Pantone lança cores oficiais do Bob Esponja e Patrick

Em parceria com a Nickelodeon, empresa anuncia os tons SpongeBob Yellow e Patrick Star Pink para celebrar o aniversário de 20 anos do desenho

Sempre antecipando tendências, a Pantone acaba de anunciar o lançamento de duas cores para a sua cartela – e elas têm tudo para fazer a cabeça de quem foi criança nos anos 90. Trata-se das novas SpongeBob Yellow e Patrick Star Pink, os tons oficiais dos personagens Bob Esponja e Patrick do desenho Bob Esponja Calça Quadrada.

Em parceria com a Nickelodeon, a novidade faz parte das comemorações do aniversário de 20 anos de uma das maiores animações infantis da TV. “Por duas décadas, Bob Esponja inspirou milhões de pessoas”, diz Charlotte Castillo, Vice-Presidente Sênior de Planejamento de Franquia da Viacom Nickelodeon Consumer Products. “Na parceria com o Instituto Pantone Color, comemoramos o 20º aniversário do Bob Esponja ao celebrar seu otimismo, imaginação e criatividade”.

Depois de apresentar o Living Coral como a cor de 2019, a empresa buscou no carisma e alegria dos personagens memoráveis inspiração para novas tendências de cor. “Inspirado pelo entusiasmo, ludicidade e natureza divertida do Bob Esponja, a SpongeBob Yellow é uma tonalidade dourada e luminosa que reflete a energia do sol, irradiando alegria, felicidade e despertando imaginação”, explicou Laurie Pressman, Vice-Presidente do Instituto Pantone Color. “A Patrick Star Pink, um coral quente e convidativo, é espirituoso e afável. Um tom rosa claro ideal para a diversão e o riso de estar com seu melhor amigo”.

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Artesanato como base

Designer Fernando Jaeger apresenta sua mais nova coleção que coloca em evidência o valor do feito à mão
MARCELO LIMA – O ESTADO DE SÃO PAULO

A mesa de centro Barbacena da nova coleção e a poltrona Leque. Design Fernando Jaeger Foto: Felipe Jaeger

No início de sua carreira, o designer Fernando Jaeger lembra de ter se deparado com muitas limitações. Especialmente de ordem técnica. “As empresas eram muito pequenas, trabalhavam com maquinário caseiro e muitas das soluções eram obtidas manualmente”, conta ele. E foi assim que, desde muito cedo, ele teve de aprender a tirar o melhor proveito possível desta situação. “Passei a fazer destas limitações uma característica dos móveis que desenhava, perseguindo uma convivência possível entre o industrial e o artesanal”, comenta ele, que acaba de empreender uma volta às origens, apresentando uma nova coleção de móveis e acessórios para decoração que dialoga diretamente com o artesanato, e que ele apresenta nesta entrevista ao Casa.

Para você, o que torna a o produto artesanal tão atraente aos olhos do público?

Penso que a maior riqueza desta produção é que ela agrega muitas histórias, técnicas e conhecimentos. Investir nela é uma forma de valorizar nossa cultura e acho bacana trabalhar para que todo este saber seja difundido e aplicado aos mais diversos usos.

O designer Fernando Jaeger
O designer Fernando Jaeger Foto: Felipe Jaeger

Como surgiu a ideia de uma coleção com base no artesanato?

No ano passado, eu e minha mulher, Yáskara, participamos da 2ª edição da Semana Criativa de Tiradentes. Eles convidaram cinco designers, eu entre eles, para aprimorar os trabalhos de artesãos locais. Uma das designers que fazia parte do grupo era a Luly Viana, da Saissu Design. Ela une marcas e artesãos em projetos conjuntos e com ela começamos a desenvolver nossa linha de produtos artesanais para nossas marcas Fernando Jaeger Atelier e FJ Pronto pra Levar!. A partir daí, começamos a pesquisar outros materiais que pudessem conversar com os nossos produtos. Foi então que surgiu a ideia de usar cestos trançados para complementar nossos móveis, e assim chegamos ao coletivo Tecendo Histórias, formado por mulheres que trançam palha manualmente. Em Tiradentes, também percebi que o trabalho do marceneiro Delano Antunes se comunicava bem com nossas linhas e encomendamos algumas peças para ele. Surgiam assim as linhas Gerais e Barbacena.

Dos pontos de vista estético e funcional, quais os destaques entre os novos produtos?

As almofadas Tapuerana, além de lindas, foram feitas em teares centenários. Os cestos podem ser usados para guardar brinquedos, mantas, revistas e são 100% naturais. Até o tingimento da versão escura veio das folhas do Eucalipto. Já as linhas Gerais e Barbacena trazem encaixes e técnicas ancestrais. A madeira é utilizada com todas suas imperfeições e isso é belo. 

