Iris Apfel lança sua primeira coleção de móveis

Com inspiração circense, mobiliário traz cores e desenhos divertidos e cheios de personalidade
Por Giovanna Maradei I Fotos: Divulgação

iris-apfel-other-stuff-5Iris Apfel continua a criar e seu último projeto leva as cores e formas irreverentes características de seu trabalho para o universo da decoração. Aos 96 anos, a artista lança sua primeira coleção de móveis, criados em parceria com a Cloth & Company e vendidos exclusivamente no site HSN.

Inspirada na brincadeira e fanfarra do circo, a nova coleção tem 94 peças e inclui cabeceiras, bancos, cadeiras, divãs, entre outras peças, que juntas somam 19 silhuetas diferentes e 15 opções de tecido.

“Decorar sua casa é uma maneira de expressar seu estilo pessoal “, afirmou Apfel em um comunicado oficial, no qual ainda completou: “As impressões corajosas em minha coleção, por exemplo, refletem meu senso de design único e espirituoso”.

Com seu estilo extravagante, Iris já fazia sucesso com suas coleções de joias, modas, itens de decoração e tecidos. E agora, entra com muita sofisticação no universo do mobiliário, que reflete sua paixão por design e originalidade.

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A cor do ano 2018 da Pantone é Ultra Violet

pantone-color-of-the-year-2018-ultra-violet-bannerNesta quarta-feira (7/12) a Pantone revelou qual será a cor oficial de 2018! Com o olhar voltado para o futuro, o tom escolhido foi o Ultra Violet (18-3838) que, segundo a marca, comunica originalidade, engenhosidade e um pensamento visionário.
pantone-color-of-the-year-2018-tools-for-designers-beauty“Complexo e contemplativo, Ultra Violet sugere os mistérios do cosmos, a intriga do que está por vir e as descobertas para além de onde estamos agora. O vasto e ilimitado céu noturno simboliza o que é possível e continua a inspirar o desejo de perseguir um mundo além do nosso”, explicou a Pantone ao anunciar o novo tom.

pantone-color-of-the-year-2018-tools-for-designers-fashionTambém vale lembrar que os roxos enigmáticos são muiats vezes usados como símbolos da contracultura, da não convencionalidade e do brilho artístico. Não a toa, ícones musicais como Prince, David Bowie e Jimi Hendrix trouxeram tons de Ultra Violet à vanguarda da cultura pop como forma de expressar sua individualidade.

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Cheio de emoção, a profundidade da Ultra Violet simboliza ainda a experimentação e a não conformidade, estimulando indivíduos a imaginar sua marca única no mundo e empurrando limites através da criatividade.

Caterina Moretti e Alejandra Carmona combinam rocha vulcânica, mármore e cobre em peça culinária

3bf2aef190183df984839ece5a10d006Caterina Moretti e a designer Alejandra Carmona desenvolveram um novo produto para PECA, chamadoTribu. Trata-se de um objeto que combina rocha vulcânica, mármore e cobre, conformando um conjunto único para conter diferentes molhos.

Descrição pela designer. Uma paisagem de pontos, círculos e linhas é percebida desde o céu. É a textura do mármore, o brilho do cobre e a força da pedra vulcânica que ressaltam em delicadas peças e novas experiências. Seu uso, livre e ilimitado, convive com uma diversidade de espécies, ervas, chás e as deliciosas matizes de diferentes molhos e pães, assim como com as formas das jóias mais apreciadas e infinitos e requintados objetos. [ArchDaily] By  Traduzido por Eduardo Souza

6 Iniciativas que destacam o papel da mulher no design e na arquitetura

Frente à uma dura realidade, iniciativas do mundo todo promovem o papel das mulheres no design, na arquitetura e no urbanismo
Por Giovanna Maradei I Fotos Reprodução

arquitetura_capa“Procura-se mulheres no design, na arquitetura e no urbanismo”. Se fosse preciso resumir essa coluna em uma frase, talvez essa fosse a melhor escolha. Afinal, antes de tudo, este é um espaço de busca. Busca por criações de mulheres que se destacam nestas três disciplinas, busca por novidades que lançam luz às questões de gênero pertinentes a estes universos e, principalmente, busca por um aumento de espaço para as criações feitas por e para mulheres.

