Feist enfrenta doppelgänger em clipe com atriz Maria Doyle Kennedy de Orphan Black

Feist lançou o clipe da sua mais nova música, “Century”. No vídeo, a cantora enfrenta sua doppelgänger, interpretada pela atriz Maria Doyle Kennedy (Orphan Black), numa batalha de dança.

“Century” está no álbum Pleasure, lançado em maio deste ano – ouça aqui. Este disco está entre os indicados da Polaris Music Prize, que conta também com You Want It Darker, de Leonard Cohen. A premiação acontece em setembro. [Mariana Canhisares]

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Arcade Fire divulga a inédita “Electric Blue”

Os canadenses do Arcade Fire divulgaram nesta quinta-feira (13) o clipe para a inédita “Electric Blue”

A música faz parte do próximo álbum do grupo, Everything Now, que chega às lojas e serviços de streaming no dia 28 de julho. O novo projeto da banda conta com 13 faixas inéditas e o grupo já apresentou as novas “Chemistry”, e divulgou os videos de “Signs of Life”, “Everything Now” e “Creature Comfort” – veja tracklist.

Tracklist de Everything Now
1 – “Everything_Now (continued)”
2 – “Everything Now”
3 – “Signs of Life”
4 – “Creature Comfort”
5 – “Peter Pan”
6 – “Chemistry”
7 – “Infinite Content”
8 – “Infinite_Content”
9 – “Electric Blue”
10 – “Good God Damn”
11 – “Put Your Money on Me”
12 – “We Don’t Deserve Love”
13 – “Everything Now (continued)”

Protegida de deadmau5 | REZZ libera clipe sinistro de “Relax”

REZZ, uma das DJ’s do catálogo da gravadora de deadmau5, divulgou recentemente o clipe sinistro e sombrio para “Relax”.

Rezz, nome artístico da jovem canadense Isabelle Rezazadeh, integra o catálogo da mau5trap e aposta em em um som pesado e cheio de graves. O primeiro disco da artista, de apenas 22 anos, deve ser lançado ainda em 2017.

Billboard elege as 100 melhores músicas de girl groups dos últimos tempos

ibcwqtcs1hrrfm‘Be My Baby’, do grupo Americano The Ronettes, sucesso nos anos 1960, ficou com a primeira colocação.


Billboard reuniu em uma lista só grande parte da mulherada que fez história na música internacional e criou uma lista com os 100 maiores hits de girl groups dos últimos tempos.

O ranking traz trabalhos que vão da década de 1950, com o quinteto do grupo The Bobbettes, até as meninas do Fifth Harmony, o nome mais recente neste mercado.

Ao longo dessas seis décadas, foram muitos os sucessos que fizeram história na música. E a campeã eleita pela Billboard foi “Be My Baby”, lançada em 1963 pelo The Ronettes. A banda norte-americana formada pelo trio Veronica “Ronnie” Bennett, Estelle Bennett e Nedra Talley, fez fama na década de 1960.

Em seguida vieram as faixas “Creep” (TLC), Will You Love Me Tomorrow?” (The Shirelles), “Where Did Our Love Go?” (The Supremes) e “Wannabe” (Spice Girl).

Confira a lista completa das 100 melhores músicas de girl groups dos últimos tempos pela Billboard:

  • 100. The Paris Sisters, “I Love How You Love Me” (1961)
  • 99. Wilson Phillips, “Impulsive” (1990)
  • 98. L.A.X. Gurlz, “Forget You” (2006)
  • 97. B*Witched, “C’est La Vie” (1998)
  • 96. Atomic Kitten, “Whole Again” (2001)
  • 95. The Exciters, “Tell Him” (1962)
  • 94. The Pointer Sisters, “Automatic” (1984)
  • 93. Apollonia 6, “Sex Shooter” (1984)
  • 92. Little Mix, “Move” (2013)
  • 91. Richgirl, “He Ain’t Wit Me Now (Tho)” (2009)
  • 90. The Supremes, “Love Is Like an Itching in My Heart” (1966)
  • 89. 3LW, “Playas Gon’ Play” (2001)
  • 88. Fin.K.L., “Now” (2000)
  • 87. Sweet Sensation, “If Wishes Came True” (1990)
  • 86. The Cookies, “Don’t Say Nothin’ Bad (About My Baby)” (1963)
  • 85. Klymaxx, “Meeting in the Ladies’ Room” (1985)
  • 84. Brownstone, “If You Love Me” (1994)
  • 83. Shirley Gunter & the Queens, “Oop Shoop” (1954)
  • 82. Martha and the Vandellas, “Jimmy Mack” (1967)
  • 81. Eden’s Crush, “Get Over Yourself” (2001)
  • 80. Electrik Red, “So Good” (2009)
  • 79. The Bobbettes, “Mr. Lee” (1958)
  • 78. The Jaynetts, “Sally Go ‘Round the Roses” (1963)
  • 77. Destiny’s Child, “Independent Women (Part I)” (2000)
Beyoncé comanda o Destiny’s Child em apresentação no intervalo do Super Bowl, a final da liga americana de futebol americano, em Nova Orleans, EUA. (Foto: AFP/Ezra Shaw/Getty Images)


