Cowboy Bebop | John Cho e companhia caçam criminosos em novo trailer

Série chega à Netflix em novembro
NICO GARÓFALO

Cowboy Bebop | Site Oficial Netflix

Netflix divulgou nesta terça-feira (26) o primeiro trailer completo de Cowboy Bebop, adaptação em live-action do clássico anime dos anos 1990. Estrelada por John ChoDaniella Pineda e Mustafa Shakir, a prévia traz a tripulação da nave Bebop viajando pela galáxia caçando criminosos fugitivos – confira abaixo.

Mistura de faroeste, filmes clássicos de kung fuspace operacinema noir e mais um monte de referências equilibradas perfeitamente ao som de jazz, Cowboy Bebop (1998-1999) é historicamente um dos animes essenciais de todos os tempos. Um dos principais responsáveis por acender o interesse de Hollywood sobre as brilhantes animações japonesas, a história versa sobre um grupo disfuncional de caçadores de recompensa cruzando a galáxia em uma jornada de autoconhecimento.

Protagonizada por John Cho (Star Trek), a versão live-action de Cowboy Bebop trará muitos dos elementos que fizeram do original um clássico, incluindo a participação de mentes criativas da série original, como a compositora Yoko Kanno.

A série tem estreia marcada para 19 de novembro na Netflix.

Profecia Do Inferno | Trailer Oficial | Netflix

Uma série Netflix | Profecia do Inferno
O mundo virou um inferno.
Será um caso de assassinato em série ou castigo divino?

Profecia do Inferno estreia em 19 de novembro, só na Netflix

The Legend of Vox Machina | Série da Amazon ganha trailer

Produção estreia em fevereiro
BEATRIZ AMENDOLA

Amazon Prime Video divulgou neste sábado (23) o primeiro trailer completo da série animada The Legend of Vox Machina. Assista acima. 

A trama segue Vox Machina, um grupo de desajustados que gostam de beber e brigar. Em uma tentativa desesperada de pagar suas dívidas, esses heróis improváveis ​​acabam em uma missão para salvar o reino de Exandria das forças de uma magia obscura. A animação tem como base os personagens da primeira campanha de RPG de mesa transmitida ao vivo pela empresa Critical Role

The Legend of Vox Machina é uma produção do Amazon Studios, Critical Role e Titmouse para o Prime Video. A série chegará à plataforma em 4 de fevereiro de 2022.

Gwyneth Paltrow aborda tabus da vida entre quatro paredes em série da Netflix

A atriz ganhadora do Oscar e empreendedora por trás de uma marca de beleza e bem-estar ajudou a desenvolver uma nova série sem roteiro, ‘Sex, Love & goop’, que quer melhorar os relacionamentos e a vida sexual de seis casais
Brooke Lefferts, AP

Gwyneth Paltrow
Michaela Boehm e Gwyneth Paltrow em uma cena da série da Netflix ‘Sex, Love, and Goop’. Foto: Netflix via AP

NOVA YORK – Gwyneth Paltrow admite que tem inseguranças sobre sua aparência física num episódio de sua nova série da NetflixSex, Love & goop, mas está trabalhando nisso. A vencedora do Oscar e empresária por trás da marca goop beauty and wellness estreia na série de seis episódios que quer melhorar os relacionamentos e a vida sexual de seis casais corajosos.

Quando algumas mulheres do programa citaram a imagem corporal como um obstáculo ao sexo, Paltrow compartilhou sua experiência. Ela explicou que, amadurecendo aos olhos do público desde os 22 anos, estava sempre tentando se encaixar em algum ideal.

“Acho que nunca conheci uma mulher que se sentisse completamente bem com seu corpo, e isso é uma vergonha”, disse Paltrow numa entrevista recente à Associated Press.

“Isso significa que estamos nos prendendo a algum padrão que nos foi prescrito e é muito externo, não é nada interno. Neste ponto da minha vida, definitivamente não sou uma pessoa perfeita, mas estou sempre numa jornada rumo ao autoaperfeiçoamento. Eu realmente gosto de mim. Eu conheço meus defeitos. Acho que não tenho mais pontos cegos e estou tentando cultivar esse mesmo sentimento em relação ao meu corpo”.

