Google lança celular Pixel 6 com versão Pro e processador próprio

Os novos modelos apresentam, pela primeira vez, um processador desenvolvido pela empresa e ainda não têm data para chegar ao Brasil
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

Os dois modelos também marcam o lançamento oficial do Android 12, novo sistema operacional do Google

Google anunciou nesta terça-feira, 19, seus novos celulares Pixel 6 e Pixel 6 Pro. Os aparelhos, desenvolvidos integralmente pela empresa, possuem processador próprio pela primeira vez na história e têm preços a partir de US$ 600. Ainda não há data de lançamento para os modelos no Brasil. 

Em evento online, a empresa lançou seus modelos de 2021 em duas versões com a proposta de adicionar um aparelho em uma categoria avançada, para competir com outros celulares com maior desempenho — pela primeira vez, a companhia aposta em uma versão “Pro” de seus celulares. 

Com uma traseira que chama atenção pelo o que o Google chama de “câmera bar”, os aparelhos combinam cores diferentes entre uma faixa (sempre preta) em alto relevo que abriga as lentes do celular. Nos dois modelos, o conjunto de câmeras é de 50 Megapixels (MP) com uma lente ultra-angular de 12MP. A versão Pro ainda apresenta uma lente teleobjetiva de 48MP. As câmeras também apresentam uma tecnologia chamada Real Tone, que ajusta e reconhece elementos da imagem para preservar a cor real de pele das pessoas fotografadas. 

Com uma traseira que chama atenção pelo o que o Google chama de “câmera bar”, os aparelhos combinam cores diferentes
Com uma traseira que chama atenção pelo o que o Google chama de “câmera bar”, os aparelhos combinam cores diferentes

Processador próprio

Uma das novidades apresentadas para os dois modelos foi a entrada do Google no mercado de produção dos seus próprios processadores de celular: o Google Tensor. O novo processador da empresa reúne elementos de CPU e TPU (Tensor Processing Unit) personalizado para inteligência artificial (IA), com dois núcleos de alta performance e quatro núcleos de eficiência. 

Além disso, a GPU é de 20 núcleos — de acordo com a  empresa, a performance da GPU é 370% maior do que o modelo anterior, Pixel 5. Na CPU, o novo chip é 80% mais rápido que o modelo antigo (o Pixel 5 utiliza processador Snapdragon 765G). Ainda de acordo com o Google, o chip tem capacidade comparável ao Snapdragon 888, da Qualcomm.

O processador reúne elementos de CPU e TPU personalizado para inteligência artificial (IA), com dois núcleos de alta performance e quatro núcleos de eficiência
O processador reúne elementos de CPU e TPU personalizado para inteligência artificial (IA), com dois núcleos de alta performance e quatro núcleos de eficiência

Outro chip presente na linha Pixel 6 é o Titan M2. O processador é dedicado exclusivamente a proteger dados armazenados no celular como senhas e informações de cartão de crédito, por exemplo. 

“Este ano é um pouco diferente — temos hardware de última geração, o que significa que o Pixel pode oferecer um desempenho ainda mais impressionante no mundo real, bem como novas experiências baseadas em IA que nunca foram possíveis antes”, disse Rick Osterloh, vice-presidente de produtos e serviços do Google.

Modelos

Os dois modelos também marcam o lançamento oficial do Android 12, novo sistema operacional do Google. Com isso, os aparelhos se juntam com os modelos anteriores do Pixel na inauguração do sistema — a nova versão do Android sofreu mudanças consideráveis em seu layout e funcionalidade, e deve chegar ao público geral até o final do ano. 

A nova versão do Android sofreu mudanças consideráveis em seu layout e funcionalidade, e deve chegar ao público geral até o final do ano
A nova versão do Android sofreu mudanças consideráveis em seu layout e funcionalidade, e deve chegar ao público geral até o final do ano

O Pixel 6 é o menor aparelho da linha, com 6,4 polegadas e tem taxa de atualização de 90Hz. O modelo também apresenta uma câmera frontal reduzida, de 8MP e duas lentes traseiras: a principal de 50 MP e uma ultra-angular de 12MP.  

