Presilhas para noivas: 7 opções em forma de flores

Flores de tecido ou metal enfeitam com delicadeza e presença os mais diversos penteados

Flores de tecido ou metal enfeitam com delicadeza e presença os mais diversos penteados (Foto: Arquivo Vogue/ Antonio Evaristo)

Depois do vestido, do sapato e das joias, é hora escolher um acessório de cabelo para enfeitar o penteado. Presilhas em forma de flores são opções delicadas e que muito vão agradar as mulheres românticas. Os modelos vão dos mais básicos e clássicos em tecido aos glamurosos adornados com cristais que elevam a peça ao patamar de joia. A seguir, confira nossa variada seleção. 

V´ore (R$ 300 a locação do kit com 7) (Foto: Rafael Evangelista)
V’ore (R$ 300 a locação do kit com 7) (Foto: Rafael Evangelista)

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Matilda (R$ 1.200) 3. Vivara (R$ 1.155) (Foto: Rafael Evangelista)
Matilda (R$ 1.200) (Foto: Rafael Evangelista)

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Vivara (R$ 1.155) (Foto: Rafael Evangelista)
Vivara (R$ 1.155) (Foto: Rafael Evangelista)

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Noiva Lab (R$ 1.890) (Foto: Rafael Evangelista)
Noiva Lab (R$ 1.890) (Foto: Rafael Evangelista)

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Florindo em Tecido (R$ 180) (Foto: Rafael Evangelista)
Florindo em Tecido (R$ 180) (Foto: Rafael Evangelista)

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Gio Balangandã na Can Can (R$ 179) (Foto: Rafael Evangelista)
Gio Balangandã na Can Can (R$ 179) (Foto: Rafael Evangelista)

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Miguel Alcade (R$ 1.450) (Foto: Rafael Evangelista)
Miguel Alcade (R$ 1.450) (Foto: Rafael Evangelista)

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Fotos: Rafael Evangelista (stills)
Produção de moda: Neel Ciconello Morikawa

‘Nada pode me limitar ou definir’, diz a modelo Maju de Araújo

Influenciadora se tornou a primeira embaixadora brasileira com síndrome de Down da L’Oréal Paris, desfilou na Fashion Week de Milão e driblou preconceitos
Ana Lourenço, O Estado de S.Paulo

Foi aos 16 anos que Maju tomou a decisão de ser modelo, ao acordar num hospital Foto: WILTON JUNIOR / ESTADAO

“Quando você cresce sendo julgada, alvo de piadas e comentários cruéis, eventualmente pode se entristecer. É difícil crescer em meio a tanta maldade e ignorância. Mas eu tenho potenciais e limitações, eu sou diferente, mas não sou menos capaz que as outras pessoas. Até hoje, muita gente tenta me diminuir e afirmar que eu não mereço estar onde estou, mas sei que isso não é verdade.”

Maria Júlia de Araújo, a Maju de Araújo, passou por muitos desafios ao longo de seus 19 anos. Descoberta em setembro de 2018 pelo grupo MGT, ela conta que houve muito estudo para conseguir o reconhecimento “Eu e minha família investimos intensamente, buscando sobretudo uma formação profissional e de qualidade na área”, afirma. “Me descobrir, não pela beleza exterior, mas pelo poder de influência e exemplo que o cargo traz, impactou a minha vida. Me tornei uma pessoa mais autoconfiante. E mais importante que uma sociedade reconhecendo uma pessoa com síndrome de Down ocupando um cargo profissional, é o próprio autorreconhecimento”, conta.

De lá para cá, a modelo já cruzou a passarela em três Fashion Weeks, incluindo a de Milão, na Itália, onde esteve no final do mês passado pelas marcas NCC e Libertees. “Tem coisas que é impossível de explicar. A sensação de pisar em uma passarela, na maior semana de moda do mundo, ser fotografada e observada e dividir espaço com outras grandes modelos poderia ser amedrontador. Mas nada se compara à sensação de gratidão, realização e felicidade que sinto fazendo o que amo. Basta dar o primeiro passo que a preocupação some. Me sinto gigante! É uma sensação de plenitude, é indescritível!”

