Arlequina | Filme com personagens femininas do universo DC contrata roteirista

Arlequina esquadraosuicida01junho-02.jpg

Christina Hodson vai escrever o roteiro do derivado focado em Arlequina (que também deve incluir as Aves de Rapina/Birds of Prey). A informação é do The Wrap.
O projeto outras personagens femininas do universo da DC Comics, e possivelmente alguns vilões. Margot Robbie já está confirmada no filme e também produzirá o longa.
Hodson tem no currículo Refém do MedoBumblebee, o primeiro derivado de Transformers. [Natália Bridi]

Anúncios

Free Fire | Novo filme de Brie Larson ganha pôster e data de estreia nos EUA

025.jpg

Free Fire, longa escrito e dirigido por Ben Wheatley (High-Rise) e que tem Brie Larson no elenco, ganhou sua data de lançamento nos EUA para 17 de março (via Deadline), e um pôster.
A sinopse do filme ainda não foi divulgada, mas sabe-se que a trama vai acontecer em um galpão, onde duas gangues rivais se encontram e transformam o local em uma zona de guerra. Cillian Murphy (No Coração do Mar), Brie Larson (vencedora do Oscar por O Quarto de Jack), Armie Hammer (O Agente da UNCLE), Sharlto Copley (Malévola), Jack Reynor (Macbeth) e Sam Riley(Orgulho e Preconceito e Zumbis) estão no elenco. [Camila Sousa]

Exposição do artista mexicano Héctor Zamora no CCBB SP vai até janeiro

01-exposicao-do-artista-mexicano-hector-zamora-no-ccbb-sp-vai-ate-janeiro.jpeg

A mostra reúne 24 obras, incluindo uma performance inédita criada especialmente para o vão do centro cultural
Uma grande parte do trabalho do artista mexicano Héctor Zamora, famoso por suas instalações site-specific, intervenções no espaço público e performances, está em exposição no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo.

Divulgação
02-exposicao-do-artista-mexicano-hector-zamora-no-ccbb-sp-vai-ate-janeiroA mostra Héctor Zamora – Dinâmica não linear reúne 24 obras do mexicano, entre vídeo-instalações, desenhos, esculturas, fotografias e registros, além da performance inédita Ruptura, criada especialmente para o vão do CCBB.

Divulgação
03-exposicao-do-artista-mexicano-hector-zamora-no-ccbb-sp-vai-ate-janeiroPrimeira exposição de grande porte do artista mexicano em uma instituição brasileira, a retrospectiva apresenta um panorama de suas obras, que dialogam com o público e propõem reflexões sociais e políticas.

Divulgação
04-exposicao-do-artista-mexicano-hector-zamora-no-ccbb-sp-vai-ate-janeiroA mostra fica em cartaz até 2 de janeiro de 2017.

Divulgação
05-exposicao-do-artista-mexicano-hector-zamora-no-ccbb-sp-vai-ate-janeiroHéctor Zamora – Dinâmica não linear

Quando: até 02/01/2017. De quarta a segunda-feira, das 9h às 21h
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo, SP
Entrada franca
Fonte: Follow the Colours

Kraftwerk é proibido de se apresentar em Buenos Aires por causa de lei anti-música eletrônica

KraftwerkGE270411.jpg

O grupo alemão Kraftwerk pode ter que cancelar seu show em Buenos Aires devido a uma lei que que proibe apresentações de música eletrônica na cidade. A lei passou a valer em setembro como uma resposta governamental à morte de seis pessoas relacionadas ao uso de drogas no festival Time Warp.
Os responsáveis pelo show do grupo alemão já haviam conseguido liberação do governo em julho, no entanto, o órgão responsável decidiu proibir a apresentação, a menos de 15 dias da realização do show, que acontece no dia 23 de novembro no estádio Luna Park e já conta com 70% dos ingressos vendidos.
Em declaração o jornal Clarín, os responsáveis pelo show argumentam que o show do Kraftwerk é completamente diferente da Time Warp.
“Eles usam sintetizadores, mas a proposta é completamente diferente: se trata de um concerto para todas as idades, tem uma hora e meia de duração e só terá refrigerantes à venda”, destacou.
Até o momento, a prefeitura de Buenos Aires não se manifestou sobre a possível realização do evento.

Painkiller Jane | Jessica Chastain protagonizará filme baseado na personagem dos quadrinhos

Jessica Chastain 10314186.jpg

O filme baseado na HQ Painkiller Jane encontrou sua protagonista. Jessica Chastain estrelará o longa, além de produzir o projeto baseado na personagem criada por Joe Quesada e Jim Palmiotti. As informações são do Deadline.

Chastain viverá Jane Vasko, uma policial de Nova York que é recrutada pelo FBI para infiltrar uma gangue que lida com drogas e tráfico humano. Após uma experiência que quase a mata, Jane acaba desenvolvendo habilidades de regeneração que a tornam indestrutível.