Paltrow, 49 anos, também aponta que queria “se mostrar mais vulnerável”, já que estava pedindo aos casais que fizessem o mesmo. Os seis pares incluem pessoas de várias idades, etnias e orientações sexuais que trabalham com especialistas para aprender novas maneiras de se ver e aumentar a intimidade, usando métodos e ferramentas para melhorar seus relacionamentos por meio de um sexo mais prazeroso.

Uma das missões da goop é estimular a curiosidade e “eliminar a vergonha em torno da sexualidade feminina” por meio de seus conteúdos e produtos. Paltrow diz que a melhor maneira de conseguir tudo isso é falando sobre sexo e dando às pessoas permissão para pedir o que querem entre quatro paredes.

“O prazer feminino ainda é considerado um tabu e acho que, se você olhar para trás ao longo da história, você entende que controlar o prazer das mulheres, ou a falta dele, ou, você sabe, separar o prazer da moralidade, é uma forma de fazer as mulheres não se sentirem plenas”, ela disse.

As especialistas do programa – uma bodyworker sexológica, uma coach de tantra e intimidade sagrada e uma coach de bem-estar erótico – ajudam os casais por meio de discussões profundas e exercícios físicos.

Muitos casais se ofereceram para participar do programa na esperança de resolver desentendimentos ou atitudes em relação ao sexo, que variavam de diferentes níveis de desejo a reclamações pela perda da centelha física do relacionamento.

Michaela Boehm, especialista em intimidade da série que trabalhou com Paltrow pessoalmente, diz que está animada com Sex, Love & goop porque deixará seus conselhos mais acessíveis a pessoas que de outra forma relutariam em fazer terapia sexual.

“Você está fazendo essa terapia na privacidade de seu quarto ou sala de estar, onde está assistindo. Não tem estigma e você não precisa se expor. Você consegue entrar na água, por assim dizer, um dedinho de cada vez”, disse Boehm.

“Como não falamos sobre essas coisas, as pessoas pensam que estão erradas ou são as únicas que estão passando por isso”, disse Boehm. “Então, ver e entender que essas coisas acontecem já tira boa parte da pressão, abre uma porta e cria uma confiança que pode levar a um relacionamento mais profundo”.

Boehm e Paltrow disseram que ficaram emocionadas com a coragem que os casais demonstraram. “É preciso ter uma certa coragem para se submeter a algo assim”, disse Paltrow. “Muitos desses casais realmente têm quase aquela coisa de estrela de cinema, você simplesmente se importa com eles e quer continuar assistindo”.

O programa – que começa a ser transmitido na quinta-feira – traz um aviso no início, dizendo que foi “concebido para entreter e informar, não fornecer conselhos médicos”, uma isenção de responsabilidade que se antecipa às críticas que Paltrow e a goop costumam receber. Algumas das sessões que mostram os casais experimentando brinquedos sexuais e acessórios, incluindo vendas e uma “garra de Wolverine” de metal, certamente chamarão a atenção.

A goop foi criticada por promover produtos e experiências não convencionais no esforço de educar os consumidores e, por ser um rosto famoso à frente da marca, Paltrow tem sido um alvo fácil. “Tenho uma admiração incrível por ela porque ela está disposta a se colocar em lugares difíceis. Eu, pessoalmente, não sei se teria coragem de ser criticada nessa intensidade”, disse Boehm.

“Quando ela decidiu ficar consciente de verdade sobre o distanciamento entre casais e todas essas coisas, todo mundo ficava revirando os olhos, todo mundo ficava ridicularizando. Mas agora que você olha e as pessoas estão realmente mais dispostas a aceitar que poderiam ter situações de coparentalidade e famílias misturadas que são muito mais funcionais, e isso é em grande parte porque ela se expôs”.

Sim, a goop quer educar e empoderar, mas também é um negócio, então, com o lançamento da série, seu site está destacando dois novos produtos: um vibrador e um suplemento de libido feminina.

“Acho que as mulheres foram inculcadas com a ideia de que não merecemos pedir essas coisas, e acho que isso realmente nos atrapalha”, Paltrow disse. “O tema do sexo é uma ótima maneira de pegar uma escavadeira para tentar quebrar tudo isso, porque é uma coisa que todas nós fazemos, é algo que realmente nos conecta a nós mesmas”.

TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU.

