Inside Designer Rick Owens’s Minimalist Home Filled With Wonderful Objects | Vogue

In the latest episode of Vogue’s Objects of Affection series, Rick Owens discusses his Giacomo Balla chairs, his Owenscorp furniture, and the apartment’s pièce de résistance, an ancient Egyptian sarcophagus.

No último episódio da série Objects of Affection da Vogue, Rick Owens discute suas cadeiras Giacomo Balla, seus móveis Owenscorp e a peça de resistência do apartamento, um antigo sarcófago egípcio.

Director: Filippo Castellano
Director of Photography: Leonardo Castellano
Editor: Robby Massey
Supervising Producer: Jordin Rocchi
Associate Director, Creative Development: Billie Porter
Manager, Creative Development: Alexandra Gurvitch
Director, Creative Development: Anna Page Nadin
Production Company: Olympìque
Executive Producer: Tommaso Fajdiga
Producer: Silvia Fazio
1st AC: Riccardo Virgili
2nd AC: Greta Cadlolo
Gaffer: Alessandro Gentili
Audio: Paula Ferri Carazo
Production Manager: Edith Pauccar
Production Coordinator: Kit Fogarty
Senior Director, Production Management: Tina Magnuson
Post-Production Coordinator: Andrea Farr
Post-Production Supervisor: Marco Glinbizzi
Director of Content: Rahel Gebreyes
VP, Digital Video Programming and Development: Joe Pickard

Airbnb anuncia seu maior redesign — com participação de Jony Ive

Airbnb anunciou nesta semana um redesign daqueles, o qual o CEO1 da empresa, Brian Chesky, descreveu como “a maior mudança no Airbnb em uma década”.

As novidades contam com a participação da LoveFrom, empresa de Jony Ive — o Airbnb foi um dos primeiros clientes da companhia, comandada pelo ex-chefão de design da Maçã.

As mudanças são concentradas em três núcleos: o primeiro é a criação de novas categorias, mais detalhadas, como “golfe”, “piano de cauda” e “prédios históricos”; a busca será baseada nessas segmentações, com uma barra horizontal abaixo da barra de busca para explorá-las; a outra adição são as Estadias Combinadas.

Basicamente, estamos falando de sugestões de dois lugares diferentes caso apenas um não esteja disponível no período solicitado, algo feito para viagens mais longas. As duas hospedagens devem ter localizações e facilidades similares. Essa função também está disponível para 14 categorias, de modo a combinar locais com características parecidas.

Foi criado ainda o AirCover, com recursos para fortalecer a segurança dos usuários, que conta com quatro proteções:

  • Garantia de Proteção da Reserva, que assegura uma hospedagem similar ou reembolso caso o anfitrião cancele a reserva faltando 30 dias ou menos para a data da viagem;
  • Garantia de Check-in, consistindo em acomodação similar ou reembolso se o check-in não ocorrer e o anfitrião não resolver o problema;
  • Garantia de Veracidade do Anúncio, que dá três dias para o cliente comunicar algo de diferente na hospedagem em relação ao anúncio. Sendo comprovada a alegação, o Airbnb oferece um novo local ou reembolso;
  • Atendimento de Segurança 24h, uma linha de atendimento de funcionamento constante para usuários que não estejam se sentindo seguros por algum motivo.

As novidades começaram a ser liberadas nesta semana. Como falamos, o Airbnb é o primeiro cliente grande da LoveFrom, e eles já informaram que essa parceria deverá gerar mais frutos em 2023. Veremos. [MacMagazine]

Livro detalhará últimos anos de Jony Ive na Apple e tensões com Tim Cook

Sir Jonathan Ive

Tirando Steve Jobs, ninguém representava melhor a “alma” da Apple do que Sir Jonathan Ive, o lendário designer que comandou a criação do visual icônico de produtos como o iPhone, os iPods e os MacBooks. Por isso, o anúncio da sua saída da Maçã, em 2019, caiu como uma bomba nunca muito bem explicada — até agora.

O jornalista de tecnologia Tripp Mickle lançará esta semana o livro “After Steve: How Apple Became a Trillion-Dollar Company and Lost Its Soul” — ou, em tradução literal, “Depois de Steve: Como a Apple se Tornou Uma Empresa de Um Trilhão de Dólares e Perdeu Sua Alma”. O título é… autoexplicativo, e o livro, baseado em entrevistas com mais de 200 pessoas próximas do assunto, traz um grande foco nos últimos anos de Ive em Cupertino e sua crescente frustração com a mudança da cultura corporativa da empresa, que acabou levando à sua saída.

