Samsung espera ‘volta por cima’ com resultados do 2º trimestre

104134642-GettyImages-143447993.530x298.jpgA Samsung divulgou nesta sexta-feira, 7, as previsões para o resultado financeiro da empresa entre abril e junho de 2017 – e a expectativa é boa: segundo a empresa, o lucro no 2º trimestre deste ano pode crescer 72% na comparação com o ano passado, chegando a US$ 12,11 bilhões.

O resultado, diz a Samsung, está sendo impulsionado pela alta nos preços de chips de memória, uma das principais unidades da empresa. Na última terça-feira, a Samsung disse que vai investir US$ 18,6 bilhões para ampliar sua liderança no setor, bem como na fabricação de telas de próxima geração.

Os números finais deverão ser divulgados apenas no final deste mês. No entanto, eles mostram uma boa recuperação para a empresa depois da crise de credibilidade que a Samsung teve no final do ano passado, quando teve de retirar do mercado o smartphone Galaxy Note 7, após casos de incêndio e explosões.

Para o final de agosto, a Samsung pretende lançar o Galaxy Note 8, uma nova versão da linha de aparelhos premium, contrariando a teoria de que, após o fracasso do Note 7, a empresa descontinuaria o modelo.

No resultado financeiro do 2º trimestre, será possível entender como a Samsung prevê as vendas do Galaxy Note 8 – e compreender as estimativas da empresa para a comercialização do aparelho após o problema do ano passado. [Reuters]

Anúncios

União Europeia multa Google em € 2,4 bilhões por monopólio em compras online

1498568463599Margrette Vestager, a comissária da União Europeia para concorrência, durante anúncio de multa


O órgão de defesa da concorrência da União Europeia impôs uma multa recorde de € 2,42 bilhões ao Google em decisão divulgada na manhã desta terça-feira, 27. Conforme a UE, o grupo multinacional sofre a sanção por abusar de sua posição dominante em buscas na internet para favorecer seu próprio comparador de preços para compras online, o Google Shopping.

“O que o Google tem feito é ilegal sob as normas antimonopólio da União Europeia. Ele nega a outras empresas a oportunidade de competir com seus méritos e inovação”, disse a comissária europeia da Competência, Margrethe Vestager, em coletiva de imprensa na sede da UE, em Bruxelas.

Até então, a maior multa aplicada pelo bloco econômico por ‘abuso de posição dominante’ era de € 1,06 bilhão, imposta em 2009 à fabricante de computadores Intel.

A agência de notícias Reuters havia antecipado nessa segunda-feira, 26, a expectativa de que a sentença de uma multa recorde ao Google fosse divulgada hoje pela UE. A receita anual do grupo é estimada em € 67,5 bilhões (U$ 76 bilhões) e a multa poderia chegar até 10% desse valor. A investigação sobre favorecimento durou sete anos e foi desencadeada por uma série de queixas de concorrentes.

Em uma postagem em seu blog oficial nesta terça-feira, o Google afirmou que não concorda com a decisão e que está avaliando se entrará com um recurso. “Acreditamos que a decisão da União Europeia sobre nossa ferramenta de compras online subestima o valor dessas conexões fáceis e rápidas”, disse Kent Walker, vice-presidente sênior e conselheiro do Google, no blog oficial. “Enquanto alguns sites de comparação de preços naturalmente querem que o Google os mostre de forma mais proeminente, nossos dados mostram que as pessoas prefere links que levem elas diretamente aos produtos que elas querem, não para sites onde elas terão de repetir a busca.”

Além de pagar a multa, o Google recebeu um prazo de 90 dias para mudar suas práticas na região, o que deve impôr à empresa uma mudança em seu algoritmo de busca. Caso a empresa não modifique suas práticas no prazo, novas multas podem ser anunciadas pela União Europeia.

Novos capítulos. A contrário do que era previsto, a multa anunciada por Margrethe Vestager, chefe do órgão de defesa da concorrência da União Europeia, não compreende dois outros processos por monopólio que o Google enfrenta na Europa.

