Bilheteria EUA: Tyler Perry’s Boo! A Madea Halloween, Jack Reacher: Sem Retorno, Ouija – Origem do Mal, O Contador, A Garota no Trem

madea-halloween-poster05

Tyler Perry’s Boo! A Madea Halloween, mais um filme da franquia de ator/diretor produtor Tyler Perry, ficou com o primeiro lugar nas bilheterias dos EUA nesse fim de semana, faturando US$ 27,6 milhões com mais uma aventura da personagem Madea. O filme não tem previsão para estrear no Brasil.

Outra estreia da semana, Jack Reacher: Sem Retorno (Jack Reacher: Never Go Back) ficou com o segundo lugar, faturando US$ 23 milhões. No novo filme estrelado por Tom Cruise, Reacher retorna à sua antiga base militar para tentar encontrar a Major Susan Turner, mas é impedido de vê-la. Ao mesmo tempo, tem que provar sua inocência em relação a um crime do passado e descobre que pode ser pai. O filme estreia no Brasil em 24 de novembro.

A terceira posição ficou com outra estreia: Ouija – Origem do Mal. A continuação do terror faturou 14,06 milhões no fim de semana anterior ao Dia das Bruxas. No longa, o que começa como uma farsa para arrancar dinheiro de clientes céticos, se torna um terrível pesadelo quando Doris, a caçula da família, é possuída por espíritos malignos. O filme já está em cartaz no Brasil.

Na sua segunda semana em exibição, O Contador (The Accountant), novo filme estrelado por Ben Affleck, caiu para a quarta posição com US$ 14,02.
O longa, que tem elementos de tipos de filmes variados, do drama de gênio incompreendido ao filme de matador implacável, pode começar uma franquia para Affleck nos moldes da série Bourne de seu amigo Matt Damon.O Contador já está em cartaz no Brasil.

A Garota no Trem (The Girl On The Train), adaptação do livro de Paula Hawkins, fechou o TOP 5 com mais US$ 7,39 milhões, chegando a um total de US$ 59 milhões depois de três semanas em cartaz.

O filme conta a história de Rachel (Emily Blunt), uma mulher divorciada que todos os dias pega o trem no mesmo horário e fica fantasiando sobre um casal perfeito que vê pela janela. Um dia, ela testemunha o desaparecimento de Megan (Haley Bennett), que é a babá que trabalha para seu ex-marido. Com isso, ela passa a ser investigada pelo que aconteceu. Luke Evans (Drácula: A História Nunca Contada), Rebecca Ferguson (Missão: Impossível – Nação Secreta), Laura Prepon (Orange Is The New Black), Edgar Ramírez (Caçadores de Emoção), Allison Janney (Mom), Justin Theroux (The Leftovers) e Lisa Kudrow (Vizinhos 2) também estão no elenco.
Tate Taylor (Histórias Cruzadas) dirige e a estreia no Brasil está marcada para 27 de outubro.

Mulher-Maravilha | Petição não quer a heroína como embaixadora da ONU

mulher-maraLinda Carter, A Mulher Maravilha dos anos 70.


Mais de 2 mil pessoas assinaram uma petição pedindo que Organização das Nações Univdas reconsidere o título dado a Mulher-Maravilha de Embaixadora Honorária para o Empoderamento de Mulheres e Meninas (leia mais sobre a cerimônia). No dia do evento, que contou com as participações da Gal Gadot e Lynda Carter, funcionárias da ONU já haviam protestado sobre a escolha (via New York Post).

Uma mulher branca peituda de proporções impossíveis, seminua em um pequeno e justo macacão com uma bandeira americana”  não é uma porta-voz apropriada para a igualdade de gênero, alega a petição.

