Kevin McHale, ex-‘Glee’, se dedica exclusivamente a carreira musical

Ator é um dos competidores mais conhecidos do ‘X Factor Celebrity’, no Reino Unido, e concedeu entrevista ao ‘E+’
CAMILA TUCHLINSKI – O ESTADO DE S.PAULO

O ator, dançarino e cantor Kevin McHale. Foto: Instagram/@kevinmchale

Kevin McHale é um dos atuais competidores mais conhecidos do X Factor Celebrity, que é exibido no Reino Unido. Isso porque o ator foi um dos astros de Glee.

A versão de X Factor com personalidades do mundo artístico pretende caçar um ‘novo talento da música mundial’.

O programa vai ao ar pelo Sony Channel toda quarta, às 21h20. 

Kevin McHale é ator, cantor, dançarino, locutor e deu uma entrevista para a reportagem do E+ nesta terça-feira, 12, logo pela manhã, antes das gravações do programa. Ao atender o telefone, arriscou um bom português: “Bom dia!”. 

Esbanjando simpatia, Kevin falou sobre a expectativa com o X Factor, planos para o futuro e como foi a experiência dele em gravar um clipe aqui no Brasil. 

Você deve se lembrar dele em Glee no papel de Artie Abrams, um estudante cadeirante que vence as barreiras do preconceito e se apresenta para os colegas de escola.

Assista ao vídeo: 

Agora, a cada etapa de X Factor CelebrityKevin McHale conquista ainda mais fãs. “Oh, eu prefiro não ter expectativas (risos). Estar no X Factor é uma maneira de desafiar a mim mesmo. Prefiro não criar muitas expectativas, mas estou muito feliz em participar do show e é uma oportunidade de eu me reconectar”, afirmou. 

Das diversas habilidades que tem, como atuar, dançar e cantar, Kevin admite que está focado na carreira musical agora.  

Na noite de sábado, 9, o cantor escolheu um cover feminino no X Factor Celebrity. Ele cantou um single de Dua LipaDon’t Start Now, e arrasou no palco. 

Assista ao vídeo:

No Instagram, Kevin McHale agradece a participação dos fãs ao longo do reality. Arraste a seta para o lado para conferir fotos dos bastidores de X Factor Celebrity:

Kevin McHale lançou em outubro deste ano o vídeo da canção Younger. O clipe foi gravado em São Paulo em lugares conhecidos como a Rua da Consolação, Avenida Paulista, cartão postal da cidade, e o Parque do Ibirapuera. 

Sobre a experiência de estar no Brasil, o cantor enfatiza: “Foi muito importante para mim gravar em São Paulo. Foi surpreendente! E observar as pessoas se relacionando também foi uma experiência muito interessante. Eu gostei muito”, afirmou.

Sobre planos para o futuro, o ator prefere deixar a vida levar. “Eu penso que depende do que acontecer (no reality). Ainda não tenho nada definido ou algum plano específico. Prefiro esperar. Talvez voltar ao Brasil possa ser um dos planos para o futuro”, brinca. 

Assista ao vídeo:

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As séries da nova Apple TV+: do mediano ao muito ruim

O novo serviço chamou de Reese Witherspoon a Jason Momoa e torrou grana, mas não adiantou: suas quatro estreias parecem algo tirado do forno antes da hora
Por Isabela Boscov

The Morning Show (Apple/Divulgação)

As grandes corporações adoram falar na “cultura” delas – seu jeito particular de fazer as coisas para assim incentivar as qualidades que as destacam. No caso da Apple, essas qualidades seriam o arrojo, a busca pelo perfeito e pelo único, a capacidade de criar produtos que imediatamente se tornam objetos de desejo porque não há nada na concorrência que sequer se compare a eles. Pois no serviço Apple TV+, lançado no último dia 1º de novembro, disso tudo só sobrou a arrogância de achar que, por ser Apple e ter custado caro, automaticamente vai ser melhor: das quatro séries para gente grande (há ainda três infantis e uma de natureza) com que o serviço estreou, não há nenhuma que se salve com alguma honra – sendo que See, com Jason Momoa, está além de qualquer possibilidade de salvação. Em maior ou menor grau, as quatro parecem algo tirado do forno antes de ter assado direito, e o que se vê na tela é um misto de amadorismo, ingenuidade e desconhecimento. Em tempo: só três episódios de cada série foram liberados. Os seguintes vão entrar no ar semanalmente.

