CINEMA | Estreias Da Semana: Animais Fantásticos e Onde Habitam, Elle, Um Estado de Liberdade, Sob Pressão…

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Confira agora os filmes que chegam às telas em 17 de novembro

Elle

O filme conta a história de Michèle, uma executiva séria e dona de uma empresa de vídeo games que é estuprada em casa por um assaltante desconhecido. Ela começa a perseguir o homem em um jogo que pode sair do controle a qualquer momento.

Drama, Suspense – (Elle) França, Alemanha, Bélgica, 2016. Direção: Paul Verhoeven. Elenco: Isabelle Huppert, Laurent Lafitte, Anne Consigny. Duração: 100 min. Classificação: 16 anos.

Animais Fantásticos e Onde Habitam

As aventuras do escritor Newt Scamander na sociedade secreta de bruxas e bruxos nova-iorquina 70 anos antes da leitura de seu livro por Harry Potter.

Aventura, Fantasia – (Fantastic Beasts and Where to Find Them) EUA, Reino Unido, 2016. Direção: David Yates. Elenco: Eddie Redmayne, Katherine Waterston, Colin Farrell. Duração: 93 min. Classificação: 12 anos.

Um Estado de Liberdade

O destemido agricultor do Sul, Newt Knight, lidera uma rebelião armada contra a Confederação. A partir de sua união com outros pequenos agricultores e escravos locais, Knight incita uma revolta para se separar da Confederação e criar um estado livre. Ao longo dos anos, ele continua sua luta e enfrenta muitos outros desafios, além da Guerra Civil.

Ação, Biografia, Drama – (Free State of Jones) EUA, 2016. Direção: Gary Ross. Elenco: Matthew McConaughey, Gugu Mbatha-Raw, Keri Russell. Duração: 139 min. Classificação: 14 anos.

Sob Pressão

Em um dia bastante tenso, com um cenário típico de guerra, os médicos de um hospital público, acostumados com uma dura realidade, vão ter que enfrentar mais uma tensa decisão quando três pacientes em estado grave precisam de socorro ao mesmo tempo. Com poucos recursos, eles precisam atender a todos e lidar com as pressões sociais daquela situação.

Ação, Drama – Brasil, 2016. Direção: Andrucha Waddington. Elenco: Julio Andrade, Marjorie Estiano, Andrea Beltrão. Duração: 85 min. Classificação: a definir.

O Amor de Catarina

Rose deveria ter a vida perfeita. Porém, após descobrir que está sendo traída por seu marido, o que antes era vazio, se torna escombros. Na tentativa de recomeçar, de redescobrir a si mesma e as pessoas que ama, Rose acaba encontrando combustível na mais inusitada das fontes: As rocambolescas reviravoltas da novela “O Amor de Catarina”, a nova febre nacional.

Drama – Brasil, 2014. Direção: Gil Baroni. Elenco: Kéfera Buchmann, Greice Barros, Ciliane Vendruscolo. Duração: 95 min. Classificação: Livre.

Maresia

Obcecado pela obra e pela persona de Emilio Vega, um mítico pintor desaparecido há anos, o perito em arte Gaspar Dias recebe a visita de um senhor que diz ter conhecido o artista que ele idolatra durante a juventude. Apresentando um quadro para ser autenticado, o encontro começa a misturar passado e presente, falso e verdadeiro.

Drama – Brasil, 2016. Direção: Marcos Guttman. Elenco: Julio Andrade, Pietro Mario, Vera Holtz. Duração: 89 min. Classificação: 14 anos.

Depois da Tempestade

Ryota gasta o dinheiro que faz como detetive particular em apostas e mal consegue pagar a pensão de seu filho.

Drama – (Umi yori mo mada fukaku) Japão, 2016. Direção: Kore-eda Hirokazu. Elenco: Hiroshi Abe, Yôko Maki, Taiyô Yoshizawa. Duração: 117 min. Classificação: a definir.

