Bilheteria EUA: Rogue One: Uma História Star Wars, Sing, Passageiros, Assassin’s Creed,Tinha que Ser Ele?

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Rogue One: Uma História Star Wars continou em primeiro lugar no fim de semana de Natal. O filme fez mais US$ 70 milhões e acumula US$ 334 milhões nos EUA.

O longa se passa pouco antes do Episódio IV – Uma Nova Esperança e conta a história de um grupo de Rebeldes que parte em missão para roubar os planos da Estrela da Morte. Felicity Jones (Jyn Erso), Diego Luna (Capitão Cassian Andor), Donnie Yen (Chirrut Imwe), Jiang Wen (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bohdi Rook), Alan Tudyk (K 2SO), Ben Mendelsohn (Diretor Orson Krennic) e Forest Whitaker (Saw Gerrera) também estão no elenco, entre outros. Gareth Edwards (Godzilla) é o diretor.

Uma das principais estreias semana, a animação Sing – Quem Canta Seus Males Espanta fez US$ 34,5 milhões na segunda posição e já soma US$ 74,1 milhões graças a estreia antecipada de Natal. Sing já está em cartaz no Brasil.

Outra estreia da semana, Passageiros fez US$ 13,4 milhões e acumula US$ 27 milhões nas bilheterias. Jon Spaihts (Prometheus) assina o roteiro do romance espacial dirigido por Morten Tyldum (O Jogo da Imitação). Com mais de 5 mil pessoas a bordo, a nave Avalon está em uma missão de 120 anos para o planeta Homestead Colony quando uma falha no sistema de hibernação acorda Jim Preston (Chris Pratt) e Aurora Dunn (Jennifer Lawrence) 90 anos antes da chegada ao destino. Passageiros estreia em 5 de janeiro.

A quarta posição ficou com Assassin’s Creed, que somou US$ 10,5 milhões no fim de semana e acumula US$ 23 milhões nos EUA. A adaptação do game da Ubisoft estreia em 12 de janeiro no Brasil.

Em quinto lugar, a comédia Tinha que Ser Ele? fez US$ 10,4 milhões e acumula US$ 15,4 milhões. Bryan Cranston interpreta um pai que viaja com a família para visitar a filha na universidade, mas acaba entrando em conflito com o novo namorado da garota, um jovem bilionário e sem noção vivido por James Franco. O filme deve chegar ao Brasil em março.

‘The OA’, com seus oito episódios, mais instiga do que dá respostas

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A TV sob demanda, por streaming, mudou as regras do jogo. Definitivamente – ou até que seja criada outra forma de consumir o conteúdo que antes ficava preso naquele aparelho de tubo ou, mais recentemente, de tela plana. E, para se jogar, é preciso ter um punhado de boas ideias e encontrar seu público.

A Netflix sacou, antes de todo mundo, que além de oferecer um catálogo de filmes e séries respeitável e vasto, é preciso produzir conteúdo próprio de qualidade. Frank Underwood, o ardiloso político brilhantemente interpretado por Kevin Spacey, da série original House of Cards, por exemplo, é hoje uma figura tão popular quando personagens de séries de sucesso da TV aberta ou por assinatura. Até as premiações dedicadas à TV já se renderam ao streaming – e a Amazon Prime Video, com produções ótimas, tais quais Mozart In the Jungle e Transparent, tem conseguido indicações e até algumas estatuetas.

E somente em um cenário como este, o atual, que uma produção como The OA tem a chance de existir – e impressionar. Narrativas longas, ideias mirabolantes e revelações sobre a trama dadas em migalhas, pouco a pouco, funcionam em um mundo interconectado. A produção da Netflix, disponível no serviço de streaming desde sexta-feira, 16, não precisou fazer alarde. Chegou de mansinho, quase escondida no catálogo. Até o pouco burburinho sobre o lançamento da produção original, algo que a Netflix não costuma fazer, chamou a atenção.

E, nesses tempos em que assistir a uma série de cabo a rabo é comum – basta clicar no ícone “próximo episódio”, The OA foi engolida e expelida para as redes sociais. Uma vez dentro desse microcosmo na web, o burburinho começa.

A criação da dupla Brit Marling e Zal Batmanglij, que já assinou trabalhos elogiados no cinema independente, como Sound of My Voice (no Brasil toscamente chamado de A Seita Misteriosa), é esperta para fisgar o novo espectador de TV. Em séries agora de tiro curto, com possibilidade de assistir ao fim se houver tempo para ficar 8 horas diante da TV, é preciso fisgar a atenção no episódio de estreia. Brit e Batmanglij gostam de colocar as mãos na massa.