Vamos lá, então, da menos ruim à catastrófica:

MEDIANA: “THE MORNING SHOW”

Steve Carell é o apresentador de um jornalístico matinal demitido em desonra, sob acusação de assédio sexual. Jennifer Aniston, sua companheira de bancada há quinze anos, fica segurando várias batatas quentes na mão: tem de lidar com a radiação dessa explosão, tem de convencer a audiência de que não sabia o que se passava debaixo de seu nariz e ainda tem de manobrar uma negociação ruim de contrato. Entra em cena Reese Witherspoon como a repórter que, por ser estourada, nunca conseguiu sair do circuito das emissoras locais de TV. Coisas totalmente previsíveis – e absolutamente implausíveis – acontecem. Mas acontecem len-ta-men-te, porque o roteiro não para de dar voltas em torno de si mesmo. Consta que a série já havia entrado em produção quando o #MeToo estourou e tudo foi reformulado. Em vão: as discussões soam requentadas e não parecem ter um argumento final em vista.. E, com o perdão dos fãs (que são muitos) da Rachel de Friends, acrescento às ressalvas o fato de que Jennifer Aniston parece ter recuperado todos os seus tiques de sitcom. No lado positivo da conta, coloco Reese Witherspoon, que consegue dar alguma forma humana a uma personagem escrita à base de clichês, e Billy Crudup, muito afiado e divertido como o executivo do canal.

Faltou aos produtores assistir a… The Good Wife, que dez anos atrás mostrou tintim por tintim, em 156 episódios na grande maioria irresistíveis, como é que se faz.

The Morning Show
(Apple/Divulgação)

VACILANTE: “DICKINSON”

A americana Emily Dickinson (1830-1886) escreveu mais de 1 700 poemas, mas teve menos de uma dúzia deles publicada em vida. A posteridade reconheceu o gênio de suas frases curtas, rimas internas, pontuação idiossincrática e honestidade feroz. Como moça de boa família nos Estados Unidos dos anos 1850, porém, Emily teve uma juventude asfixiante – que esta série com Hailee Steinfeld recria com ambientação de época mas com pegada, diálogos e trilha sonora (muito rap) contemporâneos. A ideia é, sim, interessante. Já a execução – essa denota que o conceito não foi pensado de ponta a ponta, e suas ramificações não foram inteiramente consideradas. Há alguns momentos verdadeiramente interessantes (a maneira como Emily vai concebendo o poema “Because I could not stop for Death / He kindly stopped for me”), mas há muitos outros mais que parecem de série adolescente do CW.

Faltou aos produtores assistir a… a sensacional Gentleman Jack, da HBO, que também trata de uma mulher – uma figura real, como Emily – deslocada no século 18 e prova que não é preciso modernizar à força para caracterizar espíritos à frente de seu tempo.

Dickinson
(Apple/Divulgação)

EQUIVOCADA: “FOR ALL MANKIND”

Uma série sobre a corrida espacial dos anos 60 com Joel Kinnaman? Estou nessa, pensei – até, aos 10 minutos, notar que For All Mankind é daqueles roteiros de “história alternativa”: aqui, os soviéticos chegam à Lua antes da Apollo 11, o que primeiro tira dos trilhos e depois transforma todo o programa americano. O astronauta interpretado por Kinnaman é inventado, mas ele convive na trama com um sem-número de personagens verídicos que se veem obrigados a fazer coisas que nunca fizeram. Estão aqui o célebre diretor de voo Gene Krantz, o chefe de programa Deke Slayton, o gênio da propulsão a jato Wernher von Braun, o astronauta Neil Armstrong – quase todos interpretados por atores assim-assim, dizendo falas chochas e, coitados, indo contra seus prováveis princípios de cientistas sérios ao protagonizar desdobramentos fictícios (e tolos) de eventos reais e assim induzir o espectador ao erro e à confusão. Primeiro, então, há a questão do desserviço histórico. Segundo: o que não faltou na corrida espacial foi drama da mais alta estirpe, e não era preciso inventar mais nada. Terceiro e mais importante: é tudo morno, escrito nas coxas e com aquela cara de produção de segunda linha de série do History.

Faltou aos roteiristas assistir a… Os EleitosApollo 13From the Earth to the MoonO Primeiro Homem… Todo mundo já fez melhor.

