Jennifer Lopez lança clipe da música ‘Medicine’

Cantora, de 49 anos, esbanjou tons pretos e brancos em produção circense

Jennifer Lopez durante o clipe da música ‘Medicine’. Foto: Captura de tela do clipe ‘Medicine’ (2019) / YouTube

Jennifer Lopez lançou o videoclipe de sua música Medicine, no domingo, 7, ao lado do rapper French Montana.

Com uma produção em tons pretos e brancos do começo ao fim, o vídeo começa com uma vinheta de circo antes de entrar o ritmo de pop. A voz de French Montana entra na canção após três minutos.

Com 49 anos, Jennifer Lopez foi pedida em casamento recentemente pelo ex-jogador de beisebol Alex Rodriguez com um anel de R$ 3,8 milhões.

Assista ao clipe abaixo.

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Como celebridades da música pop estão quebrando barreiras da sexualidade

Ariana Grande, Janelle Monáe e Sam Smith são alguns dos que usam suas letras e fama para falar de bissexualidade, pansexualidade e não-binaridade

A cantora norte-americana Ariana Grande sugeriu ser bissexual na música “Monopoly”, lançada no último 1º de abril Foto: Ilustração de Lari Arantes sobre foto de divulgação

RIO – A cantora americana Ariana Grande, de 25 anos, tem gerado discussões sobre bissexualidade desde que, há exatos sete dias, lançou uma música cuja letra sugere que ela é bissexual.

“Eu gosto de mulheres e homens”, entoa ela, na canção “Monopoly”, um dueto com sua amiga Victoria Monet.

Ariana não está sozinha. Muitos da nova geração da música pop se declaram “fluidos” — seja sexualmente, seja no gênero. Nos últimos anos, artistas como Miley Cyrus, Anne-Marie, Troye Sivan, Harry Styles, Christine and the Queens e Demi Lovato falaram sobre atração pelo mesmo sexo ou bissexualidade em suas letras.

Quando Janelle Monáe se definiu como pansexual em um perfil da revista “Rolling Stone” no ano passado, as pesquisas pelo termo aumentaram em 11.000% no dicionário online Merriam-Webster. Não há uma definição exata de “pansexual”, mas, em linhas gerais, trata-se de alguém que pode se atrair por pessoas de todos os gêneros e orientações sexuais.

Coordenador da Fundação LGBT, uma ONG britânica, Joe Nellist avalia que os músicos estão simplesmente refletindo a atitude de sua geração em relação à identidade de gênero e à orientação sexual.

— Há um número crescente de jovens com idade entre 16 e 25 anos que se identificam como lésbicas, gays ou bissexuais. O número atualmente é de 4,2% (somente no Reino Unido), que é mais do que o dobro da população geral — afirmou ele à “BBC”.S

No Brasil, uma pesquisa da PUC-RS concluída em 2015 mostrou que, entre as mulheres solteiras de 24 e 35 anos de idade, 14.8% se identificaram como bissexuais, 7.6% como homossexuais e 77.6% como heterossexuais. Entre os homens, 8,6% se disseram bissexuais, 25.2% homossexuais e 66.3% heterossexuais.

A pesquisa, realizada pelo Núcleo de Tendências e Pesquisa do Espaço Experiência da PUC-RS, constatou que, na média entre os dois gêneros, 11.8% dos brasileiros são bissexuais e 16.1% são homossexuais.

— Os dados recentes indicam que estamos nos movendo em direção a uma sociedade que é mais tolerante e receptiva, onde as pessoas se sentem confiantes e confortáveis para “sair do armário” ainda jovens — analisou Joe Nellist.

‘Cenário mudou drasticamente para os artistas queer’

No mês passado, o cantor Sam Smith, de 26 anos, se declarou não-binário — termo associado a pessoas cuja identidade ou expressão de gênero não se limita às categorias “masculino” ou “feminino”.

Em entrevista ao talk show de Jameela Jamil, o “I Weight Interviews”, Sam afirmou já ter se questionado se desejava fazer a transição de gênero e disse que a dificuldade para lidar com o próprio corpo resultou em uma lipoaspiração, quando tinha 12 anos.