No New York Times, Mickle adaptou recentemente um trecho do seu vindouro livro que joga luz sobre os conflitos (internos e externos) vividos por Ive em seus anos finais na Maçã. O foco principal aqui é o Apple Watch, primeiro “grande” produto lançado pela empresa após a morte de Jobs, e cuja visão inicial — focada no universo fashion dos acessórios de luxo — nasceu basicamente do designer.

Segundo o livro, para o lançamento do relógio, Ive queria erguer uma opulenta cabana branca na área externa de um auditório próximo à sede da empresa, em Cupertino. O empreendimento temporário envolveria a remoção de duas dúzias de árvores e custaria algo em torno de US$25 milhões, mas era, segundo o designer, indispensável — na visão dele, uma reportagem elogiosa da Vogue sobre o Apple Watch seria muito mais importante do que qualquer review positivo do universo tecnológico, e entrar no mundo fashion tinha seu custo.

Para não perder o apoio de Ive, que considerava um dos nomes mais importantes na Apple, Cook deu sinal verde para a cabana branca milionária. O designer, entretanto, considerou a conquista uma vitória pírrica: as reações dentro da Maçã sobre sua ideia foram tão controversas que, pela primeira vez na sua história em Cupertino, ele se sentiu desamparado. Ali, tudo começava a mudar.

O trecho segue descrevendo como os anos seguintes, sob o comando de Cook, foram mudando a cultura da Apple e deixando Ive progressivamente insatisfeito. O Apple Watch, embora bem recebido, não vendeu tanto quanto a empresa esperava, e seu foco foi progressivamente alterado — de um item de luxo com uma absurda versão de ouro, tornou-se um acessório fitness, mais acessível e focado na saúde e bem-estar do usuário. A visão original de Ive não estava mais ali.

O designer também não aprovava, segundo o livro, a gestão centralizadora de Cook, mais focada em Serviços e em resultados financeiros do que nas aspirações revolucionárias de Jobs. Além disso, o designer passou a administrar uma equipe com centenas de profissionais, em vez do pequeno grupo de cerca de 20 pessoas a que era acostumado na era Jobs.

Ive começou a planejar sua demissão, mas Cook resistiu: a saída de um dos maiores ícones da Apple poderia ser um desastre para as ações da empresa. Assim, ambos chegaram a um acordo no qual o designer, promovido ao título de Executivo-Chefe de Design, trabalharia em meio-período, focado basicamente em novos produtos, e deixaria as operações do dia a dia para dois dos seus braços-direitos da empresa, Alan Dye (hoje vice-presidente de design de interfaces humanas) e Richard Howarth.

As consequências dessa reorganização foram um maior distanciamento de Ive do dia a dia da empresa: ele passou a trabalhar de forma majoritariamente remota, às vezes passando semanas sem comparecer aos escritórios e deixando de participar das decisões finais da rotina dos designers. Enquanto isso, Cook continuava reorganizando a Apple, e uma mudança em particular — a saída de Mickey Drexler, considerado um visionário, e a chegada de James Bell, visto por Ive como um burocrata, ao conselho da empresa — deixou o designer furioso.

O ponto de ruptura foi uma exibição particular do filme “Yesterday” organizada por Ive em 2019 para os designers da empresa. Após a projeção, ele — visivelmente comovido e inspirado — afirmou aos colegas: “A arte precisa de espaço e apoio apropriados para crescer. Quando você é muito grande, isso é especialmente importante.” Uma semana depois, Ive reuniu seus colegas num pátio do Apple Park e anunciou que, com a finalização do seu projeto mais importante — o campus em si —, estava deixando a empresa.

O resto é história: a Apple tornou-se a primeira empresa “bi-trilionária” do planeta, o foco em Serviços apenas cresce e a influência de Ive, embora ainda vista com clareza na linguagem da empresa, vai progressivamente sendo substituída — para o bem e para o mal, claro.

“After Steve: How Apple Became a Trillion-Dollar Company and Lost Its Soul” será lançado nesta terça-feira (3/5) nos Estados Unidos e já está em pré-venda na Amazon. Parece uma leitura interessante, não? [MacMagazine]

FEIRA DE TODAS AS MÃES 04 A 07 DE MAIO | 10H ÀS 19H

Para comemorar o Dia das Mães, a Feira na Rosenbaumrealiza a “Feira de Todas as Mães”, entre os dias 04 e 07 de maio. Com o objetivo de promover o design independente, o artesanato contemporâneo e arte brasileira, foram selecionadas 50 marcas de criativos que apresentarão produtos autorais de decoração, moda, bem-estar e gastronomia, em um ambiente de acolhimento e pluralidade.

