Carbono investe em linha pet com design

Conheça o projeto muito pessoal de dois designers apaixonados por animais
Por Adriana Mori; Fotos Divulgação

carbono_investe_em_linha_pet_com_design-01_sbK8xpl.jpgA bull terrier Ira, musa inspiradora da Carbono Pet (Foto: Divulgação)


Há alguns anos o mercado pet chama minha atenção e, nesses anos de Casa Vogue, poucos lançamentos me empolgaram tanto quanto o da linha pet da Carbono. Quem me apresentou essa novidade foi o editor online Michell Lott, que me mandou uma foto durante a Paralela Móvel com a mensagem “acho que você vai gostar disso”.

Carbono investe em linha pet com design (Foto: Divulgação)“Você vai gostar disso”. LOTT, Michell. Eu amei! (Foto: Divulgação)


A imagem em questão era essa: a buldogue francesa Judite em uma das caminhas. Como uma coluna que surgiu para falar da delícia que é a intersecção entre o mundo do design e o universo pet não falaria sobre isso? É MUITO importante que marcas como a Carbono invistam em linhas pet, endossando a presença e a relevância dos pets em nossas casas e nossas vidas.

Carbono investe em linha pet com design (Foto: Divulgação)Aline Marques e Marcus Ferreira, da Carbono, com Judite, a estrela do espaço na Paralela (Foto: Divulgação)


A história dos produtos é muito melhor e quem conta é a designer Amanda Marques, que assina os produtos junto com Marcus Ferreira. Eles são “pais” de Ira, uma linda Bull Terrier, e a inspiração veio de sua busca por uma possível companhia para ela. “Mergulhei no mundo pet e queria comprar tudo para a nova integrante da casa. Então me deparei com opções batidas, secas, multicoloridas, estampadas e sempre com o mesmo desenho”, conta Amanda, que prefere “nem imaginar a cara de Marcus ao chegar em casa e se deparar com uma caminha rosa com estampa de ossinhos no meio da sala”.

Carbono investe em linha pet com design (Foto: Divulgação)Nada de rosa com ossinhos! (Foto: Divulgação)


“Se sentimos falta de produtos que conversassem com a nossa casa, outras pessoas poderiam ter a mesma necessidade”, pondera. A partir daí nasceram três produtos, duas camas e um comedouro, que oferecem conforto, bem-estar e ergonomia aos animais, sem esquecer a relação com os tutores e com os demais produtos da Carbono. “Dividir um sofá da Carbono com um cão ou gato significa pêlos e maior desgaste do tecido. Aí entra a manta, uma proteção muito charmosa para os sofás”, exemplifica.

Carbono investe em linha pet com design (Foto: Divulgação)Ergonomia em dia! A altura dos comedouros da caminha não prejudica a coluna dos peludos (Foto: Divulgação)


A linha conta também com soluções prontas, como caminhas e comedouros, que de tão lindos acabam se tornando parte da decoração. A linha já foi incluída no portfólio permanente da marca e prevê aumento nos pets atendidos. Se hoje o projeto se limita a cães e gatos, pode ser que roedores, aves e peixes também tenham sua vez no mundo do design assinado. “Gostamos da ideia! Quem sabe na próxima coleção?”, diz Amanda. Nós, fãs da marca e de pets, agradecemos e aguardamos ansiosamente.

Carbono investe em linha pet com design (Foto: Divulgação)Judite também testou e aprovou a manta e a outra caminha da coleção (Foto: Divulgação)
Carbono investe em linha pet com design (Foto: Divulgação)Carbono investe em linha pet com design (Foto: Divulgação)

 

Designer japonesa Yukiko Morita cria luminárias feitas de pão de verdade

Farinha, água, sal, fermento e lâmpadas de LED são os ingredientes usados para criar as peças

16a36880c39069562302Farinha, água, sal, fermento e algumas lâmpadas de Led. Esses são os ingredientes usados pela japonesa Yukiko Morita para criar a Pampshade, uma luminária feita a mão, que usa como estrutura pães de verdade.

Tendo trabalhado como padeira antes de se tornar designer, Yukiko quis levar sua paixão por pães para sua nova profissão. O resultado chamou a atenção do público quando lançado na semana de design de Tokyo e agora, em Paris, durante a Maison & objet 2017, a reação não foi diferente.

Para preparar uma das 7 versões da coleção pampshade, a designer começa assando um pão normalmente, em seguida, remove o miolo o máximo possível e cobre todo o pão com uma resina especial que garante a durabilidade da peça – mas sem interferir na forma e textura do pão. Por fim, o circuito elétrico é instalado de acordo com o tipo de pão que foi feito.