— Quando eu comecei a ler e ouvir pessoas falando sobre se identificar como não-binário, minha reação imediata foi: “esse sou eu” — lembrou, durante a entrevista no programa. — Eu sempre vivi uma guerra entre meu corpo e minha mente. Quando eu tinha 12 anos, minha mãe me levou ao médico e descobrimos que meu corpo estava armazenando quantidades excessivas de estrogênio, que fazia com que meus peitos se parecessem com seios femininos.

Uma grande novidade dos dias de hoje, para artistas queer, é que eles podem dizer publicamente que são bissexuais, pansexuais, não-binários sem que isso prejudique suas vendas ou sua reputação, conforme destaca Olly Alexander, vocalista da banda Years & Years.

— Acho que o cenário mudou drasticamente para os artistas queer — disse Olly Alexander à “BBC” em 2018. — No passado, todos nós nos familiarizamos com estrelas pop “saindo do armário” já no meio de suas carreiras, ou depois de se tornarem muito renomados, e isso parece uma narrativa cruel para pessoas queer. Agora, parece que os artistas podem realmente “sair do armário” desde o início de suas carreiras.

Canções pop são cada vez mais propensas a apresentar perspectivas queer — e isso não tem impedido o sucesso de público e crítica. Por exemplo, Janelle Monáe ganhou uma indicação ao Grammy por sua música “Pynk”, uma celebração positiva da genitália feminina e do amor-próprio.

O poder do sreaming e das mídias sociais

Mudanças estruturais na indústria da música colaboraram para esse novo cenário, afirma Rachel Brodsky, editora-chefe do Grammy.com. Segundo ela, essas mudanças deram aos músicos “licença” para expressar sua sexualidade.

— Antigamente, os artistas pop eram um pouco mais cercados, com os executivos priorizando o que impulsiona os discos e faz ganhar dinheiro — diz ela à “BBC”. — Por exemplo, se você falasse sobre um assunto tabu em um disco, você arriscava que um grande empório de música como o Walmart não colocasse esse CD à venda. Mas a maneira como a música é consumida é totalmente diferente agora, com o streaming e o poder do marketing de mídia social. Hoje em dia, as gravadoras vêm atrás de artistas por causa de sua autenticidade, que geralmente se traduz em seguidores de mídias sociais.

Deslizes ainda acontecem

Mas nem sempre a discussão sobre gênero e sexualidade na música pop tem impacto positivo. No ano passado, Rita Ora, cantora britânica de etnia albanesa, foi criticada pelo refrão de sua música “Girls”, em que ela entoava: “Às vezes eu só quero beijar garotas, garotas, garotas / vinho tinto, só quero beijar garotas, garotas, garotas”.

Alguns ouvintes mostraram preocupação com o fato de esses versos perpetuarem o estereótipo de que as mulheres só se relacionam com outras mulheres quando estão bêbadas ou porque isso excita os homens.

Rita pediu desculpas, dizendo que “nunca causaria danos intencionais a outras pessoas LGBTQ+”. No entanto, o episódio mostrou como o mundo mudou desde que Katy Perry cantou “ela beijou uma garota e ela gostou” — desde que seu namorado não se importasse.

Por conta dessa realidade complexa é que a editora-chefe do Grammy.com tem reservas quanto ao rótulo de “queer pop” para classificar um gênero musical.