Dito isso, sei que muitos leitores irão revirar os olhos e sentenciar: eis aqui mais uma vítima da moda feminista. E bom, não posso negar que esta tal de “moda” ajudou a abrir várias portas e clarear muitas ideias. Mas também não posso deixar de ressaltar que, independentemente dela, mulheres seguem sendo minoria nos cargos de chefia dos grandes escritórios de arquitetura e também na indústria criativa. Seguem ganhando menos que seus pares homens. Seguem fora de muitos livros de história. E, mesmo assim, seguem criando e desenhando o nosso mundo de forma igualmente incrível.

Uma pesquisa realizada e publicada recentemente no Dezeen, por exemplo, mostrou que entre os 100 maiores escritórios de arquitetura do mundo, apenas três são comandados por mulheres e só dois possuem uma equipe gerencial que seja mais de 50% feminina. A organização britânica Design Concil, por sua vez, ressaltou que no Reino Unido apenas 22% dos profissionais do design são mulheres – sendo que em setores específicos, como o design industrial, a porcentagem cai para 5%.  E o 3 Percent Movement, ressalta que, mundialmente, embora o número tenha crescido, apenas 11% das líderes da indústria criativa são mulheres.

Mas, se elas nem sempre estão comandos os departamentos criativos, gerencial os grandes escritórios de arquitetura ou coordenando o planejamento das nossas cidades, onde estão as mulheres que andam desenhando nosso futuro? Esperamos revelar muitas delas por aqui, todas as quartas-feiras no “Feito por elas”. Mas também te convidamos a mergulhar nesta busca a partir de agora, incluindo na sua lista – além desta coluna – outras 6 grandes iniciativas que resgatam, destacam e promovem trabalhos de designers, arquitetas e urbanistas de todo o mundo.

1. Arquitetas Invisíveis
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Coletivo Arquitetas Invisíveis é uma ação criada por estudantes da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília que busca promover a igualdade de gênero dentro do âmbito da arquitetura e do urbanismo. Sua estratégia é promover a vida e obra de arquitetas desprestigiadas pela história para assim ampliar o repertório dos estudantes e profissionais, além de incitar a discussão sobre gênero no meio acadêmico e profissional.


2. Hall of Femmes
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Hall of Femmes é uma iniciativa criada em 2009 para destacar o trabalho das mulheres na direção de arte e no design. Sentido falta de modelos femininas no universo do design, Samira Bouabana e Angela Tillman Sperandio fundaram o projeto que hoje inclui palestras, exposições, entrevistas, podcasts e a publicação de uma série de livros que traça o perfil de mulheres designers.


3. WD+RU – An archive of Women’s Design + Research
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“unidade de pesquisa de design feminino” (WD + RU) foi fundada em 1994 com a intenção de aumentar a conscientização sobre as mulheres que trabalham no campo da comunicação visual e da educação de design. Trabalhando em parceria com estudantes e outras iniciativas elas elaboram e reúnem trabalhos e pesquisas que falam das questões femininas e também de sustentabilidade.


4. Womenability
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O projeto Womenability tem origem francesa, mas atuação internacional, pesquisa como as mulheres se relacionam com a cidade, com o objetivo de criar e compartilhar recomendações para ajudar os poderes públicos e individuais a reequilibrar a forma como as mulheres adotam o espaço urbano.


5. Women Who Design
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Women Who Design é um agregador de perfis do Twitter que reúne mulheres inspiradoras no setor de design. Fundado por  Jules Forrest, o diretório pretende ajudar todas as pessoas a encontrar vozes notáveis e femininas para seguir e se inspirar.


