Punho de Ferro | Jessica Henwick agradece os fãs pelo apoio

Série não ganhará terceira temporada

colleenA atriz Jessica Henwick também se manifestou sobre o cancelamento de Punho de Ferro. No Instagram, a Colleen Wing do Universo Marvel compartilhou um vídeo de vários momentos dos bastidores da série e escreveu a seguinte mensagem:

“Duas temporadas de Punho [de Ferro], uma de Os Defensores e uma de [Luke] Cage depois… obrigada ao elenco, equipe e fãs por essa jornada. Interpretar Colleen mudou a minha vida”.

Esta é a primeira vez que uma série da Marvel na Netflix é cancelada. Mas vale pontuar que o cancelamento da saga pode não representar o fim da história protagonizada por Finn Jones. O herói Danny Rand pode migrar para outras plataformas – entenda.

As duas primeiras temporadas de Punho de Ferro estão disponíveis na Netflix. [Mariana Canhisares]

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Alias | Jennifer Garner afirma que reboot está em desenvolvimento

Atriz se despediu de Sydney Bristow há mais de dez anos

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Jennifer Garner em Alias

De volta à TV com a comédia Camping, a atriz Jennifer Garner revelou ao Hollywood Reporter que um reboot de Alias: Codinome Perigo pode estar em desenvolvimento.

“Ouvi dizer que estão fazendo um reboot de Alias, mas ninguém conversou comigo a respeito. Quer dizer, seria completamente diferente. Mas se eles não me chamarem como convidada, vou ficar muito, muito irritada. Mas não acredito que seja tão sério ainda, porque não ouvi nada sobre o projeto.”

Criada por J.J. AbramsAlias: Codinome Perigo acompanhava Sydney Bristow, uma espiã internacional de um departamento secreto da CIA. Garner interpretava a protagonista, mas o elenco ainda contava com Bradley CooperRon RifkinCarl LumblyVictor Garber e Michael Vartan. [Mariana Canhisares]

Netflix comprará complexo de estúdios para produzir séries originais

O complexo da ABQ Studios será o primeiro adquirido pela Netflix e poderá movimentar US$ 1 bilhão em dez anos
Por

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Estúdio que será comprado pela Netflix foi usado para produzir Better Call Saul

Com o objetivo de investir mais em sua produção original, a Netflix anunciou nesta terça-feira (9) que está comprando seu primeiro complexo de estúdios. A empresa está prestes a finalizar um acordo para adquirir a sede da ABQ Studios na cidade de Albuquerque, no Novo México.

Em sua etapa final, a negociação de compra dos estúdios foi levada a frente por conta da contribuição de autoridades locais. O acordo envolve um incentivo de US$ 10 milhões do governo do Novo México e de US$ 4,5 milhões da prefeitura de Albuquerque.

Nos próximos 10 anos, a expectativa é que o estúdio movimente US$ 1 bilhão com a produção de filmes e séries originais. Nesse período, a empresa também espera oferecer cerca de mil empregos por ano aos trabalhadores da região.

E as filmagens não devem ficar restritas ao novo complexo. O objetivo é filmar novas produções em outros locais ao redor do Novo México. As séries Chambers e Messiah, por exemplo, já estão sendo filmadas na região de Albuquerque e criaram cerca de 700 empregos.

“Nossa experiência produzindo programas e filmes no Novo México nos levou a aproveitar a chance de estabelecer um novo centro de produção aqui”, disse Ty Warren, vice-presidente de produção física da Netflix.

O complexo que será comprado pela Netflix conta com nove estúdios que totalizam 52 mil metros e já foi usado na produção de títulos como Logan e Better Call Saul. Ele deverá ajudar a empresa a atingir a meta de que metade do conteúdo disponível na plataforma seja original.

Com informações: NetflixEngadgetThe Verge.

Facebook Watch se arma para a guerra contra o YouTube, do Google

Sem alarde, empresa lança plataforma com séries originais e transmissão exclusiva de jogos da Liga dos Campeões

15391251645bbd2fac69543_1539125164_3x2_mdBaseada em sucesso norueguês, ‘Skam Austin’ é a versão americana da série adolescente que junta pequenos clipes para formar os episódios, completados por capturas de tela das redes dos personagens; com legendas em português /Reprodução


SÃO PAULO – Há pouco mais de um mês, sem alarde, por baixo do radar, o Facebook vem testando em todo o mundo, Brasil inclusive, a sua versão do YouTube.

Entrou no ar no dia 29 de agosto o serviço de vídeos, voltado sobretudo para smartphones e smart TVs, que já vinha sendo oferecido em “beta” nos Estados Unidos.

É uma plataforma dentro da plataforma, chamada Facebook Watch, com formatos de conteúdo e até logotipo —estilizando uma tela de TV tradicional— semelhantes àqueles do serviço de vídeos do Google.

Permite ao usuário seguir as páginas que queira, com os programas seriados ou as transmissões ao vivo de esporte, por exemplo, devidamente agendadas.

O diretor de parcerias de entretenimento para a América Latina, Mauro Bedaque, diz que são “ainda os primeiros momentos do Watch no Brasil”, mas a expectativa é repetir o que houve no mercado americano.