— Queer não é um gênero, é uma preferência sexual — argumenta Rachel Brodsky. — E se usarmos a palavra “queer” para descrever o som de alguém, corremos o risco de marginalizar artistas que, idealmente, merecem ser integrados ao conjunto pop maior. É como usar o termo “banda só de mulheres”. O que importa qual é a preferência sexual de alguém quando se trata de música? No final do dia, todo mundo é um artista. Vamos nos ater a descrever o som como uma forma de classificação em vez de aparência e sexualidade, não é? [Globo]

Lollapalooza 2019 | As mulheres que marcaram o festival

Line-up do ano escalou poucos nomes femininos, mas elas deixaram sua marca
JULIA SABBAGA, JACIDIO JUNIOR E MARIANA CANHISARES

Letrux

O line-up de 2019 do Lollapalooza não foi exatamente representativo quando se fala em artistas femininas, mas as mulheres que marcaram a edição deste ano não deixaram por pouco. Cada uma das artistas que subiu no palco deixou uma marca definitiva no festival, e cada uma do seu jeito. Confira algumas das minas que arrasaram no Lollapalooza 2019:

BRVNKS

A jovem artista brasileira foi responsável por um dos primeiros shows do Lollapalooza 2019. Cantando para um público animado, sob o sol escaldante, sua performance ficou marcada pela emoção ao cantar uma faixa em homenagem para um amigo que morreu há pouco tempo.

MARISA MONTE, TRIBALISTAS

O show do Tribalistas, que marcou a noite de sexta-feira do Lollapalooza, trouxe momentos inesquecíveis com o trio de Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carlinhos Brown, mas enquanto Brown animava a plateia e Arnaldo esbanjava seu vozeirão, quem comandava o show era Marisa Monte, do meio do palco. Com um traje todo brilhante e dancinhas carismáticas, Marisa foi o destaque não apenas pela performance mas pelo setlist, recheado de faixas da sua carreira solo, que animaram a plateia tanto quanto os hits do trio (leia mais).

ST. VINCENT

Pesando a mão na guitarra, St. Vincent apresentou seu último álbum Masseduction em um show sólido e com muito estilo. Embora nem todo o público tenha embarcado no clima criado pela artista americana, é inegável como ela entregou uma performance completa: execução perfeita, preocupação estética na medida certa e muita simpatia. Sem falar que suas músicas são de fato muito boas (leia mais).

DUDA BEAT

Na manhã do sábado, Duda Beat reuniu uma multidão impressionante na frente do Palco Adidas, que surpreendeu até a própria cantora, emocionada com a presença no primeiro show do dia na área. Com toda pose de popstar, Duda apresentou hits cativantes que colocaram o povo inteiro pra dançar e cantar, e liderou muito bem um palco cheio de músicos e dançarinos (leia mais).

JAIN

Jain foi responsável por reanimar o público depois de uma tarde chuvosa e caótica no Lollapalooza, e a francesa fez isso maravilhosamente bem no Palco Adidas. Foi impressionante a sua capacidade de animar o povo absolutamente sozinha no palco, pulando e cantando hits eletrônicos um atrás do outro.

JORJA SMITH

A britânica Jorja Smith foi um sopro de ar fresco com sua apresentação na segunda noite do festival. Com uma mistura equilibrada de jazz, soul e muita delicadeza sonora, a artista e sua banda foram responsáveis por criar um espaço que ao mesmo tempo que conversava com festival, também funcionava como um novo ambiente, quase um “baile” a céu aberto. O carisma da artista e a escolha do repertório – que, inclusive, contou com um cover de Frank Ocean – foi responsável por um dos grandes momentos dos três dias de Lollapalooza.

LUIZA LIAN

Luiza Lian abriu o Palco Adidas no último dia e fez a plateia, que ainda chegava ao festival, balançar com a sua sonoridade única. Com muito estilo e sensualidade, Luiza fez um show alegre de pop e eletrônico psicodélico que combinou até com a leve garoa que caía no Autódromo.

LETRUX

Letrux fez um dos shows mais políticos do festival, levantando bandeiras do feminismo e contra a transfobia, em discursos e músicas afiadas e uma performance memorável. Os fãs da cantora acompanhavam em um coro as músicas, criando uma experiência sonora única (leia mais).

IZA

Em uma apresentação digna das grandes divas pop, a cantora carioca embalou o último dia de festival com seus grandes sucessos e alguns covers, botando o público para rebolar e cantar junto. Com um alcance vocal incrível, IZA esbanjou simpatia e provou por que é uma das grandes artistas nacionais hoje em dia.

