9to5Mac – MagSafe finalmente está se tornando útil! – Bateria ChargeFast MagSafe

Hands-on with the ChargFast 5000mAh MagSafe Battery pack

Novo acessório da PopSockets ajuda a tirar fotos com o iPhone

Novo acessório da PopSockets ajuda a tirar fotos com o iPhone

PopSockets, fabricante dos PopGrips (aqueles indefectíveis acessórios retráteis que ficam presos à traseira do seu iPhone ou qualquer outro smartphone), continua pensando em formas de expandir as possibilidades de uso da traquitana e torná-la mais útil e interessante para os seus usuários.

A novidade de hoje é o PopMount 2 Photo, um acessório com propósito bem simples: dar aos usuários dos PopGrips uma forma fácil de apoiar e estabilizar o smartphone na hora de tirar fotos.

O acessório nada mais é do que um pequeno tripé (ou melhor, monopé) no qual você pode encaixar a PopGrip do seu smartphone; com isso, o usuário tem uma espécie de “alça” para estabilizar o dispositivo durante a captura de fotos ou vídeos. A parte inferior do PopMount pode ser fixada a tripés e outros acessórios com roscas 1/4″-20, para deixar o smartphone estável numa superfície.

O PopMount 2 Photo é compatível com todos os modelos de PopGrips, então você pode usá-lo basicamente com qualquer smartphone ou dispositivo móvel; o aparelho pode ser utilizado tanto em modo paisagem quanto em modo retrato.

A mais recente novidade da PopSockets já pode ser adquirida no seu site oficial, por US$15.

VIA 9TO5MAC

Satechi lança carregador duplo para Apple Watch e AirPods

Satechi lançou nesta semana, nos Estados Unidos, um novo produto compacto e muito bacaninha.

É o USB-C Watch AirPods Charger — que, como o nome já indica, trata-se de um carregador duplo para Apple Watch e AirPods.

À venda exclusivamente em Apple Stores, o produto aproveita a possibilidade de a porta USB-C poder ser conectada de ambos os lados para oferecer, de um lado, uma base para o Apple Watch e, do outro, uma superfície de recarga Qi para os AirPods.

Ele não poderia ser mais prático e compacto, pesando apenas 46g. E, sendo USB-C, pode ser conectado tanto a Macs quanto a iPads recentes — ou então diretamente a um adaptador de tomada, é claro.

O acessório sai por US$50. [MacMagazine]

VIA THE VERGE

Robô-aspirador ganha espaço e vira eletrônico fundamental na pandemia

Com o lar transformado em escritório e escola, equipamentos que limpam sozinhos os ambientes deixam de ser um produto de nicho e caminham rumo à popularização
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

Em alguns lares, o robozinho ganha nome e sobrenome além das tarefas domésticas

Uma cena da série Gilmore Girls, que foi exibida pelo canal americano The CW, é famosa por mostrar a mãe Lorelai e a filha Rory Gilmore — cada uma em uma cidade diferente — falando ao telefone enquanto assistem, admiradas, um pequeno robô aspirar a casa sozinho pela primeira vez. O ano? 2005. Isso significa que robôs que fazem o serviço de aspiradores de pó tradicionais não são exatamente uma novidade. Porém, foi no último ano que eles caíram no gosto de muitos brasileiros. 

Um dos motivos para a ascensão do robô-aspirador é óbvio: a pandemia fez muita gente ficar em casa — o que forçou cada um a ter de lidar mais com a própria bagunça. Não apenas isso: com o lar virando escola e escritório, a produção de sujeira também cresceu, o que impulsionou ferramentas de auxílio nas tarefas domésticas. Foi assim que Débora Costa Melo, engenheira de produção de 25 anos, decidiu que era hora de comprar seu primeiro “robozinho” aspirador de pó.

“Outras pessoas da minha família já tinham, e sempre falavam da experiência, mas parecia algo distante pra mim, por parecer super tecnológico. Acompanhei no Instagram um teste e quando eu vi um modelo de R$ 500 resolvi comprar. Não conseguia ter tempo para limpar a casa no home office e isso me incomodava”, diz.