Além do processo sobre compras online, que teve a decisão anunciada hoje, o Google enfrenta desde 2010 uma investigação sobre como o sistema operacional Android pode ter dificultado a concorrência no ambiente digital, já que vem com diversos aplicativos da mesma marca pré-instalados. Isso levou ao inicio de um processo contra a companhia no ano passado.

A terceira investigação sobre o Google, relacionada a como as ferramentas de publicidade da empresa podem ter restringido a escolha dos consumidores, resultou em outro processo em julho de 2016.

Esses dois outros processos também podem levar o Google a enfrentar multas na região no futuro, caso a empresa não mude suas práticas.

Com AFP e Reuters

Dona do Johnnie Walker compra tequila de George Clooney por US$ 1 bi

2c18b84237b7f30023e1240321ef96b3A fabricante inglesa de bebidas Diageo — dona de marcas como Smirnoff, Guinness e Johnnie Walker — chegou a um acordo definitivo para adquirir a marca de tequila Casamigos. A operação avalia a Casamigos em US$ 1 bilhão, com um preço inicial de US$ 700 milhões e um potencial adicional de US$ 300 milhões, a ser pago com base no desempenho da companhia em dez anos. A aquisição será financiada por meio de recursos de caixa e financiamentos já existentes.

A Casamigos foi fundada em 2013 pelo ator George Clooney e seus sócios Rande Gerber e Mike Meldman. A marca Casamigos recebeu inúmeros prêmios de especialistas em tequila e é a marca com crescimento mais rápido de vendas nos Estados Unidos atualmente.

Em 2016, a Casamigos vendeu 120 mil caixas, a maior parte do volume vendida nos Estados Unidos. Nos últimos dois anos, a marca cresceu, em média, 54% ao ano. A expectativa ára 2017 é de vendas de 170 mil caixas da bebida.
A expectativa da Diageo é concluir a compra no segundo semestre. A transação depende da aprovação de autoridades regulatórias.

A Diageo informou que espera que a transação tenha efeito neutro no lucro por ação da companhia nos primeiros três anos de atividade e apresente ganhos no lucro por ação a partir do quarto ano.

A compra pode favorecer a expansão da Diageo no mercado americano de tequilas, atualmente em expansão. Os Estados Unidos são o maior e mais lucrativo mercado para a Diageo. A empresa tem trabalhado para melhorar o seu desempenho no mercado americano.

No primeiro semestre fiscal (encerrado em dezembro), a Diageo registrou alta de 7,7% no lucro líquido global, para 1,51 bilhão de libras (US$ 1,9 bilhão). A receita líquida cresceu 14,5%, para 6,42 bilhões de libras. Nos EUA, a receita aumentou 3,6%, impulsionadas pelo crescimento das vendas de bourbon, scotch e tequila. [Valor Online]

Empresas como Google e Amazon estão ficando grandes demais?

google androidAs gigantes americanas da tecnologia Apple, Alphabet (dona do Google), Microsoft, Amazon e Facebook são as cinco maiores empresas do mundo em valor de mercado. Mas esse domínio crescente alimenta preocupações sobre concorrência e privacidade.

Será, então, que órgãos reguladores estariam prestes a ficar mais rígidos em suas medidas?

As ações da Amazon e da Alphabet, por exemplo, superaram a marca de US$ 1 mil neste mês, o sinal mais recente do poder dessas empresas.

Estima-se que neste ano o Google irá concentrar 40% das receitas globais da publicidade digital. A Amazon se encaminha para abocanhar metade das vendas online dos EUA até 2021, de acordo com ao menos um analista.

Enquanto investidores festejam essa ascensão, há também apreensão sobre a concentração de poder nas mãos dessas gigantes tecnológicas.

Órgãos de regulação nos EUA ficaram muito atrasados em relação aos europeus quando o assunto é reprimir o comportamento anticompetitivo, mas Jonathan Kanter, um advogado antitruste baseado em Washington, diz que as atitudes podem estar mudando.

