Sarah Jessica Parker fala sobre a série ‘Divorce’

sarah-a23f7bab3e90e616964d53929d86654bComo Carrie, a célebre personagem de Sex and the City, a americana Sarah Jessica Parker viveu situações improváveis enquanto corria atrás do amor verdadeiro em Nova York – encontrado no encantador sr. Big. Uma década depois, a atriz está preparada para deixar a colunista de 37 anos de lado (ao menos temporariamente). No lugar dela entra Frances, 40 e poucos anos, dois filhos, que vive no subúrbio nova-iorquino e, em vez de iniciar um casamento, quer terminar. Em Divorce, nova série da HBO, a personagem principal pede a separação após se envolver com outro homem. Bem-humorada e muito elegante em um vestido preto e branco bordado do estilista Giambattista Valli, Parker, 51 anos, encontrou com CLAUDIA em um hotel em Los Angeles para falar da nova empreitada.

Em 2017, você completa duas décadas de casada (com o também ator Matthew Broderick). Já sua personagem, com dez anos de casamento, vive uma relação em que os dois se odeiam. Como lidou com essa dualidade?
Eu, pessoalmente, não consigo entender como um casal chega a esse ponto, mas sei que é uma situação real para muita gente. A raiva é uma maneira de demonstrar mágoa, frustração… E também de apontar para o outro que você se sente incompreendida e diminuída, desconfortos normais para quem está passando por um divórcio.

O que a atraiu na série?
Poder mostrar como a separação afeta as pessoas em torno do casal – desde os advogados, que viram parasitas; até os amigos, que se sentem no direito de falar mal do seu ex. Para Frances, o grande desafio é dar a notícia aos filhos sem que eles se julguem responsáveis. Ela se culpa por expô-los a essa situação e quer ser a melhor mãe possível, mas, de repente, precisa criar um sistema de apoio com a família e os amigos e lidar com questões inéditas, como discutir separação de bens. Só de imaginar, fico aterrorizada.

Fala-se muito sobre aumentar a presença das mulheres na indústria do entretenimento. Você, como produtora da série, tem essa preocupação?
Chamamos nomes diferentes para dirigir os episódios e queremos  mais mulheres nessa função na próxima temporada. Acho importante ter vozes diversificadas – não só em termos de gênero mas de estilo de vida e histórico pessoal. Quanto mais você se expõe a outros pontos de vista, melhor é como artista, política, mãe, professora…

Frances encerra de uma vez sua relação com Carrie?
Nunca colocamos um fim definitivo em Sex and the City.  Só estamos decidindo qual história contar e o melhor momento para isso. [Mariane Morisawa]

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Com dreads enormes, Rihanna filma longa ‘Ocean’s Eight’ nos EUA

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Rihanna está no elenco de Ocean’s Eight, spin-off de Onze Homens e Um Segredo, e compareceu ao set para filmar cenas do longa, que deve estrear em 2018. A cantora mudou o visual para a sua personagem e adotou dreads enormes, clicados durante a terça-feira (1).

E parece que a barbadiana está solteira novamente depois de ter assumido um relacionamento com Drake. Os cantores teriam colocado um ponto final no romance e já estariam saindo com outras pessoas, segundo o E! Online.

“Rihanna e Drake estão vendo outras pessoas no momento. Eles não são exclusivos mais. Ainda se amam, a agenda de shows de ambos tem atrapalhado a relação”, contou uma fonte próxima ao casal.

Documentários celebram as trajetórias de David Lynch e de Toshiro Mifune

david_lynchjpg.jpgLynch. Filme não avança até seus grandes sucessos cult
Duas grandes vidas, sem dúvida. A de um cineasta, com dois pés fincados nas artes plásticas, David Lynch. E a de um grande ator, para muitos o maior do seu país, Toshiro Mifune. Retratadas em dois belos documentários: David Lynch: A Vida de um Artista, direção de Jon Nguyen, Olivia Neergaard-Holm e Rick Barnes, e Mifune: o Último Samurai, de Steven Okazaki.

O próprio Lynch descreve sua vida enquanto trabalha em seu estúdio. Suas mãos moldam e pintam, enquanto ele reflete sobre sua trajetória, da pequena cidade de Missoula até algo que muda tudo, uma bolsa de estudos do American Film Institute, que viabilizou seu primeiro longa, Eraserhead.