For All Mankind
(Apple/Divulgação)

DESASTROSA: “SEE”

É inacreditável, mas See é de Steven Knight, o criador/roteirista/supervisor da soberba Peaky Blinders. Não faço a menor ideia do que Knight terá tomado, nem do que passava pela cabeça de quem aprovou o piloto desta fantasia com Jason Momoa mais as ótimas (em outras situações) Alfre Woodard e Hera Hilmar. O fato é que See se parece com um Vikings que perdeu o caminho de casa e despencou do barranco (a pretensão era se parecer de alguma forma com Game of Thrones – mas nem de brincadeira). No século 21, um vírus roubou a visão a quase toda a humanidade. Passados vários séculos, o sentido da visão se tornou um mito classificado como bruxaria; a civilização regrediu a sistemas tribais e caminha às cegas (não resisti). E então a mulher de Momoa dá à luz um casal de gêmeos que enxerga muito bem, e é preciso escondê-los dos caçadores de bruxas. Os três primeiros episódios não sabem se vêm ou se vão; a concepção visual é espalhafatosa mas curiosamente banal; os diálogos são vazios e repetitivos – e nada, mas nada mesmo, empolga. O aspecto mais decepcionante, porém, é que nada na maneira como See é filmada recria a sensação de um mundo envolto na cegueira. E o que é essa gafe do “Skol, Skol! Ó o latão Skol”????

Faltou aos produtores… parar de pensar em Game of Thrones, que é um patamar inatingível para See. Eu recomendaria que eles assistissem antes de tudo a A Bruxa, um exemplo impecável de como, sem necessidade de inventar muita moda, mergulhar o espectador em um mundo estranho e assustador.

See
(Apple/Divulgação)

‘Friends’: Courteney Cox posta foto de encontro com Matthew Perry

‘Adivinhem com quem eu almocei hoje?’, escreveu atriz Courteney Cox após reencontro com colega Matthew Perry

A atriz Courteney Cox publicou nesta quinta-feira, 7, uma foto ao lado de Matthew Perry, com quem contracenou em Friends. Na série, viviam os personagens Monica e Chandler.

“Adivinhem com quem eu almocei hoje… Eu sei! Eu poderia estar mais feliz?”, escreveu Courteney Cox em seu Instagram, ao lado da hashtag “real friends”, em português, “amigos reais”, uma referência também ao nome da série.

Recentemente, surgiram notícias de que Matthew Perry estaria vivendo de forma reclusa, em um hotel nos Estados Unidos, gerando a preocupação de seus antigos colegas de Friends.

O que você precisa saber para assistir His Dark Materials

Nova série da HBO é inspirada na franquia literária Fronteiras do Universo
CAMILA SOUSA

His Dark Materials

Uma das grandes apostas da HBO para a nova temporada de séries é His Dark Materials, série inspirada na franquia de livros Fronteiras do Universo. Com a segunda temporada já garantida pelo canal, a atração tem no elenco nomes como Dafne Keen (Logan) no papel principal de Lyra Belacqua, Ruth Wilson (The Affair) como Marisa Coulter e James McAvoy (Fragmentado) como Lord Asriel.

Confira abaixo o que você precisa saber para assistir à série. O lançamento está marcado para 4 de novembro.

QUEM É LYRA?

Foto de His Dark Materials
His Dark Materials/HBO/Divulgação

Vivida por Dafne Keen, Lyra Belacqua é a protagonista da história. Com 11 anos no começo da história, ela é uma órfã que foi criada na universidade de Oxford por professores e reitores do local. Seu único parente conhecido é o tio, Lord Asriel, que já foi interpretado nos cinemas por Daniel Craig e agora é vivido por James McAvoy na série da HBO.

Também conhecida nos livros como Lyra da Língua Mágica, a protagonista é descrita como curiosa e destemida. Por não ter um tutor muito próximo – seu tio a deixa na universidade para realizar grandes viagens – Lyra cresce com muita liberdade pelo campus e por isso aprende a escalar janelas e muros para saber tudo o que está acontecendo. A jovem também conhece todos os funcionários da universidade e se torna grande amiga de Roger, outra criança do local.