No desempenho, o celular chega ao mercado com 8 GB de RAM e armazenamento de 128GB — que pode chegar a 256GB. A bateria é de 4614 mAh, com carregador de 30W. O Pixel 6 sai por US$ 600, nas cores verde, coral e preto. 

Já o Pixel 6 Pro é o primeiro celular da empresa classificado na categoria flagship. O aparelho tem 6,7 polegadas e taxa de atualização de 120Hz — para competir com os demais celulares do segmento no mercado. Um pequeno entalhe carrega a câmera frontal de 11,1MP. Nas lentes traseiras, a principal tem 50 MP e é acompanhada de uma ultra-angular de 12MP e teleobjetiva de 48MP. 

O modelo mais potente tem 12GB de RAM, armazenamento que pode chegar a 512GB (iniciando em 128GB) e bateria de 5003 mAh — considerada pelo Google a maior já adicionada a um smartphone da marca. Nas cores preto, dourado e branco, o Pixel 6 Pro chega ao mercado a partir de US$ 899.

Anatel homologa versão GPS do Apple Watch Series 7 e acessórios

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou hoje as homologações da versão GPS do Apple Watch Series 7, bem como de dois dos seus acessórios.

Está agora liberada para comercialização no Brasil a versão GPS do novo Apple Watch, modelo A2473. Falta ainda ser homologada a versão GPS + Cellular, com código A2476.

Eis os Certificados de Homologação e de Conformidade Técnica do relógio:

Constam nos documentos quatro diferentes unidades fabris para o Apple Watch, três delas na China e uma no Vietnã.

Além do relógio em si, a Anatel também já homologou o carregador magnético do novo Apple Watch (código A2652) e o novo cabo de recarga rápida USB-C (A2515).

Há alguns dias, vale notar, a Anatel concluiu também a homologação de todos os iPhones 13, bem como já liberou as versões Wi-Fi do novo iPad mini e do iPad “normal”. [MacMagazine]

Alexa, da Amazon, virou robô, ganhou rosto e agora pode andar pela casa

Empresa aumenta o portfólio de casa conectada e traz novos dispositivos em evento nesta terça-feira, 28
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

O robô também faz videochamadas, identifica sons, tem reconhecimento facial e aviso de possíveis ‘estranhos’ na casa

Amazon anunciou nesta terça-feira, 28, novos dispositivos e serviços para seu ecossistema de produtos inteligentes. A empresa mostrou novidades nas áreas de privacidade, a nova Echo Show 15, semelhante a um “quadro de avisos”, e o seu primeiro robô doméstico, o Astro.

O foco dos lançamentos da Amazon foi ampliar o universo da assistente de voz Alexa e direcionar, ainda mais, seus produtos para construir uma casa inteligente — de uma forma ou de outra, a assistente estave em todos os aparelhos apresentados na transmissão online para jornalistas, em que o Estadão esteve presente. 

A estrela do evento foi o robozinho Astro, que marca a entrada da Amazon no segmento de robótica doméstica. O bichinho é bem próximo de uma Echo Show com rodas. Com uma tela — que inclusive exibe uma carinha quando não está em ligação — o Astro recebe comandos, já que está integrado à Alexa, e pode percorrer a casa fazendo o monitoramento de animais domésticos, por meio de câmeras na tela e uma lente periscópio (com uma haste que regula altura).

O Astro Alexa Together, um serviço de assinatura com funções de monitoramento de idosos e pessoas com algum tipo de demanda de cuidado extensivo
O Astro Alexa Together, um serviço de assinatura com funções de monitoramento de idosos e pessoas com algum tipo de demanda de cuidado extensivo

O robô também faz videochamadas, identifica sons — de latido ou objetos quebrando, por exemplo — tem reconhecimento facial, com aviso de possíveis ‘estranhos’ na casa e também está integrado ao Alexa Together, uma ferramenta lançada pela empresa também no evento, que funciona como um serviço de assinatura com funções de monitoramento de idosos e pessoas com algum tipo de demanda de cuidado extensivo.

Sem data para chegar ao mercado fora dos EUA, o Astro deve aparecer nas prateleiras americanas até o final deste ano por US$1 mil.