“As pessoas estão se perguntando se ferramentas e princípios usados ​​anteriormente são os certos para se continuar empregando. Certamente, muitas pessoas defendem alguma mudança”, diz.

O poder dos Dados
John Kwoka, professor de Economia da Northeastern University, em Boston, diz acreditar que medidas mais rígidas sobre fusões e aquisições não serão necessariamente suficientes para combater o poder de gigantes como a Amazon.

Essas empresas também ganham força, afirma Kwoka, à medida que analisam grandes volumes de dados de usuários e moldam o fluxo de informações, controlando o acesso do consumidor a outras empresas por meio de suas plataformas.

“Elas dirigem as escolhas e fazem isso de forma a causar efeitos mais amplos na economia”, diz o professor.

Lina Khan, pesquisadora do centro de pesquisas New America, publicou um artigo sobre a Amazon no início deste ano.

No texto, ela afirma que há empresas de tecnologia que contornam as regras da concorrência, e menciona a batalha da Amazon contra o Diapers.com – revendedor de produtos para bebês. A Amazon baixou deliberadamente os preços nesse setor, prejudicando a empresa para depois adquiri-la.

Mas há sinais de que políticos e reguladores estejam mais atentos a esses riscos.

Neste semestre, o Congresso dos EUA se mobilizou para desmantelar leis da gestão Barack Obama que protegem a privacidade dos dados do consumidor.

Pouco depois, um grupo de congressistas republicanos apresentou uma proposta mais ampla que exigiria que empresas como Google e Amazon – além dos provedores de internet tradicionais – solicitem permissão aos usuários antes de compartilharem seus dados.

Liderança Europeia
Os Estados Unidos poderiam adotar uma abordagem mais dura de regulamentação, como a Europa?

Em 2013, a Comissão Europeia multou a Microsoft por tratamento preferencial ao seu próprio navegador, o Internet Explorer. Neste ano, multou o Facebook pelo fornecimento de informações “incorretas ou enganosas” durante a aquisição do serviço de mensagens WhatsApp.

No último mês, a Amazon prometeu à Comissão Europeia que deixaria de cumprir contratos considerados anticompetitivos em relação a outras editoras de livros eletrônicos.

E há uma investigação em curso sobre a empresa dona da Google, a Alphabet, por suposto tratamento preferencial aos seus próprios serviços de compras nos resultados de pesquisa.

As medidas da União Europeia mostram que “há coisas que podem ser feitas”, diz o professor Kwoka.

Como Trump agirá?

Não está claro como o presidente Trump quer orientar sua política sobre esse tema.

Como candidato, ele adotou um discurso de tom populista, descrevendo a Amazon como um monopólio e dizendo que a firma e seu dono, Jeff Bezos, estão com um “grande problema antitruste”.

Ele escolheu Makan Delrahim, um republicano tradicional, para comandar a divisão antitruste do Departamento de Justiça.

Ainda há postos sem indicação na Federal Trade Commission, outro órgão de defesa da concorrência no país. Mas o órgão já anunciou que organizará conferência em 2018 sobre questões de privacidade suscitadas pelas novas tecnologias, sua terceira sobre o assunto.

O professor Kwoka e outros especialistas dizem não esperar mudanças significativas no curto prazo.

Escolha do Consumidor
E essas empresas são mesmo anticompetitivas como algumas pessoas pensam?

A Amazon pode dominar as vendas digitais, mas o varejo tradicional ainda deixa o mercado online para trás. O Walmart sozinho relatou ter vendido três vezes mais em valor do que a Amazon em 2016.

Grandes empresas, incluindo Microsoft e Google, competem por clientes nos serviços de computação em nuvem com pesos-pesados como IBM e Salesforce.

E no setor de tecnologia os consumidores também são livres para optar por novos jogadores nesse mercado, como aqueles oriundos de economias emergentes.