Mas o doc para por aí. Não avança até os grandes sucessos cult de Lynch, Veludo Azul e Twin Peaks.Limita-se aos, digamos assim, materiais de construção com que ele trabalha para criar os pilares de sua carreira de cineasta. É um Lynch pré-cinema, mas que ajuda demais na compreensão do Lynch cineasta. Em especial, por sua atenção aos dados da mente profunda, do acaso, a importância da escolha das imagens, a preservação do mistério das coisas, os limites da compreensão racional – tudo isso que, aplicado em filmes, resulta numa obra de límpida estranheza, mas que não deixa de tocar seu público. Apenas se comunica em um nível segundo, numa espécie de conversa íntima de inconsciente para inconsciente.

Já O Último Samurai tem seu grande trunfo na riqueza do material apresentado, fato que se deve à carreira longa e produtiva do personagem. Toshiro Mifune participou de mais de 170 filmes e tornou-se o grande ator da era de ouro do cinema japonês. Em especial, encarnando a figura do Samurai, do guerreiro medieval. Desses 170 filmes, nada menos de 16 foram feitos sob a batuta do grande mestre Akira Kurosawa, em obras-primas como Rashomon eYojimbo. Dois títulos que tiveram grande influência no mundo todo. Mas Toshiro, para faturar, trabalhou em obras muito comerciais. E enfrentou problemas com o alcoolismo, fato que o filme não esconde.

Luiz Zanin Oricchio,
O Estado de S.Paulo

Atriz Tippi Hedren de ‘Os Pássaros’ relata assédio sexual de Hitchcock em biografia

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O diretor Alfred Hitchcock e a atriz Tippi Hedren
A atriz Tippi Hedren lançou nesta semana uma biografia na qual detalha os abusos que sofreu do diretor Alfred Hitchcock durante as gravações do filme “Os Pássaros” (1963).
Em “Tippi“, ela conta que sofreu assédio sexual durante as filmagens, era perseguida e torturada física e mentalmente pelo cineasta.
“Foi um momento muito, muito terrível”, escreveu. “Na época, assédio sexual e ‘stalkear’ eram termos que não existiam. E quem era mais valioso para o estúdio? Eu ou ele?”, acrescentou sobre por que não o denunciou.
De acordo com o livro, Hitchcock proibia que o atores conversassem com ela nos intervalos das filmagens. Durante um dos momentos com o cineasta, ele teria dito que teve uma ereção quando dirigiu Cary Grant e Grace Kelly em “Ladrão de Casaca“.
O diretor também teria o costume de ir de carro até a casa em que Hedren morava, para ver se ela estava no local, e uma vez tentou beijá-la enquanto dividiam uma limusine.
No fim do filme, há uma cena em que os pássaros atacam a personagem da atriz. No livro, ela diz que Hitchcock planejava usar criaturas mecânicas, mas mudou de ideia e usou os animais de verdade. Como a cena foi gravada várias e várias vezes, eles teriam chegado muito perto de machucar a protagonista.
“Nem o adestrador mais experiente do mundo conseguiria controlar todos os animais ao mesmo tempo, especialmente em um momento de estresse como aquele”, escreveu. “Foi brutal.”
“Eu apenas sentei no chão, sem conseguir me mover e chorava de exaustão”, completou.
Apesar dos problemas com o diretor em “Os Pássaros”, eles voltaram a trabalhar juntos em “Marnie, Confissões de uma Ladra” (1964), mas a situação entre os dois não melhorou.
Durante a gravação do longa, Hitchcock teria instalado uma porta secreta que ligava o escritório dele ao camarim dela. “Uma vez ele veio e colocou as mãos dele em mim. Foi sexual, foi perverso. Quanto mais eu lutava, mais agressivo ele ficava”, declarou.
Os dois se conheceram quando Hedren, então com 31 anos de idade, se mudou para Los Angeles. Ela tentava seguir carreira de atriz atuando em alguns comerciais, quando foi descoberta pelo cineasta.
Eles fecharam contrato para fazerem cinco filmes, mas depois de “Marnie” não voltaram mais a trabalhar juntos. Hitchcock morreu em 1980.
As denúncias de Hedren já haviam inspirado o filme “The Girl’, produzido pela HBO em 2012.

Bilheteria EUA: Tyler Perry’s Boo! A Madea Halloween, Inferno, Jack Reacher: Sem Retorno, O Contador, Ouija – Origem do Mal

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Tyler Perry’s Boo! A Madea Halloween, mais um filme da franquia de ator/diretor produtor Tyler Perry, levou o primeiro lugar na bilheteria dos Estados Unidos no fim de semana que antecede o Halloween. O longa faturou US$ 16,7 milhões, chegou a um total de US$ 52 milhões e ficou à frente do estreante Inferno, longa estrelado por Tom Hanks e baseado no livro de Dan Brown.
O filme não tem previsão para estrear no Brasil.