Echo Show 15

O primeiro anúncio do evento foi o Echo Show 15, a caixinha conectada da empresa. Para a nova geração, porém, a ideia sai de um dispositivo de som com tela integrada e passa a ter o display como protagonista do aparelho. A versão é como se fosse uma moldura na parede: com bordas imitando um quadro, a tela tem 15,6 polegadas e conta com uma câmera de 5 megapixels (MP). O processador utilizado, Amazon AZ2 neutral Edge, é, também, uma nova geração dentro da empresa.

Além disso, o Echo Show 15 tem uma nova ferramenta de aplicativos, que permite dividir a tela em diversos blocos, como se fosse um painel de recados. Segundo a Amazon, o aparelho foi pensado para famílias e tem integrações de aplicativos para mais de um membro, por exemplo. 

 A Echo Show 15 consegue detectar qual é o membro da casa que está diante do quadro e, por reconhecimento, mostra as atividades específicas daquele usuário
 A Echo Show 15 consegue detectar qual é o membro da casa que está diante do quadro e, por reconhecimento, mostra as atividades específicas daquele usuário

Outra novidade implementada foi o Visual ID, uma identificação facial por meio da câmera do dispositivo. Com o recurso, o Echo Show 15 consegue detectar qual é o membro da casa que está diante do quadro e, por reconhecimento, mostra as atividades e outras funcionalidades específicas daquele usuário. No Brasil, o aparelho ainda não tem data de lançamento, mas será vendido por R$1,9 mil.

Ainda sobre as caixinhas conectadas, a Amazon anunciou que os modelos Echo (4ª geração) e Echo Show 10 vão receber atualizações de privacidade para usuários. Um novo recurso vai oferecer a possibilidade de habilitar um controle local de processamento do comando de voz, por meio de um chip. Assim, caso o usuário deseje, o Echo não vai enviar os comandos de voz para nuvem na decodificação e esse processo será todo feito diretamente no hardware do aparelho. Por enquanto, a atualização está prevista apenas para os Estados Unidos. 

Amazon Glow

Pensando ainda no cenário de crescimento de chamadas de vídeo durante a pandemia, a empresa apresentou o Amazon Glow, uma espécie de tela conectada com projeções interativas, mirando principalmente o público infantil e sua conexão com parentes que não estão por perto. 

A projeção funciona como uma tela sensível ao toque, onde as crianças podem se entreter com jogos e atividades educativas
A projeção funciona como uma tela sensível ao toque, onde as crianças podem se entreter com jogos e atividades educativas

Como uma caixinha conectada, o dispositivo possui uma tela e uma câmera, que permite que ligações possam ser feitas, mas aposta mesmo na projeção que o aparelho consegue fazer na superfície onde está apoiado. Essa projeção funciona como uma tela sensível ao toque, onde as crianças podem se entreter com jogos e atividades educativas enquanto conversam pela Glow.

A Glow ainda possui conexão com outros aplicativos da empresa e com a Alexa e pode ser acessada à distância para as chamadas. O aparelho deve chegar nos EUA nas próximas semanas por US$ 250. 

Amazon Halo View

A Amazon adicionou uma tela com display Amoled integrada com o app da pulseira
A Amazon adicionou uma tela com display Amoled integrada com o app da pulseira

De olho também no universo fitness — que tem sido bastante explorado por empresas de tecnologia, como a Apple — a Amazon lançou a segunda linha da pulseira inteligente Halo. Desta vez, a gigante tentou se aproximar um pouco mais do que já pode ser encontrado no mercado e adicionou uma tela com display Amoled integrada com o app da pulseira. 

Outras funções que a nova Halo vai oferecer para os clientes são a medição de oxigênio no sangue, monitoramento de exercícios e sono, registro de notificações e a conexão com dois novos serviços de assinatura da Amazon: o Halo Fitness, semelhante ao Fitness+ da Apple, com atividades físicas guiadas, e o Halo Nutrition, um app para registrar e personalizar cardápios e a alimentação individual.  A pulseira chega ao mercado americano até o final do ano por US$ 80, com pulseiras roxa, verde e preta.

