Hometown — Shot on iPhone by Phillip Youmans homenageia fotógrafos negros

Em homenagem ao Mês da História Negra, 32 dos fotógrafos Negros mais visionários do país nos mostram suas cidades natais. Phillip Youmans, o mais jovem diretor a vencer no Tribeca Film Festival, segue vários de nossos criadores de imagens enquanto cada um deles celebra a experiência negra, a excelência negra, o amor e a imaginação.

00:08​ Lawrence Agyei, Chicago, Illinois @lawrenceagyei https://apple.co/3pY5c7t

01:33​ Gabriella Angotti-Jones, Los Angeles, CA @ga.briella https://apple.co/3uv1Ts5

03:06​ Lauren Woods, Charlotte, North Carolina @_portraitmami https://apple.co/3bHcmYO

04:24​ Julien James, Washington, D.C @sirjulienjames https://apple.co/2ZTTv7k

Aprenda quatro maneiras de aproveitar a câmera do seu smartphone

Com os recursos existentes hoje, é possível ir além de selfies e vídeos rápidos
Por J.D. Biersdorfer – The New York Times

Uma das possibilidades é criar imagens em formato panorâmico

Mesmo se você não tiver o melhor e mais moderno dos smartphones, as ferramentas para fotografias podem ir além das mais comumente usadas, como o modo retrato e vídeos rápidos. Com um sistema operacional razoavelmente atualizado, você pode ter sessões de fotos ativadas por voz, criar imagens em formato panorâmico, gravar vídeo em diferentes velocidades de reprodução e até fazer pesquisas na internet a partir de uma imagem.

O conjunto de recursos exato, é claro, depende do software da câmera que você está usando e também do hardware do seu celular. Confira abaixo quatro dicas de como aproveitar os recursos dos aplicativos de câmera do Google (para Android) e da Apple (para iPhones).

Tire fotos sem usar as mãos

assistente virtual do seu smartphone pode controlar parte do trabalho de captura de imagem. Com a assistente do Google, por exemplo, basta dizer “Ok, Google, tire uma foto” ou “Ok, Google, tire uma selfie” e a câmera será ativada – ela exibirá uma contagem regressiva e tirará a foto. Você também pode pedir à assistente para compartilhar as fotos, começar a gravar um vídeo, entre outras coisas. A assistente do Google está disponível para Android e iOS.

Siri, assistente da Apple, também responde a muitos pedidos. O software abre o aplicativo de câmera do iPhone se você disser “E aí, Siri, tire uma foto”, mas fica com você a tarefa de tocar no botão para tirar a foto. Os telefones com iOS 12 ou posterior podem usar o aplicativo Shortcuts gratuito da Apple para estabelecer comandos que a Siri pode executar quando instruída – como abrir a câmera e enviar a imagem automaticamente por e-mail depois de tirar a foto.

A Bixby, assistente presente em muitos aparelhos Galaxy, da Samsung, também tira fotos e grava vídeos sob comando.

Aproveite o modo panorâmico

Quer tirar uma foto que é grande demais para o espaço do visor da câmera? Não é preciso um aplicativo extra ou um celular com lente grande angular: basta usar o modo panorâmico da câmera. Com a ferramenta, é possível tirar uma série de fotos e o software as combina em uma única imagem.

No Android, abra o app de câmera do Google e deslize para a esquerda ao longo do menu horizontal na parte inferior da tela. Toque no botão Modos, selecione Panorama e pressione o botão do obturador enquanto move lentamente o telefone para capturar a imagem. No aplicativo de câmera do iPhone, deslize para a esquerda, selecione Pano e siga as instruções na tela. Você também pode pedir às assistentes de voz para abrir a câmera diretamente no modo panorâmico.

O menu Modos no Android também inclui uma opção chamada Photo Sphere para realizar uma volta completa e capturar uma cena em 360 graus. Para usar essa função, toque no botão do obturador e deixe o software guiá-lo. Aqui vale uma observação: embora o modo Pano para iOS não chegue a 360 graus, o aplicativo Google Street View possibilita o modo Photo Sphere no iPhone.

Altere a velocidade do vídeo

Tanto no celular Android quanto no iPhone é possível incluir modos para adicionar efeitos cinematográficos ao seu vídeo. A opção time lapse acelera a reprodução de eventos lentos, como o pôr do sol ou tempestades. Já a função de câmera lenta grava em velocidade normal e diminui a velocidade da ação no clipe gravado, o que dá um tom de drama aos vídeos.