Maju durante a Fashion Week de Milão Foto: Irina Tascheva

Maju lembra que, quando era pequena, não havia a mesma representatividade. “Raramente encontrávamos pessoas como eu estampando matérias, revistas, cruzando passarelas. Pessoas comuns precisam saber que o mundo está cheio de lugares para elas, para nós. Eu sou uma pessoa comum.”

O sonho de ser modelo, ela relata, começou aos 16 anos, quando foi internada com meningite bacteriana e ficou dez dias em coma. Os médicos chegaram a cogitar a amputação de membros para conter a infecção, mas deu tudo certo. Assim que acordou, ela revelou para a mãe: “Eu vou ser modelo”.

‘Tenho potenciais e limitações, eu sou diferente, mas não sou menos capaz que as outras pessoas’, diz Maju Foto: WILTON JUNIOR / ESTADAO

“Eu já sentia esse desejo (de ser modelo), mas em alguns momentos foi difícil acreditar que iria realizá-lo. Depois que você recebe um diagnóstico como o que eu recebi – com risco de óbito ou de sequelas graves como perda da audição, da visão –, você tem algumas opções: ser tomada pelo medo ou lutar pela vida”, ressalta. “Eu sentia que ainda tinha muito pela frente e que Deus estaria cuidando do meu destino. Mas também sabia que, se recebesse uma nova oportunidade, deveria agarrar essa chance. Foi isso que fiz.”

Timothée Chalamet & Zendaya on Friendship, Mental Health & Feeling Different | GLAMOUR UK

There are celebrity best friends and then there are Timothée Chalamet and Zendaya, as Josh Smith finds out in his latest column, ‘Josh Smith Meets’ where the Dune co-stars open up about the power of their friendship, pressure and protecting their mental health.

Not many can truly understand the fandom that follows Zendaya and Timothée’s every post and move. Zendaya’s 110 million Instagram followers have followed her from her Disney Channel days all the way to The Greatest Showman, the Spiderman franchise and her Emmy award winning performance in Euphoria. Whilst Timothée’s 14.1 million Instagram fans who have keenly followed him since that Oscar nominated performance with a certain peach in Call Me By Your Name to Little Women have dedicated their lives to creating fan art, including infamously superimposing Timothée into masterpiece art works.

Existem melhores amigos celebridades e Timothée Chalamet e Zendaya, como Josh Smith descobriu em sua última coluna, ‘Josh Smith Meets’, onde os colegas de Duna falam sobre o poder de sua amizade, pressão e proteção de sua saúde mental .

Poucos conseguem entender o fandom que segue cada postagem e movimento de Zendaya e Timothée. Os 110 milhões de seguidores de Zendaya no Instagram a seguiram desde seus dias no Disney Channel até The Greatest Showman, a franquia Homem-Aranha e sua atuação vencedora do Emmy em Euphoria. Enquanto os 14,1 milhões de fãs do Instagram de Timothée que o seguiram entusiasticamente desde aquela atuação indicada ao Oscar com um certo pêssego em Call Me By Your Name to Little Women dedicaram suas vidas à criação de fan art, incluindo a infame superposição de Timothée em obras-primas de arte.

73* Questions With Adele | Vogue

If you’re hoping to hear Adele belt out some “Hello” lyrics and put them through the Alvin and the Chipmunks simulator on her phone, well…you’re in luck. Watch as Adele tours her Los Angeles home and answers 73* rapid-fire questions.

*may potentially be more than 73 questions…

Se você espera ouvir Adele cantar algumas letras de “Hello” e colocá-las no simulador * Alvin and the Chipmunks * em seu telefone, bem … você está com sorte. Veja Adele visitar sua casa em Los Angeles e responder 73 * perguntas rápidas.