DAEMONS E A CONEXÃO COM HUMANOS

Foto de His Dark Materials
His Dark Materials/HBO/Divulgação

No universo de His Dark Materials, as almas dos seres humanos se manifestam em seres em forma de animais que existem fora de seus corpos, os daemons. Cada pessoa tem um daemon, que possui nome e conversa com o humano ao qual pertence. As pessoas enxergam os daemons umas das outras, mas não é permitido tocar o daemon do outro. Quando dois humanos se encontram e passam algum tempo juntos, é comum que seus daemons interajam entre si, algo permitido pelas regras.

Os daemons acompanham os humanos durante toda a vida e por isso se tornam grandes amigos. Durante a infância, eles não possuem uma forma física fixa, refletindo a personalidade ainda não formada da pessoa. No caso de Lyra, por exemplo, seu daemon Pantalaimon aparece como diversos animais durante a história. É no período da adolescência que o daemon assume uma forma física fixa para o resto da vida, refletindo a personalidade firmada pelo seu dono.

Além desse grande laço emocional entre daemons e humanos, há também uma ligação física. Com a exceção de feiticeiras e pajés, todos precisam ficar próximos fisicamente de seus daemons. Grandes distâncias causam dor e agonia nas duas partes. Daemons também sentem as dores físicas afligidas em seus donos e vice-versa.

O MAGISTERIUM

Foto de His Dark Materials
His Dark Materials/HBO/Divulgação

O universo de Lyra possui uma grande instituição religiosa, o Magisterium, que coordena a sociedade em questões sociais, religiosas e políticas. Na história, o Magisterium tem algumas características próximas da igreja católica, apesar de ser formado pela união de vários órgãos religiosos. Exatamente por isso existem várias disputas internas de poder, já que cada liderança tem interesses próprios.

O poder do Magistério no universo de His Dark Materials é enorme. Um dos maiores exemplos é o controle da instituição sobre a ciência, chamada até mesmo de “teologia experimental”. A organização permite que estudos científicos sejam feitos, desde que eles se enquadrem nas doutrinas e não tentem contradizer suas regras.

PÓ, HERESIA E INOCÊNCIA

Foto de His Dark Materials
His Dark Materials/HBO/Divulgação

Um bom exemplo de como o Magisterium age é sobre o Pó, uma substância presente no universo de His Dark Materials, mas que não pode ser citada por regras da instituição. O Pó é constituído de minúsculas partículas douradas que se fixam em seres vivos, especialmente nos humanos durante a adolescência. Embora algumas criaturas possam enxergar o Pó a olho nu, os humanos só conseguem fazer isso com a ajuda de alguns instrumentos específicos.

Na história, é observado que as crianças não possuem o Pó, que é mais comum em adultos que já passaram pela juventude. O Pó começa a ficar presente no corpo das pessoas na mesma época da juventude em que os daemons fixam sua forma. O Magisterium considera que o Pó é a representação direta do pecado e por isso não é permitido falar ou pesquisar sobre a substância. Para a instituição, o Pó simboliza a perda da inocência das crianças e há quem acredite que deveria haver uma forma de impedir que isso aconteça com elas.

Com tantos paralelos sobre o posicionamento de algumas instituições religiosas, a obra de Philip Pullman foi duramente criticada por algumas organizações ao longo dos anos, incluindo o Vaticano e a Liga Católica dos EUA, que fez campanha contra a adaptação aos cinemas lançada em 2007.

A BÚSSOLA DE OURO

Foto de His Dark Materials
His Dark Materials/HBO/Divulgação

Este é o nome do primeiro livro da trilogia e também da adaptação aos cinemas e por isso um dos mais conhecidos pelo público. Dentro da história, a bússola é um aletiômetro, um artefato capaz de mostrar a verdade para quem aprender a usá-lo. A bússola é um dos vários objetos importantes do universo de His Dark Materials, ao lado da Faca Sutil e da Luneta mbar, que dão nome aos outros dois livros principais da franquia.

A protagonista Lyra recebe o aletiômetro do reitor da universidade Jordan logo no começo da história, pois ele acredita que ela será capaz de interpretar o que o objeto tem a dizer. A leitura acontece quando o usuário aponta três agulhas do objeto para diferentes símbolos, mentalizando o que deseja saber. Em seguida, uma quarta agulha aponta para a imagem que significa a resposta. Há vários símbolos dentro da bússola, como a Ampulheta, Caldeirão, Coruja, Espada, entre outros e interpretá-los é a chave para saber a verdade.

