Arquitetos desenvolvem espaçoso escritório em antigo armazém de Chicago

arquitetos-desenvolvem-espacoso-escritorio-em-chicagoO espaço conta com diversas áreas de descanso e recreação e aposta em cores neutras e estilo industrial para o décor
Arquitetos do escritório
Those Architects projetaram, em Chicago, um espaço de trabalho em um loft espaçoso para a empresa de serviços de dados financeiros Ansarada, que tem base em Sidney.those-architects-ansarada-office-chicago-designboom-02-818x545A renovação do espaço resultou em um escritório dinâmico, que inclui diversos espaços compartilhados e áreas de descanso confortáveis. O projeto ocupa 880 metros quadrados no quinto andar de um antigo armazém. Materiais antigos, tijolos, postes e vigas expostos são detalhes do antigo uso do espaço que foram mantidos.those-architects-ansarada-office-chicago-designboom-03-818x545.jpgComo o edifício não é classificado como patrimônio, os arquitetos tiveram liberdade de interferir no ambiente como quiseram. “Mantendo e respeitando a estrutura desta antiguidade que recebemos para reformar, inserimos alguns elementos arquitetônicos que tornassem o estabelecimento mais funcional”, diz Ben Mitchell, diretor do Those Architects.

those-architects-ansarada-office-chicago-designboom-05.jpgO interior foi projetado com foco no conceito de ser acústica e esteticamente funcional, incentivando o alto desempenho dos funcionários da empresa. Uma espécie de grande caixa preta central define as zonas do escritório.
those-architects-ansarada-office-chicago-designboom-04-818x545.jpgFeita de compensado de madeira e cheia de buracos, ela permite que os funcionários usem a superfície de muitas maneiras: para deixar recados aos colegas ou pendurar um casaco, por exemplo.

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Os banheiros, salas de reunião e leitura e área de armazenamento, ficam todas dentro desta grande caixa preta. Enquanto isso, as salas de recreação e de reuniões informais estão do lado de fora. Nesta área, está também a recepção, uma área de jogos e sala de jantar. Tudo decorado com mobiliário refinado em cores neutras.

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Trabalho e espaços recreativos são colocados lado a lado

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Uma gaiola de batedura de beisebol completa com máquina de arremesso

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05O espaço do escritório principal

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Reprodução | Luc Rémond | Design Boom

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Sala de reuniões

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Painel pode ser movido para diferenciar espaços dentro de uma sala ou para privacidade
Fonte: Design Boom

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Designer francês Philippe Starck apresenta projeto de interiores em São Paulo

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O designer francês Philippe Starck (Foto: divulgação)
A uma quadra da Avenida Paulista, um canteiro de obras está em plena ebulição. Com metragens que variam de 130 a 450 m², foram abertas aos interessados as suítes decoradas da torre Rosewood: um edifício de alto luxo que vai agrupar suítes privadas e outras que vão funcionar em regime de hotel, em vias de implantação na área outrora ocupada pelo Hospital e Maternidade Matarazzo. Alvo de todas as atenções, o designer francês Philippe Starck, autor do projeto de interiores, não escondia seu entusiasmo com o empreendimento. “De todos os meus trabalhos atuais, nenhum tem essa abrangência”, disse ele, que nos últimos sete anos realizou uma verdadeira imersão no universo dos materiais, artesãos e fornecedores brasileiros. “Meu projeto nasce da ambição de despertar o Brasil para suas muitas riquezas e talentos”, afirmou nesta entrevista exclusiva ao Casa.

Como o senhor enfrentou o desafio de ser inovador numa locação repleta de referências como o Complexo Matarazzo?
Com total respeito e determinação de contribuir para uma reconstrução. Nunca para a destruição do que quer que seja. Esse espaço não é só fascinante por seu patrimônio arquitetônico, mas pelo seu patrimônio imaterial. Por tudo o que ele representa para os brasileiros. Assim, procurei conceber um projeto que respeitasse não somente esse lugar, mas a cidade e o país onde ele está inserido. Apesar de se tratar de um edifício urbano, procurei conceber interiores que falassem do Brasil. Não de um Brasil caricato, mas de um Brasil perene, atemporal.

