Uzumaki | Clássico do horror japonês terá série animada em 2020; veja o teaser

Mangá de Junji Ito ganhará minissérie no Adult Swim, com trilha pelo compositor de Hereditário
ARTHUR ELOI

Uzumaki, mangá clássico do mestre do terror Junji Ito, ganhará uma série animada no Adult Swim. Assista ao primeiro teaser acima.

Originalmente publicada no Japão entre 1998 e 1999, Uzumaki acompanha uma cidade sendo tomada por insanidade e violência após uma invasão de forças sobrenaturais em forma de espiral. Desde então o mangá, escrito e ilustrado por Ito, se tornou um clássico cult do horror japonês, tendo sido adaptado para jogos e filmes live-action em seu país de origem. No Brasil, Uzumaki foi publicada pela Devir em 2018.

Já a nova animação será uma minissérie de quatro episódios, com direção por Hiroshi Nagahama (As Flores do Mal), e terá trilha sonora de Colin Stetson, compositor de Hereditário. A série de Uzumaki será exibida no Toonami, bloco do Adult Swim nos EUA, em algum ponto de 2020.

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Entenda o fenômeno de My Hero Academia

Como o mangá de Kohei Horikoshi uniu o estilo japonês aos quadrinhos americanos
FÁBIO GARCIA

Divulgação

Em maio de 2014, o jovem autor de mangá Kōhei Horikoshi, então com 27 anos, foi a um cinema japonês prestigiar o lançamento de O Espetacular Homem-Aranha 2. Fã ardoroso do cabeça de teia e de heróis no geral, Horikoshi quis demonstrar seu amor aos quadrinhos não só comprando o ingresso, mas também fazendo cosplay de Homem-Aranha naquela sessão. “Muitas pessoas tiraram fotos minhas, foi embaraçoso“, contou em entrevista dada ano passado ao Anime News Network. O mesmo apreço de Horikoshi por quadrinhos americanos seria demonstrado naquele mês e ano de uma outra forma: começava a publicação de seu mangá, My Hero Academia, na revista semanal Shonen Jump.

A Jump tem a fama mundial de ser “apenas” a casa da maioria dos mangás mais famosos no mundo. Aquelas páginas feitas de papel reciclado já receberam mangás como Dragon Ball, Cavaleiros do ZodíacoOne PieceYu-Gi-Oh! e dezenas de outras séries em seus mais de 50 anos. Em 2014, no ano em que o mangá Naruto preparava sua despedida, a revista estava em busca de um novo fenômeno para colocar em suas páginas e, talvez, ocupar o espaço do ninja loiro. One Piece ainda vendia muito bem, claro, e a editora estava bem feliz com a boa repercussão de Assassination Classroom, porém faltava uma história nova com todos os elementos mais tradicionais de um mangá shonen: amizade, luta, vilões, torneios etc. Foi nesse contexto que apareceu Kōhei Horikoshi.

My Hero Academia é como se fosse o encontro entre os mangás japoneses e os quadrinhos americanos. Nessa história, 80% dos seres humanos têm algum tipo de dom especial,estimulando a existência de super-heróis (e vilões, lógico). No entanto, o jovem Izuku Midoriya, o protagonista, está entre os 20% da população incapaz de manifestar qualquer individualidade, mesmo ele admirando muito o trabalho dos heróis e sonhando ser um. Sua vida muda quando ele tenta salvar Bakugou, seu amigo de infância, durante um ataque de vilão. Admirado pela coragem do rapaz, o grande herói All Might revela que tem o poder transferir seu dom para outra pessoa, e entrega a Midoriya sua individualidade. Agora com uma baita responsabilidade nas mãos, o jovem pode realizar seu desejo de entrar na U.A., a escola na qual todos os aspirantes a heróis sonham em estudar.

