Era Uma Vez um Sonho | Amy Adams e Glenn Close estrelam filme da Netflix

Longa de Ron Howard ganhou trailer, pôster e data de estreia
ARTHUR ELOI

Era Uma Vez Um Sonho, novo filme de Ron Howard (Han SoloO Código Da Vinci), teve seu primeiro trailer revelado pela Netflix que mostra um conflito familiar e um elenco liderado por Amy Adams (A Chegada) e Glenn Close.

Leia a sinopse: “Ex-fuzileiro naval e estudante de Direito, o jovem J.D. Vance (Gabriel Basso) vê seu sonho de conseguir o emprego ideal ser interrompido por uma crise familiar que o obriga a retornar para a cidade onde nasceu e encarar a complexa dinâmica de sua família apalache e a difícil relação com sua mãe (Amy Adams). Com as memórias marcantes da avó que o criou (Glenn Close), J.D. embarca em uma jornada de autoconhecimento e aceitação das influências de suas origens em sua vida.” Veja o pôster oficial abaixo:

Pôster de Era uma vez um sonho, da Netflix

A trama é baseada no livro de não-ficção escrito por J.D. Vance, chamado de Era uma Vez um Sonho: A História de uma Família da Classe Operária e da Crise da Sociedade Americana.

A estreia de Era Uma Vez um Sonho está marcada para 24 de novembro. No mesmo mês, a Netflix também exibirá o filme em cinemas selecionados, mas ainda não há informações sobre as sessões.

CCXP Worlds anuncia presença de Sara Pichelli, cocriadora de Miles Morales

J.M. DeMatteis, Jon J Muth e Fido Nesti também estão confirmados no evento
JULIA SABBAGA

Sara Pichelli, cocriadora do personagem Miles Morales, está entre os novos nomes confirmados na CCXP Worlds. A quadrinista foi anunciada ao lado de J.M. DeMatteis, Jon J Muth e Fido Nesti – confira todos os quadrinistas confirmados.

A quadrinista italiana colabora com a Marvel Comics desde 2008, e desenhou títulos como X-Men, Os Eternos e Homem-Aranha.

DeMatteis, por sua vez, escreveu A Última Caçada de Kraven, e episódios de séries de TV como Além da Imaginação, Scooby-Doo e Liga da Justiça sem Limites. DeMatteis também é autor do clássico Moonshadow, que assina com Muth. Juntos na CCXP, os dois promoverão o relançamento da obra, publicada originalmente em 12 edições entre 1985 e 1987. 

Muth é conhecido pela ilustração do arco “Despertar” de Sandman e Novos Mutantes, enquanto Fido Nesti falará sobre o seu novo lançamento, a HQ 1984, baseada no livro escrito por George Orwell, em 1949.

Bruce Springsteen transforma saudade dos que já se foram em canções empolgantes de disco e filme

Cantor e compositor lança álbum com a lendária E-Street Band; ‘Letter to you’ traz 12 composições e documentário com os bastidores da gravação
Sérgio Luz

O cantor e compositor americano Bruce Springsteen, que lança o disco 'Letter to you' Foto: Divulgação/Danny Clinch
O cantor e compositor americano Bruce Springsteen, que lança o disco ‘Letter to you’ Foto: Divulgação/Danny Clinch

De seu amplo estúdio caseiro, em Nova Jersey, Bruce Springsteen aparece na tela da entrevista coletiva virtual aparentando pelo menos um par de décadas a menos que seus 71 anos recém-completados. E o vigor de sua aparência bronzeada é refletido em “Letter to you”, seu 20º disco autoral, que chega ao streaming no dia 23, acompanhado por um documentário com os bastidores da gravação, dirigido por Thom Zimny, na Apple TV.

O lançamento marca o segundo pacote de disco e filme lançado pelo cantor e compositor americano em pouco mais de um ano — o álbum solo de folk-country “Western stars” e seu contemplativo longa homônimo, também assinado por Zimny, saíram no meio de 2019. Primeiro CD de Springsteen com a sua lendária E-Street Band completa desde “Working on a dream” (2009), “Letter to you” reúne 12 canções com a sonoridade que marcou os grandes sucessos do artista, um rock vibrante de apuro pop e pegada radiofônica.

