Novo comercial de ‘Suits’ dá pistas do novo direcionamento da série

As saídas de Patrick J. Adams e Meghan Markle abalaram a popular produção

1528810574054.jpg
Comercial da nova temporada de ‘Suits’ dá pistas para onde a série vai após a saída de Patrick J. Adams e Meghan Markle Foto: Universal/Divulgação

O final da sétima temporada de Suits trouxe muitas mudanças para os fãs da série sobre o mundo jurídico de Nova York. A saída de Jessica Pearson (Gina Torres), Mike Ross (Patrick J. Adams) e Rachel Zane (Meghan Markle) abalou as estruturas do escritório Specter Litt. Um comercial da nova temporada da produção, que estreia em julho nos Estados Unidos, trouxe novas informações sobre como a vida dos personagens remanescentes vai seguir daqui para frente.

A temporada vai começar logo após as saídas de Mike e Rachel, que foram para Seattle comandar um novo escritório. Harvey Specter (Gabriel Macht) e Louis Litt (Rick Hoffman) estão atrás de um novo sócio para a firma e o comercial mostra que Robert Zane (Wendell Pierce), pai de Rachel, vai entrar para a empreitada.

A nova temporada de Suits estreia nos Estados Unidos no próximo dia 18 de julho e vai contar com a chegada da atriz Katherine Heigl como Samantha Wheeler, uma nova advogada no escritório Specter Litt. Dulé Hill e Amanda Schull também terão sua participação aumentada na série após o sucesso dos seus personagens na última temporada.

Veja abaixo o comercial.

Anúncios

Andrew Lincoln vai ganhar mais de R$ 73 mi para estrelar sua última temporada de “The Walking Dead”

AMC Presents Live, 90-Minute Special Edition Of "Talking Dead" - Arrivals
Andrew Lincoln | The Walking Dead

Anunciada no fim de maio, a comentada e inesperada saída de Andrew Lincoln do elenco de “The Walking Dead” entristeceu muitos fãs da série, uma das mais cultuadas desde a estreia em 2010. Mas quem não deve estar nem um pouco chateado é o próprio intérprete de Rick Grimes, que se tornará um dos atores mais bem pagos da televisão dos Estados Unidos a partir do início das gravações da nona temporada da atração, a última dele na pele do personagem, previsto para o segundo semestre.

Pelo menos desde meados do ano passado Lincoln negocia com executivos do canal AMC, que produz e exibe “TWD” no país, um salário compatível com sua função de protagonista, e há algumas semanas ele aceitou receber a bagatela de US$ 20 milhões (R$ 73,9 milhões) para dizer adeus a Grimes. Como cada temporada tem dezesseis episódios, isso significa que o ator vai levar pra casa US$ 1,25 milhão (R$ 4,6 milhões) por cada um em sua despedida.

Só para efeito de comparação, os astros de “The Big Bang Theory” – atualmente os mais bem pagos da TV americana – embolsam no máximo US$ 1 milhão (R$ 3,7 milhões) por episódio cada para estrelar a sitcom, que tem 24 episódios anuais. O aumento generoso, no entanto, não se aplica aos colegas de Lincoln em “TWD”, que vão continuar ganhando entre US$ 100 mil (R$ 369,5 mil) e US$ 500 mil (R$ 1,85 milhão) por episódio para continuar lutando com os mortos-vivos mais famosos da telinha sabe-se lá até quando. [Anderson Antunes]

Robin Wright assume a presidência nas primeiras imagens da última temporada de ‘House of Cards’

Com a saída de Kevin Spacey, demitido após denúncias de assédio sexual, a atriz se torna a protagonista única da série na sexta temporada

208578433154-house-of-cards-ultima-temporada
Robin Wright é a nova presidente dos EUA na sexta temporada de ‘House Of Cards’. Foto: Netflix

A Netflix divulgou nesta segnda-feira, 11, as primeiras imagens da sexta e última temporada de House of Cards. Nelas, a personagem Claire Underwood, vivida por Robin Wright, aparece assumindo a presidência dos Estados Unidos da América.

Robin Wright já era a protagonista da série ao lado do ator Kevin Spacey, que já gravava a sexta temporada da série quando surgiram denúncias de assédio sexual contra ele. Com a decisão da Netflix de demitir o ator, ficou decidido que a sexta temporada seria a última da série, liderada apenas por Wright.

Michael Kelly, Jayne Atkinson, Patricia Clarkson, Constance Zimmer, Derek Cecil, Campbell Scott e Boris McGiver também retornam para a temporada final de House of Cards. Diane Lane e Greg Kinnear se juntam ao elenco.