A principal reclamação, como aponta um dos comentários da petição, é a escolha de uma personagem dos quadrinhos: “O empoderamento feminino é tão inacreditável qye precisamos escolher uma personagem fictícia?” [Natália Bridi]

Academia Sueca diz que depende de Dylan aceitar o Prêmio Nobel

bob-dylan-maxresdefault-3-550x309ESTOCOLMO – O Comitê que premiou Bob Dylan com o Prêmio Nobel de Literatura afirmou estar a critério do cantor e compositor norte-americano participar da cerimônia de premiação neste a no ou não.
Dylan, conhecido por fugir da imprensa, ainda não fez nenhum comentário sobre o prêmio de 900 mil dólares, apesar das repetidas tentativas por parte da Academia Sueca de contatá-lo desde que o nomearam como vencedor, em 13 de outubro.
No sábado, a mídia sueca reportou que o membro da academia Per Wastberg havia afirmado que caso Dylan permanecesse em silêncio seria “rude e arrogante”.
A academia, no entanto, informou que os comentários de Wastberg não refletiam sua visão. “O autor premiado com o Prêmio Nobel toma sua própria decisão em relação às cerimônias envolvendo a apresentação do prêmio”, disse Sara Danius, secretária permanente da Academia, em comunicado.
“A Academia Sueca nunca manteve uma visão sobre as decisões dos vencedores de prêmios neste contexto, nem irá agora, independentemente da decisão alcançada.”
A Academia deu a Dylan, de 75 anos, o prêmio por “ter criado novas expressões poéticas dentro da grande tradição de música norte-americana”. Foi uma escolha controversa.
Bob Dylan revolucionou a música popular norte-americana com números tais como “Blowin’ in the Wind”, “The Times They Are A-Changin”, “Subterranean Homesick Blues” e “Like a Rolling Stone”. Ainda assim, alguns questionaram se seu trabalho se qualifica como literatura. Outros reclamaram que a Academia Sueca perdeu a oportunidade de trazer a atenção a artistas menos conhecidos.
A cerimônia de premiação do Nobel ocorre todo os anos no dia 10 de dezembro. Se Dylan mantiver seu silêncio, será o primeiro a ignorar a decisão da Academia. [Reuters]

Ator e cantor Donald Glover irá viver jovem Lando Calrissian em filme de Han Solo

Donald Glover.png

LOS ANGELES (Reuters) – O ator e cantor Donald Glover irá interpretar Lando Calrissian no filme sobre o jovem Han Solo derivado da franquia “Star Wars”, anunciaram a Walt Disney Co. e a Lucasfilm na sexta-feira.

Glover, de 33 anos, criador e protagonista da nova série cômico-dramática “Atlanta”, do canal FX, irá viver o personagem tornado famoso por Billy Dee Williams nos filmes “O Império Contra-Ataca”, de 1980, e “O Retorno de Jedi”, de 1983.

O filme, ainda sem título e programado para ser lançado em maio de 2018, irá mostrar Calrissian “em seus anos de formação como um mau-caráter em ascensão no submundo da galáxia”, disse a Lucasfilm em um comunicado publicado no site Starwars.com.

Não se sabe muito mais sobre o enredo ou os outros integrantes do elenco do filme, que irá explora uma parte separada do universo “Star Wars” criado por George Lucas.

Calrissian, o governante de Cloud City, trai Han Solo e a Princesa Leia em “O Império Contra-Ataca”, mas se redime diante da Aliança Rebelde em “O Retorno de Jedi”.

Música I Sem sutiã, Lady Gaga usa blusa transparente e adesivos nos seios para show

lg1

Lady Gaga ousou em mais um look ao se apresentar no barzinho The Bitter End, em Nova York, na noite de quinta-feira (20). De short curtíssimo e parte do bumbum de fora, a cantora continuou com sua turnê de pocket shows Dive Bar Tour.

lg2-2

De chapéu e óculos escuros, Gaga ainda deixou o sutiã em casa e, com uma blusa supertransparente, ela colocou adesivos nos seios para não deixar os mamilos à mostra.

Mulher-Maravilha se torna embaixadora da ONU e promove encontro entre Gal Gadot e Lynda Carter

fdsffsdsfssdf

As celebrações dos 75 anos da Mulher-Maravilha incluíram uma cerimônia na ONU em que a personagem assumiu o papel de Embaixadora Honorária para o Empoderamento de Mulheres e Meninas. O evento contou com a participação da princesa amazona do cinema, Gal Gadot, e da TV,  Lynda Carter. As atrizes compartilharam o momento nas redes sociais – “Estava ansiosa para finalmente conhecer a mulher que encarnou primeiro a personagem que AMO tanto. Foi além das minhas expectativas, Lynda Carter é uma mulher MARAVILHOSA“, escreveu Gadot.

A cerimônia revelou a campanha em que a Mulher-Maravilha será usada para criar conscientização para a Meta 5 de  Desenvolvimento Sustentável da ONU, que prevê que igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres é uma parte essencial na criação de um mundo pacífico e próspero.