— Não havia escrito canções para a banda fazia uns seis ou sete anos. Me envolvi com diversos projetos, mas sempre tinha em um canto da cabeça a vontade de fazer um disco com o grupo, e, se eu pudesse, um disco de rock. Para mim, é o tipo de música mais difícil de compor — confessa Springsteen. — Esse desejo fica no ar, mas é necessário algo para acender a fagulha de uma maneira criativa.

Gravado ao vivo em estúdio com os oito integrantes da E-Street Band, da qual participa sua mulher, a cantora Patti Scialfa, “Letter to you” teve sua chama acesa quando o músico ganhou o violão de um fã e perdeu um velho amigo de infância.

— Eu fui visitá-lo mais ao sul, onde ele vivia. Além de mim, ele era o único sobrevivente da minha primeira banda (The Castiles). Quando ele morreu, só eu sobrei. É um sentimento estranho pensar em sua juventude e na partida de todas as pessoas que foram importantes para você naquele período. Então eu escrevi “Last man standing”. Quando compus essa, a represa arrebentou e todas as outras canções surgiram nos dez dias seguintes. E fiz tudo com o violão que um garoto me deu na saída da Broadway.

Além das novas faixas, a reflexão sobre a morte e a preocupação com o legado de sua obra geraram trabalhos em diferentes formatos nos últimos anos. O registro audiovisual da produção do álbum, com narração do próprio artista, é seu quarto projeto autobiográfico, seguindo o livro de memórias “Born to run” (2016), o espetáculo teatral “Springsteen on Broadway” — que ficou em cartaz em Nova York por 14 meses, entre 2017 e 2018 — e “Western stars”.

— Eu trabalhei pesado para poder verbalizar minha vivência. Bem, eu faço análise há 30 anos. Isso ajuda bastante! — diverte-se. — A tarefa do artista é passar o tempo examinando a própria vida. Ao fazê-lo, você acaba escrevendo um pequeno mapa para seus ouvintes examinarem suas experiências. É nisso que eu sempre foco.

As novas composições abordam temas sempre presentes na discografia de Springsteen, como solidão (“Last man standing”), amizade e união (na faixa-título), e perda e redenção (“Ghosts”). Apenas três músicas não são da nova safra: “Janey needs a shooter”, “If I was a priest” e “Song for orphans”, todas sobras da época de seu disco de estreia, “Greetings from Asbury Park, N.J.” (1973).

— Escolhi essas três casualmente, senti que funcionariam bem agora — conta Springsteen, que relembra as comparações com Bob Dylan por conta de sua poesia verborrágica no início de carreira. — Bem, eu escrevia letras selvagens quando tinha 22 anos, eram bem escritas e bastante divertidas. Mas me afastei desse estilo quase imediatamente por causa dessa comparação. Me arrependo um pouco disso. Olhando para trás, eu tinha um jeito original ao compor daquele jeito.

Um arrependimento
Um dos artistas mais conhecidos e amados dos EUA nos últimos 50 anos, Springsteen não tem a mesma fama abaixo da linha do Equador. E ele culpa a si mesmo por isso:

— Um dos meus maiores arrependimentos é não ter ido e ficado tempo suficiente na América do Sul para construir um público como fizemos na Europa e nos EUA. Foi uma tremenda oportunidade perdida.

Em 2013, em sua última passagem pela América Latina, contudo, ele agradeceu aos fãs tocando versões com letras originais para músicas de artistas de cada país. No Brasil, em São Paulo e no Rock in Rio, ele abriu os shows com uma versão apimentada por naipes de metais de “Sociedade alternativa”, clássico de Raul Seixas e Paulo Coelho.

— Conversei com pessoas locais sobre suas canções favoritas. Depois passei um tempo trabalhando meu péssimo talento com idiomas para interpretar da melhor maneira possível essas músicas. Me diverti muito.

Apesar de ter posicionamentos progressistas e assumir seu apoio ao Partido Democrata — ele tocou na posse de Barack Obama e endossou recentemente a campanha de Joe Biden à presidência dos EUA —, Springsteen não falou das eleições. Mas comentou sobre um tema importante no debate político americano após pergunta de um jornalista mexicano.

