Cooper Hewitt Smithsonian Design Museum dos EUA fecha as portas por falta de pagamento

Paralisação parcial do governo federal norte-americano forçou o Cooper Hewitt, em Nova York, a fechar temporariamente

Cooper Hewitt Smithsonian Design Museum, em Nova York, fechou as portas no dia 2 de janeiro devido a falta de pagamento de seus funcionários. Assim como a mais importante instituição dedicada ao design nos EUA, o National African American History Museum, em Washington DC, também teve suas atividades canceladas por tempo indeterminado devido à paralisação parcial do governo federal norte-americano.

A Smithsonian Institution fechou as portas de suas instituições 12 dias após a paralisação parcial ter cortado o financiamento da organização administrada pelo governo federal. No Cooper Hewitt, cerca de 100 funcionários foram deixados sem remuneração, sem data planejada para voltar ao trabalho.

O presidente americano, Donald Trump, afirmou na última sexta (4) que a paralisação parcial que afeta o governo federal pode durar anos, em uma clara sinalização de que democratas e republicanos seguem longe de um acordo sobre o financiamento do muro na fronteira com o México.

As Instituições Smithsonian, incluindo o Cooper Hewitt, permaneceram abertas após o impasse político, mas os recursos foram esgotados no museu de design. A curadora de design contemporâneo da instituição, Alexandra Cunningham Cameron, postou uma imagem de seus portões fechados em seu perfil no Instagram.

“A partir da meia-noite de 1º de janeiro, o financiamento estendido para todas as instituições do Smithsonian se esgotou e o @cooperhewitt, juntamente com o restante dos museus Smithsonian e centros de pesquisa, está fechado ao público até que a decisão do governo seja resolvida”, escreveu.

A Smithsonian Institution também recorreu ao Twitter para avisar que vai permanecer fechada até novo aviso. “Devido ao #GovernmentShutdown, os museus Smithsonian e o National Zoo estão fechados. Atualizaremos nosso status operacional assim que a situação for resolvida.”

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Jony Ive fala sobre influências e Apple Park com o designer japonês Naoto Fukasawa

Eis aqui um prato cheio para qualquer profissional ou entusiasta do mundo do design: uma conversa entre dois dos nomes mais influentes do ramo no mundo, onde os profissionais falam sobre seus principais trabalhos, influências, perspectivas para o futuro e muito mais. Parece incrível, não? Pois foi justamente o que fez a revista AXIS com ninguém menos que Jony Ive e o designer japonês Naoto Fukasawa.

Os dois designers têm uma história em conjunto: em 1996, eles colaboraram na criação do Twentieth Anniversary Macintosh, uma edição especial do Mac feita para comemorar os 20 anos da Apple — com uma etiqueta de módicos US$7.500, ele obviamente não vendeu quase nada, mas tornou-se objeto de influência para toda a geração seguinte de computadores tudo-em-um.

Outro ponto de interseção nas carreiras de Ive e Fukasawa está no Apple Park: o megalomaníaco campus da Apple tem milhões de cadeiras Hiroshima, projetadas pelo designer japonês em 2010, nas suas áreas comuns e no café do seu Centro de Visitantes. As icônicas peças de mobiliário também estão presentes nas Boardrooms, as salas de reunião de várias das lojas mais recentes da Maçã — que, como bem se sabe, têm seu design comandado justamente por Ive.

Cadeiras Hiroshima na cafeteria do Centro de Visitantes do Apple Park

Falando em Apple Park, Ive explicou ao colega um pouco mais sobre a filosofia do campus. Segundo ele, a ideia de criar um espaço primordialmente horizontal veio para conectar pessoas com outras pessoas e o espaço exterior (método também adotado nas novas Apple Stores, aliás). Como vários dos espaços da “nave espacial” são repetidos num padrão ao longo do círculo, a equipe de design da Apple conseguiu construir protótipos em tempo real para “sentir” o que estava criando antes de transmitir as ideias para a Foster + Partners, o escritório de arquitetura responsável pelo projeto.