O aletiômetro é um objeto raro e extremamente poderoso. Apenas seis foram criados em toda a história e o Magisterium destruiu quatro, preocupado com sua capacidade de falar a verdade. Logo, quando Lyra o recebe, precisa escondê-lo, já que ela pode se tornar alvo da instituição se alguém souber que ela está com ele. Outra preocupação do Magisterium sobre a bússola é porque ela utiliza do Pó para saber e dizer a verdade ao usuário e, como descrito acima, utilizar a substância é considerada uma heresia.

FUTURO

Foto de His Dark Materials
His Dark Materials/HBO/Divulgação

O universo de His Dark Materials é vasto e a HBO tem material para trabalhar em várias temporadas, se desejar. A linha do tempo principal é composta por três publicações: A Bússola de OuroA Faca Sutil e A Luneta Âmbar. Todos desenvolvem a história de Lyra e também apresentam outros nomes que se tornam importantes na trama.

Além deles, o autor Philip Pullman lançou dois livros derivados: A Oxford de Lyra, situado dois anos após o término da série principal, e Era Uma Vez no Norte, um prelúdio focado em Lee Scoresby (personagem de Lin-Manuel Miranda na HBO) e no urso Iorek Byrnison, um dos personagens mais icônicos da história.

A série literária mais recente do autor é O Livro das Sombras, uma trilogia que volta à história de Lyra, dessa vez mostrando acontecimentos do passado, presente e futuro da personagem. La Belle Sauvage abre a trilogia como um prelúdio, mostrando Lyra ainda bebê e sua chegada à Oxford. O segundo livro, The Secret Commonwealth, foi publicado em outubro deste ano e mostra a história de Lyra sete anos após os acontecimentos de A Luneta Âmbar. Ainda não há detalhes do que será mostrado no livro de encerramento da série, que não tem título definido.

Apple TV+: conheça o serviço de streaming da Apple que estreia nesta sexta

Plataforma da Apple chega à guerra dos streamings com preço competitivo e um ano de assinatura grátis para quem comprar novos dispositivos da empresa
Por Ana Luiza de Carvalho – O Estado de S. Paulo

Jennifer Aniston, CEO da Apple, Tim Cook e Reese Witherspoon na Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York

A Apple TV+ (lê-se Apple TV Plus), novo serviço de streaming da Apple, está sendo lançado nesta sexta-feira, 1º de novembro. A nova plataforma é mais uma competidora na chamada guerra dos streamings, que tem nomes de peso como Netflix e Amazon Prime Video e, em breve, serviços como Disney+ e HBO Max

Em questão de valores, a Apple TV está no páreo com o Amazon Prime Video, que também custa US$ 4,99 nos EUA. Aqui no Brasil, os dois serviços custam R$ 10 por mês. O Disney+, por exemplo, terá assinatura de US$ 7, ligeiramente acima dos concorrentes. Já o pacote mais popular da Netflix sai por US$ 13 lá fora – aqui no Brasil, o mínimo é de R$ 21,90. Saiba sobre o que vai ter na Apple TV Plus e como assinar:

Quando a Apple TV Plus chega ao Brasil

A data de lançamento da Apple TV+ no Brasil e nos Estados Unidos é 1º de novembro.

Quanto custa a assinatura da Apple TV+

No Brasil, a Apple TV+ sai por R$ 9,90. Já nos Estados Unidos, a assinatura custa US$ 4,99. O período de teste é de sete dias, ao contrário de concorrentes como Netflix que oferecem trinta dias gratuitos aos novos usuários. 

Quem comprar um novo dispositivo da Apple, como iPhone, iPad, iPod Touch, Mac ou Apple TV, ganha um ano de assinatura gratuita. O plano possui a função família e pode ser utilizado por até seis pessoas.

O que vai ter na Apple TV+

A Apple alocou US$ 1 bilhão para a criação de conteúdo original, incluindo gigantes como a apresentadora Oprah Winfrey e o roteirista Steven Spielberg. A plataforma estreia já com produções como The Elephant QueenDickinson For All Mankind. Confira outros dos conteúdos disponíveis na Apple TV+: 

The Morning Show

A série original é produzida pelas atrizes Jennifer Aniston e Reese Witherspoon. Jennifer Aniston interpreta Alex Levy, apresentadora de um programa matutino que denúncias de abuso sexual contra seu companheiro de trabalho Mitch Kessler (Steve Carell).