Não demorou para My Hero Academia despontar nas páginas da Shonen Jump e ficar no top 3 dos mangás favoritos da revista, segundo votações do público. Um anime era questão de tempo. Em 2016, estreou na televisão japonesa (e em streamings por todo o mundo) uma série animada produzida pelo estúdio Bones. Ao contrário de um Naruto da vida, cuja série tem mais episódios descartáveis do que histórias baseadas no mangá, My Hero Academia segue fielmente o original por ser lançado em temporadas com alguns meses de pausa entre elas. Otiming do anime não poderia ser melhor, pois estreou em meio a toda comoção popular pelos filmes de herói da Marvel.

Cinco anos após seu lançamento, o mangá de My Hero Academia ainda traz números invejáveis no mercado editorial japonês. Segundo o levantamento da Oricon sobre as séries de mangá mais vendidas no primeiro semestre de 2019, My Hero Academia está em quarto lugar com pouco mais de 3 milhões de exemplares vendidos no período. Está abaixo de One Piece e The Promised Neverland (ambos da Shonen Jump), mas aparece acima de Ataque dos TitãsHaikyuu!! e até de One-Punch Man. Isso sem contar vendas de produtos licenciados, um jogo de videogame lançado para todos os consoles e um longa-metragem, que chega ao Brasil em agosto.

Mas qual o motivo do sucesso de My Hero Academia? Como todo bom fenômeno, é difícil definir com certeza algum ponto bem sucedido, mas nesta série podemos ver como o autor fez um casamento entre dois mundos: o da linguagem dos mangás com um tema bem americano. Em cada detalhe de uniforme, desenvolvimento de arco ou poderes inusitados percebemos o amor de Kōhei Horikoshi pelo tema. Um ponto que facilita o interesse também é a quantidade de personagens importantes: em vez de focar apenas em um protagonista, o autor abre espaço para dezenas de outros alunos com tanto carisma quanto o principal. São muitos poderes legais: Ochaco Uraraka tem o poder de modificar a gravidade, Bakugou explode coisas, Kirishima fica duro, Todoroki domina fogo e gelo, Iida tem turbinas motorizadas em suas pernas e por aí vai. É tanta variedade de personagens, para todos os gostos, que acaba causando situações inusitadas, como o fato do protagonista Midoriya nunca ter ganhado uma enquete de popularidade na Shonen Jump, perdendo sempre para seus colegas Bakugou e Todoroki.

Apenas em uma característica Horikoshi promete ser bem diferente de seus colegas de Shonen Jump. Ao contrário de One Piece, que segue firme e forte rumo aos 100 volumes encadernados, o autor de My Hero Academia promete que sua história não será “infinita”. Atualmente com 24 volumes publicados no Japão, devemos ter mais alguns anos de história e sucesso, até chegar o destino natural das coisas e um novo fenômeno aparecer. Enquanto isso não acontece, continuamos nos divertindo com as aventuras de Izuku Midoriya e a escola de heróis.

Exemplar raro de revista em que Homem-Aranha apareceu pela primeira vez vai a leilão na internet

Publicado em 1962, número 15 da série ‘Amazing Fantasy’ está no top 3 de publicações mais procuradas do mundo
EFE

O Homem-Aranha duelando com o Duende Verde em uma das últimas histórias do herói desenhadas por Steve Ditko Foto: Marvel Comics

A revista em quadrinhos com a primeira aparição do Homem-Aranha foi colocada a leilão nesta sexta-feira na plataforma digital holandesa Catawiki.

A revista, o número 15 da série Amazing Fantasy, publicada em 1962, está no top 3 das mais procuradas do mundo e é um dos exemplares mais raros colocados à venda nesta plataforma de leilões, onde os internautas poderão dar lances pelo artigo até o dia 11 de agosto.

O valor estimado da revista é de aproximadamente 15 mil euros, uma vez que “se encontra em condições de leitura, mas com vários sinais de uso”, segundo a Catawiki, que acrescentou que o item vai gerar “uma interessante batalha entre os colecionadores”.