Para acessar as configurações no app de câmera do Google, deslize para a esquerda no menu horizontal até Vídeo e selecione o modo de gravação – câmera lenta, normal ou time lapse – junto com a velocidade desejada; ritmos menores, como 5x, geralmente são melhores para gravações mais curtas. No aplicativo da Apple, deslize para a direita no menu até chegar a time lapse ou câmera lenta; toque no botão de alternância rápida no canto superior para ajustar a resolução e a velocidade.

Manter o telefone parado, sem mexer, resulta em um vídeo com time lapse melhor, então considere um tripé se você não tiver um lugar para apoiar o dispositivo. E a câmera lenta normalmente funciona melhor em ambientes externos, longe de certos tipos de iluminação interna que podem causar oscilações no vídeo.

Pesquise informações a partir de uma imagem

Google Lens é um aplicativo de reconhecimento de imagem movido por inteligência artificial. Ele pode já estar instalado no seu celular, já que faz parte do cardápio de plataformas para Android. Quem tem um iPhone pode encontrá-lo no Google Fotos ou no Google app. Além disso, a Samsung tem um aplicativo Bixby Vision semelhante para seus telefones.

Quando você aponta sua câmera para algo (ou abre uma foto que você já tirou) e toca no ícone quadrado do Google Lens, o software analisa a imagem e procura informações relacionadas por meio de sua conexão com a internet. O Google Lens é capaz de identificar animais e plantas, pesquisar produtos, reconhecer pontos de referência e muito mais.

O Google Lens também pode traduzir texto em uma imagem e usa realidade aumentada para mostrar as palavras em seu idioma preferido. Não é bem um “tradutor universal” como aquele das histórias de ficção científica, mas está chegando lá. /TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Fotógrafa carioca Ana Alexandrino ganha espaço dentro da música ao clicar nomes quentes da cena

Ana Alexandrino já trabalhou com Letrux, Alice Caymmi e Ava Rocha
Eduardo Vanini

A foto de Letrux foi feita com improviso Foto: Ana Alexandrino / Ana Alexandrino

Muito antes do Instagram, havia o Fotolog, um desdobramento dos blogues, em que as imagens eram o grande barato. Foi por lá, em meados dos anos 2000, que a fotógrafa carioca Ana Alexandrino começou a encontrar a sua turma, salpicada por futuros expoentes da música brasileira, como Letícia Novaes, mais conhecida como Letrux, e Ana Cláudia Maiolino, a Mãeana. “Ficamos amigas de viajar e acampar. Acabou que montamos um grupo em que fomos crescendo juntos, um ajudando ao outro”, recorda-se.

Uma vez que os portões foram abertos, Ana mergulhou fundo na cena musical e por lá se estabeleceu. Sua assinatura está hoje em capas de álbuns, singles, EPs e fotos de divulgação de cantores descolados como Duda Beat, Alice Caymmi, Ava Rocha, Luana Carvalho e, claro, suas amigas de Fotolog. O primeiro trabalho do tipo foi a capa de “Plano de fuga para cima dos outros e de mim” (2014), álbum de estreia da banda Letuce, que tinha Letrux nos vocais. Na imagem, há um beijo subaquático trocado entre a cantora e seu ex-namorado e parceiro de banda, Lucas Vasconcellos. “Todo mundo pensa que é Photoshop, mas fizemos aquilo na piscina da casa da minha avó (no Leblon)”, conta.

Alice Caymmi já teve suas "verdades" clicadas por Ana Foto: Ana Alexandrino
Alice Caymmi já teve suas “verdades” clicadas por Ana Foto: Ana Alexandrino

Se a morada da família serviu de cenário, o conhecimento herdado do pai foi parte importante da bagagem. Ana é filha do fotógrafo Antônio Celso de Souza e Silva (morto em 2009), que atuou em publicações como “O Pasquim”. “Ele me deu a primeira câmera, quando eu tinha 20 anos. Vi as fotos que fez da Xuxa antes de ela operar o nariz”, diverte-se, lembrando que o pai também a ensinou como deixar as fotografias mais humanizadas. “Mal sabia ele que me tornaria uma retratista, com uma produção focada em gente.”