Os últimos episódios de House of Cards vão estrear apenas no final de 2018, ainda sem data confirmada.

tn-500_hoc_601_unit_00346r.jpg
Robin Wright em imagem dos bastidores da sexta temporada de ‘House Of Cards’.  Foto: Netflix

Manto e Adaga | Nova série de TV da Marvel tem potencial para criar algo único

Trama aposta no drama adolescente para discutir trauma e arrependimento

manto-adaga-e1521562817738Enquanto a Marvel preza pela coesão de universo único nos cinemas, na televisão o que ganha força é a diversidade de estilos e abordagens. Os seriados vão desde a violência sombria dos programas da Netflix até a estranheza artística de Legion . Agora, a empresa se uniu com a Freeform para conquistar o público jovem-adulto com Manto e Adaga.

Ainda que as adaptações direcionadas para os adolescentes sejam mal vistas, a dupla de personagens é a escolha perfeita: originalmente introduzidos na década de 1980 nas HQs do Homem-Aranha , os personagens conquistaram seguidores fiéis – ainda que não lá tão expressivos – por frequentemente terem motivações e inimigos realistas, como a violência e o tráfico de drogas. Na era onde os jovens estão cada vez mais engajados social e politicamente, faz todo o sentido a Marvel não perder essa oportunidade.

O seriado acompanha Tyrone Johnson (Aubrey Joseph) e Tandy Bowen (Olivia Holt), dois jovens opostos unidos por um acidente que tira o irmão do garoto e o pai da menina na mesma noite. De diferentes classes sociais – ele rico e com um futuro promissor; ela pobre e envolvida com crime -, os dois são unidos por uma espécie de conexão mística. Os dois primeiros episódios, que foram ao ar em sequência, não chegam a completar a união dos protagonistas como é esperado, mas sim toma tempo para desenvolver os conflitos pessoais de cada um – e é aí que Manto e Adaga mostra seu potencial.

Tanto Tyrone quanto Tandy são fortemente moldados por trauma e arrependimento. Os dois sofrem diariamente com luto, mas ainda são condicionados às altas expectativas da família e sociedade. Isso cria angústia que se manifesta em forma de agressividade e rebeldia. Para completar, o seriado também desenvolve em plano de fundo temas como violência policial, vingança e saúde mental. Assim, o resultado é algo de incrível relevância para a atual geração de jovens, abordado de forma correta e sob uma camada de misticismo e, é claro, com todos os benefícios de ser parte do universo de heróis da Marvel.

Isso, é claro, não significa que o programa não tenha algumas questões preocupantes: enquanto os atores principais apresentam boa química, as interações com o restante do elenco não são lá muito convincentes, frequentemente beirando o robótico – algo que, infelizmente, é sustentado por diálogos artificiais.

Há futuro, público e espaço para Manto e Adaga. O seriado parece tocar em temas tão relevantes quanto os das HQs com sensibilidade e respeito, abrindo espaço para discussões pontuais enquanto aproveita o charme de ser, simultaneamente, um romance e um conto de super-heróis. Resta ver como as tramas individuais serão conduzidas com a reunião dos protagonistas, e se a escrita evoluirá junto com o enredo. Caso aconteça, o programa tem potencial para ser algo único dentro do universo televisivo da Marvel.

Manto e Adaga é transmitida nos Estados Unidos pela emissora Freeform. No Brasil, o canal pago Sony se encarregará da exibição em data ainda não definida. [Arthur Eloi]

Se você ama moda, precisa acompanhar a série ‘Killing Eve’

O suspense angariou fãs por causa do figurino irreverente da vilã e personagem principal da produção.
Por Julia Mello

7a161acd-c3b2-4738-8ed1-2a5051f4785d-killing-eve-2-7
Com o vestido de tule de Molly Goddard.  (BBC America/Divulgação)

Sex and the City. Gossip Girl. Pretty Little Liars. A lista de séries para amantes de moda, mesmo que elas não falem exatamente do assunto, não deixa de crescer. E recentemente essa lista ganhou um adicional diferente: o suspense Killing Eve, lançado pela BBC America. Ele é baseado nos livros Villanelle, escritos por Luke Jennings, e adaptado por Phoebe Waller-Bridge para a TV. Nele, Sandra Oh (Eve Polastri), uma operadora do serviço de segurança americana é recrutada para caçar a assassina — e protagonista — Villanelle (Jodie Comer).

02-w710-h473.jpg
A protagonista usa um vestido azul da Burberry “emprestado” do armário da dona de uma villa italiana (BBC America/Divulgação)

A vilã é quem dá o tom de excentricidade para quem espera encontrar uma moda usual nas telas. É claro que marcas clássicas como Marc Jacobs e Burberry estão presentes, mas o styling e labels como Molly Goddard e Balenciaga dão o toque ultimamente fashionista (porém não afetado) da produção.

03-nocrop-w710-h2147483647.jpg
Casaco da Burberry, blusa da Lanvin e botas da Balenciaga. Tudo para ir às compras depois de um assassinato de sucesso. Tenso! (BBC America/Divulgação)

Nada de mulher gata: aqui o perigo veste peças largas de tule da atual designer cult do Reino Unido — e para ir à uma sessão com o psiquiatra! Tudo isso acontece com o comando de Phoebe De Gaye, responsável pelo figurino de grandes produções cinematográficas (como “The White Princess”), mas que agora brilha com sua assinatura pessoal na produção, mesclando itens de luxo de forma diferente na televisão.

Ela contou ao The Credits que as roupas são como prêmios para Villanelle — e que foi difícil compor seu armário por causa do orçamento apertado da produção. Para isso, ela aproveitou as promoções de verão das labels para construir a personagem. “De qualquer forma, gastamos muito em Villanelle”, contou.

12-nocrop-w710-h2147483647.jpg
Você conhece outra protagonista que veste terno Dries Van Noten para passear pelas ruas de Berlim? (BBC America/Divulgação)

Adivinhe sua peça preferida da temporada. O vestido rosa de Molly, é claro. “Estou muito orgulhosa dessa peça rosa. Parece resumir algo sobre Villanelle, como se fosse ela mostrando os dois dedos do meio para o mundo. O que falava no script é que ela usa um vestido bufante. Eu acho que Phoebe Waller-Bridge tinha algo mais clássico em mente. Mas ele tinha o toque subversivo perfeito”, contou a designer. Se você ama moda, precisa entrar para a sua lista já. E aguardamos um full look da Gucci para a segunda temporada!

‘Sex & The City’ completa 20 anos; saiba algumas curiosidades dos bastidores

Dia 6 de junho de 1998 estreava uma das mais famosas séries do mundo
Anna Rombino – O Estado De S.Paulo

118f33b81191eb6c9c271b53490ffc0f--have-fun-make-a-wish
‘Sex & The City’ é uma das séries de TV mais famosas do mundo Foto: Sex & The City/ PlayArte

Quem nunca se pegou entretida com a vida de Carrie Bradshaw e suas amigas que atire a primeira pedra. A série Sex & The City, que conta os dramas, romances, conflitos e alegrias de quatro amigas, Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Samantha Jones (Kim Cattrall), Charlotte York (Kristin Davis) e Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), marcou época e influenciou toda uma geração.

Ao todo, o programa ficou quase seis anos no ar, de 6 de junho de 1998 a 22 de fevereiro de 2004, além de dois filmes homônimos, um lançado em 2008 e outro em 2010, mas até hoje ele é lembrado pelo figurino deslumbrante  – afinal, Carrie foi uma das primeiras fashionistas atuais -, pelos conflitos amorosos e pelos cenários encantadores, já que a cidade de Nova York era quase a quinta personagem da trama.

Veja a seguir algumas curiosidades dos bastidores da série:

Figurino
Ao longo da trama, nenhum personagem repetiu nenhuma peça de roupa. Só teve uma exceção: no último episódio da série, Carrie usa o mesmo casaco de pele que ela já havia aparecido na primeira temporada.

Vestido de noiva 
No primeiro filme, Carrie Bradshaw é deixada no altar por seu noivo, Big (Chris Noth), em uma das cenas mais tristes de toda a saga. Para o grande dia, o seu vestido de noiva foi criado pela estilista Vivienne Westwood, que customizou para a série um modelo de sua coleção de inverno 2008. E a peça era quase uma obra de arte.

Ele era sem manga e feito de duas cores: a parte de cima de cetim de seda dourado e a de baixo de taffeta Radzmir branco. Sem dúvidas foi um dos mais icônicos vestidos de noiva da história da dramaturgia.

eec38be5a537cccc3278548acef1b940.jpg
Vestido de noiva foi criado pela estilista Vivienne Westwood para personagem Carrie Bradshaw

Tiffany & Co. 
Na terceira temporada,  Trey MacDougal (Kyle MacLachlan) pede Charlotte em casamento em frente a uma loja da Tiffany & Co. – e ela responde “tudo bem”. Mas, por motivos de segurança, a empresa não permitiu que as cenas fossem gravadas no local, e a equipe teve que montar uma vitrine falsa, que foi aprovada por uma pessoa da Tiffany.

Tutu 
Um look que marcou época foi o da abertura da série, na qual Carrie aparece com uma regata rosa e um tutu de ballet andando pelas ruas de Nova York. A peça é uma das únicas usadas pela protagonista que não é de grife, e na verdade, foi comprada pela produtora da série por 5 dólares.

Abertura secreta
Por falar em abertura, existe uma gravação alternativa. No vídeo, divulgado por Marc Jacobs, a protagonista aparece com um vestido azul de comprimento mídi com modelagem em A. O modelo faz parte da coleção de primavera de 1998 do estilista americano e foi desfilado por Kate Moss na época.

Saltos 
A obsessão de Carrie por sapatos de salto era um tema recorrente na trama, porém Sarah Jessica Parker sofria com este hábito. “Por mais de 10 anos, eu corria de salto. Trabalhava 18 horas por dia e nunca os tirava”, conta a atriz em entrevista ao site Net-A-Porter, o que resultou em danos permanentes. “Eu fui no médico e ele disse ‘seus pés fazem coisas que não deveriam. Você tem um osso que está fora do lugar’. É triste, porque meus pés me levaram a lugares no mundo todo, e agora eles estão tipo ‘nós estamos muito cansados, você pode parar?'”

Vestido Versace 
Existem alguns itens do figurino de Carrie que são inesquecíveis, como o vestido com estampa de jornal criado por John Galliano ou sua icônica coleção de sapatos Manolo Blahnik. Entre eles está o suntuoso longo Versace, com saia feita de camadas de tule e chiffon. “Não tinha razão nenhuma para usarmos este vestido”, relembra Parker em entrevista à People. O vestido era tão grande e pesado que ela precisou da ajuda de 6 pessoas para conseguir entrar no set de filmagem.

a3273afe7fe269056343cf3d3d5318c1.jpg
In Paris wearing delicious Versace

Presente 
No contrato das atrizes para o filme, tinha uma cláusula que permita que elas ficassem com o figurino após as filmagens. Porém grande parte das peças usadas na verdade foram emprestadas pelas marcas, que tiveram que ser devolvidas. Quem se deu melhor nesta história foi Cynthia Nixon, já que Miranda não era exatamente uma fashionista, então suas roupas foram compradas, então ela conseguiu ficar com as peças.

Em comemoração aos 20 anos de ‘Sex and The City’, Cynthia Nixon lança campanha temática

‘Eu sou uma Miranda e vou votar na Cynthia’, diz frase impressa em diversos produtos, referindo-se a sua personagem na série

1528325163913.jpg
Cynthia Nixon é candidata a governadora de Nova York. Foto: REUTERS/Brendan McDermid

Nesta quarta-feira, 6, faz 20 anos que a série Sex and The City, da HBO, estreou. A trama revelou atrizes como Sarah Jessica Parker, Kim Catrall, Kristin David e Cynthia Nixon, e esta última decidiu se aventurar na política neste ano.

Cynthia está concorrendo para governadora do Estado de Nova York, e aproveitou o aniversário da série para lançar uma campanha temática. Trata-se de uma série de produtos, como camisetas e sacolas, que usam a frase: “Eu sou uma Miranda e vou votar na Cynthia”.

“Você é uma Miranda que vai votar em Cynthia? Em homenagem ao #SAT20, aqui está uma linha de produtos criadas pela equipe do perfil de Instagram “Todos os looks de Sex and the City”… porque, bem, nós todas deveríamos ser Mirandas e votar na Cynthia”, tuitou o perfil oficial da atriz/candidata.

Cynthia declarou sua candidatura em março, e ela tem como principais bandeiras a melhora da saúde, educação e a legalização da maconha. “Eu estou concorrendo porque eu sou uma novaiorquina há muito tempo e amo este Estado, e eu sei como poderia deixá-lo melhor. Eu não acho que há nada errado com artistas na política. Claro que te dá uma plataforma, mas o que importa é o que você faz com essa plataforma”, disse ela ao The Late Late Show na época.

Em artigo publicado no Refinery29, Cynthia explicou o que ela considera ser ‘uma Miranda’ em 2018: “Significa definir a si mesma e sua vida em seus próprios termos, se comprometendo com o que é certo, e apoiando suas irmãs. para mim, significa levar minha paixão por justiça a todos os espaços – reforma da educação e da justiça criminal entre elas – e trabalhar para fazer minha case, o Estado de Nova York, um lugar melhor para todos”.