Uma das suítes desenvolvidas pelo designer francês para o empreendimento
Uma das suítes desenvolvidas pelo designer francês para o empreendimento Foto: Ruy Teixeira / divulgação
A sala de jantar em uma das suítesA sala de jantar em uma das suítes Foto: divulgação

O trabalho realizado expandiu seu conhecimento sobre o design brasileiro?
Enormemente. Diria que se trata de um divisor de águas. Eu não tinha, de fato, ideia do que poderia encontrar aqui. Da riqueza dos materiais, da qualidade dos profissionais. Devo a Allard (Alexandre Allard, empresário francês, idealizador do projeto) mais esse gesto de amizade. Foi ele quem me apresentou os mármores, as madeiras, assim como tantos outros materiais, designers e fabricantes brasileiros que me ajudaram a conceber soluções de alta solidez e durabilidade. Valores que creio essenciais a esse projeto.

O senhor é um dos mais bem-sucedidos designers de todos os tempos. Suponho, evidentemente, que ao projetar não lhe seja possível prever se determinado objeto será, ou não, um best-seller ou um ícone, como tantos de seus projetos. Ainda assim, ao concluir um trabalho, o senhor tem algum tipo de intuição a esse respeito?
Sou um criador e, como tal, no momento da criação não estou sujeito a direcionamentos de qualquer espécie. Claro, obedeço a um briefing, mas o trabalho de marketing é algo posterior à criação. E algo que realmente não me diz respeito. Mas, ainda assim, há momentos em que concluo um trabalho e digo: Uau! Acho que cheguei lá! Isso acontece, acredito, com todos os produtos capazes de falar uma linguagem universal. Com todos aqueles que, efetivamente, estabelecem um acordo com seus usuários. É como um pedido de casamento para o qual eu acabo por receber um sim.

Escada escultural de mármore nas suítes dúplex 
Escada escultural de mármore nas suítes dúplex  Foto: Ruy Teixeira / divulgação
Banheira de mármore na sala de banhoBanheira de mármore na sala de banho Foto: Ruy Teixeira / divulgação

Maison & Objet I Talentos emergentes são destaque em feira francesa de design

O sistema de prateleiras Diamond, do AC/AL Studio Foto: divulgação
A Maison & Objet é uma feira de decoração e design que acontece duas vezes ao ano, em janeiro e setembro, no Parque de Exposições de Villepinte, em Paris. Para além da oferta de expositores – que em sua última edição reuniu 3.000 representantes de 64 países –, a feira tem se destacado ao longo dos anos por sua intensa programação de mostras e eventos. Todos montados com o objetivo primordial de atestar a vitalidade da criação contemporânea. 

Famoso por suas instalações imersivas, o teamLab, um grupo criativo coletivo e interdisciplinar baseado no Japão, mostrou, mais uma vez, como a decoração e as novas tecnologias digitais podem engatar parcerias para lá de inspiradoras. Batizada de Floresta de Lâmpadas, a instalação apresentada em setembro era composta por centenas de luminárias de vidro de Murano, equipadas com LEDs e sensores, que pareciam se comunicar por meio de cor e movimento.

Mais uma vez a feira francesa abriu espaço para jovens profissionais – ou estúdios – em ascensão no mercado, com o objetivo de colocá-los em contato com profissionais de todo o mundo. Este ano foram seis os estúdios selecionados. Todos franceses.

Fundado em Paris, em 2013, por Amandine Chhor e Aïssa Logerot, o AC/AL Studio, reúne dois graduados da École Nationale Supérieure de Création Industrielle – Les Ateliers, que colaboraram ativamente em projetos de assistência e desenvolvimento em países como Camarões, Camboja e Marrocos.