6. The International Archive of Women in Architecture (IAWA)
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Arquivo Internacional de Mulheres em Arquitetura (IAWA) foi criado em 1985 através de uma parceria entre  a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e as Bibliotecas Universitárias da Virginia Tech. O objetivo é documentar a história das contribuições das mulheres para o ambiente construído, coletando, preservando e fornecendo acesso aos registros das organizações arquitetônicas femininas e outros documentos que contem a histórias de mulheres arquitetas, paisagistas, designers, planejadoras urbanas, e historiadoras da arquitetura.


Giovanna Maradei é Repórter online da Casa Vogue, feminista e fundadora da Iniciativa “Todas as Mulheres do Mundo”. Autora da coluna Feito por elas, a jornalista acredita que é compartilhando o trabalho e as histórias de mulheres criadoras que ficamos mais próximos de um mundo mais justo e igual para todos.

Unesco reconhece Brasília como “capital criativa” pelo design

Cidade entra para lista que conta com 180 cidades de 72 países. Incluindo João Pessoa e Paraty
Por Giovanna Maradei I Fotos: Reprodução

4A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) acaba de incluir Brasília na sua rede de “cidades criativas”. A lista conta hoje com 180 cidades de todo o mundo, das quais 64 foram recentemente anunciadas, como é o caso da capital Federal que recebeu o título no mesmo ano em que completa 30 anos como patrimônio cultural da humanidade.

As chamadas “cidades criativas” são reconhecidas por suas contribuições para o desenvolvimento da arte e do design e, segundo a organização, embora se diferenciem geograficamente, demograficamente e/ou economicamente, devem se comprometer a desenvolver e trocar práticas inovadoras que ajudem a promover suas indústrias criativas, além de  fortalecer a participação da população na vida cultural e integrar arte e cultura a políticas de desenvolvimento sustentável.

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Além do design, gastronomia, artesanato, música, filmes, literatura e arte midíaticas são categorias que podem levar uma cidade a ser reconhecida como polo criativo pela Unesco. Foi o caso de Paraty, que entrou na lista por sua gastronomia e João Pessoa, que se destacou pelo artesanto. No total, o Brasil conta com 8 cidades na lista, que incluí ainda Belém, Salvador, Santos, Florianópolis e Curitiba.

fotografa_brasilia_de_niemeyer_andrew_prokos_04_1Sobre essa nova leva de seleção, a Unesco ainda destaca seu esforço na busca por um maior equilíbrio geográfico, o que os levou a eleger 19 cidades de países que não haviam sido contemplados, além de  incluir 9 cidades do continente africano, como a cidade do Cabo, por exemplo, que se tornou a primeira cidade africana a se destacar na lista da Unesco pelo Design.

Como o empresário Vinicius Dapper está revolucionando o mercado de sapatos no Brasil

‘Minhas peças são concebidas como obra de arte’, diz o designer gaúcho que acaba de comprar a marca Zeferino

Vinicius Dapper começou a desenhar sapatos com 12 anosVinicius Dapper começou a desenhar sapatos com 12 anos Foto: Zeferino/Divulgação


Vinicius Dapper é o exemplo do resgate da profissão de sapateiro. O designer gaúcho, que começou a desenhar sapatos aos 12 anos, hoje tem sua marca própria e uniu-se a investidores para comprar a Zeferino, uma das grandes grifes de calçados do país.

Já aos 17, Vinicius começou a trabalhar na região do Vale do Sino, polo tradicional da indústria calçadista no Rio Grande do Sul, como modelista na Dilly (hoje grupo Dass), produzindo tênis para marcas como a Nike, Puma e Fila. Depois foi para o grupo Alpargatas, onde ficou à frente da Soul Collection da Havaianas. Foram 12 anos de experiência até lançar a marca Vinicius Dapper, com peças feitas à mão e sob medida para o público feminino e masculino. “Estava com sede de empreender. Tinha muita vontade de fazer uma sapataria de maior valor agregado.”, conta.