Microsoft lança celular com duas telas e laptop “monstro”; veja dispositivos

Dispositivos incluem notebooks com teclado removível e celular dobrável, e devem chegar às lojas em 5 de outubro
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

O Surface Laptop Studio é a maior aposta dos lançamentos deste ano e vai para as lojas por US$ 1,6 mil 

Microsoft anunciou nesta quarta-feira, 22, os novos dispositivos da linha Surface, desenvolvidos de olho no Windows 11, novo sistema operacional da empresa. Lançados nos EUA, os dispositivos incluem o Surface Pro 8, esperado pelo público há alguns anos, e outros notebooks “conversíveis”. Os aparelhos chegarão ao mercado em 5 de outubro — mesma data de lançamento do Windows 11. Não há informações sobre chegada no Brasil. 

A principal intenção da Microsoft no evento online, em que o Estadão esteve presente, era apresentar o desenvolvimento de novos dispositivos integrados com o Windows 11. Os aparelhos apresentados vieram com foco na praticidade da “transformação”: todos os notebooks possuem teclado que podem ser removidos ou escondidos da tela — a ideia é usar a potência de um computador mas ter a mobilidade de um tablet à disposição. 

Além disso, a empresa apresentou a sua versão de um celular “dobrável”, com duas telas e tamanho de tablet. Veja os aparelhos apresentados pela Microsoft:

Surface Pro 8

O Surface Pro 8 combina o design do Surface Pro X com um chip Intel e uma série de outras melhorias 

O Surface Pro 8 foi o primeiro a ser apresentado — e um dos mais aguardados. O computador chega com 32 GB de memória RAM, tela de 13 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e processador quad-core de 11ª geração da Intel. Outra novidade foi a inclusão da porta Thunderbolt 4, de entrada USB-C. 

Surface Pro 8

O teclado do Surface Pro 8 também traz novos recursos neste ano, com um espaço para a Surface Slim Pen 2, a caneta digital da marca. A Slim Pen 2, integrada ao computador, fica em um compartimento magnético no teclado, que mantém a caneta sempre carregada e  possui vibrações para simular a pressão de um lápis no papel. O Surface Pro 8 vai custar US$ 1,1 mil nos EUA, nas cores prata ou grafite.

stylus do Surface Laptop Studio

O computador chega com 32 GB de memória RAM, tela de 13 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e processador quad-core de 11ª geração da Intel

Surface Go 3

A Microsoft também apresentou o Surface Go 3, seguindo o mesmo design do seu anterior, com tela de 10,5. A evolução aparece no processador do aparelho: das versões com Intel Gold ou Intel m3, o Surface Go 3 passa a carregar processadores Intel Pentium Gold ou Core i3. Segundo a empresa, o upgrade significa ter um dispositivo cerca de 60% mais rápido do que o último lançamento.

O Surface Go 3 tem a possibilidade de remover o teclado, mas não inclui o compartimento para a Surface Pen
O Surface Go 3 tem a possibilidade de remover o teclado, mas não inclui o compartimento para a Surface Pen

Assim como o Pro 8, o Surface Go 3 tem a possibilidade de remover o teclado, mas não inclui o compartimento para a Surface Pen — mas conserva o carregamento magnético quando encaixado no corpo do aparelho. O Surface Go 3 sai por US$ 400, com teclado nas cores preta, cinza, grafite ou vermelha. 

Surface Laptop Studio

O último computador apresentado pela Microsoft foi o Surface Laptop Studio. Como um notebook um pouco mais tradicional, o dispositivo ainda trabalha a mesma ideia de trazer um tablet ou uma tela de trabalho sem teclado para o usuário. Nesse caso, o teclado não é removível, como no Surface Pro e Surface Go, mas possui um mecanismo em que é possível deslizar a tela até transformá-la em apenas um display. 

O sucessor do Surface Book tem tela de 14,4 polegadas, com um display PixelSense que suporta taxa de atualização de 120 Hz e o sistema de mídia Dolby Vision. O dispositivo também chega com processador quad-core Core i5 ou Core i7, ambos da 11ª geração, e possibilidade de placa gráfica Intel Iris Xe ou Nvidia’s RTX 3050, a depender do modelo escolhido. 

Além disso, o dispositivo vai ter as opções de 16 GB e 32 GB de RAM, e até 2 TB de armazenamento removível com SSD. O Surface Laptop Studio vai para as lojas por US$ 1,6 mil, na cor prata.

