Terceiro “Sex and the City” pode “virar realidade”, diz Sarah Jessica Parker

satc2A última vez que as aventuras de Carrie Bradshaw foram vistas na telona foi em 2010 || Créditos: HBO Films/Divulgação
Prepare os Manolos! Em entrevista exibida neste domingo pelo talk-show americano “CBS This Morning”, Sarah Jessica Parker revelou que a possibilidade de que um terceiro filme da série “Sex and the City” seja desenvolvido está cada vez mais próxima da realidade.
A última vez que as aventuras de Carrie Bradshaw foram vistas na telona foi em 2010, em “Sex and the City 2”, que faturou US$ 288,3 milhões (R$ 922,3 milhões) nas bilheterias. Antes disso, em 2008, o primeiro filme da série alcançou a cifra de US$ 415,2 milhões (R$ 1,33 bilhão) com a venda de ingressos. Em ambos os casos, Sarah estrelou e também assumiu a produção executiva dos longas.
“Posso dizer que a ideia [de um novo SATC] está guardada no armário. Ainda não está na mesa, mas está perto dela”, a atriz disse na entrevista. [Glamurama]

RGirls/Cinema I Natalie Portman é cogitada para Oscar por interpretação de Jacqueline Kennedy

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Natalie Portman está provocando um burburinho de Oscar pelo seu último papel como a icônica Jacqueline Kennedy no novo filme Jackie que foi exibido no Festival de Nova York.

A atriz, de 35 anos, que já ganhou um Oscar de melhor atriz pelo filme Cisne Negro, sobre balé, de 2010, interpreta Jacqueline Kennedy nos dias imediatamente posteriores ao assassinato do marido, o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, em 1963.

Lutando com emoções conflituosas de luto, raiva e perda da fé, a perfomance da atriz é vista por observadores como uma das concorrentes principais da temporada de premiação de Hollywood, que termina com a entrega do Oscar em fevereiro.

Jackie estreia nos cinemas norte-americanos no dia 2 de dezembro. [Reuters]

Remake dos anos 1970, ‘Raízes’ narra saga de família de escravos nos EUA

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O showbiz americano, mais por tino comercial do que por um recém-contraído ardor cívico de patrocinar um exame de consciência nacional, tem aberto espaço inédito para obras que tratam do período da escravidão no país e de suas repercussões até a nossa época.
Filmes (“Histórias Cruzadas”, “Django Livre”, “12 Anos de Escravidão”, “O Nascimento de Uma Nação”), discos (como os de Beyoncé e de sua irmã menos famosa, Solange Knowles) e séries de TV (“Underground”) exploraram o filão, agora engrossado pela minissérie “Raízes”, remake de uma produção homônima exibida no fim dos anos 1970.

Contada em quatro episódios, mostra a saga multigeracional de uma família de escravos, desde a captura do jovem Kunta Kinte na Gâmbia e de seu envio para uma América colonial, em 1750, até a abolição do trabalho forçado nos EUA, em 1865, que beneficia o neto e o bisneto daquele. Tortura, mutilação, estupro e fugas ritmam a intriga das gerações intermediárias.
A trama toma como base o romance de mesmo nome, vencedor do Pulitzer em 1977 e assinado por Alex Haley (que se dizia descendente direto de Kinte e é encarnado no programa por Laurence Fishburne, em breve aparição). A versão de agora incorpora descobertas feitas por historiadores nos últimos 40 anos e introduz personagens inexistentes no original.
Em evento de divulgação em abril passado, em Cannes (França), o elenco defendeu a atualidade do roteiro.
“É triste que contar essa história hoje ainda seja tão relevante. A escravidão tem outro nome. As corporações são as plantações [de fazendas escravocratas] modernas, com seus salários irrisórios e demissões gratuitas”, comparou Jonathan Rhys Meyers, que interpreta Tom Lea, agricultor branco que violenta a filha de Kinte, Kizzy, e aposta, numa rinha de galo, o filho que tem com ela.
“Não há dúvida sobre a pertinência do projeto. Temos de perder o medo da verdade. Outro dia, um filho de um amigo meu, negro, foi abordado na escola por um coleguinha assim: ‘Se o [Donald] Trump ganhar, você sabe que vai ter de voltar para a África, né?’. [A intolerância] é como um gene recessivo insidioso que volta a se manifestar sob a forma de um câncer”, completou Anika Noni Rose, que encarna Kizzy.
Forest Whitaker e Anna Paquin também atuam na minissérie.
NA TV
Raízes
QUANDO estreia nesta seg. (17), às 22h40; exibição de seg. a qui., no mesmo horário, no History