Ruby Rose relata abusos, acidentes graves e até mortes no set de ‘Batwoman’

Atriz revela negligência da DC e diz que jamais voltará à série

A atriz Ruby Rose, ex-‘Batwoman’ – Jeffery Garland/The CW Instagram

A atriz Ruby Rose, 35, quebrou o silêncio e revelou aos fãs os motivos que a fizeram abandonar a série “Batwoman” após a primeira temporada. Segundo ela, que vivia Kate Kane, houve negligência por parte dos estúdios DC. Ela relata abusos, acidentes gravíssimos e até mortes nos bastidores da produção. Nenhum dos acusados havia se pronunciado sobre o caso.

Em uma série de postagens no Instagram, Ruby, que na segunda temporada acabou substituída pela atriz Javicia Leslie, diz que ela própria sofreu com uma lesão no pescoço que a fez ter de passar por uma cirurgia complexa. Porém, teria tido de retornar às gravações apenas dez dias depois.

“Isso foi diagnosticado anos atrás no set, mas se eu fizesse um raio-x, ‘nós não terminaríamos o dia’. Eu comecei a documentar isso. Me diga o que você quer que eu compartilhe, o pescoço quebrado, as costelas quebradas ou tumor?”, escreveu Ruby Rose ao mostrar imagens dos exames.

Ela teria sido obrigada a gravar um vídeo explicando a sua ausência da San Diego Comic Con, evento ao qual diz ter sido vetada pela produção em anos anteriores. Ela também teria tido de esconder com maquiagem suas cicatrizes para não deixar o público perceber que havia sofrido acidente no set.

Sobre o presidente da Warner Bros TV, Peter Roth, a atriz diz que ele costumeiramente abusava de mulheres ao pedir que elas passassem suas calças enquanto ele ainda as vestia.

Ele a teria ameaçado e contratado uma investigadora particular para tentar criar uma outra narrativa contra as histórias que a artista agora conta. Também teria negado tratamento adequado a Ruby no momento em que ela se machucou em seu set.

“Dez dias [era o prazo de retorno] ou todo mundo seria demitido e eu decepcionaria todos porque Peter Roth disse que não iria escalar outra pessoa e o estúdio perderia milhões (por me lesionar no set dele)”, emendou ela.

As acusações ficam ainda mais graves quando Ruby revela acidentes muito perigosos nos bastidores da produção. Ela conta que um colega teve uma queimadura de terceiro grau por todo corpo e que ninguém deu apoio mesmo vendo a pele dele cair.

“Eu fui a única a enviar flores e cartões, e então tivemos que fazer uma cena de sexo sem nos darem um minuto para processar isso. Nós perdemos ainda dois dublês e eu cortei meu rosto tão perto do olho que quase fiquei cega”, disse.

Ruby, em outro trecho do longo desabafo, afirma que “uma mulher foi deixada tetraplégica e eles tentaram culpá-la por estar no telefone”. A colega seria uma assistente de gravação que precisava do telefone para trabalhar.

A atriz acusou a showrunner Caroline Dries de não querer parar o seriado mesmo no meio da pandemia. Outras produções da emissora CW como “The Flash”“Supergirl” e “Riverdale” tiveram uma pausa. Segundo a versão dela da história, alguns maquiadores acabaram indo ao hospital pelo coronavírus.

O colega de elenco Dougray Scott também é acusado por ela de machucar uma dublê e de chegar e sair da gravação a hora que ele quisesse. Ela o chama de antiprofissional.

“Então, meus amados fãs, parem de me perguntar se voltarei um dia para aquela série horrível. Eu não volto nem por qualquer quantia em dinheiro ou se colocarem uma arma na minha cabeça. Eles destruíram Kate Kane [seu personagem] e arruinaram a ‘Batwoman’. Ameaças, táticas de bullying ou chantagem não vão me parar”, finalizou ela.

Round 6: ainda não superei a Sae-byeok no jogo das bolinhas de gude

Quando eu já tava chorando com esse papo entre a Sae-byeok e a Ji-yeong, Round 6 vai lá e esfarela meu coração. 🥺💔

Amora Mautner sobre ‘Verdades secretas II’: ‘É o sexo como eu gostaria de ver’

Diretora artística fala sobre processo de criação, conta que experimentou práticas eróticas mostradas na novela e partiu do ponto de vista pessoal para levar um olhar feminino às cenas quentes: ‘Como mulher, eu teria tesão em assistir’
Maria Fortuna

Amora Mautner assina a direção artística da primeira novela brasileira feita originalmente para o streaming Foto: Marcus Sabah / Divulgação

Amora Mautner seduz até um poste. A voz grave, o jeito de conversar aproximando o corpo da outra pessoa e o olhar de ressaca cravado no interlocutor carregam de intensidade a já forte presença de uma mulher guiada pela libido em tudo que faz. Não à toa, ela é definida por atores como “um aquecedor de set”. É difícil imaginar, portanto, nome melhor para assinar a direção artística da erótica “Verdades secretas II”, que retrata o submundo escondido sob o glamour da moda, do luxo e do poder. A primeira novela brasileira feita originalmente para o streaming estreia quarta-feira (20), no Globoplay.