Os móveis da linha Gerais

Os móveis da linha Gerais Foto: Felipe Jaeger

Os cestos multiuso de palha de milho trançada

Os cestos multiuso de palha de milho trançada Foto: Felipe Jaeger

Artesanato como base

Designer Fernando Jaeger apresenta sua mais nova coleção que coloca em evidência o valor do feito à mão

A mesa de centro Barbacena da nova coleção e a poltrona Leque. Design Fernando Jaeger Foto: Felipe Jaeger

No início de sua carreira, o designer Fernando Jaeger lembra de ter se deparado com muitas limitações. Especialmente de ordem técnica. “As empresas eram muito pequenas, trabalhavam com maquinário caseiro e muitas das soluções eram obtidas manualmente”, conta ele. E foi assim que, desde muito cedo, ele teve de aprender a tirar o melhor proveito possível desta situação. “Passei a fazer destas limitações uma característica dos móveis que desenhava, perseguindo uma convivência possível entre o industrial e o artesanal”, comenta ele, que acaba de empreender uma volta às origens, apresentando uma nova coleção de móveis e acessórios para decoração que dialoga diretamente com o artesanato, e que ele apresenta nesta entrevista ao Casa.

Para você, o que torna a o produto artesanal tão atraente aos olhos do público?
Penso que a maior riqueza desta produção é que ela agrega muitas histórias, técnicas e conhecimentos. Investir nela é uma forma de valorizar nossa cultura e acho bacana trabalhar para que todo este saber seja difundido e aplicado aos mais diversos usos.

O designer Fernando Jaeger
O designer Fernando Jaeger Foto: Felipe Jaeger

Como surgiu a ideia de uma coleção com base no artesanato?
No ano passado, eu e minha mulher, Yáskara, participamos da 2ª edição da Semana Criativa de Tiradentes. Eles convidaram cinco designers, eu entre eles, para aprimorar os trabalhos de artesãos locais. Uma das designers que fazia parte do grupo era a Luly Viana, da Saissu Design. Ela une marcas e artesãos em projetos conjuntos e com ela começamos a desenvolver nossa linha de produtos artesanais para nossas marcas Fernando Jaeger Atelier e FJ Pronto pra Levar!. A partir daí, começamos a pesquisar outros materiais que pudessem conversar com os nossos produtos. Foi então que surgiu a ideia de usar cestos trançados para complementar nossos móveis, e assim chegamos ao coletivo Tecendo Histórias, formado por mulheres que trançam palha manualmente. Em Tiradentes, também percebi que o trabalho do marceneiro Delano Antunes se comunicava bem com nossas linhas e encomendamos algumas peças para ele. Surgiam assim as linhas Gerais e Barbacena.

Dos pontos de vista estético e funcional, quais os destaques entre os novos produtos?
As almofadas Tapuerana, além de lindas, foram feitas em teares centenários. Os cestos podem ser usados para guardar brinquedos, mantas, revistas e são 100% naturais. Até o tingimento da versão escura veio das folhas do Eucalipto. Já as linhas Gerais e Barbacena trazem encaixes e técnicas ancestrais. A madeira é utilizada com todas suas imperfeições e isso é belo.

Os móveis da linha Gerais
Os móveis da linha Gerais Foto: Felipe Jaeger
Os cestos multiuso de palha de milho trançada
Os cestos multiuso de palha de milho trançada Foto: Felipe Jaeger

Zuckerberg cria luminária para alertar sua esposa Priscilla Chan quando é hora de acordar

A caixa de madeira emite uma luz suave em sua base para que a pediatra Priscilla Chan saiba se é hora de se levantar e acordar seus filhos, sem precisar checar o celular
POR STÉPHANIE DURANTE

Luminária “Caixa do Sono”, criada por Mark Zuckerberg para ajudar sua esposa, Priscilla, a dormir melhor (Foto: Reprodução/Instagram)

Mark Zuckerberg, o famoso co-fundador do Facebook, construiu uma luminária para alertar sua esposa, a pediatra Priscilla Chan, quando é hora de acordar. A ideia é simples: batizada de “caixa do sono”, a peça é uma caixa de madeira que emite uma luzsuave em sua base durante uma hora por dia no início da manhã, das 6h às 7h, para que Priscilla saiba se é hora de se levantar e acordar seus filhos, sem precisar checar seu celular. 

“Ser mãe é difícil e, desde que tivemos filhos, Priscilla tem dificuldades em dormir a noite toda. Ela costuma acordar no meio da noite com algum barulho e acaba verificando a hora em seu celular para saber se as crianças podem acordar logo, mas checar o horário a estressa e faz com que ela tenha dificuldade para voltar a dormir”, explicou Zuckerberg em um post no Instagram. “Por isso, resolvi construir o que chamei de “caixa do sono”. Ela fica no criado-mudo e todos os dias, das 6h às 7h, emite uma luz muito fraca, mas visível o suficiente para que ela saiba que se está ligada é um bom momento para um de nós ir acordar as crianças. Mas a intensidade da luz é suave o suficiente para não acordá-la se ela ainda estiver dormindo. E como não mostra a hora, se a Priscilla acordar no meio da noite, ela vai saber que pode voltar a dormir tranquilamente, sem precisar pegar o celular”, completou.  