*pode ter potencialmente mais de 73 perguntas …

Director: Joe Sabia

DP: Jess Dunlap

Editor: Evan Allan

Color: Oliver Eid

Mix: Nick Cipriano at BANG Audio Post

Supervising Producer: Jordin Rocchi

Producer, On-set: Jace Davis

Production Manager: Emily Yates

Production Coordinator: Kit Fogarty

Post-Production Manager: Marco Glinbizzi

VP, Digital Video Programming and Development, Vogue (English Language): Robert Semmer

Director of Content, Vogue: Tara Homeri

Entertainment Director, Vogue: Sergio Kletnoy

Zahara Jolie-Pitt cruza o tapete vermelho com o mesmo vestido usado pela mãe, Angelina Jolie, no Oscar de 2014

Zahara Jolie-Pitt cruza o tapete vermelho com o mesmo vestido usado pela mãe, Angelina Jolie, no Oscar de 2014

Maddox Jolie-Pitt, Vivienne Jolie-Pitt, Angelina Jolie, Zahara Jolie Pitt, Shiloh Jolie-Pitt, e Knox Jolie Pitt (P (Foto: Getty Images for Disney)

Zahara Jolie-Pitt se destacou na estréia de ‘Eternals’ em Los Angeles, seguindo a mãe Angelina Jolie ao usar um antigo vestido de alta costura by Elie Saab que a atriz vestiu no Oscar de 2014

Tal mãe tal filha! Zahara Jolie-Pitt, 16, brilhou na estreia mundial do filme “Eternals” que aconteceu na segunda-feira, 18 de outubro, nos estúdios da Marvel em Los Angeles, nos Estados Unidos. 

Ao lado da mãe,  a jovem surgiu em um vestido de alta-costura Elie Saab –  que foi usado pela mãe, Angelina Jolie, 46, no Oscar de 2014.

O vestido fabuloso é da coleção outono-inverno 2013 do estilista libanês de alta-costura, com uma textura transparente na parte superior, mangas compridas e bordados da cabeça aos pés.

Como sua mãe no Oscar, Zahara acinturou a peça com um cinto de couro fino e usava brincos delicados para completar o visual.

Zahara Jolie-Pitt cruza o tapete vermelho com o mesmo vestido usado pela mãe, Angelina Jolie, no Oscar de 2014 (Foto: Getty Images)
Zahara Jolie-Pitt cruza o tapete vermelho com o mesmo vestido usado pela mãe, Angelina Jolie, no Oscar de 2014 (Foto: Getty Images)

Para o evento, que estreou o último filme da Marvel, Angelina aproveitou da companhia de seus cinco filhos que compartilha com o ex-marido Brad Pitt, 57: Zahara, 16, Maddox, 19, Shiloh, 15,  Vivienne, 13, e Knox, 13.

LOS ANGELES, CALIFORNIA - OCTOBER 18: (L-R) Maddox Jolie-Pitt, Vivienne Jolie-Pitt, Angelina Jolie, Zahara Jolie-Pitt, Shiloh Jolie-Pitt, and Knox Jolie-Pitt arrive for the World Premiere of Marvel Studios’ Eternals at the El Capitan Theatre in Hollywood  (Foto: Getty Images for Lexus)
Maddox Jolie-Pitt, Vivienne Jolie-Pitt, Angelina Jolie, Zahara Jolie-Pitt, Shiloh Jolie-Pitt, e Knox Jolie-Pitt (Foto: Getty Images for Lexus)

A atriz que interpreta a heroína Thena na trama da Marvel dirigida pela cineasta vencedora do Oscar, Chloé Zhao (Nomadland), escolheu um vestido Balmain da coleção Resort 2022 e joias vintage da Tiffany & Co.

