Big Little Lies | 2ª temporada ganha trailer e data de estreia

A segunda temporada de Big Little Lies teve seu primeiro trailer revelado pela HBO

David E. Kelley assina o roteiro, baseado na história de Liane Moriarty, e a produção executiva junto de Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Bruna Papandrea, Jean-Marc Vallée, Nathan Ross, Gregg Fienberg e Andrea Arnold, que também dirigirá todos os sete episódios.

A segunda temporada de Big Little Lies estreia em 9 de junho. Os episódios anteriores estão disponíveis no catálogo da HBO Go.

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Primeiro episódio da 8ª temporada de Game of Thrones acaba vazando em serviço de streaming

O primeiro episódio da última temporada de Game of Thrones acabou sendo liberado antes da hora em um serviço de streaming nos Estados Unidos.

Segundo o The Wrap, o serviço Direct TV Now acabou liberando o episódio cerca de 4 horas antes do horários previsto para seu lançamento nos Estados Unidos.

Representantes da Direct TV ou da HBO ainda não se pronunciaram sobre o caso.

A oitava e última temporada de Game of Thrones vai focar na luta final contra o Rei da Noite e seu exército de mortos-vivos. Os episódios serão disponibilizados no Brasil pela emissora e pelo serviço HBO GO simultaneamente à exibição nos Estados Unidos.

Além da oitava e última temporada, a HBO já está planejando a produção de derivados de Game of Thrones, um deles estrelado por Naomi Watts, ainda sem data de estreia.

A temporada final de Game of Thrones chega na HBO neste domingo, 14 de abril. [Pedro Vieira]

‘Hanna’ é renovada para uma segunda temporada

Amazon renova série de ação “Hanna” para segunda temporada

A Amazon anunciou a renovação de “Hanna” para uma segunda temporada, prevista para estrear em 2020. A série foi lançada na plataforma no último dia 29 de março e é inspirada no filme de mesmo nome de 2011. 

“Hanna” acompanha a jornada de uma jovem com habilidades extraordinárias que foge da perseguição implacável de uma agente da CIA enquanto tenta descobrir a verdade por trás de sua origem. A primeira temporada foi protagonizada por Esmé Creed-Miles, Mireille Enos, e Joel Kinnaman

David Farr, roteirista do filme e dos oito primeiros episódios, também irá escrever a nova temporada. [Gabriela Antunes]

De onde vem a fortuna das Kardashians?

Família Kardashian – Gerry Images/ BBC

A família Kardashian está de volta à TV americana com a 16ª temporada de seu reality show Keeping up with the Kardashians, voltando a colocar sob os holofotes as relações familiares e o marketing de suas inúmeras empreitadas de negócios —que cresceram junto com o programa de TV.

Kylie Jenner, que tinha apenas nove anos de idade quando o reality show começou, hoje é a mais jovem bilionária do mundo, aos 21 anos.

Com uma fortuna estimada em US$ 1 bilhão (mais de R$ 3,8 bi) graças a sua empresa de cosméticos, segundo a revista Forbes, Kylie é de longe a mais rica do onipresente clã Kardashian, liderado pela matriarca Kris Jenner.

O modelo de negócios —que mescla as vidas pessoais e carreiras da família, com um altíssimo alcance online— se mostra bastante lucrativo. As irmãs Kardashian têm, juntas, 537 milhões de seguidores nas redes sociais, que se tornaram plataformas para elas exibirem suas marcas e ganharem milhões de dólares com a exploração da cultura pop.

Alexander McKelvie, professor de empreendedorismo da Universidade de Syracuse (EUA), também acredita que o reality show da família tenha seu roteiro cuidadosamente elaborado.

“Se você assiste ao programa, pensaria que tudo (o que acontece) é muito espontâneo”, explica. “Mas provavelmente tudo (o que acontece) é roteirizado, planejado e curado, para oferecer uma mensagem convincente e clara a respeito de o que os produtores e a família Kardashian querem ver relevado sobre si mesmos.”

COMO AS KARDASHIAN FIZERAM FORTUNA?

Na nova temporada, o reality show foca o “escândalo” envolvendo Khloe Kardashian, seu ex-parceiro Tristan Thompson e um suposto caso romântico ocorrido entre ele e Jordyn Woods, a melhor amiga de Kylie Jenner.

No programa, Khloe lamenta: “É um saco que isso tenha sido tão público. Não sou só um programa de TV. Tipo, isto é a minha vida”.

Quando a disputa amorosa veio à tona, o preço do kit de batom Jordy, parte de uma colaboração empresarial entre Kylie e Jordyn e vendido pela empresa de cosméticos de Kylie, teve seu preço reduzido em 50%, o que foi visto por alguns como uma revanche contra Jordyn.