"Ela foi pensada com os principais modelos que não podem faltar no guarda-roupa da mulher moderna. Tem produtos refinados, autênticos, mas que possui o conforto tão buscado hoje em dia. Quero trazer mais o lado masculino da Vinicius Dapper para essas peças", explica Vinicius sobre a coleção Closet“Ela foi pensada com os principais modelos que não podem faltar no guarda-roupa da mulher moderna. Tem produtos refinados, autênticos, mas que possui o conforto tão buscado hoje em dia. Quero trazer mais o lado masculino da Vinicius Dapper para essas peças”, explica Vinicius sobre a coleção Closet Foto: Zeferino/Divulgação


Hoje, o designer e empreendedor vem dando passos largos. Conseguiu um investidor para sua marca quando ela tinha apenas três anos e agora entra de cabeça em um novo desafio: ao lado do sócio, comprou a Zeferino, marca de Novo Hamburgo com forte atuação nacional. “As coisas aconteceram muito por acaso. Entre a montagem da empresa até o fechamento do primeiro negócio com um investidor foi um período tenso e desafiador. Fazia de tudo: desde a criação e produção até os posts nas redes sociais. Com ajuda da família, abri um estúdio em Porto Alegre para atender diretamente as clientes e fui ganhando visibilidade. Após ser chamado por alguns estilistas como Helen Rodel e Francisco Terra para desfilar em semanas de moda lá fora, comecei a me inserir no mercado de São Paulo. Foi aí que, em 2015, um cliente me chamou para fazer um sapato e no papo ele acabou virando nosso investidor. Já pensávamos em abrir uma loja da Vinicius Dapper na capital paulista, planejamos tudo, mas quando vim conheci o pessoal da Zeferino e vi ali uma grande oportunidade”.

Foram 12 anos de experiência até lançar a marca Vinicius Dapper, com peças feitas à mão e sob medida para o público feminino e masculinoForam 12 anos de experiência até lançar a marca Vinicius Dapper, com peças feitas à mão e sob medida para o público feminino e masculino Foto: Zeferino/Divulgação


“O segredo do negócio são apenas três pontos: ter capital para financiar as operações, ter um objetivo claro e ter gente talentosa que ama o que faz.”

Segundo Vinicius, seu novo desafio agora está em gerir equipes para integrar todo o processo – de criação até a venda. “Temos que trazer essa cultura e paixão pelo sapato premium não só pro consumidor, mas também quem está dentro da empresa e até da cadeia de fornecedores. Quem consome e quem faz. Seja um business de moda ou qualquer outra área, a empresa é um organismo vivo e os setores precisam conversar para progredir”.

Desde abril deste ano, quando a compra da Zeferino foi efetivada, o designer planeja sua coleção de estreia, mantendo sua essência e dando um refresh na marca que está há 10 anos no mercado. “A compra foi feita com dois objetivos: colocar a Zeferino em patamar internacional e inserir a Vinicius Dapper em uma cadeia de valor que já está desenvolvida”.

Esse novo respiro da Zeferino já tem nome: a nova coleção se chama Bossa Nova e terá modelos minimalistas com muita cor. “Podemos esperar tons terrosos como marrom e caramelo, assim como rosa, azul e o clássico preto. Couro, tela, cetim, corda e ornamentos de metal são o grande forte de materiais.”, adianta. “Vamos manter o solado rosa bebê e pink, marca registrada da Zeferino. O que muda é que estamos trabalhando com mais cuidado em alguns refinamentos, já de olho no mercado internacional. Encaro a concepção do produto como algo muito sério. Além disso, não vamos lançar coleções freneticamente. Esses sapatos são criados com muito cuidado e concebidos como arte. O artesão precisa de tempo para maturar a criação. O que teremos sim são diferentes formas de ver o mesmo produto.”