Inferno ficou abaixo das expectativas da Sony e alcançou o segundo lugar, levando apenas US$ 15 milhões em sua estreia no país. É a pior estreia da franquia nos Estados Unidos, atrás de O Código da Vinci em 2006 (US$ 77,1 milhões) e Anjos e Demônios (US$ 46,2 milhões).

A adaptação ao cinema do quarto livro do escritor Dan Brown sobre o criptologista Robert Langdon (Tom Hanks) mostra o personagem tentando evitar uma praga global, seguindo pistas de A Divina Comédia. Felicity Jonesvive a Dra. Sienna Brooks, Omar Sy faz Christopher Bruder, Sidse Babett Knudsen interpreta a Dra. Elizabeth Sinskey e Irrfan Khan vive Harry Sims, “o diretor”.

Nos mercados internacionais, o filme tem melhor desempenho, ultrapassando a marca dos US$ 100 milhões. Inferno estreou no Brasil em 13 de outubro.

Jack Reacher: Sem Retorno (Jack Reacher: Never Go Back) ficou com o terceiro lugar, faturando US$ 9,6 milhões. No novo filme estrelado por Tom Cruise, Reacher retorna à sua antiga base militar para tentar encontrar a Major Susan Turner, mas é impedido de vê-la. Ao mesmo tempo, tem que provar sua inocência em relação a um crime do passado e descobre que pode ser pai. O filme estreia no Brasil em 24 de novembro.

Na sua segunda semana em exibição, O Contador (The Accountant), novo filme estrelado por Ben Affleck, caiu para a quarta posição, com mais US$ 8,5 milhões
para um total de US$ 61,3 milhões.

O longa, que tem elementos de tipos de filmes variados, do drama de gênio incompreendido ao filme de matador implacável, pode começar uma franquia para Affleck nos moldes da série Bourne de seu amigo Matt Damon.O Contador já está em cartaz no Brasil.

A quinta posição ficou com Ouija – Origem do Mal. A continuação do terror faturou US$ 7,1 milhões, acumulando US$ 24,6 milhões. No longa, o que começa como uma farsa para arrancar dinheiro de clientes céticos, se torna um terrível pesadelo quando Doris, a caçula da família, é possuída por espíritos malignos.

Katie Holmes diz que Suri a ajudou na direção do seu primeiro filme

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Suri e Katie Holmes (Foto: Reprodução Instagram)

Em sua estreia como diretora em ‘All We Had’, filme que aborda a relação de uma mãe com sua filha, Katie Holmes revelou que recebeu ajuda da pequena Suri. A atriz e agora diretora – que também atuará no longa – contou ao ET Online que sua filha a ajudou a compreender a dinâmica entre sua personagem, Rita, e sua filha na produção, Ruthie, interpretada por Stefania Owen.

O apoio de Suri foi tão importante que a filha de Katy receberá um agradecimento especial ao final do filme. “Ela recebe um agradecimento especial por tudo, por cada trabalho que eu faço, porque ela faz cada dia ser impressionante e melhor”, contou Katie ao ET Online. “Eu me conheço melhor por causa dela, então ela receberá um agradecimento especial”.

Vale lembrar que Holmes e sua filha se aproximaram ainda mais nos últimos anos, já que Tom Cruise praticamente não viu a menina desde que se separou da atriz em 2012. De acordo com informações do Us Weekly, o ator só voltou a ver Suri em junho deste ano. O afastamento teria sido motivado pela saída de mãe e filha da Cientologia, religião de Cruise.

A atriz também falou ao site sobre o desafio de dirigir seu primeiro filme. “Levou um longo tempo para assumir o risco”, comentou Katie. “Sinto-me afortunada porque tenho um grupo de apoio maravilhoso ao meu redor”.

‘All We Had’ é uma adaptação do livro de mesmo nome da escritora Annie Weatherwax.  Além de dirigir a produção, Katie também interpretará a protagonista do longa que deve chegar aos cinemas norte-americanos em 9 de dezembro. Ainda não há data de estreia para o Brasil.

Fences | Denzel Washington e Viola Davis estão no primeiro cartaz do drama

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Fences, filme que adapta a peça de teatro de mesmo nome, ganhou seu primeiro pôster com Denzel Washington e Viola Davis.
O longa conta a história de um homem que  trabalha com coletor de lixo em Pittsburgh e tem um relacionamento complicado com sua esposa e filhos. Stephen Henderson, Russell Hornsby e Jovan Adepo também estão no elenco. Recentemente foi divulgado que Davis deve concorrer aos prêmios como Atriz Coadjuvante..
Washington e Davis reprisam o papel
que fizeram na Broadway e o ator também assume a direção. A estreia nos EUA está marcada para 25 de dezembro. [Camila Sousa]