Em uma proposta inédita, foram escolhidos dois espaços para esta edição especial, a recém-inaugurada Loja Feira na Rosenbaum e o galpão Janela, ambos localizados na rua Mateus Grou, endereço paulista que reúne marcas de design alinhadas a valores de inclusão e sustentabilidade.

Uma imagem contendo mesa, foto, comida, atletismo

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Uma imagem contendo vestuário, vestido

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Foto em preto e branco

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Rosto de mulher

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EXPOSIÇÃO VIDAS BORDADAS

Paralelamente à iniciativa do evento coletivo, com a curadoria de Marcelo Rosenbaum, diretor da Rosenbaum Arquitetura e Design, e de Cris Rosenbaum, cofundadora da Feira na Rosenbaum, a galeria no primeiro andar da loja abrigará a exposição de bordados “Vidas Bordadas”.

Para celebrar a riqueza e a diversidade da delicada arte e do artesanato regional, foram convidados a Cooperativa de Bordadeiras Bordana, que apresentará uma coleção desenvolvida em oficinas dirigidas pelo designer Renato Imbroisi; o Projeto Doninhas de Lavras Novas, ganhador do título “Patrimônio Imaterial de Ouro Preto” e do prêmio “Culturas Populares” pelo Ministério da Cultura; o Projeto Fio, que capacita bordadeiras por meio de “arte terapia” nas comunidades do Rio de Janeiro; além da artista bordadeira Gaby de Aragão e da designer têxtil argentina Valentina Bocchetto.

Frutas em caixas

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COOPERATIVA DE BORDADEIRAS BORDANA @coopbordana | DONINHAS DE LAVRAS NOVAS @doninhasdelavrasnovas

GABY DE ARAGÃO @gaby_de_aragao | PROJETO FIO @projetofio | VALENTINA BOCCHETTO @valentinabocchetto

HÁ VIDAS BORDADAS EM NÓS

Por Jackson Araújo

“O novo mundo “pós-pandemia” está entendendo que é preciso humanizar todos os pontos de contato para impulsionar um estilo de vida responsável no seu mais amplo sentido.

O que se afirma cada vez mais e definitivamente relevante, urgente e necessário são as manualidades e artesanias, resgatando o sentido de toque, de abraço, de emoção, de vida e coletividade; eternos aprendizados da ressaca dos duros tempos de distanciamento físico, sem beijos, carinhos e abraços.

Assim, essa exposição abraça a arte feita à muitas mãos por coletivos de artistas e por artistas que trazem em seus pontos, agulhas e linhas os aprendizados ancestrais da coletividade feminina, aqui resgatando de maneira poética e diversa o real sentido da palavra conexão.

Repare nos pontos que constroem os bordados em suas diferentes superfícies –telas, roupas, cestarias, bastidores–, em última análise eles são como nós: metáforas que transitam entre pontos que amarram tramas de linhas e que conectam pessoas no sentido mais puro da coletividade. Simplesmente, nós.

Nesse novo contexto que se configura no porvir aqui representado, uma certeza se fortalece: as manualidades ganharão cada vez mais significado por identificar um passado comum e trazer consigo sentimentos de pertencimento e continuidade. O feito à mão tem em si diferentes camadas –materiais, saberes, pessoas– para formar algo inédito. Nunca um bordado será idêntico a outro.

É este entrelaçamento que confere uma arquitetura inovadora à condição humana, fazendo interessante correlação entre a ancestralidades e o desenho de um novo tecido social que está sendo amalgamado agora. É preciso estar atento aos nós.”

Jackson Araújo é comunicólogo ativista da sustentabilidade, criador do termo Economia Afetiva e diretor criativo do Festival Trama Afetiva.

