Gradient – Jamaica Suk / July 23 / 8pm-9pm

Gradient – Jamaica Suk / July 23 / 8pm-9pm

CHVRCHES – Behind the camera – Good Girls

Small fragment behind the camera – Good Girls

CHVRCHES – Good Girls (Official Video)

Official Video for CHVRCHES “Good Girls”

Jazzy Jeff DJ Set with the DJM-S11

The Magnificent Jazzy Jeff throws down a fresh performance with Pioneer DJ’s flagship DJM-S11 mixer. Interview to follow performance.

Youngr – Abbey Road Roland Performance (Nightcrawling)

A special performance of my song ‘Nightcrawling’, exclusively for Roland in 2019, filmed at the legendary Abbey Road Studios in London.

Seoul Community Radio Presents: Patch Notes – Salamanda

“The first time we got involved with Seoul Community Radio was in 2019 when we joined their mix series,” explain Yetsuby and Uman Therma, a leftfield ambient and DJ duo who perform and make music together as Salamanda. “SCR has been a major outlet for Seoul-based underground DJs and producers for a long time,” they continue, “so we both knew about the station before we started Salamanda. SCR has always been very supportive towards the electronic music scene in Seoul and has hosted many great events, so either as Uman, Yetsuby or as Salamanda, we love being on their shows.” Influenced greatly by 20th century minimalism, the duo use an assortment of modular synths, effects pedals, carefully selected samples and their own voices to craft diaphanous ambient compositions that drift between the organic and the cosmic, more often than not accompanied by nostalgic pixel art. Back in January the duo released Allez on cult tape label Good Morning Tapes, a beautiful, psychedelic collection of tracks that serves as deep dive into the world of Salamanda. For their contribution to the Seoul Community Radio Residency, the duo decamped to Unlooked For Blessing, a plant shop and café owned by local DJ Jjongho, to gently guide us through a gauzy performance using a variety of synths, sequencers, pedals and software. Using Ableton Live to control looping in real time, the duo used an Akai APC 40 Mk2 alongside a TC Helicon Vocal Box Duplicate, as well as a Korg Minilogue connected to the Boss Reverb pedal for sequencing and controlling delay time, feedback, resonance and envelope generation.“The electronic music scene in Seoul is small but big, harmonized while being diverse, and has order within disorder,” explains the duo. “Due to the COVID-19 and the pre-existing vulnerabilities of the arts and culture sector, our favorite local venues have temporarily or permanently closed. Accordingly, we’ve been doing more online-based activities and recording mixes for radio broadcasts to reach out to listeners. While doing so, we tried (and are still trying) to find what would be the most interesting way for the audiences who are now watching and listening to us at home.” While Salamanda are sorely missing their local spots, one of the more positive effects of the COVID-19 pandemic in Seoul has been a greater focus on localized scenes, as well as how best to present these smaller communities to the world, an experience echoed by Seoul Community Radio’s Rich Price. “During those quieter times when there was a curfew we’ve really focused on the music,” he says. “Whereas before we’d have a lot of visiting guests, it’s been 100% locals really, with a smattering of contributions online from from people abroad.” For more information about Salamanda and their music you can follow them on Instagram and check out their Bandcamp and SoundCloud. Tune into Seoul Community Radio via their website and YouTube and for more information follow the station on Instagram.

“A primeira vez que nos envolvemos com a Seoul Community Radio foi em 2019, quando nos juntamos à série de mixagem deles”, explicam Yetsuby e Uman Therma, uma dupla de DJs e ambientes esquerdistas que tocam e fazem música juntos como Salamanda. “SCR tem sido um grande veículo para DJs e produtores undergrounds de Seul por um longo tempo”, eles continuam, “então nós dois sabíamos sobre a estação antes de começarmos a Salamanda. A SCR sempre apoiou muito a cena da música eletrônica em Seul e já hospedou muitos grandes eventos, então, como Uman, Yetsuby ou Salamanda, nós amamos estar em seus shows ”. Muito influenciada pelo minimalismo do século 20, a dupla usa uma variedade de sintetizadores modulares, pedais de efeitos, samples cuidadosamente selecionados e suas próprias vozes para criar composições ambientais diáfanas que oscilam entre o orgânico e o cósmico, na maioria das vezes acompanhadas por pixel art nostálgico. Em janeiro, a dupla lançou Allez no selo cult Good Morning Tapes, uma bela e psicodélica coleção de faixas que serve como um mergulho profundo no mundo de Salamanda.