Em 2011, uma cópia desta revista em quadrinhos criada por Stan Lee e Steve Ditko bateu recordes e foi leiloada por mais de US$ 1 milhão.

Um ano depois de fazer sua primeira aparição na Amazing Fantasy, o Homem-Aranha se popularizou tanto que ganhou uma revista única para suas aventuras, transformando-se em um clássico das histórias em quadrinhos, e também protagonizou filmes, séries de televisão e jogos. 

Tina pede respeito na capa da nova Graphic MSP

HQ será lançada em setembro
FÁBIO DE SOUZA GOMES

Sidney Gusman, editor da Maurício de Sousa Produções, divulgou a capa da 24ª Graphic MSP que contará com Tina como protagonista. Intitulada “Respeito”, a HQ foi criada por Fefê Torquato.

Ainda não existem detalhes da história, mas o editor garante que essa é uma HQ “impactante e necessária”

O lançamento está programado para setembro. 

Quadrinista brasileira Adriana Melo ganha prêmio Eisner; confira os vencedores

Adriana Melo ganhou na categoria de melhor antologia; Tom King foi grande nome da noite

A quadrinista brasileira Adriana Melo Foto: Reprodução / Arquivo pessoal

A quadrinista brasileira Adriana Melo venceu na madrugada de sábado, 20, a categoria de melhor antologia do prêmio Eisner, considerado “o Oscar dos quadrinhos”. Ela é uma das autoras reunidas em Puerto Rico Strong, coletânea publicada para levantar fundos para auxiliar as vítimas do furacão Maria, que atingiu o Porto Rico em 2017.

Anunciado na San Diego Comic Con, o prêmio, que já passou pelas mãos de brasileiros como Fábio Moon, Gabriel Bá e Marcelo D’Salete, teve como grande destaque o quadrinista americano Tom King.

Ele ganhou quatro categorias: melhor história curta, por sua parceria com Jason Fabok em O Monstro do Pântano, da DC; melhor minissérie, por Senhor Milagre, parceria com Mitch Gerads, da DC; melhor reedição de graphic novel por Visão, com Gabriel Hernandez Walta e Michael Walsh, pela Marvel; e melhor roteirista por por Batman, Senhor Milagre, Heroes in Crisis e Swamp Thing Winter Special, todos da DC. 

Cena de Puerto Rico Strong, melhor antologia no prêmio Eisner 2019 Foto: Eisner Awards

Confira a lista de vencedores do prêmio Eisner 2019:

MELHOR HISTÓRIA CURTA

The Talk of the Saints por Tom King e Jason Fabok, em Swamp Thing Winter Special (DC Comics)

Get Naked in Barcelona de Steven T. Seagle e Emei Olivia Burrell, em Get Naked (Image)

The Ghastlygun Tinies de Matt Cohen e Marc Palm, em MAD magazine #4 (DC Comics)

Here I Am de Shaun Tan em I Feel Machine (SelfMadeHero)

Life During Interesting Times de Mike Dawson (The Nib) https://thenib.com/greatest-generation-interesting-times

Supply Chains de Peter e Maria Hoey, em Coin-Op #7 (Coin-Op Books)

MELHOR HISTÓRIA EM EDIÇÃO ÚNICA

Peter Parker: The Spectacular Spider-Man #310, de Chip Zdarsky (Marvel)

Beneath the Dead Oak Tree, de Emily Carroll (ShortBox)

Black Hammer: Cthu-Louise, de Jeff Lemire e Emi Lenox (Dark Horse)

No Better Words, de Carolyn Nowak (Silver Sprocket)

A Terrível Elizabeth Dumn contra os Diabos de Terno, de Arabson Assis (IHQ Studio/ Image)

MELHOR SÉRIE

Dias Gigantes, de John Allison, Max Sarin, e Julaa Madrigal (BOOM! Box)