As unidades do batom rapidamente esgotaram.

Em uma entrevista ao jornal americano The New York Times, Kylie Jenner diz que não sabia que o preço do produto havia sido reduzido, acrescentando que “nunca faria algo assim”. Mas o fato é que o escândalo foi convertido em vendas pela família.

“Basicamente, a vida inteira (da família) é exibida o tempo todo, e acho que isso as torna mais próximos de certos consumidores”, opina Alison Gaither, analista do mercado de beleza da empresa de pesquisas Mintel.

No primeiro episódio da nova temporada, o público também assiste a Khloe durante sessão de fotos publicitárias de sua empresa de jeans, a Kim e Kylie discutindo um projeto conjunto de perfumes e o marido de Kim, o rapper Kanye West, falando sobre seus próprios projetos.Enquanto isso, Kourtney Kardashian lançava seu próprio site de estilo de vida, chamado Poosh —de estilo semelhante ao Goop, da atriz Gwyneth Paltrow, mas com mais corpos à mostra.

Como de costume na família Kardashian, o Poosh foi anunciado pela conta de Instagram de Kourtney, assim como ocorreu com a coleção de jeans de Khloe no ano passado —e assim como a plataforma é central para o sucesso da empresa de cosméticos de Kylie.

“O que eles fazem de melhor é usar seus seguidores nas redes sociais para criar marcas que esses mesmos seguidores querem comprar, especialmente no caso de Kylie Jenner”, prossegue Gaither.

Quando Kylie lançou seus kits de batom, em novembro de 2015, já tinha uma linha direta para fazer publicidade deles a milhões de fãs, por meio de sua conta de Instagram. Com isso, ela reduz custos de marketing e ainda tem acesso à reação imediata sobre o que o público gostou ou não.

“Vinte anos atrás, um empreendedor que quisesse receber o feedback de 20 consumidores talvez tivesse de convidá-los (à empresa), colocar um produto em suas mãos ou fazer uma pesquisa de mercado”, aponta Lewis Sheats, vice-reitor assistente de empreendedorismo da Universidade do Estado da Carolina do Norte.

“Com plataformas de redes sociais, é possível alcançar centenas de milhares de pessoas em segundos e receber um feedback a respeito de um conceito (de produto).”4

AS KARDASHIAN SEMPRE GANHARAM DINHEIRO? 

Alguns dos acordos comerciais feitos pela família em seus primórdios da fama, envolvendo em particular as irmãs mais velhas Kourtney, Kim e Khloe, tiveram seus percalços.

As irmãs eram a face pública da marca de maquiagem Khroma Beauty, por meio de um acordo de licenciamento. Mas, depois do lançamento em 2012, a linha teve de ser rapidamente removida das lojas, sob acusação de ter infringido direitos autorais.

A marca foi rebatizada de Kardashian Beauty, mas os problemas legais continuaram. Faz pouco tempo que a família conseguiu se desvencilhar do imbróglio.

Elas também lançaram o Kardashian Kard, um cartão de crédito pré-pago cujo público-alvo eram adolescentes e pais que queriam controlar seus gastos.

O cartão foi retirado do mercado depois que o ex-procurador-geral do Estado de Connecticut Richard Blumenthal se disse “profundamente incomodado” pelas altas taxas cobradas pelo cartão, “além de seu apelo [comercial] para jovens adultos sem conhecimentos financeiros”.

Até hoje, alguns acordos comerciais são alvo de controvérsia.

Kendall Jenner teve vida curta como rosto da Pepsi: um vídeo publicitário da empresa mostrava a modelo durante um protesto popular entregando uma lata do refrigerante para um policial. A campanha publicitária foi altamente criticada, sob acusação de ter banalizado a situação e tentado cooptar movimentos de direitos civis, como o Black Lives Matter.

O anúncio foi tirado do ar um dia depois de sua divulgação, e a Pepsi pediu desculpas aos consumidores e à própria Jenner, por “tê-la colocado nessa situação [constrangedora]”.

Kim Kardashian West, prestes a ter seu quarto filho, provocou a ira da agência governamental que regula medicamentos nos EUA depois de promover um remédio contra enjoos matinais.

A atriz britânica Jameela Jamil (do seriado “The Good Place”) tem sido uma constante crítica das Kardashians, acusando Kim especificamente de ser “uma influência tóxica e terrível em jovens garotas” depois de esta fazer publicidade de um pirulito que supostamente suprime o apetite, em 2018.

“Essa família me faz sentir desespero por conta da forma como reduzem as mulheres”, criticou Jamil.

O QUE VEM A SEGUIR?

O atual contrato televisivo da família vence no final deste ano, e ainda não se sabe se o reality show vai continuar depois disso.

A audiência do programa minguou na temporada passada, de 1,3 milhão de espectadores no primeiro episódio para 851 mil no último.

Se o programa chegar ao fim, será que a família terá o mesmo nível de sucesso comercial?

“Elas certamente não terão tanta [plataforma para] publicidade grátis”, diz Alexander McKelvie, de Syracuse.

“Mas elas têm sido bem-sucedidas em descobrir outras formas de continuar na mídia, criando falsos conflitos. Sejam eles induzidos ou não, eles levam à publicidade gratuita.”BBC NEWS BRASIL

Allison Mack se declara culpada em caso de seita com escravas sexuais

Atriz de ‘Smallville’ é investigada por chantagear mulheres para participarem de culto e pode pegar até quinze anos de prisão

Allison Mack admitiu ter manipulado mulheres para que se tornassem escravas sexuais em esquema criminoso

Um dos casos mais estranhos de julgamento de celebridades dos últimos anos parece estar, finalmente, chegando a uma conclusão. Allison Mack, atriz conhecida pelo papel de Chloe Sullivan na série Smallville, declarou-se culpada de envolvimento na sociedade secreta DOS, em processo pelo qual responde desde abril de 2018.

A atriz é acusada de participar de um esquema de tráfico sexual e trabalhos forçados comandado por Keith Raniere a partir de uma rede de autoajuda chamada NXIVM (pronuncia-se “nexium”). Considerada o “braço direito” do líder, Mack recrutava mulheres desse grupo para participarem do DOS, um esquema disfarçado de sociedade em prol do poder feminino que, na verdade, tinha como objetivo fornecer escravas sexuais para Raniere e outros membros do grupo. As vítimas, mantidas no culto por meio de chantagens, tinham as iniciais do líder e de Mack marcadas na virilha.

Nesta segunda-feira, 8, Mack, 36 admitiu diante de um juiz ter participado do culto e manipulado mulheres. “Eu acreditava que a intenção de Keith Raniere era ajudar as pessoas e eu estava errada”, declarou a atriz, prometendo se esforçar para se tornar “uma pessoa melhor”. O julgamento de Mack está marcado para setembro e, se condenada, ela pode pegar até quinze anos de prisão.

Crítica I O Mundo Sombrio de Sabrina – 2ª temporada

Série dá destaque aos coadjuvantes e entrega segundo ano sólido
CAMILA SOUSA

Quando os primeiros materiais de divulgação da 2ª temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina foram revelados, uma preocupação tomou conta de muitos fãs. A personagem de Kiernan Shipka aparecia constantemente entre Harvey e Nick, indicando que o novo ano teria mais foco neste triângulo amoroso do que em outros temas. Felizmente, não é o que acontece. Embora o romance seja um traço charmoso do seriado, O Mundo Sombrio de Sabrina abriu sua narrativa ao dar espaço aos coadjuvantes e com isso entrega uma segunda temporada sólida, com muitas possibilidades para o futuro.

Desde o começo o seriado deixa claro que a magia estará mais presente do que no primeiro ano. Se antes os feitiços de Sabrina apareciam pontualmente, aqui ela faz encantamentos para trocar de roupa e ajudar os amigos, como seria esperado de uma bruxa adolescente. Sabrina também se afasta de sua parte humana e investe na educação como bruxa, o que desenvolve o arco do Sumo Sacerdote Blackwood e seus preconceitos.

Ainda na primeira temporada, quando o mundo bruxo de Sabrina foi apresentado, ele parecia de certa forma mais desenvolvido do que a realidade dos mortais. Como é mostrado no episódio de Dia dos Namorados desta temporada, a sexualidade e os desejos não são vistos aqui como algo ruim – aliás, o envolvimento físico entre os jovens é até estimulado, o que faz os tabus sobre sexo no mundo humano parecerem bobos e sem sentido. Só que toda essa pseudo liberdade é carregada de sexismo e machismo, mostrados principalmente na figura de Blackwood. Desde o começo, o Sacerdote deixa claro que não gosta dos questionamentos de Sabrina e vê na garota um potencial perigo, alguém que poderia dar voz aos que não eram ouvidos. Mas nesta temporada o sexismo de Blackwood fica mais claro quando ele implanta um novo conjunto de regras que beneficiam os bruxos e relegam as bruxas para ensinamentos mais “femininos”.

Tudo isso ainda vai além com a narrativa de Zelda Spellman. Devota do Senhor das Trevas, Zelda sempre foi a tia com a personalidade mais forte e irônica. Só que quando se submete a Blackwood, ela dá espaço para uma mulher sem personalidade, vestida sempre de rosa e pronta para agradar ao homem em todos os momentos. O paralelo com um relacionamento abusivo se torna ainda maior quando ela diz que lhe foi tirado o direito de escolha e ela sabia, mas não tinha forças para enfrentá-lo. Zelda ficou presa dentro de si mesma, como muitas pessoas ficam em relacionamentos.

Essa narrativa que faz paralelos entre eventos fantásticos e relações tóxicas funciona muito bem porque tudo se encaixa de forma natural. É por este caminho que segue o desenvolvimento de Mary Wardwell. A vilã que guiou os passos de Sabrina para o mal na primeira temporada ganha novas camadas no segundo ano. A explicação de sua identidade e a revelação de suas origens mostram como Wardwell se tornou devota do Senhor das Trevas, mas foi deixada de lado por ele. Ao relatar um desses momentos, a personagem diz que “ele era bom e carinhoso no começo”, apenas para depois assumir uma postura de dominação que também manteve Wardwell presa em uma situação que ela não queria. Ao perceber todas essas mensagens nas entrelinhas, fica claro que o roteiro de O Mundo Sombrio de Sabrina foi escrito minuciosamente para ser atual sem fugir de sua narrativa principal.

Quem você realmente é

Se todos os pontos citados acimas já tornam a série interessante, a segunda temporada fica ainda melhor com a história de Susie Putnam. A personagem passa por um arco de transformação importante, que é retratado de forma muito delicada. A maneira como Susie fala de seu próprio corpo e do modo como se vê é tocante e potencializada por Lachlan Watson, o ator não-binário que interpreta a personagem. Na língua portuguesa é difícil fugir dos pronomes “ele” ou “ela”, mas a história de Susie e a atuação de Watson vão além disso e mostram que, mais importante do que se definir de uma forma ou de outra, é ser feliz em sua própria pele.

E se Susie passa por um arco de transformação sobre o que a define, o mesmo vale para Sabrina. Dividida entre o mundo mortal e o mundo mágico, a protagonista se sente deslocada em vários momentos da segunda temporada, o que a faz transitar entre esses dois núcleos. Isso também aconteceu na primeira temporada, mas a dualidade aqui aumenta porque Sabrina explora ainda mais suas origens e confronta os planos que o Senhor das Trevas tem para ela.

Tanto Sabrina, quanto Susie, Prudence, Ambrose, Zelda e vários outros personagens tomam decisões difíceis nesta temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina. Todos eles erram ao deixar a raiva ou a esperança ditar suas decisões. Este, acima de tudo, é o tema principal dos novos episódios. Sempre há uma escolha e toda escolha terá consequências, para o bem ou para o mal, mas não há como fugir das escolhas ou ter 100% de certeza delas. O melhor a fazer, sendo bruxa ou humano, é decidir qual caminho tomar e enfrentar as consequências.

Ao amarrar todos esses pontos em uma narrativa coesa com seu próprio universo, O Mundo Sombrio de Sabrina felizmente não se tornou apenas uma série adolescente fantástica com dramas amorosos. O amor está presente, e inclusive é muito importante no gancho deixado para a terceira temporada, mas não define o seriado, nem seus personagens. O amor é apenas mais um ingrediente na incrível mistura que se tornou esta produção da Netflix e agora é esperar que a próxima temporada se mantenha tão interessante e impecável quanto esta. ***** Excelente!

Netflix anuncia o elenco da série original brasileira ‘Ninguém Tá Olhando’

Nomes como Júlia Rabello, Victor Lamoglia, Kéfera Buchmann e rapper Projota estão no elenco da produção dirigida por Daniel Rezende

Elenco de ‘Ninguém Tá Olhando’. Foto: Aline Arruda / Netflix

A Netflix anunciou nesta segunda, 8, o elenco principal de sua nova produção original brasileira, Ninguém Tá Olhando, realizada em colaboração com a produtora Gullane. Com estreia prevista para ainda este ano, a comédia traz Victor Lamoglia no papel de Uli, um Angelus que decide se rebelar contra as ordens de seus superiores e usa seu livre arbítrio para fazer o que quiser para a humanidade.

Ele se une a Greta, uma Angelus vivida por Júlia Rabello, e Chun, interpretado por Danielo de Moura, nessa jornada. Enquanto isso, Fred e Wanda, personagens de Augusto Madeira Telma Souza, vão fazer de tudo para impedir que Uli manche a reputação de excelência no atendimento aos clientes feito por todos eles.

Uli vai se aproximar de seres humanos comuns, como Miriam, vivida por Kéfera Buchmann; o veterinário Sandro, papel de Leandro Ramos; Richard, interpretado pelo rapper Projota

Com 8 episódios, a série Ninguém Tá Olhando é dirigida pelo diretor Daniel Rezende, que também assina a criação com Teodoro Poppovic e Carolina Markowicz.