Categoria: interiores

Brilia realça ambientes em mais uma participação na CASACOR

FLAT-1-1024x682.jpgFLAT por Artis Design (Fábio Bouillet e Rodrigo Jorge) / Foto: Victor Montagner


Por Isabela Dias – Arkpad

Nesta terça, 23 de maio, foi marcado o início da maior mostra de arquitetura, design, decoração e paisagismo das Américas. Em sua 31ª edição, a CASACOR São Paulo tem como tema o “foco no essencial”, com o objetivo de destacar o necessário para viver bem, dentro de diferentes estilos. Apostando nessa ideia e partindo do conceito de que a luz tem o poder de transformar, a Brilia – empresa pioneira no desenvolvimento e comercialização de lâmpadas, fitas e acessórios LED no Brasil, estará presente pelo 3º ano consecutivo, oferecendo iluminação LED em vários ambientes do evento.

O co-fundador da empresa, Vinicius Marchini afirma: “Estar novamente em uma edição da CASACOR prova que a parceria é a tradução do sucesso e que os profissionais também estão, cada vez mais, preocupados com a questão da sustentabilidade e, por isso, optam por trabalhar com produtos que ofereçam benefícios reais aos consumidores”.

Por acreditar que “Luz Muda Tudo”, a Brilia tem como objetivo oferecer produtos inovadores, capazes de garantir emoção em cada momento vivido. Com uma ampla linha de lâmpadas, luminárias, fitas e acessórios, a empresa traz em sua participação na mostra, peças que foram pensadas e criadas para as necessidades do estilo de vida moderno e que se adaptam em qualquer tipo de projeto. Confira alguns dos ambientes:

Com décor moderno, CO.W é o novo coworking de São Paulo

1-co-w-coworking-sp.jpg(Dani Sandrini/CO.W Coworking)


Uma área de dois mil metros quadrados de área construída com capacidade para até 550 pessoas forma o CO.W, o novo coworking de São Paulo. O empreendimento fica no Brooklin, Zona Sul da cidade, e pretende atrair empresas de diversos segmentos, especialmente do setor de tecnologia.

Os espaços do CO.W contam com salas privativas customizadas, estações compartilhadas, salas de reuniões, lounge, salas para eventos e infraestrutura completa. Os membros também podem utilizar as salas de reunião das outras unidades.

O projeto é do arquiteto Beto Magalhães e o décor propõe áreas de convivência bastante descontraídas, com pufes e almofadas espalhadas. Toques de cores vibrantes como amarelo e verde deixam o ambiente, que tem uma paleta predominantemente neutra, mais vibrante. A madeira está altamente presente nas mesas e estruturas da maior parte do mobiliário e várias soluções para incorporar o verde no espaço foram encontradas – com vasos suspensos e jardins verticais. Paredes de tijolos a vista também são marcantes no projeto.

A CO.W possui outra unidade em São Paulo e uma terceira com inauguração prevista para junho. O começo da empreitada foi em 2015, em Joinville (SC), onde há duas unidades do coworking. “Ainda nesse semestre levaremos a CO.W Coworking para as cidades do Rio de Janeiro e Florianópolis. Nosso objetivo é estar em 15 diferentes cidades nos próximos três anos”, revela Renato Auriemo, sócio-diretor do CO.W. [Mariana Conte]

Mobiliário de design é destaque em projeto carioca

CA_0983-1_Fotor-1024x681Elegância e estilo definem o projeto de interiores deste apartamento de 150 m2 em Icaraí, Niterói. Criado para uma família jovem e antenada, ele conta com uma sala ampla – palco de muito encontros entre amigos e familiares. Assim, o projeto do escritório carioca PKB Arquitetura privilegiou a integração dos ambientes de estar, jantar e cozinha através de uma painel em laca preta, dando unidade ao ambiente.