Fukasawa, por sua vez, comentou o impacto da Apple no mundo do design em geral e nos padrões estritos estabelecidos pela Maçã:

Eu não acho que o papel do designer em si tenha mudado muito. Mas vocês mudaram os padrões. Por exemplo, antes nosso padrão de precisão estava num raio de 0,3mm, mas vocês mudaram para 0mm. E agora nós temos que seguir o que vocês fizeram.

Ou seja, a relação é quase de uma “competição saudável” em que todos tentam avançar um pouco mais e os outros têm de se adequar. O que é curioso, considerando que uma criação anterior de Fukasawa é um dos itens com maior significado para Ive e sua equipe de design: o CD Player de parede criado pelo designer para a MUJI nos anos 1990.

Ive compartilhou as seguintes palavras sobre o objeto:

O CD Player de parede de Naoto para a MUJI foi um produto muito ressonante e significante para muita gente, incluindo nós enquanto equipe de design. Era uma coisa curiosa porque era uma celebração da mídia em si (o CD).

A conversa completa entre Ive e Fukasawa estará disponível na edição de fevereiro de 2019 da AXIS, em japonês e versão traduzida para o inglês. Bacana, não? [MacMagazine]

VIA 9TO5MAC

Da oficina na garagem à produção em grande escala: conheça a designer Ana Neute

Designer revela suas impressões sobre o mercado brasileiro e detalha aspectos de sua evolução profissional

A designer Ana Neute Foto: Estúdio Ana Neute

Para a jovem designer Ana Neute, produto e projeto são duas realidades bastante distintas. Seus objetos nascem sempre de uma ideia central, mas ela nunca é estática, vai se transformando a partir da construção de cada protótipo. É só a partir do diálogo com os profissionais, no chão de fábrica, que ela começa a definir os detalhes. “As coisas só vão ficando mais claras quando avançamos para a escala real”, admite a designer que nos últimos anos tem dedicado grande atenção ao desenho de luminárias, especialmente depois de se associar à marca Itens, para a qual já desenhou três coleções. “A luz modela o espaço, o que, não por acaso, tem tudo a ver com minha formação como arquiteta. Por outro lado, ela pode arruinar ou dar significado a um ambiente, por meio de contrastes, de claros e escuros”, observa ela, que sente particular fascínio pelo objeto luminoso. Especialmente por sua dupla natureza, funcional e lúdica, como na luminária Guarda-Chuva, primeira peça que Ana produziu utilizando um globo de vidro. “Ela tem um desenho clássico de abajur mas, por meio desse detalhe, do globo apoiado por cima, além de emitir uma luz complementar, tem um toque divertido”, diz. Considerada sua peça mais icônica, não por acaso a Guarda-Chuva foi a sua luminária que mais recebeu acabamentos e a que mais cresceu, sendo oferecida como pendente, lustre e duas versões de arandela. Nesta entrevista exclusiva ao Casa, a designer revela suas impressões sobre o mercado brasileiro, aponta suas estratégias de atuação e traça um pequeno painel de sua evolução profissional. [Marcelo Lima]

Como vê o mercado para jovens designers como você que atuam hoje no Brasil?
Acho interessante o momento que vivemos, pois vejo surgindo coisas mais experimentais, mas de boa qualidade. Sinto que há uma expansão, uma pluralidade de ideias, sistemas e maneiras de trabalhar. Se por um lado temos uma relativa precariedade de recursos fabris, por outro, isso possibilita maior experimentação, porque existem muitos artesãos que trabalham em pequenas escalas e atendem profissionais em busca de demandas menores como, aliás, aconteceu comigo no início da minha carreira.