Os gigantes tecnológicos chineses Baidu, Alibaba e Tencent, por exemplo, estão resistindo bem à hegemonia dos EUA, argumentam analistas contrários a intervenções excessivas nos mercados.

“Trata-se de um mercado competitivo exatamente pela capacidade de escolha do consumidor”, diz Ronald Josey, analista de internet e mídia digital da JMP Securities. “Esse é um ponto realmente
importante nessa história.”

Crescimento versus Risco
Mesmo que os reguladores dos Estados Unidos comecem a apertar o cerco, analistas financeiros dizem não se preocupar com possíveis danos à saúde dessas empresas, mesmo na Europa.

O potencial de crescimento dessas firmas supera qualquer risco regulatório, argumenta Paul Gallant, analista de política de tecnologia da empresa de investimentos Cowen & Co..

“Os investidores estão cientes de que as empresas com esse tipo de poder e participação de mercado estão inevitavelmente na mira dos órgãos reguladores. Eles também sabem que Trump disse algumas
coisas negativas (sobre elas)”, diz Gallant.

“Isso está na cabeça dos investidores, mas não está perto de superar o que eles amam nessas empresas”, diz ele.

Em parte para prevenir ações reguladoras, Google e Facebook têm feito esforços – efetivos ou não – para tratar questões com potecncial comprometedor, como o fenômeno da difusão de notícias falsas.

Mas James McQuivey, analista da empresa de pesquisas Forrester, diz que a alta expressiva recente no valor das ações dessas companhias pode indicar que investidores estão subestimando a possibilidade de ação dos órgãos reguladores.

“Se você me perguntasse há um ano se o risco estava contabilizado no preço das ações eu teria dito que sim. Mas agora ao menos alguns dos compradores mais recentes podem não estar prestando atenção a esses riscos”, diz ele.

Procurados, Amazon e Google preferiram não oferecer considerações à reportagem. [BBC Brasil]

Natura faz oferta de € 1 bi para comprar The Body Shop

14403177821_dd68e17dfc_o-505x277
The Body Shop está nas mãos da francesa L’Oreal há 11 anos

A Natura anunciou nesta sexta-feira, 9, que fez oferta para comprar 100% das ações da britânica The Body Shop International e seu grupo de subsidiárias. A prosposta foi apresentada para a L’Óreal em Paris, atual dona da marca, e considera o valor de € 1 bilhão. O negócio é considerado praticamente fechado, dependendo ainda das aprovações do Conselho de Administração da L’Oréal e das autoridades concorrênciais. A expectativa é de fechamento da operação ainda neste ano de 2017.De acordo com nota enviada à imprensa, a integração levará o grupo Natura a um faturamento consolidado de R$ 11,5 bilhões, 17 mil colaboradores, 3,2 mil lojas e um portfólio de mais de 2 mil produtos, além de 1,8 milhão de consultoras independentes.

Segundo fato relevante da Natura, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as partes firmaram um acordo de exclusividade e será submetida à consulta do conselho de empregados da L’Óreal, em cumprimento da lei francesa. A Natura também informou que já possui financiamento dos recursos em montante suficiente para o pagamento do preço total.

“A companhia entende que foi dado um passo importante para a possível aquisição da The Body Shop e informa que a conclusão da operação depende do atendimento de determinados eventos requeridos pela legislação aplicável”, informou a Natura, em fato relevante.

“Com essa transação, o Grupo Natura passa a ter três marcas com forte identidade: Natura, Aesop e The Body Shop. Esse movimento fortalecerá nossa estratégia de internacionalização e de diversificação de marcas e canais”, diz João Paulo Ferreira, presidente da Natura, em nota enviada à imprensa.

A The Body Shop, fundada em 1976, na Inglaterra, é uma rede mundial de cosméticos, com mais de 3 mil lojas distribuídas em 60 países, sendo 133 lojas no Brasil em dezembro de 2016. Em 2016, The Body Shop gerou receitas líquidas de € 921 milhões de euros.

