The Good Place revela despedidas em vídeo de bastidores da 4ª temporada

Série de Michael Schur chegará ao fim no quarto ano
JULIA SABBAGA

The Good Place ganhou um novo vídeo de bastidores, no qual a equipe e o elenco se despedem da produção, que está prestes a estrear a sua última temporada. O clipe traz algumas cenas da 4ª temporada, mostrando Eleanor (Kristen Bell) se passando pela Arquiteta, e indica despedidas entre os personagens: “Dentro da história, entre os personagens, há despedidas, que acabam refletindo as nossas”, explica Ted Danson.

A trama acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), uma mulher que, após morrer em um acidente bizarro, acredita ter sido mandada ao paraíso por engano e teme ser descoberta. Contudo, logo descobre que as coisas são mais sinistras do que ela esperava. A quarta e última temporada da série estreia na Netflix em 27 de setembro.

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Uzumaki | Clássico do horror japonês terá série animada em 2020; veja o teaser

Mangá de Junji Ito ganhará minissérie no Adult Swim, com trilha pelo compositor de Hereditário
ARTHUR ELOI

Uzumaki, mangá clássico do mestre do terror Junji Ito, ganhará uma série animada no Adult Swim. Assista ao primeiro teaser acima.

Originalmente publicada no Japão entre 1998 e 1999, Uzumaki acompanha uma cidade sendo tomada por insanidade e violência após uma invasão de forças sobrenaturais em forma de espiral. Desde então o mangá, escrito e ilustrado por Ito, se tornou um clássico cult do horror japonês, tendo sido adaptado para jogos e filmes live-action em seu país de origem. No Brasil, Uzumaki foi publicada pela Devir em 2018.

Já a nova animação será uma minissérie de quatro episódios, com direção por Hiroshi Nagahama (As Flores do Mal), e terá trilha sonora de Colin Stetson, compositor de Hereditário. A série de Uzumaki será exibida no Toonami, bloco do Adult Swim nos EUA, em algum ponto de 2020.

Batwoman | Kate Kane se encontra como heroína em teaser inédito

Estreia está marcada para outubro
MARIANA CANHISARES

CW revelou um teaser inédito de Batwoman, série protagonizada por Ruby Rose. A prévia explica brevemente como a personagem Kate Kane assumiu o título da heroína.

Confira uma breve sinopse da nova série: “Armada com uma paixão pela justiça social e talento para falar o que pensa, Kate Kane (Rose) voa pelas ruas de Gotham como Batwoman, uma lutadora abertamente lésbica e altamente treinada para acabar com qualquer ressurgimento da criminalidade na cidade. Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, Kate precisa superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.”

A estreia da série está marcada para 6 de outubro.

Série da HBO, ‘Years and Years’ antecipa o futuro – ou quase

Ambientada entre 2019 e 2034, ‘Years and Years’ traz novidades tecnológicas e ficção próxima da realidade – é o que dizem os especialistas
Por Ana Carolina Sacoman – O Estado de S. Paulo

Os Lyons assistem às transformações – nem sempre boas – do mundo entre 2019 e 2034 na primeira temporada

Nossas crianças usarão hologramas de emojis no rosto, os adolescentes tentarão se transformar em máquinas e adultos vão recorrer a robôs na hora do sexo. Antes de morrer, faremos download dos nossos cérebros e ficaremos na nuvem. Depois de mortos, teremos nossos corpos dissolvidos em água.

O ciclo da vida no futuro próximo mostrado na série Years and Years, exibida pela HBO, é excitante e aterrorizante. Entre 2019 e 2034, a família Lyons – quatro irmãos, avó e agregados –, moradora de Manchester, na Inglaterra, vê robôs roubarem seus empregos, comidas produzidas por bactérias e doenças serem diagnosticadas a distância, com um prosaico escaneamento da íris.

Ao mesmo tempo, mãos viram celulares após o implante de nanochips de conexão nos dedos e corpos se transformam em máquinas de altíssima performance, com direito a conexão à internet e acesso a dados sigilosos quase que pela força do pensamento.