Ao descrever o seu trabalho, Ana diz buscar, acima de tudo, a verdade de quem se posta diante de suas lentes. Justamente por isso, ela acredita, as pessoas gostam dos resultados. “A Letícia (Novaes) tem uma veia na testa que, se eu tirar, ela manda voltar”, ilustra, ao passo que a cantora destaca a capacidade da fotógrafa em improvisar. É o caso da imagem que abre esta matéria. “Eu estava em São Paulo e precisava de foto de divulgação”, diz Letícia. “Liguei dizendo: ‘Amiga, vem aqui no hotel, mas não tem maquiador’. Aí começaram os disfarces, tipo usar a toalha na cabeça. Gosto desse olhar despretensioso.”

A fotógrafa Ana Alexandrino Foto: Patricia Musso
A fotógrafa Ana Alexandrino Foto: Patricia Musso

Alice Caymmi é outra que já teve suas nuances reveladas pela fotógrafa. “Algumas vezes, ela pegou a câmera e tirou fotos que não divulguei, mas mostram uma verdade minha daquele momento. E isso vira algo muito precioso”, descreve a cantora.

Foi justamente por meio dessa sensibilidade que Ana achou um caminho para não se distanciar do ofício, quando as fotos presenciais foram suspensas por causa da pandemia. Ela criou o projeto “Fotopatia”, em que explora as câmeras que as pessoas têm em suas casas para dirigi-las remotamente. “Vi que estava rolando essa coisa de fotografar à distância e comecei a queimar a cuca para encontrar uma alternativa. Acabei descobrindo que o olho no olho está presente mesmo nesses trabalhos.”

Ava Rocha também já posou para a fotógrafa Foto: Ana Alexandrino
Ava Rocha também já posou para a fotógrafa Foto: Ana Alexandrino

A primeira sessão foi com o cantor Marcelo Perdido. “Ele montou um set no banheiro, colocou a máquina num tripé e eu dizia: ‘Vira o queixo para o lado, olha para a luz’”, detalha a fotógrafa, que atualmente mora em São Paulo e já “viajou” para diferentes lugares com a técnica. “Tenho uma foto para fazer na Holanda, mas, como lá está frio, a luz ainda não está boa.”

Entre os próximos trabalhos, Ana organiza uma exposição on-line de seus retratos em preto e branco e quer montar um projeto de nus. “Tenho fotos de todas as minhas cantoras e atrizes peladas. Em alguns casos, eu até fico nua antes delas para que fiquem à vontade. Quando acaba o climão, acesso a pessoa de um modo que proporciona resultados surpreendentes.” A julgar pela fidelidade da clientela, é difícil imaginar o contrário.

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer

A lista, majoritariamente marcada por profissionais brasileiros, inclui fotógrafos especializados em decoração, interiores e urbanismo
FOTOS FERNANDO GUERRA / ANDRÉ KLOTZ / EVELYN MÜLLER / JOANA FRANÇA / RUY TEIXEIRA / FRAN PARENTE / RAFAEL RENZO / MANUEL SÁ / MAÍRA ACAYABA / MARIANA ORSI

SQS 202 bloco HI (Foto: Joana França)

Nesta sexta-feira, 8 de janeiro, é celebrado o Dia do Fotógrafo. A data marca a chegada da primeira câmera fotográfica ao Brasil, no ano de 1840. Desde então, milhares de pessoas, em diversas áreas, transformaram a fotografia em suas profissões. Na arquitetura, na decoração e no urbanismo, estes profissionais possuem um papel essencial. Afinal, é por meio da fotografia que é possível transmitir sensações, criar referências e representar o que há em um ambiente.

Para celebrar a data, listamos dez fotógrafos que atuam com arquitetura e decoração que você precisa conhecer. Todos os profissionais selecionados divulgam seus trabalhos no Instagram e são uma excelente maneira de conhecer novos espaços e se inspirar sem sair de casa. Confira!

Mariana Orsi

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto: Mariana Orsi)
Cozinha projetada pelo Quattrino Arquitetura (Foto: Mariana Orsi)

Uma das fotógrafas mais conhecidas por quem se interessa por arquitetura é a Mariana Orsi. Arquiteta e urbanista, a fotógrafa possui mais de 140 mil seguidores no Instagram, onde compartilha fotos autorais de arquitetura e decoração, com foco em interiores. Além disso, ela é também uma das responsáveis pelo projeto Click a Pé, que organiza passeios fotográficos pelas ruas de São Paulo.