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Red Table Talk é um talk show com Jada Pinkett Smith (ao centro), Willow Smith (à dir.) e Adrienne Banfield-Norris; primeiros dez episódios abordam temas como maternidade e vício; ainda sem legendas em português, foi renovado para a 2ª temporada /Divulgação

“A tendência que vimos nos Estados Unidos mostra que o tempo total gasto assistindo a vídeos no Facebook Watch aumentou em 14 vezes desde o início de 2018”, diz.

Diferentemente do YouTube, o serviço do Facebook tem destacado, neste início ao menos, os vídeos próprios, de maneira mais assemelhada à Netflix.

Coloca no ar episódios de séries de ficção dramática e outros programas, inclusive de “reality TV”, também uma prioridade recente da Netflix.

A série de maior impacto até o momento é “Sorry for Your Loss”, com a atriz Elizabeth Olsen, que surgiu na plataforma no último dia 18, com os primeiros quatro episódios, já estimulando “binge watching”. Outros quatro entraram nas duas semanas seguintes.

“Não temos números locais para compartilhar, mas falando em dados gerais [globais] somente o primeiro episódio gerou mais de 3,7 milhões de visualizações”, diz Bedaque.

A crítica do britânico The Guardian sobre a série, que trata de uma jovem que revê a sua vida após a morte inesperada do amante, afirmou que é “absolutamente autêntica” e mostra que “a jornada através da dor é áspera, não uma maré de lágrimas”.

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Cena de ‘Sorry for Your Loss’, lançada no Facebook Watch no último dia 18, ainda sem legendas em português disponíveis /Divulgação

Com o tempo, o foco do Watch tende a se voltar mais para os vídeos produzidos pelos usuários e parceiros.

“Vamos continuar investindo em alguns programas originais com apelo global para testar e aprender sobre o que a comunidade gosta, coletar ‘feedback’ e inspirar outros, mas o financiamento é apenas uma das maneiras pelas quais podemos trazer conteúdos para o Watch”, diz Bedaque. “Vamos realmente focar em dar suporte a uma ampla gama de conteúdo de vídeo de criadores e ‘publishers’ em todo o mundo, ajudando nossos parceiros.”

Uma das primeiras ferramentas disponibilizadas é o que o Facebook chama de Creators Studio, para os criadores de vídeos gerenciarem suas bibliotecas e negócios, com dados, por exemplo, sobre retenção de audiência.

Nesta primeira fase, além das produções próprias e dos vídeos de usuários, uma outra vertente no Brasil é a transmissão de esportes ao vivo.

Também no último dia 18, a plataforma estreou no Brasil os jogos da Liga dos Campeões, o principal torneio de clubes de futebol no mundo, antes programada para o canal Esporte Interativo.

O EI abandonou a TV paga um mês antes do início do campeonato europeu, mas manteve parte da estrutura para a transmissão dos jogos por via digital.

A primeira partida exclusiva, entre Barcelona e PSV, alcançou um pico de 105 mil espectadores ao vivo, somou 1,6 milhão de visualizações de vídeo e 266 mil interações, de acordo com a Turner, controladora do EI.

Segundo análise do site Máquina do Esporte, as maiores audiências —e a maior retenção— no Facebook se deram nas transmissões dos clubes mais conhecidos dos brasileiros, casos de Barcelona e Real Madrid.

O projeto é de longo prazo. “Pelas próximas três temporadas, 66 jogos da Uefa Champions League serão transmitidos por ano no Facebook no Brasil”, diz Bedaque. “Estamos muito animados pela parceria com o Esporte Interativo.”

Ele explica como as duas frentes se integram: “Esportes ao vivo, assim como as séries, são especialmente fortes em cultivar conversas e aproximar comunidades, por isso acreditamos que são um formato natural para o Watch”.

Detalha que os usuários podem descobrir a transmissão ao vivo pelo feed de vídeos do Watch ou seguir diretamente as páginas. “Assim, receberão uma notificação toda vez que um novo jogo estiver disponível, e as páginas adicionadas aparecerão também em destaque no Watch.”

Para o ano que vem, a partir de março, a plataforma acaba de adquirir direitos exclusivos para 27 jogos de quinta-feira da Libertadores, a equivalente sul-americana da Liga dos Campeões.

Os esportes ao vivo evidenciam que o modelo de negócios do Facebook Watch se distancia da Netflix, cuja receita vem das assinaturas, e se volta, como nos concorrentes de TV aberta e no YouTube, para publicidade.

Assim, adianta o executivo, “dentre as próximas iniciativas que devem chegar” ao Brasil está a expansão do programa que o Facebook chama de Ad Breaks —os intervalos comerciais que serão a principal fonte de receita tanto para os produtores de conteúdo como para a plataforma.

Desde o início do ano nos EUA, mas ainda não para o Brasil e outros países, o Facebook tem buscado empresas jornalísticas para produzir material exclusivo para o Watch. Fox News e CNN, por exemplo, já têm vídeos regulares dos âncoras Shepard Smith e Anderson Cooper, respectivamente.