Batman, de Tom King e vários artistas (DC Comics)

Black Hammer: Age of Doom, de Jeff Lemire, Dean Ormston, e Rich Tommaso (Dark Horse)

Gasolina, de Sean Mackiewicz e Niko Walter (Skybound/Image)

The Immortal Hulk, de Al Ewing, Joe Bennett, e Ruy José (Marvel)

Fugitivos, de Rainbow Rowell e Kris Anka (Marvel)

MELHOR MINISSÉRIE

Senhor Milagre, de Tom King e Mitch Gerads (DC Comics)

Batman: Cavaleiro Branco, de Sean Murphy (DC Comics)

Eternity Girl, de Magdalene Visaggio e Sonny Liew (Vertigo/DC Comics)

Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles, de Mark Russell, Mike Feehan, e Mark Morales (DC Comics)

X-Men: Grand Design: Second Genesis, de Ed Piskor (Marvel)

MELHOR SÉRIE ESTREANTE

Gideon Falls, de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino (Image)

Bitter Root, de David Walker, Chuck Brown, e Sanford Green (Image)

Crowded, de Christopher Sebela, Ro Stein, e Ted Brandt (Image)

Isola, de Brenden Fletcher e Karl Kerschl (Image)

Man-Eaters, de Chelsea Cain e Kate Niemczyk (Image)

Skyward, de Joe Henderson e  Lee Garbett (Image)

MELHOR PUBLICAÇÃO INFANTIL (ATÉ 8 ANOS)

Johnny Boo and the Ice Cream Computer, de James Kochalka (Top Shelf/IDW)

Pétalas, de Gustavo Borges (KaBOOM!)

Peter & Ernesto: A Tale of Two Sloths, de Graham Annable (First Second)

This Is a Taco! de Andrew Cangelose and Josh Shipley (CubHouse/Lion Forge)

Tiger Vs. Nightmare, de Emily Tetri (First Second)

MELHOR PUBLICAÇÃO INFANTIL (DE 9 A 12 ANOS)

The Divided Earth, de Faith Erin Hicks (First Second)

Aquicorn Cove, de Katie O’Neill (Oni)

Be Prepared, de Vera Brosgol (First Second)

The Cardboard Kingdom, de Chad Sell (Knopf/Random House Children’s Books)

Crush, de Svetlana Chmakova (JY/Yen Press)

MELHOR PUBLICAÇÃO JUVENIL (13 A 17 ANOS)

The Prince and the Dressmaker, de Jen Wang (First Second)

All Summer Long, de Hope Larson (Farrar Straus Giroux)

Gumballs, de Erin Nations (Top Shelf/IDW)

Middlewest, de Skottie Young and Jorge Corona (Image)

Norroway, Book 1: The Black Bull of Norroway, de Cat Seaton and Kit Seaton (Image)

Watersnakes, de Tony Sandoval (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR PUBLICAÇÃO DE HUMOR

Dias Gigantes, de John Allison, Max Sarin, e Julia Madrigal (BOOM! Box)

Get Naked, de Steven T. Seagle e vários artistas (Image)

MAD magazine, editada por Bill Morrison (DC Comics)

A Perfect Failure: Fanta Bukowski 3, de Noah Van Sciver (Fantagraphics)

Woman World, de Aminder Dhaliwal (Drawn & Quarterly)

MELHOR ANTOLOGIA

Puerto Rico Strong, editado por Marco Lopez, Desiree Rodriguez, Hazel Newlevant, Derek Ruiz, e Neil Schwartz (Lion Forge)

Femme Magnifique: 50 Magnificent Women Who Changed the World, editada por Shelly Bond (Black Crown/IDW)

Twisted Romance, editado por Alex de Campi (Image)

Where We Live: A Benefit for the Survivors in Las Vegas, editado por Will Dennis, com curadoria de J. H. Williams III e Wendy Wright-Williams (Image)