De base cinza, freijó e preto, a paleta de cores do projeto é preenchida por toques coloridos em objetos e mobiliários soltos trazidos de diferentes cantos do mundo nas viagens de família, o que gera identidade e particularidade ao décor. Ainda na sala, uma parede de 14,5m se estende desde a entrada do apartamento, passando pela sala de jantar e estar. Esta parede foi revestida em ladrilho hidráulico gelo e com painel à meia altura em freijó com bits de diferentes espaçamentos, tendo próxima à entrada do apartamento uma iluminação mais dramática com focos de AR70 marcados no ladrilho e mais amena ao passar pela sala de estar e jantar. Além disso, junto com a cadeira T+T, as duas gravuras do acervo da família, uma de Lucio Costa e outra de Oscar Niemeyer, dão elegância e estilo ao projeto.

A entrada do apartamento é marcada por um painel fosco em laca azul que engloba a porta e destaca o hall de acesso. A transição do hall para a sala se dá, por um lado, pela parede de ladrilho e, por outro, um painel de 3,70 m de espelho bronze, formando um corredor. Na sala de jantar, uma mesa de mármore Carrara e pés em freijó dá lugar a seis designers distintos, dentre eles Carlos Motta, Paulo Alves, Jader Almeida e Charles Eames. Além disso, como apoio à mesa dois módulos ripados em madeira, do Estúdio Bola, foram fixados na parede, fazendo as vezes de um buffet.

Na sala de estar o tapete com fundo preto delimita o ambiente e é palco de grandes acontecimentos e nomes do design, como a poltrona Tajá laranja e o banco Sonia, ambos de Sergio Rodrigues, e cadeira Lattoog. O contraste é intenso, pois apesar da base cinza do porcelanato e do freijó, o tapete preto e branco bastante marcado, junto ao sofá de couro caramelo e a poltrona laranja, fazem um jogo de irreverência e elegância.

A cozinha em tons de cinza é integrada à sala através do painel em laca preta e do piso hexagonal em tons de cinza, que avança sobre o porcelanato tipo concreto de 120 x 60 cm, ambos da Portobello. A iluminação natural se dá através de cobogós de concreto que também delimitam a área de serviço. Aqui, destaque para o rosa do armário e o azul das cadeiras Mucuri do design Zanini de Zanine.

No banheiro social a cuba esculpida em quartzo Kensho e o revestimento Carbone da Decortiles roubam a cena. Os tons de cinza são quebrados pela presença do freijó na prateleira baixa e na bandeja ripada projetada para encaixe na cuba esculpida, como apoio para adornos. Além disso, o toque irreverente do banheiro é causado pela luminária amarela com pegada industrial fixada no teto e trazida pelo cliente de uma viagem à Portugal.

Para o filho de um ano foi projetado um quarto lúdico com berço desenhado exclusivamente para interação da criança com o cachorro da família através de um visor de vidro e palhinha. Um tom de azul fechado ressalta os adesivos com temática infantil colados na parede.

No quarto do casal o painel em laca branca faz a transição do quarto para o closet, promovendo integração e privacidade entre os dois ambientes. Assim como na sala, o mesmo azulejo hidráulico na cor gelo com o painel à meia altura em freijó se repetem na cabeceira da cama, seguindo a paleta e gerando unidade ao projeto. [Arkpad]

Fotos: Denilson Machado – MCA Estúdio / Divulgação

Cobogó é a estrela em projeto de interiores

02-sala-1024x682.jpgLocalizado no Jardim Paulistano, em São Paulo, o apartamento de 98 m² chama a atenção de imediato por dois motivos: o uso do branco como pano de fundo para o décor – garantindo uma pegada clean, minimalista e de inspiração nitidamente escandinava – e também por conta do uso extensivo do cobogó na divisão dos ambientes.

O projeto leva a assinatura do arquiteto Alan Chu, que decidiu embarcar com força total no elemento construtivo, muito comum na arquitetura brasileira, mas explorando o recurso não apenas como um acabamento para a reforma mas também na composição do mobiliário.

O design de interiores tira partido desse elemento construtivo explorando sua função, cor, grafismo e efeitos de luz. Aqui, o cobogó utilizado como parede, divisória ou revestimento também foi incorporado no mobiliário especificamente desenhado para o local.

