará a Jane Fonda, que dará voz ao dragão que protagoniza “Luck”, CEO1 da Land of Good Luck.

Ainda não há detalhes sobre a data de lançamento da produção.

Aquaman and the Lost Kingdom | James Wan revela título oficial da sequência

Novo filme do Rei de Atlântida terá retornos de Jason Momoa e do diretor James Wan
EDUARDO PEREIRA

O diretor James Wan revelou o título do vindouro do segundo filme de Aquaman com Jason Momoa no papel principal: Aquaman and the Lost Kingdom (Aquaman e o Reino Perdido, em tradução livre). O anúncio foi feito com uma foto publicada no Instagram, com a legenda: “A maré está subindo”. Veja abaixo.

Embora não se saiba muito sobre a trama do novo filme, a produção deve contar com o retorno de Patrick Wilson (Invocação do Mal), como Mestre dos Oceanos, Amber Heard (Liga da Justiça), como Mera, além de Yahya Abdul-Matteen II (Watchmen), como o vingativo vilão o Arraia-Negra. Wan retoma a direção e produz ao lado de Peter Safran, enquanto David Leslie Johnson-McGoldrick, que co-escreveu o filme original, foi encarregado de desenvolver o roteiro da sequência.

Aquaman and the Lost Kingdom tem estreia marcada para 16 de dezembro de 2022. O primeiro filme, de 2018, alcançou a marca de US$1,13 bilhão na bilheteria mundial e, com isso, chegou ao 20º lugar no ranking de maiores bilheterias de todos os tempos.

‘O book azul não é ficção’, diz João Gana, ator de ‘Verdades secretas 2’

Carioca afirma que a prática é comum e fala também sobre cenas de sexo com Deborah Evelyn
Gilberto Júnior

João Gana Foto: Beto Urbano
João Gana Foto: Beto Urbano

João Gana chega sorridente, como se tivesse feito algo realmente “muito maneiro”. O capacete na mão direita denuncia que o modelo e ator, de 19 anos, tinha acabado de dar um rolê de moto. “É o meu meio de transporte na cidade, observa o carioca, morador do Vidigal. Acomodado, ele conta que ganhou uns dias de folga das gravações de “Verdades secretas 2”, sua estreia na TV.

Na trama de Walcyr Carrasco, João irá interpretar Matheus, um menino do interior que virará modelo. “Ele é um rapaz sem experiência, que tentará uma vida melhor. Isso me lembra muito quando me mudei para São Paulo em busca de trabalho”, diz o rapaz, que começou a circular pela indústria da moda três anos atrás.

Já circula por aí que João protagonizou cenas de sexo com Deborah Evelyn. “Fiquei bastante nervoso por gravar logo de cara cenas quentes com uma grande atriz. Bateu uma certa ansiedade, mas no set fiquei bem tranquilo. Montam toda uma estrutura profissional para esses momentos. A equipe faz de tudo  para preservar o máximo possível os atores nesse momento’, entrega o ator.

A prostituição voltará a aparecer na sequência de “Verdades secretas”. “Infelizmente, o book azul não é ficção, ainda existem muitas pessoas que associam modelo com garoto de programa. Muitas pessoas buscam prazer carnal em ambiente profissional, e isso está errado! Acho que esse assunto está mais em evidência devido a tantos escândalos, mas, de fato, é uma prática comum.”

João Gana Foto: Beto Urbano
João Gana Foto: Beto Urbano

A seguir, João Gana fala um pouco mais sobre a novela.

Como a moda irá aparecer em ‘Verdasdes secretas 2’?

Vamos mostrar muito as aparências e o poder que certos executivos têm de influenciar esse mundo. Acho que é importante exibir essa realidade, porque muitas pessoas procuram entrar no meio com a ilusão de que é tudo “um mar de rosas e holofotes”, quando, na verdade, há tanta coisa por trás de todo o glamour.

João Gana Foto: Beto Urbano
João Gana Foto: Beto Urbano

Qual é a importância do figurino?

O figurino define muito sua personalidade, além de que na novela aborda também sua classe. O Matheus é um cara do interior que vai se dando bem, então podemos esperar uma grande mudança em seu visual durante a história.

Quem é sua grande inspiração na moda?

Era o Vinicius Piccoli (que morreu aos 30 anos de um tipo raro de câncer). gostava de acompanhá-lo nas redes sociais. Era um cara que tinha muita luz, gostava de viajar. Me identificava com ele por ser um cara autêntico e com atitude.