Juankr for Design Scene Magazine with Sanne Vloet

Photographer: Juankr. Styling: Jèss Monterde. Hair: Jhonatan Rendon. Makeup: Rubén Mármol. Model: Sanne Vloet.

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Nós | Novo filme de Jordan Peele ganha trailer assustador

Nós, novo filme de Jordan Peele (Corra!), ganhou seu primeiro trailer

Uma mãe (Lupita Nyong’o) e um pai (Winston Duke) levam seus filhos para uma casa de praia, com a intenção de descansar ao lado de amigos. Conforme a noite avança, a serenidade deles vira tensão e caos quando alguns visitantes inesperados aparecem“, diz a sinopse

Peele escreve e dirige o projeto. Conhecido por ter protagonizado o programa de humor Key and Peele ao lado de Keegan-Michael Key, ele venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Corra! em 2018. 

A estreia de Nós está marcada para 15 de março. 

Trabalho escravo põe em xeque veracidade do luxo no Brasil e no mundo

Novos casos mostram que produção pulverizada e falta de fiscalização atingem toda a cadeia de moda

Amissima é grife de destaque entre elite e influenciadoras brasileiras.

Marcas esportivas, grifes de “jeanswear” e redes de lojas populares sempre foram os pivôs dos escândalos de trabalho análogo à escravidão na moda. Não mais. Este ano mostrou que a indústria do luxo, vinculada à produção limitada, de qualidade e de preços altos, não consegue garantir que sua costura não seja alinhavada por trabalhadores explorados.

Uma reportagem publicada pelo jornal “The New York Times”, em setembro, revelou as condições degradantes e os baixos valores recebidos pelos artesãos de Puglia, na Itália, para a confecção de vestidos, casacos e sapatos luxuosos que nas vitrines recebem o selo de excelência Made In Italy.

Outra matéria, do site The Intercept Brasil, destrinchou uma ação do Ministério Público do Trabalho para resgatar trabalhadores ilegais mantidos em confecções paulistanas que produziam roupas da marca Amissima, etiqueta que apesar de ter nascido na região de moda popular do Bom Retiro, desde o ano passado vem se posicionando como uma grife de luxo.

Duas questões vieram à superfície a partir desses casos. Primeiramente, o método de produção pulverizada, essa que faz uma mesma peça ser confeccionada em diferentes lugares como forma de garantir eficiência e agilidade na entrega, exige uma fiscalização contínua que as marcas não estão conseguindo, ou não querem, https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pedrodiniz/2017/11/1934527-artimanhas-podem-fazer-da-mofficer-exemplo-de-punicao-a-trabalho-escravo.shtml .

No caso italiano, mulheres chegam a ganhar um euro, ou R$ 4,33, para cortar um metro de casaco. Muitas delas trabalham de casa quase 17 horas por dia para produzir um único vestido e só recebem após a peça ser entregue. Marcas como Tod’s e Max Mara, que compram peças da região, negaram envolvimento com os trabalhadores e disseram não ter conhecimento sobre a situação.

Mesma resposta deu a Amissima, que enquanto fazia eventos chiques na semana de moda de Paris e abria lojas em shoppings de luxo, tinha suas roupas produzidas em prédios detonados por imigrantes e famílias mantidas em cubículos sem segurança alguma. 

As confecções repassavam cerca de R$ 3 por peça produzida nas 12 horas de trabalho diárias. Multada em R$ 533 mil, a grife reconheceu em comunicado a falha da fiscalização frouxa.

É relevante analisar que a demanda por um número cada vez maior de lançamentos (coleções “resort”, “pre-fall”, prêt-à-porter, alta-costura etc.) não condiz com a lógica do luxo de ser exclusivo e denotar esmero na execução.

O cenário de competição acirrada abriu espaço para a descentralização dos processos e, com isso, vieram a reboque contratos com terceirizados que subcontratam empresas e autônomos.

Essa realidade põe em xeque a veracidade do valor agregado ao produto de luxo, porque é comum ouvir de consumidores que, hoje, a escolha por uma marca está ligada também à ideia de que suas peças foram produzidas em condições humanas.

No momento em que a criação de núcleos de sustentabilidade e ações sociais são as grandes notícias propagadas pelo mercado de luxo, a manutenção de uma cadeia de suprimentos deficiente só contribui para validar a tese cética de que tudo é mesmo uma grande mentira. [Pedro Diniz]

Facebook lançará sua ferramenta de privacidade só no ano que vem

O recurso, chamado de Clear History, permitirá que os usuários da rede social apaguem os registros de navegação coletados pela empresa; a ferramenta foi prometida em maio após o escândalo Cambridge Analytica

Segundo o Facebook, questões técnicas atrasaram o lançamento da ferramenta de privacidade Clear History

O Facebook ainda vai demorar alguns meses para lançar sua ferramenta de privacidade Clear History, que permitirá que os usuários da rede social apaguem os registros de navegação coletados pela empresa – isto é, as informações sobre sites e aplicativos utilizados pelas pessoas mesmo quando não estão utilizando diretamente o Facebook. A informação é do site Recode. De acordo com o Facebook, a ferramenta será disponibilizada para testes somente no fim do primeiro semestre de 2019.  