Trabalhando indistintamente com produtos artesanais ou industrializados, o estúdio tem se notabilizado pelo enfoque minimalista de suas peças. Como na coleção Èpure, desenhada para a Kann Design, que traz estantes e mesas secas, depuradas, estritamente funcionais, nas quais a linha funciona tanto como elemento gerador quanto como estruturante do desenho.

Também pós-graduado em design pela Les Ateliers, Pierre Charrié, outro convidado, realiza trabalhos de investigação sobre a dimensão sensorial dos objetos de uso cotidiano. A ele interessa, sobretudo, saber como som, movimento ou toque podem envolver o usuário na interação com cada uma de suas criações.

Da sua colaboração com o especialista em arte plumária francês Julien Vermeulen nasceu um dos objetos mais inusitados da mostra: Nuto, um difusor de perfume que consiste de uma base de mármore, um motor, um eixo de carbono e uma pena de avestruz, que naturalmente espalha o perfume pulverizado pelo motor, em um movimento lento, quase hipnótico.

Com cada um de seus membros se aprofundando, cada vez mais, em seu domínio de interesse – Désormeaux mais interessado em inovação; Carrette mais no aspecto decorativo –, o estúdio Désormeaux/Carrette nasce da aliança de dois designers de produtos: Natanael Desormeaux e Damien Carrette. Com base em suas habilidades, a dupla prefere exercitar o design junto a fabricantes abertos a uma abordagem mais artística do objeto. Como ocorre na cadeira Knot, que dispensa parafusos ou porcas para realizar a junção entre assento e estrutura.

Por fim, os consagrados designers Erwan e Ronan Bouroullec, a versão francesa dos nossos Fernando e Humberto Campana, compareceram à mostra oficial com mais uma série de vasos para a alemã Vitra: os poéticos Nuage, (nuvem, em francês). Produzidos com alumínio, cada um deles com oito tubos na parte superior, foram pensados, segundo os designers, para não interferir, ao menos não em demasia, na visualização dos arranjos. “Basicamente para colocar em destaque a delicadeza das hastes e flores. Nada mais”, pontua Erwan.

Vasos dos irmãos Bouroullec Vasos dos irmãos Bouroullec  Foto: divulgação
A instalação Floresta de Lâmpadas, do coletivo japonês teamLab  Foto: divulgação
A cadeira Knot, que dispensa parafusos na junção entre assento e estrutura Foto: divulgação
Os designers Natanael Désormeaux e Damien Carrette Foto: divulgação
A mesa Anatole Eugénie Harto, do AC/AL Studio Foto: divulgação
Luminária de Pierre Charrié, também apresentada na Maison & Objet  Foto: divulgação
O difusor de perfume Nuto 06 do designer Pierre Charrié  Foto: divulgação
Foto: divulgação

11 salas minimalistas e elegantes

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Poucos elementos, cores neutras e linhas retas marcam as salas apresentadas nesta seleção. São ambientes inspirados na estética minimalista, tão admirada mundo afora. Em uma época de bombardeio de informações a todo momento, ambientes com essa atmosfera de paz, propícia para relaxar, tem atraído cada vez mais admiradores. Inspire-se na elegância dessas propostas. [Marcela Marcasso]

Texturas naturais

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

O design de interiores desta casa, criada pelo escritório Ramon Esteve, foi baseado em conceitos de simplicidade, mas com materiais nobres. A paleta de cores equilibra tons claros e naturais com a madeira. O resultado se apresenta em completa harmonia com a natureza ao redor.

Com vista para Nova York

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

Para decorar esta sala, a proprietária garimpou brechós e mercados de pulga em busca de peças antigas. A mistura de temporalidades e estilos acabou por integrar-se harmoniosamente com as paredes e o piso envelhecidos pelo tempo. O objetivo não era que a mobília se destacasse, mas sim que criasse camadas de cor.

