Iris Strubegger – Vogue Germany December 2019 By Giampaolo Sgura

Drama, Lady   —   Vogue Germany December 2019   —   www.vogue.de
Photography: Giampaolo Sgura Model: Iris Strubegger Styling: Christiane Arp Hair: Franco Gobbi Make-Up: Luca Cianciolo Manicure: Annarel Innocente Furina

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Rival da Netflix, Apple TV+ chega ao Brasil por R$ 10 mensais

Serviço será lançado em 1º de novembro no País e em outros 100 mercados; séries e filmes exclusivos incluem atrações com Jennifer Aniston e Jason Momoa
Por Giovanna Wolf, Bruno Capelas e Bruno Romani – O Estado de S. Paulo

Apple TV+ vem para brigar pelo mercado de serviços de streaming

Apple anunciou em evento nesta terça-feira, 10, novas informações sobre seu serviço de streaming Apple TV+: o rival da Netflix chega ao Brasil em 1º de novembro, por R$ 10, em uma assinatura para a toda família (até seis pessoas). Na mesma data, a plataforma será lançada em mais de 100 países por US$ 5. A empresa anunciou também que quem comprar um iPhone, iPad, Mac ou Apple TV, tem um ano de assinatura gratuita do Apple TV+.

Três séries já tinham sido anunciadas para o Apple TV+Dickinson, com Hailee Steinfeld sobre a escritora Emily Dickinson, For All Mankind, que contará uma história sobre a corrida espacial, e a sitcom The Morning Show, que terá o trio Reese Witherspoon, Steve Carrell e Jennifer Aniston. Nesta terça, a Apple também anunciou uma série pós apocalíptica, chamada See, estrelada por Jason Momoa, o astro de Aquaman Game of Thrones

O Apple TV+ vem para brigar pelo mercado de serviços de streaming. A Disney também está na disputa: seu novo serviço de streaming, o Disney+,  custará US$ 7 mensais ou US$ 70 por ano. A plataforma terá séries e filmes exclusivos de algumas das franquias de entretenimento mais populares do mundo, numa tentativa de desafiar o domínio digital da Netflix.

VF Corporation, empresa americana dona da Timberland, Vans e Kipling confirma suspensão de compra de couro do Brasil

VF Corporation confirmou ao ‘Estado’ que decidiu não seguir se abastecendo de couro e curtume do País até que haja segurança que os materiais usados não contribuem para o dano ambiental. Assunto causou polêmica nesta quarta e chegou a ser desmentido por entidade, antes de confirmação oficial pela empresa
Giovana Girardi e Gilberto Amendola, O Estado de S.Paulo

 VF Corporation e suas marcas decidiram não seguir abastecendo diretamente com couro e curtume do Brasil para seus negócios internacionais até que haja a segurança que os materiais usados em seus produtos não contribuam para o dano ambiental no país”

SÃO PAULO – A VF Corporation, empresa responsável por marcas como Timberland, The North Face, Kipling e Vans, disse em nota enviada ao Estado na noite desta quarta-feira, 28, que decidiu não seguir se “abastecendo diretamente com couro e curtume do Brasil para os negócios internacionais até que haja a segurança que os materiais usados em nossos produtos não contribuam para o dano ambiental no País”. 

O assunto surgiu na manhã desta quarta, quando foi divulgado o conteúdo de uma carta  do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, mencionando “suspensão de compras de couros a partir do Brasil de alguns dos principais importadores mundiais”. A carta dizia que a suspensão representava uma “informação devastadora”. 

Pouco tempo depois, o presidente da entidade, José Fernando Bello, disse se tratou de um “erro de pré-avaliação” da entidade. “A carta foi divulgada (pelo próprio CICB) antes da checagem com a empresa importadora”, disse Bello. “Esse importador estaria supostamente suspendendo as compras. Foi um equívoco nosso. Vamos corrigir a informação junto ao governo federal.”