Além de ambos assinarem os roteiros, ela estrela a série como Prairie Johnson, garota que retorna depois de sete anos desaparecida. Batmanglij dirige todos os oito episódios de The OA, cuja duração não é fixa. Enquanto a estreia tem longos 71 minutos, o sexto episódio tem apenas 31 minutos.

The OA é fruto disso. A narrativa é mais importante do que formatos. Há liberdade para isso. Os créditos iniciais da série, por exemplo, só são vistos ao final do primeiro episódio, como se aqueles quase 70 minutos de trama vistos ali fossem um prólogo para o que se assistirá a seguir. The OA instiga – como ela foi feita para fazer – e, por vezes, não entrega aquilo que prometeu em termos de profundidade de trama. Fruto de um novo formato, a série se beneficia dele, mas a história que trata do retorno de Prairie, experiências de quase morte e flashbacks na antiga União Soviética, deveria se sustentar por mais.

Pedro Antunes ,
O Estado de S.Paulo

Carrie Fisher sofre ataque cardíaco em avião, diz ‘TMZ’

leia-fisherCarrie Fisher sofreu ataque cardíaco em avião que ia do Reino Unido para Los Angeles. Segundo o TMZ, a atriz de 60 anos foi levada por paramédicos quando a aeronave chegou em Los Angeles. O estado da atriz seria crítico. Segundo a youtuber Anna Akana, que estava no mesmo avião de Fisher, a atriz teria ficado 10 minutos sem respirar e recebido manobras de reanimação cardio-respiratória no local.

[Atualizado] Segundo o TMZ, os paramédicos precisaram de 15 minutos até recuperar a pulsação da atriz. Neste momento, Fisher está no UCLA Medical Center e respira com a ajuda de aparelhos.

carrie-fisher-20150803-0003.jpgCarrie Fisher e Harrison Ford no filme “Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força”(/Divulgação)
A atriz promovia Memórias da Princesa, livro em que revela seu romance com Harrison Ford e dá detalhes dos bastidores de Star Wars. Fisher também está no elenco de Star Wars: Episódio VIII, que chega aos cinemas em 15 de dezembro de 2017.

Peter Mayhew, o Chewbacca, usou o Twitter para desejar melhoras para atriz: “Pensamentos positivos e orações para a princesa favorita de todos agora…bun

Mark Hamill, o Luke Skywalker, também manifestou o seu desejo por melhoras à atriz: “Como se 2016 não pudesse ficar pior…enviando todo o nosso amor para Carrie Fisherbun1

Instituto Tomie Ohtake recebe exposição de Yoko Ono em 2017

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A amizade próxima entre Yoko Ono e Tomie Ohtake (1913-2015) rendeu uma longa troca de correspondências e visitas nos anos de 1990 e 2000. Yoko, inclusive, esteve no Brasil sem alarde e passou um tempo com Tomie, em sua casa. Infelizmente, não há registro desses encontros.

Em 2017, chega ao Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, a exposição “Dream Come True“, retrospectiva da artista visual focada em sua formação erudita e que propõe reflexões. São aproximadamente 80 obras, entre objetos, vídeos, filmes, instalações e gravações sonoras produzidas desde o início dos anos 1950 até os dias atuais.

A curadoria da montagem é do islandês Gunnar B. Kvaran, amigo próximo de Yoko, e Paulo Miyada, do Instituto Tomie Ohtake. “As obras permitem essa variação de suporte. Algumas só com texto, outras com algum vídeo e performance. Todas elas partem do princípio de que o público precisa interagir”, explica à Bazaar Carolina de Angelis, que integra a equipe de curadoria da mostra.

A exposição quer que o público tome a arte para si. Por exemplo: há uma pintura em que se pode pisar sobre a obra, o que se chama de “sacralizar o objeto artístico”. Tem também uma tela feita porYoko e que se pode pintar por cima, acrescentar coisas e ela vai se modificando (Add Colour Painting).

O highlight, no entanto, é a peça “Arriving“, que funciona com a contribuição de mulheres. Elas são convidadas a mandar uma foto de seus olhos e um depoimento sobre situações e relacionamentos abusivos.Vai sendo construída ao longo da exposição, e os textos são pendurados para leitura e vão sendo trocados de tempos em tempos. A exposição Dream ComeTrue entra em cartaz entre maio e junho no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. [André Aloi]

Alien: Covenant | Nova foto do filme marca a volta de Michael Fassbender

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Alien: Covenant continua ganhando novas imagens a conta-gotas, antes do seu primeiro trailer. Desta vez é uma foto da volta de Michael Fassbender – que desta vez interpretará tanto o androide David quanto um novo robô, Walter.

Alien: Covenant deve marcar a volta da criatura xenomorfa conhecida desde o primeiro Alien e funcionará tanto como um prelúdio do longa de 1979 quanto como uma continuação de Prometheus. A estreia é prevista para 19 de maio de 2017.