Preto e branco

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

A designer de interiores Katty Schiebeck apostou no efeito da união dos dois tons contrastantes, os únicos usados na decoração. Mármores e madeiras escuras aparecem como protagonistas. Além de definir esta sala, os materiais garantem, com suas texturas e brilhos, o estilo sofisticado e minimalista desejado para a obra.

Iluminação abundante

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

Neste outro ambiente, assinado por Katty Schiebeck, a entrada de luz natural foi explorada ao máximo. Por isso, a orientação da sala se deu de acordo com as amplas aberturas, que deixam a luminosidade mergulhar no imóvel, criando a impressão de ambientes mais espaçosos. A paleta preta e branca domina o espaço e ganhou um charmoso complemento: a tela em tom azul.

A lareira é o destaque

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

A horizontalidade da lareira neste ambiente desperta um instinto natural de acolhimento. No sentido contrário, o mobiliário e acabamentos formam um conjunto de cores escuras e linhas sóbrias, que denota uma urbanidade universal. Projeto do escritório Archi-Tectonics e dos arquitetos Ana Sotrel e Brooks Atwood.

Poucos e bons

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

Neste projeto limpíssimo de Isay Weinfeld, peças essenciais desenham um dos cantos do living, como uma edição especial da chaise Togo, da Ligne Roset – releitura do estilista Paul Smith em homenagem aos 40 anos da peça. Ao lado, sobre a mesa lateral One Shape, da mesma marca, objeto de Elsa Peretti e obra de Iran do Espírito Santo, de vidro espelhado, no piso.

Atmosfera despojada

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

O hotel boutique Lloyd’s Inn, com projeto do escritório multidisciplinar FARM, um décor minimal em todos os ambientes. Os profissionais eliminaram ao máximo ornamentações e simbolismos. Suítes e espaços de convívio são imaculadamente brancos ou revestidos com materiais crus, como madeira e concreto.

Jogo de tapetes

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

A luz natural entra à vontade nesta sala, desenhada pelo estúdio Casa 14, e reflete na pintura branca que recobre piso, paredes e teto. Dois tapetes, um claro e outro escuro, delimitam áreas distintas no livings. De um lado, um banco horizontal de madeira e uma poltrona de couro no tom caramelo aquecem o décor. Do outro, a dupla de poltronas, que puxam para o preto, evoca o ar de contemporaneidade.

Ao estilo francês

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

No coração de Paris, este apartamento, assinado pelo o designer francês Guillaume Alan, as cores se resumem em preto, branco, prata e cinza, criando um degradê etéreo, que se espalha pelas poltronas, tapete e lareira. A inspiração para a decoração foi o classicismo francês tradicional, com ares contemporâneos, graças às linhas absolutamente puras e dotadas de uma simplicidade que encanta os olhos.

Influência da Bauhaus

11 salas minimalistas e elegantes (Foto: Divulgação)

A decoração proposta pelos profissionais do estúdio Paritzki & Liani Architects nesta sala aposta em poucos móveis que dialogam entre si à beira do minimalismo. Para isso, não faltam ícones modernos, como a poltrona de madeira desenhada por Norman Cherner. À frente delas, está a cadeira CH07, também de madeira, criada por Hans J. Wegner.

Para a natureza brilhar

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Minimalista, a decoração desta sala, assinada pela designer sueca Cecilia Dupire, possui itens essenciais e com design de linhas simples para que a beleza do entorno receba todas as atenções. No mobiliário, o sofá é de Piero Lissoni para a grife B&B Italia e as mesas laterais retangulares vieram da The Conran Shop. Pranchas de carvalho no piso criam sensação de amplitude.

Inspiração do dia: cozinha em tons neutros mistura madeira e mármore

01-1Tons claros predominam nesta cozinha que tem paredes e armários brancos. As cores neutras são complementadas por mobiliário e piso de madeira clara – que ainda dão um tom rústico ao ambiente. O toque especial fica por conta do mármore que está presente na bancada da ilha e de toda a superfície da área da pia. Louças de vidro e de cerâmica à vista e uma mini-adega integrada ao espaço dão ainda mais charme ao ambiente organizado, suave e elegante.