Painkiller Jane já foi adaptada para a TV em uma série que durou apenas uma temporada e foi cancelada em 2007.

Nos quadrinhos, a personagem não tem uma série fixa. Ela aparece em minisséries e especiais ocasionalmente desde 1996. A minissérie mais recente, The Price of Freedom, está sendo publicada atualmente pelo selo Icon da Marvel. [Aline Diniz]

CINEMA | Estreias da Semana: Snowden – Herói ou Traidor, Pequeno Segredo, O Nascimento de uma Nação…

Confira agora os filmes que chegam às telas em 10 de novembro

Snowden – Herói ou Traidor

Ex-funcionário da CIA entrega à imprensa uma série de documentos sigilosos da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) comprovando atos de espionagem do governo estado-unidense.

Drama, Biografia, Suspense – (Snowden) EUA, Alemanha, França, 2016. Direção: Oliver Stone. Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Shailene Woodley, Nicolas Cage. Duração: 134 min. Classificação: 12 anos.

Pequeno Segredo

Kat é adotada por uma formidável família após ter que lidar com a perda dos pais. A menina tenta se encaixar numa vida normal, enquanto descobre como o mundo pode ser ao mesmo tempo lindo e cruel.

Drama – Brasil, Nova Zelândia, 2015. Direção: David Schurman. Elenco: Júlia Lemmertz, Marcelo Antony, Maria Flor. Duração: 108 min. Classificação: 10 anos.

O Nascimento de uma Nação

O ex-escravo Nat Turner lidera um movimento em 1831 para libertar escravos afro-americanos na Virgínia.

Drama – (The Birth Of A Nation) EUA, 2016. Direção: Nate Parker. Elenco: Armie Hammer, Mark Boone Junior, Penelope Ann Miller. Duração: 115 min. Classificação: 14 anos.

Horizonte Profundo – Desastre no Golfo

O filme conta a história real do acidente que destruiu uma plataforma de petróleo da British Petroleum Deepwater Horizon, no Golfo do México, em 2010, e que matou 11 pessoas e deixou outras 16 feridas.

Ação – (Deepwater Horizon) EUA, 2016. Direção: Peter Berg. Elenco: Mark Wahlberg, Dylan O’Brien, Kate Hudson. Duração: 120 min. Classificação: 12 anos.

O Plano de Maggie

A jovem Maggie tenta viver por conta própria em Nova York. Ela planeja ter um filho, mas o envolvimento com um homem casado pode desequilibrar seus planos.

Drama – (Maggie’s Plan) EUA, 2016. Direção: Rebecca Miller. Elenco: Greta Gerwig, Ethan Hawke, Julianne Moore. Duração: 98 min. Classificação: 12 anos.

Invasão de Privacidade

Mike é um bem sucedido empresário que tem tudo: uma esposa maravilhosa, uma linda filha adolescente e uma casa com tecnologia de última geração. Sua empresa está na iminência de mudar o negócio de aviação para sempre até que Mike descobre que está em um perigoso jogo que ameaça tudo que ele conquistou.

Ação, Drama – (I.T.) EUA, 2015. Direção: John Moore. Elenco: Stefanie Scott, Pierce Brosnan, Anna Friel. Duração: 109 min. Classificação: 12 anos.

O Ignorante

Laurent está buscando um caminho na vida depois de viver uma infância e adolescência tediosa. Ele tem uma relação conflituosa com Rodolphe, seu pai, e ambos são modestos, sem expressar muita ternura entre eles. Apesar de ter muitas mulheres ao seu redor, Rodolphe só tem uma obsessão: encontrar Marguerite novamente, o primeiro amor de sua vida.

Drama – (Le Cancre) França, 2016. Direção: Paul Vecchiali. Elenco: Paul Vecchiali, Pascal Cervo, Catherine Deneuve, Mathieu Amalric. Duração: 116 min. Classificação: 12 anos.

Quando o Dia Chegar

A corrida espacial alcançou seu pico e os sonhos de liberdade estão por toda parte. Em Copenhagen, dois irmãos inseparáveis, Elmer de 10 anos e Erik de 13, são removidos da casa de sua mãe convalescida e levados para o orfanato Gudbjerg onde parece que o tempo parou.

Drama – (Der kommer en dag) Dinamarca, 2016. Direção: Jesper W. Nielsen. Elenco: Ahmed Al Rokh, Hiba Attalah, Kais Attalah. Duração: 120 min. Classificação: 14 anos.

Através da Sombra

Laura é contratada como professora de duas crianças órfãs que vivem na fazenda de café de um tio. Aos poucos, ela sente que as crianças estão sob influências malignas de espíritos hostis que ali viveram, e se empenha em descobrir o que está por trás de todo esse mistério, sem perceber que ela mesma poderá estar envolvida numa trama diabólica.