Snoopy no Espaço

Na animação, o beagle Snoopy aceita um convite da NASA e realiza o sonho de ser um astronauta, ao lado do companheiro Woodstock. O conteúdo comemora os cinquenta anos da expedição Apollo 11, que levou o homem a pisar na Lua pela primeira vez. 

Onde acessar a Apple TV+

O streaming pode ser utilizado no aplicativo Apple TV (já instalado de fábrica nos dispositivos da empresa) e em alguns modelos de Smart TVs da Samsung. O serviço também está disponível online pelo site da Apple TV.

Estamos trabalhando em algo’, diz Jennifer Aniston sobre ‘Friends’

Atriz negou que o projeto seja um reboot ou um filme da série
FELIPE GOLDENBERG – O ESTADO DE S. PAULO

Jennifer Aniston ‘Ellen DeGeneres Show’ Foto: MICHAEL ROZMAN/WARNER BROS

Atenção, fãs de Friends: o elenco da sitcom está reunido e trabalhando em algo juntos. A informação foi dada pela própria atriz Jennifer Aniston, que interpretava a personagem Rachel, em uma entrevista ao programa Ellen DeGeneres Show, na TV americana, na segunda-feira, 28.

Tudo começou quando a atriz fez uma aparição surpresa no programa, que recebia o cantor Charlie Puth como convidado. Ele afirmou que era um grande fã de Friends, e Ellen chama Jennifer ao palco.

Logo depois, a apresentadora perguntou se o elenco estava fazendo um reboot da série (quando se recria um programa do zero); a atriz negou. “Adoraríamos muito que houvesse algo, mas ainda não sabemos o que é esse algo. Então estamos tentando, estamos trabalhando em algo”, disse. No início de outubro, em outra entrevista, ela chegou a dizer que um reboot “arruinaria” a série.

Ellen pergunta se será um filme, mas Jennifer nega de novo: “não, nós não sabemos ainda”. “Existe a possibilidade de um filme?”, retrucou a apresentadora. Foi aí que a intérprete de Rachel começou a gaguejar: “eu não quero induzir o pessoal”.

Assista ao vídeo:

Vale lembrar que a atriz criou, neste mês, um perfil no Instagram. A primeira foto foi uma selfie com o elenco principal reunido — Lisa Kudrow (Phoebe), Courteney Cox (Monica), David Schwimmer (Ross), Matt LeBlanc (Joey) e Matthew Perry (Chandler). Esse foi o primeiro registro público deles em anos. “Nós tiramos a foto porque estávamos com saudades, e aconteceu que estávamos na mesma parte do mundo”, explicou.

Neste ano, Friends completou 25 anos desde sua primeira exibição, sendo que o último episódio foi transmitido há 15 anos. Ao todo, foram 236 episódios ao ar, divididos em dez temporadas. Todas estarão disponíveis na Netflix até 2020.

Enquanto esse “algo” não é revelado, os fãs de Friends podem matar a ansiedade com a nova série The Morning Show, estrelada por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon. Ela interpreta uma jornalista nos bastidores de um telejornal matinal. A série chega ao serviço de streaming Apple TV+ nesta sexta, 1º.

Primeiras séries do Apple TV+ têm recepção mista da crítica especializada

Uma pedra no sapato para as ambições iniciais da Maçã?

Trailer de "The Morning Show"
The Morning Show estrelado por Jennifer Aniston

Depois de muita espera, o Apple TV+ finalmente fará sua estreia na próxima sexta-feira (dia 1º de novembro) e nós poderemos enfim conferir o que a Maçã tem guardado na manga para nós. Um obstáculo inesperado, entretanto, apareceu esta semana no horizonte de Cupertino: a crítica especializada.

Como é costume na indústria televisiva, a Apple liberou os três primeiros episódios das quatro séries iniciais do Apple TV+ para que jornais, revistas e sites especializados oferecessem suas considerações. E, ao contrário do que muitos esperavam, quase todas as produções tiveram reações gerais variando entre o “meh” e a insatisfação completa — a única exceção foi “For All Mankind”, no geral elogiada pela crítica.

“The Morning Show”

Sobre “The Morning Show”, considerada a “menina dos olhos” dessa leva inicial de séries da Apple, TIME escreveu que “falta coragem” aos roteiristas do seriado, o qual trata de temas espinhosos mas acaba sem se posicionar sobre nenhum deles. TVLine afirmou que a série é “exagerada no falatório, confusa no tom e com um elenco terrivelmente escalado em alguns casos — e, considerando o talento envolvido, uma grande decepção”.