O jovem empresário não pensa pequeno: “Meu objetivo é fazer o melhor sapato brasileiro do mundo. Com a nossa autenticidade, nossa vibe e com um padrão de qualidade de nível global. A indústria européia é muito bem desenvolvida, os sapatos italianos e espanhóis são muito bons. O nosso diferencial é que o sapato brasileiro é muito confortável e o mercado sabe disso. E mais: brasileiro tem uma capacidade de relacionamento e interação com pessoas que não há no resto do mundo. Matéria-prima nós temos, então se a gente conseguir unir essa essência a uma cultura de padrão de qualidade, ganhamos o mundo”.

“O segredo do negócio são apenas três pontos: ter capital para financiar as operações, ter um objetivo claro e ter gente talentosa que ama o que faz.”

Segundo Vinicius, seu novo desafio agora está em gerir equipes para integrar todo o processo – de criação até a venda. “Temos que trazer essa cultura e paixão pelo sapato premium não só pro consumidor, mas também quem está dentro da empresa e até da cadeia de fornecedores. Quem consome e quem faz. Seja um business de moda ou qualquer outra área, a empresa é um organismo vivo e os setores precisam conversar para progredir”.

Desde abril deste ano, quando a compra da Zeferino foi efetivada, o designer planeja sua coleção de estreia, mantendo sua essência e dando um refresh na marca que está há 10 anos no mercado. “A compra foi feita com dois objetivos: colocar a Zeferino em patamar internacional e inserir a Vinicius Dapper em uma cadeia de valor que já está desenvolvida”.

Esse novo respiro da Zeferino já tem nome: a nova coleção se chama Bossa Nova e terá modelos minimalistas com muita cor. “Podemos esperar tons terrosos como marrom e caramelo, assim como rosa, azul e o clássico preto. Couro, tela, cetim, corda e ornamentos de metal são o grande forte de materiais.”, adianta. “Vamos manter o solado rosa bebê e pink, marca registrada da Zeferino. O que muda é que estamos trabalhando com mais cuidado em alguns refinamentos, já de olho no mercado internacional. Encaro a concepção do produto como algo muito sério. Além disso, não vamos lançar coleções freneticamente. Esses sapatos são criados com muito cuidado e concebidos como arte. O artesão precisa de tempo para maturar a criação. O que teremos sim são diferentes formas de ver o mesmo produto.” [Lays Tavares]

Móvel de 144 gavetas feito para quem precisa guardar muitos objetos

Desenhado pela designer eslovena Nika Zupanc, esta torre tem 2m de altura
Por Marcel Verrumo I Fotos Divulgação

Móvel com 144 gavetas para quem precisa guardar muitos objetos (Foto: Divulgação)Se você é daqueles moradores que vivem reclamando de falta de espaço para guardar seus objetos, que vive sem gavetas para colocar os pequenos itens que ganha e compra no dia a dia, este móvel pode ser a solução para seus problemas. Criada pela designer eslovena Nika Zupanc, esta torre tem 144 pequenas gavetas.

Nika, conhecida por criar móveis lúdicos como o Gabinete dos Desejos para a marca italiana De Castelli, desejou este móvel com tantas gavetas exatamente por acreditar que as pessoas acumulam muito ao longo do dia e muitos não têm onde guardar todos os objetos. “Nós tendemos a obter, comprar, comprar e coletar através de nossas vidas uma série de pequenos objetos. Alguns usamos, alguns deles não queremos, mas queremos mantê-los”, diz a profissional, justificando o tamanho da estrutura.

Móvel com 144 gavetas para quem precisa guardar muitos objetos (Foto: Divulgação)

As 144 gavetas, que formam o que a designer chama de caixa de memória, foram distribuídas ao longo dos quase 2m de altura do móvel. As gavetas, que têm puxadores de latão, são encaixadas em uma caixa de madeira apoiada em seis pés também de latão. Para compor o móvel foi preciso muito estudo e matemática para possibilitar os encaixes e composições. O resultado é que, quando abertas, as gavetas criam uma imagem absolutamente diferente de quando abertas e também encantam quem está diante dela.Móvel com 144 gavetas para quem precisa guardar muitos objetos (Foto: Divulgação)