CINEMA | Estreias da Semana: Sing – Quem Canta Seus Males Espanta, Capitão Fantástico, Minha Mãe é uma Peça 2, Belos Sonhos, John From…

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Confira agora os filmes que chegam às telas em 22 de dezembro

Sing – Quem Canta Seus Males Espanta

Buster Moon é um Coala que comanda um antigo grande teatro que hoje tem passado por tempos difíceis. Buster é um eterno otimista que ama seu teatro acima de tudo e fará de tudo para preservá-lo. Agora, enfrentando a falência de seu teatro, ele terá uma última chance para restaurar sua joia produzindo a maior competição de canto do mundo.

Animação – (Sing) EUA, 2015. Direção: Garth Jennings. Elenco: Scarlett Johansson, Taron Egerton, Matthew McConaughey. Duração: 148 min. Classificação: livre.

Capitão Fantástico

Pai de seis crianças, Ben decide deixar a cidade e educar os filhos nas florestas selvagens do Pacífico Norte, longe da civilização. As crianças aprendem a praticar esportes e combater inimigos até que Ben e sua família são obrigados a voltar à vida urbana. Agora é ele quem precisa aprender a se acostumar novamente à vida moderna.

Drama – (Captain Fantastic) EUA, 2016. Direção: Matt Ross. Elenco: Viggo Mortensen, Frank Langella, George Mackay. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.

Minha Mãe é uma Peça 2

A mãe mais divertida do Brasil tornou-se apresentadora de TV, ficou famosa, mudou de endereço, de status econômico… mudou quase tudo, só não mudou a si mesma. Dona Hermínia continua hilária, irreverente e muito preocupada com os problemas da família: Marcelina e Juliano resolvem conquistar a liberdade e sair de casa. Garib, chega com o neto, e para completar, a irmã Lucia Helena, que mora há anos em Nova York, resolve fazer uma longa visitinha.

Comédia – Brasil, 2015. Direção: César Rodrigues. Elenco: Paulo Gustavo, Herson Capri, Mariana Xavier. Duração: 96 min. Classificação: 12 anos.

Belos Sonhos

Massimo tem sua infiancia abalada pela misterios morte de sua mãe, que ele recusa-se a aceitar. Anos mais tarde, após ter coberto como jornalista a guerra em Sarajevo, começa a ter ataques de pânico e é obrigado a reviver seu passado traumático enquanto prepara-se para vender o apartamento dos pais. Inspirado no romance homônimo de Massimo Gramellini.

Drama – (Fai Bei Sogni) Itália, França, 2016. Direção: Marco Bellocchio. Elenco: Barbara Ronchi, Bérénice Bejo, Guido Caprino. Duração: 134 min. Classificação: a definir.

John From

Rita é uma adolescente que não tem muito o que fazer na vida e ocupa o tempo ocioso pegando sol na varanda e interagindo com sua melhor amiga Sara no prédio onde moram. Um dia ela se interessa por um novo vizinho bem mais velho que ela e tenta atrair sua atenção.

Drama – Brasil, Portugal, 2015. Direção: João Nicolau. Elenco: Júlia Palha, Filipi Vargas, Leonor Silveira. Duração: 95 min. Classificação: a definir.

O Que Está Por Vir

Nathalie ensina filosofia em uma escola secundária em Paris. Ela é apaixonada por seu trabalho e gosta particularmente de passar a seus alunos o prazer de pensar. É casada, tem dois filhos e divide o seu tempo entre a família, os antigos alunos e a sua mãe possessiva. Um dia, o seu marido anuncia que está deixando-a por outra mulher. De repente, Nathalie se percebe em completa liberdade e tem de reinventar a sua vida.

Drama – (L’avenir) França, Alemanha, 2016. Direção: Mia Hansen-Løve. Elenco: Isabelle Huppert, Roman Kolinka, André Marcon. Duração: 102 min. Classificação: 14 anos.

A Última Lição

Durante seu aniversário de 92 anos, Madeleine surpreende seus filhos e netos ao contar que já escolheu o dia de sua partida.

Drama – (La Dernière Leçon) França, 2016. Direção: Pascale Pouzadoux. Elenco: Marthe Villalonga, Sandrinne Bonnaire, Antoine Duléry. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.

O Lamento

A chegada de um misterioso estranho em uma aldeia tranquila coincide com uma onda de assassinatos cruéis, causando pânico e desconfiança entre os moradores. Quando a filha do oficial de investigação Jong-Goo cai sob a mesma magia selvagem, ele chama um xamã para ajudar a encontrar o culpado.

Suspense – (Goksung) Coreia do Sul, 2016. Direção: Na Hong-jin. Elenco: Kwak Do-Won, Hwang Jeong-min, Chun Woo-hee. Duração: 156 min. Classificação: 16 anos.