— A comunidade latina é hoje uma profunda parte do tecido do nosso país. Minha cidade natal, Freehold, estava morta há 20 anos. Se você for lá agora, há lojas e restaurantes mexicanos, todo tipo de negócios que os latinos trouxeram. São parte essencial dos EUA. Escrevi um disco sobre essas histórias, em 1995, quando morava na Califórnia, “The ghost of Tom Joad”. Até hoje é um dos meus álbuns favoritos.

Antes de encerrar a coletiva, ele ainda revela sua música predileta do novo trabalho, “House of a thousand guitars”, cuja introdução traz um (característico) exagerado riff de piano de Roy Bittan:

— Essa canção é o coração e a alma de todo o disco, uma metáfora para esse corpo de vida e experiência que tenho dividido com meu público. Nós entretemos, esperamos que você dance com nossas músicas, que encontre conforto nelas. É isso que continuo tentando fazer.

Atriz Rhonda Fleming morre aos 97 anos, na Califórnia

Morte confirmada nesse sábado por sua assistente pessoal não teve causa revelada e ocorreu na última quarta

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Fleming no filme ‘A Ruiva e o Vaqueiro’, de 1950 Foto: REPRODUCAO DE LIVRO

Morreu a atriz Rhonda Fleming, uma das pioneiras do cinema em cores, aos 97 anos na Califórnia. Quem confirmou a informação à imprensa foi por sua assistente pessoal, Carla Sapon, ao jornal “New York Times”, neste sábado (17). 

Rhonda estrelou no longa Quando Fala o Coração (1945), de Alfred Hitchcock. Ela estava internada no hospital Saint John’s Health Center, na cidade de Santa Monica. Apesar de a morte ter ocorrido na quarta, não teve ainda a causa da morte divulgada.

Entre os anos 1940 e 1950, a atriz, considerada uma das divas de Hollywood, estrelou diversos filmes no estilo western. Ela também foi uma importante figura na virada do cinema preto e branco para as cores. Algo que lhe trouxe uma angústia: “De repente, toda a atenção foi direcionada para minha aparência, e não para a minha atuação.”

Rhonda é natural de Hollywood, de 1923, e seu nome verdadeiro era Marilyn Louis. Aos 19 anos, sua carreira no cinema começou por ter sido descoberta por um caçador de talentos. Foram ao todo mais de 30 filmes e trabalhos ao lado de nomes como Burt Lancaster, Kirk Douglas e Charlton Heston.

Seleção de textos da poeta Audre Lorde editada por Roxane Gay chega às livrarias dos EUA

A nova coletânea reúne uma seleção vasta da poesia de Lorde e 12 peças de prosa, a maioria ensaios, e um longo trecho de “The Cancer Journals”, diário que ela escreveu depois de receber o diagnóstico de câncer de mama
New York Times

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Saiu nos EUA coletânea de textos da poeta e ensaísta Audre Lorde (esq.) editada pela acadêmica Roxane Gay Foto: Arte

Em suas aparições públicas, Audre Lorde se apresentava da mesma maneira: “Sou uma negra, lésbica, mãe, guerreira, porta.” Havia variações ocasionais: “Sou negra, lésbica, mãe, guerreira, poeta fazendo o meu trabalho, vindo perguntar se você está fazendo o seu.” Mas havia sempre essa coletânea de identificantes — e não só porque ela não poderia ser definida por uma palavra apenas. Ela queria, como disse Angela Davis, “desmitistificar a suposição de que esses termos não podem habitar o mesmo espaço: negra e lésbica, lésbica e mãe, mãe e guerreira, guerreira e poeta.”

Lorde morreu em 1992, aos 58 anos. Ela deixou riquezas: poemas, ensaios, duas memórias definidoras do gênero “Zami” e “The cancer journals”. Seu trabalho é um estuário, um ponto de confluência para todas as identidades, todos os aspectos mantidos tão vigorosamente segregados? Poesia e política, sentimento e análise, análise e ação, sexualidade e intelecto.