Coragem

Através de um programa social, um jovem brasileiro é introduzido, ainda criança, no universo da música clássica, tornando-se um dedicado estudante de violoncelo. Durante seus estudos ele conhece Diana Ligetti, uma romena, musicista reconhecida internacionalmente e professora do Conservatório de Paris.

Documentário – Brasil, França, 2016. Direção: Sebastião Braga. Duração: 72 min. Classificação: Livre.

As Confissões

Em um hotel de luxo na Alemanha, um G8 dos ministros de economia está para se reunir pronto a adotar uma manobra secreta que afetará gravemente alguns países. Além deles, também está ali um monge italiano, Roberto Salus. Um fato trágico e inesperado faz com que a reunião seja suspensa. Em um clima de dúvida e medo, inicia-se um embate: os ministros suspeitam que Salus, por meio da confissão de um deles, tenha descoberto sobre a terrível manobra, e fazem de tudo para que ele diga aquilo que sabe.

Drama – (Le confessioni) França, 2016. Direção: Roberto Andò. Elenco: Toni Servillo, Daniel Auteuil, Pierfrancesco Favino. Duração: 100 min. Classificação: a definir.

Marias

Uma jornada pelo feminino através das festas marianas da América Latina. A diretora viajou pelo Brasil, Cuba, México, Peru e Nicarágua acompanhando as festas das padroeiras desses países, todas Nossas Senhoras, observando as semelhanças e diferenças entre suas culturas e buscando vozes com grandes histórias para contar.

Documentário – Brasil, 2016. Direção: Joana Mariani. Duração: 76 min. Classificação: Livre.

BR 716

Em meio a complicada situação políticia do Brasil durante a década de 60 a boemia carioca vive. Felipe, engenheiro e aspirante a escritor, vive uma vida regada aos prazeres do álcool e festas no apartamento dado por seu pai, localizado na famosa rua Barata Ribeiro, em Copacabana.

Drama – Brasil, 2016. Direção: Domingos de Oliveira. Elenco: Caio Blat, Sophie Charlotte, Maria Ribeiro. Duração: 85 min. Classificação: 14 anos.

Creepy

Takakura, um ex-detetive detetive da polícia de Tóquio, é agora professor de psicologia criminal na universidade. Esperando que esta nova carreira o leve a uma vida mais tranquila, ele e sua esposa Yasuko se mudam para um tranquilo bairro no subúrbio. Embora Takakura tenha se afastado completamente do trabalho policial, ele não pode conter sua curiosidade quando Nogami, seu ex-colega, pede um conselho sobre um caso sem solução: o estranho desaparecimento de uma família que aparentemente fugiu de casa e seus corpos nunca foram encontrados.

Suspense – (Kurîpî: Itsuwari no rinjin) Japão, 2016. Direção: Kiyoshi Kurosawa. Elenco: Yuko Takeuchi, Hidetoshi Nishijima, Teruyuki Kagawa. Duração: 130 min. Classificação: 14 anos.

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Estrelas Além do Tempo | Mulheres conquistam espaço na NASA em novo trailer

movie14134postershidden_figures-us.jpgEstrelas Além do Tempo (Hidden Figures), longa dirigido Theodore Melfi (Um Santo Vizinho), ganhou um novo trailer:

O filme adapta o livro Hidden Figures: The Story of the African-American Women Who Helped Win The Space Race e conta a história de Katherine Johnson (Taraji P. Henson), uma matemática que, junto com suas amigas, foram o cérebro por trás de uma das maiores operações dos EUA – o lançamento do astronauta John Glenn em órbita e seu retorno em segurança. Octavia Spencer e Janelle Monáe completam o elenco principal, que tem ainda Kirsten DunstKevin Costner e Jim Parsons.
O lançamento no Brasil é previsto para 23 de fevereiro de 2017. [Camila Sousa]

A Bela e a Fera ganha seu primeiro trailer legendado

belafera-09 (1).jpgA Bela e a Fera ganhou seu primeiro trailer legendado
O elenco conta com Luke Evans (Gaston), Emma Watson (Bela), Emma Thompson (Sra. Potts), Kevin Kline (Maurice), Ian McKellen (Cogsworth), Gugu Mbatha-Raw (Plumette), Ewan McGregor (Lumiere) e Stanley Tucci (que viverá um piano falante). A direção é de Bill Condon (A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 e A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2). Dan Stevens será a Fera.