Além de admirar pela internet, os interessados de qualquer parte do mundo já podem adquirir as baguetes, broas e croissant de Yukiko Morita acessando a loja online.
X. [Giovanna Maradei I Fotos: Divulgação]

IDA 2017: Confira 5 lançamentos imperdíveis

Paralela a já consagrada ArtRio, a IDA foi a primeira feira de design autoral do Rio de Janeiro e, este ano, chega à sua 4ª edição. Jovem, o evento reúne os designers e galerias que mais se destacam na cena atual e procura fomentar o calendário artístico e cultural da cidade.

Entre as novidades que serão expostas nos dias 14,15, 16 e 17 de setemebro, na Marina da Glória, estarão peças recém apresentadas na MADE, como a coleção SY do estúdio Mameluca, e lançamentos exclusivos, como as 5 criações imperdíveis abaixo. [Casa Vogue]

1. Coleção Ghost

x

Os vasos criados pelo Estúdio Iludi, dos designers Luiz Costa e Rodrigo Irffi, brinca com forma e matéria prima ao deixar o interior aparente e o formato do vaso impresso no bloco bruto de concreto. As astes banhadas a ouro, por sua vez, sustentam a planta ao mesmo tempo que eleva uma simples folha ao status de escultura.

2. Aparador Monolito

x1

Fabricado com pedras vulcânicas de origem indonésia (Hijau) e estruturado com tubos de cobre, o aparador criado por Paulo Moreira e Rodolpho Maiel, do Mobipallet, traz desenho contemporâneo e referências modernistas.

3. Linha TUBOS

x2

 As peças criadas por Zanini de Zanine são derivadas de estudos estéticos sobre os encaixes de móveis. Feitas através de um processo de carpintaria que reutiliza madeiras de espécies brasileiras, como jacarandá, peroba, ipê e macaranduba, elas tem inspiração na arquitetura colonial brasileira.

4. Banco Gart

x3

 Idealizado a partir da investigação sobre os traços arquitetônicos e escultóricos do arquiteto alemão Erich Mendelsohn, o banco fracionado criado pelo designer Ronald Sasson estará em exposição apoiada pela Breton que busca responder uma difícil questão: “Qual minha importância em minha era?” .

5. Vasos solitários

x4
 Criados pelo designer gaúcho Guilherme Wentz para a Novo Ambiente, estes vasos de prata, disponíves em versões para mesa e parede, tem inspiração na estética das próprias plantas trazendo a tona a forma de caules de plantas e pedaços de bambus.

Saiba quais são as cores da primavera 2018 segundo a Pantone

Amarelo ganha destaque no novo Fashion Color Trend Report

pantone-fashion-color-trend-report-new-york-spring-2018-articleA cada nova temporada, o Instituto Pantone cria o Fashion Color Trend Report, um panorama destacando os tons mostrados nos desfiles da Semana de Moda de Nova York que devem aparecer com força nos próximos meses.

Assim, a partir do que foi apresentado nas passarelas, o instituto compôs um guia com as tonalidades que vão dominar a moda e o design na primavera 2018.

Entre as 12 cores divulgadas, o amarelo merece destaque. São dois tons que prometem deixar o guarda-roupa e o décor mais coloridos: o Meadowlark 13-0646 e o Lime Punch 13-0550, esta última uma versão neon que já está caindo no gosto dos consumidores mais antenados.

Segundo o Instituto Pantone, a paleta de primavera 2018 traz um certo senso de diversão. “Com ares de complexidade e distinção, ela nos conduz a um santuário de cores que é ideal para compor misturas dramáticas e únicas.”

Saiba quais são as cores da primavera 2018 segundo a Pantone:

Sem título

 

Imigrantes inspiram coleção da designer brasileira Nicole Tomazi

Designer brasileira usa técnicas ancestrais para compor objetos modernos com vime e metal
Por Giovanna Maradei I Fotos Marcelo Bonadussi

Sem títuloDiante das polêmicas discussões que cercam os atuais processos de imigração, a designer Nicole Tomazi, descendente de italianos, resolveu usar seu trabalha como meio de resgatar suas origens e também participar desta importante conversa.

O resultado foi a coleção Imigrantes, lançada na MADE deste ano. Nascida no sul do Brasil, a designer usa a novidade para apresentar a técnica artesanal do vime, trazida para a região por seus antepassados, mas em uma releitura leve e contemporânea.

Combinando o material tradicional com o moderno metal, Nicole criou cestos, vasos e outros objetos que, segundo ela, representam os benefícios que encontros inesperados podem trazer. “A gente tem muito medo do diferentes, mas com essa coleção eu quis lembrar como os imigrantes trazem coisas novas e ensinamentos por onde passam”, explica a designer.

 Com peças de encher os olhos, Nicole ainda faz questão de lembrar que essa coleção não está completa. “Este processo de resgate é mais longo”, comenta a designer que, baseada na mesma técnica e inspiração, já pensa em criar outros objetos pequenos como espelhos e banquinhos. “Mas estes estão desenhados só na minha cabeça, por enquanto”, esclarece.

