Mulher-Maravilha se torna embaixadora da ONU e promove encontro entre Gal Gadot e Lynda Carter

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As celebrações dos 75 anos da Mulher-Maravilha incluíram uma cerimônia na ONU em que a personagem assumiu o papel de Embaixadora Honorária para o Empoderamento de Mulheres e Meninas. O evento contou com a participação da princesa amazona do cinema, Gal Gadot, e da TV,  Lynda Carter. As atrizes compartilharam o momento nas redes sociais – “Estava ansiosa para finalmente conhecer a mulher que encarnou primeiro a personagem que AMO tanto. Foi além das minhas expectativas, Lynda Carter é uma mulher MARAVILHOSA“, escreveu Gadot.

A cerimônia revelou a campanha em que a Mulher-Maravilha será usada para criar conscientização para a Meta 5 de  Desenvolvimento Sustentável da ONU, que prevê que igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres é uma parte essencial na criação de um mundo pacífico e próspero.

21.out.2016 - As atrizes Lynda Carter, 65, e Gal Gadot, 31, se encontram em evento da ONU que torna a Mulher-Maravilha embaixadora da para o empoderamento feminino

As atrizes Lynda Carter, 65, e Gal Gadot, 31, se encontram em evento da ONU que torna a Mulher-Maravilha embaixadora para o empoderamento feminino

“A porcaria do mundo real estava alcançando a gente!”, brinca Charlie Brooker, criador de Black Mirror

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Cena do trailer da terceira temporada da série Black Mirror, produzida pela Netflix
Entre os horrores da tecnologia e as delícias de uma história bem contada (e, às vezes, o o inverso), 
Black Mirror conquistou fãs no mundo todo, ao ponto de ter sido resgatada pela Netflix depois que a série foi cancelada na Inglaterra. A série antológica (com cada episódio trazendo uma trama totalmente nova, com personagens e atores diferentes de um capítulo para o outro) de ficção especulativa ganha seis episódios a partir desta sexta, 21.

“Tem mais diversidade, porque agora que vamos fazer seis episódios [as temporadas anteriores tiveram três episódios cada uma] podemos variar os tipos de história, os aspectos visuais e até o tom. Temos vários gêneros: uma história de amor doce, uma história de guerra, brutal, uma trama de detetive, tem muito mais alcance”, conta a produtora executiva Annabel Jones. “Não somos sempre implacavelmente apavorantes”, complementa o produtor executivo e criador Charlie Brooker.

A série continua a mesma, apenas dobrou de tamanho e renovou sua verve desafiadora (“a porcaria do mundo real estava alcançando a gente!”, brinca Brooker). Mas o cerne continua o mesmo: “É sobre como é viver no nosso mundo moderno, sempre em modificação e evolução”, resume Annabel com dificuldade. “Uma seleção de histórias bizarras, inquietantes e, espero, divertidas, sobre ‘e se’”, define Brooker. “A tecnologia nunca é usada como vilã nas nossas histórias, é usada no lugar de mágica, basicamente. É sobre os dilemas humanos.”

“O que eu gosto de fazer essa série é que ela te obriga a se reinventar sempre, então, não queremos que ela vire um clichê dentro dela mesma”, reflete ele, que se recusa a se restringir diante das expectativas. “Muita gente reclamou: ‘Se a série vai para a Netflix, vai ficar toda americanizada’. Pensei: ‘Ah, é? Então vamos fazer um episódio que se passa bem na Califórnia, em 1987’!”, se diverte. [Stella Rodrigues]

“Black Mirror” explora mau uso da tecnologia para expor “falhas” humanas

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Cena de “Nosedive”, episódio da terceira temporada de “Black Mirror”

Imagem: Divulgação/Netflix
Mesmo que secretamente, que eleitor resistiria a ver o presidente de seu país ser obrigado, em rede nacional de TV, a passar por uma situação muito vexatória e humilhante como… transar com um porco, por exemplo?