Você se graduou em arquitetura e, só depois de formada, resolveu se dedicar ao design de objetos. O que pesou na escolha?
Uma coisa que sempre atraiu minha atenção foi a dinâmica de tempo nas duas disciplinas. No design, o processo de criação, do esboço até o produto final, é muito mais rápido do que na arquitetura. Além disso, como arquiteta, não possuía a possibilidade de experimentar que fazer um protótipo, por exemplo, te oferece. Comecei com uma oficina na casa da minha avó, fazia tudo em pequena escala, contando com o apoio de pequenos produtores. Até o momento em que pude dar uma passo além e comecei a desenhar luminárias exclusivamente para a marca Itens.

O que a levou a tomar esta decisão?
Fundamentalmente, eu sentia falta de um maior apoio logístico, de uma assessoria maior na criação de novas peças, de melhores estratégias de marketing, de coisas, enfim, que são essenciais para um negócio acontecer. Na Itens, disponho destas condições e posso dedicar toda a minha atenção exclusivamente ao processo de criação de novas peças e a ao atendimento das encomendas. Penso que a união com a marca só me fortaleceu, pois representou uma real somatoria de habilidades e esforços.

O abajur Guarda-Chuva, luminária ícone da designer Ana Neute Foto: Estúdio Ana Neute
Luminária integrada a mesas de apoio, da coleção Elo  Foto: Estúdio Ana Neute

Novos designs (e suas obras) captam o espírito de Miami

Cidade da Flórida oferece centro de artes, galerias e projetos inovadores
Sam Lubell, The New York Times

O Museum Garage é uma estrutura de concreto de sete andares, com vagas para 800 carros e coberto por obras encomendadas. Foto: Moris Moreno para The New York Times

Miami é famosa por sua arquitetura art déco colorida, geométrica e maravilhosa. Mas os arquitetos – inspirados por seu ambiente tropical, sua abertura ao futuro e seu espírito hedonista – nunca deixaram de criar prédios inovadores na cidade. Adaptando-se a um lugar que adora celebridades, quase todos os arquitetos famosos e muitas estrelas em ascensão construíram lá na última década. Entre os grandes nomes estão Frank Gehry, Rem Koolhaas, Zaha Hadid, Herzog & De Meuron, Grimshaw, César Pelli, Richard Meier, Arquitectonica, Rafael Moneo, Jean Nouvel e Bjarke Ingels.

Os resultados estão espalhados por toda a cidade, de Miami Beach ao fervilhante Design District. E, se você gosta de estacionamentos, saiba que agora a cidade conta com aquela que deve ser a coleção mais sensacional do mundo. O Museum Garage, uma estrutura de concreto de sete andares, com capacidade para cerca de 800 carros e (em breve) lojas no térreo, fica a 10 minutos de carro do centro da cidade.

Para criar a fachada, o arquiteto e curador Terence Riley contratou designers da WORKac, Mayer H, Clavel Arquitectos, Nicolas Buffe e de sua própria empresa, a K / R, no intuito de realizar o que ele chama de “Exquisite Corpse” [algo como “cadáver requintado”], uma mistura de obras de arte estranhas e montadas nas paredes de maneira um tanto caótica. “Ant Farm” [Fazenda de formigas] combina gráficos coloridos com olhos mágicos, para espiar o movimento do formigueiro de pessoas e carros. 

“Urban Jam” [Geleia urbana] tem 45 carrocerias metálicas de ouro e prata encaixadas como peças de Tetris. “Barricades” [Barricadas] é uma tortuosa grade de barreiras de tráfego nas cores branca e laranja fosforescente. Mas, em Miami, ninguém criou novos projetos mais impressionantes que os arquitetos suíços Herzog & De Meuron. Seu edifício mais incomum e excepcional é o 1111 Lincoln Road, outro estacionamento futurista.

Sua estrutura de concreto exposto, com lajes bem afuniladas e de alturas variadas, cria uma forma maleável, que revela o movimento dos carros lá dentro e cria espaço para grandes eventos. O edifício conta com lojas no térreo e um terraço com paredes de vidro no último andar. A linha do horizonte de Miami está prestes a receber mais uma surpresa excepcional com a conclusão do One Thousand Museum, projetado pelos arquitetos do escritório de Zaha Hadid.

