10 perguntas para Sofia Coppola

Em Tóquio para a inauguração da exposição Mademoiselle Privé, da Chanel, a diretora responde ao pingue-pongue da Vogue
VÍVIAN SOTOCÓRNO

Sofia Coppola na abertura da exposição Mademoiselle Privé, da Chanel, em Tóquio (Foto: Getty Images)

Ex-estagiária de Karl Lagerfeld e amiga de longa data da ChanelSofia Coppola foi convocada pela grife francesa para assinar um curta-metragem em homenagem à edição de Tóquio da exposição Mademoiselle Privé, que funciona até o dia 1 de dezembro na cidade.

“Quando eu era adolescente, meu pai era amigo de Carole Bouquet, que era o rosto da Chanel nos anos 80”, conta Sofia. “Foi ela quem me apresentou a Chanel. Lembro-me dela vestindo Chanel e sendo muito chique. Isso causou uma grande impressão em mim… Ela foi minha principal introdução à Chanel – e à minha obsessão.”

No Japão para a festa de abertura da mostra, que aconteceu na noite dessa quinta-feira (17.10.2019), a diretora respondeu a dez perguntas da Vogue. Confira:

O que mais gosta de fazer quando está em Tóquio?
Amo a cidade, adoro andar por aí e descobrir novos lugares.

Qual seu filme preferido de todos os tempos?
Estava falando hoje mais cedo sobre Por Um Destino Insólito, é difícil escolher apenas um, mas esse é um dos favoritos.

A melhor peça Chanel do seu guarda-roupa:
A jaqueta clássica preta.

Onde você guarda o seu Oscar?
Em Paris, em uma estante de livros.

Você estagiou com Karl Lagerfeld na Chanel quando era adolescente. Como era ele como chefe?
Muito legal e gentil. Ele cuidava das garotas, é uma memória muito especial para mim.

Qual o melhor conselho que já recebeu do seu pai?
“Não espere por uma permissão, apenas comece.”

Qual a parte de dirigir que você gosta menos?
Para mim, escrever é a parte mais difícil.

Quem tem a melhor coleção de arte?
O Frick Museum, em NY.

Quem é a mulher mais inspiradora do mundo?
Coco Chanel e Michele Obama são algumas delas.

O que você mais admira em Virginie Viard, sua amiga e nova diretora criativa da Chanel?
Amo a visão dela para a Chanel e para a moda, ela faz tudo parecer fácil e cool.

Qual seu uniforme para os dias que não está inspirada para se vestir?
Jeans e um suéter masculino.

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Vivi Orth comemora 15 anos de carreira e analisa: “a moda consciente se fortaleceu e o meio ambiente agradece”

Ela desfilou pela 20ª vez para a marca Lino Villaventura nessa quinta-feira (17.10)
PAULA BARROS (@PAULI_BARROS)

Lino Villaventura (Foto: Charles Naseh e Rafael Cusato)

Vivi Orth está completando 15 anos de carreira e nessa quinta-feira fez seu 20º desfile para o estilista Lino Villaventura. “A marca faz parte da minha trajetória, eu fui muitas Vivi’s durante essas 20 temporadas que estive com a Lino e isso é muito bacana. Sou muito apegada aos meus parceiros dessa jornada profissional no mercado da moda, por isso, quando o Lino me convidou para desfilar mais uma vez, não pude negar, aceitei na hora. O desfile vai ser lindo, estou animada”, diz ela em papo excluviso com a Vogue Brasil.

A modelo também acabou de mudar para uma nova agência, a Elle Model, nova no mercado e promete movimentar sua carreira. Confira abaixo a entrevista completa.

Você  está completando 15 anos de passarela. Qual mudança mais significativa que você notou pessoalmente e no mercado?
Eu acho que a mudança mais significativa é a inclusão e diversidade na moda. O desfile de ontem da Cavalera mostrou bem isso e fico muito feliz que estejamos neste caminho. Mas ainda falta. Falta termos que ‘’incluir’’, isso precisa se tornar natural e não algo que temos que o mercado tenha que fazer. Além disso, acho que a moda consciente e sustentável se tornou mais forte e o meio ambiente agradece.

E no seu corpo?
Com certeza, dos 14 para os 29 anos o corpo feminino passa por muitas mudanças, hoje eu tenho mais curvas, sou uma mulher

Se sente mais confiante?
Me sinto, sim. Hoje me conheço mais, sei o que me faz bem e o que não faz.

O que mudou do primeiro desfile para esse?
Acho que a confiança e o entendimento das coisas, do universo em geral. Mas o frio da barriga não mudou muito, rs. Ele permanece e faz parte dessa magia que é estar na passarela.

Você acabou de ir para uma nova agência, a Elle Model, nova no mercado. O que isso representa na sua carreira?
Mudanças. Estou muito feliz de integrar o time da Elle Model, do Rennan Franco, agora, são profissionais com muita bagagem e que estão trazendo um frescor novo para esse mercado que – ainda bem – mudou e continua a mudar.

Por que você mudou?
Por vários motivos, queria algo novo, gosto de sentir essa renovação, é uma agência com propostas que estão de acordo com o que acredito e com pessoas nas quais eu confio, profissionais do mercado muito competentes.


Já pensou em abrir sua própria agência?
Não penso nisso. Eu tenho ouros projetos ligados a TV, quero focar na minha carreira de apresentadora, estou com um projeto novo bacana, logo mais vou poder contar pra vocês. Além disso, tem muita coisa social que ainda quero realizar. Acho que não sobraria espaço para ser dona de uma agência, rs.

Já está pensando na aposentadoria?
Não, longe disso. Ainda quero fazer muita coisa, tem muito projeto para realizar. Principalmente na TV.

Vivi Orth (Foto: Ricardo Augusto)
Vivi Orth (Foto: Ricardo Augusto)
Vivi Orth (Foto: Ricardo Augusto)