Perspectiva feminina

A chegada da diretora ao projeto traz uma mudança de perspectiva. Agora, a série é rodada sob o ponto de vista de uma mulher. E, em se tratando de sexo, esse olhar pode transformar tudo. Ainda mais se levarmos em conta que nosso imaginário sexual foi praticamente todo construído a partir da ótica masculina. E que, raramente, ela se comunica com o desejo feminino…

— Parti de um ponto de vista pessoal, quis expressar o que me representa. Filme pornô não me dá tesão. O que gosto de ver é sobre a iminência, a atmosfera, o que está por trás. Pensei muito na frase do Caetano “mantém sempre teso o arco da promessa”, da música (“A tua presença morena”) que voltei a ouvir muito nesses tempos — conta ela. — A gente está falando de uma pulsão de liberdade, que traz a sexualidade como algo primordial, do eros. Essa atmosfera vive muito mais na iminência do que na realização. A série é erótica mesmo numa cena de duas pessoas tomando cafezinho. O tesão vai subindo dramaticamente e, na hora ‘h’, está tudo impregnado de subjetividade. Como mulher, eu teria tesão em assistir. É o sexo como eu gostaria de ver.

Não só ela como as protagonistas da série, as atrizes Camila Queiroz (Angel), Agatha Moreira (Giovanna) e a novata Julia Byrro (Lara). O trio praticamente dirigiu as cenas calientes junto com Amora. Trouxeram ideias, soluções e até sugestões de marcação de cena.

— Amora fez questão de acompanhar todas as cenas de sexo bem de perto. Era pouquíssima gente no set, e a gente ficava super à vontade, criando— diz Agatha.

O ator Romulo Estrela, vértice de um triângulo amoroso com Angel e Giovanna, também deu seus pitacos. E, assim, num processo que envolveu todo o elenco e incluiu ensaios na casa de Amora e danças cúmplices no set, a diretora foi ganhando intimidade com os atores.

— O diretor tem um controle invisível sobre o set, que é a gira. Quando entro no estúdio, tento cativar essa gira que, nesse caso, era a da liberdade erótica. As atrizes entraram nela, eu dançava com a Agatha, vinha a Camila… Na hora é mágico, vem a energia do ator, do contrarregra, de toda a equipe, e a gente vai construindo essa relação — narra Amora, que conseguiu criar um ambiente de confiança para que os atores se entregassem. — Todas as partes do corpo que o público vai ver são 100% do atores. Não tivemos dublês (exceto para cenas específicas de algumas práticas de sadomasoquismo) nem trabalhamos com próteses — brinca ela, referindo-se ao recurso que tem sido bastante usado em produções estrangeiras.

O que também criou cumplicidade entre diretora e elenco foi o fato de Amora experimentar antes as práticas eróticas mostradas na série. Ela encarou até o shibari, técnica japonesa de imobilização com cordas, que estimula regiões erógenas sem que a pessoa possa reagir.

— Tudo que as atrizes fizeram, eu fiz antes — afirma. — O shibari é maravilhoso e acho que vai virar moda. Quando te amarram, o seu cérebro sente que está em perigo e lança uma química que ativa um relaxamento sensacional. Se saía do set afetada pelo erotismo, agora vou sair da série muito bem, sabendo shibari e strip.

‘Quis botar os atores pulsantes, fora de si’

“Verdades secretas II” chega com a proposta de unir o rigor estético das séries com o ritmo e a linguagem das novelas. A história que se desenvolve em um arco longo por meio de ganchos permanece no DNA do folhetim de Walcyr Carrasco. Amora Mautner entra nessa dança munida da ousadia e da liberdade que o streaming permite. O que mais impactou a diretora ao ler o texto foram os personagens sombrios.