A imagem, ao mesmo tempo perturbadora e atraente, aparece no primeiro episódio da série britânica “Black Mirror”, lançada em 2011. E imagens perturbadoras são a especialidade deste programa. Encerrado em 2012, ficou pouco conhecido fora do Reino Unido, mas se tornou cult. Em boa parte, devido a eventos mostrados na série que estranhamente se tornaram ou estão se tornando realidade.

“Já li que tem gente inventando uma ferramenta para você tuitar depois de morto, que foi tema de um episódio. As lentes de contato que funcionam como câmeras são de certa forma o que é o Google Glass” diz o criador Charlie Brooker, que conversou com a reportagem do UOL junto com Annabel Jones, que produz a terceira temporada, disponível a partir desta sexta (21), no Netflix.
Para eles, a pecha de “profética” que a série ganhou entre seus admiradores, se deve ao fato de que o roteiro usa tecnologias e comportamentos muito contemporâneos para contar histórias absurdas — ou nem tão absurdas assim.
Ano passado, o primeiro-ministro britânico David Cameron teve de negar publicamente que tenha participado de um ritual de iniciação na universidade de Oxford que consistia em simular sexo com a cabeça de um porco.
A história/fofoca foi contada, pasmem, por um lorde, contemporâneo de Cameron em Oxford, que teria presenciado o fato e que afirma haver evidências fotográficas — que nunca chegaram a público.
“Ficamos surpresos e achamos que não é verdade, mas que é engraçado é”, dizem, aos risos, os “profetas” por trás de “Black Mirror”.

Espelho negro

O nome da série, explica seu criador, é uma referência às telas dos smartphones, das TVs, dos tablets, dos laptops e dos monitores em geral. Quando desligados, elas se tornam um “espelho negro”, onde vemos nossa imagem projetada. O programa materializa esse espelho negro da nossa alma. Como a tecnologia potencializa nossa maldade ou nossos delírios de imortalidade.
Foi assim nas duas primeiras temporadas, com apenas três e quatro episódios, respectivamente. Nos vemos nos reunindo em um bar com amigos para assistir à lastimável situação do primeiro ministro. Nos vemos pagando por um serviço que nos permite filmar prisioneiros sendo torturados em uma cadeia-reality show. Nos vemos no casal em crise que usa lentes de contato com câmeras para remoer cada cena de seu relacionamento fracassado.
Brooker e Jones, no entanto, refutam qualquer discurso antitecnológico: “Primeiramente queremos entreter as pessoas, muito mais que mandar uma mensagem, mas se isso ressoa nas conversas, melhor ainda. É reação emocional e relaxamento”, explica Brooker.  “Mas como a tecnologia é usada no nosso show? Ela nunca é a vilã. São as falhas humanas que são instrumentalizadas pela tecnologia. É o ser humano que ferra com tudo.”

“Big Brother”

De entretenimento e tecnologia os dois entendem. Tanto Broker quanto Jones trabalharam na Endemol, a empresa que tem os direitos sobre o “Big Brother”, aquele programa que nós brasileiros adoramos odiar. A experiência com a TV na era do reality show também se reflete nos episódios.
“Embora a série mostre as falhas humanas potencializadas por novas possibilidades de erro, a gente tenta não vilipendiar as pessoas. O segundo episódio desta temporada, por exemplo, fala desse menino, que cresceu tendo acesso a todo o tipo de imagem. E nós estamos criando filhos neste ambiente, que embora saibam distinguir o certo do errado, podem não ter algum guia moral pelo caminho”, afirma Jones.
“Antes a TV era uma experiência familiar, em que todos sentavam ao redor para assistir e você aprendia sua moral através da discussão daquilo que estava sendo mostrado. Hoje as pessoas estão mais isoladas em seus computadores, smartphones. Não tem mais essa discussão”, explica.
Os dois também garantem que nestes seis novos episódios haverá espaço para a doçura e para a exploração do lado bom da tecnologia. “Há outros episódios que mostram como a tecnologia oferece outras oportunidades de como manejar sua vida, como o quarto episódio, que acontece em 1987.”

