Vocalista Jill Janus da banda Huntress morre por suposto suicídio aos 43 anos

Jill Janus sofria de distúrbios mentais e tirou a própria vida no início desta semana

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Jill Janus, vocalista da banda Huntress, morre aos 43 anos 

A vocalista da banda de heavy metal Huntress, Jill Janus, morreu nesta semana. Um post no Facebook do ex-colega de banda Casey Wood confirmou a notícia. “Estou em estado de choque e não consigo parar de chorar. Minha melhor amiga, cantora deixou o mundo. Ela era muito amada e espero que seu legado viva como deveria!”. Ele continuou: “Você deveria estar no seu caminho de volta aqui, Jill Janus. Eu te amo eu sinto sua falta, e minha porta ainda está aberta para você sempre. Descanse em paz, minha irmã”.

A banda também divulgou uma declaração comovente sobre a morte de Janus e revelou aos fãs que a doença mental é o que levou à sua morte. “É com os corações esmagados que anunciamos que Jill Janus – vocalista da banda de heavy metal Huntress da Califórnia – faleceu na terça-feira, 14 de agosto. Sofredora de doença mental há muito tempo, ela tirou a própria vida em Portland, Oregon. Janus falou publicamente sobre esses desafios na esperança de orientar os outros a superarem suas doenças mentais. Janus era especialmente criativa envolvida com inúmeros projetos musicais, incluindo seu papel como vocalista para as bandas femininas de metal / hard rock TheStarbreakers e Chelsea Girls”.

E continuou: “Além disso, Janus foi co-compositora e criadora de uma ópera rock com Angus Clark, da Trans-Siberian Orchestra, e teve uma carreira de uma década como DJ Penelope Tuesdae, de Nova York. Sua carreira musical começou na infância. Além de suas conquistas no mundo da música e sua defesa de problemas de saúde mental, ela era uma pessoa bonita, apaixonada por sua família, pelo resgate de animais e pelo mundo da medicina natural. Sentiremos saudades dela mais do que ela jamais saberá”.

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Aretha Franklin foi ícone do feminismo e do movimento pelos direitos civis nos EUA

Algumas músicas que ela gravou no fim da década de 1960 como ‘Respect’ foi hino para mulheres
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Aretha Franklin canta no palanque presidencial ao lado do então presidente Barack Obama e primeira-dama MIchelle, durante cerimônia dedicada a Martin Luther King Jr. em Washington, em outubro de 2011 (Foto: Charles Dharapak/AP/Arquivo)

WASHINGTON – Aretha Franklin, além de rainha do soul, foi um ícone do feminismo e no movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos.

Canções que gravou no fim dos anos 1960, como “Respect”, “Do Right Woman – Do Right Man” e “Chain of Fools”, tornaram-se hinos para mulheres em todo o mundo. Em vez de sofredoras, eram agora fortes e indomáveis.

Os trechos de “Respect” — “Tudo o que eu peço é um pouco de respeito quando você chegar em casa” — não tratava apenas de como uma mulher desejava ser tratada pelo marido. Era também uma demanda por igualdade e liberdade.

A saber: o hit foi originalmente lançado pelo cantor Otis Redding em 1965. Aretha gravou uma nova versão da música.

“Nos témos o poder. Nós somos muito engenhosas. Mulheres merecem respeito. Acho que mulheres, crianças e idosos são os três grupos menos respeitados em nossa sociedade”, disse à revista Elle em 2016.

A rainha do soul foi a primeira mulher a entrar para o hall da fama do Rock and Roll, dois anos depois de ter sido criado. Até 2017, quando foi destronada por Nicki Minaj, foi recordista de músicas no Billboard Hot 100, lista que mostra os maiores sucessos dos Estados Unidos com base em vendas e número de reproduções.

O pai da cantora, C.L Franklin era membro da Igreja Batista e ativista pelos direitos civis. Em 1963, organizou a Caminhada pela Liberdade de Detroit, o maior movimento de direitos civis na história dos Estados Unidos até então. Dois meses depois, a Marcha sobre Washington assumiu o pódio.

C.L Franklin era amigo de Martin Luther King Jr, que lhe entregou uma versão preliminar de “I Have a Dream” durante o ato em Detroit. O célebre discurso foi proferido durante a marcha na capital do país.

Em 1968, pouco antes de ser assassinado, King entregou a Aretha um prêmio da organização que presidia, a Southern Christian Leadership Conference (Conferência da Liderança Cristã do Sul), que lutava pelos direitos civis dos negros. Durante o funeral do líder, a cantora interpretou “Precious Lord, Take My Hand”.

Democrata, Aretha se apresentou na posse de Barack Obama, em 2009, e em eventos antes das posses de Jimmy Carter, em 1977, e Bill Clinton, em 1993. Também cantou na Convenção Nacional Democrata, ocorrida em meio a protestos contra a guerra do Vietnã. [Júlia Zaremba]

Morre Aretha Franklin, aos 76 anos

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Aretha Franklin em seu último show, no evento da Fundação Elton John contra a Aids em Nova York

Morreu hoje (16/08) Aretha Franklin com 76 anos. A cantora americana foi diagnosticada com câncer em 2010 e se aposentou dos palcos em 2017. Conhecida como a rainha do soul, ela conquistou o mundo com sua regravação de “Respect” de 1967 (original de Ottis Redding) e com “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” de 1968.

Aretha nasceu em Memphis no Tennesse em 25 de março de 1942 e começou como cantora na igreja de seu pai Clarence LaVaughn Franklin, que era pastor. Além de ter se tornado um grande nome do R&B, ela foi a primeira mulher a entrar no Hall da Fama do Rock and Roll e ganhou 18 prêmios Grammy!

presidente George W. Bush deu pra Aretha a Medalha Presidencial da Liberdade– que é a maior condecoração pra um civil americano. Ela também cantou na posse do presidente Barack Obama, em 2009.