MELHOR NÃO-FICÇÃO

Is This Guy For Real? The Unbelievable Andy Kaufman, de Box Brown (First Second)

All the Answers: A Graphic Memoir, de Michael Kupperman (Gallery 13)

All the Sad Songs, de Summer Pierre (Retrofit/Big Planet)

Monk! de Youssef Daoudi (First Second)

One Dirty Tree, de Noah Van Sciver (Uncivilized Books)

MELHOR ÁLBUM GRÁFICO (INÉDITO)

My Heroes Have Always Been Junkies, de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image)

Bad Girls, de Alex de Campi e Victor Santos (Gallery 13)

Come Again, de Nate Powell (Top Shelf/IDW)

Green Lantern: Earth One Vol. 1, de Corinna Bechko and Gabriel Hardman (DC Comics)

Homunculus, de Joe Sparrow (ShortBox)

Sabrina, de Nick Drnaso (Drawn & Quarterly)

MELHOR ÁLBUM GRÁFICO (REPUBLICAÇÃO)

Visão, de Tom King, Gabriel Hernandez Walta, e Michael Walsh (Marvel)

Berlin, de Jason Lutes (Drawn & Quarterly)

Girl Town, de Carolyn Nowak (Top Shelf/IDW)

Upgrade Soul, de Ezra Claytan Daniels (Lion Forge)

Young Frances, de Hartley Lin (AdHouse Books)

MELHOR ADAPTAÇÃO DE OUTRA MÍDIA

Frankenstein de Mary Shelley, em Frankenstein: Junji Ito Story Collection, adaptado por Junji Ito (VIZ Media)

Anne Frank’s Diary: The Graphic Adaptation, adaptado por Ari Folman e David Polonsky (Pantheon)

Out in the Open de Jesús Carraso, adaptado por Javi Rey (SelfMadeHero)

Speak: The Graphic Novel, de Laurie Halse Anderson e Emily Carroll (Farrar Straus Giroux)

To Build a Fire: Based on Jack London’s Classic Story, de Chabouté (Gallery 13)

MELHOR EDIÇÃO AMERICANA DE MATERIAL ESTRANGEIRO

Brazen: Rebel Ladies Who Rocked the World, de Pénélope Bagieu (First Second)

About Betty’s Boob, de Vero Cazot e Julie Rocheleau (Archaia/BOOM!)

Herakles Book 1, de Edouard Cour, (Magnetic/Lion Forge)

Niourk, de Stefan Wul and Olivier Vatine (Dark Horse)

A Sea of Love, de Wilfrid Lupano e Grégory Panaccione (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR EDIÇÃO AMERICANA DE MATERIAL ESTRANGEIRO (ASIÁTICO)

Tokyo Tarareba Girls, de Akiko Higashimura (Kodansha)

Abara: Complete Deluxe Edition, de Tsutomu Nihei (VIZ Media)

Dead Dead Demon’s Dededede Destruction, de Inio Asano (VIZ Media)

Laid-Back Camp, de Afro (Yen Press)

My Beijing: Four Stories of Everyday Wonder, de Nie Jun (Graphic Universe/Lerner)

MELHOR COLEÇÃO DE ARQUIVO (TIRAS)

Star Wars: Classic Newspaper Strips, vol. 3, de Archie Goodwin e Al Williamson, editado por Dean Mullaney (Library of American Comics/IDW)

Pogo, vol. 5: Out of This World At Home, de Walt Kelly, editado por Mark Evanier e Eric Reynolds (Fantagraphics)

Sky Masters of the Space Force: The Complete Sunday Strips in Color (1959–1960), de Jack Kirby, Wally Wood e vários artistas, editado por Ferran Delgado (Amigo Comics)

The Temple of Silence: Forgotten Words and Worlds of Herbert Crowley, de Justin Duerr (Beehive Books)