— Brinco que são vários Walcyr, ele é meio Fernando Pessoa. Nessa série, ativou o modo 23 horas — diverte-se a parceira do autor em novelas leves como “O cravo e a rosa” e “A dona do pedaço”. — Os personagens são agudos, nietzschianos, amorais, acima do bem e do mal e múltiplos. Vivem em 50 capítulos a transformação da complexidade humana. Meu ponto de partida é tentar fazer o público entender, aos poucos, quais são as verdades secretas de cada um, mostrando que o que está por trás delas é cada vez mais humano, até chegar no clímax de thriller erótico.

E o espectador vai embarcar na trama no lugar de voyeur, conduzido por uma câmera à la “janela indiscreta”. Amora também optou pelo que chama de “narrativa formalista” como ferramenta dramática.

— É um estilo de filmar que enfatiza os elementos estéticos e cria uma ar artificial. Uso cenário, luz, figurino para criar uma atmosfera não realista, narrar o que não está sendo dito e abrir espaço para elementos estranhos — diz ela, que convidou três diretores de cinema com essa linguagem (Gabriela Amaral Almeida, Fellipe Barbosa e Bruno Safadi) para colocar em prática o seu conceito.

Ela também usou o recurso do Matte Painting, espécie de computação gráfica artesanal, para criar a artificialidade e buscou referências em filmes sugeridos pela parceira de criação, Raphaela Leite, que selecionou longas nórdicos, obras de David Lynch e thrillers eróticos dos anos 1990. O cineasta alemão Douglas Sirkr, considerado o rei do melodrama, é uma influência recorrente no trabalho da diretora.

Nada disso, no entanto, foi mais importante para a série do que o “fogo no set”.

— Quis botar os atores pulsantes, fora de si. Eles estão dionisíacos — garante Amora.

Na novela, a diretora, que contou com Roberto Audio no trabalho de preparação, lança a atriz Julia Byrro, de 20 anos. Ela é Lara, adolescente estuprada pelo padrasto (Julio Machado). A menina é uma descoberta de Amora.

— É uma mistura de Brooke Shields com Malu Mader — compara Amora.

Sandman | 1ª imagem de Gwendoline Christie como Lucifer é revelada no DC FanDome

Série da Netflix ainda não tem data de lançamento confirmada
CAIO COLETTI

Dreams do come true! At #DCFanDome, WBTV unveiled a first look at Gwendoline Christie’s Lucifer in the upcoming @Netflix_Sandman series based on the landmark DC comic by @neilhimself #TheSandman

Um breve segmento dedicado a The Sandman no DC FanDome de hoje (16) revelou a primeira imagem oficial de Gwendoline Christie (Game of Thrones) como Lucifer.

The Sandman, adaptada das HQs escritas por Neil Gaiman, acompanha Sonho (Tom Sturridge), uma entidade mística que governa o espaço conhecido como o Sonhar.

Ele é aprisionado depois de um ritual que buscava prender a Morte, sua irmã, e fica preso por 70 anos, até finalmente conseguir se libertar e começar uma jornada para voltar ao Sonhar e recuperar suas três ferramentas: uma algibeira cheia de areia, um rubi e um elmo.

A data de lançamento de The Sandman ainda não foi divulgada pela Netflix.

Pacificador é “The Office com super-heróis”; veja teaser e saiba data

Série derivada de O Esquadrão Suicida chega em janeiro à HBO Max
CAIO COLETTI

O painel de Pacificador no DC Fandome de hoje (16) liberou o primeiro teaser da série focada no personagem interpretado por John Cena em O Esquadrão Suicida. Veja acima.

O vídeo começa mostrando o anti-herói saindo do hospital onde o deixamos após os eventos do filme de James Gunn. No entanto, ele é encontrado por um time de agentes governamentais e recrutado para uma missão como assassino de aluguel.

O novo time do Pacificador inclui o mau-humorado líder Murn (Chukwudi Iwuji), o especialista técnico Economos (Steve Agee), a casca-grossa Harcourt (Jennifer Holland) e a novata Adebayo (Danielle Brooks).

Antes do teaser, o elenco e os produtores de Pacificador participaram de uma sessão de perguntas e respostas, com destaque para o produtor Peter Safran definindo a série como “um The Office com super-heróis“.

Na série, James Gunn escreve todos os episódios, mas divide a direção com Jody HillBrad Anderson e Rosemary Rodriguez. A data de estreia está prevista para 13 de janeiro de 2022 na HBO Max.