O dispositivo vai ter as opções de 16 GB e 32 GB de RAM
O dispositivo vai ter as opções de 16 GB e 32 GB de RAM

Surface Duo

No tópico de celulares, a novidade foi o Surface Duo, modelo “dobrável” da Microsoft. A proposta, porém, é diferente dos modelos do setor: não ter dobras no display e sim unir duas telas diferentes, conectadas no dispositivo, que podem funcionar separadamente ou integradas. Segundo a Microsoft, isso significa ter um teclado, um controle de games ou uma tela de apoio para as atividades principais. A lateral também mostra uma espécie de notificação, que vem da tela por uma abertura na lateral do celular, que mostra as horas e notificações — o aparelho não tem tela na parte externa. 

O aparelho também reúne chip Snapdragon 888, topo de linha da Qualcomm, com suporte à rede 5G e taxa de atualização de 90 Hz. Juntas, as duas telas têm 8,3 polegadas e o aparelho possui um sistema de câmera tripla de 16 MP, com lentes grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva. 

Segundo a Microsoft, as duas telas do Duo dão autonomia para tarefas diferentes no mesmo dispositivo
Segundo a Microsoft, as duas telas do Duo dão autonomia para tarefas diferentes no mesmo dispositivo

“Os últimos oito meses nos relembraram o quão importante é um computador para estudar, trabalhar e fazer atividades. Com a nova geração do Windows, a gente desbloqueia uma nova geração de dispositivos. Para nós, a linha Surface sempre foi um catalisador de inovação. Hoje, nós estamos criando uma nova categoria de notebooks”, afirmou Satya Nadella, presidente da Microsoft, no evento.

iPhone 13: veja quais iPhones saem de linha ou perdem suporte com a chegada dos novos modelos

Com a chegada de novos modelos, alguns aparelhos deixam de ser vendidos pela Apple

O iPhone 13 Pro é finalizado em aço escovado e vem nas cores cinza espacial, dourado, prateado e azul. O painel tem taxa de atualização ajustável, que a Apple batizou de ProMotion. Nas telas, o iPhone 13 Pro vem com 6,1 polegadas, enquanto o iPhone 13 Pro Max chega com tela de 6,7 polegadas

A Apple apresentou nesta terça-feira, 14, seus quatro novos modelos de iPhone: o iPhone 13, iPhone 13 Mini, iPhone 13 Pro e o iPhone 13 Pro Max. Com a chegada dos novos produtos, a empresa atualizou o catálogo de aparelhos e alguns modelos antigos deixarão de ser comercializados. 

Tanto no Brasil como no exterior, a chegada dos iPhones novos fez com que a Apple deixasse de vender oficialmente os iPhones 12 Pro, 12 Pro Max e iPhone 12 Mini. Os dois modelos já não estão disponíveis no site da marca e a intenção é que, quem procura um celular mais avançado e com câmeras mais potentes vá direto aos modelos de 2021. Quem quiser encontrá-los terá de procurar no varejo ou em operadoras. 

Já o iPhone 12 continua no portfólio da empresa, juntamente com o iPhone SE 2020, lançado em 2020, e o iPhone 11. No site, já é possível ter informações sobre os modelos iPhone 13, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max com preços que começam em R$ 6,6 mil e podem chegar à R$ 15,5 mil. Todos os modelos já estão à venda no site da empresa. 

Dispositivos ficarão sem o iOS 15?

Neste ano, todos os aparelhos que já receberam o iOS 14 estão contemplados com a nova atualização. Portanto, nenhum modelo está excluído da lista. O modelo mais antigo, o iPhone 6S, de 2015, ganhou mais um ano de vida, portanto.

As novidades incluem um FaceTime com recursos como isolamento de voz e compatibilidade com Android, um Modo Não Perturbe mais customizado e aplicativo de Fotos mais ‘profissional’ na hora de criar memórias.

Anunciados na edição online da Worldwide Developers Conference, a WWDC, em junho, o iOS 15 da Apple foi lançado em um evento online em junho, juntamente com outros sistemas operacionais da marca:  iPadOS 15, watchOS 8 e macOS Monterey. Saiba o que achamos do novo iOS 15 neste texto. 

