Arte com efeitos colaterais; você já desmaiou ao ver um quadro?

1480106671675Foto: An Rong Xu para o New York Times
Museu do Louvre: dezenas ou centenas de pessoas se amontoam para ver a Mona Lisa. Uma delas desmaia. Pode até ser por causa do calor e da multidão, mas também pode ser um motivo mais raro, a Síndrome de Stendhal.

“O ser humano é uma tríade: mente, corpo e espírito. Nós sempre vivemos de desejos e expectativas. Quanto maiores elas são, maior o impacto quando você os realiza”, afirma Artur Zular, presidente da Associação Brasileira de Medicina Piscossomática, regional São Paulo. Quando a expectativa de ver uma obra importante é grande, o impacto do primeiro contato pode ser enorme. Até um desmaio, por exemplo.

A síndrome foi descrita pela primeira vez pelo escritor francês Marie-Henri Beyle, conhecido pelo pseudônimo Stendhal. Na sua primeira visita à Basílica de Santa Cruz em Florença, na Itália, ele ficou extremamente emocionado ao ver os famosos afrescos de Giotto.

“Eu caí numa espécie de êxtase, ao pensar na ideia de estar em Florença, próximo aos grandes homens cujos túmulos eu tinha visto. (…) Eu senti palpitações no coração (…). A vida foi sugada de mim. Eu caminhava com medo de cair”, publicou posteriormente no livro Nápoles e Florença: uma viagem de Milão a Reggio.

Zular explica que a reação do corpo a um objeto belo é, sim, real. “Tem gente que fica taquicárdico, tem mal súbito. Algumas pessoas podem ter aumento de pressão arterial, fenômenos visuais, dor de cabeça e até desmaiar. É o corpo reagindo ao momento inebriante.” Nessa hora, são liberados hormônios próprios da emoção, como a adrenalina, a noradrenalina e o cortisol, segundo o médico.

A reação só acontece em quem já tem uma grande expectativa de ver a obra, diz Zular. “Para alguém que não conhece Leonardo da Vinci, a Mona Lisa não diz nada, podem haver 500 mil pinturas mais interessantes. Já alguém que estuda há anos e vai fazer a primeira viagem e vê-la, a expectativa é tão grande e o impacto também deverá ser.”

Mas não se preocupe se você é um apaixonado por arte, o maior fã de Pollock do mundo inteiro e, mesmo assim, não desmaiou ao ver o gigante One: Number 31, 1950 no MoMA, em Nova York. Isso não quer dizer que você conhece ou gosta menos da obra do que outra pessoa. É preciso ter uma predisposição para reagir fisicamente à emoção forte.

“Se alguém desmaiou porque viu a Mona Lisa, provavelmente vai desmaiar em outras situações. É sim um sinal de alerta para que a pessoa veja que é suscetível. Em outros quadros de adaptação, bons ou ruins, também pode ser que ela tenha os fenômenos físicos”, explica Zular.

Portanto, a Síndrome de Stendhal não deve ser levada como uma ‘prova’ do conhecimento ou da paixão pela arte, mas sim como o que realmente é: uma disfunção. “É um sinal de alerta de que algo não está bem do ponto de vista biopsicossocial. É importante buscar ajuda para se dessensibilizar”, afirma o doutor. “Um médico com olhar psicossomático tem condição de fazer o diagnóstico. Quando o profissional não tem conhecimento, pode achar que não é nada, pois os exames podem mostrar que está tudo bem”. [Luisa Pollo – O Estado De S.Paulo]

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Francisco Brennand publica diários de 50 anos de atividade

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Ateliê. O artista e a sobrinha-neta Marianna, com a máscara do Lobo Mau
RECIFE – Uma famosa anedota circulava entre escritores americanos e dizia que a maioria dos autores respira, depois escreve. John Updike, porém, inspirava oxigênio e expirava, ao que parece, um exemplar já pronto. Idênticas surpresa e satisfação vão marcar os leitores brasileiros a partir do dia 3 de dezembro, quando será lançada Diário de Francisco Brennand, luxuosa caixa com quatro volumes, que somam cerca de 2 mil páginas e que contêm não apenas o relato de vida de um dos mais importantes nomes das artes visuais brasileiras, como reflexões sobre pintura, cerâmica, filosofia, cinema e também muito amor.