Débora não foi a única. Um levantamento da consultoria GfK revelou que o crescimento nas vendas dos aspiradores robôs foi de 375% em 2020 no Brasil — o número saltou de cerca de 37 mil em 2019 para quase 176 mil no ano passado. Ainda, o estudo revelou que as maiores altas foram em aparelhos simples, na faixa entre R$ 401 e R$ 500, e os modelos premium, entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil. Atualmente, existem mais de 30 modelos à venda no mercado.  

“Não fosse a pandemia, eles estariam crescendo em ritmo muito menos acelerado. Era uma categoria de nicho. Hoje, você vê o crescimento da faixa mais cara e um crescimento da faixa mais barata. A faixa intermediária encolheu em importância. É como se fossem dois ‘Brasis’ comprando o produto agora”, explica Fernando Baialuna, diretor da GfK. 

O momento, que encorajou a compra por mais usuários, possibilitou que o aparelho se colocasse em uma espécie de fase de transição. Segundo Eduardo Pellanda, professor da PUC-RS, esses dispositivos estão diante de uma grande vitrine.

“Os robôs aspiradores tiveram um precursor, mas hoje já existem diversas marcas. Era uma tecnologia que só uma empresa era proprietária, e já não é mais. Por aqui, as pessoas começaram a se dar conta [da variedade] e foi uma coisa que começou a ter uma necessidade maior durante a pandemia”, diz. 

Para quem já adquiriu um exemplar, o uso do dispositivo é um caminho sem volta. Nicolas Oliveira, engenheiro militar, conta que o aparelho foi um divisor de águas na rotina da casa. “Eu conheci o aparelho porque eu estudava robótica na faculdade e, quando comprei uma caixinha conectada, pesquisei por coisas que poderiam se integrar a ela. Também moro sozinho e queria ter menos trabalho para limpar a casa. Hoje, com certeza, se ele quebrar eu compro outro. Não quero ficar sem”. 

Para quem já adquiriu um exemplar, o uso do dispositivo é um caminho sem volta
Para quem já adquiriu um exemplar, o uso do dispositivo é um caminho sem volta

Como funcionam

O princípio básico para o funcionamento desses robozinhos envolve sensores de aproximação, sensores de toque e algoritmos de varredura. Esses componentes conseguem identificar quando o robô chega perto de alguma barreira — seja ela uma parede ou um móvel — e sinaliza que é preciso mudar de direção. Modelos mais sofisticados possuem, geralmente, um acréscimo justamente na leitura do espaço doméstico: eles também podem identificar materiais de piso, detectar manchas e mapear o ambiente.

Na limpeza, todos os aparelhos possuem um compartimento onde a sujeira aspirada do chão é armazenada — o tamanho varia com os modelos. Um compartimento para colocar água também pode estar presente em alguns dispositivos, com a possibilidade de adicionar também algum produto de limpeza em alguns modelos. 

Esses compartimentos, porém, ainda geram críticas. Alguns usuários dizem que o componente poderia ser maior e mais resistente — acreditam também que deveria ser mais fácil encontrar peças de reposição. 

A bateria também é um grande diferencial desses bichinhos: alguns modelos não possuem a função de retornar para a sua base de carregamento sozinhos, o que diminui a autonomia do robô na quantidade de horas que pode entregar. Em geral, nos dispositivos mais simples, uma carga pode durar de uma a duas horas, e o carregamento pode passar das quatro horas na tomada. Para a engenheira Alyne Yamabe e a advogada Camila Dutra, que dividem um apartamento em Moema, São Paulo, isso poderia melhorar.

“Eu acho que o tempo de carga ainda é longo, quando comparado ao tempo que ele funciona”, diz. Para os que não voltam sozinhos para a base, tem outra desvantagem. “Se acaba a bateria embaixo da cama, por exemplo, para tirar ele de lá dá trabalho”, afirma Camila.  

Com a inteligência artificial (IA), porém, é possível deixar esses dispositivos mais adaptados ao lar. Renato Giacomini, coordenador do curso de Engenharia Elétrica da FEI, afirma que já existem no mercado modelos com tecnologia de visão computacional, onde um sensor Lidar é capaz de escanear o ambiente e construir um mapa da casa. Assim, com a memória, o equipamento trabalha com plena visão dos obstáculos, objetos frágeis e relevos, como um tapete ou um degrau, além de retornar sozinho para a base.