Maíra Acayaba

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto: Maíra Acayaba)
Restaurante MLB (Foto: Maíra Acayaba)

Fotos autorais de arquitetura, interiores e paisagens ao redor do mundo marcam o perfil da fotógrafa Maíra Acayaba no Instagram. Especialista em fotografia de arquitetura, Acayaba publicou, junto a ETH Zurich, um guia online de arquitetura em São Paulo, que foi exibido na X Bienal de arquitetura de São Paulo.


Manuel Sá

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto:  )
Casa em Ibiúna projetada por Rocco Arquitetos (Foto: Manuel Sá)

O fotógrafo Manuel Sá também é bastante conhecido por quem acompanha fotografias de arquitetura e urbanismo nas redes sociais. No Instagram, o profissional possui mais de 1.500 publicações com fotos autorais de interiores, arquitetura e cidades que representam diversas regiões do Brasil.


Rafael Renzo

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto:  )
Cozinha projetada pelo Voa Arquitetura (Foto: Rafael Renzo)

Outra boa indicação para quem quer acompanhar fotografias autorais de arquitetura é o fotógrafo Rafael Renzo. Formado pela Escola Panamericana de Arte, Renzo atua na área de fotografia de arquitetura e decoração há cerca de dez anos. Em seu perfil no Instagram, o fotógrafo compartilha imagens de interiores e de paisagens urbanas.


Fran Parente

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto:  )
9/11 Memorial Museum (Foto: Fran Parente)

Transitando entre São Paulo e Nova York, o fotógrafo Fran Parente faz registros de arquitetura, interiores e paisagens. Com quase 50 mil seguidores no Instagram, o profissional compartilha alguns de seus trabalhos feitos para escritórios de arquitetura e veículos de comunicação, além de divulgar fotos autorais de importantes construções ao redor do mundo.


Ruy Teixeira

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto: Ruy Teixeira)
Apê do casal de criativos João Paulo Siqueira Lopes e Stephanie Wenk que foi capa da edição de novembro de 2020 da Casa Vogue(Foto: Ruy Teixeira)

Não há como falar de fotografia de arquitetura sem mencionar o fotógrafo Ruy Teixeira. Atuando com design e arquitetura desde 1994, o profissional já colaborou com marcas, designers e arquitetos de diversos países ao redor do mundo. Teixeira é responsável ainda pelo livro “Brasília Palace”, um ensaio fotográfico sobre a primeira construção feita por Niemeyer em Brasília. No Instagram, o fotógrafo publica fotos que representam ambientes, itens de decoração, peças de mobiliário e arquitetura.


Joana França

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto:  )
SQS 202 bloco HI (Foto: Joana França)

Quem acompanha a fotógrafa Joana França no Instagram, pode contemplar um mix de imagens de paisagens urbanas, fachadas de edifícios e importantes construções espalhadas pelo país. A profissional é responsável ainda por uma série de fotografias aéreas que revelam o dia a dia nas cidades.


Evelyn Müller

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto:  )
Casa decorada por AR Arquitetura & Design (Foto: Evelyn Müller)

O trabalho da fotógrafa Evelyn Müller é ideal para quem busca imagens de decoração, interiores e arquitetura residencial. Com 25 anos de experiência, a profissional compartilha fotos autorais produzidas para escritórios de arquitetura e veículos de comunicação.


André Klotz

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto:  )
Hotel Polana Serena, em Moçambique (Foto: André Klotz)

“Pessoas, lugares e arquitetura” é a biografia escolhida pelo fotógrafo André Klotz para resumir as publicações de sua página no Instagram. Nas postagens, o profissional retrata cenários espalhados ao redor do mundo com ênfase nas pessoas, nas construções e na natureza.


Fernando Guerra

10 fotógrafos de arquitetura que você deveria conhecer (Foto:  )
Casa projetada pelo escritório Jacobsen Arquitetura (Foto: Fernando Guerra)

Navegar pelo Instagram do fotógrafo português Fernando Guerra é como viajar sem sair de casa. Especializado em fotografia de arquitetura, o profissional possui mais de 7 mil publicações que representam construções espalhadas por diferentes países e que representam culturas bastante distintas.