CRIATIVOS DA EDIÇÃO FEIRA DE TODAS AS MÃES

ALYA VELAS @alyavelas | ARQVO @arqvo_ | ATELIER BURITI @atelierburiti | AYA PITAYA @aya_pitaya | BARBARÄH CHAPELARIA CONTEMPORÂNEA @barbarah | DUDA BRADLEY @db.dudabradley | CARLOS PENNA @carlospenna.design

FLOR SILVA @fiorebrasil | GABRIELA PAPELARIA @gabrielapapelaria | GREGHI DESIGN@greghidesign | HELENA PONTES @helenapontes | IAIÁ ESTÚDIO@iaiaestudio | MARIA NUVEM @marianuvem_ | MARILIA GOES @mariliagoes_mcg

MERCATTO CASA @mercattocasa | MV STUDIO CERÂMICA @mvstudioceramica | MYA SWIMWEAR @myaswimwear | OIAMO @oiamodesign | OPANO @opano.rj | PAOLA MULLER @lolamuller | PAULA SOUSA ATELIE DE CERÂMICA @paulasousa_atelie | PAVIO DE VELA  @paviodevela | RENATA MCCARTNEY @remccartney | SABOARIA BRASIL @saboariabrasil | SOMETHING ABOUT AELITA @something_about_aelita | STUDIO ÍMÃ @studioimabrasil | STUDIO PEDRO LEAL @pedrolealcp | THAISA VENTURA @thaisaventuradesign | URBANOS VELAS @urbanos_velas | UTOPIAR @vamosutopiar

COMIDINHAS | Fioca Confeitaria Saudável | Kiro Bebidas | Single Fin Gin | Pedala Crepes | Cuscuz Vovó Helena | Escola Sorvete | Café da Grazi

Interface gráfica do usuário, Aplicativo

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A FEIRA USA O DESIGN PARA EXPOR A ALMA BRASILEIRA

Em formato de plataforma criativa, a Feira na Rosenbaum traz como propósito “expor a alma brasileira”. Por meio de suas edições que reúnem artistas e artesãos, desde comunidades criativas tradicionais até designers independentes, leva ao público criações autorais que ajudam a contar e promover a rica diversidade cultural, em uma atmosfera multissensorial, que inclui uma narrativa visual, sabores, música, cheiros, cenários e encontros, em uma energia de casa aberta e acolhimento.

Com DNA para o apoio e promoção de comunidades criativas tradicionais, por meio do Instituto Socioambiental (ISA), que propõe soluções a questões sociais e ambientais com foco na defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos, a Feira na Rosenbaum é membro associado da Origens Brasil, rede que garante negócios sustentáveis na Amazônia, em áreas prioritárias de conservação, com garantia de origem, transparência e ética. Como empresa participante, mantém seu firme compromisso com o Instituto Kabu, que representa nove aldeias das Terras Indígenas Menkragnoti e Baú, onde vivem os povos Kayapó.

Reconhecida pelo esforço voltado à sustentabilidade social e ecológica, recebeu o “Prêmio Muda” das Edições Globo Condé Nast na categoria “Gente”, em 2019. Desde 2018, assumiu o compromisso em reduzir o impacto ambiental de suas edições, por meio da máxima redução de seus dejetos e da correta destinação de seus resíduos orgânicos e materiais recicláveis a fim de enviar a mínima fração possível de lixo para o aterro sanitário, conceito “Lixo Zero”. Essas ações contam com as consultorias ambientais das empresas sociais Roda Ambiental e Comida Invisível.

Idealizada pela curadora de arte e design Cris Rosenbaum, a Feira na Rosenbaum comemorou os dez anos de sucesso com a abertura de sua primeira loja física em São Paulo, em fevereiro de 2022.

Logotipo

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FEIRA DE TODAS AS MÃES | 04 A 07 DE MAIO | 10H ÀS 19H

Entrada gratuita | Amigável para pets

www.feiranarosenbaumloja.com.br feiranarosenbaum feiranarosenbaum  feiranarosenbaum

ESPAÇO 1 | LOJA FEIRA NA ROSENBAUM

Rua Mateus Grou, 513, Pinheiros, São Paulo, SP

ESPAÇO 2 | GALPÃO JANELA

Rua Mateus Grou, 462, Pinheiros, São Paulo, SP

EXPOSIÇÃO VIDAS BORDADAS | 04 DE MAIO A 04 DE JUNHO | 10H ÀS 19H

Rua Mateus Grou, 513, 1º andar, Pinheiros, São Paulo, SP

O público será recebido com todos os cuidados de higiene e as orientações do Protocolos de Saúde e Segurança pós-covid-19.

LOFT DE 6X7 METROS MINIMALISTA – BLACK BOX

Inspirado no design oriental a BLACK BOX é uma casa no estilo LOFT, com uma pegada MINIMALISTA, tendo uma imponente fachada e um belíssimo jardim exclusivo, bastante integração a natureza com um design moderno e funcional.