‘Capitão Fantástico’ ironiza a sociedade de consumo

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Viggo e família. Ator já conhecia os filósofos indicados pelo diretor
Nas sucessivas entrevistas que deu no Festival de Cannes, em maio – na TV Festival e na apresentação de seu filme na seção Un Certain Regard/Um Certo Olhar –, Matt Ross explicou sempre a gênese de Capitão Fantástico. “Esse filme começou a nascer quando me tornei pai. Todo pai quer sempre o melhor para seus filhos. Eu também queria para os meus. Mas aí comecei a pensar – e se o melhor que acho não for o melhor para eles?” Capitão Fantástico terminou ganhando o prêmio de direção de Um Certo Olhar, atribuído pelo júri presidido por Isabella Rossellini. Na hora da premiação, Isabella lembrou-se do pai, o grande Roberto Rossellini. “Ele teve tantos filhos. Preocupava-se sempre em nos dar a melhor formação, o melhor exemplo. Creio que teria gostado desse filme.”

Capitão Fantástico estreia nesta quinta, 22. Além do prêmio de direção de Um Certo Olhar, chega credenciado pela indicação que Viggo Mortensen obteve para melhor ator de drama, no Globo de Ouro. Mortensen, o Aragorn da trilogia O Senhor dos Anéis, havia sido indicado anteriormente para melhor coadjuvante de drama, por Um Método Perigoso, de David Cronenberg. Seu nome aparece em todas as listas possíveis para o Oscar. O curioso é que também já foi indicado antes para o prêmio da Academia, e por outro filme de Cronenberg, Senhores do Crime. Em Capitão Fantástico, Mortensen é Ben Cash, que abre mão de uma carreira para se consagrar à criação dos numerosos filhos. Antiestablishment, Ben cria os filhos em contato com a natureza. Todos desenvolvem suas aptidões, e não é apenas uma coisa física. Também aprendem a argumentar, falam numerosas línguas. A grande diferença é que, vivendo em condições tão primitivas, no mato, não se integraram à sociedade do consumo.

Suas necessidades são outras, nascidas do embate diário com o “mundo real”. Quando as circunstâncias fazem com que a família precise voltar à civilização, o choque é inevitável. Para o jovem que vive conectado 24 horas nas redes sociais, os personagens de Capitão Fantástico são verdadeiros aliens. O diretor, aliás, contou coisas divertidas sobre a escolha de seu elenco jovem. “Eu me dei conta de que procurava mesmo por aliens. Queria garotos e garotas com boa preparação física, com facilidade para aprender línguas e também para argumentar, e ainda queria que fossem não profissionais, mas desinibidos perante a câmera.”

Quem é Matt Ross? Embora tenha estreado na direção, em 2012, com 28 Hotel Rooms, ele é mais conhecido como ator, tendo aparecido em A Outra Face, de John Woo, e O Aviador, de Martin Scorsese. Não se pode negar que tem ambição – Capitão Fantástico possui alguma possibilidade de aproximação com um livro clássico que virou filme, O Senhor das Moscas. Ross segue o caminho aparentemente mais difícil – diz que o desafio do cinemas é apresentar ideias por meio de ação, e é o que tenta fazer. O tipo de humor que ele apresenta no filme é representado pelo fato de os Cash não celebrarem Natal nem ano novo. Sua principal comemoração é um dia dedicado a Noam Chomsky, o linguista, filósofo, cientista cognitivo e ativista político reverenciado no meio acadêmico como pai da linguística moderna. No palco da Sala Debussy, durante a cerimônia de premiação, Ross agradeceu a Viggo Mortensen, dizendo que, sem ele, o filme não teria sido possível.1482390239266

No mato. Quando a família tem que voltar à civilização os problemas são inevitáveis
Não falava apenas no aspecto econômico, mas no que significava ter um ator como ele, que trafega com desenvoltura entre o cinemão e a produção independente. Matt Ross disse que, ao fechar com Mortensen, ficou de lhe mandar alguns livros-cabeça, de filosofia e sociologia, que gostaria que lesse, como preparação. Mortensen brincou que só mandasse a lista, porque muito provavelmente teria os livros, e os teria lido, como efetivamente ocorreu. Filho de um administrador de fazendas dinamarquês e de uma norte-americana inquieta, Viggo teve uma infância e adolescência itinerantes, rodando o mundo. Viveu dez anos na Argentina, onde aprendeu espanhol e adquiriu o hábito do mate. Esse pai meio hippie de Capitão Fantástico lhe serve como uma luva. “Adoro diretores que me propõem o que ainda não fiz”, gosta de dizer Viggo Mortensen. “Ficar repetindo papéis e personagens é muito chato.” [Luiz Carlos Merten , Impresso]