Outros materiais utilizados durante a reforma foram o cimento queimado em pisos e bancadas, o ferro e o vergalhão pintados com zarcão e o compensado naval usado cru. O taco existente foi clareado e as paredes foram descascadas para deixar o tijolo aparente. [Arkpad]

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Aconchego e harmonia em apenas 40 m²

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Localizado em São Paulo, e com projeto assinado pelo Studio R – a reforma do loft de 40 m² teve como proposta principal a integração dos ambientes do pavimento inferior, através da criação de espaços que pudessem atender as funções do dia-a-dia do proprietário e a recepção de amigos.

A definição dos materiais como o piso vinílico em “réguas de madeira”, a cor grafite, o acabamento cimentício e a madeira pinus, estabeleceram uma linguagem contemporânea, urbana e industrial para o loft.

A mesa da sala de jantar em madeira pinus e estrutura metálica preta, criada pelo Studio R, é a peça de destaque do projeto. O apoio em gaveteiro em um dos lados, faz com que seja também um móvel da cozinha e integra os dois ambientes através do mobiliário. Na sala de jantar compõem o ambiente com as luminárias industriais, os balanços e o nicho de cor amarela.

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A cozinha recebeu nas paredes um revestimento cerâmico branco com desenho que remete às peças utilizadas nas estações europeias de metrô. Desta maneira, destacou os móveis de cores fortes e linguagem retilínea.

O dormitório, no mezanino, manteve a atmosfera do projeto com a proposta da parede em acabamento cimentício e iluminação por eletrodutos, destacadas pelo teto na cor preta.

No banheiro foram propostos revestimentos em tons de cinza como a bancada em mármore industrial e o móvel na cor grafite. Foi instalada uma porta de correr em madeira para otimização do espaço e composição com o dormitório. [Arkpad]

Fotos: Pedro Napolitano Prata / Divulgação

Este home office alegre é perfeito para exercitar a criatividade

escritorio-01Ao reformar a casa, o casal Rebecca e Jared Raskind decidiu levar mais vida e alegria para o escritório montado na garagem. Seguindo o estilo tropical, o ambiente foi transformado em um espaço agradável e criativo, que ajuda os moradores a aflorarem as ideias nos dias em que eles trabalham em casa.

“Antes, estávamos usando nossa pequena garagem como um escritório, mas já estava meio cheio e sem inspiração”, conta Rebecca, que trabalha como estilista.

Construído à beira da piscina, o escritório foi feito com paredes de drywall e uma generosa porta deslizante. Gabinetes brancos com detalhes em latão foram adicionados para refinar o décor.

Com vibrações positivas, o home office incorporou o estilo Hollywood Regency e recebeu influências modernas e boêmias, refletindo o alto astral californiano no papel de parede estampado.

A área de estar recebeu um sofá vintage, cadeiras envoltas por pele de carneiro e muitos detalhes em ouro e bronze. O espaço é perfeito para produzir no computador e também para tirar alguns minutos de descanso.

“Quando não estamos trabalhando, é muito bom sair daqui com as portas corrediças abertas, olhar para a piscina, ler ou relaxar”, diz Rebecca.

Susan Petrie, arquiteta responsável pelo projeto, falou sobre a mistura de elementos no ambiente. “Misturar o velho com o novo é uma ótima maneira de não gastar tanto e ainda criar um espaço que deve ser um verdadeiro reflexo de quem você é”, disse. [Rafael Belém]

Fonte: Elle Decor

Escritório com cara de casa: reforma traz conforto a ambiente de 52 m²

escritorio-com-cara-de-casa_09Já não é de hoje que os brasileiros vêm se mostrando adeptos do home office – uma pesquisa recente revelou que 92% acham a prática benéfica ao bem-estar. Mas, caso essa opção não seja possível, por que não tornar o ambiente de trabalho mais confortável aos funcionários? Foi o desejo de uma agência ao encomendar a reforma deste projeto ao escritório mnbr arquitetos.