Reprodução | Desire to Inspire
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Reprodução | Desire to Inspire
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Reprodução | Desire to Inspire
4-inspiracao-do-dia-cozinha-em-tons-neutros-mistura-madeira-e-marmoreFonte: Desire to Inspire

12 cozinhas pequenas que aproveitam muito bem o espaço

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O primeiro ambiente a ser sacrificado em um apartamento ou casa pequena é a cozinha. Esse hábito tem que sumir: é possível ter este cômodo diminuto, bem equipado e de design caprichado! Estes exemplos provarão como é possível aproveitar a metragem e criar um ambiente estiloso onde o tamanho não é um impedimento:

Reprodução | Design Jordan Parnass Architecture | Foto Frank Oudeman e Sean Karns
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1. A madeira clara e azulejos bem pequenos, brancos, compõem esta cozinha em formato de corredor. A madeira conecta o espaço aos cômodos ao lado, de design similar. Ela também abriga os eletrodomésticos de aço inoxidável em armários que vão até o teto.

Reprodução | Design 3XA | Foto S.Zajackowski
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2. É difícil pensar em maneiras de valorizar a cozinha em um apartamento de apenas 29 metros quadrados. Mas é possível fazê-lo! Minúscula, esta ocupa uma parede e meia com armários brancos que deixam o ambiente mais iluminado e com uma sensação de amplitude aumentada. Uma bancada de madeira super texturizada ainda serve de mesa de jantar.

Reprodução | Design MAEMA Architects | Foto Nicolas Aubert-Maguéro
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3. Este apartamento combina truques dos dois espaços acima: o branco por todos os cantos não só conecta os ambientes, que seguem o mesmo estilo, como também ajuda a criar a ilusão de um tamanho maior no espaço. Cantinhos especiais recebem toques coloridos diferentes, como os dois móveis que separam sala, hall e living, ambos azuis, e as pastilhas amarelas acima do balcão.

Reprodução | Design Yuki Miyamoto | Foto Yuki Miyamoto
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4. Não há cantinho que não seja aproveitado nesta cozinha: até a área do fogão recebe suportes com panelas e acessórios. O teto e o espaço embaixo da mesa também não saíram impunes! Este último móvel, inclusive, é um design sob medida com função retrátil, podendo ser estendido ou fechado dependendo da necessidade.

Reprodução | ESCAPE Homes
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5. Esta pequena cozinha faz parte de um trailer da companhia ESCAPE Homes, especial para uso como refúgio. A estrutura longa junta dormir, com um grande colchão, estar e jantar em uma mesa, pequena cozinha e muito espaço para guardar objetos. Tudo em 14 metros quadrados!

Reprodução | Design Stage 3 Properties | Foto Mekko Harjo
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6. O segredo está na iluminação: além das luminárias no teto, existem faixas de luz por baixo dos gabinetes que abrilhantam esta cozinha. Para trazer um toque de cor, o nicho entre armário e bancada foi pintado de lavanda.

Reprodução | Design Sergi Pons | Foto Adrià Goula
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7. Espelhos também são um grande trunfo para quem deseja trazer amplitude. Aqui, ele foi colocado no backsplash. Parece que o ambiente continua quando, na verdade, há uma parede que divide os cômodos!

Reprodução | Design atelier.daaa | Foto Meero
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8. Predominantemente branca, a madeira também aparece para diversificar o uso de cores e materiais nesta cozinha. Prateleiras abertas, angulares, foram postas em cantos para aproveitar o espaço ao máximo sem bloquear as janelas. Uma mureta de madeira com vidro separa a entrada da cozinha sem fazer com que o espaço pareça pequeno demais!

Reprodução | Design A Little Design | Foto Hey!Cheese
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9. Pequenina, a cozinha possui um frigobar no lugar da geladeira – ele fica escondido embaixo do balcão, aumentando a área útil do tampo. No mesmo ambiente está a máquina de lavar roupas. A madeira de um nicho, usado como prateleira, e os tijolinhos brancos trazem estilo ao décor.