Tudo ficção? Mais ou menos. A reportagem do Estado conversou com especialistas em diversas áreas para entender o que já existe, o que vem por aí e o que é pura invenção saída da mente de Russell T. Davies, o criador da série. Enfim, o que podemos esperar do futuro? A resposta surpreende. “Nada é impossível. Se alguém da raça humana pensou algo, alguém da raça humana pode executar”, diz Walter Carnielli, professor do Centro de Lógica da Unicamp.

Junto à alta tecnologia, o mundo de Years and Years enfrenta catástrofes ambientais – faltam bananas e as borboletas estão extintas –, acompanha atônito uma guerra nuclear entre China e EUA e segue uma crise de imigrantes. 

Ainda há a ascensão de governos populistas ao redor do planeta, que defendem o fechamento de bairros com altos índices de criminalidade, discriminam minorias e querem que o direito ao voto seja concedido somente aos cidadãos “inteligentes”.

A primeira temporada completa está disponível no serviço de streaming HBO Go. Uma continuação não está descartada. Abaixo, confira as principais “apostas” de Years and Years para o futuro e quão perto estamos delas. 

Alô. Ultratecnológica, Bethany implanta celular na mão
Alô. Ultratecnológica, Bethany implanta celular na mão

Transumanismo propõe fusão entre homem e máquina

A personagem Bethany convoca os pais para uma conversa séria: quer virar trans. Eles ensaiam um discurso de aceitação aos transgêneros, e a menina de 15 anos se impacienta. Não é nada disso, ela quer ser transumana, virar máquina, viver na “eternidade digital”. Mais tarde, a mesma garota implanta um celular nos dedos. Basta um estalo e ela pode atender uma ligação. “Isso não é impossível em um futuro próximo”, afirma Walter Carnielli, professor do Centro de Lógica da Unicamp. “Temos energia elétrica no corpo. Por que não usar essa energia com nanochips ligados ao batimento cardíaco, ao cérebro ou aos dedos?”, diz. Esse caminho já começou a ser desbravado por cientistas das universidades Harvard e Surrey. Eles fabricaram nanossondas para medir a corrente elétrica que corre dentro dos neurônios. Isso, de acordo com artigo dos pesquisadores publicado em julho na revista Nature, pode ser um grande passo para a provável “interseção entre humanos e máquinas”.

A Waymo é uma empresa de carros autônomos pertencente a Alphabet, dona do Google 
A Waymo é uma empresa de carros autônomos pertencente a Alphabet, dona do Google 

Nas ruas, carros autônomos são caminho sem volta

Com gigantes da tecnologia como Google, Tesla e Uber de olho neles, os carros autônomos são quase uma realidade. Mas, desde que um deles atropelou e matou um pedestre durante testes nos EUA, ainda há muita discussão sobre a tecnologia pela frente. “Há questões legais que precisam ser resolvidas”, afirma Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP. Para ele, poderemos ver os primeiros carros autônomos nas ruas em dez anos, mas tudo vai depender das leis – no Brasil não é possível nem fazer testes nas ruas – e da aceitação dos usuários. “Se já foi complicado com os aplicativos de mobilidade, imagina a aceitação dos carros autônomos”, diz. O professor faz ainda um alerta: os veículos não devem rodar sozinhos, precisam de um motorista capaz de tomar decisões ao volante. “Como acontece com um avião, que sempre tem um piloto por perto.”

Mark Post apresenta hambúrguer de laboratório
Mark Post apresenta hambúrguer de laboratório

À mesa, comida com bactérias

“Essa é a comida do futuro, feita de água eletrificada, que produz hidrogênio, que alimenta bactérias, que produzem a comida.” A complicada equação dá vida, na série Years and Years, a um risoto de cara bem pouco amistosa, que comeremos por volta de 2030. Será? Para a professora Priscilla Efraim, da Unicamp, é difícil saber com certeza. Mas não se trata da ideia mais maluca do mundo. “Hoje já temos alimentos produzidos biotecnologicamente, envolvendo micro-organismos”, afirma. A especialista, no entanto, acredita que o futuro “pé no chão” está nas pesquisas relativas a novas fontes proteicas produzidas de vegetais, como os hambúrgueres que começam a ganhar as geladeiras dos supermercados. “A carne cultivada em laboratório também vem ganhando espaço”, diz ela, que vê ainda a popularização da produção em “fazendas urbanas”, altamente tecnológicas e que dispensam o uso de agrotóxicos.