O espaço de 52 m² deveria atender de 2 a 16 pessoas – ou seja, precisaria de uma solução estética confortável e prática. Sendo assim, os arquitetos optaram por um esquema modular, com portas de correr capazes de criar diferentes configurações.

Com a porta fechada, divide-se o espaço em dois: um ambiente contendo uma mesa de reuniões mais íntima com alguns postos de trabalho, e outro contendo uma sala de estar com copa, para encontros mais casuais e momentos de descompressão. Há, ainda, a opção de deixar tudo integrado para abrigar até 16 funcionários de forma confortável.

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Apesar de ter uma base branca, o espaço não ficou impessoal. Pelo contrário: plantas dispostas em vasos, o uso de sofás, poltronas e tapetes trouxeram a sensação de se estar em casa de um jeito simples e funcional.  Amanda Sequin I Fotos Electromacore

Tons neutros e elegantes marcam projeto de Deborah Roig

MG_8521_Fotor-1024x580O jovem casal proprietário deste apartamento havia visitado uma casa projetada e decorada pela designer de interiores Deborah Roig e decidiu chamá-la para criar o novo lar em São Paulo. Ao conceber este apartamento de 380 m² no bairro do Campo Belo a profissional transitou livremente entre o clássico e o contemporâneo. Os clientes – ele um executivo do mercado financeiro; ela, uma empresária do segmento de turismo de luxo – tinham um perfil sofisticado: apreciavam móveis de design assinado e colecionavam obras de arte de expressiva importância.

“Uma base neutra para os tecidos, a madeira bem desenhada, iluminação estudada com critério e presente em cada canto do apartamento, além do uso de cobre para aquecer e brilhar. Estes foram alguns pontos do meu trabalho que eles destacaram e que usei no projeto”, revela Deborah.

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A expertise da profissional surpreendeu os clientes também em relação à concepção do layout. Deborah integrou uma varanda estreita – que não permitia criar ambientes e carecia de uma área gourmet – ao restante da área social. Assim, além de um living generoso e impactante, ela conseguiu criar uma sala de jantar maior através do uso de formas sinuosas e acolhedoras. Neste ambiente aparecem ainda a escultura de parede em aço corten do artista Marcos Garrot e um lounge com quatro poltronas Feel Good, da Flexform, na Casual Móveis.

No lounge chama atenção o tapete gráfico e estiloso da Botteh Tapetes, além da escultura sinuosa que brinca com a madeira e o branco ( G. Aguilar, na galeria Arte Aplicada). A foto da floresta é de Araquém Alcântara. No lado oposto, mesa com cadeiras da Etel Interiores.

O espaçoso living recebeu tapete da Botteh; sofá Box, de Jader Almeida para a Sollos, disponível na Dpot; poltronas Dami, da Artefacto; mesa de centro da Living Divani e pufe tressê da Flexform, ambos na Casual Interiores. Os abajures de Murano vieram da Ana Luiza Wawelberg.

Para os revestimentos Deborah selecionou opções sofisticadas: o freijó lavado, nas paredes, e o Travertino Navona, no piso. Não faltou também um elegante pergaminho, logo no hall de entrada. A seleção criteriosa continua na reunião das camurças, couros e veludos. Como resultado dessa união surgem ambientes aconchegantes e atemporais.

O projeto revela cuidados especiais da profissional. No home theater, o painel de freijó ripado oculta a TV e os acessórios eletrônicos. Aqui está também a grande estrela da coleção de arte: a interessante obra da série Sandcastles, de Vik Muniz, disponível na Galeria Nara Roesler. [Marcos Zeitoune ]

Fotos: Gabriel Arantes / Divulgação

Isay Weinfeld assina o projeto de interiores do restaurante vegetariano The Green Spot, em Barcelona

isay-weinfeld-green-spot-restaurant-barcelona-interiors-designboom-02Barcelona ganhou um novo hot spot. O restaurante vegetariano The Green Spot, do renomado restaurateur Tomás Tarruella, recebeu projeto de interiores do arquiteto brasileiro Isay Weinfeld. Localizado no bairro de Barceloneta, os espaços são caracterizados pelo uso peculiar dos materiais, como o contraste entre diversas tonalidades de madeira.