21.out.2016 - As atrizes Lynda Carter, 65, e Gal Gadot, 31, se encontram em evento da ONU que torna a Mulher-Maravilha embaixadora da para o empoderamento feminino

As atrizes Lynda Carter, 65, e Gal Gadot, 31, se encontram em evento da ONU que torna a Mulher-Maravilha embaixadora para o empoderamento feminino

“A porcaria do mundo real estava alcançando a gente!”, brinca Charlie Brooker, criador de Black Mirror

black-mirror

Cena do trailer da terceira temporada da série Black Mirror, produzida pela Netflix
Entre os horrores da tecnologia e as delícias de uma história bem contada (e, às vezes, o o inverso), 
Black Mirror conquistou fãs no mundo todo, ao ponto de ter sido resgatada pela Netflix depois que a série foi cancelada na Inglaterra. A série antológica (com cada episódio trazendo uma trama totalmente nova, com personagens e atores diferentes de um capítulo para o outro) de ficção especulativa ganha seis episódios a partir desta sexta, 21.

“Tem mais diversidade, porque agora que vamos fazer seis episódios [as temporadas anteriores tiveram três episódios cada uma] podemos variar os tipos de história, os aspectos visuais e até o tom. Temos vários gêneros: uma história de amor doce, uma história de guerra, brutal, uma trama de detetive, tem muito mais alcance”, conta a produtora executiva Annabel Jones. “Não somos sempre implacavelmente apavorantes”, complementa o produtor executivo e criador Charlie Brooker.

A série continua a mesma, apenas dobrou de tamanho e renovou sua verve desafiadora (“a porcaria do mundo real estava alcançando a gente!”, brinca Brooker). Mas o cerne continua o mesmo: “É sobre como é viver no nosso mundo moderno, sempre em modificação e evolução”, resume Annabel com dificuldade. “Uma seleção de histórias bizarras, inquietantes e, espero, divertidas, sobre ‘e se’”, define Brooker. “A tecnologia nunca é usada como vilã nas nossas histórias, é usada no lugar de mágica, basicamente. É sobre os dilemas humanos.”

“O que eu gosto de fazer essa série é que ela te obriga a se reinventar sempre, então, não queremos que ela vire um clichê dentro dela mesma”, reflete ele, que se recusa a se restringir diante das expectativas. “Muita gente reclamou: ‘Se a série vai para a Netflix, vai ficar toda americanizada’. Pensei: ‘Ah, é? Então vamos fazer um episódio que se passa bem na Califórnia, em 1987’!”, se diverte. [Stella Rodrigues]

“Black Mirror” explora mau uso da tecnologia para expor “falhas” humanas

 cena-de-nosedive-episodio-da-terceira-temporada-de-black-mirror-1476996570920_956x500.jpg
Cena de “Nosedive”, episódio da terceira temporada de “Black Mirror”

Imagem: Divulgação/Netflix
Mesmo que secretamente, que eleitor resistiria a ver o presidente de seu país ser obrigado, em rede nacional de TV, a passar por uma situação muito vexatória e humilhante como… transar com um porco, por exemplo?

A imagem, ao mesmo tempo perturbadora e atraente, aparece no primeiro episódio da série britânica “Black Mirror”, lançada em 2011. E imagens perturbadoras são a especialidade deste programa. Encerrado em 2012, ficou pouco conhecido fora do Reino Unido, mas se tornou cult. Em boa parte, devido a eventos mostrados na série que estranhamente se tornaram ou estão se tornando realidade.

“Já li que tem gente inventando uma ferramenta para você tuitar depois de morto, que foi tema de um episódio. As lentes de contato que funcionam como câmeras são de certa forma o que é o Google Glass” diz o criador Charlie Brooker, que conversou com a reportagem do UOL junto com Annabel Jones, que produz a terceira temporada, disponível a partir desta sexta (21), no Netflix.
Para eles, a pecha de “profética” que a série ganhou entre seus admiradores, se deve ao fato de que o roteiro usa tecnologias e comportamentos muito contemporâneos para contar histórias absurdas — ou nem tão absurdas assim.
Ano passado, o primeiro-ministro britânico David Cameron teve de negar publicamente que tenha participado de um ritual de iniciação na universidade de Oxford que consistia em simular sexo com a cabeça de um porco.
A história/fofoca foi contada, pasmem, por um lorde, contemporâneo de Cameron em Oxford, que teria presenciado o fato e que afirma haver evidências fotográficas — que nunca chegaram a público.
“Ficamos surpresos e achamos que não é verdade, mas que é engraçado é”, dizem, aos risos, os “profetas” por trás de “Black Mirror”.

