Estreia da 2ª temporada de “Ted Lasso” bate recorde no Apple TV+

A série aumentou em 50% a audiência do o Apple TV+ durante o fim de semana
MacMagazine

Não é novidade para ninguém que Ted Lasso é a série mais popular e premiada do Apple TV+. Na sexta-feira passada (23/7), a segunda temporada da série estreou, com direito muita celebração e alívio dos milhares de fãs que estavam com saudades.

De acordo com o Deadline, durante o fim de semana de estreia da 2ª temporada da série (de 25 a 27 de julho), “Ted Lasso” foi a série mais assistida no streaming e aumentou em 50% a audiência do Apple TV+ — batendo recorde em número de espectadores.

A Apple, como de costume, não proveu um número concreto de espectadores, mas disse ao Deadline que a estreia da segunda temporada foi 6x maior do que a registrada no fim de semana de estreia da série no ano passado.

Além disso, o sucesso estrondoso de “Ted Lasso” causou um “efeito dominó”, e impulsionou títulos como “Schmigadoon!”“Physical” e “Mythic Quest durante o fim de semana.

Em relação ao fim de semana anterior, a estreia de “Ted Lasso” levou a um aumento de 200% na audiência do serviço nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Canadá, na Índia, na Itália, na Austrália, no México, na Rússia, na França e até no Brasil.

O segundo episódio da nova temporada estreará na próxima sexta feira (30/7).

Chucky | Série do Brinquedo Assassino ganha trailer inédito

Série tem estreia marcada para outubro
MARIANA CANHISARES

Chucky, a série do Brinquedo Assassino, ganhou um trailer inédito durante a Comic-Con@Home. Confira acima.

Chucky atrasou seu lançamento por conta da pandemia do novo coronavírus e precisou adiar suas gravações que foram retomadas em setembro do ano passado. A série será exibida nos canais Syfy e USA Network a partir de 12 de outubro. 

Criador da franquia, Don Mancini trabalhará na produção como showrunner, produtor-executivo e roteirista. Além dele, David Kirschner, Nick Antosca e Harley Peyton também assinam a produção.

Superman | Michael B. Jordan desenvolve minissérie sobre Val-Zod

Projeto será produzido para a HBO Max
NICO GARÓFALO

Michael B. Jordan está desenvolvendo seu próprio projeto Black Superman para a HBO Max

Michael B. Jordan, conhecido mundialmente por suas atuações em Pantera Negra e Creed, estaria desenvolvendo uma minissérie em live-action do Superman. Segundo o Collider, a produção, destinada para a HBO Max, será centrada em Val-Zod, versão do Homem de Aço da chamada Terra-2. Segundo o portal, o projeto está sendo tocado por Jordan e sua produtora, Outlier Society, e não terá relação com o longa produzido por J.J. Abrams.

Collider afirma também que a Outlier Society já contratou um roteirista para a produção. Jordan, que se prepara para estrear na direção de Creed III, será um dos principais produtores, mas sua presença no elenco ainda não é certa.

Val-Zod foi criado em 2014 por Tom Taylor (Esquadrão SuicidaAsa Noturna), Nicola Scott (Aves de Rapina) e Robson Rocha (Aquaman) e apareceu pela primeira vez em Earth-2 #19. Assim como Kal-El, Val-Zod foi enviado para a Terra por Jor-El para escapar da destruição de Krypton e foi resgatado por Terry Sloan, que lhe ofereceu abrigo e proteção em um quarto secreto no Asilo Arkham. Após derrotar um clone maligno do Superman original – morto pelo Lobo da Estepe -, Val se une ao grupo Maravilhas do Mundo como o novo Superman da Terra-2.

The Chair | Sandra Oh tenta comandar uma universidade em novo trailer

A Netflix divulgou hoje (21) o trailer oficial de The Chair, série estrelada por Sandra Oh (Killing EveGrey’s Anatomy). Na prévia, a protagonista precisa comandar uma universidade, sem esquecer da vida pessoal. Confira acima.

“The Chair acompanha as desventuras da Dra. Ji-Yoon Kim (Sandra Oh) como diretora do departamento de Literatura na renomada Pembroke University, que precisa enfrentar vários desafios por ser a primeira mulher a liderar o departamento e uma das poucas funcionárias não brancas da universidade”, diz a sinopse oficial liberada pela Netflix.