LOS ANGELES, CALIFORNIA - OCTOBER 18: Angelina Jolie attends the Los Angeles Premiere of Marvel Studios' "Eternals" on October 18, 2021 in Los Angeles, California. (Photo by Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagic) (Foto: FilmMagic)
Angelina Jolie (Photo by Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagic) (Foto: FilmMagic)
LOS ANGELES, CALIFORNIA - OCTOBER 18: Angelina Jolie attends the Los Angeles Premiere of Marvel Studios' "Eternals" on October 18, 2021 in Los Angeles, California. (Photo by Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagic) (Foto: FilmMagic)
Angelina Jolie (Photo by Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagic) (Foto: FilmMagic)
HOLLYWOOD, CALIFORNIA - OCTOBER 18: (L-R) Maddox Jolie-Pitt, Vivienne Jolie-Pitt, Angelina Jolie, Zahara Jolie Pitt, Shiloh Jolie-Pitt, and Knox Jolie Pitt arrive at the Premiere of Marvel Studios' Eternals on October 18, 2021 in Hollywood, California. (P (Foto: Getty Images for Disney)
Maddox Jolie-Pitt, Vivienne Jolie-Pitt, Angelina Jolie, Zahara Jolie Pitt, Shiloh Jolie-Pitt, e Knox Jolie Pitt (P (Foto: Getty Images for Disney)
LOS ANGELES, CALIFORNIA - OCTOBER 18: Angelina Jolie attends the Los Angeles Premiere of Marvel Studios' "Eternals" on October 18, 2021 in Los Angeles, California. (Photo by Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagic) (Foto: FilmMagic)
Angelina Jolie (Photo by Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagic) (Foto: FilmMagic)

Adele Eats Spotted Dick, Cockles & 10 Other British Dishes | British Vogue

She may live in LA these days, but Tottenham girl Adele still feels right at home in a greasy spoon. Vogue’s November cover star braved the ultimate British taste test, tucking into traditional dishes from cockles to spotted dick – all while wearing a blindfold. Watch the video to see how many the superstar can correctly identify, and learn how she takes her PG Tips.

Ela pode morar em Los Angeles atualmente, mas a garota do Tottenham, Adele, ainda se sente em casa em uma colher gordurosa. A estrela da capa de novembro da Vogue enfrentou o derradeiro teste de sabor britânico, degustando pratos tradicionais de berbigão a pau manchado – tudo isso usando uma venda nos olhos. Assista ao vídeo para ver quantos a superestrela consegue identificar corretamente e aprenda como ela leva suas dicas PG.

As formas devastadoras como depressão e ansiedade afetam o corpo

Mente e corpo formam uma via de mão-dupla e se influenciam diretamente na saúde e na doença
Jane E. Brody, The New York Times – Life/Style, O Estado de S.Paulo

NYT - Life/Style (não usar em outras publicações).
Ilustração de Gracia Lam/The New York Times.

Não causa surpresa que a notícia de um diagnóstico de doença cardíacacâncer ou qualquer outra doença física limitante ou com risco de vida, provoque ansiedade ou depressão. Mas o inverso também pode ser verdadeiro: a ansiedade ou a depressão excessivas podem estimular o desenvolvimento de uma doença física séria e até mesmo impedir a capacidade de resistir ou se recuperar dela.

As consequências potenciais são particularmente oportunas, já que o estresse contínuo e as perturbações da pandemia continuam a afetar a saúde mental.

O organismo humano não reconhece a separação artificial das doenças mentais e físicas feita pelos médicos. Na verdade, a mente e o corpo formam uma via de mão dupla. O que acontece dentro da cabeça de uma pessoa pode ter efeitos prejudiciais em todo o corpo, bem como o contrário. Uma doença mental não tratada pode aumentar significativamente o risco de ficar fisicamente doente, e os distúrbios físicos podem resultar em comportamentos que pioram as condições mentais.

Jane E. Brody, The New York Times – Life/Style, O Estado de S.Paulo

17 de outubro de 2021 | 05h00

Não causa surpresa que a notícia de um diagnóstico de doença cardíacacâncer ou qualquer outra doença física limitante ou com risco de vida, provoque ansiedade ou depressão. Mas o inverso também pode ser verdadeiro: a ansiedade ou a depressão excessivas podem estimular o desenvolvimento de uma doença física séria e até mesmo impedir a capacidade de resistir ou se recuperar dela.