Porém, quanto mais inteligentes os robôs ficam, maior o preço. Modelos como o Cyclone Force, da Samsung, podem custar até R$ 4,5 mil. Um modelo menos sofisticado — mas ainda assim premium —, que retorna sozinho para a base como o da Mi Robot, da Xiaomi, sai por R$ 2,8 mil. 

Quedas nos preços

“A gente imagina que é muito fácil para um robô fazer essa limpeza, mas exige inteligência. Cada sensor a mais aumenta o custo”, afirma Giacomini. A boa notícia é que o movimento de popularização pode fazer os preços caírem ainda mais — o custo diminui à medida que componentes eletrônicos, como sensores e processadores, ficam mais acessíveis para as fabricantes. 

“O hardware fica cada vez mais barato. IA também é uma coisa que já foi muito cara, mas hoje já não é tanto. Conforme os robôs vão evoluindo não vai fazer sentido não ter um. Vai ser como ter uma batedeira em casa”.

Hoje, por exemplo, já é possível encontrar modelos por menos de mil reais que desempenham muitas das funções de um dispositivo avançado. Mesmo com algumas limitações de compartimentos e bateria, os aparelhos podem dar conta do serviço. O RB-01, da Mondial, por exemplo, sai por R$ 550; o Pas08c, da Philco, pode ser encontrado por R$ 750. 

Um robô para chamar de meu

A praticidade e os preços, porém, não são os únicos fatores que motivam as compras desses aparelhos. A robótica tem os seus encantos. É o que mostram Anna Beatriz Lima, 33, e Gustavo Lima, 43. Eles decidiram incluir o robô na lista de presentes de casamento, em 2019. Chamada Rose, a “faz tudo” é um modelo mais sofisticado, e tem sido parte da família, composta também por Gordo, o cachorro da casa.

Mesmo antes da pandemia, Anna já era parte do grupo que se interessava por gadgets domésticos. A integração do robô com as duas caixinhas inteligentes que existem na casa foi um fator ainda mais importante na hora de compor seu pequeno arsenal de casa conectada.

“Robótica doméstica sempre foi um assunto de interesse. Existe a vontade de ter um robô em casa. Não é só a questão da limpeza. As pessoas falam com orgulho, tratam como um pet mesmo. Isso é muito legal”, afirma Giacomini.

“Quando o usuário começa a perceber que existem outras funções interessantes, acaba percebendo que o robô pode ser bastante útil”, afirma Pellanda. Dessa forma, será cada vez mais comum um robô dentro de casa. Até pouco tempo atrás, era um mundo difícil de imaginar até em seriado americano de TV.   

Bateria, sensores e potência: saiba como escolher um robô-aspirador de pó

Diversidade de modelos e oferta de recursos influenciam nos preços dos aparelhos, que vão de R$ 400 a R$ 6 mi
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

Pesquisar antes de comprar o robô aspirador de pó pode evitar dor de cabeça em casa 

Assim como qualquer investimento em um eletrônico, é importante analisar algumas características na hora de escolher o melhor robô-aspirador de pó. Isso porque há uma variedade grande de marcas e de faixa de preço — podem ir de R$ 400 a R$ 6 mil — o que significa que existe diferença nos recursos oferecidos. 

Segundo Eduardo Pellanda, professor da PUC-RS, antes de mirar em algum modelo é necessário observar o ambiente onde ele vai trabalhar. 

“É sempre bom entender o tamanho da sua casa: se tem andares, se tem tapetes, se os cômodos são fáceis de acessar. Também, se na casa existem áreas que não possam ser limpas em algum momento, que tem pet ou crianças. Nesse caso, é importante procurar opções que tenham algum tipo de conectividade para serem monitoradas pelo celular”, explica Pellanda.

Se a sua casa é pequena, um modelo com menor autonomia de bateria — e mais barato — pode ser suficiente. Esses aparelhos podem ser encontrados sem a possibilidade de retornarem sozinhos para a base, o que pode não ser um problema caso tenha poucos cômodos para percorrer. Normalmente, eles têm autonomia entre uma e duas horas fora da tomada e precisam de três a quatro horas para fazer o recarregamento. 