Suspense – Brasil, 2015. Direção: Walter Lima Junior. Elenco: Virginia Cavendish, Domingos Montagner, Ana Lúcia Torre. Duração: 104 min. Classificação: 14 anos.

Much Loved

Prostitutas vivendo na sociedade extremamente machista do Marrocos.

Drama – (Much Loved) Marrocos, França, 2016. Direção: Nabil Ayouch. Elenco: Loubna Abidar, Asmaa Lazrak, Halima Karaouane. Duração: 104 min. Classificação: 16 anos.

RGirls NOW! Elas são punk! Um olhar feminino sobre o movimento que completa 40 anos

11
Nascido há quatro décadas, o estilo ainda inspira tendências, como neste editorial da revista i-D de 2011 Foto: Paola Kudacki (Trunk Archive)


Maior ousadia da história contemporânea, o punk – movimento que mudou profundamente a música, a moda e a juventude inglesas – completa 40 anos este mês. Para comemorar a data, Joseph Corré, 48 anos, filho do músico Malcolm Mclaren, empresário dos Sex Pistols, e da estilista Vivienne Westwood, decidiu queimar obras de arte, objetos e roupas ligados ao movimento, avaliados em R$ 26 milhões, em uma praça de Camden Town, berço da agitação londrina. A ideia promete tomar forma no dia 26 deste mês, mesma data em que, no ano de 1976, foi lançado o single “Anarchy in the UK”, espécie de hino da banda inglesa – e da tribo que se originou a partir dela.

O ato é uma forma de protesto de Corré contra o Punk.London, série de eventos oficiais organizados pela prefeitura de Londres (veja a programação no boxe) para celebrar a ocasião. Órgãos e personalidades públicos, como a Biblioteca Nacional e a própria Rainha Elizabeth II, apoiam a comemoração. Ironicamente, o governo e a realeza eram os maiores alvos das críticas do punk, que tinha uma profunda base anarquista. “Cresci no epicentro do movimento. Nosso apartamento era alvo dos trogloditas do National Front [partido de extrema direita britânico]. Eles quebravam as janelas, ameaçavam nos matar. Como posso agora aceitar eventos que o Heritage Lottery Fund [fundo de loteria britânico] e órgãos públicos apoiam?”, contesta Corré.

Sua mãe, Vivienne, 75 anos, também não é simpatizante do Punk.London. Mas não é tão radical quanto o filho. Diferentemente do que pregava nos anos 70, a estilista hoje não acredita em atitudes rebeldes para transformar o planeta, e sim em espalhar conhecimento. “Para subverter, é preciso ter ideias, e ideias só chegam com cultura. Por isso é essencial ler, ir a galerias de arte, ao teatro. Só assim é possível ter fundamento para construir uma visão de mundo e se rebelar contra aquilo que o sistema tenta impor”, disse a estilista com exclusividade à Marie Claire.

Moda ativista
A estilista Vivienne Westwood transformou a passarela em palco de protestos que debatem questões ambientais e políticas.

. (Foto: .)O desfile de verão 2016 da linha Red Label: camisetas com mensagens contra os efeitos nocivos da exploração do petróleo.
. (Foto: .)Retratos do punk: à esquerda, desfile de 1981 da designer, em Londres. À direita e no canto inferior esquedo, as memórias da polêmica e inovadora butique Sex. No canto inferior direito, Malcolm McLaren e a ex-mulher, Vivienne
Fotos: Universal Images Group / reprodução / Sheila Rock / Suzanne Plunkett


O movimento e a moda
A designer foi, sem dúvida, a voz feminina mais potente dessa tribo. Nascida em Londres, é a mais célebre disseminadora do mandamento “do it yourself” (faça você mesmo, em português), que prega o combate ao consumismo e o rompimento com a indústria de massa por meio da produção, com as próprias mãos, de música, moda ou qualquer outra forma de manifestação artística. Aos 17 anos, Vivienne já customizava uniformes de colégio de maneira inusitada e provocadora. Aos 30, montou com Malcolm McLaren, com quem era casada, sua primeira loja: a Let It Rock, que viria a se transformar na Sex, ponto de encontro dos punks na lendária King’s Road, no Chelsea. Suas criações flertavam com elementos do universo sadomasoquista e tinham forte apelo erótico. Aos poucos, as roupas, também recheadas de tachas, couro e spikes, ganharam elementos que recuperavam a indumentária dos séculos anteriores de forma quase romântica. Corseletes delineavam as formas da mulher, babados vitorianos decoravam camisas e camadas de tule davam vida a saias superfemininas.