Espelho negro

O nome da série, explica seu criador, é uma referência às telas dos smartphones, das TVs, dos tablets, dos laptops e dos monitores em geral. Quando desligados, elas se tornam um “espelho negro”, onde vemos nossa imagem projetada. O programa materializa esse espelho negro da nossa alma. Como a tecnologia potencializa nossa maldade ou nossos delírios de imortalidade.
Foi assim nas duas primeiras temporadas, com apenas três e quatro episódios, respectivamente. Nos vemos nos reunindo em um bar com amigos para assistir à lastimável situação do primeiro ministro. Nos vemos pagando por um serviço que nos permite filmar prisioneiros sendo torturados em uma cadeia-reality show. Nos vemos no casal em crise que usa lentes de contato com câmeras para remoer cada cena de seu relacionamento fracassado.
Brooker e Jones, no entanto, refutam qualquer discurso antitecnológico: “Primeiramente queremos entreter as pessoas, muito mais que mandar uma mensagem, mas se isso ressoa nas conversas, melhor ainda. É reação emocional e relaxamento”, explica Brooker.  “Mas como a tecnologia é usada no nosso show? Ela nunca é a vilã. São as falhas humanas que são instrumentalizadas pela tecnologia. É o ser humano que ferra com tudo.”

“Big Brother”

De entretenimento e tecnologia os dois entendem. Tanto Broker quanto Jones trabalharam na Endemol, a empresa que tem os direitos sobre o “Big Brother”, aquele programa que nós brasileiros adoramos odiar. A experiência com a TV na era do reality show também se reflete nos episódios.
“Embora a série mostre as falhas humanas potencializadas por novas possibilidades de erro, a gente tenta não vilipendiar as pessoas. O segundo episódio desta temporada, por exemplo, fala desse menino, que cresceu tendo acesso a todo o tipo de imagem. E nós estamos criando filhos neste ambiente, que embora saibam distinguir o certo do errado, podem não ter algum guia moral pelo caminho”, afirma Jones.
“Antes a TV era uma experiência familiar, em que todos sentavam ao redor para assistir e você aprendia sua moral através da discussão daquilo que estava sendo mostrado. Hoje as pessoas estão mais isoladas em seus computadores, smartphones. Não tem mais essa discussão”, explica.
Os dois também garantem que nestes seis novos episódios haverá espaço para a doçura e para a exploração do lado bom da tecnologia. “Há outros episódios que mostram como a tecnologia oferece outras oportunidades de como manejar sua vida, como o quarto episódio, que acontece em 1987.”

 

Lady Gaga alfineta Madonna: ‘Não fico só ensaiando para show’

gaga-gettyimages-604558380

Desde quando Lady Gaga explodiu no mundo da música pop, no longínquo 2008, ela já foi comparada com Madonna diversas vezes. Mas a cantora, que está lançando o disco Joanne nesta sexta-feira, está cansada de ouvir isso. Durante uma entrevista à Beats1, rádio online da Apple, nesta quinta, o assunto voltou à tona, e a artista falou que ela e a veterana são bem diferentes, apesar de as duas virem de uma família ítalo-americana de classe trabalhadora. “Eu não faria essa comparação de jeito nenhum. O que faço é diferente. Não fico só ensaiando sempre para montar um show”, declarou.

Na entrevista, Gaga explicou que não quer desrespeitar Madonna, mas que não quer mais ser comparada com outras artistas. “Madonna e eu somos muito diferentes. Ela é uma mulher legal e tem uma carreira fantástica, é a maior estrela pop de todos os tempos. Mas eu toco vários instrumentos, escrevo todas as minhas músicas, passo horas e horas no estúdio, sou uma produtora, compositora. Há uma espontaneidade no meu trabalho, eu me permito falhar, me permito ser frágil, não tenho medo dos meus defeitos. Eu sou quem eu sou. Minha história de vida é minha, assim como a sua história é a sua”, completou.