BAFTA 2019 | Letitia Wright, a Shuri de Pantera Negra, ganha prêmio de revelação

Cerimônia revelou seus vencedores neste domingo (10)

Letitia Wright by Stella McCartney on the red carpet – BAFTA 2019

O público escolheu a atriz Letitia Wright, a Shuri de Pantera Negra, como a Estrela em Ascensão do BAFTA 2019. Ela concorria com Lakeith Stanfield (Atlanta), Jessie Buckley (Taboo), Cynthia Erivo (Viúvas) e Barry Keoghan (O Sacrifício do Cervo Sagrado).

Além de Pantera Negra, a atriz esteve em Vingadores: Guerra Infinita e se destacou na série Black Mirror. [Mariana Canhisares]

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BAFTA 2019 | Os vencedores do “Oscar britânico”

Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão escolheu seus favoritos

Atriz Letitia Wright vence o Bafta 2019 na categoria de Estrela em ascensão — Foto: Joel C Ryan/Invision/AP

A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão revelou os vencedores do BAFTA 2019A Favorita foi o grande vencedor da noite, levando sete prêmios. No entanto, Roma venceu nas principais categorias, isto é, Melhor Filme e Melhor Diretor.

Confira a lista de vencedores:

MELHOR FILME
Infiltrado na Klan
A Favorita
Green Book: O Guia
Roma
Nasce Uma Estrela

MELHOR FILME BRITÂNICO
Beast
Bohemian Rhapsody
A Favorita
Mcqueen
Stan & Ollie
Você Nunca Esteve Realmente Aqui

ESTREIA NOTÁVEL DE UM CINEASTA BRITÂNICO
Apostasy – Daniel Kokotajlo (Roteirista/Diretor)
Beast – Michael Pearce (Writer/Director), Lauren Dark (Produtor)
A Cambodian Spring – Chris Kelly (Roteirista/Diretor/Produtor)
Pili – Leanne Welham (Roteirista/Diretor), Sophie Harman (Produtor)
Ray & Liz – Richard Billingham (Roteirista/Diretor), Jacqui Davies (Produtor)

MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO-INGLESA
Cafarnaum
Guerra Fria
Dogman
Roma
Shoplifters

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Free Solo
Mcqueen
Rbg
They Shall Not Grow Old
Three Identical Strangers

MELHOR LONGA ANIMADO
Os Incríveis 2
Ilha de Cachorros
Homem-Aranha no Aranhaverso

O diretor mexicano Alfonso Cuaron posa com os prémios Bafta de Melhor Filme e Melhor Diretor, por “Roma” — Foto: Joel C Ryan/Invision/AP

MELHOR DIRETOR
Spike Lee – Infiltrado na Klan
Paweł Pawlikowski – Guerra Fria
Yorgos Lanthimos – A Favorita
Alfonso Cuarón – Roma
Bradley Cooper – Nasce Uma Estrela

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Guerra Fria
A Favorita
Green Book: O Guia
Roma
Vice

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Infiltrado na Klan
Poderia me Perdoar?
O Primeiro Homem
Se a Rua Beale Falasse
Nasce Uma Estrela

MELHOR ATRIZ
Glenn Close – A Esposa
Lady Gaga – Nasce Uma Estrela
Melissa Mccarthy – Poderia me Perdoar?
Olivia Colman – A Favorita
Viola Davis – As Viúvas

MELHOR ATOR
Bradley Cooper – Nasce Uma Estrela
Christian Bale – Vice
Rami Malek – Bohemian Rhapsody
Steve Coogan – Stan & Ollie
Viggo Mortensen – Green Book: O Guia

Rachel Weisz vence o Bafta 2019 de melhor atriz coadjuvante por ‘A Favorita’ — Foto: Joel C Ryan/Invision/AP

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Amy Adams – Vice
Claire Foy – O Primeiro Homem
Emma Stone – A Favorita
Margot Robbie – Duas Rainhas
Rachel Weisz – A Favorita