O condomínio de luxo de 62 andares se ergue como um alienígena furioso que vai se metamorfoseando e expondo suas entranhas metálicas à medida que avança sobre a cidade. Seu exoesqueleto de concreto curvo, que fica mais espesso e mais fino conforme a necessidade, funciona como uma moldura estrutural, deixando as unidades de alto padrão praticamente sem colunas. Concluído em 2013, o Pérez Art Museum Miami, de Herzog & De Meuron, ancora os 120 mil metros quadrados do Museum Park, de frente para o mar, bem próximo ao One Thousand Museum.

O intrincado edifício conta com uma série de galerias de concreto flutuantes, abrigadas por uma vegetação densa e sombreadas por um pavilhão todo emaranhado. Ele se abre para a beira-mar com uma varanda ampla e escadas abertas. A coleção do museu se concentra na arte dos séculos XX e XXI das Américas, Europa Ocidental e África, dispondo também de uma das maiores coleções de arte cubana contemporânea.

Localizado perto de Indian Creek, em Mid-Beach, o Faena Forum, novo centro de artes assinado pelos arquitetos do escritório OMA, é o coração de um empreendimento que inclui hotéis, condomínios, mercado e estacionamento. Pintado em um branco gritante, o Forum consiste em um cilindro e um cubo interligados, ambos cortados por janelas de diversos formatos e com teatros, salas de exposições e salas de reunião cheias de claridade natural. Um corte incisivo sob o cilindro cria uma entrada extraordinária.

Mas a mais nova aquisição do cenário artístico da cidade é a casa do Instituto de Arte Contemporânea de Miami, obra do escritório Aranguren & Gallegos. Tal como acontece com as lendas do art déco de Miami Beach, a fachada principal do edifício funciona como um letreiro, atraindo as pessoas com seus painéis de metal perolados e geometricamente dispostos.

Alguns ficam recuados, para fazer com que todo o edifício pareça brilhar por dentro durante a noite, deixando as elegantes letras metálicas se destacarem como um logo eficaz. No interior, as galerias tomam três andares flexíveis de pé-direito duplo, fartamente iluminados através da fachada norte, que, toda feita de vidro, se abre para uma praça na parte de trás do edifício.

Bialetti, que fabrica as tradicionais cafeteiras italianas, chega ao Brasil

Criada em 1933, a Moka já ganhou status de item colecionável

Preparar um cafézinho faz parte do ritual diurno de quase todos os brasileiros. E, mesmo sem ser nacional, a cafeteira Moka, fabricada pela Bialetti, está presente em muitas casas por aqui – só em 2018, foram 72 mil peças vendidas no Brasil. Lançada em 1933, a Moka Express já atingiu o nível de item colecionável e, em algumas casas, fica exibida como objeto decorativo. Afinal, até o MoMa (Museu de Arte Moderna de Nova York) mantém exemplares do utensílio em seu acervo por sua importância na história do design industrial.

Perto de completar 100 anos (que acontece em 2019), a Bialetti acaba de inaugurar no Brasil uma loja oficial online: www.bialettishop.com.br. Lá, além da criação do italiano Alfonso Bialetti, em diversas cores além da versão tradicional em alumínio, será possível encontrar outros tipos de utensílios domésticos, como cremeiras, bules, moedores manuais e elétricos e pour over para café coado.

Uma curiosidade: o homenzinho de bigode que aparece estampado nas cafeteiras é uma caricatura de Renato Bialetti, filho de Alfonso, que assumiu os negócios do pai depois da 2ª Guerra Mundial e foi o responsável por propagar a Moka Espress pelo mundo.