Ambientes:

Sala de Estar,
Cozinha e Sala de jantar (open plan);
Lavabo;
Lavanderia;
Mezanino;
Suite;
Wc. Social;
Home Office;

Espaço coletivo ESTÚDIO 503 realiza evento Semana Arte & Design

SEMANA ARTE & DESIGN
07 A 09 DE ABRIL

Com curadoria de Paola Müller e Refúgio Design, o Estúdio 503 realiza a Semana de Arte & Design, de 07 a 09 de abril, com lançamentos assinados pelos designers e marcas Paola Muller, Refúgio Design, Heloísa Galvão, Nicole Toldi, Suka Braga, Massa Branca, Alex Rocca e Vicente Lo Schiavo. No dia 07, quinta-feira, às 15h, o estúdio promove roda de conversa sobre “Sustentabilidade e Responsabilidade Social no Design e Arquitetura”. Para falar sobre o tema, foram convidados os criativos Luca Sartori e Verônica Cordeiro, com mediação de Pedro Garcia, da Refúgio Design. Durante a Semana de Arte & Design, serão realizadas degustações de drinks, cafés especiais e gastronomia singular.  Na sinergia de parceiros e colaboradores, o evento tem a colaboração do diretor criativo e cenógrafo Michell Lott e conta com o apoio da Suvinil Tintas, Saboaria Brasil, Promex Decor, Café Boa Vista do Anil, Kanto Gastronomia e Destilaria Single Fin Gin.

SEMANA ARTE & DESIGN

07 A 09 DE ABRIL

LANÇAMENTOS 2022

PAOLA MULLER | REFÚGIO DESIGN | HELOISA GALVÃO | NICOLE TOLDI | SUKA BRAGA

MASSA BRANCA | ALEX ROCCA | VICENTE LO SCHIAVO | ZSOLT

RODA DE CONVERSA

QUINTA | 07 DE ABRIL | 15H

“SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL NO DESIGN & ARQUITETURA”

COM OS CRIATIVOS

LUCA SARTORI & VERÔNICA CORDEIRO

+

PEDRO GARCIA

Curador da Refúgio Design

RUA JOÃO MOURA 503 | ESTÚDIO 13 | PINHEIROS | SÃO PAULO

Interface gráfica do usuário, Aplicativo, Teams

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CRIATIVOS CONVIDADOS PARA A RODA DE CONVERSA

LUCA SARTORI
@superlunastudio

Luca Sartori se formou na Accademia di Architettura di Mendrisio em 2011 e ganhou experiência profissional trabalhando para o escritório Archea Associati, com sede em Firenze.

Foi responsável pelo projeto arquitetônico da sede do Archea no Brasil, onde ficou por 7 anos como gerente de projetos.

Durante sua estadia no Brasil, Luca também fez um mestrado em Design de Produto no Instituto de Design (IED) de São Paulo.

É sócio fundador do estúdio criativo SuperLuna, nascido em junho de 2017 e baseado em Como, que tem foco em arquitetura e design contemporâneo e sustentável, com projetos na Europa e América do Sul.

Atualmente leciona no Instituto de Design (IED) de Milão.

VERONICA CORDEIRO
@swing.uy

Veronica Cordeiro é uma artista, curadora, empreendedora da sustentabilidade e escritora brasileira radicada em Montevidéu, Uruguai.
Atualmente dirige dois projetos independentes dedicados ao desenvolvimento social e econômico e ao crescimento pessoal por meio da arte.

O “Swing” busca apoiar técnicas de tecelagem ancestrais que estão se tornando obsoletas em algumas regiões por meio de design inovador, agregando valor ao artesanato local, visibilidade internacional e, assim, empoderando as comunidades tradicionais.

O “Procesual” oferece oficinas de processos criativos de um ano para artistas e fotógrafos que compartilham uma preocupação comum com os aspectos sociais e econômicos da realidade uruguaia e latino-americana.

Desde 1998, quando começou sua formação curatorial na Bienal de São Paulo, Veronica criou e produziu centenas de projetos em vários países, incluindo Brasil, Uruguai, Argentina, Reino Unido, França, México, Espanha e Estados Unidos, onde o discurso artístico contemporâneo e as abordagens de pesquisa contribuem para uma maior consciência das circunstâncias humanas e oferecem estratégias de transformação social.