  • 76. Play, “I Must Not Chase the Boys” (2003)
  • 75. The Blossoms, “That’s When the Tears Start” (1965)
  • 74. Bananarama, “Robert De Niro’s Waiting (Talking Italian)” (1984)
  • 73. The Chiffons, “He’s So Fine” (1962)
  • 72. SWV, “Weak” (1993)
  • 71. The Marvelettes, “The Hunter Gets Captured By the Game” (1966)
  • 70. Red Velvet, “Dumb Dumb” (2015)
  • 69. Expose, “Exposed to Love” (1985)
  • 68. The Pussycat Dolls, “Stickwitu” (2005)
  • 67. The Three Degrees, “When Will I See You Again?” (1974)
  • 66. Sister Sledge, “He’s the Greatest Dancer” (1979)
  • 65. Girls Aloud, “Love Machine” (2004)
  • 64. The Cake, “Baby That’s Me” (1967)
  • 63. The Ikettes, “I’m Blue (The Gong-Gong Song)” (1961)
  • 62. Spice Girls, “Spice Up Your Life” (1997)
  • 61. Mary Jane Girls, “All Night Long” (1983)
  • 60. The Chantels, “Maybe” (1957)
  • 59. f(x), “Rum Pum Pum Pum” (2013)
  • 58. Xscape, “Who Can I Run To?” (1995)
  • 57. Fifth Harmony, “Sledgehammer” (2014)
  • 56. The Ronettes, “Baby I Love You” (1963)
  • 55. The Crystals, “Da Doo Ron Ron” (1963)
  • 54. Blaque, “Bring It All to Me” (1999)
  • 53. Dixie Cups, “People Say” (1964)
  • 52. Jade, “Don’t Walk Away” (1992)
  • 51. The Shangri-Las, “Give Him a Great Big Kiss” (1964)
  • 50. G.R.L., “Ugly Heart” (2014)
  • 49. The Cover Girls, “Show Me” (1986)
  • 48. The Pointer Sisters, “Fire” (1978)
  • 47. All Saints, “Never Ever” (1997)
  • 46. 702, “Where My Girls At?” (1999)
  • 45. The Sugababes, “Freak Like Me” (2002)
  • 44. The Shirelles, “Mama Said” (1961)
  • 43. Wonder Girls, “Nobody” (2008)
  • 42. TLC, “No Scrubs” (1999)
  • 41. En Vogue, “Free Your Mind” (1992)
  • 40. Destiny’s Child, “Survivor” (2001)
  • 39. Danity Kane, “Damaged” (2008)
  • 38. The Supremes, “Stop! In the Name of Love” (1964)
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The Supremes (Foto: Reprodução)


  • 37. Vanity 6, “Nasty Girl” (1982)
  • 36. Dream, “He Loves U Not” (2000)
  • 35. The Tammys, “Egyptian Shumba” (1964)
  • 34. Little Mix, “Black Magic” (2015)
  • 33. Dixie Cups, “Chapel of Love” (1964)
  • 32. Girls Aloud, “Biology” (2005)
  • 31. The Crystals, “He’s a Rebel” (1962)
  • 30. The Pussycat Dolls, “Don’t Cha” (2005)
  • 29. Martha and the Vandellas, “Dancing in the Street” (1964)
  • 28. Total feat. The Notorious B.I.G., “Can’t You See” (1995)
  • 27. The Chiffons, “One Fine Day” (1963)
  • 26. The Shangri-Las, “Remember (Walking in the Sand)” (1964)
  • 25. Spice Girls, “Say You’ll Be There” (1997)
  • 24. The Angels, “My Boyfriend’s Back” (1963)
  • 23. The Pointer Sisters, “I’m So Excited” (1982)
  • 22. The Marvelettes, “Please Mr. Postman” (1961)
  • 21. Girls’ Generation, “I Got a Boy” (2012)
  • 20. Sister Sledge, “We Are Family” (1979)
  • 19. The Supremes, “You Can’t Hurry Love” (1966)
  • 18. The Pipettes, “Pull Shapes” (2006)
  • 17. SWV, “Right Here” (Human Nature Remix) (1992)
  • 16. Labelle, “Lady Marmalade” (1974)
  • 15. Wilson Phillips, “Hold On” (1990)
  • 14. Fifth Harmony feat. Ty Dolla $ign, “Work From Home” (2016)
  • 13. Bananarama, “Cruel Summer” (1983)
  • 12. Martha and the Vandellas, “Heat Wave” (1963)
  • 11. TLC, “Waterfalls” (1995)
  • 10. The Emotions, “Best of My Love” (1977)
  • 9. The Shangri-Las, “Leader of the Pack” (1964)
  • 8. The Crystals, “Then He Kissed Me” (1963)
  • 7. Destiny’s Child, “Say My Name” (1999)
  • 6. En Vogue, “My Lovin’ (You’re Never Gonna Get It)” (1992)
 Spice Girls 