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Adam Driver – Infiltrado na Klan
Mahershala Ali – Green Book: O Guia
Richard E. Grant – Poderia me Perdoar?
Sam Rockwell – Vice
Timothée Chalamet – Querido Menino

Mahershala Ali vence Bafta 2019 de Melhor Ator Coadjuvante por ‘Green Book: O Guia’ — Foto: Joel C Ryan/Invision/AP

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Terence Blanchard – Infiltrado na Klan
Nicholas Britell – Se a Rua Beale Falasse
Alexandre Desplat – Ilha de Cachorros
Marc Shaiman – O Retorno de Mary Poppins
Bradley Cooper, Lady Gaga, Lukas Nelson – Nasce Uma Estrela

Bradley Cooper com prêmio de Melhor trilha sonora original por ‘Nasce uma Estrela’ no Bafta 2019 — Foto: Joel C Ryan/Invision/AP

MELHOR FOTOGRAFIA
Bohemian Rhapsody
Guerra Fria
A Favorita
O Primeiro Homem
Roma

MELHOR EDIÇÃO
Bohemian Rhapsody
A Favorita
O Primeiro Homem
Roma
Vice

MELHOR FIGURINO
A Balada de Buster Scruggs
Bohemian Rhapsody
A Favorita
O Retorno de Mary Poppins
Duas Rainhas

MELHOR PENTEADO E MAQUIAGEM
Bohemian Rhapsody
A Favorita
Duas Rainhas
Stan & Ollie
Vice

MELHOR SOM
Bohemian Rhapsody
O Primeiro Homem
Missão: Impossível – Efeito Fallout
Um Lugar Silencioso
Nasce Uma Estrela

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
A Favorita
O Primeiro Homem
O Retorno de Mary Poppins
Roma

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Vingadores: Guerra Infinita
Pantera Negra
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
O Primeiro Homem

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO
I’m Ok
Marfa
Roughhouse

MELHOR CURTA BRITÂNICO
73 Cows
Bachelor
The Blue Door
The Field
Wale Barnaby Blackburn

EE RISING STAR AWARD – ESTRELA EM ASCENSÃO
Barry Keoghan
Cynthia Erivo
Jessie Buckley
Lakeith Stanfield
Letitia Wright

Bilheteria EUA: Uma Aventura LEGO 2, What Men Want, Vingança a Sangue Frio, The Upside, Vidro

Uma Aventura LEGO 2 chega ao topo da bilheteria americana com desempenho abaixo do esperado

Uma Aventura LEGO 2 arrecadou pouco mais US$ 34 milhões na estreia

Tudo indicava que Uma Aventura LEGO 2 seria o filme que faria a bilheteria americana engrenar de vez, já que o movimento nos cinemas no país não anda muito bem. A expectativa era que a animação da Warner Bros. fizesse pelo menos US$ 50 milhões no seu final de semana de estreia. No entanto, o filme arrecadou apenas US$ 34,4 milhões. Porém, ainda assim, a sequência assumiu o topo da bilheteria no país.

Na sequência ficaram dois estreantes, What Men Want e Vingança a Sangue Frio. Enquanto a comédia com Taraji P. Henson fez US$ 19 milhões, quase o valor total do orçamento da produção, a ação de Liam Neeson arrecadou pouco mais de US$ 10 milhões.

Já The Upside, na sua quinta semana em cartaz, garantiu mais US$ 7,2 milhões para a sua bilheteria, somando agora US$ 85,8 milhões. E, fechando o Top 5, Vidro fez US$ 6,4 milhões, totalizando US$ 98,4 milhões no país.