A moda exposta nas apresentações durante a fashion week londrina também era e segue sendo repleta de causas. Na coleção de 2005, Vivienne atacou a política antiterrorista britânica, recheando a passarela com camisetas que diziam: “Não me prenda, não sou uma terrorista”. Já em 2014, uniu-se ao Green­peace e lançou uma campanha para salvar o Círculo Polar Ártico. “O punk permitiu que as pessoas se expressassem individualmente e essa liberdade foi celebrada por ambos os sexos”, diz Beatrice Behlen, curadora sênior de moda e artes decorativas do Museum of London, instituição que integra o Punk.London.

Muitos símbolos da indumentária punk ultrapassaram a barreira do movimento e influenciaram estilistas nos anos que se seguiram. Caveiras, alfinetes, correntes e tantas outras referências desse universo contestador ainda norteiam o trabalho de grandes nomes da moda. De Jean Paul Gaultier e Versace na década de 90, John Galliano e Alexander McQueen nos 2000, chegando ao atual reinado de Ricardo Tisci na Givenchy, com modelos de piercings no rosto. Na beleza, a dupla olho preto borrado + boca nude vira e mexe volta à cena, como visto na alta-costura da Chanel em 2013 ou na Gucci em 2012.

. (Foto: .)A voz delas: na banda The Pretenders, em que era a única integrante feminina, Chrissie Hynde assumiu a liderança Foto: Jeff Thiebauth


A voz e os acordes delas
Embora a cena da música underground dos anos 70, em especial no mundo do rock, fosse dominada por homens – as bandas mais icônicas foram Sex Pistols, Ramones e The Clash –, algumas mulheres lutaram para fazer do punk uma história também feminista. A cantora americana Joan Jett, 58 anos, líder da primeira banda punk-rock formada só por meninas, a The Runaways, por exemplo, foi também a primeira a criar sua própria gravadora, a Blackheart Records, em Los Angeles. Tudo porque 23 companhias, acostumadas com o reinado masculino, rejeitaram o trabalho da artista. As letras exaltavam a liberdade feminina.

A americana Patti Smith, 69 anos, é outro símbolo icônico. Desconstruiu a ideia de que, para ser uma cantora de sucesso, era preciso ser musa. Tinha cabelos desgrenhados, um amante homossexual (o fotógrafo Robert Mapplethorpe), letras poéticas e com mensagens feministas. A cantora e guitarrista americana Chrissie Hynde, 65 anos, do The Pretenders, também entrou na briga por direitos iguais. Após desentendimentos com os membros homens de sua banda, assumiu a posição de líder do grupo e caiu nos encantos da crítica. “A filosofia ‘do it yourself’encorajou mulheres que se sentiam intimidadas pelo domínio dos homens das superbandas de rock a produzir. O punk abriu caminhos para quem quisesse se impor e isso revelou grandes talentos femininos”, explica a fotógrafa Jill Furmanovsky, que clicava as estrelas do punk-rock nos anos 1970 e 1980 e cujas fotos integram o Punk.London.

Londres é uma festa
O festival Punk.London toma conta da capital inglesa e agita setores como arte, design, cinema, moda, literatura, fotografia e, claro, música. Aqui, os destaques da agenda:

Até 15 de janeiro, Museum of London, expo Punks: a maior das mostras sobre o assunto na cidade revela ao público histórias de anônimos que fizeram parte do movimento no final dos anos 1970, em Londres. São cartazes, fotografias e acessórios, tudo de acervos pessoais.

28 de novembro, Museum of London: das 19h às 21h30, um workshop que estimula a criatividade e o desenho para a confecção de colagens e fanzines.

21 de novembro, Brighton Museum & Art Gallery: exposição de fotos clicadas no início do movimento pelos fotógrafos britânicos Kevin Cummins e Ian Dickson, que acompanharam de perto os Sex Pistols, The Damned, The Clash, entre outras bandas. O evento também inclui um bate-papo com o jornalista musical inglês Simon Price, especializado no assunto.

De 7 a 26 de novembro, Leytonstone Library, Small Wonder Records: mostra feita sob a curadoria de Neil Meads, videorrepórter da BBC. Revela os bastidores da lendária gravadora Small Wonder Records, responsável por lançar álbuns de bancas-ícone como Crass, The Cure, Bauhaus e The Cockney.

Influêcia de luxo
Na alta-costura ou no prêt-à-porter, elementos do universo punk ganham materiais sofisticados e são constantemente revisitados

* Colaborou Juliana Resende, de Londres

. (Foto: .)À esquerda, it bags e luvas ganham contornos hardcore  no show 2013 da Chanel. À direita, moicanos de impacto fazem a beleza da coleção couture  2011 de Jean Paul Gaultier
. (Foto: .)À esquerda, couro, respingos e furos no verão 2011 da Balmain. À direita, os spikes de Christian Louboutin conquistam quase a mesma fama do inconfundível solado vermelho.
Fotos: Dominique Charriau / Chris Moore (Catwalking) / reprodução