Além de Sandra Oh, Jay Duplass (Transparent), Holland Taylor (Two and a Half Men), Bob Balaban (The Politician) e David Morse (À Espera de um Milagre) também estão no elenco de The Chair, que é criação de Amanda Peet (conhecida como atriz, por 2012 e De Repente é Amor) e da estreante Annie Wyman.

A nova série estreia em 20 de agosto, na Netflix.

Série brasileira ‘Os Ausentes’, da HBO Max, mostra busca por desaparecidos

Com Maria Flor e Erom Cordeiro, drama estreia nesta quinta-feira
LEONARDO VOLPATO

Cena da série da HBO Max “Os Ausentes” com Maria Flor e Erom Cordeiro Divulgação

SÃO PAULO – A cada hora, oito pessoas desaparecem no Brasil, duas delas só em São Paulo. Esses dados chamaram a atenção do criador e roteirista Thiago Luciano que decidiu abordar essa angustiante realidade de dor e incertezas na série “Os Ausentes”. Trata-se da primeira série brasileira Max Original da HBO Max. A estreia é nesta quinta-feira (22).

A série investigativa conta com dez episódios de 45 minutos de duração cada e é estrelada pelos atores Maria Flor e Erom Cordeiro. O drama acompanha os dois detetives, Maria Julia e Raul, e sua rotina na agência de investigação Ausentes, que busca por desaparecidos.

Na trama, após o desaparecimento da filha Sofia, o ex-delegado Raul Fagnani resolve abrir a agência para poder agir no submundo de São Paulo. A agência será utilizada por pessoas que não podem ou não querem recorrer à polícia para achar seus entes queridos.

“O Raul é um cara durão e atormentado por uma tragédia pessoal. O trabalho o ajuda a se curar. Imagina alguém se perder na imensidão de 12 milhões de pessoas”, diz Erom Cordeiro, cujo personagem usará da agência para tentar resolver seu próprio conflito.

Mas ele não estará sozinho. Quando Maria Julia foge de Buenos Aires após seu pai sumir misteriosamente, ela se junta a ele na capital paulista para ajudar nas buscas do pai e de outros casos.

“Raul o tempo todo pensa que ela não dará conta do trabalho. Maria, no final, ganha a agência e a confiança. Nós abordamos na trama os conflitos humanos, mas tem ação, humor e uma gama de coisas que atraem”, opina Maria Flor, atriz que está grávida de três meses.

Criador e roteirista da série, Thiago Luciano diz que a ideia desde o começo era encontrar um tema que motivasse a contar uma história sobre o Brasil. “E toda vez que lia sobre pessoas desaparecidas me pegava de alguma forma. Saber como é difícil conviver com gigantesco ponto de interrogação. Quando vimos os números nos assustamos. Só em São Paulo, duas pessoas desaparecem a cada hora”, afirma.

Embora os números sejam alarmantes, ele diz que ainda é complicado ter um balanço oficial de casos no país. Mas existe um painel informal cujos índices, de acordo com ele, chegam próximos dos 50 mil casos no país. Os motivos para esses sumiços podem ser os mais diversos: prostituição, tráfico de órgãos ou brigas em família.

Segundo Luciano, a maior dificuldade foi transformar esses dramas colhidos ao longo da produção em uma série que tivesse uma história diferente a cada episódio. Ao final dos capítulos, o público poderá ver começo, meio e desfecho de um caso.

“É complexo, eu escrevia as cenas da série e chorava em casa, mas foi delicioso. É uma série para 20 temporadas, muita coisa para contar. Nós falamos não só da ausência de pessoas, mas da ausência de sensações”, define.

O projeto conta com mais de 100 atores, 100 locações, 1.000 figurantes e mais de 800 horas de filmagens. No elenco convidado há nomes como Jacqueline Sato, César Troncoso, Indira Nascimento, Nuno Leal Maia, Negra Li, Flávia Garrafa, Augusto Madeira, dentre outros.