‘Quando você pensa que a Terra é plana, tudo é mais simples’, diz diretor de documentário sobre terraplanistas

‘A Terra é plana’ tenta compreender por que teoria conspiratória anda tão popular
Luiza Barros

O terraplanista Mark Sargent no documentário ‘A Terra é plana’ Foto: Divulgação

O mundo dá voltas. Prova disso é que, em 2019, a arcaica crença de que a Terra é plana, em vez de esférica, ressurgiu com uma força surpreendente graças à popularidade de vídeos conspiratórios sobre o assunto. Chamados de terraplanistas, os defensores dessa ideia acabam de ganhar um documentário, “A Terra é plana”(no original, “Behind the curve”), que estreia na Netflix na próxima quinta-feira.

Diretor do filme, o americano Daniel J. Clark — que faz questão de frisar de que tem certeza que a Terra é redonda — conta que chegou a desconfiar que os youtubers que inundam as redes com conteúdos sobre o assunto pudessem ser fakes ou trolls. Mas ao encontrá-los pessoalmente, viu que eles estavam falando muito a sério.

— A grande questão que nos perguntamos no filme é “por que eles acreditam nisso”? A resposta varia, mas as pessoas se sentem muito atraídas pela ideia de que estão sendo enganadas e de que a percepção de que elas têm do mundo é mais acurada do que algo que outra pessoa possa dizer a elas. Quando você pensa que a Terra é plana, tudo é mais simples — explica ele, que vê nos terraplanistas um ponto comum: o endosso a outras teorias conspiratórias, desde o clássico boato de que o homem jamais pisou na Lua às fake news de que o 11 de setembro e outras tragédias nos Estados Unidos foram armadas pelo governo.

As grandes estrelas do documentário, Mark Sargent e Patricia Steere, parecem o perfeito estereótipo para americanos obcecados por conspirações: Sargent mora com a mãe idosa, foi jogador de videogame profissional e está convencido de que vivemos num mundo de ilusões semelhante ao do filme “O show de Truman”. Já  Steele é uma radialista vegana fã de gatos e da banda dos anos 1980 The Smiths (ela sonha com o dia em que o vocalista Morrissey entre para o movimento). Mas o documentário evita fazer troça deles. Ao ouvir cientistas e psicólogos, o filme defende que ridicularizar os terraplanistas só vai ajudar a isolá-los ainda mais.

— Mark (Sargent) tem várias histórias engraçadas que não são relacionadas ao terraplanismo, a mãe dele é muito simpática. Me aproximei deles como pessoas, sem mentir sobre o que acreditava. Antes as pessoas podiam ser amigas e ter opiniões diferentes, mas como há muita polarização política hoje, isso ficou mais difícil. Voltar a como era antes seria bacana — defende Clark.

A radialista Patricia Steere fala durante convenção dos terraplanistas no documentário ‘A Terra é plana’ Divulgação

Embora não acredite necessariamente que o número de terraplanistas está aumentando (eles podem apenas estar mais organizados e barulhentos do que antes), o diretor sustenta que há dois grandes motivos que podem explicar como uma ideia tão anticientífica ganhou tanta evidência nos últimos anos: uma é politização de assuntos científicos diante de interesses econômicos, como a negação do aquecimento global apoiada por Donald Trump. A segunda é a falta de ética e responsabilidade de alguns acadêmicos, que desacreditam a comunidade científica como um todo ao publicar pesquisas com pouco rigor. 

— Temos os ovos estragados da ciência, que às vezes querem impor uma agenda e ganhar fama, então publicam seus resultados em algum journal sem reputação. Isso acaba ganhando as notícias, e quando depois prova-se que a pesquisa estava errada, a fé das pessoas na ciência em geral diminui — lamenta.

Endossada nos Estados Unidos pelo jogador da NBA Kyrie Irving e pelo rapper B.o.B., a crença no terraplanismo e em outras teorias conspiratórias têm gerado críticas a gigantes como Google e Facebook, onde conteúdos do tipo abundam sem grandes consequências. No mês passado, o YouTube se comprometeu em reduzir a recomendação automática de vídeos que propaguem informações falsas.