 

Lady Gaga alfineta Madonna: ‘Não fico só ensaiando para show’

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Desde quando Lady Gaga explodiu no mundo da música pop, no longínquo 2008, ela já foi comparada com Madonna diversas vezes. Mas a cantora, que está lançando o disco Joanne nesta sexta-feira, está cansada de ouvir isso. Durante uma entrevista à Beats1, rádio online da Apple, nesta quinta, o assunto voltou à tona, e a artista falou que ela e a veterana são bem diferentes, apesar de as duas virem de uma família ítalo-americana de classe trabalhadora. “Eu não faria essa comparação de jeito nenhum. O que faço é diferente. Não fico só ensaiando sempre para montar um show”, declarou.

Na entrevista, Gaga explicou que não quer desrespeitar Madonna, mas que não quer mais ser comparada com outras artistas. “Madonna e eu somos muito diferentes. Ela é uma mulher legal e tem uma carreira fantástica, é a maior estrela pop de todos os tempos. Mas eu toco vários instrumentos, escrevo todas as minhas músicas, passo horas e horas no estúdio, sou uma produtora, compositora. Há uma espontaneidade no meu trabalho, eu me permito falhar, me permito ser frágil, não tenho medo dos meus defeitos. Eu sou quem eu sou. Minha história de vida é minha, assim como a sua história é a sua”, completou.

Primeira exposição solo de Antonio Marras será no Museu Triennale, em Milão

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Obra da exposição de Antonio Marras (Foto: Reprodução)

Estilista e artista multifacetado, Antonio Marras acaba de abrir as portas de sua primeira exposição solo. Armada no Museu Triennale, em Milão, Antonio Marras: Nulla dies sine linea. Life, diaries and notes of a restless man (vida, diários e anotações de um homem incansável) tem curadoria de Francesca Alfano Miglietti e funciona até o dia 21 de janeiro.

Obra da exposição de Antonio Marras (Foto: Reprodução)

“Nulla dies sine linea”, frase em latin do naturalista Plínio, O Velho, sobre o pintor grego Apeles de Cós, é uma referência aos hábitos de Marras, que costuma desenhar e pintar entre seus compromissos diários.Obra da exposição de Antonio Marras (Foto: Reprodução)

Repleta de colagens, ilustrações, esculturas e pinturas – muitas delas feitas com café e tinta aquarela -, a primeira mostra do designer e artista também traz exemplares de sua coleção de mais de 500 molduras, expostas do lado contrário pelos corredores do Museu Triennale.

Obra da exposição de Antonio Marras (Foto: Reprodução)“Muitas vezes a parte de trás da moldura é mais interessante que a da frente”, explica Marras ao WWD. Nascido na ilha de Sardenha, Antonio explora o amor pela sua terra natal tanto na arte, quanto na moda, como explica Miglietti. “Para ele, tudo é material artístico: sua história pessoal, sua ilha, seus cachorros, o horizonte…”, diz a curadora. Boa dica para quem estiver de passagem marcada para Milão!

Depois de dias de espera, Bob Dylan “reconhece” prêmio Nobel

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Na última quinta, 13, a Academia Sueca anunciou o cantor e compositor Bob Dylan como o vencedor do Prêmio Nobel 2016 em literatura. No entanto, o músico permaneceu em silêncio, não se pronunciando a respeito do prêmio – até agora.

A Academia chegou a declarar na última segunda, 17, ter desistido de contatá-lo depois de uma série de tentativas. “Liguei e enviei e-mails para os colaboradores mais próximos e recebi respostas muito simpáticas. Por enquanto, julgo que é suficiente”, disse a secretária permanente da Academia Sueca, Sara Danius, em entrevista à rádio pública da Suécia.