A ferramenta foi anunciada em maio deste ano, como uma medida para conter o escândalo Cambridge Analytica, que que usou sem consentimento os dados de 87 milhões de pessoas para tentar influenciar as eleições presidenciais americanas de 2016. À época, a diretora de privacidade da empresa, Erin Egan, disse que demoraria “alguns meses” para a ferramenta ficar pronta. Entretanto, sete meses depois, o diretor da equipe de produtos de privacidade do Facebook, David Baser, admitiu ao Recode que a construção do recurso “está demorando mais do que imaginávamos inicialmente”.

Baser afirmou que o atraso tem motivos técnicos. Segundo a empresa, uma das dificuldades do sistema é atrelar os dados de navegação a usuários individuais – o Facebook geralmente armazena dados por hora e data, não por indivíduo. 

De acordo com o Recode, o Clear History não deleta totalmente o histórico de navegação dos servidores do Facebook – a ferramenta dissocia os dados de navegação de uma conta específica, mas os dados em geral não são excluídos dos servidores do Facebook. “Não podemos parar a coleta de dados”, disse Baser ao site, fazendo referência ao modelo de negócio do Facebook, que se apoia em anúncios. “O que podemos fazer é remover o identificador que nos mostraria de quem era os dados”. 

Google investirá US$ 1 bi em nova sede em Nova York

A empresa acredita que a expansão permitirá que ela dobre seu tamanho e tenha 14 mil funcionários nos próximos dez anos
Por Agências – Reuters

O Google deve começar a se mudar para o novo prédio em 2022

O Google anunciou nesta segunda-feira, 17, que vai investindo mais de US$ 1 bilhão para a construção de uma nova sede em Nova York. Localizada na região de Hudson Square, na sul da ilha de Manhattan, a nova sede terá 160 mil metros quadrados e poderá ajudar a gigante de buscas a dobrar seu número de funcionários na cidade nos próximos dez ano. Hoje, o Google já possui uma sede na metrópole americana, onde trabalham 7 mil pessoas. 

A previsão do Google é de que as obras aconteçam nos próximos três anos e o prédio seja inaugurado em 2022. “Nosso investimento em Nova York é uma grande parte do nosso compromisso de crescer e investir em instalações, escritórios e empregos nos Estados Unidos”, disse Ruth Porat, diretora financeira da Alphabet, holding que controla o Google, ao anunciar o investimento. “Hoje, crescemos mais rápido fora da região de São Francisco do que dentro dela”, ressaltou ainda a executiva, fazendo referência à região do Vale do Silício. Porat também reforçou o potencial da área de Nova York como fonte de talentos e de diversidade para a empresa. 

Não é o primeiro investimento recente do Google em Nova York: em março, a empresa anunciou a compra do edifício do Chelsea Market, na zona oeste de Manhattan, por US$ 2,4 bilhões. O prédio, construído como uma fábrica de biscoitos da Nabisco, se tornou nos últimos anos um point de restaurantes, lojas de roupas de luxo e produtos naturais, em parte do processo de revitalização da região. O local já abrigava escritórios do Google anteriormente, mas a compra fez a empresa ganhar 111 mil metros quadrados na cidade. Com a nova sede de Hudson Square, a área total do Google em Nova York chegará a cerca de 300 mil metros quadrados. 

A empresa não está sozinha em seu movimento de expansão: na semana passada, a Apple declarou que vai inve

stir US$ 1 bilhão para abrir uma nova sede em Austin, no Texas, bem como gerar novos postos de trabalho em Seattle e San Diego, no sul da Califórnia. Já a Amazon, após um longo processo que pareceu uma gincana envolvendo mais de 20 cidades americanas, decidiu em novembro abrir escritórios em Nova York e em Washington, onde gerará mais de 25 mil empregos. 

Além da necessidade de crescimento, as empresas também respondem a uma demanda do governo Trump para gerarem mais empregos dentro dos Estados Unidos – nos últimos meses, elas têm sido criticadas pelo presidente americano por não pagarem impostos ou produzirem seus dispositivos fora do país, o que, na visão de Trump, prejudica a economia local. 

‘Godzilla 2’, com Millie Bobby Brown, ganha novo trailer

Vídeo dá vislumbre de novos monstros na trama

Cena de Godzilla 2: Rei dos Monstros (Millie Bobby Brown e Vera Farmiga)

Warner Bros. divulgou nesta segunda-feira, 10, um novo trailer do filme Godzilla 2: O Rei dos Monstros

Quais destes Titãs estão aqui para nos defender, e quais estão aqui para nos ameaçar? Esse é o questionamento no filme, cujo trailer apresenta novos monstros.

A história acompanha os esforços da agência Monarch e de seus membros ao enfrentar uma série de Titãs, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah.

Os monstros, tidos como mitos, disputam a supremacia e colocam em risco a existência da humanidade. O filme, que conta com a participaçaõ de Millie Bobby Brown, de Stranger Things, fazendo sua estreia no cinema, estreia dia 30 de maio de 2019. O elenco traz nomes como Ken Watanabe, Sally Hawkins e Kyle Chandler reprisando seus papéis. Ainda há Millie Bobby Brown Vera FarmigaBradley WhitfordThomas MiddleditchCharles DanceO’Shea Jackson Jr, Aisha Hinds e Zhang Ziyi.