Para Clark, o ideal não é proibir que conspiracionistas tenham voz, e sim garantir que os argumentos contrários a eles tenham o mesmo destaque nas redes sociais antes que um novo público seja “seduzido” pela ideia. Quanto aos já convertidos, ele acredita que seria mais complicado fazê-los mudar de ideia — nem mesmo se fracassar a recentemente anunciada expedição de navio à Antártida, que os terraplanistas crêem ser “a borda da Terra”.

— O problema dos experimentos conduzidos pelos terraplanistas, baseado nos que eu acompanhei, é que eles nunca vão aceitar as evidências de que estão errados. Se os terraplanistas acabarem um dia dando a volta ao mundo, vão dizer que alguém aprontou com eles, que foram drogados ou enganados por algum guia.

Mas talvez o maior inimigo dos terraplanistas sejam eles mesmos: conforme “A Terra é plana” mostra, há brigas acirradas na comunidade acerca da real natureza da Terra (alguns acreditam que vivemos sob um domo, outros que estamos dispostos em um plano infinito). E um dos pioneiros do movimento, Math Powerland, está em guerra com os populares Sargent e Steere: de uns tempos para cá, ele se deu por convencido de que ambos só podem ser agentes infiltrados da CIA. Os dois, é claro, dizem que isso não passa de uma grande invenção.

Dumbo | Eva Green, Colin Farrell e elenco estampam novos cartazes

A Walt Disney divulgou novos cartazes de Dumbo, focados nos personagens de Eva GreenColin FarrellMichael Keaton e Danny DeVito.

Eva Green (Walt Disney/ Divulgação)

Na trama do filme, Colin Farrell é Holt, um ex-astro de circo que tem sua vida totalmente alterada quando volta da guerra. O dono do circo, Max Medici (Danny DeVito) o coloca para cuidar de um elenfante recém-nascido, cujas orelhas gigantes chamam a atenção. Porém, quanto os filhos de Holt descobrem que o personagem consegue voar, o persuasivo Vandevere (Michael Keaton) e a artista Colette Marchant (Eva Green) entram na trama para transformar Dumbo em uma estrela. 

Tim Burton é o diretor e a estreia está marcada para 29 de março. [Mariana Canhisares]

Negros, mulheres e política reinam em videoclipes indicados ao Grammy

Todos os candidatos para a categoria “melhor videoclipe” são negros e a metade é composta por mulheres
Por AFP

Beyoncé e Jay-Z  (YouTube/Reprodução)

Os prêmios Grammy são regularmente acusados de promover artistas homens e brancos. Mas este ano devem escapar dessas críticas graças à categoria “Melhor Videoclipe”, em que todos os candidatos são negros e a metade é de mulheres.

Os cinco vídeos selecionados pelos organizadores da cerimônia, que será realizada no domingo em Los Angeles, também têm muito a dizer por suas reivindicações sociais e políticas.

“É o ano de Trump. Há uma necessidade incontrolável de se expressar”, analisa Carol Vernallis, acadêmica especializada em música da Universidade de Stanford. “Imagino que os artistas negros dos Estados Unidos querem estar na linha de frente”, continua.

Childish Gambino, alter ego musical do talentoso comediante, roteirista e diretor Donald Glover (“Atlanta”), estourou na Internet na primavera passada como seu hino politicamente incendiário, “This is America”.

Em seu vídeo provocador, ele denuncia o domínio das armas e do racismo no país com um retrato da vida de muitos negros americanos, entre tiroteios sangrentos e reminiscências da escravidão em um contexto de alegres ritmos afrobeat e gospel.

Já Beyoncé e Jay-Z deram o que falar ao usar o Museu do Louvre, em Paris, como cenário do clipe barroco e exuberante de “APESHIT”. No vídeo, o casal usa as obras clássicas do Velho Mundo para criar uma estética eminentemente moderna e negra.