“Os Ausentes” ficará disponível para toda a América Latina com traduções em espanhol e em inglês. “A série tem muitas externas e é investigativa, te deixa preso querendo saber como aquilo vai se resolver. Vamos entrando em meandros instigantes”, define o ator Augusto Madeira.

Stranger Things | Netflix celebra 5 anos da série com fotos do elenco

Plataforma também divulgou informações sobre a audiência da produção
CAMILA FALCÃO

A Netflix celebra hoje (15) o aniversário de 5 anos da série Stranger Things. Para comemorar a data especial, a plataforma liberou algumas fotos do elenco e informações sobre a produção em seu Twitter. Confira abaixo:

A produção de Stranger Things foi retomada em setembro após uma pausa por conta da pandemia do novo coronavírus. As gravações continuam a todo vapor. Recentemente, vários novos atores foram anunciados no elenco da série, incluindo Amybeth McNulty, a Anne de Anne With an E

As temporadas anteriores estão disponíveis no catálogo da Netflix. Ainda não há previsão de estreia para os episódios inéditos de Stranger Things.

Titãs | 3ª temporada ganha primeiro trailer

Os três primeiros episódios da terceira temporada de Titãs estreiam em 12 de agosto na HBO Max
FLÁVIO PINTO

Warner Media/Divulgação

A 3ª temporada de Titãs teve trailer divulgado hoje (14). Ainda mais cedo, a série teve cliques de alguns personagens divulgados para esta nova leva de episódios, como Barbara Gordon e Jonathan Crane. Confira abaixo o primeiro trailer oficial do terceiro ano da série:

A terceira temporada de Titãs vai contar com algumas outras adições importantes ao elenco: Savannah Welch será Barbara Gordon, que na linha do tempo da série seguiu os passos do pai e se tornou Comissária de Polícia em Gotham; e Vincent Kartheiser será Jonathan Crane, o Espantalho. 

‘Gossip Girl’ deixa para trás elite branca e alienada ao expor segredos dos ricos

Reboot traz turma de adolescentes que quer se engajar com movimentos sociais sem desgrudar os olhos do Instagram
Carolina Moraes

Poster de reboot de ‘Gossip Girl’, com novo elenco high-tech e mais diverso Divulgação

SÃO PAULO – Quando as rainhas da escola Constance, em Nova York, eram Blair Waldorf e Serena van der Woodsen, as intrigas entre as jovens super-ricas de “Gossip Girl” eram expostas num blog, e as fofocas chegavam como mensagens em celulares flip, abertos aos montes durante festas glamorosas.

Nove anos se passaram desde o fim da série, e a garota do blog está de volta com a mesma voz de Kristen Bell narrando os boatos da elite de Manhattan numa atmosfera exclusiva e fashion de 2021.

Mas o retorno de “Gossip Girl” parece apontar mais para diferenças do que para semelhanças com o original —movimento que é esperado e parece obrigatório em séries que retornam após mudanças vertiginosas entre gerações.

Cena da nova temporada de Gossip Girl, com as personagens Julien, Luna e Monet, as patricinhas da nova geração da Constance
Cena da nova temporada de Gossip Girl, com as personagens Julien, Luna e Monet, as patricinhas da nova geração da Constance IMDB/Divulgação

A começar pelo elenco. O núcleo central dessa história não é mais formado por brancos, cisgênero e heterossexuais. Agora, as duas protagonistas, Julien, interpretada por Jordan Alexander, e Zoya, papel de Whitney Peak, são negras. Max, interpretado por Thomas Doherty, que parece importar o trejeito garanhão de Chuck, beija homens e mulheres. Luna, papel de Zión Moreno, é uma mulher trans.

“Nós nos tornamos conscientes disso, mas quando eu assistia a ‘Gossip Girl’, ou a ‘Friends’, ou a qualquer outra série, eu não percebia que o que eu estava vendo era um elenco exclusivamente branco”, afirma Jordan Alexander, sobre a turma mais diversa da Constance de 2021.

“Quando aparecia uma pessoa negra, apontava-se que era uma pessoa negra. Mas quando uma pessoa branca aparecia na tela, era apenas um humano. Acho que é importante começar a quebrar isso e ir abrindo portas para outras pessoas.”