Thimble Theatre and the Pre-Popeye Comics of E. C. Segar, editado por Peter Maresca (Sunday Press)

MELHOR COLEÇÃO DE ARQUIVO (QUADRINHOS)

Bill Sienkiewicz’s Mutants and Moon Knights… And Assassins… Artifact Edition, editado por Scott Dunbier (IDW)

Action Comics: 80 Years of Superman Deluxe Edition, editado por Paul Levitz (DC Comics)

Dirty Plotte: The Complete Julie Doucet (Drawn & Quarterly)

Madman Quarter Century Shindig, de Mike Allred, editado por Chris Ryall (IDW)

Terry Moore’s Strangers in Paradise Gallery Edition, editado por Joseph Melchior e Bob Chapman (Abstract Studio/Graphitti Designs)

Will Eisner’s A Contract with God: Curator’s Collection, editado por John Lind (Kitchen Sink/Dark Horse)

MELHOR ROTEIRISTA

Tom King por Batman, Senhor Milagre, Heroes in Crisis e Swamp Thing Winter Special (DC Comics)

Alex de Campi por Bad Girls (Gallery 13) e Twisted Romance (Image)

Jeff Lemire por Black Hammer: Age of Doom, Doctor Star & the Kingdom of Lost Tomorrows e Quantum Age (Dark Horse); Descender, Gideon Falls e Royal City (Image)

Mark Russell por Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles, Green Lantern/Huckleberry Hound e Lex Luthor/Porky Pig (DC Comics); Lone Ranger (Dynamite)

Kelly Thompson por Nancy Drew (Dynamite); Gaviã Arqueira, Jessica Jones, Mr. & Mrs. X, Rogue & Gambit, Fabulosos X-Men, Vingadores da Costa Oeste (Marvel)

Chip Zdarsky por Peter Parker: The Spectacular Spider-Man, Marvel Two-in-One (Marvel)

MELHOR ROTEIRISTA/DESENHISTA

Jen Wang por The Prince and the Dressmaker (First Second)

Sophie Campbell por Wet Moon (Oni)

Nick Drnaso por Sabrina (Drawn & Quarterly)

David Lapham por Lodger (Black Crown/IDW); Stray Bullets (Image)

Nate Powell por Come Again (Top Shelf/IDW)

Tony Sandoval por Watersnakes (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR ARTE-FINALISTA OU TIME DE ARTE-FINALISTAS

Mitch Gerads por Senhor Milagre (DC Comics)

Matías Bergara por Coda (BOOM!)

Karl Kerschl por Isola (Image)

Sonny Liew por Eternity Girl (Vertigo/DC Comics)

Sean Phillips por Kill or Be Killed e My Heroes Have Always Been Junkies (Image)

Yanick Paquette por Mulher Maravilha: Terra Um vol. 2 (DC Comics)

MELHOR DESENHISTA/ARTISTA MULTIMÍDIA (PÁGINAS INTERNAS)

Dustin Nguyen por Descender (Image)

Lee Bermejo por Batman: Damned (DC Comics)

Carita Lupatelli por Izuna Book 2 (Humanoids)

Gregory Panaccione por A Sea of Love (Magnetic/Lion Forge)

Tony Sandoval por Watersnakes (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR CAPISTA

Jen Bartel por Blackbird (Image); Submerged (Vault)

Nick Derington por Senhor Milagre (DC Comics)

Karl Kerschl por Isola (Image)

Joshua Middleton por capas variantes de Batgirl e Aquaman (DC Comics)

Julian Tedesco por Gaviã Arqueira e A vida da Capitã Marvel (Marvel)

MELHOR COLORISTA

Matt Wilson por Black Cloud, Paper Girls, The Wicked + The Divine (Image); O Poderoso Thor, Fugitivos (Marvel)

Jordie Bellaire por Batgirl e Batman (DC Comics); The Divided Earth (First Second); Days of Hate, Dead Hand Head Lopper e Redlands (Image); Shuri e Doutor Estranho (Marvel)