A rede, no entanto, tem enfrentado dificuldades nos últimos anos, em meio ao acirramento da concorrência e fraco desempenho no mercado britânico. Em 2016, a rede registrou queda de 4,8% nas vendas, a € 920,8 milhões de euros.

“Os valores éticos e experiência da Natura fazem dela a perfeita nova controladora da The Body Shop para acelerar o rejuvenescimento da marca e sua futura expansão”, comentou Jeremy Schwartz, executivo-chefe e presidente do conselho de administração da The Body Shop. [Marcelle Gutierrez, O Estado de S.Paulo]

Japonesa SoftBank compra empresas de robótica do Google

softbank.jpgA japonesa SoftBank disse na noite desta quinta-feira, 9, que vai adquirir duas divisões de robôs da Alphabet, empresa que controla o Google. As duas divisões – a norte-americana Boston Dynamics e a japonesa Schaft – trabalham em projetos de robôs que simulam o movimento humano.

A empresa não divulgou os termos da transação, que fez as ações da SoftBank saltarem 7,9% na bolsa japonesa, atingindo uma máxima de 17 anos.

“A robótica inteligente será um fator determinante na próxima fase da revolução da informação, e o time da Boston Dynamics são claramente líderes nesse setor”, disse Masayoshi Son, presidente executivo da SoftBank, em um comunicado à imprensa.

Cofre. É mais uma das aquisições agressivas da SoftBank recentes: no ano passado, a empresa adquiriu a desenvolvedora de chips ARM por US$ 32 bilhões. Este ano, lançou o Vision Fund, um fundo de investimentos de US$ 93 bilhões para investir em áreas como inteligência artificial e internet das coisas. Além disso, segundo fontes do mercado, a SoftBank comprou 4,9% das ações da desenvolvedora de chips Nvidia por US$ 4 bilhões.

Segundo fontes familiarizadas com o assunto, a Boston Dynamics e a Schaft podem eventualmente receber investimentos do Vision Fund. As duas empresas trabalham em robôs humanizados, capazes de, por exemplo, fazer percursos em terrenos desfavoráveis como neve ou grandes inclinações. O principal deles é o Atlas, da Boston Dynamics: um androide capaz de usar braços e pernas para se levantar sozinho do chão quando é derrubado.

Fundada como uma startup, a Boston Dynamics foi adquirida pelo Google em 2013, em um projeto de robótica liderado pelo criador do Android, Andy Rubin. No entanto, após a saída de Rubin da empresa, a startup teve dificuldade de encaixar sua tecnologia dentro dos projetos do Google. “É algo que ainda não está pronto para o mercado, e pouca gente tolera isso, mesmo com o nível de desenvolvimento da Boston Dynamics”, disse Arnis Mangolds, um especialista em robótica que já trabalhou com a empresa.  [Reuters]

Após revelações de investidores, ações da Snap voltam a crescer

snap 2-siliconvalle.jpgNesta segunda-feira, 15, as ações da Snap, empresa dona do aplicativo Snapchat, subiram mais de 7% e estão caminhando para registrar o terceiro dia de ganho mais forte desde a oferta inicial de ações (IPO) da companhia. A elevação nos números veio após registros regulatórios indicarem que várias empresas de investimento, como a Fidelity e a BlackRock, possuem participação acionária na companhia.

A descoberta desses acionistas proporcionou um novo voto de confiança para a proprietária do aplicativo Snapchat, cujas ações despencaram 23% na quarta-feira passada, 10, depois que os resultados trimestrais foram divulgados.

Entre os investidores que tardiamente divulgaram possuir ações da Snap estão a Third Point, de Daniel Loeb, e a empresa Och-Ziff Capital Management, de Daniel Och.

A Snap, que abriu capital em março de 2017, teve a maior oferta pública inicial de ações do setor de tecnologia desde o Facebook em 2012. No entanto, a falta de rentabilidade e a desaceleração do crescimento dos usuários geraram controvérsia entre os investidores em Wall Street. [Reuters]