Por sua contribuição para a Residência da Seoul Community Radio, a dupla mudou para Unlooked For Blessing, uma loja de plantas e café de propriedade do DJ local Jjongho, para nos guiar gentilmente por uma performance delicada usando uma variedade de sintetizadores, sequenciadores, pedais e software. Usando o Ableton Live para controlar o loop em tempo real, a dupla usou um Akai APC 40 Mk2 junto com um TC Helicon Vocal Box Duplicate, bem como um Korg Minilogue conectado ao pedal Boss Reverb para sequenciar e controlar o tempo de atraso, feedback, ressonância e envelope “A cena da música eletrônica em Seul é pequena, mas grande, harmonizada ao mesmo tempo em que é diversa e tem ordem dentro da desordem”, explica a dupla. “Devido ao COVID-19 e às vulnerabilidades pré-existentes do setor das artes e cultura, nossos locais favoritos foram temporariamente ou permanentemente fechados. Conseqüentemente, temos feito mais atividades on-line e mixagens de gravação para transmissões de rádio para alcançar os ouvintes. Enquanto fazíamos isso, tentamos (e ainda estamos tentando) descobrir qual seria a maneira mais interessante para o público que agora está nos assistindo e ouvindo em casa ”. Embora Salamanda esteja sentindo muita falta de seus pontos locais, um dos efeitos mais positivos da pandemia COVID-19 em Seul tem sido um maior foco em cenas localizadas, bem como a melhor forma de apresentar essas comunidades menores ao mundo, uma experiência ecoada por Rich Price da Rádio Comunitária de Seul. “Durante aqueles momentos mais calmos, quando havia toque de recolher, nós realmente nos concentramos na música”, diz ele. “Considerando que antes tínhamos muitos visitantes visitantes, eram 100% locais, na verdade, com um punhado de contribuições on-line de pessoas no exterior.”

Para mais informações sobre o Salamanda e sua música, você pode segui-los no Instagram e conferir seu Bandcamp e SoundCloud. Sintonize a Rádio Comunitária de Seul por meio de seu site e do YouTube e, para obter mais informações, siga a estação no Instagram.

Seoul Community Radio Presents: Against the Clock – Lionclad

Over the coming week Seoul Community Radio will present a selection of some of its most exciting members, from MPC gymnasts and experimental hip-hop iconoclasts to modular synthesists and electro-acoustic experimenters. First up is a very special Against The Clock

Na próxima semana, a Rádio Comunitária de Seul apresentará uma seleção de alguns de seus membros mais empolgantes, desde ginastas do MPC e iconoclastas experimentais do hip-hop a sintetizadores modulares e experimentadores eletroacústicos. O primeiro é um contra o relógio muito especial

CHVRCHES, Robert Smith – How Not To Drown (Official Video)

Official Video for CHVRCHES “How Not To Drown” featuring Robert Smith.

Joel Chadabe, experimentador da música eletrônica, morre aos 82 anos

Compositor e defensor do gênero, Chadabe devotou-se ao que um crítico qualificou como o “casamento entre os humanos e seus computadores”
Por Alex Vadukul – The New York Times

O compositor Joel Chadabe  na State University of New York em Albany, onde foi contratado aos 27 para dirigir o estúdio de música eletrônica da universidade

Joel Chadabe, um dos compositores que introduziram a música eletrônica nos anos 1960, que posteriormente desenvolveu softwares de composição musical e criou a Fundação da Música Eletrônica, uma organização de defesa desse gênero musical, morreu em 2 de maio, em sua casa em Albany, Nova York. Ele tinha 82 anos.

Sua mulher, Françoise Chadabe, afirmou que a causa foi câncer ampular, uma rara forma da doença, semelhante ao câncer de pâncreas.

Em 1965, quando Chadabe tinha 27 anos e a música eletrônica ainda era incipiente, a Universidade do Estado de Nova York em Albany o convidou para dirigir o estúdio de música eletrônica da instituição. Ele havia se graduado recentemente na faculdade de música de Yale e gostava de jazz e ópera, mas precisava de um emprego, então aceitou a proposta. De sua posição na universidade, Chadabe começou a explorar as maravilhas de fazer música com máquinas.

“Aceitei, acho, porque porque para mim isso era uma fronteira”, afirmou em uma entrevista à Universidade de Minnesota, em 2013. “Era a nova fronteira da música, e vi possibilidades ilimitadas.”