Uma imagem contendo pessoa, vestuário, homem, foto

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SWING | VERÔNICA CORDEIRO

LANÇAMENTOS ESTÚDIO 503

O Estúdio 503 é um coletivo criativo e multidisciplinar que  apresenta designers e artistas com trabalhos autorais 100% brasileiros. Em um espaço híbrido para experiências sensoriais, a loja galeria lança coleções originais assinadas por novos talentos e nomes consagrados, exposições e instalações artísticas. De forma pluralista, propõe diferentes vivências e manifestações culturais, como rodas de conversas e palestras sobre comportamento, economia criativa, inclusão e diversidade, entre outros assuntos de grande interesse e relevância. Alinhado a valores de sustentabilidade e responsabilidade social, representa marcas expressivas de design, arte, bem-estar, moda e gastronomia.

Imagem em preto e branco

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REFÚGIO DESIGN

Balanço Avôa – designer Pedro Leal | Cadeira Black – designer Philipe Fonseca | Banco Baze e Mesas Bruta – designer Eloisa Piardi | Escrivaninha Stecken – designer Andreas Anwander

Desenho de uma pessoa

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PAOLA MÜLLER

Foto em preto e branco de pia de cozinha

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HELO GALVÃO

Uma imagem contendo no interior, foto, mesa, cozinha

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SUKA BRAGA | SÉRIE PAUSA
Crédito imagens  @anajunqueira

EXPOSITORES ESTÚDIO 503

Paola Muller @lolamuller | Refúgio Design @refugio_design | Heloísa Galvão  @estudioheloisagalvao | Nicole Toldi @nicole_toldi |

Suka Braga @sukabraga | Massa Branca @massabranca | Alex Rocca @__alexrocca | Vicente Lo Schiavo @vicenteloschiavo | Zsolt @zsolt_oficial

COLABORAÇÃO

Michel Lott @lottlott

PARCEIROS

Suvinil Tintas @tintas_suvinil

Saboaria Brasil @saboariabrasil

Promex Decor @promexdecor

Café Boa Vista do Anil @boavistadoanil

Kanto Gastronomia @kanto.gastronomia

Destilaria Single Fin Gin @singlefingin

Logotipo

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ESTÚDIO 503

@estudio503_

Rua João Moura 503, estúdio 13, Pinheiros, São Paulo SP

Se você quer estar ao ar livre, a lâmpada Obello quer se juntar a você

Por Kelly Bell

quatro candeeiros de mesa em forma de cogumelo branco na superfície branca na frente do fundo de tecido azul

O designer americano Bill Curry projetou a lâmpada Obello em 1971, mesmo ano em que faleceu. A forma em forma de cogumelo de vidro único ainda não tinha nome, com evidências da era atômica, corrida espacial e cultura pop da década de 1970 em Los Angeles em seu design. Cinquenta e um anos depois, endossada pela família de Curry, a GUBI está produzindo a Lâmpada Obello pela primeira vez – e é portátil.

“Bill Curry revolucionou o design de iluminação nas décadas de 1960 e 1970, mas ele não se tornou o nome familiar global que poderia ter sido. GUBI está comprometido em apresentar seu trabalho ao público de hoje e garantir seu lugar de direito na história do design de iluminação”, diz a Diretora de Marketing da GUBI, Marie Kristine Schmidt.

Obello, com sua cúpula de vidro fosco soprado pela boca (um desafio graças à sua forma) e luz LED regulável, pode ser facilmente movida entre o interior e o exterior. Crie uma sala ao ar livre enquanto o sol se põe com o design que também é uma referência às antigas lanternas de petróleo. O dimmer permite que você ajuste o brilho usando dois LEDs – uma lâmpada mais brilhante voltada para cima e uma segunda lâmpada dimmer voltada para baixo. A saída dupla também fornece distribuição de luz uniforme de todos os ângulos. Carregamento em 4,5 horas, pode fornecer até 40 horas de iluminação. E embora o Obello deva ser armazenado e carregado em ambientes fechados, é à prova de respingos e pode resistir a um banho de chuva.

Julie Silliman, membro da família Curry, diz: “É maravilhoso ver a lâmpada Obello finalmente entrar em produção – e eu sei que Bill teria adorado esta nova versão portátil. Ele foi um pioneiro no design de iluminação que é justo que seus projetos continuem evoluindo para refletir os usos contemporâneos.”

lâmpada em forma de cogumelo aceso sentado na pequena mesa
lâmpada em forma de cogumelo branco na mesa de café branca com duas cadeiras com vista para um corpo de água
lâmpada em forma de cogumelo aceso sentado na pequena mesa ao lado da poltrona ao ar livre
lâmpada branca em forma de cogumelo escondida entre vinhas
duas lâmpadas brancas em forma de cogumelo em uma mesa de jantar ao ar livre com oito cadeiras
duas lâmpadas em forma de cogumelo em uma mesa de jantar ao ar livre com oito cadeiras
lâmpada em forma de cogumelo branco sobre fundo branco
lâmpada em forma de cogumelo acesa no fundo branco

Para saber mais sobre a lâmpada Obello, visite gubi.com .

Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes

Com um time de peso, Silvia Venturini Fendi apresenta nova coleção da linha casa valorizando a assinatura quase centenária da grife
ANA BEATRIZ HOFFERT

Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes (Foto: Reprodução/Divulgação)
A propriedade de Xavier Corberó virou cenário para as fotos da nova coleção da Fendi Casa (Foto: Reprodução/Divulgação)

Orquestrada por designers internacionais de renome, a nova coleção da Fendi Casa foi apresentada em uma das incríveis casas palacianas projetadas pelo criativo catalão Xavier Corberó. O cenário para os móveis elegantes é localizado na região de Esplugues de Llabregat, perto de Barcelona, e não poderia ser outro: os arcos de concreto quase tocando o céu azul da localidade emolduraram uma coleção à altura, que só por essa escolha já mostra a valorização de assinaturas de alto escalão da grife italiana. 

“Acredito que esta nova fase da linha Fendi Casa resume todas as mensagens e valores que construímos e amplificamos ao longo dos anos, deixando uma imagem clara do que somos e onde queremos estar”, reflete Silvia Venturini Fendi, diretora criativa da marca.

Junto com Venturini Fendi, colaborações importantes e um time de peso de designers como Piero LissoniAtelier OïDimorestudio, Cristina Celestino e Chiara Andreatti participaram da coleção.

Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes (Foto: Reprodução/Divulgação)
Poltrona ‘Soho’ por Toan Nguyen (Foto: Reprodução/Divulgação)

Inovação, exclusividade e herança são o que norteiam as escolhas dos designers, que mostram uma imagem eclética e cheia de valores criativos da empresa.

A ambiência criada é sofisticada e elegante, o sofá modular Fun, do Atelier Oï, é um dos destaques da coleção, além dos móveis para área externa produzidos por Piero Lissoni, feitos de estruturas de bambu com estofamento de cânhamo. Além disso, vale destacar o cunho artesanal das criações, que possuem funcionalidade, estilo e são ecléticas.

Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes (Foto: Reprodução/Divulgação)
Poltronas ‘Sagano’ por Piero Lissoni para Fendi Casa (Foto: Reprodução/Divulgação)
Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes (Foto: Reprodução/Divulgação)
Aparador ‘Vittoria’ e poltrona ‘Parsifal’ (Foto: Reprodução/Divulgação)

Em meio ao brutalismo da propriedade de Corberó, nascem os móveis que mostram visões únicas, mas coesas, dos designers colaboradores. Como o aparador Vittoria, de Cristina Celestino e a poltrona Parsifal, de Thierry Lemaire, que são distantes, mas arrojados, como a mesa de centro Tarsia, de Toan Nguyen, feita em mármore preto e branco. O sofá azul, protagonista desse ambiente, também é assinado por Lemaire.

Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes (Foto: Reprodução/Divulgação)
Mesa de centro ‘Tarsia’ e sofá de Thierry Lemair (Foto: Reprodução/Divulgação)
Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes (Foto: Reprodução/Divulgação)
Mesa redonda ‘Arches’, feita de um bloco único de mármore por Atelier Oi (Foto: Reprodução/Divulgação)
Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes (Foto: Reprodução/Divulgação)
Outro ângulo das poltronas ‘Parsifal’ (Foto: Reprodução/Divulgação)
Nova coleção da Fendi Casa leva assinatura de Dimorestudio e grandes nomes (Foto: Reprodução/Divulgação)
Um dos destaques da coleção, a poltrona “Fun” (Foto: Reprodução/Divulgação)

À frente da galeria Bossa Furniture, Isabela Milagre faz sólido trabalho de pesquisa e divulgação do móvel moderno brasileiro

Em sua coleção, com cercam de 800 itens, a Bossa abriga móveis originais de grandes nomes do design brasileiro, além de peças da forma
Eduardo Simôes

Na exposição “Workspaces” (2020), na Mendes Wood DM, escrivaninha e gaveteiro de Jorge Zalszupin; cadeira Beg, de Sergio Rodrigues Foto: ana pigosso / Ana Pigosso

Antes de entrar para o curso de Arquitetura na Faculdade Belas Artes de São Paulo, a mineira Isabela Milagre, de 25 anos, chegou a pensar em fazer Cinema. Na Sétima Arte, tinha interesse pela “contação de histórias”. Durante os estudos, viu que poderia, de outro modo, dedicar-se também a narrativas. Mais especificamente à pesquisa acadêmica que resgata a memória do móvel moderno brasileiro.