Lançada em 1991, a versão animada de A Bela e a Fera faturou mais de US$ 375 milhões e recebeu uma rara indicação ao Oscar de Melhor Filme. O longa com atores e computação gráfica chegará aos cinemas no dia 17 de março de 2017.

Quadro ‘Girls on The Bridge’ de Edvard Munch é arrematado por US$ 54,4 milhões

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O quadro ‘Girls on The Bridge’ (Meninas na Ponte) do artista norueguês Edvard Munch conseguiu atingir 54,4 milhões de dólares na grande noite da casa de arte impressionista e moderna de Nova Iorque. Especialistas previram que chegaria a US$ 50 milhões, mas, eventualmente, essas expectativas foram superadas.

O quadro, de 1902, foi vendido em 1996 para 7,7 milhões de dólares, e em 2008, por US$ 30,8, em seguida, ambos os registros para o artista. Ele Munch acabou em 2012 por seu trabalho mais reconhecido ‘O Grito’ (“Scream”), a oferta recorde em um leilão de 119,9 milhões de dólares.

‘Girls on the Bridge’ é uma das principais obras em leilão na grande noite de arte impressionista e moderna na Sotheby, em Nova York. Também foi leiload ‘Le Peintre et son modèle’, de Pablo Picasso por US$ 12,9 milhões, aproximadamente o preço mínimo esperado para um trabalho que foi estimada em entre US$ 12 e 18 milhões.

Também chegou a US$ 8,5 milhões um busto de bronze ‘Tête de femme’ de Picasso, com a imagem da amante e musa Françoise Gilot Málaga.
EFE,
O Estado de S. Paulo

Penélope Cruz e Johnny Depp estarão em nova versão de ‘Assassinato no Expresso Oriente’

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MADRI – A atriz espanhola Penélope Cruz se somou ao elenco da nova versão de Assassinato no Expresso Oriente que será dirigido e protagonizado por Kenneth Branagh junto a outras estrelas como Johnny Depp e Michelle Pfeiffer, informou a publicação especializada americana Deadline.

Branagh será o detetive Hércules Poirot e também produz o filme junto a Ridley Scott, Simon Kinberg e Mark Gordon.

Fontes ligadas à atriz confirmaram à Agência EFE que Cruz fará o papel da missionária Greta Ohlsson, que no filme de 1974, dirigido por Sydney Lumet, foi interpretado por Ingrid Bergman e que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz coadjuvante.

Outros passageiros do célebre trem imortalizado no romance de mistério de Agatha Christie de 1935 serão Daisy Ridley, Michael Pena, Judi Dench e Josh Gad.

Cruz já trabalhou em outras duas ocasiões com Depp, em Profissão de Risco (2001) e na quarta entrega da saga de Piratas do Caribe, em 2011.

Atualmente, Penélope Cruz está rodando na Colômbia, junto com seu marido, Javier Bardem, o filme do espanhol Fernando León de Aranoa sobre o fundador do cartel de Medellín Pablo Escobar. Ambos atores rodarão também juntos o próximo filme do iraniano Asghar Farhadi.

Na próxima semana, a ganhadora de um Oscar por Vicky Cristina Barcelona estreará nos cinemas A rainha da Espanha, a sequência de A Garota dos Seus Sonhos (1998) dirigida por Fernando Trueba. EFE

Assista ao segundo trailer de “Jackie”, com Natalie Portman no papel da lendária primeira-dama dos EUA

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Saiu do forno nesta segunda-feira (14.11) o segundo trailer oficial de Jackie, longa-metragem sobre a vida de Jacqueline Kennedy, interpretado pela atriz Natalie Portman, antes e depois do assassinato do marido, o então presidente dos EUA John Kennedy.