“Sempre fui um leitor de cartas de artistas como Van Gogh, Gauguin e Camille Pissarro e, em meus devaneios de jovem, acreditava poder fazer o mesmo”, conta ele ao Estado, em seu ateliê discretamente localizado na Oficina Brennand, antiga fábrica de cerâmica herdada de seu pai, no bairro da Várzea do Capibaribe, no Recife, que foi transformada em um impressionante museu com aproximadamente 3 mil peças, entre pinturas e esculturas. É lá que vai acontecer o lançamento no dia 3, em um espaço especialmente preparado. “Vamos, finalmente, concretizar o desejo de Francisco”, comenta, com um largo sorriso, Marianna Brennand Fortes, a sobrinha-neta do artista que, desde que decidiu realizar um filme sobre o tio-avô, em 2009, foi a primeira a ter o privilégio de ler todos os diários.

“Concluí meu curso de cinema em Los Angeles e logo voltei, a fim de fazer um documentário sobre a arte dele. O trabalho estava avançado quando Francisco me mostrou os diários. Fui obrigada a rever todo o plano e, o que seria um período curto de filmagem, durou anos, até eu me sentir confortável novamente”, relembra Marianna que, além do documentário Francisco Brennand, finalmente pronto em 2012, organizou e catalogou a obra do tio-avô e, obra maior, fundou a própria editora, Inquietude, para publicar os diários.

Os diários… Ceramista, pintor, escultor, ilustrador, tapeceiro, gravador, Brennand consolidou-se como um artista plástico perfeito – ao mesmo tempo, local e universal. “Como ele, ao mesmo tempo, absorve naturalmente tudo aquilo que o rodeia, o resultado é que sua obra é a mais universal e a mais fiel à terra de quantas já saíram do Nordeste”, escreveu um de seus grandes amigos, Ariano Suassuna. Suas exposições ultrapassaram fronteiras, chegando à Alemanha e aos Estados Unidos, encantando pela forma com que reinventa a natureza próxima segundo uma flora e uma fauna fantásticas, além de promover a fusão do amor e da morte.

francisco_brennand-divulgacao-750-1Agora, com a divulgação dos diários, descobre-se que Brennand também sempre escreveu. Para ele, mais que uma arte, a literatura é uma energia, uma ferramenta para mudar o mundo. “Comecei a escrever às vésperas de embarcar em um navio para estudar pintura em Paris”, conta ele, mostrando a primeira data: 10 de janeiro de 1949. Esse é o marco zero de uma vida inigualável. “As aventuras na Europa, a descoberta da cerâmica, a transformação da velha olaria fundada pelo pai em Recife numa espécie de templo dedicado ao seu trabalho, a insistência nas telas como atividade quase secreta, a crescente preocupação literária e uma profusão de personagens reais e imaginados são as chaves que norteiam Diário de Francisco Brennand”, escreve Isabel De Luca, no texto de apresentação do trabalho.

No Brasil, a tradição de se publicar diários é episódica, ao contrário de memórias e troca de cartas. “Se o diário é sempre proximamente aparentado com as memórias, com as autobiografias, carrega também com ele, implacavelmente, um registro de época, histórico, sociológico e antropológico que pode chegar a ter um valor inestimável para a reconstituição de um período e de uma mentalidade”, observa o crítico Alexei Bueno, em um alentado prefácio. Para ele, em Brennand, o artista e o intelectual são complementares, autofecundantes, e um não pode ser compreendido sem o outro.