Em 2018, seu trabalho de conclusão de curso foi em torno do italiano Carlo Hauner (1927-1996) e do austríaco-argentino Martin Eisler (1913-1977), dupla de designers por trás da criação, nos anos 1950, da loja Forma, de onde saíram peças emblemáticas como a poltrona Costela, de Eisler. Já no ano seguinte, Isabela assinou a curadoria de uma exposição sobre ambos, para o Museu Belas Artes de São Paulo.

“Existem livros muito bons sobre Sergio Rodrigues, Joaquim Tenreiro e Jorge Zalszupin. E, por trás de alguns desses designers, há institutos que se ocupam deste legado, com um zelo sobre este patrimônio. Eu encontrei nestes dois nomes uma oportunidade, de lacuna histórica, de falar de um assunto de que ninguém estava falando”, explica Isabela.

Além da oportunidade acadêmica, Isabela percebeu aí também um nicho comercial a ser explorado, especialmente no mercado internacional. Antes mesmo de se formar, ela criou a Bossa Furniture, uma galeria virtual, que em 2019 ganhou a primeira sede física, no bairro paulistano da Bela Vista, e possui também uma filial em Nova Jersey, nos EUA. Os endereços, vale ressaltar, não funcionam como espaços expositivos.

Em sua coleção, que hoje tem cerca de 800 itens, a Bossa abriga móveis originais de grandes nomes do design made in Brazil. Além de peças da Forma, estão ali criações de Joaquim Tenreiro, Lina Bo Bardi, Jorge Zalszupin e Sergio Rodrigues. Em meados de 2020, algumas destas peças puderam ser vistas na exposição “Workspaces”, na galeria Mendes Wood DM, na capital paulista. Com curadoria de Isabela, a mostra contava a história do mobiliário de escritório no Brasil, da década de 50 à de 70.

Ali foram reunidas, ao lado de obras de artistas da galeria, como Anna Bella Geiger, escrivaninhas, estantes, cadeiras e mesas de reunião, assinadas por nomes como Geraldo de Barros, Tenreiro, Zalszupin, Lina e Sergio Rodrigues, entre outros.

A captação de móveis da Bossa é contínua, ativa e parte das lacunas identificadas pelo trabalho de pesquisa da galeria. Há também casos em que se trabalha sob demanda, ou seja, busca-se determinada peça a pedido de um cliente.

Após sua aquisição, cada item é medido, pesado e fotografado. Há também uma avaliação preliminar de suas condições, antes que siga para a restauração na própria Bossa. Junto à museóloga Ariel Brasileiro, Isabela faz uma catalogação detalhada, que vai dos materiais usados à construção dos móveis. Este trabalho também permite que a galeria saiba diferenciar de modo mais célere, em captações futuras, peças originais de exemplares falsos.

Fora do Brasil, a Bossa Furniture tem uma clientela fiel de arquitetos, que incluem estes móveis não somente em projetos de interiores nos EUA, mas também na Europa (sobretudo Inglaterra e França) e na Ásia (Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan). Entre os profissionais com que Isabela lida está Peter Marino, autor de diversos projetos de lojas para o grupo LVMH.

O trabalho de pesquisa em torno de Hauner, Eisler e da Forma continuou após Isabela ter se formado e já dura quatro anos. O número de itens catalogados, com 100% de confirmação de autoria, pulou de 55 para 110. Como muita coisa se perdeu em um incêndio que aconteceu nos anos 1980, na fábrica da Forma, Isabela recorreu com frequência a revistas, como a Habitat e Domus, entre outras, onde havia não apenas projetos de interiores com móveis da manufatura, mas também anúncios de página inteira. A pesquisa vai resultar num livro, a ser lançado no segundo semestre deste ano.

Isabela ressalta que não está fazendo uma biografia de Hauner ou de Eisler. “O que me importa é a confirmação histórica, com referência bibliográfica, da autoria de peças, acompanhada de uma foto do móvel original, em boas condições ou restaurado”, diz. “Não quero apenas um coffee table book, mas uma obra com peso científico”.