Mil e uma utilidades

Conheça uma estante feita sob medida, com quase 11 metros de comprimento, projetada para servir como rack, bar, cristaleira e até assento
Roberta Cardoso – O Estado De S.Paulo

De uso múltiplo, estante de quase 11 metros foi projetada para servir como rack, bar e até cristaleira Foto: Cris Farhat

Quando as arquitetas Gabrieli Azevedo e Fernanda Lins , da Matú Arquitetura, foram convocadas para decorar este apartamento, localizado no andar térreo de um edifício no bairro de Santa Cecília, a demanda do casal de moradores era simples: eles queriam dispor de uma estante que cumprisse bem a função de deixar a sala sempre organizada. 

“De cara percebemos que, dadas as dimensões do ambiente, poderíamos investir mais no desenho do móvel. Em vez de criar um modelo pequeno e inexpressivo, os convencemos que uma estante maior, multifuncional, resolveria muitas outras demandas”, conta Fernanda. “E foi assim que uma peça que, a princípio teria uso único, acabou por se transformar em rack, bar, cristaleira, e até assento nas horas vagas”, brinca Gabrieli. 

Com quase 11 metros de comprimento, o móvel precisou ser montado aos poucos. “Ela é modular, não tem nada embutido. Foi a forma que encontramos para resolver a sala da forma que nossos clientes queriam”, diz Fernanda. “Os móveis têm a mesma linguagem. No mais, foi só preencher com os muitos objetos decorativos que eles trouxeram de suas viagens”, complementa.

Mas as intervenções da dupla não pararam por aí. A área externa do imóvel também foi devidamente reorganizada. Junto a uma equipe de paisagistas, as arquitetas revitalizaram por completo o espaço, inicialmente ocioso, por meio de um exuberante jardim vertical com iluminação neon, um banco de concreto pronto para acomodar visitas e até uma horta. “Usamos cores marcantes dentro e fora, o que acabou por imprimir unidade a todo o conjunto”, finaliza Gabrieli.

Cris Farhat
Para facilitar a montagem, móvel foi comprado em módulos e montado por partes Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Arquitetas lançaram mão de base metálica e também de materiais como madeira e vidro Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Setor de cristaleira da estante pode abrigar copos, taças, jarras, pratos e travessas Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Vista da sala tem janela que garante o máximo de luminosidade natural Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Área externa do ambiente também foi organizada pela dupla de arquitetas Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Detalhe do jardim vertical que mistura samambaias e luz neon Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Vista da sala a partir da mesa de refeições Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Banco de concreto na área externa dá maior sensação de aconchego Foto: Cris Farhat

‘Temos o direito e o dever de falar de igual para igual. No trabalho e no casamento’, diz a designer Ana Couto

Responsável por um dos maiores escritórios de design do país, ela fez o branding da CBF e diz que vê mudanças nas relações de trabalho: ‘As mulheres estão mais parceiras’
Elisa Martins

A designer carioca Ana Couto renovou a marca da CBF Foto: Arte de Luiz Lopes sobre foto divulgação

Quando foi convidada para renovar a marca da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) , a designer carioca Ana Couto sabia que seria um dos maiores desafios de sua carreira. Afinal, trata-se de uma instituição política, com histórico de corrupção, e predominantemente masculina. Mas era uma gestão nova, diz Ana, disposta a mudar a imagem, e sua agência resolveu entrar no jogo. O evento de lançamento, no início de abril, foi uma euforia, mas trouxe também uma constatação: “Quando cheguei e olhei em volta, vi um mundo de gravatas”.

Ela está acostumada a transitar entre homens. A designer, de 54 anos, se mudou para Nova York aos 24 para estudar. Fez mestrado, abriu sua empresa, voltou para o Brasil, foi de novo para os Estados Unidos, estudou em Harvard, e, hoje, comanda na ponte aérea Rio-SP as duas sedes da agência de branding que leva seu nome. Sempre fechou parcerias com homens, acompanhou as mudanças de mercado, lidou com clientes importantes e, algumas vezes, inconvenientes. Já foi chamada de “tia” em reunião e respondeu com uma pergunta: “’Se eu fosse homem, iam me chamar de tio, professor ou pelo nome?’. É preciso revidar”.

O feminismo nunca chegou a ser uma bandeira de fato. Ana já recusou participar de palestras que focavam na “mulher latina nos Estados Unidos”. Diz que sempre se lançou nos projetos de igual para igual, sem se intimidar, pensando que competência deveria estar acima da questão de gênero. Mas, nos últimos anos, algo mudou na relação com o feminino.