Reprodução | Design Egue y Seta | Foto Vicugo Foto
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10. As paredes completamente brancas são subitamente recortadas por um retângulo amarelo. Além de iluminar a cozinha, ele faz com que ela pareça ainda maior.

Reprodução | Design Karin Matz | Foto Karin Matz
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11. Uma grande janela é a responsável pela maior parte da iluminação desta cozinha. O balcão de preparo de alimentos dobra de função, servindo também como espaço para comer. E a madeira dos armários, rosada, é um toque charmoso e delicado do projeto.

Reprodução | Design mode:lina architekci | Foto Patryk Lewinski
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12. Os gabinetes pretos e foscos recortam a parede de cortiça, definindo a área da cozinha. O mesmo acontece do outro lado, na composição do home office. É a criação de uma unidade arquitetônica e de design que torna este espaço bem pensado!
Fonte: Contemporist

Visita guiada: apê eclético combina memórias a peças novas

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A vida de um arquiteto é cheia de cores, materiais variados e inúmeras referências –  e na hora de projetar sua própria casa, Rodrigo Cunha empregou tudo isso em um apê eclético e confortável, cheio de individualidade.

Com 120 metros quadrados, o espaço é todo voltado para a descontração. Na sala, um tapete com hexágonos, geometria tendência na decoração, delimita um estar confortável. Seus azuis, brancos e cinzas dão o tom para esta área, a começar pelas poltronas brancas.

Julia Ribeiro
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Na janela, cortinas feitas de tecido, madeira, velcro e fitas pretas pairam sobre uma plataforma que abriga diversos livros em nichos. Sobre esta, um futon azul e almofadas de formas e cores diferentes.

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Uma prateleira branca estreita reúne quadros com figuras icônicas, de Salvador Dalí até fotos da série The Little Black Jacket, em que Karl Lagerfeld e Carine Roitfeld revisitam a jaqueta clássica da Chanel.  Ao lado, uma parede de lousa com mensagens de amigos e a senha do Wi-Fi – elementos essenciais para quem gosta de receber visitas.

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Em outro canto da sala duas cabeças de animais coloridas foram arranjadas na parede, ao lado de uma árvore e da cadeira Moleca, de Sérgio Rodrigues – esta última um refúgio de conforto para trabalhar, se inspirar ou apenas relaxar.

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Antes de entrar na cozinha, as visitas podem fazer uma parada no bar que acompanha um quadro com pisca-piscas e uma cristaleira que Rodrigo possui desde que mudou para São Paulo.

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A cristaleira é um dos exemplos de como a história das peças é parte integrante do estilo do arquiteto. “Costumo misturar sempre peças novas com peças que têm alguma memória para mim”, revela.

Julia Ribeiro
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A aparência moderninha do décor se torna bem diferente na cozinha: ali, o cinza das paredes da sala é substituído por um verde discreto. Uma mesa de vidro com passadeira florida traz um clima de conforto tradicional, junto a uma fruteira.

Julia Ribeiro
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Ao lado da geladeira metálica repleta de imãs, muitos de viagens, um aparador branco reúne máquina de café, temperos, copos e enfeites. Uma pintura de Frida Kahlo observa o espaço da prateleira com cerâmicas coloridas.

Julia Ribeiro
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Um frigobar vermelho que faz as vezes de mesinha no quarto. Diversas figuras colecionáveis e divertidas foram posicionadas nos pallets da cabeceira da cama.

Julia Ribeiro
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É impossível deixar de notar a forte presença de verde por todo o espaço. “Sempre morei em casa e em São Paulo sentia falta de plantas, pois aqui morei só em apartamento”, conta Rodrigo. Os vasos espalhados pelos ambientes, das flores até as suculentas, foram a forma que o arquiteto encontrou de trazer a natureza para o lar. [Casa Claudia]

Julia Ribeiro
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