Tamra Bonvillain por Alien 3 (Dark Horse); Batman e Patrulha do Destino (DC Comics); Moon Girl and Devil Dinosaur e Multiple Man (Marvel)

Nathan Fairbairn por Batman, Batgirl, Aves de Rapina e Mulher Maravilha Terra Um vol. 2 (DC Comics); Die!Die!Die! (Image)

Matt Hollingsworth por Batman: Cavaleiro Branco (DC Comics): Seven to Eternity, Wytches (Image)

MELHOR LETRISTA

Todd Klein por Black Hammer: Age of Doom e Neil Gaiman’s A Study in Emerald (Dark Horse); Batman: Cavaleiro Branco (DC Comics); Eternity Girl e Livros da Magia (Vertigo/DC Comics); The League of Extraordinary Gentlemen: The Tempest (Top Shelf/IDW)

David Aja por Seeds (Berger Books/Dark Horse)

Jim Campbell por Dias Gigantes, Abbott, Alice: Dream to Dream, Black Badge, Clueless, Coda, Fence, Firefly, Grass Kings, Lumberjanes: The Infernal Compass, Low Road West e Sparrowhawk (BOOM); Breathless, Calexit, Gravetrancers, Snap Flash Hustle, Survival Fetish e The Wilds (Black Mask); Angelic (Image); Wasted Space (Vault)

Alex de Campi, Bad Girls (Gallery 13); Twisted Romance (Image)

Jared Fletcher por Batman: Damned (DC Comics); The Gravediggers Union, Moonshine, Paper Girls e Southern Bastards (Image)

MELHOR QUADRINHO RELACIONADO A JORNALISMO

Back Issue editado por Michael Eury (TwoMorrows)

PanelxPanel magazine, editado por Hassan Otsmane-Elhaou, panelxpanel.com

The Columbus Scribbler editado por Brian Canini, columbusscribbler.com

Comicosity, editado por Aaron Long e Matt Santori,  www.comicosity.com

LAAB Magazine #0: Dark Matter, editado por Ronald Wimberley e Josh O’Neill (Beehive Books)

MELHOR LIVRO SOBRE QUADRINHOS

Drawn to Purpose: American Women Illustrators and Cartoonists, de Martha H. Kennedy (University Press of Mississippi)

Comic Book Implosion: An Oral History of DC Comics Circa 1978, de Keith Dallas e John Wells (TwoMorrows)

The League of Regrettable Sidekicks, de Jon Morris (Quirk Books)

Mike Grell: Life Is Drawing Without an Eraser, de Dewey Cassell e Jeff Messer (TwoMorrows)

Yoshitaka Amano: The Illustrated Biography—Beyond the Fantasy, de Florent Gorges (Dark Horse)

MELHOR TRABALHO ACADÊMICO

Sweet Little C*nt: The Graphic Work of Julie Doucet, de Anne Elizabeth Moore (Uncivilized Books)

Between Pen and Pixel: Comics, Materiality, and the Book of the Future, de Aaron Kashtan (Ohio State University Press)

Breaking the Frames: Populism and Prestige in Comics Studies, de Marc Singer (University of Texas Press)

The Goat-Getters: Jack Johnson, the Fight of the Century, and How a Bunch of Raucous Cartoonists Reinvented Comics, de Eddie Campbell (Library of American Comics/IDW/Ohio State University Press)

Incorrigibles and Innocents, de Lara Saguisag (Rutgers Univeristy Press)

MELHOR DESIGN DE PUBLICAÇÃO

Will Eisner’s A Contract with God: Curator’s Collection, design de John Lind (Kitchen Sink/Dark Horse)

A Sea of Love, design de Wilfrid Lupano, Grégory Panaccione e Mike Kennedy (Magnetic/Lion Forge)

The Stan Lee Story Collector’s Edition, design de Josh Baker (Taschen)