“Com exceção do último volume, meu diário é fragmentado, mas sempre me preocupei secretamente com a literatura”, confessa Brennand que, aos 89 anos, mantém-se altivo, atuante. O artista participou diretamente da edição da obra, relendo e cuidando das notas do autor. Os textos cobrem o período entre 1949 e 2013, com exceção da fase entre 1973 e 1983, diários que foram queimados. “Havia muitas queixas, muitas súplicas, não era possível publicar”, justifica ele que, enquanto preparava os livros, continuou a pintar. E são exatamente 20 paisagens inspiradas na obra do alemão Caspar David Friedrich que compõem a exposição aberta na semana passada, no Espaço Brennand, no bairro recifense de Boa Viagem.

Brennand revela-se um entrevistado natural, absorvente – pungentemente engraçado, mordaz e sagaz, discorre sobre tudo, desde literatura (gosta), artes plásticas (respira) até cinema (venera). Ainda escreve novos diários, cultiva uma certa rebeldia ao deixar barba e cabelo crescerem livremente, mas, acima de tudo, um homem crente. “Sou um católico baudelairiano, pois aceito todos os pecados, mas permaneço na fé.”

TRECHO

“Logo na primeira semana de minha chegada (a Paris), carregado por Cícero Dias, pude apreciar sem nenhum impedimento uma belíssima exposição de Picasso (cerâmicas realizadas em Vallauris entre os anos de 1946 e 1949), na Maison de La Pensée Française, a qual causou-me uma profunda impressão, fazendo-me de imediato rever enorme lista de preconceitos alimentados abertamente contra essa forma de arte, apesar de no Recife toda a minha família ser tradicionalmente dedicada à indústria de cerâmica. Aliás, esses preconceitos desapareceram por completo quando, em uma tarde, entrando no Museu Jeu de Paume, deparei com um belo potiche verde celadon, em cuja etiqueta estava escrito o nome de Gauguin.” (23/2/1949)

DIÁRIO DE FRANCISCO BRENNAND
Organização: Marianna Brennand Fortes
Editora: Inquietude (caixa com 4 volumes, 2.000 págs., R$ 100)

Ubiratan Brasil,
O Estado de S.Paulo

Como os designers de “A Chegada” criaram (e desvenderam) um alfabeto alienígena

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por Carlos Merigo
Com “A Chegada”, Denis Villeneuve fez o que pra mim é o filme do ano, e certamente um sci-fi pra levar pro resto da vida, assim como outros clássicos do gênero. Não é a história de alienígena que parece, à primeira vista, pois trata-se uma metáfora sobre comunicação e a capacidade de entender os outros. Tem outro conceito importante também, mas esse fica pra você descobrir no cinema.

⚠️ Vale avisar que há pequenos spoilers pela frente, caso você, como eu, prefira não saber de nada antes de assistir.

Louise Banks, a personagem de Amy Adams, é uma linguista convocada pelo exército americano com a missão de encontrar alguma maneira de se comunicar com os aliens que estão estacionados em doze pontos da Terra. Os chamados heptapods “falam” através de glifos circulares, similares a manchas de tinta num papel.

Esses símbolos não são aleatórios, como qualquer cineasta preguiçoso pensaria em fazer. Assim como é mostrado no filme, eles realmente carregam um significado próprio, variando de palavras simples como “Olá” até frases completas como “Olá Luise, somos aliens mas viemos em paz”. Tudo depende da complexidade da mancha e também da ordem, já que os heptapods se comunicam de maneira não linear.

O designer de produção, Patrice Vermette, queria algo esteticamente interessante, mas que ao mesmo tempo parecesse uma linguagem completamente desconhecida para a nossa civilização. A esposa de Vermette, a artista Martine Bertrand, foi a responsável por desenhar os 15 rascunhos iniciais dos chamados logograms.

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A partir dos desenhos, a equipe de design de “A Chegada” desenvolveu um alfabeto com 100 símbolos. Até a intensidade da mancha pode carregar um significado, como senso de urgência, por exemplo. Dessa forma, foi possível expressar uma variedade de ideias sem nenhuma regra ou sintaxe tradicional.