Bedaque diz que o esforço é parte do compromisso de “mostrar notícias confiáveis, informativas e locais” no Facebook e poderá chegar ao Brasil: “Com base no ‘feedback’, vamos avaliar se a experiência será expandida”. [Nelson de Sá]

Presidência de Claire Underwood é questionada em ‘House of Cards’

Netflix divulga trailer com clima da nova temporada da série

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House of Cards Season 6 – Claire Underwood

O trailer de House of Cards começa com trechos de noticiários americanos questionando a habilidade política de Claire Underwood. “É uma pergunta sincera sobre a capacidade dela de liderar” e “Acho que ela pode ser a pior coisa que já aconteceu a este país” foram algumas das frases ditas e que dão o tom da próxima temporada da série.

Com Kevin Spacey fora da produção após escândalos de assédio sexual, Robin Wright, primeira-dama dos Estados Unidos chega ao poder após a morte do marido.

Na sexta e última temporada da série, o tema central será o ceticismo americano em relação a capacidade de Claire Underwood de liderar o país.

Doctor Who | “Gênero da doutora se torna irrelevante”, diz Jodie Whitaker

Atriz falou sobre vulnerabilidade em protagonistas femininas

06doctorwho-threeByTwoSmallAt2XEm entrevista na New York Comic Con, Jodie Whittaker falou sobre a mudança de gênero para a personagem de Doctor Who, e enfatizou que, apesar de gerar bons momentos durante a temporada, a transformação não é algo revelante em si:

“Gênero é imediatamente irrelevante porque eu estou interpretando a Doutora. Claramente eu sou outra atriz, então é diferente, mas não em termos do gênero. O que pode ser interessante na temporada é que, às vezes, na história, você pode ir para um lugar onde mulheres são tratadas diferentemente, mas o arco não explorará uma Doutora mulher. É apenas a Doutora”. 

Whittaker, no entanto, diz que é uma oportunidade para representar personagens femininas mais terrenas: “Uma super-heroína ou protagonista feminina sempre tem uma força que não é humana, ou uma aparência física dos sonhos, mas o que eu amo do Doutor em todas as suas encarnações passadas é que ele sempre se pareceu com alguém poderia ser seu vizinho, seu amigo, e rir junto. Isso é ótimo de ver: vulnerabilidade e falhas, o que é raro em personagens femininas”.

O retorno da série marcará uma mudança também na produção, que agora será comandada agora pelo novo showrunner Chris Chibnall (Broadchurch).

Doctor Who retorna para uma temporada inédita de 10 episódios em 7 de outubro no Reino Unido. No Brasil, o serviço de streaming Crackle se encarregará da exibição. [Julia Sabbaga]

‘Me apaixonei na hora’, diz Gisele Bündchen sobre primeiro encontro com Tom Brady

Brasileira foi convidada do ‘The Tonight Show com Jimmy Fallon’ e falou sobre como conheceu o astro da NFL e do livro que acaba de lançar

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Aos 38 anos, a modelo acaba de lançar seu primeiro livro, uma mistura de memórias com auto-ajuda (The Tonight Show – Jimmy Fallon)

A modelo Gisele Bündchen deu detalhes do seu primeiro encontro com Tom Brady, estrela do futebol americano e marido da brasileira desde 2009. Ela participou, na noite de quinta-feira, 4, do programa The Tonight Show, apresentado pelo comediante Jimmy Fallon, e falou sobre sua “paixão à primeira vista” pelo quarterback do New England Patriots.

“É uma história engraçada porque, por algum motivo, todo mundo pensava que precisava encontrar um namorado para mim, então, na verdade, ele foi o meu terceiro encontro às cegas”, recordou Gisele.

Segundo ela, os dois encontros anteriores não tinham sido nada agradáveis. “Foram jantares em que fiquei presa neles por uma hora e meia pensando em como poderia me livrar”, disse. O terceiro encontro, com Brady, colocou um fim nos encontros com desconhecidos.“Quando eu vi aqueles olhos gentis, eu literalmente me apaixonei na hora. Eu não podia acreditar. Ela era tão doce”, relembrou a super modelo.

Gisele também falou de seu livro recém-lançado “Aprendizados: Minha Caminhada Para Uma Vida Com Mais Significado”, no qual fala de sua trajetória de vida e dos ensinamentos que a ajudaram a alcançar seus objetivos na vida pessoal e profissional.

“Eu tive, nos últimos três ou quatro anos, diferentes amigos que vieram até mim e compartilharam histórias sobre pessoas de suas vidas que estavam lutando contra a ansiedade e contra outros problemas”, disse. “Eu percebi que eram situações muito parecidas com o que eu já passei na minha vida”. Para tentar ajudar essas pessoas, ela começou a escrever cartas para elas e percebeu que estava recebendo um retorno positivo, de que realmente estava ajudando.

“Então eu pensei que eu poderia fazer cartas abertas para falar sobre os desafios que eu enfrentei e as coisas que me ajudaram, e talvez, assim, ajudar mais pessoas. Essa foi a intenção ao lançar o livro”, explicou.

Assista a entrevista completa (em inglês):