Janelle Monae, por sua vez, explora sem pudor novos caminhos gráficos no clipe “Pynk”, uma ode electropop à bissexualidade. A cantora aparece rodeada de mulheres jovens, vestindo calças amplas que lembram vulvas.

Assim como Childish Gambino, o vídeo “I’m Not Racist”, de Joyner Lucas, atraiu milhões de espectadores na Internet com seu rap puro e poderoso em um Estados Unidos dividido.

O vídeo perturbador começa com um homem de barba branca e gorro vermelho de “Make America Great Again”, símbolo dos partidários do presidente Donald Trump, fazendo eco a slogans racistas. Mas “eu não sou um racista”, defende-se o homem. “O namorado da minha irmã é negro”.

Um jovem negro com cabelo rasta responde: “É difícil progredir quando este país está dirigido por brancos/que me julgam pela cor da minha pele”.

Mais da metade da transmissão mundial 

Em “Mumbo Jumbo”, a rapper Tierra Whack cria um mundo da fantasia surrealista e inquietante, o prelúdio de um álbum composto por quinze canções de um minuto cada, chamado “Whack World”, parte de um projeto de vanguarda e também um álbum de hip hop.

Os Grammy premiam videoclipes desde 1984, ano em que a MTV começou a fazer um programa, graças a pioneiros como Michael Jackson e Madonna, que revolucionaram e exploraram o potencial deste formato.

Tornou-se um gênero completo, graças à Internet: os videoclipes representam em duração mais da metade da demanda mundial de streaming.

Com as repercussões potenciais de centenas de milhões de reproduções, produzir um vídeo atraente se tornou mais importante do que nunca para a indústria da música, permitindo aos artistas comunicar melhor mensagem, diz Robert Thompson, que leciona cultura televisiva e popular na Universidade de Syracuse.

“Um videoclipe define a identidade visual de uma canção, não posso imaginar ‘This Is America’ com outro vídeo, lhe dá uma dimensão completamente diferente”, explica.

Para Carol Vernallis, o vídeo tem sobretudo o mérito de instaurar “um diálogo” entre a música e a imagem: “Enriquece a canção e amplia seu horizonte, e é excelente para abordar certos problemas”.

Esto é especialmente certo para os temas sociais, diz Robert Thompson. “De todas as partes vemos surgir mensagens políticas expressas por músicos negros. E é nesta categoria dos Grammy que parecem gozar de um reconhecimento especial”, observa o pesquisador.

“O que é triste é quatro de cada cinco vão perder” na noite de domingo, lamenta.

Big Little Lies | “Não há planos para 3ª temporada”, diz criador

Segundo ano estreará em junho

Shailene Woodley, Reese Witherspoon e Nicole Kidman em cena da série “Big Little Lies”

O criador de Big Little LiesDavid E. Kelley, afirmou que não há planos para uma terceira temporada. “Gostamos do nosso final na segunda temporada e provavelmente será isso”.

Reese Witherspoon, uma das protagonistas e produtora executiva, brincou que esta não é a primeira vez que Kelley diz isso. Afinal, originalmente, a ideia era que a produção fosse uma minissérie. Porém, segundo o DeadlineNicole Kidman foi firme e confirmou que este é o fim da série.

A nova temporada explorará “a malignidade das mentiras, a durabilidade das amizades, a fragilidade do casamento e, é claro, as relações familiares. Os relacionamentos vão se desgastar, as lealdades vão se corroer e o potencial para violências emocionais e físicas deverá surgir“.

David E. Kelley assina o roteiro, baseado na história de Liane Moriarty, e a produção executiva junto de Nicole KidmanReese WitherspoonBruna Papandrea, Jean-Marc ValléeNathan RossGregg Fienberg e Andrea Arnold, que também dirigirá todos os sete episódios.

A segunda temporada estreará em junho, ainda sem data divulgada. [Mariana Canhisares]