Arquiteta Juliana Vasconcellos fala sobre transição para o mundo do design

Arquiteta que hoje desenha móveis tem sua produção veiculada com importantes galerias do mundo

A arquiteta e designer Juliana Vasconcellos. Foto: André Klotz

O ofício de desenhar móveis surgiu na trajetória da arquiteta Juliana Vasconcellos a partir de suas vivências de escritório. “Comecei a projetar peças específicas para personalizar meus interiores até que um dia resolvi pensar neles de forma independente”, afirma a hoje, também, designer, que conta com sua produção veiculada em importantes galerias de design colecionável do mundo, como a Nilufar, de Milão. “Minha primeira oportunidade de mostrar meu lado designer se deu quando eu participei da Mostra Black, em 2015, em São Paulo. Eu e o Matheus Barreto executamos um ambiente com móveis futuristas que havíamos desenhado e recebemos um convite da Legado Arte para criar móveis de design contemporâneo”, conta Juliana, que, de lá para cá, não parou mais, tendo participado de feiras especializadas como a Made, a ArtRio e a SP-Arte, além das semanas de design de São Paulo e de Milão; conforme ela ralata nesta entrevista ao Casa. [Marcelo Lima]

A linha Gosth, de mesa e aparador de aço inoxidável, produzida em parceria com a Mekal.  Foto: André Klotz

Como se deu a sua transição do mundo da arquitetura para o de design de mobiliário?
Nos primeiros anos de formada só trabalhei com arquitetura. Passados uns cinco anos, mais ou menos, eu sentia o mercado um tanto quanto engessado e decidi me aventurar nos interiores para poder produzir desenhos mais artísticos, mais alinhados a um conceito. Assim, de forma natural, comecei a desenhar os móveis para dotar os projetos de maior coerência e personalidade e foi a partir deles que foram surgindo minhas primeiras coleções.

Você viveu em algumas cidades do mundo onde o mercado do design colecionável é bastante consolidado. Como vê a cena brasileira no setor?
Vejo nos últimos cinco anos um avanço enorme impulsionado especialmente por feiras como a Made, a ArtRio e a SP-Arte. Esses eventos movimentam o mercado criativo de design contemporâneo, que aproveitou a carona da supervalorização dos móveis modernos brasileiros, de onde vieram, inclusive, os primeiros colecionadores de mobiliário. Hoje muitos colecionam exemplares de séries limitadas produzidos também por designers contemporâneos. Mas ainda acho que temos muito a crescer. O fato de alguns profissionais já estarem no circuito internacional ajuda a chamar a atenção para o que está sendo feito por aqui agora, destacando nossa produção. Os Irmãos Campana são o maior exemplo disso.

A matéria-prima parece ser prioritária em seus móveis. É a partir dela que surge o desenho?
Na maioria das vezes, sim. A matéria define a plasticidade, as formas, as técnicas possíveis a serem exploradas, o que acaba delineando a peça. Adoro pensar em um material e as ideias virem na sequência. Mas o contrário também acontece, a forma vindo anteriormente a ele.

Marca do Reino Unido chamada Argos vende “meia” árvore de Natal que resiste a ataques de pets

Estrutura está sendo comercializada por cerca de 164 reais


Quem tem animais de estimação sabe do risco que corre ao montar uma bela árvore de Natal com preciosos enfeites. Com o passar dos dias, a sua dedicação em montar a estrutura se transforma em pecinhas espalhadas pela casa e entre dentes dos bichinhos. Pensando neste caso natalino, uma marca do Reino Unido chamada Argos resolveu comercializar uma “meia árvore” de Natal, que está sendo vendida a 33 libras esterlinas, cerca de 164 reais.

A estrutura parece ter sido simplesmente aparada em suas partes inferiores. Na descrição do produto, a empresa explica:

“Mantenha as suas bugigangas, laços e sinos perfeitamente colocados fora do alcance de crianças curiosas, rastejantes ou patas brincalhonas dos seus gatos com esta árvore”, conta.

A marca também ressalta que, devido à altura da árvore, é possível encaixar mais presentes em sua base.

“É também uma ótima alternativa para a árvore tradicional, se você é um pouco apertado para o espaço”, complementa.