LUCAS NEVES
EDITOR-ADJUNTO DA “ILUSTRÍSSIMA”

Bilheteria EUA I O Contador, Kevin Hart: What Now?, A Garota no Trem, O Lar das Crianças Peculiares, Horizonte Profundo – Desastre no Golfo

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Beneficiado pela concorrência modesta (a adaptação aos cinemas do boneco Max Steel, da Mattel, entrou em 2 mil salas e sequer emplacou no top 10), O Contador (The Accountant), novo filme estrelado por Ben Affleck, levou o fim de semana de 14 a 16 de outubro nas bilheterias americanas.

Estreando acima das previsões iniciais, que na sexta-feira diziam que o longa ficaria na faixa dos 18 a 20 milhões de dólares, o suspense de ação dirigido por Gavin O’Connor (Guerreiro) deve fechar o fim de semana com US$ 24,7 milhões.

O longa, que tem elementos de tipos de filmes variados, do drama de gênio incompreendido ao filme de matador implacável, pode começar uma franquia para Affleck nos moldes da série Bourne de seu amigo Matt Damon. O custo de US$ 44 milhões da produção deve ser superado nos próximos dias, mas o longa teve dificuldade em atrair o público mais jovem: 86% dos pagantes tem mais de 25 anos, segundo o CinemaScore.

No roteiro de Bill Dubuque, Affleck é um contador que sofre de um autismo que lhe permite fazer cálculos e análises melhor do que outras pessoas. Como ele trabalha para alguns dos tipos mais procurados do mundo, sua vida é cercada de cuidados – e perigos. Anna KendrickJ.K. Simmoms e Jon Bernthal também estão no elenco. O Contador estreia no Brasil em 20 de outubro.

Kevin Hart: What Now?, gravação de uma apresentação de stand-up do ator e comediante Kevin Hart, ocorrida na Filadélfia em agosto do ano passado, como parte da turnê de humor What Now? de Hart, ficou em segundo lugar, com US$ 11,9 milhões em 2.500 cinemas. O número é suficiente para pagar o que a Universal colocou no filme (com contar o marketing), com custo de produção estimado de US$ 9,9 milhões.

A Garota no Trem (The Girl On The Train), adaptação do livro de Paula Hawkins, caiu do primeiro lugar no seu fim de semana de estreia para a terceira posição. O longa fez mais US$ 11,9 milhões e agora supera ligeiramente seu custo de US$ 45 milhões.

O filme conta a história de Rachel (Emily Blunt), uma mulher divorciada que todos os dias pega o trem no mesmo horário e fica fantasiando sobre um casal perfeito que vê pela janela. Um dia, ela testemunha o desaparecimento de Megan (Haley Bennett), que é a babá que trabalha para seu ex-marido. Com isso, ela passa a ser investigada pelo que aconteceu. Luke Evans (Drácula: A História Nunca Contada), Rebecca Ferguson (Missão: Impossível – Nação Secreta), Laura Prepon (Orange Is The New Black), Edgar Ramírez (Caçadores de Emoção), Allison Janney (Mom), Justin Theroux (The Leftovers) e Lisa Kudrow (Vizinhos 2) também estão no elenco.

Tate Taylor (Histórias Cruzadas) dirige e a estreia no Brasil está marcada para 27 de outubro.

O Lar das Crianças Peculiares, adaptação do livro O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs, ficou em quarto lugar. O longa dirigido por Tim Burton arrecadou mais de US$ 8,9 milhões, uma queda de 41% relação ao fim de semana anterior. No total, o filme acumula US$ 65,1 milhões no país, pouco menos da metade de seu orçamento de US$ 110 milhões.