Modelo de máscara hiper-realista feita por impressão 3d no Japão

Modelo de máscara hiper-realista feita por impressão 3d no Japão Issei Kato/Reuters

Miley Cyrus posa pelada em caixão para livro de amigo fotógrafo Vijat Mohindra

Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm

Miley Cyrus posou cheia de estilo para a capa e o recheio do primeiro livro do fotógrafo Vijat Mohindra.

Sempre ousada e sensual, a cantora e atriz e 27 aos aparece pelada dentro de um caixão e cobrindo suas partes íntimas com flores em uma das fotos. Na capa da publicação, aparece usando uma roupa de diabinha em látex. 

Acostumado a registrar cores quentes, Vijat mostra a artista usando diferentes figurinos, alguns colados e outros mais espalhafatosos. Miley e Vijat são tão amigos, que a cantora foi quem escreveu o prefácio da obra.

“Estou morrendo de ansiedade e torcendo para que vocês vejam logo meu primeiro livro fotográfico”, festejou ele, em sua página no Instagram, onde costuma postar muitas fotos da cantora.

Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm
Miley Cyrus estampa a capa e o recheio do livro do fotógrafo Vijat Mohindra – Foto: Reprodução/ Instagram@vijatm

Trevor Paglen examina a história da fotografia e sua relação com a vigilância estatal

Mostra de Paglen faz das tecnologias contemporâneas seu conceito central, mas grande parte das obras olham para o passado
Sophie Haigney, The New York Times – Life/Style

O artista americano Trevor Paglen em Berkeley, Califórnia. Foto: Aubrey Trinnaman/The New York Times

Em uma pequena galeria no Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh, há um cubo de acrílico repleto de peças de computador. A caixa tem cerca de 40 cm de lado, uma reminiscência da caixa de Donald Judd, atualizada para a era digital. É também um hotspot de Wi-Fi aberto com a qual é possível conectar o celular.

Mas antes que o seu telefone se conecte com a internet, ele determina o tráfego por meio da rede do Projeto Tor, que torna o seu celular anônimo, assim como localização e atividade. Quando se conectar, você poderá andar pelo museu sem que seja possível localizá-lo. Esta escultura, intitulada Autonomy Cube, é o tipo de objeto pelo qual Trevor Paglen, de 45 anos, se tornou conhecido, como um dos principais artistas que chamam a atenção para o poder e a ubiquidade da tecnologia de vigilância.

“Ele faz parte de uma série à qual eu me refiro como objetos impossíveis”, diz ao se referir à sua mais recente obra em uma entrevista por telefone. Ele lançou também uma escultura de um satéliteno espaço que descreveu como “um espelho gigantesco no céu, sem valor comercial ou científico, unicamente de valor estético”.

Ele enviou também uma cápsula do tempo com 100 imagens de toda a história humana, em uma órbita perpétua, micro-esculpida em um disco em uma concha folheada a ouro. Estes objetos devem ser considerados “impossíveis” porque não há nenhum incentivo à sua criação em um mundo em que o desenvolvimento tecnológicofoi comercializado, em que a vigilância já se tornou comum e onde o espaço continua em grande parte militarizado.

Sua produção seria, então, um ato de otimismo? “Eu não usaria a palavra ‘otimismo’, mas o que você quer dizer com aquela palavra está ali”, disse Paglen. “São muito contraditórias entre si e contraditórias em relação aos sistemas em que se encontram”. O Autonomy Cube está instalado no Carnegie Museum em uma mostra da obra de Paglen intitulada Opposing Geometries.

Organizada como parte da Hillman Phtography Iniciative 2020, uma incubadora de pensamento inovador sobre fotografia, a mostra poderá ser visitada até março. Como quase toda a obra de Paglen, a mostra faz das tecnologias contemporâneas o seu conceito central, mas grande parte das obras aqui olham para o passado, também.

A exposição, sobre fotografias, demonstra principalmente que embora hoje “vigilância”, “visão computadorizada” e “aprendizado das máquinas” tenham se tornado termos da moda, eles têm uma longa história interligada à fotografia. A mostra inclui imagens da série They Took the Faces From the Accused and the Dead… que reúne milhares de fotos de um banco de dados do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, um arquivo de retratos falados que foi usado para testar os primeiros programas de software de reconhecimento facial sem o consentimento dos envolvidos.