“Não há, para mim, nenhuma diferença entre escrever um bom poema e me mover ao sol em direção ao corpo da mulher que eu amo”, ela escreveu certa vez.

Qualquer oportunidadde de contemplar Lorde seria motivo de celebração. “The Selected Works of Audre Lorde” (“Os Trabalhos selecionados de Audre Lorde”, em tradução livre), editados e com introdução de Roxane Gay, chegam em um momento especialmente interessante. O trabalho de Lorde nunca foi tão influente como agora — ou mal-compreendido.

The Selected Works of Audre Lorde, com edição e introdução de Roxane Gay Foto: NYT
The Selected Works of Audre Lorde, com edição e introdução de Roxane Gay Foto: NYT

Mais do que escândalo um biógrafo de má qualidade,  a cotabilidade de um escritor pode garantir um pós-morte difícil. As linhas de Lorde soam como mantras, com candências fortes e alertas em néon. “Seu silêncio não o protegerá”; “As ferramentas do mestre nunca desmontarão a casa do mestre”. Quantas vezes suas ideias são arrancadas de seu trabalho, cortadas e arranhadas, tornadas citações e usadas para enfeitar ideias muito estranhas. Sua noção de autocuidado como “guerra política”, como ela descreveu depois do segundo diagnóstico de câncer, tem sido arrebatado como uma crença de bem-estar genérico.

Ela teria ficado consternada, mas nunca surpresa. Ela testemunhou o mau uso de suas palavras em seu tempo. Em sua carta aberta à escritora feminista Mary Daly, de 1979, ela constestou a forma grosseira como Daly a citou. “A pergunta vem a minha mente, Mary, você lê o trabalho de mulheres Negras?”, ela escreveu. “Você alguma vez leu as minhas palavras, ou apenas as percorreu procurando citações, que pensou que poderiam apoiar valorosamente uma idea já concebida sobre uma conexão velha e distorcida entre nós?”

Lode, como James Baldwin e Toni Morrison, é vulnerável a citações. Escritores negros podem ser lidos como oráculos, lidos simbolicamente, com referências preguiçosas; seu trabalho é resumido em autoajuda ou polêmica, a mensagem extraída e todas as torçoes e contradições (geralmente, aquelas que catalizam o escritor) suavizadas. É o tipo de leitura que nós dá uma Audre Lode simplificada, neutralizada e desenraizada de suas raízes radicais.

A nova coletânea reúne uma seleção vasta da poesia de Lorde e 12 peças de prosa, a maioria ensaios, e um longo trecho de “The Cancer Journals”. Um dos maiores prazeres não ditos nas antologias é lamentar o que não entrou na edição, fantasiando com a própria seleção. Mas esta é uma seleção equilibrada e representativa da escrita de Lorde. Eu gostaria apenas de contexto e mais reparação. Na introdução, Roxane Gay reconhece a longa tradição de apropriação indevida do trabalho de Lorde, mas eu gostaria de um ajuste de contas maior de sua imaginação política e por que ela é persistentemente mal lida, com cinismo e sentimentalismo.

Lorde está  em todos os lugares hoje; vemos o florescer de suas ideias mais sutis. No ensaio “Poetry Is Not a Luxury” (“Poesia não é um luxo”, em tradução livre), ela descreve a poesia como ” a arquitetura das nossas vidas”: “Ela forma a qualidade da luz em que nós atribuímos nossas esperanças e sonhos de sobrevivência e mudança, primeiro em linguagem, depois em ideia e em uma ação mais tangível.” A ascensão do movimento que pede a abolição da prisão seguiu décadas de ativismo de Lorde e ooutras escritoras feministas, incluindo o coletivo Combahee River Collective e outros. Ela está presente em todo pedido para reconceber os modelos de cuidado e justiça  — no trabalho da organizadora Mariame Kaba, por exemplo e da acadêmica Akwugo Emejulu, que recentemente falou em uma série de conversas sobre a abolição inspiradas por Lorde. Eu ouço as palavras de Lorde nos ensaios de Arundhati Roy aobre a Covid-19: “Historicamente, as pandemias forçaram humanos a romper com o passado e imaginar um novo mundo. Essa é diferente. É um portal.”

