Crise nas Infinitas Terras | Brandon Routh aparece como Superman em foto

Crossover das séries da CW trará o ator como o Homem de Aço do Reino do Amanhã
ARTHUR ELOI

Crise nas Infinitas Terras/Entertainment Weekly/Divulgação

Brandon Routh voltou ao uniforme do Superman, 13 anos após protagonizar Superman – O Retorno. Uma nova imagem divulgada pela EW mostra o visual do ator no vindouro crossover Crise nas Infinitas Terras, em que viverá o Homem de Aço de uma Terra paralela, na versão do arco Reino do Amanhã.

Na trama da Crise nas Infinitas Terras nos quadrinhos, o Antimonitor quer acabar com os multiversos (já apresentados e explorados nas séries) e o Monitor reúne os heróis para impedir a ação. Ainda não há detalhes sobre como será a história na TV, mas a apresentação do Monitor e o teaser citando que “mundos vão morrer” indicam que o caminho será parecido.

O crossover Crise nas Infinitas Terras envolverá cinco séries da CW: Arrow, The Flash, Supergirl, Batwoman Legends Of Tomorrow. Os três primeiros episódios do especial serão exibidos em dezembro deste ano e a história se completa em janeiro, com a transmissão dos dois últimos.

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Mais do que ‘Game of Thrones’, Emmy consagra ‘Fleabag’ e voz cômica feminista

A série da Amazon dominou os prêmios da categoria e firmou a empresa no páreo contra outras gigantes do streaming
Luciana Coelho

Fleabag surpreende novamente e ganha Emmy por melhor série de comédia

Podem aplaudir os 12 prêmios conquistados por “Game of Thrones” neste domingo (22) na cerimônia do Emmy, mas a noite foi de Phoebe Waller-Bridge, sua maravilhosa “Fleabag” e da Amazon, que se firmou no páreo com as gigantes já consagradas, HBO e Netflix.

“GoT” merece, sim, reverência e apreço por ter sido o maior fenômeno pop desta década, ainda que parte dos espectadores tenha se sentido decepcionada com o final da fantasia política pseudomedieval (esta colunista aprovou).

“Fleabag”, porém, é o que há de novo e relevante no ar, fazendo comédia a partir do (necessário e ausente) ponto de vista de uma mulher sexualmente liberal, independente e mais ou menos bem resolvida, que erra tentando ser boa, que tem pequenezas e falhas, e que passa sem tropeços do adorável ao detestável. 

Ou seja, “Fleabag” é boa porque soa real e muito identificável, porque faz rir de verdade e porque traz uma voz pouco ouvida em comédia, a de uma mulher fora de arquétipos (felizmente a edição do Emmy deste ano mostra que isso começa a mudar).

“Isso está ficando ridículo”, disse Phoebe ao subir ao palco surpresa, pela terceira vez na noite, para pegar o quarto prêmio principal que “Fleabag” abocanhava na festa.

Ao contrário de “Game of Thrones”, que viu as estatuetas dramáticas se pulverizarem, a série da Amazon dominou todas as categorias cômicas mais relevantes: melhor direção, melhor roteiro, melhor atriz, melhor série —os três últimos para ela, a pessoa mais premiada desta 71ª edição.

Ela lembrou que “Fleabag” começou como seu espetáculo solo em Edimburgo. E o que veio em seguida, graças a seu texto ágil e timing impecável: a adaptação para uma série da BBC em 2016, depois distribuída globalmente pela Amazon, e uma nova e espetacular temporada neste ano

O discurso de Bornstein, lembrando que sua avó judia só escapou do Holocausto porque se atreveu a sair da fila de execuções diante de guardas nazistas, foi dos mais comoventes, convocando as mulheres a “saírem da linha”. Patricia Arquette e Michelle Williams (melhor coadjuvante e atriz em minissérie) a ecoariam em emoção e ativismo. 

A política, aliás, foi a grande ausente da noite, talvez um indício de fadiga, surgindo apenas no pedido de Ru Paul, contemplada por seu reality de competição entre drag queens, pedindo que as pessoas se inscrevam para votar em um país onde ir às urnas não é obrigação.

Além do trunfo de “Fleabag” e da Amazon, brilhou “Chernobyl”, da HBO, a minissérie que reconta o desastre nuclear soviético para abordar as consequências da mentira política e do Estado autoritário e populista, tema muito relevante aos nossos tempos.

Levou melhor minissérie, melhor direção e melhor roteiro —poderia ter levado ator (Jared Harris) e coadjuvante (Stellan Skarsgård), mas o primeiro foi suplantado pelo colossal Jharrel Jerome, que interpretou Korey Wise adolescente e adulto na magnífica “Olhos que Condenam” (Netflix), e o segundo foi inexplicavelmente preterido por Ben Whishal, de “A Very English Scandal” (Amazon).

E o que aconteceu com “Game of Thrones”, afinal?

Foi derrotada pela própria grandiosidade.

Com diversos atores, diretores e roteiristas da mesma série concorrendo entre si nas principais categorias (como escolher entre Lena Headey e Maisie Williams, Cersei e Arya, por exemplo), viu parte dos principais troféus pararem em outras mãos.

No caso de melhor atriz dramática, uma vitória surpreendente de Jodie Comer, a Vilanelle de “Killing Eve”; já a melhor coadjuvante foi a arrebatadora Julie Garner, a magnética Ruth de “Ozark”.

“Ozark”, aliás, uma ótima série subestimada, também levou melhor direção para Jason Bateman, que ainda a protagoniza (faltou premiar Laura Linney, que faz a esposa executiva que mostra um insuspeito talento para o crime no drama da Netflix).

Já o Emmy de melhor ator ficou com Billy Porter, este uma surpresa bem-vinda, por seu desempenho na ousada “Pose”, da FX, e o de roteiro para “Sucession”, da HBO.

“GoT” só levou mesmo ator coadjuvante, o quarto prêmio pelo mesmo papel para o imenso Peter Dinklage, que por oito temporadas viveu o anti-herói Tyrion Lannister, com larga vantagem o melhor personagem da série. 

E, claro, além de um caminhão de prêmios técnicos, o de melhor série dramática, lastreando o feito de ter se tornado uma referência obrigatória e incomparável em qualquer conversa, estudo ou análise sobre a produção televisiva atual. Não, não é só uma “série de dragões”.

Audiência do Emmy cai 23% em relação a 2018 e é a menor da história

Segundo números preliminares, a cerimônia teve 8 milhões de espectadores, ficando abaixo da casa dos 10 milhões pela primeira vez desde 1990
Por EFE

Game of Thrones: produção foi a maior ganhadora de prêmios nesta edição do Emmy (Mike Blake/Reuters)

Los Angeles — A 71ª edição dos Prêmios Emmy registrou no domingo, 22, a menor audiência da história do evento nos Estados Unidos, uma queda de 23% em relação ao ano anterior.

Segundo números preliminares, a cerimônia teve 8 milhões de espectadores, ficando abaixo da casa dos 10 milhões pela primeira vez desde 1990. A percentual de TVs ligadas no Emmy também caiu em relação a 2018 de 7,4% para 5,1%.

A “Fox”, emissora que organizou a exibição do Emmy, decidiu imitar o modelo do Oscar e deixar a cerimônia sem um apresentador para agilizar a entrega dos prêmios. No entanto, o resultado não foi o esperado, com a audiência despencando em relação anterior.

A superprodução “Game of Thrones” foi a principal vencedora da noite, com 12 prêmios, superando “Chernobyl”, também da “HBO”, que levou dez estatuetas. “The Marvelous Mrs. Maisel”, com oito, veio na terceira posição.

Patrick J. Adams publica fotos de Meghan Markle nos bastidores de ‘Suits’

Duquesa de Sussex interpretava Rachel Zane na série

O ator Patrick J. Adams, que vive o personagem Mike Ross em Suits, publicou fotos de bastidores da série e a então atriz Meghan Markle aparece em algumas. Na próxima quarta-feira, 25, vai ao ar o episódio final da produção, que encerra com nove temporadas.

A duquesa de Sussex atuou na série no papel de Rachel Zane até a sétima temporada. Ela decidiu que encerraria a carreira de atriz após se casar com o príncipe Harry.

Segundo o jornal britânico Daily StarMeghan teria recebido uma oferta milionária para fazer uma última participação em Suits, já depois do matrimônio.

Agora, aproveitando o clima de despedida da série, Adams publicou diversas fotos dos colegas de elenco e algumas mostram a duquesa nos bastidores da produção.

Maldição DiCaprio? Amy Adams não leva Emmy e Twitter se revolta

Amy Adams durante o Emmy, em Los AngelesImagem: Jeff Kravitz/FilmMagic

Lembra quando todo mundo pegava no pé de Leonardo DiCaprio quando ele ainda não tinha um Oscar? Agora a “maldição” caiu sobre Amy Adams e o Emmy. Pelo menos para as redes sociais. A atriz de 45 anos, que já foi indicada seis vezes ao Oscar e tem um Globo de Ouro, fez sua estreia na premiação da TV americana por sua participação em Objetos Cortantes, da HBO, mas saiu sem nenhuma estatueta. No Twitter, a galera pegou no pé da atriz. [Osmar Portilho – UOL]

‘Game of Thrones’ ganha, mas Emmy consagra ‘Fleabag’ e ‘Chernobyl’; veja a lista dos vencedores

Principal premiação da televisão, e do streaming, o Emmy entregou suas estatuetas na noite deste domingo, 22

Emmy 2019
Elenco de ‘Game of Thrones’ na última vez em que sobem ao palco do Emmy Foto: Frederic J. Brown/AFP

Game of Thrones, em ano de despedida, foi a melhor série de drama do Emmy 2019. A série com mais indicações deste ano não bateu seu recorde, de 12 estatuetas. Fleabag ganhou como a melhor série de comédia e Chernobyl, como a melhor minissérie. A cerimônia de premiação do 71.º Emmy foi realizada na noite deste domingo, 22, em Los Angeles.

Esta é foi a primeira vez em 16 anos que a premiação não contou com um apresentador. Logo na abertura, apareceram Homer Simpson, Anthony Anderson, Bryan Cranston e Ben Stiller. 

“A televisão nunca foi tão grande. A televisão nunca importou tanto. E a televisão nunca foi tão boa”, disse Cranston, estrela de Breaking Bad.

Como o número de categorias é alto – 100 – o Emmy divide a cerimônia em duas. No fim de semana passado, foram anunciados os vencedores das categorias técnicas – Game of Thrones levou 10 prêmios.

Os primeiros prêmios foram dados para Tony Shalhoub e para Alex Borstein, melhor ator coadjuvante e melhor atriz coadjuvante, respectivamente, por suas atuações em The Marvelous Mrs. Maisel.

“Quero dedicar esse prêmio à força de uma mulher, Amy Sherman-Palladino (criadora da série), e a cada mulher no elenco e nos bastidores de Maisel”,  Borstein disse. Ela também dedicou o prêmio para sua mãe e sua avó. Borstein contou que sua avó só sobreviveu porque ela foi corajosa o bastante para sair da fila que a levaria para a morte pelas mãos dos nazistas. “Ela saiu da fila. E, por isso, eu estou aqui e meus filhos também. Então, saiam da fila, ladies”, disse a atriz.

Emmy 2019
Harry Bradbeer e Phoebe Waller-Bridge, premiados por Fleabag, a grande vencedora do Emmy Foto: Frederic J. Brown/AFP

Fleabag também começou bem a noite – e terminou melhor ainda. Phoebe Weller ganhou em roteiro de série de comédia e Harry Bradbeer, como melhor diretor de série de comédia. Pouco depois, ela voltou ao palco como a vencedora da categoria melhor atriz de comédia, desbancando a favorita Julia Louis-Dreyfus, de Veep. No fim da noite, Fleabag se consagrou a melhor série de comédia.

O primeiro prêmio da noite para Chernobyl, que retrata o acidente nuclear ocorrido em 1986 na União Soviética e que foi uma das produções mais comentadas da temporada, foi para o diretor Johan Renck. A minissérie também ganhou também em roteiro e levou o prêmio de melhor minissérie – ela concorria com Olhos Que Condenam, entre outras produções.

Emmy 2019
‘Chernobyl’ desbancou ‘Olhos Que Condenam’ e ganhou como a melhor minissérie Foto: Nina Prommer/EFE/EPA

Patricia Arquette subiu ao palco para receber o prêmio de melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme para a TV por The Act. Emocionada, ela prestou homenagem a Alexis, sua irmã trans, que morreu.”Temos que lutar para que pessoas trans não sejam perseguidas. Deem trabalho a elas”, disse a atriz.

Já Michelle Williams, melhor atriz de série limitada ou filme para TV, por Fosse/Verdon, disse, em seu discurso, que as mulheres precisam ser ouvidas e recompensadas por seu trabalho de forma justa. Ela disse que sua vitória foi um reconhecimento “do que é possível quando confiam que uma mulher é capaz de discernir suas próprias necessidades, se sente segura para dar voz a elas e se sente respeitada para serem ouvidas”. 

Jharrel Jerome ganhou como melhor ator em série limitada ou filme para TV por sua atuação em Olhos Que Condenam. O ator de 21 anos foi ovacionado ao subir ao palco. A série é sobre cinco homens negros acusados de estuprar uma mulher branca no Central Park nos anos 1980. Jerome homenageou esses homens no final de seu discurso e os nomeou. Eles estavam na plateia, se levantaram e foram aplaudidos.

Jodie Comer, de Killing Eve, foi a melhor atriz em drama. Billy Porter, de Pose, o melhor ator. Ele é o primeiro ator abertamente gay a ser premiado nesta categoria. E Peter Dinklage, de Game of Thrones, ganhou mais uma vez como ator coadjuvante em drama.

Black Mirror: Bandersnatch ganhou na categoria filme para a TV.

Veja a lista dos vencedores das principais categorias do Emmy 2019

Melhor série de comédia

Veep (HBO)

Barry (HBO)

The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon)

Fleabag (Amazon) – Vencedora

The Good Place (NBC)

Schitt’s Creek (Pop)

Russian Doll (Netflix)

Melhor série de drama

Game of Thrones (HBO) – Vencedora

Succession (HBO)

Killing Eve (BBC America)

Bodyguard (Netflix)

Ozark (Netflix)

Pose (FX)

Better Call Saul (AMC)

This Is Us (NBC)

Melhor ator de drama

Kit Harington, Game of Thrones (HBO)

Billy Porter, Pose (FX) – Vencedor

Bob Odenkirk, Better Call Saul (AMC)

Jason Bateman, Ozark (Netflix)

Sterling K. Brown, This is Us (NBC)

Milo Ventimiglia, This is Us (NBC)

Melhor atriz de drama

Sandra Oh, Killing Eve (BBC America)

Jodie Comer, Killing Eve (BBC America) – Vencedora

Emilia Clarke, Game of Thrones (HBO)

Laura Linney, Ozark (Netflix)

Robin Wright, House of Cards (Netflix)

Mandy Moore, This Is Us (NBC)

Viola Davis, How to Get Away With Murder (ABC)

Melhor ator de comédia

Bill Hader, Barry (HBO) – Vencedor

Ted Danson, The Good Place (NBC)

Don Cheadle, Black Monday (Showtime)

Michael Douglas, The Kominsky Method (Netflix)

Anthony Anderson, Black-ish (ABC)

Eugene Levy, Schitt’s Creek (Pop)

Melhor atriz de comédia

Julia Louis-Dreyfus, Veep (HBO)

Rachel Brosnahan, The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon)

Phoebe Waller-Bridge, Fleabag (Amazon) – Vencedora

Natasha Lyonne, Russian Doll (Netflix)

Christina Applegate, Dead to Me (Netflix)

Catherine O’Hara, Schitt’s Creek (Pop)

Melhor ator em série limitada ou filme para TV

Mahershala Ali, True Detective (HBO)

Benicio del Toro, Escape at Dannemora (Showtime)

Hugh Grant, A Very English Scandal (Amazon)

Jared Harris, Chernobyl (HBO)

Sam Rockwell, Fosse/Verdon (FX)

Jharrel Jerome, When They See Us (Netflix) – Vencedor

Ator coadjuvante em série limitada ou filme para a TV

Ben Whishaw (A Very English Scandal) – Vencedor

Stellan Skarsgård (Chernobyl)

Paul Dano (Escape at Dannemora)

Michael K. Williams (Olhos que Condenam)

Asante Blackk (Olhos que Condenam)

John Leguizamo (Olhos que Condenam)

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme para a TV

Patricia Arquette (The Act) – Vencedora

Emily Watson (Chernobyl)

Margaret Qualley (Fosse/Verdon)

Patricia Clarkson (Sharp Objects)

Marsha Stephanie Blake (Olhos que Condenam)

Vera Farmiga (Olhos que Condenam)

Melhor atriz em série limitada ou filme para TV

Amy Adams, Sharp Objects (HBO)

Patricia Arquette, Escape at Dannemora (Showtime)

Joey King, The Act (Hulu)

Michelle Williams, Fosse/Verdon (FX) – Vencedora

Niecy Nash, When They See Us (Netflix)

Aunjanue Ellis, When They See Us (Netflix)

Melhor minissérie

Chernobyl (HBO) – Vencedora

Escape at Dannemora (Showtime)

When They See Us (Netflix)

Fosse/Verdon (FX)

Sharp Objects (HBO)

Melhor programa de variedades

Last Week Tonight With John Oliver (HBO) – Vencedor

The Late Show With Stephen Colbert (CBS)

The Late Late Show with James Corden (CBS)

Jimmy Kimmel Live (ABC)

Full Frontal With Samantha Bee (TBS)

The Daily Show With Trevor Noah (Comedy Central)

Melhor filme para TV

Brexit: The Uncivil War (HBO)

King Lear (Amazon)

Deadwood: The Movie (HBO)

My Dinner With Hervé (HBO)

Black Mirror: Bandersnatch (Netflix) – Vencedor

Melhor atriz coadjuvante em drama

Julia Garner, Ozark (Netflix) – Vencedora

Lena Headey, Game of Thrones (HBO)

Sophie Turner, Game of Thrones (HBO)

Maisie Williams, Game of Thrones (HBO)

Fiona Shaw, Killing Eve (BBC America)

Gwendoline Christie, Game of Thrones (HBO)

Melhor ator coadjuvante em drama

Chris Sullivan, This Is Us (NBC)

Alfie Allen, Game of Thrones (HBO)

Jonathan Banks, Better Call Saul (AMC)

Nikolaj Coster-Waldau, Game of Thrones (HBO)

Peter Dinklage, Game of Thrones (HBO) – Vencedor

Michael Kelly, House of Cards (Netflix)

Giancarlo Esposito, Better Call Saul (AMC)

Melhor atriz coadjuvante em comédia

Alex Borstein, The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon) – Vencedora

Anna Chlumsky, Veep (HBO)

Sian Clifford, Fleabag (Amazon)

Olivia Colman, Fleabag (Amazon)

Kate McKinnon, Saturday Night Live (NBC)

Betty Gilpin, GLOW (Netflix)

Marin Hinkle, The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon)

Sarah Goldberg, Barry (HBO)

Melhor ator coadjuvante em comédia

Alan Arkin, The Kominsky Method (Netflix)

Anthony Carrigan, Barry (HBO)

Tony Hale, Veep (HBO)

Tony Shalhoub, The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon) – Vencedor

Henry Winkler, Barry (HBO)

Stephen Root, Barry (HBO)

Melhor roteiro de série cômica

Fleabag (Episode 1) – Vencedora

Barry (ronny/lily)

PEN15 (Anna Ishii-Peters)

Boneca Russa (Nothing In This World Is Easy)

Boneca Russa (A Warm Body)

The Good Place (Janet(s))

Melhor direção de série cômica

Fleabag (Episode 1) – Vencedora

Barry (The Audition)

Barry (ronny/lily)

The Big Bang Theory (The Stockholm Syndrome)

The Marvelous Mrs. Maisel (All Alone)

The Marvelous Mrs. Maisel (We’re Going to the Catskills!)

Direção de série limitada ou filme para a TV

Chernobyl – Vencedor

A Very English Scandal

Escape at Dannemora

Fosse/Verdon (episódio Glory)

Fosse/Verdon (episódio Who’s Got the Pain)

Olhos que Condenam

Roteiro de série limitada ou filme para a TV

Chernobyl – Vencedor

A Very English Scandal

Escape at Dannemora (Episode 6)

Escape at Dannemora (Episode 7)

Fosse/Verdon (Providence)

Olhos que Condenam (Parte Quatro)

Supergirl | Lena Luthor e Midnight são o foco do novo trailer

Série retorna dia 6 de outubro nos EUA
NICOLAOS GARÓFALO

Um novo trailer de “Event Horizon”, primeiro episódio da quinta temporada de Supergirl, mostra Lena Luthor (Katie McGrath) jurando vingança contra a heroína, vivida por Melissa Benoist.

A prévia também revela os poderes de Midnight (Jennifer Cheon Garcia), nova vilã da série.

Midnight (ou M1dn1ght) estreou nas HQs em 2017, na revista da Superwoman. A personagem é um programa de computador criado por Lena para fugir da prisão, mas que eventualmente sai do controle e precisa ser parado pela heroína-título.

O novo ano da série estreia em 6 de outubro, nos EUA. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner Channel, e as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.