Lollapalooza | IZA faz show digno de diva e bota o público para rebolar

Cantora carioca levou hits e covers de Lady Gaga e Rihanna para o Autódromo de Interlagos
MARIANA CANHISARES

IZA fez um show digno de diva pop no palco Adidas neste último dia de Lollapalooza. Com sua voz potente e acompanhada por uma banda talentosa, a cantora carioca empolgou com seus hits e provou por que é um dos grandes nomes do pop no Brasil hoje.

“O amanhã depende das minhas escolhas, ninguém vai decidir por mim. Dona de mim”. A frase que define bem o último trabalho da cantora abriu a apresentação com direito a uma entrada dramática que só deixou a galera mais alvoroçada para recebê-la. Desde a primeira até a última música, o público no Autódromo de Interlagos acompanhou os comandos da artista, gritando, batendo palma e rebolando conforme o ritmo. “Estou me sentindo muito amada, de verdade”, disse IZA diante da recepção da galera.

Como era de se esperar, seu setlist no Lollapalooza contou com seus grandes sucessos. “Ginga” empolgou no início do show, mas a aparição surpresa de Marcelo Falcão para “Pesadão” levou todo mundo à loucura. A música chegou a ser reprisada mais tarde, em ritmo de funk, para o número final dos dançarinos que teve direito até à sarrada no ar. Nas duas vezes, ninguém conseguiu ficar parado.

Embora as coreografias sejam de fato um dos pontos altos da performance, IZA impressiona mesmo pelo seu alcance vocal. Arriscando-se em covers “Bad Romance”, da Lady Gaga, e “What’s My Name”, da Rihanna, ambas com arranjos mais lentos, a carioca criou um clima quase de igreja no Autódromo de Interlagos e o público cantou em coro, completando a aura de culto religioso. O trio de backing vocals que a acompanham merecem destaque também nesse sentido. Se IZAconseguiu esse efeito é também pelo talento dos profissionais que a acompanham.

A cantora, como tantos outros brasileiros nesta edição do festival, brilhou e muito em meio a um line-up meio morno do lado gringo. Que leva boa de artistas nacionais!

Irmão revela que Mick Jagger teria morrido se problema cardíaco não fosse descoberto em check up

Chris Jagger comparou o caso do rockstar dos Rolling Stones com de Joe Strummer, membro do The Clash, morto em 2002. Vocalista precisou substituir uma válvula no coração esta semana

Mick Jagger

Agora está tudo bem com a saúde de Mick Jagger, mas foi por pouco que milhões de fãs teriam ficado órfãos. A revelação é do irmão do vocalista dos Rolling Stones, Chris Jagger, que declarou que o problema cardíaco que levou Mick a trocar uma válvula foi descoberto em um exame de rotina, o famoso check up.

A comparação imediata foi com a morte repentina do cantor e guitarrista da banda punk The Clash, Joe Strummer, que também tinha um defeito congênito no coração e morreu aos 50 anos de idade. “Aconteceu exatamente isso com Joe. Ele voltou de um passeio na rua com seus cachorros e a mulher o encontrou desmaiado no sofá. Ele tinha esse problema na válvula cardíaca. O pai dele morreu assim. Era herediário”, afirmou Chris, que também é músico e era amigo de Strummer. 

Segundo ele, Jagger passa rotineiramente por uma série de check ups por conta da idade. O roqueiro dos Rolling Stones tem 75 anos. “Quando você passa dos 70, precisa fazer isso, precisa tomar cuidado”, afirma Chris, que tem 71.

Mick Jagger publicou mensagem anteontem dizendo que estava se sentindo bem após o procedimento e em recuperação. A turnê americana dos Stones foi cancelada na semana passada por conta da necessidade da cirurgia do vocalista. “Obrigado a todos pelas mensagens de apoio, estou me sentindo muito melhor agora e em recuperação – e também um enorme obrigado para o time do hospital por fazerem esse trabalho incrível”, postou Mick nos seus perfis oficiais. 