Por aqui, já estamos ansiosos!

Moda, design e arquitetura são uma questão de proporção

Sem títuloLouis Vuitton se inpira na obra curvilínea de Oscar Niemeyer para desfile em 2016 (Foto: Louis Vuitton)


A edição número 44 da SP Fashion Week aconteceu entre os dias 27 e 31 de agosto na capital paulistana. Minha observação dos vários estilos que desfilaram pelas passarelas no famoso evento inspirou o post de hoje a respeito de moda, design e arquitetura. Não é de hoje que estas disciplinas se associam: vestir e habitar sempre foram e serão necessidades básicas do ser humano e estarão baseadas em forma e sua função.

Como já definia a imortal Coco Chanel: “moda é arquitetura. É uma questão de proporções”. Para atingir um resultado, estes temas interelacionados passam por processos semelhantes: da ideia como conceito bidimensional no papel, passando para a produção no manequim ou maquete e chegando ao produto tridimensional. Todos envolvem criação e comunicação.

E esta ligação já pode ser percebida há um bom tempo… Partindo do movimento art nouveau, no início do século passado, momento em que houve uma ruptura na estética artística da época anterior, os ornamentos pesados e aparência rebuscada deram lugar às formas orgânicas expressadas pelo famoso arquiteto catalão Antonio Gaudí, refletidas também no vestuário fluido oposto aos trajes carregados do período antecessor.

Sem título.png1.jpgOs designers e irmãos Campana e sua criação para a Melissa (foto: Melissa)


Pouco mais de duas décadas depois, a inspiração art déco invadia as construções e guarda-roupas, com uma nova linguagem abstrata, linhas retas e muita geometria, muito bem ilustrada no Chrysler Building, em Manhattan, Nova York, e representada fielmente pelo estilista e designer Paul Poiret.

A limpeza das formas e adornos do arte déco foi o precursor para o movimento seguinte. No modernismo, a partir das década de 1950, volumes puros transmitidos por uma linguagem racional foram expressados pelas mãos de Le Corbusier e de Coco Chanel, com seu icônico tailleur.

O ponto de partida é sempre o corpo, passando pelo vestuário e, então, o abrigo, mas moda, design e arquitetura são atividades fundamentadas em composição e todos formam um conjunto resultante de proporção, equilíbrio e contraste, que podem enviar uma mesma mensagem em diferentes estruturas. [Anelisa Lopes @a81_design]

O estilista Hussein Chalayan defende a ideia de que moda e outras atividades criativas sempre andarão juntas, como neste desfile feito no início dos anos 2000

Reinaldo Lourenço volta a se reinventar com móveis assinados com a Breton

Roupa-de-Casa-by-divulgação.jpgQuem tem uma peça Reinaldo Lourenço no closet sabe: elas são sofisticadas, atemporais e carregam um acabamento impecável – uma das marcas registradas do estilista. E é com esse mesmo espírito que ele lança, ao lado da Breton, sua primeira linha de móveis. São sofás, poltronas, aparadores e mesas de jantar que levam a mesma identidade de suas roupas, como as linhas retas, as listras e as padronagens vazadas. A novidade celebra os 50 anos da marca de mobiliário de Marcel Rivkind: “Acreditamos que um móvel assinado ganha vida e um propósito”, entrega. Mais detalhes: @bretonoficial. [Beatriz Manfredini para a Revista J.P de Agosto]

Designers Amélia Tarozzo, Camila Fix, Flávia Pagotti Silva e Rejane Carvalho Leite lançam projeto na High Design

1504379044860Da esquerda para a direita, as integrantes da Plataforma 4: Rejane Carvalho Leite, Flávia Pagotti Silva, Camila Fix e Amélia Tarozzo Foto: Plataforma 4


No início de 2016, as designers Amélia Tarozzo, Camila Fix, Flávia Pagotti Silva e Rejane Carvalho Leite se cruzaram, meio que por acaso, em São Paulo. Do encontro surgiu a vontade de somar experiências e propor novas formas de abordar a indústria, com maior liberdade e autonomia. Nascia assim, o coletivo Plataforma 4, que fez sua estreia nacional na última edição da feira High Design, em 2016, na capital paulista. “Criamos uma plataforma de colaboração em que cada uma de nós aplica suas habilidades específicas no processo de criação de nossos produtos. Por meio das plataformas digitais, trabalhamos a distância, unindo Madrid, Porto Alegre e São Paulo”, conta Amélia, uma espécie de porta-voz informal das designers que, nesta entrevista ao Casa, comenta a trajetória do grupo.