Mas, para locais maiores, talvez seja melhor investir em um aparelho menos dependente do carregador — para evitar ser babá do robozinho. Assim, modelos com maior duração de bateria e carregamento mais rápido podem ajudar na faxina. 

Funções de limpeza também são aliados: existem modelos que aspiram, varrem, passam pano e liberam algum produto de limpeza no chão. Se o objetivo é a manutenção da faxina, as funções apenas de aspirar e varrer podem ser mais interessantes e poupar até algumas centenas de reais na compra. 

Potência

O poder de sucção do aparelho, ou seja, a força com a qual ele aspira, também é um ponto para se atentar. Alguns modelos permitem controlar esse recurso, mas, via de regra, quanto maior o poder de sucção mais limpo o ambiente pode ficar – mesmo modelos pequenos podem ter desempenho igual ou superior ao de aspiradores tradicionais.

Além disso, a quantidade de sensores pode fazer a diferença na durabilidade. Modelos capazes de mapear a casa com sensor Lidar e inteligência artificial (IA) podem, além de limpar com mais eficácia, evitar que o aparelho se choque com outros objetos, o que pode diminuir a vida útil do robô.

O compartimento onde a sujeira é armazenada também é lembrado por Pellanda. Como são pequenos, vale a pena observar a capacidade do reservatório — eles costumam ter entre 200 ml e 400 ml. Hoje, já existem alguns modelos em que o próprio dispositivo descarrega a sujeira em um recipiente na base de carregamento, mas é preciso preparar o bolso.

Veja algumas opções de robô no mercado 

Samsung POWERbot VR7200

Sensores: mapeamento de casa, identificação de obstáculos e relevos

Conexão Wi-Fi: sim

Funções: aspira, varre, passa pano

Capacidade do compartimento: 300 ml 

Altura: 97mm

Carregamento: 2h30

Volta para a base: sim

Potência: 130W

Preço: R$ 4.699

Xiaomi Mi Robot Vacuum

Sensores: mapeamento de casa, identificação de obstáculos e relevos

Conexão Wi-Fi: sim

Funções: aspira, varre, passa pano

Capacidade do compartimento: 420 ml 

Altura: 96mm

Bateria: carregamento em até 4h, funcionamento de até 2h30 sem carregador

Volta para a base: sim

Potência: 55W

Preço: R$ 3.653

Multilaser Orion

Sensores: identificação de obstáculos, anti-queda 

Conexão Wi-Fi: não

Funções: aspira, varre

Capacidade do compartimento: 450 ml 

Altura: 87mm

Bateria: carregamento entre 4h e 5h

Volta para a base: sim

Potência: 30W

Preço: R$ 1.340

WAP ROBOT W100

Sensores: identificação de obstáculos, anti-queda

Conexão Wi-Fi: não

Funções: aspira, varre, passa pano

Capacidade do compartimento: 250 ml 

Altura: 75mm

Bateria: carregamento em até 5h, funcionamento de até 1h40 sem carregador 

Volta para a base: não

Potência: 17W

Preço: R$ 820 (pode ser encontrado por pouco mais de R$ 500 no varejo)

Xiaomi apresenta tecnologia para carregar bateria à distância

Segundo a fabricante chinesa, o sistema Mi Air Charge consegue carregar vários dispositivos a 5W ao mesmo tempo

Ainda não há previsão para o sistema chegar ao mercado

Os fios estão cada vez mais perto de serem extintos. A Xiaomi apresentou nesta sexta-feira, 29, uma tecnologia capaz de carregar a bateria de aparelhos a metros de distância. Segundo a fabricante chinesa, o sistema, chamado de Mi Air Charge, consegue carregar vários dispositivos a 5W ao mesmo tempo – obstáculos físicos aparentemente não reduzem a eficiência de carregamento.

A empresa não especificou o limite de distância para o carregamento, mas disse que o sistema funciona em um “raio de vários metros”. 

A ideia é que o Mi Air Charge funcione tanto para celulares quanto para outros dispositivos tecnológicos, como relógios e pulseiras inteligentes. Uma das grandes apostas da Xiaomi nos últimos anos tem sido a casa conectada, e essa nova tecnologia parece uma ferramenta para integrar ainda mais diferentes aparelhos.  

O sistema funciona com antenas de cinco fases integradas, que conseguem indentificar onde está o dispositivo a ser carregado. Além disso, uma matriz de controle composta por 144 antenas transmite ondas milimétricas com a energia diretamente ao aparelho. 

A Xiaomi disse ao site The Verge que nenhum produto comercial com a tecnologia será lançado neste ano – não há previsão de quando o Mi Air Charge chegará ao mercado. 

Fones Beats Flex ganham duas novas cores

Lançados em meados de outubro passado e homologados pela Anatel algumas semanas depois, os fones Beats Flex acabam de ganhar duas novas opções de cores.

Além das cores preta (Beats black) e amarela cítrica (yuzu yellow) originais, eles agora podem ser comprados também em versões azul incandescente (flame blue) e cinza-fumaça (smoke grey).

Sucessores dos BeatsX, os Beats Flex têm um cordão que passa por trás do pescoço para você ter onde pendurá-los quando necessário — e contam com ímãs para você prender as pontas e criar uma espécie de “colar”.

Eles são equipados com o chip W1 (com emparelhamento facilitado, sincronização de dispositivos via iCloud, etc.), têm uma bateria que oferece até 12 horas de áudio (com recarga Fast Fuel via USB-C), suporte a compartilhamento de áudio e tecnologia Bluetooth Classe 1, para maior alcance de sinal.

Os Beats Flex custam US$50 nos Estados Unidos e R$580 no Brasil. Todas as cores estão com prazo de envio de apenas um dia útil — com exceção da azul, que pode demorar até 2-3 semanas.

VIA SLASHGEAR

AirPods Max estão à venda no Brasil

Na semana retrasada, a Apple iniciou as vendas dos AirPods Max no Brasil, mas poucas horas depois — tal como havia feito há alguns meses, com o iPad de 10,2″ — mais uma vez tirou o produto do ar em sua loja online.

Agora, sim, parece que é para valer!

Os novos fones de ouvidos da Apple — os primeiros circum-auriculares (over-ear) da empresa — foram apresentados no começo de dezembro. Pouco tempo depois, eles foram homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações.

Os AirPods Max chegaram por aqui custando R$6.899 parcelados em até 12x ou R$6.209,10 à vista — comparativamente, eles custam US$549 nos Estados Unidos e 629€ em Portugal.

O prazo de envio de todas as cinco cores (cinza-espacial, prateada, verde, azul-céu e rosa), no Brasil, está no momento em apenas um dia útil.

Dentro da caixa temos os fones, sua Smart Case e um cabo de Lightning para USB-C — nesse artigo você encontra todos os detalhes extras desse novo produto, como dimensões, peso, sensores, microfones, etc.

Galaxy S21 x iPhone 12: veja comparação entre os rivais

Nova família de celulares da Samsung traz mais tamanhos, mais cores e mais câmeras
Por Guilherme Guerra – O Estado de S. Paulo

A Samsung lançou três novos modelos de celulares da família S, a mais popular

Samsung revelou na quinta-feira, 14, o Galaxy S21, a nova família de celulares topo de linha da fabricante sul-coreana. Foram divulgados três novos modelos da linha S, a mais famosa da companhia, com tamanhos, cores e até mesmo materiais variados. Preços no Brasil devem ser anunciados em evento no dia 9 de fevereiro.

A primeira mudança mais perceptível do S21 é que as câmeras traseiras estão unidas à lateral do aparelho por uma peça de metal. Outra novidade que chama a atenção é que há uma maior paleta de cores disponível: violeta, rosa, cinza, branco, preto e prata. 

Para transformar o produto mais acessível para o bolso dos consumidores, a Samsung optou por finalizar o S21 em plástico, enquanto o intermediário S21+ e o topo de linha S21 Ultra são de alumínio. Além disso, não há mais armazenamento externo de cartão microSD nem lente de profundidade no modelo mais simples. Isso fez com que tanto o S21 quanto o S21+ ficassem mais baratos que seus antecessores em US$ 200.

Estadão fez um comparativo entre os celulares Galaxy S21 e o seu maior rival no mercado, o iPhone 12, lançado em novembro de 2020.

Galaxy S21 versus iPhone 12

Esses são os modelos de entrada de suas famílias – mas trazem os recursos que os modelos topo de linha pedem.

Tela

iPhone 12: 6,1 polegadas, OLED

S21: 6,2 polegadas, AMOLED

A diferença no tamanho da tela é muito pequena entre os aparelhos. O que muda é que, desde 2017, com o iPhone X, todos os celulares da Apple têm um entalhe superior no topo da tela, que se tornou característico do produto. A linha Galaxy possui somente uma única cavidade, muito mais discreta. Além disso, a resolução do S21 é de 2.400 x 1080 pixels e com densidade de 421 pixels por polegada (ppi, na sigla em inglês), ante os 2.532 x 1.170 pixels e 460 ppi do iPhone 12.

Câmera frontal

iPhone 12: uma lente de 12 MP (f/2.2), mais o sensor biométrico (Face ID)

S21: uma única lente de 10 MP (/2.2)

Justamente porque tem um entalhe mais discreto sobre a tela, o Samsung Galaxy S21 perde em resolução de câmera e não apresenta sensor de reconhecimento facial, como na linha da Apple. Por outro lado, em tempos de pandemia, a biometria de dedo sob a tela, como faz a linha S da Samsung, é muito mais útil quando usamos máscara.

Câmera traseira

iPhone 12: duas lentes, uma angular (12 MP, f/1.8) e uma ultra-angular (12 MP, f/2.4)

S21: três lentes, uma teleobjetiva de 64 MP, uma angular de 12 MP e uma ultra-angular de 12 MP

A geração S21 sai na frente no número de lentes. Enquanto o modelo básico da Apple tem duas lentes do tipo angular, a Samsung adicionou uma teleobjetiva, essencial para tirar fotos de objetos a longa distância ou tirar retratos.

Armazenamento e memória

iPhone 12: 64 GB, 128 GB ou 256 GB

S21: 128 GB ou 256 GB

A Samsung abandonou a possibilidade de expandir a memória dos seus celulares com cartão microSD. Quem precisar de mais armazenamento terá de recorrer a serviços de nuvem, como o Google e o Dropbox.

Bateria

iPhone 12: 2.815 mAh

S21: 4.000 mAh

A diferença entre as baterias dos rivais é enorme e a Samsung, também neste ano, continua na frente em duração de bateria.

Preço

iPhone 12: a partir de R$ 8 mil

S21: a ser revelado em fevereiro

A Samsung abaixou em US$ 200 o preço do S21 ante o antecessor, partindo de US$ 799. Resta ver se, no Brasil, esse preço será repassado para os celulares vendidos no País, afetado pela alta do dólar em 2020.

Disponível em três cores, o Samsung Galaxy S21+ é o celular intermediário da família S
Disponível em três cores, o Samsung Galaxy S21+ é o celular intermediário da família

Galaxy S21+ versus iPhone 12 Pro

O S21+ é uma versão aprimorada do modelo de base, com maior espaço de tela e maior bateria. Já o iPhone 12 Pro tem o mesmo tamanho do irmão mais barato, mas é mais parrudo em alguns aspectos.

Tela

iPhone 12 Pro: 6,1 polegadas, OLED

S21+: 6,7 polegadas, AMOLED

Entre as escolhas que a Samsung fez para um celular mais compacto, está a resolução da tela. Se no ano passado os modelos eram de 3.200 x 1.440 pixels, o intermediário S21+ também sofreu um “downgrade”, com resolução de 2.400 x 1.080 pixels e com densidade de cerca de 421 ppi. Já o iPhone 12 Pro tem 2.532 x 1.170 pixels de resolução e 460 ppi.

Câmera frontal

iPhone 12 Pro: uma lente de 12 MP (f/2.2), mais o sensor biométrico (Face ID)

S21+: uma única lente de 10 MP (/2.2)

Uma das novidades anunciadas pela Samsung para a câmera frontal é que deixará de ser opção padrão do sistema o ‘alisamento’ automático de rosto. Rosto de bebê? Só se você pedir.

Câmera traseira

iPhone 12 Pro: quatro lentes, angular de 12 MP (f/1.6), teleobjetiva de 12 MP (f/2.2), ultra-angular de 12 MP (f/2.6) e lente LiDAR

S21+: três lentes, uma ultra angular (12 MP, f/2.2), uma grande angular (12 MP f/1.8) e uma teleobjetiva (64 MP f/2.0)

Aqui, o iPhone 12 Pro fica no páreo com o rival ao adicionar uma lente teleobjetiva e uma câmera LiDAR, esta bastante utilizada para medir a profundidade de objetos. É útil em realidade aumentada. Para esta versão, a Samsung abandonou a lente de profundidade.

Armazenamento e memória

iPhone 12 Pro: 64 GB, 128 GB ou 256 GB

S21+: 128 GB ou 256 GB

Bateria

iPhone 12 Pro: 2.815 mAh

S21+: 4.800 mAh

A versão intermediária da Apple estacionou na mesma bateria, enquanto a Samsung aproveitou o maior espaço de tela para incluir ainda mais bateria.

Preço

iPhone 12 Pro: a partir de R$ 10 mil

S21+: a ser revelado em fevereiro

O Samsung Galaxy S21 Ultra é o celular com a maior tela da fabricante sul-coreana
O Samsung Galaxy S21 Ultra é o celular com a maior tela da fabricante sul-coreana

S21 Ultra versus iPhone 12 Pro Max

É aqui que as fabricantes capricham nos produtos e mostram as tecnologiasmais avançadas que têm disponível – custe o que custar.

Tela

iPhone 12 Pro Max: 6,7 polegadas, OLED

S21 Ultra: 6,8 polegadas, AMOLED

A diferença no tamanho da tela do S21+ para a do S21 Ultra é bem pequena. Já a Apple agigantou a versão Max. A resolução da tela, aliás, é bem maior neste celular da Samsung: 3.200 x 1.440 pixels (515 ppi), ante 2.778 x 1.284 pixels (458 ppi) do rival.

Câmera traseira

iPhone 12 Pro Max: quatro lentes, angular de 12 MP (f/1.6), teleobjetiva de 12 MP (f/2.2), ultra-angular de 12 MP (f/2.6) e lente LiDAR

S21 Ultra: quatro lentes, angular de 108 MP, teleobjetiva de periscópio de 10 MP, teleobjetiva de 10 MP e ultra-angular de 10 MP

Sim, não é erro de digitação: o S21 Ultra tem uma lente de 108 MP de resolução, que pode chegar a um zoom de 100x, repetindo o feito iniciado no S20 Ultra. Com as outras duas teleobjetivas do aparelho, o Ultra promete zoom de 3x e 10x.

Câmera frontal

iPhone 12 Pro Max: uma lente de 12 MP (f/2.2), mais o sensor biométrico (Face ID)

S21 Ultra: uma única lente de 10 MP (/2.2)

Nesse aspecto, nenhuma novidade nos dois celulares, que seguem iguais aos modelos intermediários.

Bateria

iPhone 12 Pro Max: 3.687 mAh

S21 Ultra: 5.000 mAh

Apesar de haver um salto considerável na bateria do iPhone 12 Pro para o modelo Pro Max, a vantagem da Samsung segue com folga – pelo menos, nos números.

Armazenamento e memória

iPhone 12 Pro Max: 128 GB, 256 GB ou 512 GB

S21 Ultra: 128 GB, 256 GB ou 512 GB

A versão de 512 GB de armazenamento de memória do Samsung Galaxy S21 Ultra vem com 16 GB de RAM, que é a capacidade de o celular acessar rapidamente a arquivos já utilizados no sistema. As versões de 128 GB e 256 GB do Galaxy vêm com 12 GB. Para os iPhone 12 Pro e Pro Max, a memória RAM é de 6 GB, independentemente da memória física.

Preço

iPhone 12 Pro Max: a partir de R$ 11 mil

S21 Ultra: a ser revelado em fevereiro