Avicii: álbum póstumo será lançado em junho

Lucro será revertido para fundação beneficente; primeiro single, ‘SOS’, chega ao público dia 10 de abril

Avicii: novo álbum  (Foto: Reprodução Instagram)

O DJ Avicii, que morreu em abril do ano passado após se suicidar em Omã, vai ter um álbum póstumo lançado neste verão. A família  do músico anunciou nesta sexta-feira (5) que TIM chega aos fãs dia 6 de junho, e o primeiro single SOS, será divulgado no próxima quarta-feira, 10 abril. Todo lucro com TIM será revertido para a Fundação Tim Bergling – nome real do DJ – que ajuda na prevenção de doenças mentais e suicídio.

Segundo o comunicado, o álbum estava praticamente pronto. Além de músicas, Avicii deixou para trás bilhetes, e-mails e mensagens sobre a música. O DJ tinha apenas 28 quando se matou em um quarto de hotel de Mascate, capital de Omã, usando um pedaço de vidro. Um dos DJs mais populares do mundo, ele tinha anunciado uma pausa na carreira em 2016 devido ao estresse –  Avicii chegou a fazer 320 shows em um ano – e sofria de problemas de saúde, incluindo pancreatite aguda por causa do consumo excessivo de álcool e ansiedade.

Dias depois de sua morte, a família de Avicci divulgou um comunicado afirmando que ele “queria encontrar a paz“. A fortuna de 231 milhões de coroas suecas –  R$ 99,8 milhões – ficou com seus paisAnki Liden e Klas Bergling.

Britney Spears é internada em clínica de saúde mental por doença do pai, diz ‘TMZ’

Cantora estaria sofrendo por doença do pai

Britney Spears (Foto: Reprodução/Instagram)

Britney Spears foi internada em clínica de saúde mental, segundo o site TMZ. De acordo com a publicação, a cantora de 37 anos está seriamente estressada devido à doença do pai, Jamie Spears, que já passou por duas cirurgias para corrigir problemas devido à ruptura do cólon no final do ano passado. Por causa da condição dele, Britney cancelou a série de shows que faria em Las Vegas, adiou o novo álbum e resolveu fazer uma pausa na carreira.

A cantora teria entrado na clínica voluntariamente e terá uma estadia de 30 dias. No Instagram, Britney publicou uma imagem nesta quarta-feira (3) dizendo “Apaixone-se por tomar conta de você mesmo, de corpo, mente e espírito”, seguido da legenda “todos precisamos de uma tempinho para nós”.

Uma fonte da revista Enterteinment Weekly contou à  publicão que Jamie não está bem: “O pai doente teve um custo para ela. Ele quase morreu e passou por outra cirurgia há algumas semanas. Ele não está bem. Os dois são muito próximos, mas não tem nada dramático com ela – ela apenas entendeu que precisa ter tempo para se cuidar”, explicou a fonte..

Desde 2008, Britney é tutelada legalmente pelo pai, que no ano anterior assumiu a vida da filha quando ela teve um colapso nervoso. Jamie disse na ocasião que tinha medo de acordar um dia e receber uma ligação do legista sobre a cantora, que foi diagnosticada com sendo bipolar.

Ao anunciar a pausa para ficar com o pai, Britney explicou que a família vinha primeiro. “Dois meses atrás meu pai foi hospitalizado e quase morreu. Estamos muito gratos por ele ter saído dessa vivo, mas ele ainda tem um longo caminho pela frente”, afirmou a cantora no dia 4 de janeiro. “Eu nem sei por onde começar, porque é tão difícil para mim dizer isso. Não vou fazer meu novo show Domination. Estava ansiosa para esse espetáculo e para ver todos vocês, então meu coração está destruído. Mas é importante colocar a família em primeiro lugar… E essa é uma decisão que tive que tomar”, disse ela.

“Tive de tomar a difícil decisão de focar minha energia na minha família nessa fase. Espero que vocês entendam. Obrigada pelas orações e apoio à minha família nesse momento. Obrigada a todos e amo vocês… sempre”, completou a artista.