Como atua o Plataforma 4?
A linha Ciranda, para a Pavani Mobília, foi nosso primeiro projeto conjunto. A coleção parte de um elemento primordial – a madeira, que é combinada em vários formatos e dimensões. Assim, o conjunto assume diferentes configurações, multiplicando suas possibilidades de uso. Essa linha expressa bem o conceito de nosso trabalho, onde cada designer contribui para o processo como um todo. Queremos lançar um olhar feminino sobre o mobiliário, dotando nossas peças de um conteúdo delicado, atraente, com formas suaves e sutis.

Como as habilidades de cada uma de vocês se somam na criação dos produtos?
Foi uma grata surpresa descobrir, ao longo deste trabalho, que somos bastante complementares. Naturalmente, a expertise de cada uma foi aflorando, mas, para nossa satisfação, não houve sobreposição, de modo que pudemos explorar as habilidades de cada uma da melhor forma possível. Percebemos que, conectadas, somos muito mais fortes do que sozinhas, pois uma complementa a habilidade que falta na outra. Ainda assim, nós todas participamos de todas as etapas da criação.

O trabalho do coletivo parece estar muito atrelado à indústria. O que vocês já aprenderam no contato direto com o chão de fábrica?
Sim. Todas nós temos procurado ampliar nosso raio de atuação na indústria, participando amplamente de todas as etapas de desenvolvimento dos produtos – da criação, passando pelo acompanhamento de protótipos à imagem no mercado. Houve uma aproximação profunda entre nós, com visitas constantes e comunicação online. Acreditamos que este estreitamento das relações – alinhando o chão de fábrica com a criatividade de nós, designers –, além de criar vínculo e afinidade, fez toda a diferença na qualidade do produto final.

YouTube: confira as novidades e mudança no visual da plataforma

Além de um novo logo, mudanças querem deixar o uso da plataforma ainda mais intuitivo na web e mobile

Tem novidades chegando no YouTube. O Google anunciou nesta terça-feira (29/08), algumas reformulações na plataforma, que devem ser introduzidas aos poucos até o final do ano.

A primeira novidade fica pro conta da mudança no logotipo da rede social, que agora apresenta um botão play em vermelho, mas ainda mantém as características principais do logo. Recentemente, a empresa já tinha apresentado um novo ícone e uma fonte pra chamar de sua, chamada YouTube Sans.

29125300374600Há também reformulações para as versões web e mobile do YouTube. Além de um layout mais simples, para os dispositivos móveis foram apresentadas novas funcionalidades que deixam a experiência de uso do app mais intuitiva, como a mudança automática do player do vídeo conforme o formato das imagens na tela, além de novas maneiras de encontrar conteúdos relacionados ao que você deseja.

O melhor anúncio para mobile, no entanto, é a possibilidade de ajustar a velocidade de reprodução do vídeo no app (o 3G lerdo agradece!).

Para o YouTube na web uma nova interface padrão já está disponível, que promete deixar mais fácil a forma como as pessoas se expressam e assistem os vídeos que mais gostam em qualquer dispositivo. []

Desktop-evolution.gif

Japan House abriga exposição que explora o papel e suas possibilidades no design

Mostra foi apresentada na feira Takeo Paper Show – voltada ao universo do papel e que ocorre no Japão desde 1965 – e passou por Taipé e Milão

1503774217728.jpgMais do que um simples suporte para trabalho ou estudo, o papel é matéria-prima para arte e design há milênios. E o fascínio que ele exerce no imaginário é o ponto de partida para Subtle – Sutilezas em Papel, em cartaz na Japan House São Paulo até 10 de setembro.

Com curadoria e direção de arte do designer Kenya Hara, a mostra destaca a tradição minimalista da arte japonesa nas 27 obras expostas. São diferentes texturas, nuances e traços em tipos variados do material – como o washi, considerado um patrimônio nacional do Japão, feito artesanalmente.

“Arte e design não são vistos como coisas distintas no Japão. Existe uma valorização da criatividade, seja em que mídia for. O japonês valoriza o trabalho manual e a inovação. E a exposição Sublte deixa essa relação bem clara”, diz Marcello Dantas, diretor de programação e curador da Japan House São Paulo.

1503774217759.jpgA exposição é dividida em dois eixos, Criação e Coleção. O primeiro reúne trabalhos de arquitetos, designers, artistas e diretores de arte e animação. O segundo convida o visitante a percorrer as próprias experiências e memórias relacionadas ao material, com rendas de papel, dobraduras e envelopes.

A mostra foi apresentada na feira Takeo Paper Show – voltada ao universo do papel e que ocorre no Japão desde 1965 – e passou por Taipé e Milão. Após a exibição em São Paulo, ela irá para Londres e Los Angeles. “Essa exposição retrata aspectos sublimes da arte japonesa – sua expressão em papel e a capacidade de fazer coisas no limite da percepção”, avalia Dantas. Av. Paulista, 52, metrô Brigadeiro. 10h/22h (dom. e fer., 10h/18h; fecha 2ª). Grátis.