“See”

“See” também foi duramente criticada: Variety classificou a série como “sem estrutura” e com um “ritmo lúgubre”, enquanto o Collider, numa análise mais positiva, afirmou que a narrativa é imersiva, elogiando o visual da produção. Vários veículos, por outro lado, criticaram a falta de visão e a trama que “atira para todos os lados”. Ao menos, o Screentimes.net notou que a Apple “não fugiu” de temas e conteúdo adulto, com lutas cheias de sangue e cenas de sexo (embora sem nudez explícita).

“Dickinson”

“Dickinson”, por sua vez, teve uma reação mais morna. IndieWire elogiou o charme e o humor da série, mas criticou a mão pesada no anacronismo e referências forçadas incluídas no episódio piloto; Variety notou que a série demora até encontrar um tom e, mesmo após os três episódios iniciais, não consegue decidir se é uma comédia ou um drama.

“For All Mankind”

Por fim, “For All Mankind” parece ser a pérola da crítica nessa leva inicial de séries. Paste Magazine classificou a produção como “a série que precisa ser vista no Apple TV+”, elogiando o ritmo, a trama política e o tratamento científico do roteiro. Variety também afirmou que a série é a melhor do serviço da Maçã, especialmente por conseguir aproveitar seu orçamento da melhor forma e entregar ótimas direções com roteiros inteligentes.

Notas

No momento, “The Morning Show” e “See” têm notas amarelas (60 e 47, especificamente) no agregador de críticas Metacritic; “Dickinson” e “For All Mankind” conquistaram notas verdes (66 e 72). Naturalmente, boas críticas não são tudo o que uma série almeja — várias produções podem perseverar mesmo com análises ruins —, mas uma reação morna ou negativa pode influenciar a opinião pública de forma decisiva.

Para esses passos iniciais do Apple TV+, certamente não era essa a recepção que a Maçã estava esperando, e certamente as próximas produções do serviço terão de se esforçar mais para atrair os consumidores e não colocar na plataforma uma aura de mediocridade.

Estreia de “The Morning Show”

Ontem à noite, por sinal, aconteceu no Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York, a première do seriado que estrela Reese Witherspoon e Jennifer Aniston.

Quem estava por lá excepcionalmente, como mostram as fotos a seguir, foi o CEO da Apple, Tim Cook. Já o ator Steve Carell, por algum motivo, não marcou presença.

Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York
Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York
Jennifer Aniston, CEO da Apple, Tim Cook e Reese Witherspoon na Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York
Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York
Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York
Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York
Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York
Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York
Première do seriado “The Morning Show” em Josie Robertson Plaza and David Geffen Hall do Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York

Os primeiros três episódios de “The Morning Show” chegarão ao Apple TV+ nesta sexta-feira. A partir daí, um novo episódio será liberado por semana.

Segunda temporada de “For All Mankind”

Bom, ao menos a série mais bem-recebida dessa leva inicial já está garantida para continuar: em entrevista recente à Variety, o protagonista Joel Kinnaman revelou que já está gravando a segunda temporada de “For All Mankind”.

Divulgação de "For All Mankind"

O ator revelou que está dividindo seu tempo entre as gravações da série e do filme “Esquadrão Suicida 2”, o qual será lançado no ano que vem. Ele afirmou que está muito satisfeito com a série e com o que a equipe tem feito:

Eu fico impressionado com o que eles criaram. Eles fizeram um trabalho incrível e tem sido um prazer filmar. Eu não me lembro de já ter ficar animado desse jeito para mostrar algo que eu fiz às pessoas.

Boas notícias, não?

Robert Forster

Enquanto isso, Deadline informou que a série “Amazing Stories” trará a última performance do ator Robert Forster (de “Jackie Brown”), que morreu no dia 11 de outubro. Ele aparecerá no episódio “Dynoman and The Volt”, que será agora dedicado a ele.

Robert Forster

O episódio girará em torno de um adolescente e seu avô (interpretado por Forster) os quais descobrem que conseguem se transformar em super-heróis ao entrarem num ringue adquirido pelo mais velho 50 anos antes. “Amazing Stories” ainda não tem data de estreia, mas deverá chegar ao Apple TV+ no ano que vem. [MacMagazine]

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