Confira a lista de dispositivos compatíveis com iOS 15:

iPhone 12, iPhone 12 mini, iPhone 12 Pro, iPhone 12 Pro Max (2020)

iPhone 11, iPhone 11 Pro, iPhone 11 Pro Max (2019)

iPhone XS Max e iPhone XS (2018)

iPhone XR (2018)

iPhone X (2017)

iPhone 8 e iPhone 8 Plus (2017)

iPhone 7 e iPhone 7 Plus (2016)

iPhone SE (ambos)

iPhone 6s e iPhone 6s Plus (2015)

iPod touch (7.ª geração, de 2019)

Novo iPad mini ganha tela maior, USB-C e 5G

iPad mini de sexta geração

Depois de vários rumores, a Apple enfim lançou a sexta versão do iPad mini, a qual está recheada de novidades!


Com um display Liquid Retina de 8,3 polegadas, o novo iPad mini segue o visual do iPad Air, incluindo o Touch ID no botão de ligar/desligar — e nada de porta Lightning, já que agora o tablet conta com uma entrada USB-C!

As cores também foram inspirados nas do iPad Air, sendo elas: rosa, cinza, roxo e dourado.

O novo iPad mini conta com um chip A15 Bionic, cuja CPU1 até 40% mais rápida e uma GPU2 até 80% mais rápida. Além disso, o Neural Engine está até 2x mais rápido. Ele agora também é compatível com conexões 5G.

As câmeras frontal e traseira também foram atualizadas: a traseira ganhou um sensor de 12 megapixels com Focus Pixel e flash True Tone; já a câmera frontal, também de 12MP, suporta o recurso Palco Central (Central Stage). Os alto-falantes também foram atualizados, com suporte a estéreo no modo paisagem.

Naturalmente, o novo iPad mini ganhou novos acessórios — bem como suporte ao Apple Pencil de segunda geração, com fixação magnética e carregamento.

O novo iPad mini está disponível hoje para compra nos Estados Unidos, com modelos de 64GB e 256GB (Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular), a partir de US$500. [MacMagazine]

Ray-Ban Stories Review: The Cool and Creepy of Facebook Cameras In Your Sunglasses | WSJ

Ray-Ban and Facebook have teamed up to make a camera-equipped pair of $299 sunglasses. WSJ’s Joanna Stern tested them, and they looked so normal, very few people knew she was recording. Illustration: Preston Jessee for The Wall Street Journal

Ray-Ban e Facebook se uniram para fazer um par de óculos de sol de US $ 299 com câmera. Joanna Stern do WSJ os testou e eles pareciam tão normais que poucas pessoas sabiam que ela estava gravando. Ilustração: Preston Jessee para The Wall Street Journal

Facebook e Ray-Ban lançam óculos inteligente com música e câmera

O dispositivo era uma promessa aguardada da empresa e será vendida por US$ 299
Por Agências – Reuters

Os óculos foram criados em parceria com a fabricante do Ray-Ban, EssilorLuxottica

Facebook anunciou, nesta quinta-feira, 9, seus primeiros óculos inteligentes, como parte de seu objetivo para entregar ao público aparelhos compatíveis com realidade aumentada. Os óculos, criados em parceria com a fabricante do Ray-Ban, EssilorLuxottica, permitem que os usuários ouçam música, atendam ligações ou tirem fotos e façam vídeos curtos para compartilhar nos serviços do Facebook, por meio de um aplicativo complementar.

A linha de óculos começará a ser vendida por US$ 299 dólares, segundo o Facebook. A empresa, que relatou receitas de cerca de US$ 86 bilhões em 2020, ganha a maior parte do seu dinheiro com anúncios, mas tem investido em realidade virtual e aumentada, desenvolvendo hardwares como fones de ouvido e Oculus VR, e trabalhando em tecnologias de pulseiras para suportar óculos de realidade aumentada.

O principal cientista do Facebook afirmou ano passado que a empresa estava de cinco a 10 anos de conseguir levar ao mercado verdadeiros óculos de realidade aumentada, que sobreporiam objetos virtuais à visão do mundo real do usuário.