As consequências potenciais são particularmente oportunas, já que o estresse contínuo e as perturbações da pandemia continuam a afetar a saúde mental.

O organismo humano não reconhece a separação artificial das doenças mentais e físicas feita pelos médicos. Na verdade, a mente e o corpo formam uma via de mão dupla. O que acontece dentro da cabeça de uma pessoa pode ter efeitos prejudiciais em todo o corpo, bem como o contrário. Uma doença mental não tratada pode aumentar significativamente o risco de ficar fisicamente doente, e os distúrbios físicos podem resultar em comportamentos que pioram as condições mentais.PUBLICIDADE

Em estudos que acompanharam pacientes com câncer de mama, por exemplo, o Dr. David Spiegel e seus colegas da Escola de Medicina da Universidade de Stanford mostraram, décadas atrás, que as mulheres cuja depressão melhorava viviam mais do que aquelas cuja depressão se agravava. Sua pesquisa e outros estudos mostraram claramente que “o cérebro está intimamente conectado ao corpo e o corpo ao cérebro”, disse Spiegel em uma entrevista. “O corpo tende a reagir ao estresse mental como se fosse um estresse físico.”

Apesar dessa evidência, ele e outros especialistas dizem, o sofrimento emocional crônico é frequentemente ignorado pelos médicos. Normalmente, um médico prescreve um tratamento para doenças físicas como doenças cardíacas ou diabetes, sem se questionar por que alguns pacientes pioram em vez de melhorar.

Muitas pessoas relutam em procurar tratamentos para doenças emocionais. Algumas pessoas com ansiedade ou depressão podem temer serem estigmatizadas, mesmo reconhecendo que têm um problema psicológico sério. Muitas tentam tratar seu sofrimento emocional adotando comportamentos como beber muito ou usar drogas, o que apenas piora uma doença pré-existente.  

E às vezes, pessoas da família e amigos inadvertidamente reforçam a negação de sofrimento mental de alguém dizendo coisas como “ele é assim mesmo” e não fazendo nada para incentivá-los a buscar ajuda profissional.

Quão comuns são a ansiedade e a depressão?

Os distúrbios de ansiedade afetam aproximadamente 20% dos adultos americanos. Isso significa que milhões são acossados por uma superabundância de respostas de “luta ou fuga” que prepara o corpo para a ação. Quando você está estressado, o cérebro responde provocando a liberação de cortisol, o sistema de alarme da natureza. Ele evoluiu para ajudar os animais que enfrentam ameaças físicas, aumentando a respiração, elevando o ritmo cardíaco e redirecionando o fluxo sanguíneo dos órgãos abdominais para os músculos que ajudam a enfrentar ou  escapar do perigo.

Essas ações protetoras originam-se nos neurotransmissores epinefrina e norepinefrina, que estimulam o sistema nervoso simpático e colocam o corpo em alerta máximo. Mas quando eles são solicitados com muita frequência e indiscriminadamente, a superestimulação crônica pode resultar em todos os tipos de doenças físicas, incluindo indigestão, cólicas, diarreia ou prisão de ventre e um risco maior de ataque cardíaco ou derrame.

depressão, embora menos comum do que a ansiedade crônica, pode ter efeitos ainda mais devastadores sobre a saúde física. Embora seja normal se sentir deprimido de vez em quando, mais de 6% dos adultos têm sentimentos persistentes de depressão que acabam dificultando os relacionamentos pessoais, interferem no trabalho e no lazer e prejudicam sua capacidade de enfrentar os desafios da vida diária. A depressão persistente também pode exacerbar a percepção de dor de uma pessoa e aumentar suas chances de desenvolver dor crônica.

“A depressão diminui a capacidade de uma pessoa de analisar e responder racionalmente ao estresse,” disse Spiegel. “Elas acabam em um círculo vicioso com capacidade limitada para sair de um estado mental negativo.”

Para piorar as coisas, a ansiedade e a depressão excessivas frequentemente coexistem, deixando as pessoas vulneráveis a um conjunto de doenças físicas e à incapacidade de adotar e persistir na terapia necessária.