Peter Sarsgaard (Aliança do Crime) interpretará Robert Kennedy e o elenco conta ainda com John Hurt (Amantes Eternos), Bet Grant (Alex Of Venice), Greta Gerwig (O Último Ato) e Max Casella (Oldboy: Dias de Vingança). Darren Aronofsky produz.

O filme foi exibido no Festival de Toronto em setembro, e chega aos cinemas americanos em 2 de dezembro. O lançamento no Brasil será em fevereiro 2017. Aperte o play!

Eletrônico I Com show no Brasil, Jean-Benoît Dunckel e Nicolas Godin, do Air, relembram seus melhores momentos

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Por Gaía Passarelli, com exclusividade para FFWMAG 42
O que estava acontecendo na música pop quando o Air apareceu, em 1998? Na ressaca do grunge, era a música eletrônica que mandava no mundo. David Bowie flertava com o drum and bass e tinha acabado de lançar Earthling. O Radiohead vinha do celebrado OK Computer e Madonna voltava para as pistas de dança com Ray of Light. O líder do Blur, Damon Albarn, abandonava o britpop e lançava a banda de cartoon eletrônico Gorillaz, enquanto Björk começava seu processo de ultrarrefinamento musical com Homogenic. Nas pistas da Europa, Daft Punk, Les Rythmes Digitales, Étienne de Crécy e outros eram apanhados dentro do guarda-chuva do french touch, uma musica eletrônica de inspiração analógica com pé na disco.

Foi nesse cenário que apareceu o Air (sigla para amour, imagination, rêve, em português, amor, imaginação e sonho), dupla formada pelos parisienses Jean-Benoît Dunckel e Nicolas Godin. O Air era diferente de todas as outras bandas, mas, ao mesmo tempo, conversava com tudo que estava acontecendo na época. Franceses, elegantes, cheios de boas referências estético-musicais, Dunckel e Godin propunham composições eletrônicas suaves de climão chanson vintage usando equipamentos analógicos. Com um disquinho de cinco músicas (Premiers Symptômes, de 1997) chamaram a atenção o suficiente para que uma gravadora encomendasse um álbum completo. O resultado foi Moon Safari, um dos discos essenciais da década de 1990.

Trilha sonora da nossa vida
Quase 20 anos depois, Moon Safari continua tão fresco e delicioso quanto em 1998 – eu sei porque ouvi na época e recentemente de novo, preparando-me para entrevistar a dupla por telefone. Na ligação cortada entre São Paulo e Paris, Dunckel foi o primeiro a explicar essa característica de longevidade do som do Air: “Nós sempre olhamos para o futuro”, diz. “Todos os artistas pensam em sua própria evolução, querem seguir em frente. Foi isso que fizemos.”

Olhar para o futuro não evitou que o Air se tornasse uma banda clássica. Por isso, chegando aos 20 anos de carreira, Dunckel e Godin acharam que era hora de revisitar o catálogo. “Nossa música é atemporal. Queríamos que o público de hoje entendesse quem somos e também queríamos mostrar aos fãs o que realizamos nessas duas décadas,” continua Dunckel.

Essa revisitação ganha forma física com a coletânea Twentyears, digna de colecionador. Em edição de luxo em vinil, vem com um disco com sucessos como “Sexy Boy”, “Kelly Watch the Stars” e “How Does It Make You Feel” e outro com 14 faixas raras ou nunca lançadas, incluindo colaborações com Charlotte Gainsbourg, Jarvis Cocker e Françoise Hardy. “Fazer as escolhas foi duro,” explica Godin. “Mas também foi bom, porque temos muito orgulho do que criamos.” Da seleção de faixas menos conhecidas, ele destaca “Run”, de Talkie Walkie, de 2004. “É uma bela canção. Como a maior parte de nossas músicas, não soa antiga e segue atual.”