  • 5. Spice Girls, “Wannabe” (1996)
  • 4. The Supremes, “Where Did Our Love Go?” (1964)
  • 3. The Shirelles, “Will You Love Me Tomorrow?” (1961)
  • 2. TLC, “Creep” (1994)
  • 1. The Ronettes, “Be My Baby” (1963)

Diana Krall encontra a beleza em coisas tristes

IW_08_KRALL1O álbum mais recente de Diana Krall, “Turn up the Quiet”, foi o último que ela produziu com o seu protetor, Tommy LiPuma (Jesse Dittmar para The New York Times)


Por Elysa Gardner

Diana Krall, 52, seguramente a cantora de jazz mais famosa de sua geração, agora desfruta de uma autoridade artística que usou para orientar o seu último álbum, “Turn Up the Quiet”, uma coleção de standards lançada em maio.

“Quando tinha uma ideia sobre uma composição e achava que poderia ser definitiva, ela falava para a gente, ao passo que, antes, ela diria talvez: ‘Está bom para vocês, rapazes?’”, contou o baterista Jeff Hamilton, um dos seus colaboradores costumeiros que toca no álbum.

Diana tem vários álbuns de ouro e de platina com o seu nome, e também projetos para filmes e para a TV, inclusive uma série da Amazon a ser lançada em breve, com a adaptação do seriado infantil “Pete the Cat” (Diana e o marido, Elvis Costello, fazem as vozes dos pais de Pete).

Agora, está decidida também a orientar músicos mais jovens — como Rosemary Clooney, Marian McPartland e outros fizeram com ela.

“Turn up the Quiet” é também o seu último álbum com o seu estimado orientador, o produtor Tommy LiPuma, que morreu aos 80 anos em março. LiPuma, que trabalhou pela primeira vez com Diana no seu segundo álbum em 1995, “Only Trust Your Heart”, produziu “Quiet” com a cantora e foi incansável até o final, ela disse; sua morte foi totalmente inesperada. “Ele não era um velho frágil”, observou, acrescentando que ele costumava ficar no estudo “até altas horas”.

Embora ainda não esteja refeita do choque, Diana considera “Quiet”, que inclui músicas de Cole Porter, Irving Berlin e Johnny Mercer, uma espécie de testamento dos valores que LiPuma incorporava para ela, e não apenas em sua relação de trabalho. “Ele tinha tanta alegria de viver”, comentou. “Tinha um tremendo senso de humor, e me ensinou como era importante que eu reservasse um tempo para a minha família”.

Desde que Diana começou sua carreira de cantora, no início da década de 90, sua aparência de estrela de cinema e sua voz fascinante de contralto — uma voz que ao mesmo tempo é calma e sensual, com uma sofisticação rítmica e uma discrição cultivada durante os anos em que conduzia com os seus outros instrumentos — proporcionaram-lhe, segundo alguns, uma aura de glamour quase inacessível. Pessoalmente, entretanto, Diana enfatiza de maneira incisiva que se sente “perdida em um vestido, porque quando você senta no piano, tudo se mexe e você se sente muito frustrada”. Quando está gravando, é possível que lhe venham em mente imagens de Lauren Bacall e Bette Davis, mas ela se sente mais próxima de outra deusa ingênua, Diane Keaton.

Conhecida pelo público há mais de vinte anos, período em que se tornou parte de uma dupla de celebridades atipicamente duradoura e também mãe — ela e Costello têm filhos gêmeos, hoje com 10 anos —, a cantora perdeu uma série de parentes próximos e de protetores; e o álbum é o reflexo do seu progresso na maneira de lidar com a dor.

“Chega um momento em que você precisa rir”, ela disse. “E nós nos divertimos muito fazendo esse álbum; e espero que o público perceba”.

Para Diana, os standards do jazz e do pop em “Quiet” representam não o que passou, mas o que perdura. “O álbum não é sobre um período de tempo ou uma idade determinada”, explicou. “Ele fala de encontrar o romance em tudo, na beleza e até nas coisas tristes”.

Se a maternidade e a perda tornaram Diana mais consciente da sua mortalidade, ela não está preocupada com isso.

“Uma pessoa me disse recentemente que não acreditava que eu tinha 52 anos, e pensei ‘Tá tudo bem, querida’”, contou. “Aí me ocorreu: será que Joni Mitchell passou por isso também? Mas é uma coisa de certo modo libertadora”, ressaltou Diana. “Acho que me sinto mais confortável comigo mesma agora do que jamais estive”.

Katy Perry divulga lyric video estrelado por Gretchen

Katy Perry divulgou nesta segunda-feira (03) o lyric video oficial de “Swish swish”, que apresenta Gretchen em destaque acompanhada de uma equipe de dançarinos.

Katy Perry já havia confessado que conheceu a cantora brasileira por meio de seus memes que tomaram conta da Internet nos últimos anos. “Swish swish” compõe a tracklist te Witness, disco mais recente de Katy Perry, e conta ainda com vocais de Nicki Minaj.