Duas dicas culturais para comemorar os 60 anos de Madonna

DVD e nova biografia são boas pedidas para celebrar a data

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DVD que registra a última turnê da pop star (Foto: Divulgação)

Em vez de entrar na inevitável onda saudosista que a efeméride sugere, uma boa maneira de celebrar as seis décadas de Madonna e sua música é o Rebel Heart Tour, DVD que registra a última turnê da pop star, que viajou o mundo em 2015 e 2016 para divulgar o décimo terceiro álbum de estúdio da cantora (Rebel Heart).

Apesar de vir recheado de hits de Madge, como Burning Up, Like A Virgin e Deeper and Deeper, a produção garante bons momentos da diva interpretando faixas de seu último disco, como ‘Bitch, I’m Madonna’ e ‘Unapologetic Bitch’. O show foi gravado na arena Sydney Super Dome, na Austrália.

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Biografia ‘Madonna 60’ (R$ 70, Editora Agir) (Foto: Reprodução)

Outra boa dica cultural para curtir a data é a biografia ‘Madonna 60’ (R$ 70, Editora Agir), escrita pela jornalista britânica Lucy O’Brien e recém-chegada ao Brasil. O livro de 552 páginas recupera os 40 anos de carreira da americana e é recheado de momentos marcantes da trajetória da cantora.

Espere por curiosidades do álbum icônico ‘Like a Virgin’ (1985), que a colocou de vez no mapa-mundi da música pop na década de 80, passando por detalhes e segredos da vida pessoal, como a difícil infância e os seus fervidos early years na noite de Nova York, além de analisar controvérsias e polêmicas que surgiram junto com o sucesso que veio com os mais de 300 milhões de álbuns vendidos e incontáveis fãs espalhados pelo mundo.

Long live the queen!

Diretor de ‘Deadpool 2’ explica como escolheu música de Celine Dion que virou hit

David Leitch diz que testou vários artistas e faixa se encaixou

O diretor de “Deadpool 2”, David Leitch, revelou como a música “Ashes” foi escolhida para os créditos de abertura do filme do herói.

Ela não foi feita especialmente para a megaprodução, mas escolhida por ele por representar bem a transição entre a morte de Vanessa, mulher do protagonista, e Wade se adaptar à vida sem ela.

“Estávamos testando várias músicas e as pessoas da Columbia Records acharam que uma delas poderia ser um sucesso”, explicou Leitch na edição comentada do filme. “Quando ouvi, eu pensei: ‘É a temática de muitos personagens do filme. Perder tudo e, espero, algo lindo pode sair disso”, completou.

O diretor chegou a cogitar outros nomes, como Adele, que venceu o Oscar com “Skyfall” do filme James Bond.

Ryan Reynolds, que interpreta o herói, achou que Celine seria perfeita por ser canadense como ele e por “cantar muito”.

Leitch dirigiu o videoclipe de “Ashes” para o filme, com Ryan Reynolds dançando vestido como Deadpool e usando saltos altos.

“Celine não gravava uma música para um filme há um bom tempo e achamos que seria perfeito”, disse o roteirista Rhett Reese.

Demi Lovato usou mesmo opioide que matou Prince, diz site TMZ

Cantora teria mandado mensagem para traficante ir até sua casa

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Cantora Demi Lovato teve uma overdose na noite de 24 de julho 

A overdose sofrida por Demi Lovato, 25, pode ter sido causada pela mesma substância que matou o cantor Prince, diz o site americano TMZ. A cantora foi encontrada desmaiada em sua casa na noite do dia 24 de julho após uma festa.

Segundo a fonte da publicação, Demi estava em contato com o fornecedor da droga desde abril. Ela teria enviado uma mensagem ao traficante para que ele fosse até sua casa. Ainda segundo a publicação, ele teria levado para ela oxicodona, um opioide analgésico semelhante à morfina, que estaria misturado com fentanil, outro tipo de analgésico.

O TMZ afirma que o traficante costumava comprar drogas contaminadas no México. A droga levada para Demi é a mesma que causou a morte de Prince em abril de 2016, e do rapper Lil Peep, em novembro de 2017.

Ainda de acordo com o TMZ, o traficante teria fugido assim que notou que Demi estava com dificuldade de respirar. Desde o ocorrido, a cantora passou por uma clínica de reabilitação e foi encaminhada para um novo tratamento psiquiátrico em Chicago. Sua turnê na América do Sul foi cancelada.

Nas redes sociais, Demi quebrou o silêncio e falou sobre a dificuldade de lidar com o vício. A cantora disse que continuará lutando. “Tenho sido transparente sobre meu vício durante toda a minha jornada. O que eu venho aprendendo é que isso não é uma simples doença que desaparece com o tempo. É algo que eu preciso superar e ainda não consegui”, afirmou.

A jovem, que já tratava de distúrbios alimentares, bulimia, anorexia e automutilação, agradeceu à família e aos médicos que a atenderam no hospital. “Quero agradecer a Deus por me manter bem e sã e salva. Aos meus fãs, eu sou eternamente grata por todo o seu amor e apoio que eles têm dado ao longo de toda essa semana”, disse.

Demi sofre com o vício em álcool e drogas desde o início de sua carreira e já passou por internações para tratar problemas psicológicos e alimentares em 2010. Em março deste ano ela chegou a comemorar seis anos de sobriedade. Em sua última música, ‘Sober’, lançada em junho, no entanto, ela se desculpava por não estar sóbria.