O longa conta a história de um garoto (Asa Butterfield) que fica preso em uma ilha habitada por crianças com poderes sobrenaturais e algumas criaturas macabras. A Srta. Peregrine (Eva Green) é quem cuida dos meninos e meninas e os protege dos ataques desses monstros.

O filme de desastre Horizonte Profundo – Desastre no Golfo caiu uma posição e fecha o top 5. Com Mark Wahlberg no papel principal, o longa arrecadou cerca de US$ 6,35 milhões e também está bem abaixo do seu custo. Baseado no artigo “Deepwater Horizon’s Final Hour”, do The New York Times, o filme contará a história real do acidente que destruiu uma plataforma de petróleo da British Petroleum Deepwater Horizon, no Golfo do México, em 2010, e que matou 11 pessoas e deixou outras 16 feridas.

Wahlberg vive o segundo encarregado da plataforma. A trama enfoca as últimas 48 horas e o dia do acidente, mostrando os atos de heroísmo nas tentativas de salvar os trabalhadores presos nas ferragens e nas águas. Kate Hudson vive a esposa do personagem de Wahlberg. Kurt RussellJohn MalkovichDylan O’Brien e Gina Rodriguez (Jane the Virgin) também estão no elenco.
O filme tem lançamento marcado para 10 de novembro no Brasil.

Série derivada de The Good Wife terá Rose Leslie, a Ygritte de Game of Thrones

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A rede CBS contratou a atriz Rose Leslie, a Ygritte de Game of Thrones, para o elenco da série derivada de The Good Wife. Ela viverá Maia, a afilhada da protagonista Diane Lockhart (Christine Baranski).
Lucca Quinn (Cush Jumbo) também estará na série, que será exibida no serviço CBS All Access, plataforma digital do canal que futuramente receberá a nova série de Star Trek nos Estados Unidos.
The Good Wife teve 133 episódios divididos em sete temporadas e foi encerrada em maio deste ano nos Estados Unidos. A nova série não tem título ainda, e se passará um ano depois do desfecho da série principal. Na trama, uma fraude financeira destrói a reputação da jovem advogada Maia (Leslie) e acaba com as economias de Diane, mentora da garota. Forçadas a sair da firma Lockhart & Lee, elas juntam forças a Lucca Quinn para se reerguer.
Robert e Michelle King, criadores da série original, participarão como produtores e corroteiristas. A estreia acontece em fevereiro.

Mulher-Maravilha ganha trailer internacional

mulher-1952600-jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxxMulher-Maravilha ganhou um trailer editado para o mercado russo que inclui relances inéditos, como Diana lutando em roupas de civil:

Mulher-Maravilha tem estreia marcada para 1º de junho de 2017. A personagem também estará em Liga da Justiça, que estreia em novembro do ano que vem.

Círculo de Fogo 2 | Atriz ucraniana Ivanna Sakhno entra para o elenco do filme

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De acordo com o Deadline, a atriz ucraniana Ivanna Sakhno (Ivan Syla) entrou para o elenco de Pacific Rim: Maelstrom, sequência de Círculo de Fogo. Não há detalhes sobre o papel.

O elenco do filme conta com Levi Meaden, John BoyegaScott EastwoodCailee SpaenyJing Tian Adria Arjona, anunciada recentemente. Clint Eastwood também pode estar em negociações para o elenco.

A trama se passará alguns anos depois do filme original. “Não é uma sequência imediata. Estamos em um mundo que está livre dos Kaijus e vamos saber o que acontece com a tecnologia dos Jaegers agora que os monstros não são mais uma ameaça. Vai ser um belo salto“, explicou anteriormente Guillermo del Toro, que retorna como produtor. Steven S. DeKnight (DemolidorSpartacus) será o diretor.

As filmagens do longa devem começar em novembro, na Austrália. Também estão previstas filmagens na China. Pacific Rim: Maelstrom chega aos cinemas em 23 de fevereiro de 2018. [Camila Sousa]