Mas, para Lorde, sem a comunidade, não há liberação.” E comunidade, para ela, envolvia analisar e honrar a diferença. Em seu tempo, como no nosso, falar de diferença pode gerar divisões, até oportunismo, mas ela via isso como um fundo de criatividade e conexão — a mudança para afiar as nossas coragens.

Nesse ponto, a coletânea tem umas poucas omissões — as peças que revelam o que significa negociar a diferença, como todas os riscos e recompensas. Senti falta de “Eye to Eye,” talvez o texto mais autocrítico e revelador que Lorde escreveu, sobre as fonets de raiva entre mulhres Negras. Senti falta da carta a Daly, também, e suas conversas públicas com Adrienne Rich e James Baldwin, que pareceram eventos genuínos no tempo dela.

Lorde adorava estar em diálogo, amava pensar com os outros, com seus camaradas e amores. Ela nunca está sozinha na página. Mesmo seus ensaios curtos vêm enfeitadas com longas linhas de reconhecimento aqueles que aguçaram suas ideias. Ela escreve aos ancestrais e às mulheres que encontra nas manchetes do jornal — mulheres desaparecidas, assassinadas, ela dá nome ao maior número delas que pode, o tipo de socorro e cuidado que é visto no trabalho de Saidiya Hartman e Christina Sharpe. Nos “The Cancer Journals”, em que ela documenta o diagnóstico de câncer de mama, ela nota, “Eu Carrego tatuado no meu coração uma lista de nomes das mulheres que não sobreviveram, e há sempre espaço para mais um, o meu.”

The Selected Works of Audre Lorde (ainda sem tradução no Brasil)
Editado e com introdução de Roxane Gay
W.W. Norton & Company
US$ 16,95 (à venda nos EUA)

DC terá Mulher-Maravilha brasileira nas HQs

Yara Flor assumirá o título da heroína em minissérie do DC Future Slate
ARTHUR ELOI

DC Future Slate/Divulgação

DC anunciou uma nova linha de HQs futuristas, que contará com a introdução de uma Mulher-Maravilha brasileira.

Como parte do DC Future Slate, a brasileira Yara Flor, da Amazônia, assumirá o manto da heroína. Além disso, ela também se juntará com uma nova versão do Superman, que será o filho de Clark Kent. A minissérie da nova Mulher-Maravilha será escrita por Joëlle Jones, de Lady Killer, sem previsão de lançamento até o momento. 

Yara Flor não substitui Diana Prince, a Mulher-Maravilha original. A personagem clássica ganhará sua própria saga em Immortal Wonder-Woman.

Ainda não há previsão de chegada para as HQs do Future Slate ao Brasil ou título nacional.

Star Trek: Discovery é renovada para a 4ª temporada

Produção do ano inédito começa logo em novembro
ARTHUR ELOI

Pouco após a estreia da 3ª temporada, Star Trek: Discovery foi renovada para a quarta temporada pelo CBS All Access (atualmente conhecido como Paramount+). A produção, inclusive, começa em breve, a partir de 2 de novembro [via Hollywood Reporter].

Pela primeira vez, a série não trocará de showrunners na nova temporada. Alex Kurtzman e Michelle Paradise, dupla que assumiu após Bryan Fuller, Aaron Harberts e Gretchen Berg passarem pelo cargo, continuarão no posto para os episódios inéditos.

Não há previsão de estreia para o quarto ano de Star Trek: Discovery. A terceira temporada é exibida no Brasil pela Netflix.

‘Temos que fazer isso de novo’, diz Mel C sobre retorno das Spice Girls

Cantora afirmou que pandemia atrasou os esforços para um retorno do grupo, que se apresentou em 2019 sem Victoria Beckham
JOÃO PEDRO MALAR – O ESTADO DE S.PAULO

Melanie Chisholm disse que existem ‘conversas’ sobre um retorno do grupo em 2021

O grupo musical Spice Girls fez sucesso no final da década de 1990 e no começo dos anos 2000, com muitos fãs que ainda esperam por um retorno do grupo. E, para alegria deles, a cantora Melanie Chisholm, que integrou o grupo como Mel C, disse que existem conversas sobre uma nova turnê especial das cantoras.