Estado questionou diretamente a VF Corporation sobre o assunto, que detém 18 marcas de vestuário e calçados. A nota da empresa diz que desde 2017 busca aprimorar o abastecimento global de couro por meio de “estudos para garantir que os fornecedores de couro estejam de acordo com nossos requisitos de abastecimento responsável”.

A empresa então disse que, como um resultado detalhado desse estudo, não conseguiu “assegurar satisfatoriamente que nossos volumes mínimos de couro comprados de produtores brasileiros sigam esse compromisso”. “Sendo assim, a VF Corporation e suas marcas decidiram não seguir abastecendo diretamente com couro e curtume do Brasil para nossos negócios internacionais até que haja a segurança que os materiais usados em nossos produtos não contribuam para o dano ambiental no país”, acrescentou.

O presidente Jair Bolsonaro havia chegado a se manifestar sobre o assunto. Pelo Twitter, ele disse: “Mais cedo, jornais publicaram que 18 marcas suspenderam a compra de couro brasileiro. Àqueles que torcem contra o país e que vergonhosamente divulgaram felizes a notícia, informo que o Centro de Indústria de Curtumes do Brasil negou tal suspensão. As exportações seguem normais.”

Antes do posicionamento da VF, o presidente do CICB havia dito que não havia intenção de os importadores boicotarem ou restringirem compras do produto brasileiro. Segundo ele, em contato com o CICB, o importador teria explicado que continuaria com os pedidos em andamento, mas que gostaria de “esclarecimento adicionais” sobre a origem e rastreabilidade do produto.

Também nesta quarta, a maior produtora mundial de salmão, a norueguesa Mowi ASA (MOWI.OL), declarou que poderá parar de comprar soja brasileira para ser usada na sua produção se o País não coibir o desmatamento. “É importante que nós e todos que compram bens do Brasil digam claramente que a floresta tropical deve ser preservada e a situação atual é inaceitável”, disse Catarina Martins, diretora de sustentabilidade  da empresa. 

Microsoft e AT&T fazem parceria de mais de US$2 bilhões

As duas também trabalharão juntas na chamada computação de ponta para aplicações que precisam de tempos extremamente pequenos na transmissão de dados
Por Agências – Reuters

Microsoft faz acordo de US$ 2 bilhões com a AT&T

A Microsoft e a operadora americana AT&T disseram nesta quarta-feira, 17, que chegaram a um acordo sob o qual a empresa de telecomunicações irá usar o serviço de nuvem Azure da Microsoft para as suas necessidades de computação e fornecer o software Office 365 para grande parte de sua força de trabalho de 268 mil pessoas.

Sob o acordo, a Microsoft e a AT&T também trabalharão juntas na chamada computação de ponta, que verá a tecnologia da Microsoft implantada na próxima rede 5G da AT&T para aplicações que precisam de tempos extremamente pequenos na transmissão de dados, como sistemas de controle de tráfego aéreo para drones. O acordo de vários anos vale mais de US$ 2 bilhões, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto.

O acordo é uma grande vitória da Microsoft, que está lutando para ganhar quota de mercado contra a Amazon Web Services, a maior provedora de serviços de nuvem pública em que os clientes executam seus aplicativos de software em centros de dados gerenciados pela fornecedora.

A AT&T continuará a gerenciar suas próprias operações de rede principais para telefones celulares e outros dispositivos. Mas John Donovan, presidente-executivo da empresa, disse à Reuters que o acordo é uma mudança fundamental para a provedora de telecomunicações colocar a “nuvem pública em primeiro lugar”, o que significa que dependerá predominantemente de centros de dados construídos por outros para alimentar o resto de seus negócios.

Para a Microsoft, a empresa também ganhará uma parceira para vender seus serviços de computação de ponta, que ajudarão desenvolvedores de software a escrever programas para situações como fábricas cujas máquinas possuem sensores para coletar dados ou lojas de varejo equipadas com sensores e câmeras para ajudar a manter os estoques atualizados.

“Nossa tradição geral de ser uma empresa de ferramentas para desenvolvedores, combinada com as capacidades de rede da AT&T, é única”, disse o presidente-executivo da Microsoft, Sayta Nadella, à Reuters.