É de se imaginar que o retrato da elite de Manhattan da vida real seja mesmo branco, mas quase tudo na nova “Gossip Girl” se distancia da tela homogênea da turma da Queen B com muita naturalidade. Para Whitney Peak, é como se nem fosse algo fora do ordinário ter mais representatividade na tela.

A naturalidade apontada pela atriz é mais um sinal de que essa é uma tônica incontornável nas tramas e que deve atravessar outros seriados, como “Sex and the City”, que vai ganhar uma continuação de dez episódios batizada “And Just Like That…”.

Enquanto “Friends: The Reunion” parece ter se apoiado numa nostalgia sem grandes revisões, espera-se que o quarteto de “Sex and the City”, que agora será um trio com a ausência da atriz Kim Cattrall, volte embalado por mudanças mais estruturais.

Alguns trechos dos episódios do final da década de 1990, vistos hoje, parecem ter envelhecido mal. Afinal, é um grupo de mulheres brancas que passam a maior parte de seu tempo atrás de um bom partido pelas ruas de Nova York, apesar dos ares de liberdade brindados com cosmopolitan.

O icônico Mr. Big, que abala Carrie Bradshaw, era apontado positivamente na trama como o próximo Donald Trump —algo que hoje não soa mais como um bom termômetro desde que ele virou presidente.

Outro sinal dos tempos apontado no novo “Gossip Girl” é que essa geração foi atravessada por movimentos sociais emblemáticos, como o Black Lives Matter, o MeToo e o Occupy Wall Street e se engaja com problemas sociais.

Obie, papel de Eli Brown, por exemplo, expurga sua culpa de rica ajudando uma Aliança do Direito à Cidade, que orgulhosamente define como uma organização que tenta “parar o deslocamento de comunidades marginalizadas e de bairros históricos”. Para o ator, trata-se do retrato de uma geração que é, de fato, mais consciente.

A nova queen do grupo de adolescentes, muito mais high-tech que a da última geração, é Julien, uma influenciadora que conta com as amigas Monet, vivida por Savannah Lee Smith, e Luna para fazer cliques no horário perfeito da iluminação natural e postar retratos de uma vida quase perfeita com seu namorado, o Obie. É nesse espaço criado pela profusão das redes sociais que está a nova garota do blog, como mais uma arroba no Instagram.

Cena da nova temporada de 'Gossip Girl', que volta nova geração de jovens super-ricos de Nova York, na HBO Max
Cena da nova temporada de ‘Gossip Girl’, que volta nova geração de jovens super-ricos de Nova York, na HBO Max – Divulgação

Jordan Alexander acredita que essa ida para a plataforma amplifica a trama da primeira fase da série, que começou em 2007. “No original, toda a ideia era de uma vigilância das mídias sociais, mas antes delas existirem”, afirma a atriz.

Isso porque o objetivo desse blog, com um autor que viveu no anonimato até o último episódio da série, era justamente expor a vida escandalosa dos adolescentes numa época em que eles mesmos nem expunham suas selfies na internet e que ainda eram surpreendidos por paparazzi nas esquinas da metrópole.

“Ter essa plataforma que é mesmo para compartilhar fotos e histórias faz com que a Gossip Girl agora esteja numa rede em que é muito fácil de mirar as vítimas”, diz Alexander.

Dessa vez, o mistério de quem é a Gossip Girl já acaba no primeiro episódio, o que Eli considera uma artifício interessante para o público acompanhar a trama. É uma garota do blog, inclusive, que chega para criar disputas que nem sequer existem, enquanto a geração anterior girava em torno da rivalidade de duas mulheres —mais uma disputa que ficou para trás, já que as duas protagonistas se gostam no início da trama.

A dúvida que fica é se a nova série vai se engajar com o que fez de “Gossip Girl” a “Gossip Girl” —um editorial fashion ambulante e um barraco de estremecer as famílias mais ricas da cidade a cada
episódio. O primeiro está lá, com nomes clássicos e grifes mais novas desfilando na tela.

O segundo, nem tanto. O que temos como grande escândalo da nova “Gossip Girl” envolve uma bolsa de estudos de uma meia-irmã rica para sua outra meia-irmã pobre e, a julgar pelo primeiro episódio, esse enredo não parece ser suficiente para levar o público até os próximos capítulos da vida nem tão escandalosa da elite de Manhattan.