Logo depois, Chadabe (pronuncia-se cha-da-BII) incumbiu Bob Moog, que começava a desenvolver um sintetizador comercial, de construir um para o estúdio. Inicialmente, Chadabe pôde pagar apenas por parte do sintetizador (que ele alimentava com uma bateria de carros), mas depois de conseguir financiamento suficiente, pediu a Moog para criar o que chamou de “supersintetizador”. O resultado, conhecido pelo acrônimo em inglês CEMS (Estúdio Coordenado de Música Eletrônica), foi um sistema que ocupava completamente uma sala da universidade e oferecia vastas possibilidades sonoras. Estudantes logo passaram a fazer fila para experimentar o equipamento.

Chadabe logo se viu maravilhado com as máquinas. Ele esperava o campus esvaziar e, de noite, ficava a sós com o sintetizador, girando seus botões para criar paisagens sonoras. Ele passou a compor música eletrônica prolificamente e lançou vários álbuns experimentais, incluindo “After Some Songs”, de 1995, que apresentava abstrações do músico sobre standards de jazz, e “Many Times …”, de 2004.

Chadabe organizava concertos na universidade para os quais convidou compositores avant-garde como Alvin Lucier e Julius Eastman para apresentar suas obras. Em 1972, John Cage visitou o estúdio para gravar “Bird Cage”, uma colagem sonora composta por estridentes pios que ele havia registrado em aviários. Chadabe também comprou para a universidade um dos primeiros sistemas Synclavier, o sintetizador digital usado por grupos como KraftwerkDepeche Mode e Genesis.

Em uma crítica de um desses concertos, em 1983, Bernard Holland escreveu no New York Times que “Chadabe parecia estar em todos os lugares ao mesmo tempo, fazendo perguntas gentis e tímidas a respeito de quem seria o regente e quem faria  acompanhamento nesse novo casamento entre os humanos e seus computadores, a respeito de como e quão completamente as pessoas lidarão com as potenciais riquezas e as intimidantes complexidades dessa nova adição à nossa família de instrumentos musicais”.

Nos anos 1980, Chadabe começou a desenvolver softwares de composição que músicos podiam usar para criar temas eletrônicos em casa. Ele fundou uma empresa chamada Intelligent Music, que lançou programas como M, Jam Factory e UpBeat, que a banda New Order usou para gravar seu álbum “Technique”, de 1989.

Em 1994, Chadabe constituiu a Fundação da Música Eletrônica, uma organização sem fins lucrativos com objetivo de divulgar a música eletrônica. O grupo organizou concertos e festivais; tinha um selo de gravação que lançava obras de compositores como Cage, Laurie Spiegel e Iannis Xenakis; e manteve uma loja online de CDs.

“Muita gente importante na cena eletrônica não era exatamente relevante em termos de público, mas Joel era incrivelmente interconectado com a comunidade e atingiu muitos ouvidos com a Fundação da Música Eletrônica”, afirmou Kyle Gann, que foi por muito tempo crítico de música de vanguarda do jornal alternativo The Village Voice. “Ele tinha uma tremenda influência no underground.”

Quando artistas como Daft Punk e Chemical Brothers chegaram ao sucesso nos anos 1990, Chadabe considerou que era vital documentar a história da música eletrônica enquanto os pioneiros do gênero ainda estavam vivos. Ele publicou o livro “Electric Sound: The Past and Promise of Electronic Music”, com mais de 150 entrevistas com personalidades como Moog e compositores como Milton Babbitt, Pierre Henry e Éliane Radigue, além de Ikutaro Kakehashi, fundador da Roland Corp. e um dos arquitetos do padrão de interface MIDI (inevitavelmente, as contribuições do próprio Chadabe também foram incluídas no livro).

Ao entrevistar seus personagens, Chadabe tentou descobrir o que os motivou a fazer música com máquinas.

“Eu perguntava para as pessoas, ‘Por que você usa a eletrônica’”, recordou-se na entrevista para a Universidade de Minnesota. “Uma das respostas que eu mais escutava era, ‘Para produzir qualquer tipo de som’.”

Joel Avon Chadabe nasceu em 12 de dezembro de 1938, no Bronx, e cresceu na região de Throgs Neck. Seu pai, Solon, era advogado. Sua mãe, Sylvia (Cohen) Chadabe, era dona de casa.

Joel frequentou a escola particular Bentley, em Manhattan, e estudou piano erudito. Seus pais queriam que ele fosse advogado, mas em vez de direito, ele estudou música na Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill, onde de formou em 1959. Em Yale, ele estudou com o compositor Elliott Carter e depois que se graduou no mestrado, em 1962, continuou os estudos com Carter na Itália. Ele estava em Roma quando ouviu falar da incomum vaga de trabalho na Universidade do Estado de Nova York em Albany.

Além de sua mulher, ele deixa o filho, Benjamin, e uma irmã, Susan Strzemien. /TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL