Produtores mostram abertura refeita de Shadow of the Colossus no PS4

Remake do clássico sai no dia 6 de fevereiro de 2018

Os desenvolvedores da Bluepoint Games, estúdio que está trabalhando no remake para PlayStation 4 do clássico Shadow of the Colossus, lançaram um vídeo mostrando a abertura do novo game.

O trecho mostra o herói Wander montado no cavalo Agro atravessando cenários bucólicos rumo às Terras Proibidas, onde busca reviver a jovem Mono.

Ao longo do vídeo, de pouco mais de 4 minutos, os produtores explicam mudanças e novidades na sequência, como o fato de terem recriado do zero trechos de terra e pedra e também os efeitos de luz e água vistos em algumas partes.

Shadow of The Colossus para o PlayStation 4 está sendo feito pela Bluepoint Games, equipe especializada em remasters e responsável por coletâneas como Metal Gear Solid HD Collection e Uncharted: The Nathan Drake Collection.

O jogo chega no dia 6 de fevereiro de 2018. [Claudio Prandoni]

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Conheça os indicados ao Game Awards, o Oscar dos games

Horizon, Persona 5, Player Unknown’s Battlegrounds, Super Mario Odyssey e The Legend of Zelda: Breath of the Wild competem na categoria principal

Novo game do encanador Mario saiu no dia 27 de outubro e é um dos indicados ao Game Awards.Novo game do encanador Mario saiu no dia 27 de outubro e é um dos indicados ao Game Awards.


O The Game Awards, o principal prêmio da indústria dos games, revelou nesta terça-feira, 14, a lista completa dos indicados da premiação. O evento, que tem mais de 25 categorias, usa o voto do público para selecionar ganhadores. A partir desta terça-feira, inclusive, já é possível votar no site do evento.

A cerimônia de entrega dos prêmios começará na meia noite da quinta-feira, 7 de dezembro. Na categoria principal, Horizon, Persona 5, PlayerUnknown’s Battlegrounds, Super Mario Odyssey e The Legend of Zelda: Breath of the Wild competem entre si.

Na categoria “Melhor Pro Player”, o brasileiro Marcelo “Coldzera” David aparece mais uma vez. Na edição de 2016 do prêmio, o jogador venceu na categoria de melhor jogador de eSports por causa de sua participação no time SK Gaming de Counter-Strike Global Offensive.

Veja abaixo os indicados:

Jogo do ano
Horizon: Zero Dawn
Persona 5
PlayerUnknown’s Battlegrounds
Super Mario Odyssey
The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Melhor direção de jogo
Horizon: Zero Dawn
Resident Evil 7
Super Mario Odyssey
Legend of Zelda: Breath of the Wild
Wolfenstein II: The New Colossus

Melhor narrativa
Hellblade: Senua’s Sacrifice
Horizon: Zero Dawn
Nier Automata
What Remains of Edith Finch
Wolfenstein II: The New Colossus

Melhor jogo indie
Cuphead
Hellblade: Senua’s Sacrifice
Night in the Woods
Pyre
What Remains of Edith Finch

Melhor jogo mobile
Fire Emblem Heroes
Hidden Folks
Monument Valley II
Old Man’s Journey
Super Mario Run

Melhor jogo para portátil
Ever Oasis
Firem Emblem Echoes: Shadows of Valentia
Metroid: Samus Returns
Monster Hunter Stories
Poocy & Yoshi’s Woolly World

Melhor jogo de luta
ARMS
Injustice 2
Marvel vs Capcom: Infinite
Nidhogg II
Tekken 7

Melhor jogo corrida e esporte
FIFA 18
Forza 7
Gran Turismo Sport
NBA 2K18
PES 2018
Project Cars 2

Melhor jogo de estratégia
Halo Wars 2
Mario + Rabbids: Kingdom Battle
Total War: Warhammer II
Tooth and Tail
XCOM 2: War of the Chosen

Melhor jogo para família
Mario Kart 8 Deluxe
Mario + Rabbids: Kingdom Battle
Sonic Mania
Splatoon 2
Super Mario Odyssey

Melhor RPG
Divinity: Original Sin II
Final Fantasy XV
Nier Automata
Persona 5
South Park: The Fractured But Whole

Melhor VR/AR
Farpoint
Echo Arena
Resident Evil 7
Star Trek Bridge Crew
Superhot VR

Melhor pro player
Lee Sang-Hyeook “Faker”
Marcelo “Coldzera” David
Nikola “Niko” Kovac
Je-Hong “Ryujehong” Ryu
Kuro “Kuroky” Salehi Takhasomi

Melhor jogo de ação
Cuphead
Destiny 2
Nioh
Prey
Wolfenstein II: The New Colossus

Melhor jogo de aventura
Assassin’s Creed Origins
Horizon: Zero Dawn
Super Mario Odyssey
Legend of Zelda: Breath of the Wild
Uncharted: The Lost Legacy

Melhor Multiplayer
Call of Duty WWII
Destiny 2
Fortnite
Mario Kart 8 Deluxe
PUBG
Splatoon 2

Melhor jogo de eSport
Counter-Strike: Global Offensive
Dota 2
League of Legends
Overwatch
Rocket League

Melhor time de eSport
Cloud9
Faze Clan
Lunatic-Hai
SKT1
Team Liquid

Mais esperado de 2018
God of War
Spider-Man
Monster Hunter World
Red Dead Redemption II
Last of Us – Part II

Melhor jogo contínuo
Destiny 2
GTA Online
Overwatch
PUBG
Rainbow Six Siege
Warframe

Games for Impact (Melhor jogo com impacto social)
Bury me, my love
Hellblade: Senua’s Sacrifice
Life is Strange: Before the Storm
Night in the Woods
Please Knock on my Door
What Remains of Edith Finch

Melhor Direção de Arte
Cuphead
Destiny 2
Horizon: Zero Dawn
Persona 5
Legend of Zelda: Breath of the Wild

Trending Gamer (Personalidade do Ano)
Andrea Rene
Clint Lexa
Guy Beahm
Mike Grzesiek
Steve Spohn

Melhor performance
Ashly Burch, como Aloy, de Horizon Zero Dawn
Brian Bloom, como BJ Blazkowicz, de Wolfestein II: The New Colossus
Claudia Black, como Chloe Frazer, de Uncharted: The Lost Legacy
Laura Bailey, como Nadine Ross, de Uncharted: The Lost Legacy
Melina Juergens, como Senua, de Hellblade: Senua’s Sacrifice

Melhor design de áudio
Destiny 2
Hellblade: Senua’s Sacrifice
Resident Evil 7
Super Mario Odyssey
Legend of Zelda: Breath of the Wild

Melhor trilha sonora/música
Cuphead
Destiny 2
Nier Automata
Persona 5
Super Mario Odyssey
Legend of Zelda: Breath of the Wild

Call of Duty volta às origens com novo jogo na Segunda Guerra Mundial

Depois de avançar pelo futuro próximo e desagradar fãs, série de jogos de tiro retorna ao conflito que lhe fez famosa; para produtor, jogo é oportunidade de repensar momento atual

Ao longo da última década, as palavras “jogo de tiro realista” e “Call of Duty” quase se tornaram sinônimos do mundo dos games. Nos últimos anos, porém, ao investir em títulos que avançavam pelo futuro próximo, a série chegou a fugir de seu propósito inicial e trazer combates futuristas e até um bocado exagerados. Agora, em 2017, é a hora de uma bem vinda volta às origens: nessa sexta-feira, 3, chega às lojas (físicas e digitais) o novo jogo da franquia da Activision, Call of Duty: WWII, inspirado na Segunda Guerra Mundial.

“Call of Duty (chamado do dever, em tradução literal) era o lema dos soldados americanos na Segunda Guerra Mundial. Percebemos que precisávamos voltar à essência de como a série nasceu”, diz Mike Mejia, produtor do game, feito pelo estúdio Sledgehammer, em entrevista ao Estado na última Brasil Game Show, feira de games realizada em São Paulo em outubro.

A decisão de voltar ao passado, diz ele, veio bem antes do atropelo dos últimos jogos – o trailer de lançamento de Infinite Warfare, lançado no ano passado e com apelo bastante futurista, é até hoje um dos vídeos do YouTube com mais interações negativas na história. “Decidimos ir para a Segunda Guerra há três anos. A comunidade ainda estava se divertindo com jogos mais futuristas, e foi bacana para nós perceber que eles queriam um jogo no passado quando esse pedido aconteceu”, diz Mejia.

Modos de jogo. O produtor diz, no entanto, que Call of Duty: WWII é uma experiência nova, e bastante distante do primeiro Call of Duty, de 2003. “Poderíamos ter feito apenas uma atualização e agradado os fãs, mas precisamos ir em frente”, diz. Para ele, o novo game são, na verdade, três jogos diferentes.

Um é o modo campanha, no qual o jogador deve reviver as batalhas da Segunda Guerra Mundial com diversos personagens – entre soldados norte-americanos e até mesmo mulheres combatentes pela Resistência Francesa. “Não podemos ir em frente como indústria de games se não incluirmos diferentes perspectivas nos jogos”, diz. Entre os eventos retratados no jogo, estarão batalhas históricas como a Invasão da Normandia e a Libertação de Paris.

Outro é o modo de batalhas multiplayer, pelo qual Call of Duty já se consagrou há vários anos – há muitos jogadores, por exemplo, que compram o game apenas pela jogatina online. Este ano, a principal novidade é o Quartel, área social no qual até 48 jogadores podem interagir entre si, como se estivessem em um quartel do exército norte-americano na Normandia – é possível conversar com outros jogadores antes das batalhas, desafiar um colega para uma batalha de habilidade em tiro ou fazer pequenos duelos individuais.

Introduzido recentemente, o modo Zombies (Zumbis) está de volta com missões individuais e também multiplayer. Se nos últimos jogos, porém, ele era algo divertido, agora ele será mais assustador. “Fizemos isso em respeito a quem viveu essa guerra”, explica Mejia. No modo, os nazistas desenvolveram uma tecnologia para criar pelotões de mortos-vivos como sua última salvação nos combates – e caberá ao jogador, na pele dos Aliados, em lutar contra esses inimigos.

Reflexão. Apesar de ser claramente ficcional, o modo terá bastante inspiração histórica – segundo Mejia, todas as partes do jogo foram supervisionadas por um historiador, residente na Sledgehammer durante a produção do jogo.

Para o produtor, Call of Duty WWII é uma oportunidade de ouro para olhar para o passado e entender o presente – especialmente em tempos de extremismo, manifestações de supremacistas brancos e desunião entre os povos.

“Acredito que estamos em uma época em que é importante parar e refletir sobre o que está acontecendo. Naquela época, o mundo se mobilizou para lutar contra a opressão”, diz Mejia, que se inspirou em filmes como O Resgate do Soldado Ryan para ajudar a criar Call of Duty WWII. “Vivemos um tempo importante para que filmes e jogos falem desse assunto. Queremos que uma geração de jogadores se sintam interessados em aprender história.”

Call of Duty: WWII
Produtora: Sledgehammer
Publisher: Activision
Plataformas: PS4, Xbox One e PC
Preço: R$ 219 (consoles), R$ 200 (PCs)
Data de lançamento: 3 de novembro

Feiras de videogames revelam boom global do setor

IW_05_GAMES1O Brasil Game Show atraiu 300 mil visitantes este ano, um dos muitos encontros que teve um crescimento extremamente rápido. (Brasil Game Show)


No início deste mês, 300 mil fãs de videogames, editoras e desenvolvedores, como Sony, Ubisoft, Activision e Microsoft, se reuniram em São Paulo (Brasil) para mostrar seus produtos e participar de uma área de cosplay, um torneio de e-sports e de uma maratona de 48 horas. O encontro, que teve um forte crescimento desde sua fundação, em 2009, aconteceu em São Paulo, na maior feira de jogos eletrônicos da América Latina. Esta é uma das várias feiras internacionais de videogames que recentemente registraram um desenvolvimento impressionante. A Gamescom, realizada em Colônia, na Alemanha, e considerada a maior convenção de jogos do mundo, recebeu cerca de 350 mil visitantes em agosto, em comparação com 275 mil há cinco anos. A Tokyo Game Show, que se realiza anualmente desde 1996, quebrou seu recorde de visitantes no ano passado, com mais de 271 mil.

Todos estes encontros superam a maior feira de videogames dos Estados Unidos, a Electronic Entertainment Expo, E3, que acontece em Los Angeles, e que, este ano, recebeu 68 mil visitantes.

A dimensão e o espetáculo proporcionado pelas mostras internacionais de videogames enfatizam o boom global deste setor. O mercado internacional de jogos é de US$ 105 bilhões, segundo a SuperData Research. A Ásia domina com uma parcela de 47%, a América do Norte tem 25% e a América Latina, 4%, afirma a empresa de pesquisas de videogames Newzoo. Mas a América Latina é a que vem crescendo de maneira mais rápida.

“Os jogos são criados, comercializados e vendidos de maneira customizada, de acordo com as características dos países ou das regiões”, disse Mat Piscatella, analista do setor para o NPD Group.

“Estes encontros estão se tornando mais comuns em todo o mundo, e ao mesmo tempo, o advento de ferramentas de streaming de jogos como YouTube e Twitch permite que qualquer pessoa com um navegador de busca veja estes jogos por conta própria a qualquer momento, na língua que escolher”. As forças que impulsionam o crescimento dos videogames nos mercados internacionais variam de um país para outro. Na Europa, os desenvolvedores estão criando jogos com o foco nas respectivas identidades nacionais.

Sem título22.jpgOs estúdios brasileiros de videogames aumentaram 600% nos últimos oito anos. O Brasil Game Show de 2016. (Brasil Game Show)


Um exemplo é o Regional Nightclub Bouncer de videogames independentes, feito por um pequeno estúdio britânico, o PanicBarn, sobre dois temas essencialmente britânicos: a fila para entrar em uma boate e o Brexit.

“É possível perceber a identidade nacional por meio dos games, porque eles se inspiram em aspectos da própria história cultural para que seu trabalho se destaque em um mercado muito concorrido”, disse Matthew Handrahan, editor-chefe do Gamesindustry.Biz, um site que monitora as tendências dos mercados internacionais de jogos eletrônicos.

Na Ásia, os jogos em celulares e os jogos gratuitos nos PCs são muito difundidos, enquanto franquias de tiro em primeira pessoa, como Call of Duty, desenvolvido pela Ativision, e Battlefield, criado pela Electronic Arts, mal registram jogadores na Coreia do Sul, Japão e China. Na América Latina, há uma ênfase maior nos jogos de computador gratuitos do que nos de console. Isso acontece porque as pessoas não podem pagar por um jogo online sem um cartão de crédito, que os jogadores brasileiros não costumam utilizar.

Outras dificuldades, como a infraestrutura da internet e um complicado sistema de impostos que impõe juros muito altos sobre as importações de produtos fabricados no exterior, impediram que a América Latina obtivesse certos aparelhos de videogames a um preço acessível. Um Xbox 360 custava o equivalente a US$ 1.450 na América Latina quando apareceu pela primeira vez, mais ou menos o triplo do preço nos Estados Unidos, disse Handrahan.

Marcelo Tavares, ex-repórter de videogames, criou o Brasil Game Show depois de participar da E3 em 2006. O evento inaugural, em 2009, atraiu apenas 4 mil visitantes.

“O maior problema foi ganhar a confiança do público e das companhias para que viessem expor aqui”, ele disse.

Segundo Tavares, o número de estúdios de videogames brasileiros cresceu 600% nos últimos oito anos, e hoje é de cerca de 500.

“O mercado brasileiro tem um potencial enorme”, explicou Bertrand Chaverot, diretor-gerente da Ubisoft para a América Latina. “Até o final de 2017, haverá um smartphone para cada cidadão, por um total de aproximadamente 208 milhões de aparelhos móveis, além dos 168 milhões de PCs”.

E acrescentou: “Como o Brasil pode ser considerado o motor do mercado sul-americano, prevê-se que seu crescimento impulsionará também toda a região”. [Laura Parker]

Novos trailers de Dragon Ball FighterZ mostram mais de Yamcha, Tenshinhan e Android 21

Bandai Namco aproveitou a Tokyo Game Show 2017 para divulgar novos curtos trailers de Dragon Ball FighterZ que focam nos personagens que foram anunciados recentemente – Android 21 (acima), Tenshinhan e Yamcha (abaixo).

Os trailers de Tenshinhan e Yamcha foram demonstrados durante uma apresentação da empresa na Tokyo Game Show, enquanto o da Android 21 já saiu no YouTube. Você pode ver os vídeos dos outros personagens  abaixo.

Dragon Ball FighterZ será lançado em fevereiro de 2018 para PS4, Xbox One e PC. [Guilherme Jacobs]

Microsoft lança Xbox One S no País por R$ 2,2 mil

Console da empresa, lançado em junho na E3, permite jogar games compatíveis com novas tecnologias de imagem, como resolução Ultra HD e HDR

Sem títuloConsole da Microsoft, Xbox One S é 40% menor que a versão original


A Microsoft anunciou nesta sexta-feira, 22, o início das vendas do Xbox One S, versão do console com tamanho 40% menos e suporte a tecnologias como resolução Ultra HD (4K) e HDR (High-Dynamic Range). O videogame será vendido em lojas de varejo de todo o País com preço de R$ 2,2 mil, em um pacote que pode incluir o jogo Forza Horizon 3 ou o Minecraft.

Menor videogame da família Xbox, o novo console oferece alto desempenho para suportar jogos e vídeos em resolução 4K (Ultra HD), mas terá compatibilidade com os games e acessórios do atual videogame. Segundo a Microsoft, mais de 30 jogos já lançados – incluindo títulos como The Witcher, Forza e Halo – vão ganhar atualizações para ficarem “mais bonitos” com a  resolução 4K e o “poder gráfico” do Xbox One X.

O Xbox One S foi lançado pela Microsoft em junho, durante a E3, principal feira de games do mundo. Com o videogame, a empresa tenta recuperar terreno no mercado: estimativas do mercado dão conta de que o Xbox One, em suas várias versões, tem menos da metade dos 60 milhões de unidades vendidas do PlayStation 4.

Humanos e thargoids finalmente se enfrentam em novo trailer de Elite: Dangerous

Raça alienígena chega ao jogo com nova atualização no dia 26 de setembro

Após meses de antecipação, a comunidade de jogadores de Elite: Dangerous pode finalmente comemorar – ou começar a se preocupar –: os Thargoids, raça alienígena do universo do game, podem finalmente estar prontos para o combate na próxima atualização atualização do jogo.

Introduzido pela primeira vez em janeiro deste ano, os Thargoids são parte do universo de Elite desde os primeiros jogos da série, mas sempre de forma sutil. Desde de o começo dos anos, naves alienígenas começaram a ser avistadas por pilotos humanos, arrancando jogadores do hiperespaço e escaneando suas naves.

Mas até agora nenhum tiro havia sido disparado entre as duas raças.

Como vemos no trailer da atualização The Return, isso claramente mudou. As imagens mostram um grupo de naves humanas testando uma tecnologia que desativa uma nave thargoid e mísseis que parecem afetá-la. E não precisamos nem dizer qual a reação da nave alienígena, não é? Veja no vídeo acima.

A atualização The Return chega oficialmente no dia 26 de setembro. Elite: Dangerous está disponível para o PlayStation 4, Xbox One e PC. [Rafael Romer]