Nas versões de Paglen, partes dos rostos dos envolvidos são bloqueadas, deixando estranhos buracos quadrados que constituem ao mesmo tempo uma referência das suas identidades roubadas e também um meio de devolvê-las ao anonimato. “A mostra olha formas históricas de fotografiae a relação entre essas formas de fotografia e diferentes tipos do poder da polícia ou do poder do Estado”, disse Paglen. “O que é essa relação entre a fotografia e o poder?”.

Autonomy Cube já passou por diversos museus no mundo e agora pode ser visto em Pittsburgh, nos EUA. Foto: Twitter @trevorpaglen

A multiplicidade de significados na obra de Paglen faz parte do seu apelo a tecnólogos e pensadores. “Há muita retórica a respeito de como a Inteligência Artificial (IA)mudará o mundo, e as pessoas não se dão conta de quanto a tecnologia já mudou o mundo, e depois delas perceberem isto, muitas vezes reagem com pavor ou se sentem impotentes”, disse David Danks, professor de filosofia da Carnegie Mellon University, cuja obra versa sobre ética tecnologia e que faz parte da equipe de criação da Hillman Photography Iniciative. 

“Acho que um aspecto realmente importante da obra de Trevor é o fato de que ela não só implica uma reação, não só educa. Acho que Trevor é muito bom em dar indiretamente indicações às pessoas sobre como elas podem tornar-se autônomas.” Muitas das obras nesta exposição são extensões do constante interesse de Paglen nas relações entre fotografia e inteligência artificial, como a sua ImageNet Roulette, um projeto de arte digital e aplicativo que viralizou no fim do ano passado e permitia aos usuários carregarem seus rostos para ver como a IA poderia rotulá-los.

Frequentemente, os resultados foram racistas, sexistas ou mesmo estereotipados – um choque para os usuários, que solicitaram à ImageNet, um grande banco de dados de imagens, a retirada de meio milhão de imagens. No entanto, em Opposing Geometries, Paglen – que é PhD em geografia e tem mestrado em Belas Artes – medita sobre a história das imagens e sobre o futuro. “Se olharmos para estas histórias de produção tecnológica da imagem, elas são sempre, se não parte de um projeto militar, pelo menos adjacentes a um projeto e alimentadas por ele, por isso, de certo modo, temos estas histórias muito contíguas”, afirmou.

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This is another piece that was supposed to open at @altmansiegel a few weeks ago. This is from a body of work that looks at 19th Century photography in the western US in relation to contemporary forms of computer vision and AI. Trying to think through some of the histories of image-making, technology, extraction, and colonialism that create a thread from contemporary Silicon Valley to 19th Century survey photography. The place is a weird ridge in Nevada that was photographed by Timothy O’Sullivan on the Wheeler “reconnaissance” survey of the west in 1867 – O’Sullivan’s image is one of my all-time favorite photographs ever made. It took me years to find this place – rummaging around the desert over many summers. One time I thought I’d found it. Problem was that it got dark and there was no trail and I only knew that my truck was about 2 miles north of me parked on a dirt road that was perpendicular to the direction I’d hiked. I had to follow the north star (good thing I had to learn how to read the sky from photographing satellites). I have to admit I never actually found the site. I was talking to Bill Fox one day and mentioned my ongoing quest, and he told me he’d been there with Mark Klett. Bill put me in touch with Mark, who very generously gave me the GPS coordinates – Mark had found the site as part of his “Third View” project with Byron Wolf. The image is made with an 8×10 camera, whose film has been scanned and run through the computer vision software that we built in my studio and then printed as a traditional gelatin silver print. Karnak, Montezuma Range Haar; Hough Transform; Hough Circles; Watershed, 2018 Silver gelatin print Triptych, each element: 80 × 39.9 in. (203.20 × 101.35 cm) 81 ½ × 121 in. (207.01 × 307.34 cm) (framed)

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Entre estas histórias entrelaçadas, estão a da fotografia e da colonização do Oeste americano. Enquanto imagens indeléveis de lugares como as do parque Yosemite, tiradas nos anos 1860, há muito tempo fazem parte do tecido dos mitos americanos. Paglen está interessado nelas enquanto primitivas afirmações de controle militar.

O Departamento da Guerra (atualmente conhecido como Departamento de Defesa) financiou inúmeras missões de reconhecimento no Oeste, realizadas nos anos 1860 e 1870, e enviou fotógrafoscomo testemunhas da conquista do novo território. Entretanto, estas fotos sublimes, disse Paglen, eram como “o olhar do Estado sobre um novo território”, tema que ele explora em sua exposição no Carnegie Museum.