The Temple of Silence: Forgotten Worlds of Herbert Crowley, design de Paul Kepple e Max Vandenberg (Beehive Books)

Terry Moore’s Strangers in Paradise Gallery Edition, design de Josh Beatman/Brainchild Studios/NYC (Abstract Studio/Graphitti Designs)

MELHOR QUADRINHO DIGITAL

Umami, by Ken Niimura (Panel Syndicate)

Aztec Empire, de Paul Guinan, Anina Bennett e David Hahn 

The Führer and the Tramp, de Sean McArdle, Jon Judy, e Dexter Wee

The Journey, de Pablo Leon (Rewire)

The Stone King, de Kel McDonald e Tyler Crook (comiXology Originals) 

MELHOR WEBCOMIC

The Contradictions, de Sophie Yanow

Lavender Jack, de Dan Schkade (WEBTOON)

Let’s Play, de Mongie (WEBTOON)

Lore Olympus, de Rachel Smythe, (WEBTOON)

Tiger, Tiger, de Petra Erika Nordlund, (Hiveworks)

DC anuncia duas novas HQs adultas por Jeff Lemire, de Black Hammer

Autor escreverá minissérie do Coringa e também do Questão
ARTHUR ELOI

Joker: Killer Smile

DC anunciou duas novidades ao DC Black Label, selo de HQs voltadas ao público adulto – ambas escritas por Jeff Lemire, autor conhecido por Sweet Tooth Black Hammer.

O primeiro projeto será Joker: Killer Smile, que acompanhará um psiquiatra do Asilo Arkham investigando a mente do Coringa – com consequências desastrosas para Gotham CIty. Andrea Sorrentino, de Gideon Falls Arqueiro Verde, se encarrega da arte. A história terá três volumes, publicados a partir de 30 de outubro nos Estados Unidos.

The Question: The Deaths of Vic Sage

Já o segundo é The Question: The Deaths of Vic Sage, e reunirá Lemire com os artistas Denys Cowan (Raio Negro) e Bill Sienkiewicz (Cavaleiro da Lua). Continuação da fase de Dennis O’Neil com Cowan, a nova HQ do Questão mostrará o herói lidando com caos ao longo da história – do Velho Oeste à década de 1930. The Question terá quatro volumes, que passam a ser publicados a partir de 20 de novembro nos Estados Unidos.

Nenhuma das HQs tem previsão de chegada ao Brasil até o momento. 

Cartunista canadense Michael de Adder perde o emprego após caricatura de Trump

Em poucas horas, o desenho se espalhou pelas redes sociais e, momentos depois de viralizar, o cartunista recebeu a mensagem comunicando sua demissão

O cartunista canadense Michael de Adder foi demitido depois de fazer um desenho do presidente Trump jogando golfe ao lado dos corpos de dois imigrantes mortos no Rio Grande  Foto: TWITTER/@deAdder

O cartunista canadense Michael de Adder foi demitido ontem por fazer um desenho do presidente dos EUADonald Trump, jogando golfe ao lado dos corpos dos dois imigrantes salvadorenhos encontrados mortos na fronteira com o México, na semana passada. No cartum, Adder desenhou o presidente de pé, segurando um taco de golfe e olhando para os corpos dos afogados. Trump questiona: “Importam-se que eu continue o jogo?”

Em poucas horas, o desenho se espalhou pelas redes sociais e, momentos depois de viralizar, o cartunista recebeu uma mensagem comunicando o cancelamento de seu contrato com a Brunswick News Inc. (BNI), que publica vários jornais no Canadá.

A direção negou que a demissão tenha relação com o trabalho de Adder, que há 17 anos publicava caricaturas nos jornais da BNI. No entanto, a Associação de Cartunistas do Canadá criticou a demissão e afirmou que o tema Trump é tabu para o proprietário da empresa, o bilionário James Irving. / EFE e W.POST