Para os dois, Talkie Walkie é um ápice da história do Air – se não a melhor fase, a predileta. É nele que estão composições como a delicada “Alone in Kyoto” e “Cherry Blossom Girl”. Na mesma época, a dupla se apresentou em um Hollywood Bowl lotado, acompanhada de orquestra sinfônica. Subir ao palco em que se apresentaram Beatles e Sinatra “foi uma confirmação do nosso sucesso”, diz Godin. “Somos muito sortudos por ter tido esse momento.”

Na estrada
Godin segue contando que, mais difícil que separar as faixas para Twentyears, foi escolher as músicas da turnê de comemoração dos 20 anos de carreira. “Temos tocado muito em festivais pelo mundo, antes ou depois de outras bandas, e por isso temos bem menos tempo do que gostaríamos.”

Esse é um motivo para o show do Air no Popload Gig, em novembro, em São Paulo, ter pinta de ocasião especial: a noite é só deles. No palco, as composições ganham versões mais orgânicas, experimentais e longas que nos discos, ora dançantes, ora contemplativas. O visual do show é limpo e sofisticado, com luzes coloridas criando formas acima da dupla, sempre vestida em roupas brancas, que refletem melhor a luz.

O outro motivo que torna especiais as apresentações do Air em 2016 é um hipotético fim da banda. Sem sucesso comercial desde o ótimo Love 2, de 2009, e sem lançar material novo desde 2014, quando saiu Music for Museum (uma encomenda do Palácio de Belas Artes de Lille lançado em edição limitada em vinil transparente), a dupla não sabe dizer se há um futuro criativo para ela. “É incerto, nós não sabemos o que vai acontecer. Mas eu certamente não enxergo um novo álbum nos próximos três ou quatro anos”, afirma Dunckel.

Godin não acha que o AIR esteja em má forma, mas concorda que a prioridade atual é a turnê. “O foco agora são os shows. Depois, vai depender da inspiração. Sem inspiração, não há material novo.”

Respirando
Inspiração é a palavra-chave, e a dupla admite se sentir pouco inspirada, inclusive com o estúdio próprio em Paris, o Atlas. “É um ótimo lugar, amamos o espaço, tem uma tremenda coleção de equipamento”, diz Godin. “Mas o lado ruim é que o estúdio nos deixa numa situação muito estável e confortável, e precisamos de instabilidade para fazer as coisas acontecerem”, conta Dunckel.

De fato, sair da zona de conforto foi o que fez um dos grandes momentos da carreira do Air: a trilha sonora atmosférica e etérea de As Virgens Suicidas, de 1999. “Foi um trabalho diferente, mas não foi difícil. Na época, a Sofia [Copolla, diretora do filme e amiga da dupla] ainda não era famosa, então fomos muito livres para criar em cima do que acreditávamos que o filme fosse. Vendo hoje, talvez a trilha seja dark demais para o filme”, diz Godin.

Estar confortável não significa que os dois músicos estejam parados. Dunckel, que cita o norte-americano Daniel Lopatin, conhecido como Oneohtrix Point Never, como inspiração atual, está animado com o segundo disco de seu projeto solo, chamado Darkel. “Tenho ouvido muita música eletrônica e acompanhado arte digital”, conta. Já Godin, casado com a brasileira Iracema Trevisan, ouve hip-hop. Ira, que foi baixista do CSS, é formada em moda e, depois de mudar para Paris, trabalhou na Lanvin e Kenzo. Hoje cuida de sua própria marca de lenços estampados, a Heart Heart Heart. “É ela quem escolhe a música em casa”, revela Godin, mencionando Kendrick Lamar. Mas seus trabalhos solo vão em outra direção: em 2015, ele lançou disco inspirado na obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach. E música brasileira, como bossa nova, também faz parte das referências. “A música brasileira é extremamente sofisticada, o nível de musicalidade de vocês é muito alto.”
E que fã do Air nunca pegou um pouco de jeitinho bossa nova nas melodias da dupla, certo?
O Air se apresenta em São Paulo dentro do Popload Gig:
Data: Terça-feira, 15 de novembro
Horário: 20h (portão) / 22h (show)
Local: Audio (av. Francisco Matarazzo, 694, Água Branca)
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