Projeto da sede da Recompose, que receberá famílias 
Projeto da sede da Recompose, que receberá famílias 

Cremação líquida: corpos dissolvidos em água

Está certo que é uma realidade muito pouco conhecida, mas já há empresas nos Estados Unidos oferecendo a hidrólise alcalina de corpos, o nome oficial da cremação líquida. Caso da Bradshaw Celebration of Life Centers, funerária com várias filiais no Estado de Minnesota. O processo é oferecido no site da empresa como uma alternativa ecológica à cremação tradicional, com preços que começam em US$ 2,4 mil (cerca de R$ 10 mil). A coisa toda usa água e hidróxido de potássio para reduzir o corpo a apenas ossos, que são transformados em pó e entregues aos familiares. Estima-se que pelo menos mais uma dúzia de empresas no mundo oferecem a alternativa. A compostagem dos mortos – autorizada no Estado de Washington, também nos EUA e já praticada por startus como a Recompose – e a criomação, que é o congelamento dos corpos em nitrogênio líquido, são outras propostas que poderão ser usadas para os mortos do futuro. Quem viver, verá. 

Identificação por meio do sopro

Por volta de 2030, falsificadores de passaporte e outros documentos terão algumas dificuldades adicionais. Eles terão de driblar a tecnologia de identificação pessoal, que poderá ser feita por meio do… sopro! Apesar de totalmente plausível, a novidade não deve, no entanto, ganhar o espaço de tecnologias avançadas que temos hoje em dia, como a identificação facial. “O sopro de uma pessoa tem, sim, componentes químicos que podem ser usados para identificação”, afirma Antonio Mugica, CEO da Smartmatic, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para processos eleitorais, como a votação por biometria. No entanto, segundo ele, como a identificação facial está muito avançada e tem probabilidade de acerto na casa dos 99%, dificilmente deve ser substituída. Por enquanto. “Difícil imaginar que seria mais conveniente. Mas a identificação pelo sopro pode ser usada para diagnosticar doenças, por exemplo”, diz.

Usuário pode escolher ‘look’ de robô da Abyss 
Usuário pode escolher ‘look’ de robô da Abyss 

Sexo e amor com robôs

Tratado em filmes e livros, o sexo com robôs é visto quase como uma inevitabilidade do futuro, ao lado da degradação do meio ambiente e do aumento dos impostos. Já há empresas, como a Abyss Creations e a Realbotix, dedicadas a fabricar bonecas eróticas (“sex dolls”). E, claro, interessados em comprá-las – os chamados digissexuais, considerados uma nova categoria de orientação sexual. Para o professor Walter Carnielli, do Centro de Lógica da Unicamp, a popularização desse tipo de relacionamento não é implausível. “É uma coisa mental, nada impossível de acontecer, como naquele filme Ela (no qual o personagem de Joaquin Phoenix se apaixona pela voz do sistema operacional de seu computador)”, diz. Mesmo no futuro de Years and Years, porém, esse tipo de relacionamento ainda é visto com estranheza e motivo para uma paquera não seguir adiante. Conclusão: pode ser que demore, mas deve acontecer.

Sistema de saúde ficarão mais avançados
Sistema de saúde ficarão mais avançados

Previsões de saúde poderão ser instantâneas

Hipocondríacos de todo o mundo, tremei. Pode ser que no futuro o diagnóstico de doenças seja feito pela internet, após o escaneamento da íris do paciente. Para Antonio Mugica, da Smartmatic, não há dúvidas de que isso acontecerá. “Atualmente, a tecnologia para a verificação eficaz e confiável da íris em dispositivos inteligentes está em sua ‘infância’, mas esperamos desenvolvimentos rápidos nessa área em um futuro próximo”, diz. Será possível ainda que um simples exame de sangue traga estampado a nossa expectativa de vida. Essa possibilidade, no entanto, é um pouco mais difícil. “Conseguimos boa performance para predizer o risco de óbito de idosos, mas precisamos de outras informações sobre a vida dele, não só o sangue”, afirma Alexandre Chiavegatto Filho, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, que completa: “A questão também é saber qual a qualidade dessa previsão e se a margem de erro é aceitável. Uma margem de erro de 20 anos certamente não é.”

Fernanda Young morre aos 49 anos

Amigo de Fernanda afirma que artista teve uma crise de asma seguida de uma parada cardíaca; sepultamento será às 16h15 em cemitério da Zona Sul de São Paulo

O sepultamento da atriz e roteirista será às 16h deste domingo, 25; causas da morte ainda não foram divulgadas Foto: Denise Andrade/ESTADÃO

A escritora, atriz e roteirista Fernanda Young morreu na madrugada deste domingo, 25, aos 49 anos. O estilista Rodrigo Rosner, um amigo próximo, afirmou que Fernanda teve uma crise de asma, seguida por uma parada cardíaca. De acordo com ele, não houve demora no atendimento. O velório da artista será às 13h na sala A do Cemitério de Congonhas, zona Sul de São Paulo. O sepultamento está marcado para as 16h15, no mesmo local.

Fernanda estava na companhia de uma amiga no sítio da família em Gonçalves (MG) quando passou mal. “Ela teve uma crise de asma seguida de uma parada cardíaca e faleceu”, explicou. Rosner lamentou a morte. “Ela era incrível, isso é o mais importante.” Segundo uma nota da Globo, ela morreu em decorrência de complicações respiratórias depois de uma crise de asma.

Fernanda foi roteirista de séries como Os Normais, Minha Nada Mole Vida e Como Aproveitar o Fim do Fundo. Em entrevista ao Estado, a artista falou sobre a série Shippados, que estreou na TV Globo em 18 de junho. O roteiro foi escrito por ela em parceria com Alexandre Machado. “Queremos mostrar o que se passa nesses novos tempos e não simplesmente fazer piadas sobre relacionamento”, afirmou à época das gravações.

 “Quando a paixão surge, agora? Quando dá um match? Não sei. O fato é que essa é uma mudança irreversível, então os seres humanos vão se adaptar a ela, como já se adaptaram a diversas outras. Algo se perde? Provavelmente. Algo se ganha? Talvez, ainda é cedo para dizer. Pode ser que os relacionamentos pós-redes sejam mais sinceros, pois não há mais como se ter segredos, acabou a privacidade. No fim das contas, o amor prevalece e sobrevive, apesar todas as mudanças que o mundo sofreu. As pessoas querem o amor, não importa de qual maneira ele venha”, disse Fernanda ao Estado em fevereiro.

Nascida em Niterói, no Rio de Janeiro, em 1º de maio de 1970, Fernanda estreou como roteirista na Globo em 1995, com a série A Comédia da Vida Privada, baseada em textos de Luis Fernando Verissimo, que assinou com o marido Alexandre Machado, seu parceiro em todos os trabalhos na TV. No ano seguinte, ela publicaria seu primeiro romance, Vergonha dos Pés, o início de uma carreira de sucesso na literatura que teria ainda mais 13 títulos.

Em 2001, veio um dos maiores sucessos da comédia da televisão brasileira: Os Normais, série estrelada por Fernanda Torres e Luis Fernando Guimarães, que ficou no ar até 2003 e ganhou dois longa-metragens. 

Young foi indicada duas vezes ao prêmio de Melhor Comédia do Emmy Internacional, por Separação?! e Como Aproveitar o Fim do Mundo

Young entraria em cartaz no próximo dia 12 com a peça Ainda Nada de Novo, contracenando com Fernanda Nobre no Centro Cultural São Paulo. O enredo conta a história de um casal lésbico prestes a filmar um filme — as personagens são uma diretora e sua atriz principal. 

Ela deixa deixa o marido Alexandre Machado e quatro filhos: as gêmeas Cecília Maddona e Estela May, de 19 anos, Catarina Lakshimi, de 10 anos, e John Gopala, também de 10 anos. 

Repercussão da morte de Fernanda Young

No perfil oficial da artista no Instagram, fãs lamentaram a morte. “Obrigada por vc ter existido em nossas vidas, com seu enriquecedor trabalho!”, afirmou um deles. “Estou sem acreditar!!!!! Tenha Luz, como sempre”, escreveu outro.

Confira onde ver filmes com Elizabeth Taylor

Vencedora de dois Oscar, foi a 1ª a ter contrato milionário

Elizabeth Taylor em “De Repente, No Último Verão”, em 1959. Foto: Reuters

Elizabeth Taylor foi uma das grandes atrizes de Hollywood, figurando entre as dez maiores lendas femininas do cinema, segundo o American Film Institute. Vencedora de dois Oscar, ficou conhecida pelos olhos cor violeta, pelas grandes interpretações e pelo ativismo em campanhas de prevenção ao HIV.

Começou a carreira nos anos 1940, como atriz infantil. Na década seguinte, se firmaria como estrela em Hollywood ao participar de obras que se tornaram clássicas. Entre elas está “Assim Caminha a Humanidade”, um de seus principais filmes, de 1956. Elizabeth interpreta a mulher de um rancheiro rico do Texas, vivido por Rock Hudson. Ela é uma jovem refinada, que tem de se adaptar a um ambiente estranho.

A isso soma-se um jovem ambicioso, interpretado por James Dean, em uma eterna rivalidade com o personagem de Hudson.”Gata em Teto de Zinco Quente” é do mesmo período e deu a Elizabeth a indicação a melhor atriz no Oscar (foram três indicações no total, também por “De Repente, no Último Verão” e por “Árvore da Vida”).

O filme é uma adaptação de peça homônima de Tennessee Williams. A atriz e Paul Newman interpretam um casal que vai a uma reunião familiar no sul-americano. Ele é Brick, um ex-jogador de futebol alcoólatra que rejeita a mulher, Elizabeth. Em meio a isso, há a disputa pela futura herança do pai de Brick, a cobrança pelo casal não ter filhos e o fato de Brick ser homossexual.

O primeiro Oscar de Elizabeth viria por “Disque Butterfield 8”, pela interpretação da prostituta que se apaixona por um homem rico e casado. O número do título corresponde à central telefônica de onde a personagem vive, em Manhattan.

Após o prêmio, ela se tornou a atriz mais bem paga de Hollywood ao assinar um contrato milionário para estrelar a personagem título de “Cleópatra”, filme mais caro da história até então. A produção passou por problemas como troca de diretores, refilmagens, falta de roteiro e rumores sobre a relação entre Elizabeth e Richard Burton, intérprete de Marco Antônio, com quem se casaria logo depois.

A atriz dividiu a tela com Burton em outras ocasiões. Em uma delas, no filme “Quem Tem Medo de Virgínia Wolf”, ganhou seu segundo Oscar de melhor atriz. Eles fazem um casal de intelectuais de meia idade que acolhe um jovem casal, em uma noite regada a álcool e revelações. Depois, Elizabeth e Burton ainda fariam juntos “A Megera Domada”.​

ONDE VER

GATA EM TETO  DE ZINCO QUENTE,  Google Play: R$ 7,90 (aluguel) e R$ 20,90 (compra)iTunes: R$ 7,90 (aluguel)  e R$ 19,90 (compra)americanas.com.br: DVD  por R$ 12,90NOW:”‚ R$ 6,90  Cleópatra,  Google Play: R$ 11,90 (aluguel) e R$ 24,90 (compra)iTunes: R$ 9,90 (aluguel)  e R$ 29,90 (compra)Microsoft Store: R$ 3,90  (aluguel) e R$ 29,90 (compra) americanas: DVD a partir de 19,90NOW:”‚ R$ 6,90  

ASSIM CAMINHA  A HUMANIDADE,  Google Play: R$ 7,90 (aluguel) e R$ 20,90 (compra)iTunes: R$ 4,90 (aluguel)  e R$ 19,90 (compra)NOW:”‚ R$ 6,90  

DISQUE BUTTERFIELD 8,  iTunes: R$ 7,90 (aluguel)  e R$ 19,90 (compra) americanas.com.br: DVD  a partir de R$ 12,90  

DE REPENTE, NO  ÚLTIMO VERÃO,  Google Play: R$ 5,90 (aluguel) e R$ 15,90 (compra) americanas.com.br: DVD  por R$ 45  

QUEM TEM MEDO  DE VIRGÍNIA WOLF,  iTunes: R$ 7,90 (aluguel)  e R$ 19,90 (compra)  

A MEGERA DOMADA,  iTunes: R$ 9,90 (aluguel)  e R$ 24,90 (compra) americanas.com.br: DVD por R$ 11,89

Bloomberg: Apple TV+ poderá ser lançado em novembro por US$10/mês

Investimentos com o serviço saltaram de US$1 bilhão para US$6 bilhões!

As especulações em torno de alguns dos novos serviços da Apple tomaram fermento ontem e cresceram para todos os lados. Como informamos, os testes do Apple Arcade foram liberados para funcionários da companhia, dando brecha para que o desenvolvedor Guilherme Rambo desvendasse algumas informações sobre o serviço de jogos, incluindo o seu preço.

No mesmo dia, a Bloomberg divulgou1 um relatório acerca de outro próspero serviço da companhia: o Apple TV+. Mais do que trailers e novidades, o site apontou para uma provável janela de lançamento da plataforma de streaming de vídeo, além de sugerir o valor da assinatura mensal do serviço. Nesse sentido, é provável que o Apple TV+ seja lançado em novembro e custe US$10 mensais.

A própria Apple ainda não forneceu nenhuma informação que pudesse indicar o valor do serviço; contudo, se o valor sugerido pela Bloomberg for confirmado em breve, é certo que o Apple TV+ custará um pouco mais do que os US$7 cobrados pelo Disney+ (que será lançado no Brasil entre 2020/2021) e bem no meio de vários planos oferecidos pelos rivais do serviço da Maçã, como a Hulu (disponível apenas nos Estados Unidosl) e a Netflix.

Bloomberg observou, ainda, a possibilidade de a Maçã oferecer um período de testes gratuito do serviço, mas não especificou por quanto tempo os usuários poderão desfrutá-lo. Atualmente, o Apple Music oferece um período de avaliação de três meses, enquanto é provável que o Apple Arcade oferecerá apenas um mês gratuito.

Quanto ao lançamento de conteúdos originais já no início da oferta do Apple TV+, é possível que a companhia esteja se preparando para disponibilizar as primeiras temporadas de cinco novas séries. São elas:

  • “The Morning Show”, com Jennifer Aniston e Steve Carell;
  • “Amazing Stories”, de Steven Spielberg;
  • “See”, com Jason Momoa;
  • “Truth Be Told”, com Octavia Spencer;
  • E uma série de documentários chamada “Home”.

Investimentos no Apple TV+ já somam US$6 bilhões!

Naturalmente, um serviço da magnitude do Apple TV+ exige um investimento à altura, ainda mais em se tratando de algo que é criado pela Maçã.

Pensando nisso, o Financial Times divulgou2 ontem que a gigante de Cupertino já desembolsou mais de US$6 bilhões em programas de TV e filmes originais para a sua plataforma — um a cifra 6x maior do que aquela divulgada inicialmente, de US$1 bilhão.

De fato, não é difícil imaginar que a Apple tenha investido esse montante no seu catálogo de produções originais; em julho passado, comentamos que a companhia estaria gastando cerca de US$15 milhões por episódio da série “See” — equivalente ao orçamento de cada episódio da última temporada de “Game of Thrones”, da HBO.

Jason Momoa e Alfre Woodard em evento especial da Apple
Jason Momoa e Alfre Woodard.

Numericamente, a empresa ainda fica atrás de outras gigantes do ramo que estão investindo verdadeiras fortunas em conteúdo. A Netflix, por exemplo, desembolsará cerca de US$15 bilhões este ano, mas há um porém: aparentemente, a Apple está oferecendo condições de pagamento mais “generosas” para garantir a oferta de programas atraentes, ou seja, a companhia está pagando mais pelo processo de produção, em prol da qualidade.

Assim com a Bloomberg, o Financial Times também sugere que o Apple TV+ deverá ser lançado em novembro — antes de o Disney+ ser lançado no dia 12 de novembro nos EUA, no Canadá e nos Países Baixos. Veremos. [MacMagazine]

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