Mas, no mesmo dia, Dylan atualizou inesperadamente o site oficial dele informando que teria vencido o prêmio. A declaração apareceu em uma página relacionada à divulgação da coletânea de letras The Lyrics: 1961-2012. É a primeira vez que o músico “reconhece” abertamente a nomeação.

Mesmo que não tivesse reconhecido o prêmio, entretanto, Dylan ainda continuaria listado como vencedor. Uma situação como esta aconteceu com o escritor e filósofo Jean-Paul Sartre, que recusou o título em 1964, mas que continuou sendo considerado ganhador do Nobel em literatura daquele ano.

Desde 1901, o Prêmio Nobel de Literatura foi entregue a 113 pessoas. No site do Nobel é especificado que o prêmio pode ser dado a quaisquer “escritos que, em virtude de sua forma e estilo, possuam valor literário.”

A Academia Sueca não revelou a lista de finalistas que estavam sendo considerados para o prêmio; de acordo com o The New York Times, havia especulação de que Ngugi wa Thiong’o (Quênia), Adonis (Síria), Haruki Murakami (Japão), Philip Roth (Estados Unidos), e Don DeLillo (Estados Unidos) estavam na corrida para a honraria.

O Prêmio Nobel acompanha 8 milhões de coras suecas, cerca de R$ 2,9 milhões. Dylan receberá seu prêmio no dia 10 de dezembro em Estocolmo, Suécia.

CINEMA | Estreias Da Semana: O Contador, A Nona Vida de Louis Drax, Ouija – Origem do Mal e +

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Confira agora os filmes que chegam às telas em 13 de outubro 

O Contador

Um contador aparentemente normal tem um segundo emprego noturno muito peculiar para quebrar a rotina: matador de aluguel.

Drama – (The Accountant) EUA, 2016. Direção: Gavin O’Connor. Elenco: Anna Kendrick, Ben Affleck, J.K. Simmons. Duração: 125 min. Classificação: 14 anos.

A Nona Vida de Louis Drax

Prestes a completar 9 anos, em um piquenique com sua mãe e seu pai para comemorar seu aniversário, Louis cai de um penhasco e é dado como morto, porém volta milagrosamente à vida, mas entra em coma profundo. Sua única chance de recuperação é o Dr. Allan Pascal que mergulha no mistério e passa a testar os limites entre a fantasia e a realidade.

Suspense – (The 9th life of Louis Drax) Canadá, Reino Unido, EUA, 2015. Direção: Alexandre Aja. Elenco:  Jamie Dornan, Sarah Gadon, Aaron Paul. Duração: 109 min. Classificação: 14 anos.

Ouija – Origem do Mal

O que começa como uma farsa para arrancar dinheiro de clientes céticos, se torna um terrível pesadelo quando Doris, a caçula da família, é possuída por espíritos malignos. O filme é novamente inspirado no antigo tabuleiro Ouija – superfície plana feita em madeira que possibilita a comunicação com espíritos.

Terror – (Ouija – Origin of Evil) EUA, 2015. Direção: Mike Flanagan. Elenco:Elizabeth Reaser, Annalise Basso, Henry Thomas. Duração: 100 min. Classificação: 14 anos.

Jovens, Loucos e mais Rebeldes!!

Dentro e fora do campo, um grupo de jogadores de beisebol da faculdade traça o seu caminho diante das novidades e loucuras da vida adulta que se inicia. Encarando as liberdades e as responsabilidades dessa fase da vida, eles crescem e se conhecem.

Comédia – (Everybody Wants Some!!) EUA, 2015. Direção: Richard Linklater. Elenco: Zoey Deutch, Glen Powell, Tyler Hoechlin. Duração: 100 min. Classificação: 14 anos.

O Mestre dos Gênios

Biografia de Max Perkins, um dos nomes mais importantes para o mercado editorial literário. O filme acompanha sua vida pessoal e a relação complicada com seus escritores.