Algumas das fotos de Paglen parecem se estranhamente com as primeiras fotografias de Carleton Watkins do parque Yosemite e na realidade foram criadas usando um processo de impressão histórico chamado ‘albumen’. Mas ele também passou as fotografias por algoritmos de visão computacional, que têm dificuldade para identificar os objetos no seu ambiente natural, gerando linhas e formas na superfície das imagens.

As fotosque resultam do processo são ao mesmo tempo hiper-modernas e antigas, ligando passado e presente pela tecnologia. “Há mais imagens hoje feitas por máquinas para máquinas para serem interpretadas do que todas as imagens que existiram para a humanidade”, disse Dan Leers, o curador de Opposing Geometries. “Mas em lugar de levantar as mãos, Trevor faz o caminho inverso da história da fotografia e, em alguns casos, volta a usar especificamente as imagens existentes, e, em outros, admitindo processos históricos na produção destas imagens”. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

Dupla Mert & Marcus compartilha clique de Irina Shayk nua segurando peixe-espada

Clique foi feito pela dupla Mert & Marcus

Irina Shayk e o peixe-espada Foto: Mert Alas / Instagram

O domingo do fotógrafo Mert Alas, da dupla Mert & Marcus, começou com um clique superousado da modelo Irina Shayk. Na imagem, a russa aparece de costas, nua, segurando um peixe-espada. Na legenda, apenas o nome dela e a hashtag #sunday (domingo).

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i r i n a #sunday

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Segundo o portal models.com, Irina, de 34 anos, é uma das modelos mais sexy e bem-paga da indústria, figurando na lista de ícones da moda, lista que inclui Carol Trentini, Isabeli Fontana e Ashley Graham.

Como organizar as milhares de fotos acumuladas nos últimos anos

Apesar de parecer uma tarefa interminável, algum métodos podem ajudar a finalmente organizar fotos impressas e digitais
Por Sarah Firshein – The New York Times

Com tantas horas dentro de casa e a saudade de ver parentes e amigos, não há momento melhor do que agora para organizar fotos

Ao passar mais tempo em casa, temos a oportunidade de enfrentar projetos ambiciosos de todo o tipo, seja tentar aquela receita de pão caseiro ou melhorar o próprio espaço de trabalho. Mas ainda há uma tarefa que parece impossível: organizar as centenas, ou milhares (ou até centenas de milhares) de fotografias digitais e impressas. A ideia de classificá-las é aparentemente tão desafiadora que é melhor nem começar. As imagens se acumulam, o ciclo continua.

Mas, com tantas horas dentro de casa e a saudade de ver parentes e amigos, não há momento melhor do que agora para romper essa inércia.

“Quanto mais as fotos forem visíveis e acessíveis para nós, maior a probabilidade de lembrarmos do que nos leva a amar as pessoas em nossas vidas”, disse Eric Niloff, cofundador e diretor executivo da EverPresent, empresa de Boston que digitaliza e organiza fotos de família.

Mesmo se você tiver centenas de gigabytes (GB) reunidos ao longo de seis trocas de aparelho — de acordo com Niloff, o cliente comum da EverPresent tem no iPhone algo entre 15 mil e 20 mil fotos digitais — ou caixas de álbuns de décadas atrás, eis algumas maneiras simples de catalogar e organizar suas imagens.

Menos ênfase na abrangência e na classificação

“Sentar e dizer ‘Vou organizar meticulosamente 50 anos de slides e álbuns de fotografias e 10 anos de fotos digitais distribuídas em oito dispositivos’ é uma estratégia que dificilmente dará certo”, disse Niloff.

Em vez disso, ele sugeriu definir parâmetros específicos (organizar dois anos de fotos, por exemplo, ou fazer isso por duas horas a cada semana) e avançar gradualmente a partir daí. Reúna tudo em um lugar — fotos impressas podem ficar no chão, e as digitais em um computador, o melhor lugar para manter um arquivo mestre. No chão podemos criar pilhas do tipo “sim”, “não” e “talvez”; as imagens digitais podem ser marcadas como favoritas (ou “curtidas” no aplicativo Photos, da Apple) ou apagadas.

“Depois que entramos no ritmo favoritando as imagens, em poucas horas vemos como resultado uma linha do tempo coerente”, disse Niloff.