Gigantes de tecnologia, como AmazonSnapGoogleMicrosoft Apple têm competido para desenvolver óculos inteligentes, mas as primeiras ofertas, como o Google Glass, se provaram difíceis de serem vendidos devido ao alto preço e por problemas de design.

A Snap lançou um óculos de realidade aumentada este ano, mas não estão à venda, disponíveis apenas a criadores. O executivo-chefe da Snap, Evan Spiegel, disse em 2019 que sua expectativa era que demoraria uma década até os consumidores adotarem óculos inteligentes de realidade aumentada de maneira ampla.

O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, recentemente anunciou que a empresa montou uma equipe para trabalhar na construção do metaverso, ambiente virtual compartilhado que a empresa aposta que será o sucessor da internet móvel.

O Facebook, que tem sido criticado pela forma como lida com dados do usuário, disse na quinta-feira que não acessará a mídia usada pelos clientes de óculos inteligentes sem consentimento. Também disse que não usará conteúdo de fotos e vídeos capturado com óculos e armazenados no aplicativo Facebook View para anúncios personalizados. 

Novos fones ANC da Logitech são ideais para videoconferências

São os primeiros fones certificados para o Google Meet, o Microsoft Teams e o Zoom

Logitech anunciou esta semana uma nova opção de fones de ouvido Bluetooth para uso profissional: o Zone True Wireless. Com um design discreto, eles têm a intenção de substituírem aqueles headsets muito usados em escritórios e recepções, e ainda contam com alguns diferenciais perfeitos para quem faz muitas videoconferências.

O Zone True Wireless possui todos os recursos já esperados em fones de ouvido neste segmento: construção premium, design intra-auricular, certificação IP68, Bluetooth 5.0, seis microfones para cancelamento ativo de ruído, modo transparência e drivers de 12mm que garantem uma reprodução sonora imersiva — ideal para ambientes de trabalho movimentados.

Logitech Zone True Wireless

De fato, o Zone True Wireless foi pensado para o público profissional. Estes são os primeiros fones sem fio certificados para utilização em programas de videoconferência como o Google Meet, o Microsoft Teams e o Zoom — cujo uso, no último ano, cresceu 2,5x.

Logitech Zone True Wireless

Além de se conectarem facilmente a esses apps, os fones apresentam uma ótima qualidade de voz para ligações e são perfeitos para videoconferências por conta do seu botão dedicado para silenciar o microfone.

Logitech Zone True Wireless explodida

Graças à combinação de seis microfones integrados, a Logitech garante que sua voz soará cristalina, mesmo em ambientes barulhentos. Um dos microfones faz a captura da voz por condução óssea e, combinado com o tecido que ajuda a eliminar o ruído de vento e de outros barulhos externos, oferece som de qualidade profissional.

A partir do aplicativo Logi Tune, é possível configurar várias opções de cancelamento e ganho dos microfones.


É possível conectá-los de forma simultânea a um smartphone e a um computador usando o Bluetooth 5.0 ou um receptor wireless USB-A, incluso na caixa — provendo, assim, uma conexão ainda mais estável entre os fones e o computador. É possível, também, conectar um dos lados dos fones ao laptop e o outro a um smartphone.

Logitech Zone True Wireless mesa

A autonomia dos fones com ANC ligado é de seis horas para conferências e de nove horas para reprodução de áudios. O estojo de recarga pode ser recarregado via USB-C ou sem fio (padrão Qi). Além disso, o estojo ainda oferece até duas cargas e meia aos fones e, caso você precise de uma carga rápida, cinco minutos no estojo se traduzem em uma hora extra de conversa.

Logitech Zone True Wireless

A proposta do Zone True Wireless é ser uma opção discreta e elegante, ideal para profissionais que participam de muitas videoconferências. Por enquanto, ainda não sabemos se/quando os fones chegarão ao Brasil; nos Estados Unidos, eles estarão disponíveis no final do ano por US$300 (nas cores rosa e grafite).

A Logitech ainda anunciou uma opção de fones de ouvido com fio por US$100, também com um design discreto, microfone com cancelamento de ruído e a mesma certificação para apps de videoconferência.

VIA CNET