O tratamento pode combater o impacto emocional

Embora a ansiedade e a depressão persistentes sejam altamente tratáveis com medicamentos, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia, sem tratamento essas condições tendem a piorar. Segundo o Dr. John Frownfelter, o tratamento para qualquer condição funciona melhor quando os médicos entendem “as pressões que os pacientes enfrentam que afetam seu comportamento e resultam em danos clínicos”.

Frownfelter é internista e diretor médico de uma startup chamada Jvion. A organização utiliza inteligência artificial para identificar não apenas fatores médicos, mas também psicológicos, sociais e comportamentais que podem impactar a eficácia do tratamento na saúde dos pacientes. Seu objetivo é promover abordagens mais holísticas que tratem o paciente por inteiro, corpo e mente combinados.

As análises utilizadas pela Jvion, uma palavra hindi que significa “dar vida” podem alertar um médico quando a depressão de base estiver prejudicando a eficácia dos tratamentos prescritos para outra condição. Por exemplo, os pacientes em tratamento para diabetes que estão se sentindo desesperados podem não melhorar porque tomam a medicação prescrita apenas esporadicamente e não seguem uma dieta adequada, disse Frownfelter.

“Sempre falamos sobre a depressão como uma complicação de doenças crônicas”, escreveu Frownfelter no Medpage Today de julho. “Mas não falamos o suficiente sobre como a depressão pode levar a doenças crônicas. Pacientes com depressão podem não ter motivação para se exercitar regularmente ou cozinhar refeições saudáveis. Muitos também têm problemas para dormir o necessário.” /TRADUÇÃO LÍVIA BUELONI GONÇALVES

Após desabafo de Linda Evangelista, supermodelos brilham na moda

Tops dos anos 1990 invadem a moda e provam que talento e beleza não têm idade
Gilberto Júnior

Não, não estamos de volta aos anos 1990, mas as supermodelos da década roubaram a cena na temporada de verão 2022 internacional. Naomi Campbell, de 51 anos, foi vista na Balmain (foto), Versace e Lanvin Foto: Dominique Charriau / WireImage

No primeiro dia da última semana de moda de Milão, um desabafo de Linda Evangelista, de 56 anos, movimentou as redes sociais. E, consequentemente, os bastidores da fashion week. Questionada por seguidores sobre o porquê de sua ausência das passarelas, a canadense — personificação da era das supermodelos — respondeu que estava “brutalmente desfigurada” depois de passar por uma intervenção estética. Ela teve uma reação adversa ao procedimento de congelamento de gordura chamado Coolsculpting. “Não só destruiu meu sustento, mas me colocou em um ciclo de profunda depressão, profunda tristeza e nas mais baixas profundezas da autoaversão”, disse a top num trecho da carta aberta. Coincidência ou não, após esse episódio, os desfiles italianos e, na sequência, os franceses foram tomados por rostos que fizeram história na década de 1990.

Naomi Campbell, de 51, desfilou para Lanvin e Balenciaga. Carla Bruni, de 53, foi sensação na Balmain. Kate Moss, de 47, Amber Valletta, de 47, e Kristen McMenamy, de 56, brilharam no show Fendace, fusão da Fendi com a Versace. Ou seja: a mesma indústria que, de um lado não permitiu que Linda envelhecesse como bem quisesse, de outro acolheu suas colegas. Reflexo do corajoso desabafo? Ou compensação?

“Esse movimento tem a ver com a pandemia. Há uma sensação de querer recapitular tudo que fomos antes, um momento emocional , em que estamos fazendo uma espécie de coletânea do que a moda foi até agora”, analisa Liliana Gomes, diretora da agência Joy Model Management. “São mulheres que representam uma época.”