Acontece que tudo isso era só metade do trabalho pronto. A linguagem estava criada, mas como nós, humanos, seríamos capaz de interpretá-la? É aí que entram Stephen Wolfram fundador do WolframAlpha e do software de codificação Mathematica, e seu filho, o programador Christopher Wolfram. Foi o Mathematica, aliás, que ajudou a criar o buraco negro visto em “Interestelar”, de Christopher Nolan.

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Juntos, pai e filho possibilitaram a dinâmica científica – exibida no filme – de reconhecimento e tradução dos glifos alienígenas. Além de provar a validade dos símbolos como um idioma, as cenas tornam críveis para o espectador o trabalho de Louise e do físico Ian Donnelly, interpretado por Jeremy Renner.

Os Wolfram’s dividiram cada símbolo em 12 partes, e através de software identificaram diversos padrões nas imagens. Ainda que se assemelhem a uma mancha, grande parte acaba tendo precisamente o mesmo tamanho e formato. A abordagem é a mesma que cientistas precisariam ter para desvendar a linguagem. Segundo conta Stephen Wolfram em seu site, todo o trabalho computacional mostrado no filme é real, inclusive as transformações dos desenhos em palavras.

Apenas uma certa quantidade de logograms foram traduzidos para o filme, mas um vocabulário muito maior poderia ser construído através dessa lógica. Vale dizer que essa obsessão pela verossimilhança foi além da escrita alienígena. Até as apresentações e a lousa que aparece em cena trazem fórmulas de matemática e física que fazem sentido.

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Elas foram escritas pelo próprio Wolfram numa tentativa de explicar a viagem interplanetárias dos discos/conchas voadoras. Ele conta que foi chamado de última hora, vários meses das filmagens terem terminado, pois Denis Villeneuve tinha deixado claro: nada podia ser aleatório em “A Chegada”.

Fences | Denzel Washington e Viola Davis falam sobre o futuro de sua família em novo trailer

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Fences, filme que adapta a peça de teatro de mesmo nome, ganhou um novo trailer com Denzel Washington e Viola Davis falando sobre sua família:

O longa conta a história de um homem que sonhava em ser jogador de beisebol, mas acabou se tornando um catador de lixo. Agora, ele vive um relacionamento complicado com a esposa e o filho. Stephen Henderson, Russell Hornsby e Jovan Adepo também estão no elenco. Recentemente foi divulgado que Davis deve concorrer aos prêmios como Atriz Coadjuvante.
Washington e Davis reprisam o papel que fizeram na Broadway e o ator também assume a direção. A estreia nos EUA está marcada para 25 de dezembro. [Camila Sousa]

Associação de críticos gays e lésbicas elege as dez maiores atrizes de todos os tempos

A Associação de Críticos Gays e Lésbicas dos Estados Unidos fez uma lista com o que eles consideram as maiores atrizes de todos os tempos. As dez escolhidas pelos especialistas são de diferentes épocas e gerações da indústria cinematográfica. A mais novas listadas são as atrizes Cate Blanchett, Viola Davis e Julianne Moore.
Além de Blanchett, Davis e Moore, a lista completa é composta por Bette Davis (1908-1989), Ingrid Bergman (1915-1982), Jane Fonda, Meryl Streep, Katharine Hepburn (1907-2003), Isabelle Huppert e Barbara Stanwyck (1907-1990).
Segundo os organizadores da lista, outras atrizes bastante votadas e ficaram próximas do top 10 foram: Joan Crawford (1905-1977), Judi Dench, Sally Field, Judy Garland (1922-1969), Audrey Hepburn (1929-1993), Jessica Lange, Helen Mirren, Elizabeth Taylor (1932-2011) e Kate Winslet.

CINEMA | Estreias Da Semana: A Chegada, Jack Reacher – Sem Retorno, Rainha de Katwe, Elis, É Apenas o Fim do Mundo

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Confira agora os filmes que chegam às telas em 24 de novembro

A Chegada

Louise, uma linguista especializada, é chamada para desvendar sinais alienígenas deixados por extraterrestres na Terra, e descobrir se trata-se ou não de uma ameaça. As respostas, no entanto, podem colocar em risco a vida de Louise e a existência da humanidade.