A possibilidade de um retorno do grupo Spice Girls em 2021 já tinha sido revelada por um jornal britânico em junho de 2020, e Mel C falou sobre isso em uma entrevista no programa Lorraine, na quarta-feira, 14, quando relembrou a breve turnê no Reino Unido e na Irlanda em 2019, sem a participação de Victoria Beckham.

Melanie Chisholm disse que existem 'conversas' sobre um retorno do grupo em 2021
Melanie Chisholm disse que existem ‘conversas’ sobre um retorno do grupo em 2021 Foto: Gilbert Tourte / Reuters

“Tivemos um ano incrível, no ano passado, nos apresentando em estádios, e nós temos que fazer isso de novo, nós falamos sobre isso toda hora”, comentou Melanie, que não descartou a possibilidade que, dessa vez, Victoria se junte a Mel C, Mel B, Geri Horner e Emma Bunton. 

Ela destacou, porém, que a pandemia do novo coronavírus “deixou tudo um caos”, e que isso está “atrasando o retorno das Spice Girls para os palcos”. “Mas eu estou fazendo dentro do meu poder para fazer isso acontecer”, afirmou a cantora.

O ano de 2021 é especial para o grupo, pois marca o aniversário de 25 anos do primeiro álbum das Spice Girls, que inclui o sucesso Wannabe. “Nós gostamos umas das outras mais do que nunca. Nós nos amamos e nos deixamos doidas na mesma medida, somos como família”, contou Mel C.

Perguntada sobre a possibilidade de um filme biográfico sobre o grupo, a cantora se animou com a ideia, mas não disse se algo está sendo desenvolvido. “Eu acho que é a hora perfeita para isso. A música e a história das Spice Girls, o começo [do grupo], tudo o que aconteceu no meio, são temas perfeitos para um filme.”

Britney Spears posta foto sendo carregada pelo namorado Sam Asghari na praia

Cantora ainda postou vídeo em que fala de seu verão

Britney Spears e Sam Asghari (Foto: Reprodução/Instagram)

Britney Spears usou seu Instagram, na noite de quarta-feira (14), para postar uma foto em dia de praia com o namorado, o personal trainer Sam Asghari, e ainda divulgou um vídeo falando sobre seu verão.

“Depois do meu último post, muitos amigos quiseram saber mais do meu verão. Claro! Por que não? Acho que o auge do meu verão foram dois amigos comigo na piscina e também tive duas festinhas. Foi bem divertido e, a meu ver, verão ainda está rolando”, disse Britney (assista clicando abaixo).

Recentemente Britney voltou a preocupar seguidores Isso porque eles pediram para ela usar vermelho, caso estivesse com problemas, e ela fez duas publicações seguidas falando sobre a cor.

“Vermelho em breve”, anunciou ela, em um post com a imagem de uma rosa vermelha. “Um gostinho de vermelho!!!! Obs: A primeira foto é a original!!!”, escreveu Britney, em uma sequência do mesmo clique, em que ela aparece com um top vermelho.

Esta não é a primeira vez que Brit deixa mistério sobre sua saúde mental no ar. Muitas pessoas acreditam que ela estaria totalmente debilitada durante a pandemia e seu pai, Jamie Spears, esteja controlando demais. Ele foi acusado até de tomar o celular da artista, que sofre de bipolaridade e já esteve internada em uma clínica psquiátrica em 2007. O movimento #FreeBritney (Britney livre) foi um dos assuntos mais comentados no mundo.

Britney Spears foi comparada, por seu próprio advogado, a um paciente em coma por supostamente não ter capacidade para assinar uma declaração juramentada, no longo processo sobre a tutela e conservadoria de sua fortuna, estimada em R$ 1,1 bilhão (US$ 200 milhões). De acordo com o TMZSam Ingham fez a analogia em uma nova audiência do caso.

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Segundo o site, o juiz do processo começou a fazer perguntas sobre Britney querer um co-conservador de sua propriedade, para trabalhar ao lado do pai da estrela. Ele perguntou então a Sam, se Britney assinaria uma declaração para que houvesse um relato em primeira mão de como ela se sente em relação à conservadoria. [Léo Gregório]