Uma época que antecede as redes sociais, quando a força de uma manequim não era medida por números de seguidores no Instagram. Sobrava dinheiro na conta (Linda chegou a dizer que não “levantava da cama por menos de dez mil dólares”) e personalidade. No desfile da Balmain, Naomi relembrou ao mundo a potência de um pivô. Ex-primeira dama da França, Carla Bruni mostrou no mesmo show que uma supermodelo é garantia de manchetes, inclusive no jornal “The New York Times”.

Para o agente Sérgio Mattos, da 40 Graus Models, o retorno dessas tops foi o jeito que a indústria encontrou de colocar um ponto final no mito da juventude eterna. “A moda já foi um ambiente bastante cruel. Eu me recordo que nos anos 1990, meninas com mais de 90 centímetros de quadril não passavam na peneira. Penso que todas essas atitudes inclusivas são uma maneira de compensar a maldade de tempos atrás”, observa Mattos, que conheceu Linda Evangelista em 1994. “É uma marca e a melhor modelo de passarela.”

Patricia Bright On Becoming a Content Creator | Vogue Visionaries | British Vogue & YouTube

When Patricia Bright first made the switch from financial consultant to YouTube Creator more than 10 years ago, it was a different time and “there was no such thing as an online content creator”, as she explains in her Vogue Visionaries class in partnership with YouTube.

Since then, Bright, a YouTube sensation and expert in content creation, has seen it all – and learnt a lot along the way. Who better, then, to call upon to share the secrets of their success with aspiring YouTube Creators? In the seventh instalment of British Vogue and YouTube’s Vogue Visionaries series, following tutorials with Celeste, Sam McKnight, Alexa Chung, Jourdan Dunn, Naomi Scott and Bernardine Evaristo, Bright gives her advice on how to grow your audience on YouTube (“show what things actually look like – don’t use skin-blurring or fake effects”), pitch for partnerships, diversify your income as an online creator, and offers her tips on managing work/life balance (“be patient with yourself. If you can’t get something done, accept it”). From three-point lighting to where to find the best equipment, Bright also gives an in-depth look behind the scenes of her home studio, to reveal the failsafe techniques she uses to create her videos. Above all, she says, this business is about perseverance – “if you can show up all the time, you will win.” And remember: “Be yourself, because it’s far more effort to be someone else.”

Quando Patricia Bright mudou pela primeira vez de consultora financeira para criadora do YouTube, há mais de 10 anos, era uma época diferente e “não existiam criadores de conteúdo online”, como ela explica em sua aula de Vogue Visionaries em parceria com o YouTube .

Desde então, Bright, uma sensação do YouTube e especialista em criação de conteúdo, viu de tudo – e aprendeu muito ao longo do caminho. Quem melhor, então, para contar para compartilhar os segredos de seu sucesso com aspirantes a criadores de conteúdo do YouTube? Na sétima edição da série Vogue britânica e Vogue Visionaries do YouTube, seguindo tutoriais com Celeste, Sam McKnight, Alexa Chung, Jourdan Dunn, Naomi Scott e Bernardine Evaristo, Bright dá conselhos sobre como aumentar seu público no YouTube (“mostre quais coisas realmente parece – não use efeitos desfocados ou falsos ”), peça parcerias, diversifique sua renda como criador on-line e oferece dicas sobre como gerenciar o equilíbrio entre trabalho / vida pessoal (“ seja paciente consigo mesmo. para fazer algo, aceitar ”). Desde a iluminação de três pontos até onde encontrar o melhor equipamento, Bright também dá uma visão aprofundada dos bastidores de seu estúdio caseiro, para revelar as técnicas de segurança que ela usa para criar seus vídeos. Acima de tudo, diz ela, este negócio é sobre perseverança – “se você puder aparecer o tempo todo, você vencerá”. E lembre-se: “Seja você mesmo, porque é muito mais difícil ser outra pessoa.”

00:0000:40 – Introduction

00:4102:37 – Chapter One: Starting Out

02:3706:31 – Chapter Two: Developing Your Content Strategy

06:3210:06 – Chapter Three: Content Production

10:0617:30 – Chapter Four: Juggling It All

17:3019:06 – Chapter Five: Notes To My Younger Self