Drama – (Genius) Reino Unido, EUA, 2016. Direção: Michael Grandage. Elenco:Nicole Kidman, Dominic West, Colin Flirth. Duração: 108 min. Classificação: 12 anos.

Romance à Francesa

O professor Clément deveria estar feliz: ele finalmente conquistou o coração da bela Alicia, uma famosa atriz. Mas quando o relacionamento anda bem, ele encontra Caprice, uma jovem extrovertida que deseja sair com ele, e não se importa em ser a amante de Clément. Enquanto o professor corre o risco de perder a namorada, o melhor amigo dele, Thomas, começa a ficar muito interessado na atriz.

Comédia Romântica – (Caprice) França, 2015. Direção: Emmanuel Mouret. Elenco: Virginie Efira, Anaïs Demoustier, Laurent Stocker. Duração: 105 min. Classificação: 12 anos.

Jodie Foster dirigirá episódio da nova temporada de ‘Black mirror’

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A Netflix escalou Jodie Foster (dos filmes “O silêncio dos inocentes” e “O quarto do pânico”) para dirigir e Rosemarie DeWitt (das séries “Mad men” e “United States of Tara”) para estrelar um episódio da quarta temporada de “Black mirror”, que será produzida este ano e estreará em 2017.

Criada e escrita por Charlie Brooker, “Black mirror” trata da inquietação coletiva com o mundo moderno. A terceira temporada da série será lançada mundialmente nesta sexta-feira, 21.

Jodie Foster dirigiu recentemente o longa-metragem “Money monster”, suspense estrelado por George Clooney e Julia Roberts. Ela fez sua estreia na direção de televisão comandando episódios das séries originais da Netflix “Orange is the new black” e “House of cards”. Já DeWitt poderá ser vista no filme “La la land”, com Ryan Gosling e Emma Stone, previsto para novembro. [Gabriela Antunes]

Guardiões da Galáxia Vol. 2: primeiro teaser trailer e pôster do longa

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A Marvel Studios divulgou o primeiro teaser trailer do aguardado Guardiões da Galáxia Vol. 2, sequência do grupo intergaláctico de super-heróis da companhia.

Além disso, o diretor de Guardiões da Galáxia Vol. 2, James Gunn, usou o Facebook para divulgar o primeiro pôster da produção.

Os personagens aparecem em preto e branco, da esquerda para a direita: Nebula, Yondu, Rocket, Gamora, o Senhor das Estrelas e Drax. No sapato do protagonista temos também o pequeno e fofíssimo Groot.

Tendo como trilha a Awesome Mixtape #2, Guardiões da Galáxia Vol. 2, da Marvel, continua as aventuras da equipe enquanto atravessam os confins do cosmos. Os Guardiões devem lutar para manter sua recém-descoberta família unida enquanto desvendam os mistérios sobre o verdadeiro pai de Peter Quill. Antigos inimigos se tornam novos aliados e personagens favoritos dos fãs dos quadrinhos vão ajudar os heróis à medida que o universo cinematográfico da Marvel continua a se expandir.

O elenco conta novamente com Chris Pratt como Peter Quill/Star-Lord, Zoe Saldana como Gamora, Dave Bautista como Drax, Vin Diesel como a voz de Groot, Bradley Cooper como a voz de Rocket, Michael Rooker no papel de Yondu, Karen Gillan como Nebula, e Sean Gunn como Kraglin.

Entre os novos membros do elenco estão: Pom Klementieff (Oldboy) como a personagem Mantis, Chris Sullivan (The Knick, A Entrega) como Taserface, Tommy Flanagan (Sons of Anarchy) como Tullk, Elizabeth Debicki (O Grande Gatsby, Evereste) como Ayesha, Kurt Russell (Os 8 Odiados, Velozes e Furiosos 7) como Ego, o Planeta Vivo, e Sylvester Stallone como um membro da Nova Corps.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 chega aos cinemas brasileiros em 04 de maio de 2017.
Via Minha Série.