A partir da entrada chega-se por um longo corredor revestido de madeira. Em um dos lados deste hall, um átrio envidraçado revela um belo jardim. O salão principal é completamente aberto e revela os arcos e abóbadas originais do edifício. Aqui, o décor exalta uma atenção cuidadosa do arquiteto com os interiores. O mobiliário foi selecionado de forma criteriosa; as escolhas estão em consonância com a arquitetura do espaço.

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O restaurante faz parte do grupo “Compañía de Lobos”, um projeto pessoal do empresário Tomás Tarruella. O grupo é proprietário de uma série de espaços semelhantes em Barcelona – cada qual com uma personalidade e arquitetura singulares. No The Green Spot os ambientes aconchegantes e confortáveis abrigam, inclusive, shows de música ao vivo. [Marcos Zeitoune / Arkpad]

Fotos: © Iñigo Bujedo-Aguirre / Divulgação

Tons sóbrios sem exageros e marcenaria planejada na medida

1489773304490O mobiliário planejado se espalha por todos os ambientes em prateleiras, aparador, mesa e armários Foto: Zeca Wittner/Estadão


Menos paredes e mais móveis multifuncionais e planejados. A estratégia que mudou por completo este apartamento de 70 m² no Brookling tratou de repensar não só os espaços. “Além de reformatar a planta que já existia, investimos em desenhar peças que mudaram por completo a maneira de habitar cada ambiente do apartamento”, diz José Guilherme Carceles, arquiteto do Casa 100, escritório que assina a reforma.

Exemplo disso está na bancada de concreto que percorre todo o apartamento. Na sala de estar, a peça que é fixa na parede apoia a mesa para refeições. Na cozinha, a bancada com todos os aparelhos domésticos, e na sala, o aparelho de TV. “Isso gera uma economia de espaço enorme, o que abre mais área de circulação e cria um ambiente muito mais agradável para o morador”, explica o arquiteto. O mobiliário planejado se espalha por todos os ambientes em prateleiras, aparador, mesa e armários.

A nova planta, que hoje tem cozinha aberta e quarto fechado, o contrário do que acontecia antes, faz com que o apartamento pareça até maior do que de fato é. Mesmo tendo em sua decoração tons escuros, como o da madeira pau-ferro que está em toda a marcenaria desenhada pelo escritório, e o piso de madeira cumaru. “O morador queria um ambiente um pouco sóbrio, mas sem ser pesado demais. A nossa escolha por usar muita madeira escura foi assegurada pela abundância de luz natural que o imóvel tem. Em outras condições eu não faria essas escolhas”, explica Carceles. A luz abundante que entra no living vem da antiga varanda, que foi incorporada ao estar no novo projeto.

Já que os tons que predominam são escuros, até mesmo o das paredes, de cimento aparente, os arquitetos trataram de criar pontos mais claros que ascendessem o estar, como os azulejos brancos com estampa amarelo vibrante da Lurca e a bancada branca, na cozinha. Esses elementos, junto ao tapete de estampa geométrica, funcionam também para não deixar o living ficar sóbrio demais, segundo o arquiteto. “Quem gosta de uma decoração mais tradicional pode trabalhar com poucos elementos, mas é importante que eles estejam presentes para quebrar a monotonia. O resultado pode ser melhor do que o esperado”, aconselha Carceles.

A área íntima, isolada do resto do apartamento por um painel de madeira, tem bastante branco no banheiro da suíte, decorada também por um painel azul de azulejos geométricos. “Rompemos um pouco com os tons mais escuros da área social para dar um balanço. No fim, temos um apartamento sóbrio como o proprietário queria, mas longe de ser sem graça.” Natália Mazzoni – O Estado De S.Paulo