Em 2013, a designer foi para Harvard fazer o curso de Owner/President Management, voltado para empresários, donos de negócios e gestores. Havia 170 pessoas – apenas 17,10% do total, eram mulheres. No primeiro ano, lembra, era cada uma para um lado. Tinha poucas amigas. No ano seguinte, a reitora convocou uma das alunas mais sociáveis a promover um almoço entre as poucas mulheres.

– Todas contaram suas histórias. Todas choramos. Uma indiana tinha se separado, e a família não falava mais com ela. Uma chinesa não queria casar, e o pai levou um noivo para ela, que teria que abrir mão da carreira. Outra, separada e com filhos, tinha montado uma empresa de energia nuclear. Ali me conscientizei que tínhamos que ter um movimento mais alinhado – conta Ana.

Depois disso, o grupo se uniu. Fez inclusive uma reclamação formal sobre as piadinhas que os homens contavam em aula, do tipo: “fomos fazer negócio e deixamos os cartões de crédito para as mulheres fazerem compras”.

– Nenhuma de nós precisava de cartão do marido – contesta Ana. – Esse tipo de piada não cabe mais.

Sou mãe ou boa profissional?

Depois da formatura, em 2015, Ana triplicou o negócio (“Estudar é trunfo nosso, estudamos mais que os homens. Mas temos que nos provar mais também”, afirma). Passou, então, a pensar a questão da mulher no trabalho. Hoje, incentiva amigas e funcionárias a revidarem e falarem alto em situação de assédio ou desconforto (“Temos o direito e o dever de falar de igual para igual, sem sair da mesa. No trabalho e no casamento”, diz).

Virou uma das personagens do livro “Mulher Alfa”, focado em liderança feminina. Devorou a biografia de Michelle Obama, e diz que, como a ex-primeira-dama, muita mulher já achou “que tem que ter uma cara dura para se provar, e aí sente que não está criando empatia com ninguém, se distancia do feminino”.

– Brinco que existem as pessoas que me conhecem profissionalmente e as que me conhecem de verdade. As que me conhecem de verdade sabem que adoro pano de prato – ri. – Outras não sabem nem que tenho filhos. Acham que isso não se associa a uma mulher de sucesso. Sou boa mãe ou boa profissional? Não é preciso abrir mão de nada. Os homens não se fazem essa pergunta.

Ana é casada há 30 anos e tem dois filhos: Bernardo, formado em Economia, e Julia, que estuda Artes em Londres. Os dois, diz, foram sua melhor criação.

– A geração da vida é uma coisa mágica. É clichê, mas quando fui mãe foi quando me senti mais deusa. É um momento de criação incrível – opina.

Apple perde três integrantes do núcleo de design industrial de Jony Ive

Time de design da Apple

A Apple tem diversas (e enormes) equipes especializadas em design ao redor do mundo, mas a “tropa de elite” do desenho industrial, subordinada diretamente ao CDO1 Jony Ivenum porão ultrassecreto de Cupertino, é um grupo muito mais restrito — são pouco mais de 20 indivíduos altamente talentosos e responsáveis diretos pela criação de alguns dos produtos mais icônicos das últimas décadas.

O problema é que a equipe parece estar sofrendo um processo de dissolução: como informou o Wall Street Journal2, ao menos três integrantes deixaram ou estão para deixar o núcleo de design de Ive.

Citando fontes próximas do assunto, o jornal afirmou que Rico Zorkendorfer e Danielle de Iullis — que, somados, juntam 35 anos de experiência na Apple — deixaram a equipe de design recentemente. Julian Hönig, por sua vez, planeja tomar o mesmo rumo nos próximos meses.

Enquanto de Iullis e Hönig não quiseram comentar a saída, Zorkendorfer declarou que estava pedindo as contas da Maçã para dar um tempo na vida profissional e passar mais tempo com a família, acrescentando que se sente privilegiado por ter tido a oportunidade de trabalhar com o núcleo de design da empresa.

As três saídas representam um evento raríssimo para o grupo, considerado uma “máquina” extremamente harmônica e com pouquíssimas baixas ao longo dos anos. Segundo o jornal, o evento não é gratuito: o prestígio da equipe — que, durante os anos de Steve Jobs, era considerada intocável e recebia mais atenção do CEO do que qualquer outro setor — não é o mesmo de antes.

A razão da mudança provavelmente é o novo foco da Apple no setor “Serviços”, mas isso não significa que a Maçã esteja relegando a importância do design a um lugar menor. Segundo Zorkendorfer, a transição é simplesmente sinal de que uma nova geração de designers está chegando — resta saber se essa nova geração será capaz de repetir os sucessos retumbantes dos seus antecessores. [MacMagazine]

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