Drama, Mistério, Ficção Científica – (Arrival) EUA, 2016. Direção: Denis Villeneuve. Elenco: Amy Adams, Jeremy Renner, Forest Whitaker. Duração: 156 min. Classificação: 10 anos.

Jack Reacher – Sem Retorno

Jack Reacher está de volta à base militar onde serviu na Virgínia e pretende levar uma comandante local para jantar. Ao descobrir que ela foi sequestrada, assume a responsabilidade de salvá-la.

Ação, Aventura, Crime – (Jack Reacher: Never Go Back) EUA, 2016. Direção: Edward Zwick. Elenco: Tom Cruise, Cobie Smulders, Danika Yarosh. Duração: 120 min. Classificação: 14 anos.

Rainha de Katwe

Filme baseado na história verídica de uma jovem garota das ruas da região rural de Uganda, cujo mundo rapidamente se modifica quando é apresentada ao jogo de xadrez, e, como resultado do apoio que ela recebe de sua família e da comunidade, é imbuída da confiança e determinação de que precisa para correr atrás de seu sonho de se tornar uma campeã internacional de xadrez.

Biografia, Drama, Esporte – (Queen of Katwe) EUA, 2016. Direção: Mira Nair. Elenco: Lupita Nyong’o, David Oyelowo, Madina Nalwanga. Duração: 1124 min. Classificação: 10 anos.

Elis

Longa-metragem de ficção baseado na vida da cantora Elis Regina, considerada a maior cantora do Brasil. O filme acompanha Elis desde sua chegada ao Rio de Janeiro, aos 19 anos, até sua morte trágica e precoce.

Drama, Biografia – Brasil, 2015. Direção: Hugo Prata. Elenco: Andreia Horta, Rodrigo Pandolfo, Caco Ciocler. Duração: 110 min. Classificação: 14 anos.

É Apenas o Fim do Mundo

Longe de casa há doze anos, o escritor Louis vai ao encontro da mãe, da irmã, do irmão e da cunhada para informá-los que irá morrer em breve. No entanto, o roteiro da curta reunião, idealizado por Louis, sairá de seu controle assim que as mágoas, as memórias, as brigas e as lágrimas do passado começarem a ressurgir entre a família.

Drama – (Juste la fin du Monde) Canadá, França, 2016. Direção: Xavier Dolan. Elenco: Marion Cotillard, Gaspard Ulliel, Léa Seydoux. Duração: 97 min. Classificação: a definir.

O Quarto dos Esquecidos

Dana e David formam um casal marcado por um trauma recente. Eles decidem sair da cidade grande e mudar-se para uma área rural junto do filho Lucas. Dana pretende usar seus conhecimentos como arquiteta para reformar a nova casa e superar as dores passadas, até que ela percebe a existência de um quarto escondido, que não constava na planta.

Suspense – (The Disappointments Room) EUA, 2015. Direção: D.J. Caruso. Elenco: Kate Beckinsale, Michaela Conlin, Lucas Till. Duração: 109 min. Classificação: 14 anos.

Toro

Múltiplas interpretações de temas atuais em diversas camadas. Uma delas, a intolerância e suas verdadeiras causas. Um dos filmes da Trilogia da Vida Real.

Drama – Brasil, 2016. Direção: Edu Felistoque. Elenco: Rodrigo Brassoloto, Naruna Costa, Ronaldo Lampi. Duração: 88 min. Classificação: 16 anos.

Hector

Uma viagem entre o passado e o presente da personagem pergunta: o que nos move? Um dos filmes da Trilogia da Vida Real.

Drama – Brasil, 2016. Direção: Edu Felistoque. Elenco: Sergio Cavalcante, Eucir de Souza, Rodrigo Brassoloto. Duração: 86 min. Classificação: 16 anos.

De Palma

Documentário sobre a carreira do cineasta Brian De Palma.
Documentário – (De Palma) EUA, 2015. Direção: Noah Baumbach, Jake Paltrow. Duração: 109 min. Classificação: a definir.