A discussão sobre esse novo perfil de fofoca no Instagram, aliás, poderia se aprofundar num reboot que acontece à luz de um uso excessivo das redes sociais como espelho do real e até guiar os dramas dessa nova geração, o que, por ora, não acontece.

Mas é certo que esses novos adolescentes estão conscientes de que problemas sociais estão aí, e que não há volta para os arroubos fantasiosos e um tanto alienados do começo dos anos 2000.

Whitney Peak avalia que não há mais desculpa para não se educar sobre questões em pauta, como racismo, feminismo e homofobia. E caso não saiba sobre algo, bom, “procure no Google”, diz Jordan Alexander.

GOSSIP GIRL

  • Onde Na HBO Max, com novos episódios toda semana
  • Elenco Kristen Bell, Evan Mock, Whitney Peak e Jordan Alexander
  • Produção EUA, 2021
  • Direção Joshua Safran

Sob Pressão | Bebê, maior hospital do Rio e mais detalhes da 4ª temporada; veja

Série com Julio Andrade e Marjorie Estiano volta a mergulhar na rede pública de saúde
EDUARDO PEREIRA

Globo: João Cotta/Divulgação

Sob Pressão, a aclamada série médica nacional protagonizada por Julio Andrade e Marjorie Estiano, ganhará sua quarta temporada em 12 de agosto com direito a muitas mudanças: Na trama do novo ano, depois atuarem na linha de frente da luta contra a covid-19 nos hospitais, Evandro (Andrade), Carolina (Estiano), Décio (Bruno Garcia), Charles (Pablo Sanábio), Vera (Drica Moraes), Mauro (David Junior), Gustavo (Marcelo Batista), Keiko (Julia Shimura) e Rosa (Josie Antelo) voltam a enfrentar os desafios da saúde pública no maior hospital do Rio de Janeiro.

Segundo a sinopse oficial, a equipe medica passará a integrar a equipe do Edith de Magalhães, hospital que é referência na capital fluminense e cujo nome é uma homenagem à enfermeira Edith de Magalhães Fraenkel, pioneira da saúde e enfermagem que ajudou a combater a gripe espanhola no Brasil. “Apesar de a pandemia ainda ser uma realidade longe de ter fim, eles não atendem casos relacionados à Covid-19. No novo endereço profissional, a equipe médica de ‘Sob Pressão’ se junta a outros profissionais de tamanha importância, como a recém-formada enfermeira Lívia (Bárbara Reis), para se dedicar a outros casos de urgência”, lê a prévia.

“É uma temporada em que vemos a medicina voltando um pouco ao seu dia a dia, ainda com a pandemia como pano de fundo, mas com foco nas demais doenças e destacando também novos códigos sociais que acreditamos que entrarão na prática de todos”, explica o diretor artístico Andrucha Waddington.

Em paralelo ao trabalho médico, as vidas pessoais dos protagonistas Carolina e Evandro serão abaladas pela chegada de um bebê, Francisco, ao hospital. É um convite da trama a reflexões sobre o conceito de família, explica o autor Lucas ParaizoNesta temporada, a gente orbita na ideia do que é família. E a chegada dessa criança é uma forma da gente fazer essas perguntas ao público: o que significa ser pai e ser mãe? Pai e mãe são aqueles que geram ou que criam? Pai e mãe são os pais biológicos ou aqueles que dão amor e carinho? Esse questionamento virá à tona o tempo todo”, diz. “A quarta temporada é sobre o triunfo do amor”, conclui Paraizo.

Sob Pressão é uma coprodução da Globo e Conspiração, escrita por Lucas  Paraizo com colaboração de Márcio AlemãoAndré SirangeloPedro Riguetti e Flavio Araujo. A direção artística é de Andrucha, que assina também a direção geral ao lado de Mini Kerti, Rebeca Diniz, Julio Andrade e Pedro Waddington. Com produção de Isabela Bellenzani (TV Globo) e Mariana Vianna (Conspiração), e direção de gênero de José Luiz Villamarim, a série tem estreia prevista para 12 de agosto na TV aberta e no Globoplay. A plataforma de streaming também abriga as outras três temporadas da produção.