Cathi Nelson, fundadora da comunidade global Photo Managers, que organiza fotos, usa um sistema de hierarquização que ela chamada de “ABCS”: Álbum (as melhores imagens, dignas de um lugar em um álbum físico ou online); Backup ou caixa (fotos que queremos guardar, mas não precisam estar acessíveis); Corte (ou lata do lixo); e Stories, ou narrativas (fotos que evocam uma lembrança especial e merecem ser guardadas).

“Muitas emoções são despertadas nesse processo: haverá nostalgia e tristeza”, disse Cathi. “Mas não se perca: a ideia é olhar para cada foto por dois ou três segundos, no máximo.”

Ela também segue a regra dos 80/20: quando a classificação chegar ao fim, é provável que 80% de suas fotos sejam destinadas ao lixo, seja físico ou digital. Se a ideia dos 20% restantes despertar empolgação, isso indica progresso.

Coloque etiquetas nas fotos impressas e pense em digitalizá-las

Fotos avulsas precisam de um pouco mais de amor. Se, após a classificação, restar uma quantidade administrável delas, transfira os agrupamentos naturais para álbuns ou caixas de arquivo e repare no critério que as une, seja o ano ou as pessoas retratadas.

Se preferir manter um acervo completo no computador — imagens digitais são mais fáceis de transformar em presentes e compartilhar com outros — será necessário usar um scanner de boa qualidade e muita paciência e tempo livre. Uma alternativa é procurar serviços de digitalização na internet.

Coloque etiquetas nas fotos digitais e arquive-as

A maioria dos aplicativos de fotos permite que os usuários insiram palavras-chave personalizadas, que podem então ser usadas na busca por imagens específicas. Niloff recomenda começar com categorias básicas como pessoas, animais de estimação, hobbies e férias.

“A diferença entre 3 mil fotos sem etiqueta e 300 fotos organizadas por categoria pode ser a diferença entre seus filhos aprenderem a história daquelas imagens ou não”, disse ele.

Pastas (“Cartão de Natal 2020″, “Imprimir para a vovó”) facilitam o preparo das imagens para um projeto e permitem que outros (crianças, por exemplo) naveguem pelas imagens no seu dispositivo. Lembre que a cronologia ou a falta de uma cronologia não são a palavra final.

“Eis aí outro obstáculo que impede as pessoas de seguir com a organização”, disse Cathi. “Elas abrem uma caixa e pensam, ‘Céus, não consigo lembrar se o Johnny tinha 7 ou 8 anos nessa foto’. Mas, por mais que nossa vida tenha uma ordem cronológica, nossa memória das vivências é semântica. Quais são os temas das nossas vida? Viagem, parentes, férias: cada um tem critérios valiosos que podem ser usados para agrupar fotos.”

Apagar, fazer backup e compartilhar

Depois que seu arquivo mestre estiver sob controle, é importante manter a ordem. Niloff sugere definir intervalos periódicos – cinco minutos por semana, o último domingo do mês, etc. — para analisar as novas imagens e se livrar daquelas destinadas ao lixo.

“Temos um medo psicológico da ideia de deletar”, disse Cathi. “Mas, se nunca deletamos nada, a probabilidade de voltarmos a procurar essas fotos só vai diminuir.”

O que fazer com as novas fotos que desejamos incorporar ao acervo de alguma maneira? Isso varia de acordo com os critérios de cada um. Niloff ensina que uma tática é transferi-las para o computador e fazer backup em um drive externo ou serviço de armazenamento na nuvem. Apague do computador as imagens destinadas ao arquivo, deixando apenas as favoritas, que devem ser etiquetadas e classificadas. É como se atuássemos como leão de chácara do nosso acervo: só será aceito aquilo que é considerado digno.

Depois disso, vale tudo, mas os especialistas incentivam o compartilhamento de fotos em algum lugar, seja como um organizado e estiloso álbum fotográfico, como imagens impressas no tamanho 12×15 em papel reluzente, usadas em cartões de Natal personalizados ou mesmo em um perfil do Instagram.

“Quando estamos sempre organizando as fotos sem ter onde dar vazão a elas, sem álbuns de fotos nem publicações nas redes sociais, vivemos um estado de ‘paralisia analítica’”, disse Niloff. “Envie três fotos por mensagem a um amigo, crie uma apresentação de slides ao som de Taylor Swift: pense em algo que crie uma conexão com as pessoas.” /TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL